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    <title>Noticias de Eritreia</title>
    <link>http://www.afromix.info/</link>
    <description>Noticias de Eritreia</description>
    <dc:creator>afromix.info</dc:creator>
    <item>
      <title>Portugal em 7º no campeonato de Corrida em Montanha</title>
      <link>http://tvnet.sapo.pt/noticias/detalhes.php?id=61282</link>
      <description>168 pontos levaram a selec&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional ao s&amp;eacute;timo lugar no Campeonato do Mundo de Corrida em Montanha, atr&amp;aacute;s de selec&amp;ccedil;&amp;otilde;es como a Eritreia e a It&amp;aacute;lia.</description>
      <pubDate>Tue, 07 Sep 2010 12:23:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2010-09-07T12:23:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Líbia liberta 205 imigrantes eritreus</title>
      <link>http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4571212-EI294,00.html</link>
      <description>A L&amp;iacute;bia libertou os 205 imigrantes da Eritreia retidos desde 30 de junho, como informa neste s&amp;aacute;bado a imprensa italiana.</description>
      <pubDate>Sat, 17 Jul 2010 09:57:11 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4571212-EI294,00.html</guid>
      <dc:date>2010-07-17T09:57:11Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Itália é acusada de deixar Líbia maltratar refugiados</title>
      <link>http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4548281-EI8142,00.html</link>
      <description>A oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o italiana acusou nesta ter&amp;ccedil;a feira o governo de fazer vista grossa ao destino de 245 refugiados da Eritreia devolvidos ao mar por patrulhas italianas e agora detidos na L&amp;iacute;bia sob &amp;quot;condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es desumanas.&amp;quot;</description>
      <pubDate>Tue, 06 Jul 2010 23:28:34 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4548281-EI8142,00.html</guid>
      <dc:date>2010-07-06T23:28:34Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Fenda pode separar a África em duas</title>
      <link>http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=169695</link>
      <description>&lt;p&gt;O continente africano poder&amp;aacute; ser dividido ao meio pelo aparecimento de um novo oceano em dez milh&amp;otilde;es de anos, segundo um grupo de cientistas brit&amp;acirc;nicos que v&amp;ecirc;m monitorando mudan&amp;ccedil;as geol&amp;oacute;gicas na regi&amp;atilde;o de Afar, na Eti&amp;oacute;pia.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;Segundo descreveram os cientistas durante uma confer&amp;ecirc;ncia da &lt;em&gt;Royal Society&lt;/em&gt;, de Londres, uma fenda de 60 quil&amp;ocirc;metros de comprimento se abriu a regi&amp;atilde;o em 2005 e vem crescendo desde ent&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;Um monitoramento num per&amp;iacute;odo de apenas dez dias verificou a expans&amp;atilde;o da fenda em oito metros, segundo o sism&amp;oacute;logo James Hammond, da Universidade de Bristol, um dos coordenadores do estudo.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;Os pesquisadores dizem que o processo acabar&amp;aacute; dividindo a &amp;Aacute;frica em dois, transformando parte da Eti&amp;oacute;pia e da Som&amp;aacute;lia em uma grande ilha no Oceano &amp;Iacute;ndico.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Erup&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
 &lt;div&gt; &lt;div&gt;&amp;nbsp;A fenda come&amp;ccedil;ou a aparecer em 2005, ap&amp;oacute;s a erup&amp;ccedil;&amp;atilde;o do vulc&amp;atilde;o Dabbahu, na regi&amp;atilde;o de Afar. O local, apesar de ainda n&amp;atilde;o ter &amp;aacute;gua, est&amp;aacute; localizado abaixo do n&amp;iacute;vel do mar.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;
 &lt;p&gt;Os sism&amp;oacute;logos dizem que est&amp;atilde;o presenciando um processo que normalmente s&amp;oacute; ocorre debaixo dos oceanos.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;&amp;ndash; Partes de Afar est&amp;atilde;o abaixo do n&amp;iacute;vel do mar, e o oceano est&amp;aacute; separado por apenas uma faixa de 20 metros de terra do territ&amp;oacute;rio da Eritr&amp;eacute;ia &amp;ndash;, afirmou Hammond.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;&amp;ndash; Ent&amp;atilde;o essa terra ceder&amp;aacute; eventualmente, o mar entrar&amp;aacute; e come&amp;ccedil;ar&amp;aacute; a criar esse novo oceano &amp;ndash;, disse o cientista.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;Segundo ele, com o tempo esse oceano crescer&amp;aacute; at&amp;eacute; separar de vez a regi&amp;atilde;o do chamado &amp;ldquo;Chifre da &amp;Aacute;frica&amp;rdquo; do restante do continente, criando assim &amp;ldquo;uma &amp;Aacute;frica menor e uma ilha muito grande no Oceano &amp;Iacute;ndico&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 25 Jun 2010 13:33:24 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=169695</guid>
      <dc:date>2010-06-25T13:33:24Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Explosão em um café deixa cinco mortos e 20 feridos no norte da Etiópia</title>
      <link>http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,explosao-em-um-cafe-deixa-cinco-mortos-e-20-feridos-no-norte-da-etiopia,542578,0.htm</link>
      <description>Reuters &amp;nbsp; MAKELLE- Uma explos&amp;atilde;o em um caf&amp;eacute; ma regi&amp;atilde;o de Tigray, no norte da Eti&amp;oacute;pia, deixou cinco mortos e 20 feridos neste s&amp;aacute;bado, 24, de acordo com oficiais que responsabilizaram o pa&amp;iacute;s vizinho de Eritreia pelo ataque. &amp;nbsp; &amp;quot;Este &amp;eacute; um ataque do governo eritreu para obstruir deliberadamente as</description>
      <pubDate>Sat, 24 Apr 2010 21:41:29 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,explosao-em-um-cafe-deixa-cinco-mortos-e-20-feridos-no-norte-da-etiopia,542578,0.htm</guid>
      <dc:date>2010-04-24T21:41:29Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Marílson corre em Londres por recorde pessoal</title>
      <link>http://esporte.ig.com.br/mais/2010/04/23/marilson+corre+em+londres+por+recorde+pessoal+9467175.html</link>
      <description>Melhor tempo do fundista brasileiro na maratona &amp;eacute; 2h08min37s, obtido na pr&amp;oacute;pria prova londrina, no ano de 2007&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Twitter do iG Esporte: &lt;/strong&gt;&lt;a
      href="http://twitter.com/igesporte"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a
        href="http://twitter.com/igesporte"&gt;&lt;a href="http://twitter.com/igesporte"&gt;&lt;strong&gt;Principais not&amp;iacute;cias, fatos inusitados, v&amp;iacute;deos e opini&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Mar&amp;iacute;lson Gomes dos Santos competir&amp;aacute; neste domingo (25) na Maratona de Londres, visando um novo recorde pessoal para os 42 km e 195 m. A largada para a elite masculina ser&amp;aacute; &amp;agrave;s 05h45 (hor&amp;aacute;rio de Bras&amp;iacute;lia). O melhor tempo do fundista brasileiro &amp;eacute; 2h08min37s, obtido na pr&amp;oacute;pria prova londrina, no ano de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;Quero melhorar minha marca pessoal, aproveitando um percurso que &amp;eacute; r&amp;aacute;pido, totalmente plano&amp;quot;, disse Mar&amp;iacute;lson, de 32 anos, que &amp;eacute; bicampe&amp;atilde;o da Maratona de Nova York, recordista sul-americano dos 5.000m e 10.000m. &amp;quot;&amp;Eacute; um percurso t&amp;atilde;o bom, t&amp;atilde;o r&amp;aacute;pido que pode ajudar, mas tamb&amp;eacute;m atrapalhar. Terei de tomar cuidado para saber dosar muito bem a corrida&amp;quot;, contou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O t&amp;eacute;cnico Adauto Domingues viajou com Mar&amp;iacute;lson na &amp;uacute;ltima quarta-feira (21) - eles deveriam ter ido na ter&amp;ccedil;a-feira, mas o voo foi cancelado por causa das cinzas do vulc&amp;atilde;o Eyjafjallajoekull, na Isl&amp;acirc;ndia. &amp;quot;Espero que o atraso de um dia n&amp;atilde;o atrapalhe a prova. Mas o Mar&amp;iacute;lson fez tr&amp;ecirc;s semanas de treinos na altitude de Campos do Jord&amp;atilde;o, est&amp;aacute; bem preparado, zerado das les&amp;otilde;es e vem de uma boa corrida na Meia Maratona de Nova York&amp;quot;, diz Adauto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O t&amp;eacute;cnico frisa, por&amp;eacute;m, que Mar&amp;iacute;lson n&amp;atilde;o vai se preocupar com o ritmo dos demais competidores da elite e focar apenas no seu objetivo de melhorar a marca pessoal na maratona. &amp;quot;O primeiro pelot&amp;atilde;o, formado por atletas como Wanjiru, Kebede, Tadese, entre outros, vai correr pelo recorde mundial. &amp;Eacute; um grupo muito forte, os caras querem correr para baixar a melhor marca do mundo&amp;quot;, frisa Adauto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os organizadores confirmaram a presen&amp;ccedil;a dos tr&amp;ecirc;s primeiros do p&amp;oacute;dio de Londres em 2009. O vencedor, o queniano Sammy Wanjiru (2h05min10), campe&amp;atilde;o ol&amp;iacute;mpico em Pequim/2008, enfrentar&amp;aacute; o segundo colocado, o et&amp;iacute;ope Tsegay Kebede (2h05min20), e o terceiro, o marroquino Jaouad Gharib, prata ol&amp;iacute;mpica em Pequim e duas vezes campe&amp;atilde;o do mundo (2003 e 2005).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda Abel Kirui, do Qu&amp;ecirc;nia, que fechou 2009 em terceiro no ranking com o melhor tempo da carreira, feito na Maratona de Rotterd&amp;atilde; (2h05min04), e o campe&amp;atilde;o no Mundial de Berlim; Zersenay Tadese, da Eritreia, ganhador de quatro t&amp;iacute;tulos mundiais na Meia Maratona; e Duncan Kibet, segundo maratonista mais r&amp;aacute;pido de todos os tempos (2h04min27). O recorde mundial pertence ao et&amp;iacute;ope Haile Gebrselassie, de 2h03min59, conquistado em Berlim, em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maratona masculina mudou de patamar nos &amp;uacute;ltimos anos. H&amp;aacute; pouco tempo, nenhum homem corria os 42 km e 195 m em menos de 2h06min e vit&amp;oacute;rias em provas de primeira linha registravam resultado na casa de 2h08min. O ent&amp;atilde;o recordista mundial Khalid Kannouchi, que fez 2h05min38 em Londres/2002, &amp;eacute; apenas o 16&amp;ordm; no ranking de todos os tempos atualmente - e os 14 melhores resultados foram feitos nos &amp;uacute;ltimos dois anos. &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 23 Apr 2010 22:01:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Meia Maratona de Lisboa à procura de nova melhor marca mundial</title>
      <link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/492607/s/99565ea/l/0L0Stsf0Bpt0CPaginaInicial0CDesporto0CInterior0Baspx0Dcontent0Iid0F1523347/story01.htm</link>
      <description>O atleta da Eritreia Zersenay Tadese &amp;eacute; a esperan&amp;ccedil;a da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da 20.&amp;ordf; Meia Maratona de Lisboa, que se corre domingo, para estabelecer um novo m&amp;aacute;ximo mundial da dist&amp;acirc;ncia: 21,097 quil&amp;oacute;metros em menos de 58,33. minutos.&amp;nbsp;&lt;img
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&lt;img height="1"
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      <pubDate>Fri, 19 Mar 2010 20:00:00 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Meia Maratona de Lisboa à procura de nova melhor marca mundial</title>
      <link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/492619/s/995664c/l/0L0Stsf0Bpt0CPaginaInicial0CDesporto0CInterior0Baspx0Dcontent0Iid0F1523347/story01.htm</link>
      <description>O atleta da Eritreia Zersenay Tadese &amp;eacute; a esperan&amp;ccedil;a da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da 20.&amp;ordf; Meia Maratona de Lisboa, que se corre domingo, para estabelecer um novo m&amp;aacute;ximo mundial da dist&amp;acirc;ncia: 21,097 quil&amp;oacute;metros em menos de 58,33. minutos.&amp;nbsp;&lt;img
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&lt;img height="1"
  src="http://feeds.feedburner.com/~r/TSF-Desporto/~4/KdbylHU0peU" width="1" /&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 19 Mar 2010 20:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2010-03-19T20:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Cinco americanos são acusados no Paquistão de ter vínculos com terrorismo</title>
      <link>http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1533003-5602,00.html</link>
      <description>Jovens haviam sido detidos em dezembro do ano passado.
Eles t&amp;ecirc;m origens paquistanesa, et&amp;iacute;ope, eritreia e eg&amp;iacute;pcia.</description>
      <pubDate>Wed, 17 Mar 2010 13:37:53 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1533003-5602,00.html</guid>
      <dc:date>2010-03-17T13:37:53Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Ajuda à Etiópia foi desviada para compra de armas, revela BBC</title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2010/03/03/ajuda+a+etiopia+foi+desviada+para+compra+de+armas+revela+bbc+9415428.html</link>
      <description>Uma investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da BBC revelou que milh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares em ajuda enviada &amp;agrave; Eti&amp;oacute;pia para v&amp;iacute;timas da onda de fome de 1984-85 foi usada para a compra de armas por grupos rebeldes que tentavam derrubar o governo. &lt;p&gt;Soldados de grupos rebeldes disseram ter atuado como comerciantes de gr&amp;atilde;os e alimentos, para enganar representantes de organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ajuda. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Documentos da CIA, o servi&amp;ccedil;o de intelig&amp;ecirc;ncia americano, confirmam que a ajuda &amp;quot;quase certamente foi desviada para fins militares&amp;quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Cerca de um milh&amp;atilde;o de pessoas morreram em decorr&amp;ecirc;ncia da seca que destruiu as colheitas no pa&amp;iacute;s do leste africano. Milh&amp;otilde;es de pessoas, no entanto, foram salvas com a chegada da ajuda ocidental, mas boa parte desta ajuda teria sido desviada.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na &amp;eacute;poca, a Eti&amp;oacute;pia n&amp;atilde;o apenas lutava contra a fome, mas tamb&amp;eacute;m contra rebeli&amp;otilde;es nas prov&amp;iacute;ncias de Eritr&amp;eacute;ia e Tigr&amp;eacute;, no norte do pa&amp;iacute;s. O governo n&amp;atilde;o tinha controle sobre boa parte das &amp;aacute;reas rurais, portanto, as ag&amp;ecirc;ncias internacionais trouxeram ajuda diretamente, do vizinho Sud&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Parte desta ajuda foi entregue em alimentos, parte em dinheiro, para a compra de gr&amp;atilde;os de fazendeiros et&amp;iacute;opes das &amp;aacute;reas onde ainda havia comida.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rebeldes disfar&amp;ccedil;ados &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A fotografia acima mostra uma dessas negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es de compra perto da fronteira, em 1984. No centro est&amp;aacute; Max Peberdy, funcion&amp;aacute;rio da ONG Christian Aid, que carregava cerca de US$ 500 mil em moeda et&amp;iacute;ope.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em seu trajeto, Peberdy foi escoltado por cerca de 50 milicianos do movimento rebelde Frente de Liberta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Povos Tigr&amp;iacute;nios (TPLF, na sigla em ingl&amp;ecirc;s).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas Peberdy insiste que entrou no pa&amp;iacute;s com a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o rebelde de ajuda Sociedade de Socorro de Tigray (Rest, na sigla em ingl&amp;ecirc;s).&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;quot;Tinha que haver uma separa&amp;ccedil;&amp;atilde;o completa entre o apoio recebido pela TPLF e a log&amp;iacute;stica da compra de gr&amp;atilde;os, que estava nas m&amp;atilde;os da lideran&amp;ccedil;a da Rest&amp;quot;, disse ele.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na foto, um &amp;quot;comerciante&amp;quot; est&amp;aacute; sentado ao lado de Peberdy, contando o dinheiro, enquanto um dos l&amp;iacute;deres da Rest observa, mas o &amp;quot;comerciante&amp;quot; era, na verdade, Gebremedhin Araya, que afirma que, na &amp;eacute;poca, era um alto membro da TPLF.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;quot;Me deram roupas para que eu parecesse um comerciante mu&amp;ccedil;ulmano. Era um truque para as ONGs. Eles n&amp;atilde;o me conheciam&amp;quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo Gebremedhin, por baixo dos gr&amp;atilde;os, os sacos estavam cheios de areia. Ele diz que entregou o dinheiro recebido pela venda aos l&amp;iacute;deres da TPLF, entre eles Meles Zenawi, que em 1991 se tornou o primeiro-ministro do pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Max Peberdy ainda acredita que a ajuda n&amp;atilde;o foi desviada. &amp;quot;Isso aconteceu h&amp;aacute; 25 anos e nesses 25 anos &amp;eacute; a primeira vez que algu&amp;eacute;m faz uma acusa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessas&amp;quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ele insiste que, at&amp;eacute; onde ele sabe, a ajuda serviu para alimentar os milh&amp;otilde;es de famintos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A vers&amp;atilde;o de Gebremedhin, no entanto, &amp;eacute; corroborada pelo ex-comandante do ex&amp;eacute;rcito da TPLF, Aregawi Berhe. Exilado na Holanda, Aregawi afirma que os rebeldes encenaram o que ele chama de &amp;quot;drama&amp;quot; para receber o dinheiro. &amp;quot;As ag&amp;ecirc;ncias de ajuda foram enganadas&amp;quot;, diz ele.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo Aregawi, dos US$ 100 milh&amp;otilde;es recebidos pela TPLF em 1985, 95% foram destinados para a compra de armas ou para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o do partido de linha dura surgido do movimento rebelde - A Liga Marxista Leninista de Tigr&amp;eacute;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Tanto Gebremedhin como Aregawi romperam com a lideran&amp;ccedil;a rebelde e fugiram do pa&amp;iacute;s. O primeiro-ministro, Meles Zenawi, se recusou a dar uma entrevista sobre o assunto.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;CIA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas o testemunho dos dois ex-integrantes da TPLF &amp;eacute; corroborado pela CIA em um relat&amp;oacute;rio secreto com data de abril de 1985, intitulado &amp;quot;Eti&amp;oacute;pia: Impacto Pol&amp;iacute;tico e de Seguran&amp;ccedil;a da Seca&amp;quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;quot;&amp;Eacute; quase certo que alguns fundos que organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es insurgentes est&amp;atilde;o levantando para opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ajuda, como resultado da publicidade mundial, est&amp;atilde;o sendo desviados para fins militares&amp;quot;, conclui o documento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A suspeita &amp;eacute; confirmada por Robert Houdek, que veio a ocupar o cargo mais alto na diplomacia americana na Eti&amp;oacute;pia em 1988.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo Houdek, os rebeldes da TPLF e do movimento rebelde da Eritr&amp;eacute;ia - a EPLF - disseram a ele que a ajuda foi desviada no Sud&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;quot;(A ajuda de alimentos) Foi vendida por dinheiro, e claro, com o dinheiro voc&amp;ecirc; compra armas, combust&amp;iacute;vel. Isso ocorreu. N&amp;atilde;o h&amp;aacute; d&amp;uacute;vidas quanto a isso&amp;quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Guerra Fria&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;Eacute; preciso lembrar que tudo isso ocorreu durante o per&amp;iacute;odo da Guerra Fria, quando Estados Unidos e Uni&amp;atilde;o Sovi&amp;eacute;tica lutavam por influ&amp;ecirc;ncia no ent&amp;atilde;o chamado Terceiro Mundo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A Uni&amp;atilde;o Sovi&amp;eacute;tica destinou US$ 4 bilh&amp;otilde;es para a Eti&amp;oacute;pia e enviou oficiais sovi&amp;eacute;ticos para dirigir as batalhas do governo contra os rebeldes.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em janeiro de 1983, o presidente americano Ronald Reagan lan&amp;ccedil;ou a Diretiva Nacional de Seguran&amp;ccedil;a 75, que tinha como objetivo combater a Uni&amp;atilde;o Sovi&amp;eacute;tica nos pa&amp;iacute;ses em desenvolvimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;quot;A pol&amp;iacute;tica americana vai procurar limitar e desestabilizar as atividades dos aliados e clientes sovi&amp;eacute;ticos no Terceiro Mundo&amp;quot;, afirmava a diretiva.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em novembro de 2009, Robert Gates - o secret&amp;aacute;rio de Defesa do presidente Barack Obama - fez um discurso descrevendo como informou o presidente Ronald Reagan no per&amp;iacute;odo em que era o vice-diretor da CIA.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segundo ele, a postura do presidente era &amp;quot;impor custos ainda mais altos para a Uni&amp;atilde;o Sovi&amp;eacute;tica em sua aventura pelo Terceiro Mundo&amp;quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Gates inclui a Eti&amp;oacute;pia na lista de pa&amp;iacute;ses como a Nicar&amp;aacute;gua e o Afeganist&amp;atilde;o nos quais os aliados sovi&amp;eacute;ticos &amp;quot;logo enfrentaram suas pr&amp;oacute;prias insurg&amp;ecirc;ncias&amp;quot;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O secret&amp;aacute;rio de Defesa n&amp;atilde;o entrou em detalhes sobre quanto apoio os Estados Unidos prestaram aos insurgentes et&amp;iacute;opes, mas como havia poucos grupos rebeldes, n&amp;atilde;o se pode excluir a possibilidade de que a CIA n&amp;atilde;o apenas sabia, mas tamb&amp;eacute;m apoiava o desvio da ajuda para a compra de armas pela TPLF. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Leia mais sobre &lt;a href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=Eti%F3pia"&gt;Eti&amp;oacute;pia&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 03 Mar 2010 11:13:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2010/03/03/ajuda+a+etiopia+foi+desviada+para+compra+de+armas+revela+bbc+9415428.html</guid>
      <dc:date>2010-03-03T11:13:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Israel construirá muro para barrar ilegais na fronteira com Egito</title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2010/01/11/israel+construira+muro+para+barrar+ilegais+na+fronteira+com+egito+9268652.html</link>
      <description>O governo de Israel aprovou planos para construir uma barreira em dois pontos ao longo da fronteira do pa&amp;iacute;s com o Egito, em uma tentativa de impedir a entrada de imigrantes ilegais e militantes. Ao anunciar o projeto, o primeiro-ministro israelense, Biniyamin Netanyahu, disse que a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o vai bloquear as principais rotas de infiltra&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao longo dos 266 km de fronteira - a cidade de Eilat, no Mar Vermelho, e as proximidades da Faixa de Gaza. &lt;p&gt;&amp;quot;Decidimos fechar a fronteira sul de Israel a infiltradores e terroristas. Trata-se de uma decis&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica para assegurar o car&amp;aacute;ter judeu e democr&amp;aacute;tico de Israel&amp;quot;, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;N&amp;atilde;o podemos deixar de dezenas de milhares de imigrantes ilegais se infiltrem em Israel e inundem nosso pa&amp;iacute;s com estrangeiros ilegais&amp;quot;, disse Netanyahu, acrescentando que, no entanto, o pa&amp;iacute;s vai &amp;quot;continuar aberto a refugiados&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Egito&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Representantes das for&amp;ccedil;as de seguran&amp;ccedil;a do Egito disseram que Israel n&amp;atilde;o os informou sobre os planos, mas afirmaram que n&amp;atilde;o se op&amp;otilde;em ao projeto se a barreira for constru&amp;iacute;da em solo israelense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto deve custar US$ 270 milh&amp;otilde;es e levar dois anos para ser conclu&amp;iacute;do.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos &amp;uacute;ltimos anos, milhares de imigrantes entraram em Israel atrav&amp;eacute;s do Egito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde maio, pelo menos 17 migrantes foram mortos pela pol&amp;iacute;cia eg&amp;iacute;pcia, que diz estar tentando conter o tr&amp;aacute;fico de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eritr&amp;eacute;ia &amp;eacute; o pa&amp;iacute;s de onde vem a maioria dos que tentam entrar ilegalmente em Israel, seguido de pessoas da Eti&amp;oacute;pia e do Sud&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Israel j&amp;aacute; est&amp;aacute; construindo uma pol&amp;ecirc;mica barreira dentro e em volta da Cisjord&amp;acirc;nia ocupada, alegando que precisa defender seus cidad&amp;atilde;os de ataques por militantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os palestinos, no entanto, consideram que o muro est&amp;aacute; tomando parte de suas terras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2004, a Corte Internacional de Justi&amp;ccedil;a de Haia determinou que a barreira &amp;eacute; ilegal e deve ser removida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Egito, por sua vez, est&amp;aacute; construindo um muro subterr&amp;acirc;neo ao longo de sua fronteira com Gaza para tentar impedir o tr&amp;aacute;fico de armas atrav&amp;eacute;s de t&amp;uacute;neis.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leia mais sobre:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://busca.igbusca.com.br/app/search"&gt;Faixa de Gaza&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 11 Jan 2010 09:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2010/01/11/israel+construira+muro+para+barrar+ilegais+na+fronteira+com+egito+9268652.html</guid>
      <dc:date>2010-01-11T09:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Pena de morte está em vigor em 58 países, diz Anistia</title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2010/01/09/pena+de+morte+esta+em+vigor+em+58+paises+diz+anistia+9267177.html</link>
      <description>Relat&amp;oacute;rio da Anistia Internacional, organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de defesa dos direitos humanos, afirma que atualmente a pena de morte est&amp;aacute; em vigor em 58 pa&amp;iacute;ses. Outros 95 pa&amp;iacute;ses aboliram a pr&amp;aacute;tica para todos os tipos de crime, enquando nove pa&amp;iacute;ses, entre eles o Brasil (somente na Justi&amp;ccedil;a militar), mant&amp;ecirc;m a pena de morte em circunst&amp;acirc;ncias excepcionais, mas n&amp;atilde;o para crimes comuns. &lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2010/01/09/novo+metodo+de+execucao+testado+em+ohio+provoca+debate+nos+estados+unidos+9267176.html"&gt;Novo m&amp;eacute;todo de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o provoca debate nos Estados Unidos&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o afirma que 35 pa&amp;iacute;ses aboliram “na pr&amp;aacute;tica” a pena de morte pelo fato de n&amp;atilde;o terem realizado nenhuma execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos &amp;uacute;ltimos dez anos, apesar de a puni&amp;ccedil;&amp;atilde;o estar prevista em lei para crimes comuns. Somando essas 35 na&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave;s que aboliram por lei a pena de morte, chega a 139 o n&amp;uacute;mero de pa&amp;iacute;ses que n&amp;atilde;o executam prisioneiros, segundo a Anistia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De acordo com o &lt;a href="http://www.amnesty.org/en/death-penalty/abolitionist-and-retentionist-countries"&gt;relat&amp;oacute;rio da Anistia&lt;/a&gt;, em 2008 foram realizadas 2.390 execu&amp;ccedil;&amp;otilde;es, 93% delas em apenas cinco pa&amp;iacute;ses: China, Ir&amp;atilde;, Ar&amp;aacute;bia Saudita, Paquist&amp;atilde;o e Estados Unidos. No mesmo per&amp;iacute;odo, houve 8.864 senten&amp;ccedil;as &amp;agrave; morte em todo o mundo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em 1977, apenas 16 pa&amp;iacute;ses aboliram essa condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o para todos os tipos de crime. Dos 58 que ainda mant&amp;ecirc;m a pena capital, 25 realizaram execu&amp;ccedil;&amp;otilde;es em 2008.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No Brasil, a&amp;nbsp; pena de morte &amp;eacute; proibida, exceto para crimes militares cometidos em tempos de guerra, segundo est&amp;aacute; previsto na Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 1988. De acordo com a Carta, o fuzilamento &amp;eacute; o m&amp;eacute;todo de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Comunicado sobre a senten&amp;ccedil;a, o presidente da Rep&amp;uacute;blica pode conceder um indulto ou comutar a pena do condenado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Pa&amp;iacute;s &amp;eacute; o &amp;uacute;nico de l&amp;iacute;ngua portuguesa que permite a pr&amp;aacute;tica para crimes militares. Na Am&amp;eacute;rica do Sul, Bol&amp;iacute;via, Chile e Peru tamb&amp;eacute;m mant&amp;ecirc;m a pena de morte em circunst&amp;acirc;ncias excepcionais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Veja o tipo de determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o vigente em cada pa&amp;iacute;s:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pena de morte abolida para todos os tipos de crime:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;Aacute;frica do Sul, Alb&amp;acirc;nia, Alemanha, Andorra, Angola, Argentina, Arm&amp;ecirc;nia, Austr&amp;aacute;lia, &amp;Aacute;ustria, Azerbaij&amp;atilde;o, B&amp;eacute;lgica, B&amp;oacute;snia-Herzegovina, Bulg&amp;aacute;ria, Burundi, But&amp;atilde;o, Cabo Verde, Camboja, Canad&amp;aacute;, Chipre, Col&amp;ocirc;mbia, Costa Rica, C&amp;ocirc;te d'Ivoire, Cro&amp;aacute;cia, Dinamarca, Djibouti, Equador, Eslov&amp;aacute;quia, Eslov&amp;ecirc;nia, Espanha, Est&amp;ocirc;nia, Filipinas, Finl&amp;acirc;ndia, Fran&amp;ccedil;a, Ge&amp;oacute;rgia, Gr&amp;eacute;cia, Guin&amp;eacute;-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Ilhas Cook, Ilhas Marshall, Ilhas Maur&amp;iacute;cio, Ilhas Salom&amp;atilde;o, Irlanda, Isl&amp;acirc;ndia, It&amp;aacute;lia, Listenstaine, Litu&amp;acirc;nia, Luxemburgo, Maced&amp;ocirc;nia, Malta, M&amp;eacute;xico, Micron&amp;eacute;sia, Mo&amp;ccedil;ambique, Mold&amp;aacute;via, M&amp;ocirc;naco, Montenegro, Nam&amp;iacute;bia, Nepal, Nicar&amp;aacute;gua, Niue, Noruega, Nova Zel&amp;acirc;ndia, Palau, Panam&amp;aacute;, Paraguai, Pol&amp;ocirc;nia, Portugal, Quiribati, Quirguist&amp;atilde;o, Reino Unido, Rep&amp;uacute;blica Checa, Rep&amp;uacute;blica Dominicana, Rom&amp;ecirc;nia, Ruanda, Samoa, San Marino, S&amp;atilde;o Tom&amp;eacute; e Pr&amp;iacute;ncipe, Seichelles, Senegal, S&amp;eacute;rvia (incluindo Kosovo), Su&amp;eacute;cia, Su&amp;iacute;&amp;ccedil;a, Timor Leste, Togo, Turcomenist&amp;atilde;o, Turquia, Tuvalu, Ucr&amp;acirc;nia, Uruguai, Usbequist&amp;atilde;o, Vanuatu, Vaticano e Venezuela.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pena de morte abolida para crimes comuns:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Bol&amp;iacute;via, Brasil, Casaquist&amp;atilde;o, Chile, El Salvador, Ilhas Fiji, Israel, Let&amp;ocirc;nia e Peru.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pena de morte abolida “na pr&amp;aacute;tica” para crimes comuns:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Alg&amp;eacute;ria, Benin, Brunei, Burkina Faso, Camar&amp;otilde;es, Congo, Coreia do Sul, Eritreia, Gab&amp;atilde;o, G&amp;acirc;mbia, Gana, Granada, Ilhas Maldivas, Laos, Lib&amp;eacute;ria, Madagascar, Malaui, Mali, Marrocos, Maurit&amp;acirc;nia, Mianmar, Nauru, N&amp;iacute;ger, Papua Nova Guin&amp;eacute;, Qu&amp;ecirc;nia, Rep&amp;uacute;blica Centro-Africana, R&amp;uacute;ssia, Sri Lanka, Suriname, Suazil&amp;acirc;ndia, Tajiquist&amp;atilde;o, Tanz&amp;acirc;nia, Tonga, Tun&amp;iacute;sia, Z&amp;acirc;mbia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pena de morte para todos os crimes:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Afeganist&amp;atilde;o, Ant&amp;iacute;gua e Barbuda, Ar&amp;aacute;bia Saudita, Autoridade Palestina, Bahamas, Bahrein, Bangladesh, Barbados, Belize, Bielorr&amp;uacute;sia, Botswana, Catar, Chade, China, Cingapura, Comores, Coreia do Norte, Cuba, Dominica, Egito, Emirados &amp;Aacute;rabes, Estados Unidos, Eti&amp;oacute;pia, Guatemala, Guin&amp;eacute;, Guin&amp;eacute; Equatorial, Guiana, I&amp;ecirc;men, &amp;Iacute;ndia, Indon&amp;eacute;sia, Ir&amp;atilde;, Iraque, Jamaica, Jap&amp;atilde;o, Jord&amp;acirc;nia, Kuwait, Lesoto, L&amp;iacute;bano, L&amp;iacute;bia, Mal&amp;aacute;sia, Mong&amp;oacute;lia, Nig&amp;eacute;ria, Om&amp;atilde;, Paquist&amp;atilde;o, Rep&amp;uacute;blica Democr&amp;aacute;tica do Congo, Santa L&amp;uacute;cia, S&amp;atilde;o Crist&amp;oacute;v&amp;atilde;o e Nevis, S&amp;atilde;o Vicente e Granadinas, Serra Leoa, S&amp;iacute;ria, Som&amp;aacute;lia, Sud&amp;atilde;o, Tail&amp;acirc;ndia, Taiwan, Trinidad e Tobago, Uganda, Vietn&amp;atilde; e Zimb&amp;aacute;bue.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Leia mais sobre &lt;a href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?s=us_content&amp;amp;o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;first_o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=pena%20de%20morte"&gt;pena de morte&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 09 Jan 2010 12:37:28 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2010/01/09/pena+de+morte+esta+em+vigor+em+58+paises+diz+anistia+9267177.html</guid>
      <dc:date>2010-01-09T12:37:28Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>ONU impõe embargo de armas e outras sanções contra Eritreia</title>
      <link>http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4173127-EI294,00.html</link>
      <description>O Conselho de Seguran&amp;ccedil;a das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas adotou nesta quarta feira uma resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o que estabelece um embargo de armas e outras san&amp;ccedil;&amp;otilde;es contra a Eritreia por fornecer armamento aos opositores ao Governo da Som&amp;aacute;lia e por negar se a resolver sua disputa fronteiri&amp;ccedil;a com o Djibuti.</description>
      <pubDate>Wed, 23 Dec 2009 19:51:11 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4173127-EI294,00.html</guid>
      <dc:date>2009-12-23T19:51:11Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Conselho da ONU aprova duras sanções contra a Eritreia</title>
      <link>http://www.atarde.com.br/mundo/noticia.jsf?id=1318639</link>
      <description />
      <pubDate>Wed, 23 Dec 2009 17:19:36 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.atarde.com.br/mundo/noticia.jsf?id=1318639</guid>
      <dc:date>2009-12-23T17:19:36Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Aumento de verbas dá resultado contra malária, diz OMS</title>
      <link>http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=161157</link>
      <description>O aumento das verbas para o combate &amp;agrave; mal&amp;aacute;ria est&amp;aacute; come&amp;ccedil;ando a dar resultados, mas a preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o tratamento ainda t&amp;ecirc;m de melhorar, disse a Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial da Sa&amp;uacute;de nesta ter&amp;ccedil;a-feira. &lt;p&gt;O Relat&amp;oacute;rio Mundial da Mal&amp;aacute;ria 2009 apontou um &amp;quot;progresso significativo&amp;quot; na distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mosquiteiros e medicamentos, em grande parte gra&amp;ccedil;as ao aumento de verbas, de 300 milh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares em 2003 para US$ 1,7 bilh&amp;atilde;o em 2009. Mas a OMS disse que ainda s&amp;atilde;o precisos outros US$ 5 bilh&amp;otilde;es anuais.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;&amp;ndash; O tremendo aumento no financiamento para o controle da mal&amp;aacute;ria est&amp;aacute; resultando na r&amp;aacute;pida amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das ferramentas de controle de hoje &amp;ndash;, disse a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, em nota.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;&amp;ndash; Isso, por sua vez, est&amp;aacute; tendo um profundo efeito sobre a sa&amp;uacute;de --especialmente a sa&amp;uacute;de das crian&amp;ccedil;as na &amp;Aacute;frica Subsaariana. Em suma, a ajuda ao desenvolvimento para a sa&amp;uacute;de est&amp;aacute; funcionando.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;Cerca de 40% da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o mundial est&amp;aacute; sob o risco da mal&amp;aacute;ria, doen&amp;ccedil;a potencialmente letal transmitida por picadas de mosquitos. Ela mata mais de 1 milh&amp;atilde;o de pessoas por ano, e as crian&amp;ccedil;as representam cerca de 90% das mortes nas &amp;aacute;reas mais afetadas da &amp;Aacute;frica e &amp;Aacute;sia.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;A luta contra a mal&amp;aacute;ria &amp;eacute; prejudicada pela resist&amp;ecirc;ncia &amp;agrave; cloroquina, o medicamento mais barato e acess&amp;iacute;vel. Tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; cada vez mais comum a resist&amp;ecirc;ncia a sulfadoxina-pirimetamina, uma alternativa tamb&amp;eacute;m barata.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;Por isso, a melhor op&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tratamento hoje &amp;eacute; o coquetel chamado ATC, produzido por laborat&amp;oacute;rios como Novartis e Sanofi-Aventis, mas que &amp;eacute; bem mais caro.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;A OMS apontou uma difus&amp;atilde;o bem maior dos mosquiteiros tratados com inseticidas em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o a anos anteriores. Em 2008, mais da metade dos lares tinha essas redes em 13 dos 35 pa&amp;iacute;ses africanos mais afetados.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;O uso do coquetel ATC est&amp;aacute; crescendo, mas continua sendo baixo na maior parte dos pa&amp;iacute;ses africanos. Menos de 15% das crian&amp;ccedil;as doentes t&amp;ecirc;m acesso a essas drogas.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;Em pa&amp;iacute;ses com maior cobertura dos programas de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mosquiteiros e tratamentos, como Eritreia, Ruanda, S&amp;atilde;o Tom&amp;eacute; e Pr&amp;iacute;ncipe, Z&amp;acirc;mbia e Tanz&amp;acirc;nia, os casos de mal&amp;aacute;ria e as mortes pela doen&amp;ccedil;a ca&amp;iacute;ram pela metade, segundo o estudo.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;Isso sugere que as metas internacionalmente aceitas para a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da mal&amp;aacute;ria s&amp;atilde;o fact&amp;iacute;veis, desde que as interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es corretas sejam suficientemente difundidas, acrescentou o relat&amp;oacute;rio.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;Os lugares mais bem sucedidos no combate &amp;agrave; mal&amp;aacute;ria tamb&amp;eacute;m registram forte decl&amp;iacute;nio na mortalidade infantil como um todo, o que sugere que os esfor&amp;ccedil;os de controle da mal&amp;aacute;ria poderiam ajudar muitos africanos a alcan&amp;ccedil;ar em 2015 a meta de reduzir em dois ter&amp;ccedil;os sua mortalidade infantil.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 15 Dec 2009 16:45:59 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=161157</guid>
      <dc:date>2009-12-15T16:45:59Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Colômbia desarticula rede internacional de tráfico de imigrantes</title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/12/14/colombia+desarticula+rede+internacional+de+trafico+de+imigrantes+9233984.html</link>
      <description>BOGOT&amp;Aacute; (Reuters) - A Col&amp;ocirc;mbia desarticulou uma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tr&amp;aacute;fico de imigrantes de pa&amp;iacute;ses africanos e asi&amp;aacute;ticos que no &amp;uacute;ltimo ano levou ilegalmente aos Estados Unidos mais de mil pessoas, informou nesta segunda-feira a Central de Intelig&amp;ecirc;ncia.           Na opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Departamento Administrativo de Seguran&amp;ccedil;a (DAS), a mais recente e eficiente contra o tr&amp;aacute;fico ilegal de pessoas, quatro pessoas foram presas. &amp;quot;Essa estrutura mobilizava principalmente cidad&amp;atilde;os de Som&amp;aacute;lia, Eritreia, Eti&amp;oacute;pia, Bangladesh, Nepal, China, &amp;Iacute;ndia e Sri Lanka, que entravam irregularmente na Col&amp;ocirc;mbia desde pa&amp;iacute;ses como Brasil, Equador e Venezuela&amp;quot;, apontou um comunicado do DAS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O organismo de seguran&amp;ccedil;a revelou que os estrangeiros eram transportados pelo territ&amp;oacute;rio da Col&amp;ocirc;mbia e logo levados para a Am&amp;eacute;rica Central para depois chegar aos Estados Unidos, o destino final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;De acordo com as investiga&amp;ccedil;&amp;otilde;es, durante o &amp;uacute;ltimo ano esta organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o teria mobilizado mais de mil pessoas da &amp;Aacute;frica e &amp;Aacute;sia pelo territ&amp;oacute;rio nacional&amp;quot;, detalhou o DAS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As investiga&amp;ccedil;&amp;otilde;es permitiram estabelecer que os estrangeiros eram instalados nos portos caribenhos de Cartagena, Barranquilla e San Andr&amp;eacute;s, desde onde eram levados em pequenas embarca&amp;ccedil;&amp;otilde;es at&amp;eacute; pa&amp;iacute;ses da Am&amp;eacute;rica Central, como Panam&amp;aacute;, Nicar&amp;aacute;gua, Honduras e Costa Rica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posteriormente, a rota continuava por via terrestre at&amp;eacute; a Guatemala e o M&amp;eacute;xico, por onde entravam nos Estados Unidos de maneira irregular, na regi&amp;atilde;o de fronteira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos &amp;uacute;ltimos dois anos, as autoridades de imigra&amp;ccedil;&amp;atilde;o colombianas deportaram e expulsaram mais de mil cidad&amp;atilde;os estrangeiros, a maioria chinesa, que estavam ilegalmente em seu territ&amp;oacute;rio e que pareciam querer ir aos Estados Unidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Reportagem de Luis Jaime Acosta)</description>
      <pubDate>Tue, 15 Dec 2009 00:36:34 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/12/14/colombia+desarticula+rede+internacional+de+trafico+de+imigrantes+9233984.html</guid>
      <dc:date>2009-12-15T00:36:34Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Cresce número de jornalistas "freelancers" presos no mundo</title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/12/08/cresce+numero+de+jornalistas+freelancers+presos+no+mundo+9228341.html</link>
      <description>NOVA YORK (Reuters) - O n&amp;uacute;mero de jornalistas &amp;quot;freelancers&amp;quot; (aut&amp;ocirc;nomos) presos no mundo quase dobrou nos &amp;uacute;ltimos tr&amp;ecirc;s anos, refletindo altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es na estrutura global da imprensa, disse na ter&amp;ccedil;a-feira o Comit&amp;ecirc; para a Prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Jornalistas, com sede em Nova York.           De acordo com o relat&amp;oacute;rio da entidade, havia em 1o. de dezembro 136 rep&amp;oacute;rteres, editores e fotojornalistas atr&amp;aacute;s das grades, 11 a mais em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2008. Quase metade dos presos &amp;eacute; composta por profissionais &amp;quot;freelancers&amp;quot;. A entidade considera que o n&amp;uacute;mero de &amp;quot;freelancers&amp;quot; presos reflete o fato de que a Internet permite que mais jornalistas atuem de forma independente, e que alguns ve&amp;iacute;culos de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o passaram a trocar os profissionais contratados pelos aut&amp;ocirc;nomos para cortar custos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os dias em que os jornalistas partiam para pautas perigosas sabendo que tinham por tr&amp;aacute;s de si o peso institucional das suas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es de m&amp;iacute;dia est&amp;atilde;o entrando para a hist&amp;oacute;ria&amp;quot;, disse o diretor-executivo do CPJ, Joel Simon.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pelo 11o. ano consecutivo, a China &amp;eacute; o pa&amp;iacute;s com mais jornalistas presos (24), seguido de Ir&amp;atilde;, Cuba, Eritreia e Mianmar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Ir&amp;atilde;, a maioria dos 23 jornalistas detidos foi presa durante a repress&amp;atilde;o &amp;agrave;s manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es que se seguiram &amp;agrave; elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o presidencial de junho, disse o CPJ.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cuba det&amp;eacute;m 22 jornalistas, sendo que 20 est&amp;atilde;o presos desde 2003, quando o ent&amp;atilde;o presidente Fidel Castro promoveu uma onda de repress&amp;atilde;o &amp;agrave; imprensa independente. A Eritreia mant&amp;eacute;m 19 jornalistas presos; o regime militar birman&amp;ecirc;s mant&amp;eacute;m nove.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros 21 pa&amp;iacute;ses t&amp;ecirc;m jornalistas presos, segundo o relat&amp;oacute;rio, inclusive os Estados Unidos, que h&amp;aacute; mais de um ano prendeu um jornalista iraquiano &amp;quot;freelancer&amp;quot; que trabalhava para a Reuters.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O n&amp;uacute;mero de jornalistas de Internet detidos continuou a subir neste ano, chegando a 68. Os de ve&amp;iacute;culos impressos s&amp;atilde;o 51, e os restantes trabalhavam para r&amp;aacute;dio e TV ou s&amp;atilde;o documentaristas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Reportagem de Michelle Nichols)</description>
      <pubDate>Tue, 08 Dec 2009 22:12:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/12/08/cresce+numero+de+jornalistas+freelancers+presos+no+mundo+9228341.html</guid>
      <dc:date>2009-12-08T22:12:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Embarcação com clandestinos eritreus resgatada próximo da Sicília</title>
      <link>http://pt.euronews.net/2009/11/21/embarcacao-com-clandestinos-eritreus-resgatada-proximo-da-sicilia-/</link>
      <description>Uma embarca&amp;ccedil;&amp;atilde;o com 199 imigrantes clandestinos, todos de nacionalidade eritreia, foi resgatada, esta sexta-feira, pelas autoridades italianas quando&amp;hellip;</description>
      <pubDate>Sat, 21 Nov 2009 12:04:03 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://pt.euronews.net/2009/11/21/embarcacao-com-clandestinos-eritreus-resgatada-proximo-da-sicilia-/</guid>
      <dc:date>2009-11-21T12:04:03Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Imigrantes africanos seguem para América Latina</title>
      <link>http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=160148</link>
      <description>Escondidos em navios de carga e incertos sobre aonde a perigosa viagem os levar&amp;aacute;, um n&amp;uacute;mero cada vez maior de imigrantes africanos chega &amp;agrave; Am&amp;eacute;rica Latina &amp;agrave; medida que os pa&amp;iacute;ses europeus intensificam o controle de suas fronteiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns v&amp;atilde;o para o M&amp;eacute;xico e a Guatemala como um primeiro passo rumo aos Estados Unidos, outros aportam na Argentina e no Brasil. Embora muitos cheguem por acaso &amp;agrave; Am&amp;eacute;rica Latina, uma vez na regi&amp;atilde;o eles encontram governos muito mais receptivos do que na Europa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ndash; Uma noite fui para o porto. Pensei que estivesse indo para a Europa. Depois descobri que estava na Argentina &amp;ndash;&amp;nbsp;disse o imigrante de Serra Leoa Ibrahim Abdoul Rahman, ex-menino-soldado que disse ter escapado da guerra civil de seu pa&amp;iacute;s esgueirando-se num navio de carga para uma viagem de 35 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil, os africanos s&amp;atilde;o agora o maior grupo de refugiados, representando 65% do total dos que pedem asilo, de acordo com o Comit&amp;ecirc; Nacional para Refugiados (Conare).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
H&amp;aacute; atualmente mais de 3 mil imigrantes africanos vivendo na Argentina, em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com apenas algumas dezenas h&amp;aacute; at&amp;eacute; oito anos. O n&amp;uacute;mero de pessoas que solicitam asilo a cada ano aumentou abruptamente, para cerca de mil por ano, e um ter&amp;ccedil;o deles &amp;eacute; africano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ndash; Observamos um aumento pronunciado no n&amp;uacute;mero de africanos vindo ao pa&amp;iacute;s e pedindo asilo &amp;ndash; disse Carolina Podesta, do escrit&amp;oacute;rio argentino do Alto Comissariado das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas para Refugiados (Acnur).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O montante ainda &amp;eacute; baixo se comparado &amp;agrave;s dezenas de milhares de imigrantes que viajam para a Europa todos os anos, mas acredita-se que os africanos venham para a Am&amp;eacute;rica Latina em n&amp;uacute;meros cada vez maiores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ndash; H&amp;aacute; uma procura por novos destinos &amp;ndash;&amp;nbsp;afirmou Podesta, acrescentando que muitos foram pressionados pelas pol&amp;iacute;ticas de imigra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de seguran&amp;ccedil;a mais restritas da Europa estabelecidas ap&amp;oacute;s o 11 de Setembro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ndash; Observamos uma tend&amp;ecirc;ncia est&amp;aacute;vel e ela continua a crescer &amp;ndash; disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para muitos, a viagem come&amp;ccedil;a esquivando-se dos controles portu&amp;aacute;rios da &amp;Aacute;frica e depois sobrevivendo &amp;agrave; base de &amp;aacute;gua e bolacha durante semanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ndash; Vimos casos em que eles chegam escondidos dentro do leme de um navio &amp;ndash;&amp;nbsp;disse Fernando Manzanares, diretor de imigra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Argentina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ndash; Imagine como &amp;eacute; atravessar o Atl&amp;acirc;ntico escondido num espa&amp;ccedil;o t&amp;atilde;o pequeno, tentando evitar a tripula&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; observou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Vistos e Aulas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;
&lt;br /&gt;
Milh&amp;otilde;es de europeus chegaram &amp;agrave; Am&amp;eacute;rica do Sul a bordo de navios no s&amp;eacute;culo 19 fugindo da pobreza e da guerra, enquanto os africanos vinham em navios negreiros para trabalhar como escravos nas extensas planta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cana do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje em dia os africanos chegam em navios de carga ou avi&amp;otilde;es comerciais e depois pedem asilo ou vistos de turista prolongados. Na Argentina eles podem obter vistos de trabalho tempor&amp;aacute;rio pouco ap&amp;oacute;s a chegada e renov&amp;aacute;-los a cada tr&amp;ecirc;s meses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ndash; As pol&amp;iacute;ticas de migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pa&amp;iacute;s s&amp;atilde;o muito favor&amp;aacute;veis &amp;ndash;&amp;nbsp;afirmou Manzanares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ndash; &amp;Eacute; um reflexo da hist&amp;oacute;ria. O que aconteceu com os imigrantes europeus 100 anos atr&amp;aacute;s agora est&amp;aacute; acontecendo com os imigrantes africanos &amp;ndash; disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os africanos na Argentina tamb&amp;eacute;m podem obter servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de gratuitamente e ter aulas de espanhol em entidades assistenciais cat&amp;oacute;licas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos acabam se estabelecendo, casando ou se tornam cidad&amp;atilde;os argentinos. Alguns africanos que chegaram de forma legal conseguiram trabalhar como m&amp;uacute;sicos e outros viraram jogadores de futebol profissionais nos times locais. A maioria, no entanto, ganha a vida vendendo bijuteria nas ruas de Buenos Aires.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abdoul Rahman conheceu sua mulher argentina quando lhe vendeu um anel cinco anos atr&amp;aacute;s. Ele envia dinheiro &amp;agrave; m&amp;atilde;e e a sete irm&amp;atilde;s na &amp;Aacute;frica e mant&amp;eacute;m-se pr&amp;oacute;ximo &amp;agrave; religi&amp;atilde;o mu&amp;ccedil;ulmana na mesquita Alberdi, em Buenos Aires.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
L&amp;aacute;, Rahman encontra dezenas de outros africanos para as ora&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sexta-feira. Embora alguns dos entrevistados tenham dito que enfrentam racismo na Argentina, eles concordam que isso &amp;eacute; menor em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; xenofobia e &amp;agrave;s leis antiimigra&amp;ccedil;&amp;atilde;o enfrentadas pelos migrantes africanos na Europa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A It&amp;aacute;lia baixou uma lei em julho que tornou crime ser imigrante ilegal ou ajudar algum. Durante os anos de 1990, um grande n&amp;uacute;mero de angolanos fugiu da guerra civil e se estabeleceu em comunidades do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, n&amp;uacute;meros cada vez maiores de imigrantes provenientes da Rep&amp;uacute;blica Democr&amp;aacute;tica do Congo fogem da viol&amp;ecirc;ncia e da guerra civil e buscam asilo no Brasil, que pode ser um pa&amp;iacute;s de f&amp;aacute;cil adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para os imigrantes, uma vez que possui a maior popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o negra fora da &amp;Aacute;frica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ndash; O processo de adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; realmente bom no Brasil &amp;ndash;&amp;nbsp;disse Carolina Montenegro, do escrit&amp;oacute;rio da Acnur no Brasil. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ndash; Para os africanos, tende a ser mais f&amp;aacute;cil por causa desse patrim&amp;ocirc;nio cultural &amp;ndash; explicou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais e mais imigrantes da Som&amp;aacute;lia, Eritreia e Eti&amp;oacute;pia tamb&amp;eacute;m est&amp;atilde;o indo para o M&amp;eacute;xico e a Am&amp;eacute;rica Central em navios de carga, na esperan&amp;ccedil;a de algum dia chegarem aos EUA por terra.&lt;br /&gt;
Alguns imigrantes fazem viagens &amp;eacute;picas por v&amp;aacute;rios pa&amp;iacute;ses para encontrar um novo lar. O motorista de caminh&amp;atilde;o somali Mohamed Ahmed Hassen, de 31 anos, vendeu sua terra para pagar a viagem. Ele passou pelo Qu&amp;ecirc;nia e pela Tanz&amp;acirc;nia antes de chegar a Mo&amp;ccedil;ambique, onde pagou US$ 1.500 para que um traficante o colocasse num navio para S&amp;atilde;o Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ndash; N&amp;atilde;o sab&amp;iacute;amos se era dia ou noite &amp;ndash;&amp;nbsp;afirmou. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ndash; N&amp;atilde;o t&amp;iacute;nhamos rel&amp;oacute;gio para ver a data. Sab&amp;iacute;amos apenas que est&amp;aacute;vamos ali por um longo tempo &amp;ndash; completou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do Brasil ele foi para a Col&amp;ocirc;mbia e depois, de barco, para o Panam&amp;aacute;, seguiu por Costa Rica, Nicar&amp;aacute;gua at&amp;eacute; chegar &amp;agrave; Guatemala, onde foi preso e agora busca asilo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O imigrante da Lib&amp;eacute;ria Emmanuel Danso, de 18 anos, foi para a Argentina em julho escondido em um navio de carga depois que seus pais morreram na guerra civil de seu pa&amp;iacute;s. Agora ele quer estudar para se tornar t&amp;eacute;cnico de laborat&amp;oacute;rio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ndash; No meu pa&amp;iacute;s eu sou um sem-teto; sou &amp;oacute;rf&amp;atilde;o &amp;ndash; disse Danso, enquanto entrava na classe de espanhol de uma entidade filantr&amp;oacute;pica cat&amp;oacute;lica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ndash; Mas neste pa&amp;iacute;s h&amp;aacute; grandes oportunidades para mim &amp;ndash; afirmou.</description>
      <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 16:02:52 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=160148</guid>
      <dc:date>2009-11-20T16:02:52Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>ESPECIAL-Imigrantes africanos seguem para América Latina</title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/11/20/especial+imigrantes+africanos+seguem+para+america+latina+9135016.html</link>
      <description>Por Luis Andres Henao           BUENOS AIRES (Reuters) - Escondidos em navios de carga e incertos sobre aonde a perigosa viagem os levar&amp;aacute;, um n&amp;uacute;mero cada vez maior de imigrantes africanos chega &amp;agrave; Am&amp;eacute;rica Latina &amp;agrave; medida que os pa&amp;iacute;ses europeus intensificam o controle de suas fronteiras. Alguns v&amp;atilde;o para o M&amp;eacute;xico e a Guatemala como um primeiro passo rumo aos Estados Unidos, outros aportam na Argentina e no Brasil. Embora muitos cheguem por acaso &amp;agrave; Am&amp;eacute;rica Latina, uma vez na regi&amp;atilde;o eles encontram governos muito mais receptivos do que na Europa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Uma noite fui para o porto. Pensei que estivesse indo para a Europa. Depois descobri que estava na Argentina&amp;quot;, disse o imigrante de Serra Leoa Ibrahim Abdoul Rahman, ex-menino-soldado que disse ter escapado da guerra civil de seu pa&amp;iacute;s esgueirando-se num navio de carga para uma viagem de 35 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil, os africanos s&amp;atilde;o agora o maior grupo de refugiados, representando 65 por cento do total dos que pedem asilo, de acordo com o Comit&amp;ecirc; Nacional para Refugiados (Conare).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
H&amp;aacute; atualmente mais de 3 mil imigrantes africanos vivendo na Argentina, em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com apenas algumas dezenas h&amp;aacute; at&amp;eacute; oito anos. O n&amp;uacute;mero de pessoas que solicitam asilo a cada ano aumentou abruptamente, para cerca de mil por ano, e um ter&amp;ccedil;o deles &amp;eacute; africano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Observamos um aumento pronunciado no n&amp;uacute;mero de africanos vindo ao pa&amp;iacute;s e pedindo asilo&amp;quot;, disse Carolina Podesta, do escrit&amp;oacute;rio argentino do Alto Comissariado das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas para Refugiados (Acnur).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O montante ainda &amp;eacute; baixo se comparado &amp;agrave;s dezenas de milhares de imigrantes que viajam para a Europa todos os anos, mas acredita-se que os africanos venham para a Am&amp;eacute;rica Latina em n&amp;uacute;meros cada vez maiores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;H&amp;aacute; uma procura por novos destinos&amp;quot;, afirmou Podesta, acrescentando que muitos foram pressionados pelas pol&amp;iacute;ticas de imigra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de seguran&amp;ccedil;a mais restritas da Europa estabelecidas ap&amp;oacute;s o 11 de Setembro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Observamos uma tend&amp;ecirc;ncia est&amp;aacute;vel e ela continua a crescer.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para muitos, a viagem come&amp;ccedil;a esquivando-se dos controles portu&amp;aacute;rios da &amp;Aacute;frica e depois sobrevivendo &amp;agrave; base de &amp;aacute;gua e bolacha durante semanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Vimos casos em que eles chegam escondidos dentro do leme de um navio&amp;quot;, disse Fernando Manzanares, diretor de imigra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Argentina. &amp;quot;Imagine como &amp;eacute; atravessar o Atl&amp;acirc;ntico escondido num espa&amp;ccedil;o t&amp;atilde;o pequeno, tentando evitar a tripula&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VISTOS E AULAS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Milh&amp;otilde;es de europeus chegaram &amp;agrave; Am&amp;eacute;rica do Sul a bordo de navios no s&amp;eacute;culo 19 fugindo da pobreza e da guerra, enquanto os africanos vinham em navios negreiros para trabalhar como escravos nas extensas planta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cana do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje em dia os africanos chegam em navios de carga ou avi&amp;otilde;es comerciais e depois pedem asilo ou vistos de turista prolongados. Na Argentina eles podem obter vistos de trabalho tempor&amp;aacute;rio pouco ap&amp;oacute;s a chegada e renov&amp;aacute;-los a cada tr&amp;ecirc;s meses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;As pol&amp;iacute;ticas de migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pa&amp;iacute;s s&amp;atilde;o muito favor&amp;aacute;veis&amp;quot;, afirmou Manzanares. &amp;quot;&amp;Eacute; um reflexo da hist&amp;oacute;ria. O que aconteceu com os imigrantes europeus 100 anos atr&amp;aacute;s agora est&amp;aacute; acontecendo com os imigrantes africanos.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os africanos na Argentina tamb&amp;eacute;m podem obter servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de gratuitamente e ter aulas de espanhol em entidades assistenciais cat&amp;oacute;licas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos acabam se estabelecendo, casando ou se tornam cidad&amp;atilde;os argentinos. Alguns africanos que chegaram de forma legal conseguiram trabalhar como m&amp;uacute;sicos e outros viraram jogadores de futebol profissionais nos times locais. A maioria, no entanto, ganha a vida vendendo bijuteria nas ruas de Buenos Aires.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abdoul Rahman conheceu sua mulher argentina quando lhe vendeu um anel cinco anos atr&amp;aacute;s. Ele envia dinheiro &amp;agrave; m&amp;atilde;e e a sete irm&amp;atilde;s na &amp;Aacute;frica e mant&amp;eacute;m-se pr&amp;oacute;ximo &amp;agrave; religi&amp;atilde;o mu&amp;ccedil;ulmana na mesquita Alberdi, em Buenos Aires.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
L&amp;aacute;, Rahman encontra dezenas de outros africanos para as ora&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sexta-feira. Embora alguns dos entrevistados tenham dito que enfrentam racismo na Argentina, eles concordam que isso &amp;eacute; menor em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; xenofobia e &amp;agrave;s leis antiimigra&amp;ccedil;&amp;atilde;o enfrentadas pelos migrantes africanos na Europa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A It&amp;aacute;lia baixou uma lei em julho que tornou crime ser imigrante ilegal ou ajudar algum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante os anos de 1990, um grande n&amp;uacute;mero de angolanos fugiu da guerra civil e se estabeleceu em comunidades do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, n&amp;uacute;meros cada vez maiores de imigrantes provenientes da Rep&amp;uacute;blica Democr&amp;aacute;tica do Congo fogem da viol&amp;ecirc;ncia e da guerra civil e buscam asilo no Brasil, que pode ser um pa&amp;iacute;s de f&amp;aacute;cil adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para os imigrantes, uma vez que possui a maior popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o negra fora da &amp;Aacute;frica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O processo de adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; realmente bom no Brasil&amp;quot;, disse Carolina Montenegro, do escrit&amp;oacute;rio da Acnur no Brasil. &amp;quot;Para os africanos, tende a ser mais f&amp;aacute;cil por causa desse patrim&amp;ocirc;nio cultural.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais e mais imigrantes da Som&amp;aacute;lia, Eritreia e Eti&amp;oacute;pia tamb&amp;eacute;m est&amp;atilde;o indo para o M&amp;eacute;xico e a Am&amp;eacute;rica Central em navios de carga, na esperan&amp;ccedil;a de algum dia chegarem aos EUA por terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns imigrantes fazem viagens &amp;eacute;picas por v&amp;aacute;rios pa&amp;iacute;ses para encontrar um novo lar. O motorista de caminh&amp;atilde;o somali Mohamed Ahmed Hassen, de 31 anos, vendeu sua terra para pagar a viagem. Ele passou pelo Qu&amp;ecirc;nia e pela Tanz&amp;acirc;nia antes de chegar a Mo&amp;ccedil;ambique, onde pagou 1.500 d&amp;oacute;lares para que um traficante o colocasse num navio para S&amp;atilde;o Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;N&amp;atilde;o sab&amp;iacute;amos se era dia ou noite&amp;quot;, afirmou. &amp;quot;N&amp;atilde;o t&amp;iacute;nhamos rel&amp;oacute;gio para ver a data. Sab&amp;iacute;amos apenas que est&amp;aacute;vamos ali por um longo tempo.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do Brasil ele foi para a Col&amp;ocirc;mbia e depois, de barco, para o Panam&amp;aacute;, seguiu por Costa Rica, Nicar&amp;aacute;gua at&amp;eacute; chegar &amp;agrave; Guatemala, onde foi preso e agora busca asilo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O imigrante da Lib&amp;eacute;ria Emmanuel Danso, de 18 anos, foi para a Argentina em julho escondido em um navio de carga depois que seus pais morreram na guerra civil de seu pa&amp;iacute;s. Agora ele quer estudar para se tornar t&amp;eacute;cnico de laborat&amp;oacute;rio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;No meu pa&amp;iacute;s eu sou um sem-teto; sou &amp;oacute;rf&amp;atilde;o&amp;quot;, disse Danso, enquanto entrava na classe de espanhol de uma entidade filantr&amp;oacute;pica cat&amp;oacute;lica. &amp;quot;Mas neste pa&amp;iacute;s h&amp;aacute; grandes oportunidades para mim.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Reportagem adicional de Mica Rosenberg no M&amp;eacute;xico, Sarah Grainger na Cidade da Guatemala e Stuart Grudgings no Rio de Janeiro)</description>
      <pubDate>Fri, 20 Nov 2009 12:25:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2009-11-20T12:25:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Hélder Ornelas 22º na maratona de Nova Iorque</title>
      <link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/474223/s/6e00abb/l/0L0Sdn0Bpt0Cdesporto0Coutrasmodalidades0Cinterior0Baspx0Dcontent0Iid0F140A7589/story01.htm</link>
      <description>O portugu&amp;ecirc;s H&amp;eacute;lder Ornelas (2:22.44 horas) classificou-se hoje em 22.&amp;ordm; lugar na maratona de Nova Iorque, prova ganha pelo norte-americano nascido na Eritreia, Meb Keflizghi (2:09.15 horas).&lt;img
  height="1"
  src="http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/474223/s/6e00abb/mf.gif" width="1" /&gt;
&lt;img height="1"
  src="http://feeds.feedburner.com/~r/DN-Ultimas/~4/lF4MPqyVRM4" width="1" /&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 01 Nov 2009 22:11:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2009-11-01T22:11:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Americano Meb Keflezighi vence maratona</title>
      <link>http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20091101150815&amp;assunto=24&amp;onde=Curinga</link>
      <description>&lt;p&gt;O americano de origem eritreia Meb Keflezighi se imp&amp;ocirc;s neste domingo na Maratona de Nova York, tornando-se o primeiro atleta local a ganhar o t&amp;iacute;tulo desde 1982..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20091101150815&amp;amp;assunto=24&amp;amp;onde=Curinga"&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;&lt;a
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.pernambuco.com/"&gt;Copyright &amp;copy; 2009, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 01 Nov 2009 18:08:15 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2009-11-01T18:08:15Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Americano Meb Keflezighi vence maratona</title>
      <link>http://www.diariodepernambuco.com.br/esportes/nota.asp?materia=20091101150815&amp;assunto=24&amp;onde=Curinga</link>
      <description>&lt;p&gt;O americano de origem eritreia Meb Keflezighi se imp&amp;ocirc;s neste domingo na Maratona de Nova York, tornando-se o primeiro atleta local a ganhar o t&amp;iacute;tulo desde 1982..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.diariodepernambuco.com.br/esportes/nota.asp?materia=20091101150815&amp;amp;assunto=24&amp;amp;onde=Curinga"&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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      <pubDate>Sun, 01 Nov 2009 18:08:15 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.diariodepernambuco.com.br/esportes/nota.asp?materia=20091101150815&amp;assunto=24&amp;onde=Curinga</guid>
      <dc:date>2009-11-01T18:08:15Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Relatório aponta Mianmar, China e Irã como piores em liberdade religiosa</title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/10/26/relatorio+aponta+mianmar+china+e+ira+como+piores+em+liberdade+religiosa+8945929.html</link>
      <description>Washington, 26 out (EFE).- O Governo americano expressou hoje sua preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a repress&amp;atilde;o religiosa em Mianmar (antiga Birm&amp;acirc;nia), China e Ir&amp;atilde;, e em outros pa&amp;iacute;ses considerados menos restritivos, como Venezuela e Cuba, onde a liberdade de culto tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; desprezada.A secret&amp;aacute;ria de Estado americana, Hillary Clinton, apresentou hoje o relat&amp;oacute;rio anual sobre liberdade religiosa, que analisa as restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es, abusos e melhoras para garantir a diversidade de culto e que serve como indicador para sua pol&amp;iacute;tica externa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   Com um esp&amp;iacute;rito de &amp;quot;di&amp;aacute;logo&amp;quot; e &amp;quot;coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;, como foi transmitido pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em seu discurso ao mundo mu&amp;ccedil;ulmano em junho, Hillary ressaltou a necessidade de se fortalecer a toler&amp;acirc;ncia e o respeito entre as diferentes comunidades, para garantir a estabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   O relat&amp;oacute;rio aponta novamente Mianmar, China e Ir&amp;atilde; como os pa&amp;iacute;ses que cometem &amp;quot;severas viola&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;quot; contra a liberdade religiosa, junto a outros como Sud&amp;atilde;o, Eritr&amp;eacute;ia, Coreia do Norte, Ar&amp;aacute;bia Saudita e Uzbequist&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   O documento destaca que a liberdade religiosa &amp;eacute; &amp;quot;amplamente respeitada&amp;quot; na Am&amp;eacute;rica Latina, com exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Cuba, e tamb&amp;eacute;m faz refer&amp;ecirc;ncia aos impedimentos na Venezuela ao acesso de alguns mission&amp;aacute;rios estrangeiros a regi&amp;otilde;es ind&amp;iacute;genas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   Os EUA afirmam que apesar de a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o cubana reconhecer o direito dos cidad&amp;atilde;os a professar a f&amp;eacute; que quiserem com &amp;quot;respeito &amp;agrave; lei&amp;quot;, o Governo &amp;quot;segue impondo&amp;quot; restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es, e o Minist&amp;eacute;rio do Interior vigia as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es religiosas, que devem se registrar obrigatoriamente no Minist&amp;eacute;rio da Justi&amp;ccedil;a.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   No caso da Venezuela, reconhece que o Governo &amp;quot;geralmente&amp;quot; respeita a liberdade de culto, embora os grupos religiosos, &amp;quot;da mesma forma que outros que criticam o Governo&amp;quot;, podem ser objeto de &amp;quot;ass&amp;eacute;dio&amp;quot; e &amp;quot;intimida&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;, e lembra as cr&amp;iacute;ticas do presidente venezuelano, Hugo Ch&amp;aacute;vez, aos bispos cat&amp;oacute;licos e ao N&amp;uacute;ncio Apost&amp;oacute;lico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   J&amp;aacute; como casos positivos, o relat&amp;oacute;rio assinala os avan&amp;ccedil;os em pa&amp;iacute;ses como o Brasil, que inaugurou uma linha telef&amp;ocirc;nica para receber den&amp;uacute;ncias sobre discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o religiosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   O relat&amp;oacute;rio destaca ainda que os maiores abusos acontecem em pa&amp;iacute;ses com &amp;quot;estritos regimes autorit&amp;aacute;rios&amp;quot;, que querem controlar as religi&amp;otilde;es como parte de um controle mais amplo da vida civil, como em Mianmar, onde ser budista continua sendo um requisito para ser promovido em cargos p&amp;uacute;blicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   No caso da China, a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o protege as &amp;quot;atividades religiosas normais&amp;quot; e, sob esse adjetivo, as autoridades t&amp;ecirc;m uma ampla margem para decidir o que &amp;eacute; &amp;quot;normal&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   O Governo se op&amp;otilde;e &amp;agrave; lealdade aos l&amp;iacute;deres religiosos de outros pa&amp;iacute;ses e regi&amp;otilde;es, como o papa e o Dalai Lama, e o relat&amp;oacute;rio ressalta a &amp;quot;severa&amp;quot; repress&amp;atilde;o aos tibetanos e os uigures, alegando extremismo religioso e at&amp;eacute; terrorismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   J&amp;aacute; o Ir&amp;atilde; &amp;eacute; uma na&amp;ccedil;&amp;atilde;o isl&amp;acirc;mica na qual rege a sharia (lei isl&amp;acirc;mica). Sua Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o assegura o respeito a outros grupos desta religi&amp;atilde;o, al&amp;eacute;m de crist&amp;atilde;os e judeus, que est&amp;atilde;o &amp;quot;protegidos&amp;quot; como minorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   No entanto, na pr&amp;aacute;tica, a ret&amp;oacute;rica e a a&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Governo do presidente, Mahmoud Ahmadinejad, constroem &amp;quot;uma atmosfera de amea&amp;ccedil;a&amp;quot; para os grupos n&amp;atilde;o xiitas, em particular para os mu&amp;ccedil;ulmanos sufis, os crist&amp;atilde;os evang&amp;eacute;licos e os judeus, que s&amp;atilde;o intimidados e perseguidos. EFE 	   elv/pd</description>
      <pubDate>Mon, 26 Oct 2009 22:42:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/10/26/relatorio+aponta+mianmar+china+e+ira+como+piores+em+liberdade+religiosa+8945929.html</guid>
      <dc:date>2009-10-26T22:42:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Em meio a seca, Etiópia faz apelo por ajuda internacional</title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/10/22/em+meio+a+seca+etiopia+faz+apelo+por+ajuda+internacional+8910046.html</link>
      <description>O governo da Eti&amp;oacute;pia apelou nesta quinta-feira por uma ajuda emergencial da comunidade internacional para alimentar 6,2 milh&amp;otilde;es de seus habitantes. O pedido foi feito durante uma reuni&amp;atilde;o com doadores para discutir o impacto de uma seca prolongada que vem afetando partes do leste da &amp;Aacute;frica.Segundo o ministro da Agricultura da Eti&amp;oacute;pia, o pa&amp;iacute;s precisa de US$ 121 milh&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pedido &amp;eacute; feito 25 anos depois de o pa&amp;iacute;s ganhar a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todo o mundo por conta das imagens da fome que matou 1 milh&amp;atilde;o de et&amp;iacute;opes nos anos 1980.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Programa Mundial de Alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ONU diz enfrentar uma escassez de recursos de mais de US$ 85 milh&amp;otilde;es para o envio de alimentos para a Eti&amp;oacute;pia at&amp;eacute; o fim do ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pol&amp;iacute;ticas         &lt;br /&gt;
Segundo o editor da BBC para a &amp;Aacute;frica, Martin Plaut, a origem da crise na Eti&amp;oacute;pia vai al&amp;eacute;m da seca e &amp;eacute; em parte resultado das pol&amp;iacute;ticas desenvolvidas com o objetivo de manter os agricultores no campo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As terras para a agricultura na Eti&amp;oacute;pia pertencem ao Estado e n&amp;atilde;o podem ser vendidas, ent&amp;atilde;o as terras s&amp;atilde;o passadas de gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o para gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, divididas e sub-divididas diversas vezes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas dessas terras s&amp;atilde;o t&amp;atilde;o pequenas, e o solo t&amp;atilde;o superutilizado, que elas n&amp;atilde;o conseguem produzir o suficiente para alimentar as fam&amp;iacute;lias que as cultivam, mesmo quando chove o suficiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O governo et&amp;iacute;ope se recusa a permitir que as terras sejam vendidas para evitar um fluxo de agricultores para as cidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, apenas cerca de 17% dos 80 milh&amp;otilde;es de et&amp;iacute;opes vivem em &amp;aacute;reas urbanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O objetivo do governo com sua pol&amp;iacute;tica &amp;eacute; evitar uma grande taxa de desemprego urbano e a instabilidade social que isso poderia provocar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas essa pol&amp;iacute;tica n&amp;atilde;o &amp;eacute; o &amp;uacute;nico fator. Outro fator &amp;eacute; o fechamento da fronteira com a Eritreia, o que prejudica o fluxo normal de com&amp;eacute;rcio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Al&amp;eacute;m disso, o r&amp;aacute;pido crescimento populacional tamb&amp;eacute;m prejudicou a capacidade da Eti&amp;oacute;pia de alimentar sua popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E conflitos em v&amp;aacute;rias &amp;aacute;reas reduziram a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o agr&amp;iacute;cola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em conjunto, esses fatores s&amp;atilde;o ao menos t&amp;atilde;o importante quanto a falta de chuvas para explicar a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o problem&amp;aacute;tica na Eti&amp;oacute;pia.</description>
      <pubDate>Thu, 22 Oct 2009 12:18:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/10/22/em+meio+a+seca+etiopia+faz+apelo+por+ajuda+internacional+8910046.html</guid>
      <dc:date>2009-10-22T12:18:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Obama coloca os EUA entre as nações de maior liberdade de imprensa</title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/10/20/obama+coloca+os+eua+entre+as+nacoes+de+maior+liberdade+de+imprensa+8886020.html</link>
      <description>Paris, 20 out (EFE).- A atitude menos belicosa do presidente americano, Barack Obama, com rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; imprensa na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com seu antecessor, George Bush, permitiu elevar os Estados Unidos para o 20&amp;ordm; lugar na classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de liberdade de imprensa no mundo, segundo o ranking apresentado hoje pela organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Rep&amp;oacute;rteres sem Fronteiras (RSF).Em uma evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o inquietante, no entanto, est&amp;atilde;o alguns pa&amp;iacute;ses europeus. Conforme a entidade, o Velho Continente deve &amp;quot;dar exemplo para poder denunciar as viola&amp;ccedil;&amp;otilde;es em outras partes do mundo&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   Como exemplo, a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o cita os casos da Fran&amp;ccedil;a (43&amp;ordm;), It&amp;aacute;lia (49&amp;ordm;) e Eslov&amp;aacute;quia (44&amp;ordm;), que anualmente descem na lista, assim como a Espanha (que caiu do 39&amp;ordm; para 44&amp;ordm;), onde existem jornalistas que ainda se sentem amea&amp;ccedil;ados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   Com rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; Europa, a principal amea&amp;ccedil;a diz respeito &amp;agrave;s novas legisla&amp;ccedil;&amp;otilde;es que questionam o trabalho dos jornalistas, e ilustra com o caso da Eslov&amp;aacute;quia, onde se introduziu um direito autom&amp;aacute;tico de r&amp;eacute;plica e o ministro de Cultura aumentou sua influ&amp;ecirc;ncia nas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   Estes elementos permitiram que as jovens democracias como Gana na &amp;Aacute;frica, Uruguai, Trinidad e Tobago e Costa Rica na Am&amp;eacute;rica Latina, estejam entre os 30 melhores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   Em todo caso, os 14 pa&amp;iacute;ses que lideram o ranking da liberdade de imprensa s&amp;atilde;o todos europeus, come&amp;ccedil;ando pelos escandinavos, mas tamb&amp;eacute;m as tr&amp;ecirc;s rep&amp;uacute;blicas b&amp;aacute;lticas (Est&amp;ocirc;nia, Litu&amp;acirc;nia e Let&amp;ocirc;nia), assim como a Irlanda, Holanda, Su&amp;iacute;&amp;ccedil;a, B&amp;eacute;lgica, Malta e &amp;Aacute;ustria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   No final da fila permanece h&amp;aacute; anos o denominado pelo RSF o trio infernal: Turcomenist&amp;atilde;o, Coreia do Norte e Eritr&amp;eacute;ia. Quase l&amp;aacute; est&amp;aacute; o Ir&amp;atilde; que figura em 172&amp;ordm; lugar, por causa do regime de seu presidente, Mahmoud Ahmadinejad.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   &amp;quot;A reelei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do presidente colocou o pa&amp;iacute;s em uma aut&amp;ecirc;ntica crise e instaurou uma paranoia com rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos jornalistas e blogueiros&amp;quot;, den&amp;uacute;ncia &amp;agrave; organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   Engrossando o final da fila aparece Cuba, que passa do 169&amp;ordm; para 170&amp;ordm;, abaixo de outros t&amp;atilde;o pouco exemplares no diz respeito &amp;agrave; liberdade de imprensa como o Laos, China, I&amp;ecirc;men, Vietn&amp;atilde;, S&amp;iacute;ria, Som&amp;aacute;lia e Ar&amp;aacute;bia Saudita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   Israel tamb&amp;eacute;m piorou seu desempenho no ranking e desabou 40 postos, com rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2008, aparecendo agora em 93&amp;ordm; lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   O motivo &amp;eacute; a camada de chumbo imposta &amp;agrave; imprensa que acompanhou sua opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o militar contra a Faixa de Gaza, e que se traduziu em censura militar a todos os meios de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a deten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cinco jornalistas, com tr&amp;ecirc;s encarceramentos. EFE 	   ac/dm</description>
      <pubDate>Tue, 20 Oct 2009 11:30:28 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/10/20/obama+coloca+os+eua+entre+as+nacoes+de+maior+liberdade+de+imprensa+8886020.html</guid>
      <dc:date>2009-10-20T11:30:28Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
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