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    <title>Noticias de Lesotho</title>
    <link>http://www.afromix.info/</link>
    <description>Noticias de Lesotho</description>
    <dc:creator>afromix.info</dc:creator>
    <item>
      <title>SADC destaca "progressos" no Zimbabué, Lesoto e RDCongo, mas "preocupada" com Madagáscar</title>
      <link>http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=SADC-destaca-progressos-no-Zimbabue-Lesoto-e-RDCongo-mas-preocupada-com-Madagascar.rtp&amp;article=360305&amp;layout=10&amp;visual=3&amp;tm=7</link>
      <description>Maputo, 15 jul (Lusa) -- A Comunidade de Desenvolvimento da &amp;Aacute;frica Austral (SADC) est&amp;aacute; encorajada com os &amp;quot;progressos&amp;quot; alcan&amp;ccedil;ados no Zimbabu&amp;eacute;, Lesoto e na Rep&amp;uacute;blica Democr&amp;aacute;tica do Congo, mas mostra-se ainda &amp;quot;preocupada&amp;quot; com a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Madag&amp;aacute;scar.</description>
      <pubDate>Thu, 15 Jul 2010 10:57:38 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2010-07-15T10:57:38Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Moçambique: SADC destaca "progressos" no Zimbabué, Lesoto e RDCongo, mas "preocupada" com Madagáscar</title>
      <link>http://aeiou.expresso.pt/mocambique-sadc-destaca-progressos-no-zimbabue-lesoto-e-rdcongo-mas-preocupada-com-madagascar=f593907</link>
      <description>Maputo, 15 jul (Lusa) -- A Comunidade de Desenvolvimento da &amp;Aacute;frica Austral (SADC) est&amp;aacute; encorajada com os &amp;quot;progressos&amp;quot; alcan&amp;ccedil;ados no Zimbabu&amp;eacute;, Lesoto e na Rep&amp;uacute;blica Democr&amp;aacute;tica do Congo, mas mostra-se ainda &amp;quot;preocupada&amp;quot; com a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Madag&amp;aacute;scar.</description>
      <pubDate>Thu, 15 Jul 2010 09:55:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2010-07-15T09:55:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Em Durban, Zulus têm gingado com a bola no pé</title>
      <link>http://www.lancenet.com.br/noticias/10-06-25/779081.stm</link>
      <description>Zulu dan&amp;ccedil;a, mas zulu tamb&amp;eacute;m dribla, pedala e d&amp;aacute; at&amp;eacute; bicicleta. Mduduzi Ndoxu tem 19 anos e faz parte do grupo The Beaty of Kwa-Zulu, que apresenta as dan&amp;ccedil;as e a cultura do povo a turistas na praia de Durban.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A reportagem do LANCENET! nem precisou falar em futebol para que, ao fim de um ritual na North Beach, uma das principais praias da cidade, Ndoxu come&amp;ccedil;asse a tratar a bola com carinho e muita habilidade, mostrando saber o que fazia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;Aacute;gil, o jovem embalou uma s&amp;eacute;rie de embaixadinhas, com os p&amp;eacute;s e com a cabe&amp;ccedil;a e seguiu com pedalas na areia, &amp;agrave; la Robinho. A Copa do Mundo e a Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira, presente na cidade, tamb&amp;eacute;m inspiram o zulu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ndash; O Robinho &amp;eacute; muito bom. Tamb&amp;eacute;m gosto do Ronaldinho &amp;ndash; destacou o ofegante e habilidoso garoto, ap&amp;oacute;s o show com a bola em seus p&amp;eacute;s.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;ndash; Sou dan&amp;ccedil;arino e tamb&amp;eacute;m jogador de futebol! &amp;ndash; completou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar das palavras, Ndoxu contou que jamais tentou buscar uma oportunidade em algum dos clubes de futebol local. Humilde, o jovem ganha a vida com gorjetas de turistas que se encantam pela cultura do povo zulu na terra do Mundial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GUERREIRO ZULU ENSINA A 'DAN&amp;Ccedil;A DO GOL' PARA ROBINHO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pausa para a conversa n&amp;atilde;o durou muito tempo. Logo, um colega lan&amp;ccedil;ou a bola no ar para Ndoxu emendar um belo voleio. Depois disso, deu tamb&amp;eacute;m uma bicicleta, que faria a torcida brasileira explodir com algo parecido feito por Robinho &amp;amp; Cia. hoje, no est&amp;aacute;dio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Torcida essa que n&amp;atilde;o contar&amp;aacute; com os gritos de incentivo de Mduduzi Ndoxu, que estar&amp;aacute; ausente no Moses Mabhida quando Brasil e Portugal estiveram duelando pela lideran&amp;ccedil;a do Grupo H. A poucos quil&amp;ocirc;metros, na praia, ele seguir&amp;aacute; seu of&amp;iacute;cio, dan&amp;ccedil;ando e driblando. H&amp;aacute; algum clube interessado nele?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que &amp;eacute; Zulu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O povoEra um cl&amp;atilde; e depois tornou-se uma forte na&amp;ccedil;&amp;atilde;o no s&amp;eacute;culo 19. Hoje, representa 22% da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o sul-africana. O presidente do pa&amp;iacute;s, Jacob Zuma, nasceu em uma aldeia zulu, a Zulul&amp;acirc;ndia. H&amp;aacute; mais aldeias na Suazil&amp;acirc;ndia, Lesoto, Zimb&amp;aacute;bue e Mo&amp;ccedil;ambique.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A l&amp;iacute;nguaChama IsiZulu e &amp;eacute; um dos 11 idiomas oficiais da &amp;Aacute;frica do Sul &amp;ndash; um dos mais falados do pa&amp;iacute;s. Em Durban, por exemplo, o ingl&amp;ecirc;s &amp;eacute; pouco falado em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; l&amp;iacute;ngua dos zulus.</description>
      <pubDate>Fri, 25 Jun 2010 08:43:05 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.lancenet.com.br/noticias/10-06-25/779081.stm</guid>
      <dc:date>2010-06-25T08:43:05Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Ministérios e PF negam tráfico de água na Amazônia</title>
      <link>http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=169631</link>
      <description>&lt;p&gt;V&amp;aacute;rios &amp;oacute;rg&amp;atilde;os do Executivo rebateram nesta ter&amp;ccedil;a-feira as not&amp;iacute;cias sobre suposto tr&amp;aacute;fico de &amp;aacute;gua doce na Amaz&amp;ocirc;nia. O tema foi debatido em audi&amp;ecirc;ncia p&amp;uacute;blica da Comiss&amp;atilde;o da Amaz&amp;ocirc;nia, Integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional e de Desenvolvimento Regional.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;De acordo com den&amp;uacute;ncia publicada na revista &lt;em&gt;jur&amp;iacute;dica Consulex&lt;/em&gt;, navios de carga estariam enchendo ilegalmente os por&amp;otilde;es com &amp;aacute;gua do rio Amazonas para posterior comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em regi&amp;otilde;es &amp;aacute;ridas da Europa e do Oriente M&amp;eacute;dio. Cada navio seria abastecido com cerca de 250 milh&amp;otilde;es de litros de &amp;aacute;gua colhida sobretudo na foz do Amazonas.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;A den&amp;uacute;ncia, no entanto, foi contestada por representantes da Marinha, da Pol&amp;iacute;cia Federal e do Minist&amp;eacute;rio do Meio Ambiente, que informaram que at&amp;eacute; hoje n&amp;atilde;o foi feita nenhuma den&amp;uacute;ncia formal de hidropirataria na Regi&amp;atilde;o Amaz&amp;ocirc;nica.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;O contra-almirante do Comando de Opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es Navais do Minist&amp;eacute;rio da Defesa, Antonio Fernando Monteiro Dias, acredita que as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de lastro dos navios, regularmente autorizadas e controladas, est&amp;atilde;o sendo confundidas com hidropirataria.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;Segundo informou, as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de lastro, que consistem na coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou retirada de &amp;aacute;gua do tanque dos navios, s&amp;atilde;o destinadas exclusivamente &amp;agrave; garantia de manobras, estabilidade e seguran&amp;ccedil;a da circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o das embarca&amp;ccedil;&amp;otilde;es. &lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;&amp;ndash; Essas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o podem ser confundidas com o furto de &amp;aacute;gua.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;Ele explica que, para efetuar manobras, os navios que descarregam na Regi&amp;atilde;o Amaz&amp;ocirc;nica necessitam, por vezes, receber um pouco de &amp;aacute;gua para manter a manobra e, consequentemente, garantir a seguran&amp;ccedil;a da navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;&amp;ndash; Se eles n&amp;atilde;o o fizerem, n&amp;oacute;s podemos ter um acidente na Regi&amp;atilde;o Amaz&amp;ocirc;nica. Isso ocorre internacionalmente.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;Segundo o representante da Marinha, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; constata&amp;ccedil;&amp;atilde;o da veracidade das den&amp;uacute;ncias de hidropirataria. &lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;&amp;ndash; Estamos prontos para atender a sociedade, mas essas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es t&amp;ecirc;m de ser fidedignas para que n&amp;atilde;o criemos informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es alarmantes, que n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o ver&amp;iacute;dicas.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;O coordenador de Articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de &amp;Aacute;guas (ANA), Antonio F&amp;eacute;lix Domingues, usou argumentos econ&amp;ocirc;micos para sustentar que as den&amp;uacute;ncias de hidropirataria n&amp;atilde;o passam de um mito. &lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;&amp;ndash; N&amp;atilde;o temos a menor evid&amp;ecirc;ncia nem fundamento sobre essa den&amp;uacute;ncia por uma simples raz&amp;atilde;o: economicamente, n&amp;atilde;o &amp;eacute; vi&amp;aacute;vel para ningu&amp;eacute;m pegar &amp;aacute;gua na foz do rio Amazonas e levar, por exemplo, para os pa&amp;iacute;ses do Oriente M&amp;eacute;dio, porque o custo do frete e do tratamento dessa &amp;aacute;gua &amp;eacute; tr&amp;ecirc;s, quatro, cinco vezes superior ao custo da dessaliniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessa &amp;aacute;gua em Israel ou na Ar&amp;aacute;bia Saudita. Tem muita gente que vive dessa especula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Isso &amp;eacute; um hidromito.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;Ant&amp;ocirc;nio Domingues lembrou que embora ainda exista hoje com&amp;eacute;rcio de &amp;aacute;gua no mundo, sobretudo envolvendo Turquia e Israel, &amp;Aacute;frica do Sul e Lesoto, Mal&amp;aacute;sia e Cingapura, mesmo &amp;quot;se dermos &amp;aacute;gua de gra&amp;ccedil;a, ningu&amp;eacute;m vir&amp;aacute; buscar &amp;aacute;gua no rio Amazonas, por causa dos custos envolvidos&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;O representante da ANA afirmou ainda que um navio capaz de carregar 250 milh&amp;otilde;es de litros de &amp;aacute;gua n&amp;atilde;o teria nem condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnicas de entrar na foz do rio Amazonas. Tanto a Marinha quanto a ANA lembraram que os navios que circulam pela Amaz&amp;ocirc;nia s&amp;atilde;o submetidos a inspe&amp;ccedil;&amp;otilde;es frequentes, inclusive para evitar que as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de lastro salinizem ou poluam as &amp;aacute;guas do rio Amazonas.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;J&amp;aacute; a autora das den&amp;uacute;ncias publicadas na revista Consulex, advogada Ilma Barcelos, questionou a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os p&amp;uacute;blicos. Ilma, que &amp;eacute; ligada &amp;agrave; Comiss&amp;atilde;o de Meio Ambiente da OAB do Esp&amp;iacute;rito Santo, disse que vai formalizar a den&amp;uacute;ncia. &lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;&amp;ndash; Eu j&amp;aacute; tinha certeza absoluta que essas quest&amp;otilde;es seriam negadas porque ningu&amp;eacute;m vai assumir que &amp;eacute; incompetente em algum &amp;oacute;rg&amp;atilde;o. Eu continuo afirmando que existe uma grande omiss&amp;atilde;o por parte das autoridades em verificar, de forma respons&amp;aacute;vel, essa quest&amp;atilde;o do tr&amp;aacute;fico de &amp;aacute;gua doce. Eu pretendo fazer agora uma den&amp;uacute;ncia formal e quero solicitar a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de como &amp;eacute; feita a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;Segundo Ilma Barcelos, o abastecimento de &amp;aacute;gua nos navios &amp;eacute; feito acima do necess&amp;aacute;rio para o consumo da tripula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e para o lastro.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;O diretor-executivo da Pol&amp;iacute;cia Federal, Luiz Pontel de Souza, lembrou que a hidropirataria n&amp;atilde;o est&amp;aacute; tipificada no C&amp;oacute;digo Penal. &lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;&amp;ndash; A Pol&amp;iacute;cia Federal trabalha em cima de fatos concretos, e mesmo que tivesse encontrado algum caso, a puni&amp;ccedil;&amp;atilde;o para esse delito seria dificultada pela falta de tipifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o penal.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;Autor do pedido para a audi&amp;ecirc;ncia p&amp;uacute;blica, o deputado Lup&amp;eacute;rcio Ramos (PMDB-AM) tamb&amp;eacute;m cobrou dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de defesa e de seguran&amp;ccedil;a a amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Amaz&amp;ocirc;nia. &lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;&amp;ndash; O Pa&amp;iacute;s precisa come&amp;ccedil;ar a discutir o direito de uso da &amp;aacute;gua. N&amp;oacute;s devemos estar em alerta em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; Amaz&amp;ocirc;nia, porque temos l&amp;aacute; um patrim&amp;ocirc;nio extraordin&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 23 Jun 2010 20:28:05 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Príncipe Harry visita aldeia em localidade remota de Lesoto</title>
      <link>http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4503012-EI294,00.html</link>
      <description>O pr&amp;iacute;ncipe Harry da Inglaterra visitou nesta quinta feira uma aldeia em uma localidade remota de Lesoto, na &amp;Aacute;frica. Ele e o irm&amp;atilde;o, William, est&amp;atilde;o realizando uma turn&amp;ecirc; beneficente que come&amp;ccedil;ou em Botsuana. A viagem inclui uma visita &amp;agrave; &amp;Aacute;frica do Sul, para acompanhar a Copa do Mundo de futebol.</description>
      <pubDate>Thu, 17 Jun 2010 21:18:14 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2010-06-17T21:18:14Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Príncipes britânicos visitam animais selvagens na África</title>
      <link>http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4496745-EI8142,00.html</link>
      <description>Os pr&amp;iacute;ncipes brit&amp;acirc;nicos Harry e William visitaram nesta ter&amp;ccedil;a feira a reserva natural Mokolodi, localizada nas proximidades da cidade de Gaborone, em Botsuana. Os dois est&amp;atilde;o realizando uma turn&amp;ecirc; beneficente pelo pa&amp;iacute;s e por Lesotho, que tamb&amp;eacute;m incluir&amp;aacute; uma visita &amp;agrave; &amp;Aacute;frica do Sul, para acompanhar a Copa do Mundo de futebol.</description>
      <pubDate>Tue, 15 Jun 2010 17:49:06 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4496745-EI8142,00.html</guid>
      <dc:date>2010-06-15T17:49:06Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Representação brasileira no Parlasul aprova acordo entre Mercosul e África Austral</title>
      <link>http://www.diariodepernambuco.com.br/brasil/nota.asp?materia=20100507085320&amp;assunto=38&amp;onde=Brasil</link>
      <description>&lt;p&gt;A representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul) aprovou o texto do acordo de com&amp;eacute;rcio preferencial entre o bloco sul-americano &amp;ndash; que re&amp;uacute;ne o Brasil, a Argentina, o Uruguai e o Paraguai &amp;ndash; e a Uni&amp;atilde;o Aduaneira da &amp;Aacute;frica Austral, integrada pela &amp;Aacute;frica do Sul, por Botsuana, pelo Lesoto, pela Nam&amp;iacute;bia e pela Suazil&amp;acirc;ndia..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;a href="http://www.diariodepernambuco.com.br/brasil/nota.asp?materia=20100507085320&amp;amp;assunto=38&amp;amp;onde=Brasil"&gt;Leia Mais...&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;&lt;a
    href="http://www.pernambuco.com/"&gt;Pernambuco.com&lt;/a&gt;&amp;nbsp;|&amp;nbsp;&lt;a
    href="http://www.diariodepernambuco.com.br/"
    title="Diario de Pernambuco"&gt;Diario de Pernambuco&lt;/a&gt;&amp;nbsp;|&amp;nbsp;&lt;a
    href="http://www.pernambuco.com/ultimas/"
    title="&amp;Uacute;ltimas Not&amp;iacute;cias"&gt;&amp;Uacute;ltimas Not&amp;iacute;cias&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a
    href="http://www.pernambuco.com/diversao/"
    title="Divers&amp;atilde;o"&gt;Divers&amp;atilde;o&lt;/a&gt;&amp;nbsp;|&amp;nbsp;&lt;a
    href="http://www.diariodepernambuco.com.br/esportes/"
    title="Esportes"&gt;Esportes&lt;/a&gt;&amp;nbsp;|&amp;nbsp;&lt;a
    href="http://www.pernambuco.com/tecnologia/"
    title="Tecnologia"&gt;Tecnologia&lt;/a&gt;&amp;nbsp;|&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.diariodepernambuco.com.br/expediente.shtml"&gt;Quem somos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.pernambuco.com/"&gt;Copyright &amp;copy; 2010, Pernambuco.com - Di&amp;aacute;rios Associados, Recife-PE, Brasil&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 07 May 2010 11:53:20 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.diariodepernambuco.com.br/brasil/nota.asp?materia=20100507085320&amp;assunto=38&amp;onde=Brasil</guid>
      <dc:date>2010-05-07T11:53:20Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Moradores decepcionados com projeto hídrico</title>
      <link>http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=73335</link>
      <description>23/04/2010 - 02h04&lt;br /&gt;

&lt;p&gt;Gaborone, Botsuana, 23/4/2010 &amp;ndash; O Projeto H&amp;iacute;drico das Terras Altas do Lesoto entrar&amp;aacute; em sua segunda fase neste ano. A iniciativa foi reconhecida como um exemplo de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &amp;aacute;gua na &amp;Aacute;frica, mas gerou mal-estar nas comunidades locais. Trata-se do maior projeto de... &lt;a href="http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=73335"&gt;Leia mais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 23 Apr 2010 10:45:24 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=73335</guid>
      <dc:date>2010-04-23T10:45:24Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>ONU reabre negociação climática, mas acordo em 2010 é improvável</title>
      <link>http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=166430</link>
      <description>Negociadores clim&amp;aacute;ticos se re&amp;uacute;nem nesta sexta-feira em Bonn pela primeira vez desde a c&amp;uacute;pula de Copenhague, mas com poucas chances de fecharem um novo acordo de cumprimento obrigat&amp;oacute;rio ainda neste ano. &lt;p&gt;Delegados de 170 pa&amp;iacute;ses discutir&amp;atilde;o at&amp;eacute; domingo formas de reconstruir a confian&amp;ccedil;a no processo, depois da frustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da c&amp;uacute;pula clim&amp;aacute;tica de dezembro, que terminou sem acordo em torno de um novo tratado com valor jur&amp;iacute;dico vinculante, apesar dos dois anos de negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es pr&amp;eacute;vias.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;A reuni&amp;atilde;o de Bonn definir&amp;aacute; o cronograma das reuni&amp;otilde;es em 2010 e circular&amp;aacute; ideias sobre o Acordo de Copenhague, um documento que n&amp;atilde;o &amp;eacute; de cumprimento obrigat&amp;oacute;rio, mas j&amp;aacute; foi apoiado por mais de 110 pa&amp;iacute;ses, inclusive grandes emissores, como China, EUA, R&amp;uacute;ssia e &amp;Iacute;ndia. V&amp;aacute;rios pa&amp;iacute;ses em desenvolvimento se op&amp;otilde;em a ele.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;O acordo busca limitar a menos de 2 graus Celsius o aumento da temperatura global, mas n&amp;atilde;o diz como.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;&amp;ndash; Precisamos reavaliar a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o depois de Copenhague &amp;ndash;, disse Bruno Sekoli, do Lesoto, que fala em nome dos pa&amp;iacute;ses menos desenvolvidos, que defendem cortes mais duros nas emiss&amp;otilde;es de gases do efeito estufa, de modo a limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;Muitos pa&amp;iacute;ses cobram medidas concretas j&amp;aacute; em 2010, como a libera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ajuda clim&amp;aacute;tica aos pa&amp;iacute;ses em desenvolvimento, prometida em Copenhague, num valor de cerca de US$ 10 bilh&amp;otilde;es por ano entre 2010 e 2012, podendo chegar a US$ 100 bilh&amp;otilde;es por ano a partir de 2020.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;Delegados disseram que talvez sejam necess&amp;aacute;rias duas sess&amp;otilde;es extraordin&amp;aacute;rias antes da pr&amp;oacute;xima reuni&amp;atilde;o ministerial anual, de 29 de novembro a 10 de dezembro em Canc&amp;uacute;n, no M&amp;eacute;xico. Isso significaria um ritmo menos fren&amp;eacute;tico do que nas discuss&amp;otilde;es pr&amp;eacute;-Copenhague.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;O noruegu&amp;ecirc;s Harald Dovland, vice-presidente das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es da ONU, disse que &amp;quot;tem havido uma atitude construtiva&amp;quot; nas negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es preparat&amp;oacute;rias informais realizadas em T&amp;oacute;quio e no M&amp;eacute;xico.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;Mas n&amp;atilde;o est&amp;aacute; claro o que acontecer&amp;aacute; com o Tratado de Copenhague. Muitos pa&amp;iacute;ses n&amp;atilde;o querem que ele substitua a Conven&amp;ccedil;&amp;atilde;o Clim&amp;aacute;tica de 1992, pois acreditam que cabe aos pa&amp;iacute;ses ricos liderarem o processo de lidar com a mudan&amp;ccedil;a clim&amp;aacute;tica - o que era a base do sistema hoje em vigor, ancorado no Protocolo de Kyoto, que expira em 2012.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;&amp;ndash; N&amp;atilde;o acredito que o Acordo de Copenhague se tornar&amp;aacute; um novo marco jur&amp;iacute;dico &amp;ndash;, disse na semana passada Yvo de Boer, chefe do Secretariado Clim&amp;aacute;tico da ONU.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;Ele tamb&amp;eacute;m disse duvidar da ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um tratado vinculante em 2010, mas afirmou torcer para que a reuni&amp;atilde;o de Canc&amp;uacute;n defina uma arquitetura b&amp;aacute;sica, &amp;quot;para que um ano depois se possa decidir ou n&amp;atilde;o transformar isso em um tratado&amp;quot;. A reuni&amp;atilde;o de 2011 ser&amp;aacute; na &amp;Aacute;frica do Sul.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 08 Apr 2010 15:00:18 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=166430</guid>
      <dc:date>2010-04-08T15:00:18Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Pai é acusado de matar filhos após filmá-los despedindo-se da mãe</title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2010/03/23/pai+e+acusado+de+matar+filhos+apos+filma+los+despedindo+se+da+mae+9436528.html</link>
      <description>Um pai zimbabuense que gravou um v&amp;iacute;deo dos filhos se despedindo da m&amp;atilde;e antes de estrangul&amp;aacute;-los, em outubro do ano passado, est&amp;aacute; sendo julgado na Gr&amp;atilde;-Bretanha. Petros Williams, de 37 anos, teria decidido matar as crian&amp;ccedil;as Yolanda e Theo Molemohi, de 4 e 2 anos respectivamente, depois que seu casamento com Morongoe Molemohi acabou.&amp;quot;A promotoria alega que isso foi uma rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o rancorosa e ego&amp;iacute;sta ao fim de seu casamento. Foi um ato deliberado de assassinato&amp;quot;, disse ao j&amp;uacute;ri o promotor Andrew Thomas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No v&amp;iacute;deo exibido durante o julgamento, as duas crian&amp;ccedil;as aparecem sentadas em um sof&amp;aacute; sendo estimuladas pelo pai a dizerem &amp;quot;adeus&amp;quot; &amp;agrave; sua m&amp;atilde;e.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dois dias depois, a mulher de 30 anos encontraria seus dois filhos mortos por enforcamento com cabos de computador no apartamento em que moravam com o pai, em Manchester.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Eu fui peg&amp;aacute;-los de debaixo do cobertor. Eu pensei que eles estivessem dormindo&amp;quot;, disse a m&amp;atilde;e.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a acusa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o uso dos cabos para o estrangulamento foi um &amp;quot;simb&amp;oacute;lico ato de puni&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;, porque o r&amp;eacute;u estaria revoltado com o fato de a ex-mulher estar usando programas de relacionamento na internet para encontrar novos parceiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Despedida         &lt;br /&gt;
No local do crime foi encontrada a fita com a grava&amp;ccedil;&amp;atilde;o de despedida, em que estava escrita a mensagem &amp;quot;Papai, Yolly, Theo. Adeus. O Fim&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um bilhete anexado &amp;agrave; fita dizia: &amp;quot;Veja o v&amp;iacute;deo, feito para suas mem&amp;oacute;rias, obrigado, Petros&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;&amp;Eacute; dif&amp;iacute;cil dizer por que o acusado fez o v&amp;iacute;deo naquele momento e por que ele decidiu tomar essa a&amp;ccedil;&amp;atilde;o dr&amp;aacute;stica dois dias depois&amp;quot;, disse Thomas &amp;agrave; Corte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No apartamento tamb&amp;eacute;m foram encontradas outras mensagens que, segundo a promotoria, seriam de despedida tamb&amp;eacute;m.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Boas coisas chegam ao fim, tchau Mo. Petros&amp;quot;, dizia um deles. Recados como &amp;quot;Eu amo voc&amp;ecirc;s, Theo e Yolanda. Voc&amp;ecirc;s foram uma grande companhia, encontro voc&amp;ecirc;s no c&amp;eacute;u. Com amor. Papai Petros&amp;quot; e &amp;quot;Perd&amp;atilde;o, meus queridos Yolly e Theo, sinto muito que a mam&amp;atilde;e decidiu nos deixar por um novo namorado&amp;quot; tamb&amp;eacute;m foram achados no local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Os bilhetes eram, na verdade, mensagens de suic&amp;iacute;dio, dizendo adeus para sua esposa e colegas. Se o r&amp;eacute;u tinha a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de se matar, ele n&amp;atilde;o havia ido muito longe nesse objetivo. (Quando foi encontrado junto das crian&amp;ccedil;as mortas) Ele estava bem vivo, apesar de n&amp;atilde;o parecer bem&amp;quot;, relatou o promotor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fim do relacionamento         &lt;br /&gt;
O zimbabuense Petros Williams conheceu Morongoe Molemohi, de Lesoto, na &amp;Aacute;frica do Sul, em 2000, quando ambos estavam estudando l&amp;aacute;. O casal se mudou para a Gr&amp;atilde;-Bretanha dois anos depois.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seu casamento j&amp;aacute; vinha passando por uma crise havia algum tempo. Molemohi chegou a procurar uma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; mulher alegando que seu marido havia tentado estrangul&amp;aacute;-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Em setembro, Molemohi estava ativamente procurando por outros homens em sites de relacionamento. Ela n&amp;atilde;o fazia segredo sobre isso&amp;quot;, explicou o promotor. Por causa disso, Williams teria pedido &amp;agrave; mulher que deixasse a casa uma semana antes de matar as crian&amp;ccedil;as.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas a m&amp;atilde;e continuava indo ao apartamento todos os dias para levar as crian&amp;ccedil;as para a escola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O julgamento prossegue.</description>
      <pubDate>Tue, 23 Mar 2010 10:33:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2010/03/23/pai+e+acusado+de+matar+filhos+apos+filma+los+despedindo+se+da+mae+9436528.html</guid>
      <dc:date>2010-03-23T10:33:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Cidades brasileiras integram lista das mais desiguais</title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2010/03/19/cidades+brasileiras+integram+lista+das+mais+desiguais+9434073.html</link>
      <description>Cinco cidades brasileiras est&amp;atilde;o entre as 20 mais desiguais do mundo. Relat&amp;oacute;rio apresentado hoje, na abertura do 5&amp;ordm; Forum Urbano Mundial da Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas (ONU), no Rio, revela que Goi&amp;acirc;nia (10&amp;ordf;), Belo Horizonte (13&amp;ordf;), Fortaleza (13&amp;ordf;), Bras&amp;iacute;lia (16&amp;ordf;) e Curitiba (17&amp;ordf;) s&amp;atilde;o as que apresentam as maiores diferen&amp;ccedil;as de renda entre ricos e pobres no Pa&amp;iacute;s. &lt;p&gt;O documento &amp;quot;O Estado das Cidades do Mundo 2010/2011: Unindo o Urbano Dividido&amp;quot; tamb&amp;eacute;m informa que o Brasil &amp;eacute; o pa&amp;iacute;s com a maior dist&amp;acirc;ncia social na Am&amp;eacute;rica Latina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Rio de Janeiro, na 28&amp;ordf; posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e S&amp;atilde;o Paulo, na 39&amp;ordf;, tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o cidades consideradas com alto &amp;iacute;ndice de desigualdade, de acordo com o relat&amp;oacute;rio da ONU. Nove munic&amp;iacute;pios na &amp;Aacute;frica do Sul lideram o ranking. As capitais da Nig&amp;eacute;ria, Eti&amp;oacute;pia, Col&amp;ocirc;mbia, Qu&amp;ecirc;nia e Lesoto tamb&amp;eacute;m est&amp;atilde;o entre as mais desiguais. No total, 138 cidades de 63 pa&amp;iacute;ses em desenvolvimento foram analisadas. O relat&amp;oacute;rio baseia suas conclus&amp;otilde;es no coeficiente Gini - cujos indicadores medem a concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de renda de um pa&amp;iacute;s. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do coordenador do relat&amp;oacute;rio e diretor do Centro de Estudos e Monitoramentos das Cidades do Programa da ONU para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), o mexicano Eduardo Lopez Moreno, existe v&amp;iacute;nculo direto entre desigualdade e criminalidade. Mais do que custos sociais, o abismo entre ricos e pobres tamb&amp;eacute;m provoca preju&amp;iacute;zos econ&amp;ocirc;micos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;&amp;quot;Estatisticamente falando, existe sim um v&amp;iacute;nculo. &amp;Eacute; muito poss&amp;iacute;vel que a cidade mais desigual vai gerar muito mais f&amp;aacute;cil dist&amp;uacute;rbios e problemas sociais. As autoridades desses pa&amp;iacute;ses v&amp;atilde;o deslocar recursos que deveriam ir para investimentos para conter esses movimentos sociais. O custo social acaba se traduzindo em custo econ&amp;ocirc;mico&amp;quot;, afirmou Moreno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Favelas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos de faveliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o estudo da ONU apresenta resultados paradoxais para o Brasil. Apesar de ter sido o pa&amp;iacute;s que apresentou o maior n&amp;uacute;mero absoluto de pessoas que deixaram de viver em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de faveliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Am&amp;eacute;rica Latina - 10,4 milh&amp;otilde;es -, a pesquisa mostrou que o desempenho relativo ficou abaixo dos vizinhos. Enquanto as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de moradia melhoraram para 16% da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira, este &amp;iacute;ndice ficou em 40,7% na Argentina, 39,7% na Col&amp;ocirc;mbia, 27,6% no M&amp;eacute;xico e 21,9% no Peru.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As estimativas apresentadas na pesquisa s&amp;atilde;o de que mais de 227 milh&amp;otilde;es de pessoas no mundo todo deixaram de viver em regi&amp;otilde;es faveladas desde o ano 2000. Isso representa uma evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o 2,2 vezes maior do que o estimado nas Metas de Desenvolvimento do Mil&amp;ecirc;nio, que haviam estabelecido objetivo de melhorar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 100 milh&amp;otilde;es de pessoas at&amp;eacute; 2020.&lt;/p&gt;
 &lt;p&gt;&amp;quot;A situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o melhorou em dez anos, mas infelizmente no mesmo per&amp;iacute;odo o aumento l&amp;iacute;quido dos pobres urbanos &amp;eacute; de 55 milh&amp;otilde;es&amp;quot;, disse Anna Tibaijuka, diretora-executiva do ONU-Habitat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a metodologia da pesquisa, deixar de viver em condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de faveliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o significa necessariamente mudan&amp;ccedil;a de resid&amp;ecirc;ncia ou remo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de comunidade. Acesso a saneamento b&amp;aacute;sico e &amp;aacute;gua pot&amp;aacute;vel, o material utilizado nas moradias e a densidade das resid&amp;ecirc;ncias s&amp;atilde;o os fatores para avaliar se uma regi&amp;atilde;o &amp;eacute; ou n&amp;atilde;o favelada. &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 19 Mar 2010 22:17:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2010-03-19T22:17:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Príncipe Harry cai de cavalo em jogo de polo</title>
      <link>http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2010/02/100201_harrycavalovale.shtml</link>
      <description>Mesmo irritado, Harry saiu de evento beneficente com ajuda para crian&amp;ccedil;as do Lesoto.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Feb 2010 15:35:28 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2010/02/100201_harrycavalovale.shtml</guid>
      <dc:date>2010-02-01T15:35:28Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Príncipe Harry cai de pônei em jogo de polo</title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2010/02/01/principe+harry+cai+de+ponei+em+jogo+de+polo+9383293.html</link>
      <description>O pr&amp;iacute;ncipe Harry, da Gr&amp;atilde;-Bretanha, caiu de um p&amp;ocirc;nei durante uma partida beneficente de polo na ilha de Barbados. Harry pareceu irritado depois da queda, mas mais tarde revelou que havia apostado com um milion&amp;aacute;rio local que n&amp;atilde;o seria derrubado.Mesmo assim, o homem doou quase US$ 50 mil para a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de caridade que Harry mant&amp;eacute;m para ajudar crian&amp;ccedil;as pobres do Lesoto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A visita de Harry a Barbados tamb&amp;eacute;m serviu para ajudar a levantar dinheiro para v&amp;iacute;timas do terremoto no Haiti.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Feb 2010 12:38:52 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2010/02/01/principe+harry+cai+de+ponei+em+jogo+de+polo+9383293.html</guid>
      <dc:date>2010-02-01T12:38:52Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Príncipe Harry cai de pônei em jogo de polo</title>
      <link>http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2010/02/100201_harryponei.shtml</link>
      <description>Mesmo irritado, Harry saiu de evento beneficente com ajuda para crian&amp;ccedil;as do Lesoto.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Feb 2010 11:32:56 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2010/02/100201_harryponei.shtml</guid>
      <dc:date>2010-02-01T11:32:56Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Príncipe Harry visita hospital</title>
      <link>http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/474223/s/8e5b24d/l/0L0Sdn0Bpt0Cinicio0Cpessoas0Cinterior0Baspx0Dcontent0Iid0F1483122/story01.htm</link>
      <description>Antes de participar num jogo de p&amp;oacute;lo para angariar fundos para ajudar crian&amp;ccedil;as do Lesoto, o pr&amp;iacute;ncipe Harry visitou um hospital em Bridgetown (Barbados). O filho mais novo de Carlos e Diana, de 25 anos...&amp;nbsp;&lt;img
  height="1"
  src="http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/474223/s/8e5b24d/mf.gif" width="1" /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img height="1"
  src="http://feeds.feedburner.com/~r/DN-Ultimas/~4/62LjrWCKxf4" width="1" /&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 31 Jan 2010 04:33:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://rss.feedsportal.com/c/32443/f/474223/s/8e5b24d/l/0L0Sdn0Bpt0Cinicio0Cpessoas0Cinterior0Baspx0Dcontent0Iid0F1483122/story01.htm</guid>
      <dc:date>2010-01-31T04:33:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Pena de morte está em vigor em 58 países, diz Anistia</title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2010/01/09/pena+de+morte+esta+em+vigor+em+58+paises+diz+anistia+9267177.html</link>
      <description>Relat&amp;oacute;rio da Anistia Internacional, organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de defesa dos direitos humanos, afirma que atualmente a pena de morte est&amp;aacute; em vigor em 58 pa&amp;iacute;ses. Outros 95 pa&amp;iacute;ses aboliram a pr&amp;aacute;tica para todos os tipos de crime, enquando nove pa&amp;iacute;ses, entre eles o Brasil (somente na Justi&amp;ccedil;a militar), mant&amp;ecirc;m a pena de morte em circunst&amp;acirc;ncias excepcionais, mas n&amp;atilde;o para crimes comuns. &lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2010/01/09/novo+metodo+de+execucao+testado+em+ohio+provoca+debate+nos+estados+unidos+9267176.html"&gt;Novo m&amp;eacute;todo de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o provoca debate nos Estados Unidos&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o afirma que 35 pa&amp;iacute;ses aboliram “na pr&amp;aacute;tica” a pena de morte pelo fato de n&amp;atilde;o terem realizado nenhuma execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos &amp;uacute;ltimos dez anos, apesar de a puni&amp;ccedil;&amp;atilde;o estar prevista em lei para crimes comuns. Somando essas 35 na&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave;s que aboliram por lei a pena de morte, chega a 139 o n&amp;uacute;mero de pa&amp;iacute;ses que n&amp;atilde;o executam prisioneiros, segundo a Anistia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;De acordo com o &lt;a href="http://www.amnesty.org/en/death-penalty/abolitionist-and-retentionist-countries"&gt;relat&amp;oacute;rio da Anistia&lt;/a&gt;, em 2008 foram realizadas 2.390 execu&amp;ccedil;&amp;otilde;es, 93% delas em apenas cinco pa&amp;iacute;ses: China, Ir&amp;atilde;, Ar&amp;aacute;bia Saudita, Paquist&amp;atilde;o e Estados Unidos. No mesmo per&amp;iacute;odo, houve 8.864 senten&amp;ccedil;as &amp;agrave; morte em todo o mundo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em 1977, apenas 16 pa&amp;iacute;ses aboliram essa condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o para todos os tipos de crime. Dos 58 que ainda mant&amp;ecirc;m a pena capital, 25 realizaram execu&amp;ccedil;&amp;otilde;es em 2008.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No Brasil, a&amp;nbsp; pena de morte &amp;eacute; proibida, exceto para crimes militares cometidos em tempos de guerra, segundo est&amp;aacute; previsto na Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 1988. De acordo com a Carta, o fuzilamento &amp;eacute; o m&amp;eacute;todo de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Comunicado sobre a senten&amp;ccedil;a, o presidente da Rep&amp;uacute;blica pode conceder um indulto ou comutar a pena do condenado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O Pa&amp;iacute;s &amp;eacute; o &amp;uacute;nico de l&amp;iacute;ngua portuguesa que permite a pr&amp;aacute;tica para crimes militares. Na Am&amp;eacute;rica do Sul, Bol&amp;iacute;via, Chile e Peru tamb&amp;eacute;m mant&amp;ecirc;m a pena de morte em circunst&amp;acirc;ncias excepcionais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Veja o tipo de determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o vigente em cada pa&amp;iacute;s:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pena de morte abolida para todos os tipos de crime:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;Aacute;frica do Sul, Alb&amp;acirc;nia, Alemanha, Andorra, Angola, Argentina, Arm&amp;ecirc;nia, Austr&amp;aacute;lia, &amp;Aacute;ustria, Azerbaij&amp;atilde;o, B&amp;eacute;lgica, B&amp;oacute;snia-Herzegovina, Bulg&amp;aacute;ria, Burundi, But&amp;atilde;o, Cabo Verde, Camboja, Canad&amp;aacute;, Chipre, Col&amp;ocirc;mbia, Costa Rica, C&amp;ocirc;te d'Ivoire, Cro&amp;aacute;cia, Dinamarca, Djibouti, Equador, Eslov&amp;aacute;quia, Eslov&amp;ecirc;nia, Espanha, Est&amp;ocirc;nia, Filipinas, Finl&amp;acirc;ndia, Fran&amp;ccedil;a, Ge&amp;oacute;rgia, Gr&amp;eacute;cia, Guin&amp;eacute;-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Ilhas Cook, Ilhas Marshall, Ilhas Maur&amp;iacute;cio, Ilhas Salom&amp;atilde;o, Irlanda, Isl&amp;acirc;ndia, It&amp;aacute;lia, Listenstaine, Litu&amp;acirc;nia, Luxemburgo, Maced&amp;ocirc;nia, Malta, M&amp;eacute;xico, Micron&amp;eacute;sia, Mo&amp;ccedil;ambique, Mold&amp;aacute;via, M&amp;ocirc;naco, Montenegro, Nam&amp;iacute;bia, Nepal, Nicar&amp;aacute;gua, Niue, Noruega, Nova Zel&amp;acirc;ndia, Palau, Panam&amp;aacute;, Paraguai, Pol&amp;ocirc;nia, Portugal, Quiribati, Quirguist&amp;atilde;o, Reino Unido, Rep&amp;uacute;blica Checa, Rep&amp;uacute;blica Dominicana, Rom&amp;ecirc;nia, Ruanda, Samoa, San Marino, S&amp;atilde;o Tom&amp;eacute; e Pr&amp;iacute;ncipe, Seichelles, Senegal, S&amp;eacute;rvia (incluindo Kosovo), Su&amp;eacute;cia, Su&amp;iacute;&amp;ccedil;a, Timor Leste, Togo, Turcomenist&amp;atilde;o, Turquia, Tuvalu, Ucr&amp;acirc;nia, Uruguai, Usbequist&amp;atilde;o, Vanuatu, Vaticano e Venezuela.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pena de morte abolida para crimes comuns:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Bol&amp;iacute;via, Brasil, Casaquist&amp;atilde;o, Chile, El Salvador, Ilhas Fiji, Israel, Let&amp;ocirc;nia e Peru.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pena de morte abolida “na pr&amp;aacute;tica” para crimes comuns:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Alg&amp;eacute;ria, Benin, Brunei, Burkina Faso, Camar&amp;otilde;es, Congo, Coreia do Sul, Eritreia, Gab&amp;atilde;o, G&amp;acirc;mbia, Gana, Granada, Ilhas Maldivas, Laos, Lib&amp;eacute;ria, Madagascar, Malaui, Mali, Marrocos, Maurit&amp;acirc;nia, Mianmar, Nauru, N&amp;iacute;ger, Papua Nova Guin&amp;eacute;, Qu&amp;ecirc;nia, Rep&amp;uacute;blica Centro-Africana, R&amp;uacute;ssia, Sri Lanka, Suriname, Suazil&amp;acirc;ndia, Tajiquist&amp;atilde;o, Tanz&amp;acirc;nia, Tonga, Tun&amp;iacute;sia, Z&amp;acirc;mbia.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pena de morte para todos os crimes:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Afeganist&amp;atilde;o, Ant&amp;iacute;gua e Barbuda, Ar&amp;aacute;bia Saudita, Autoridade Palestina, Bahamas, Bahrein, Bangladesh, Barbados, Belize, Bielorr&amp;uacute;sia, Botswana, Catar, Chade, China, Cingapura, Comores, Coreia do Norte, Cuba, Dominica, Egito, Emirados &amp;Aacute;rabes, Estados Unidos, Eti&amp;oacute;pia, Guatemala, Guin&amp;eacute;, Guin&amp;eacute; Equatorial, Guiana, I&amp;ecirc;men, &amp;Iacute;ndia, Indon&amp;eacute;sia, Ir&amp;atilde;, Iraque, Jamaica, Jap&amp;atilde;o, Jord&amp;acirc;nia, Kuwait, Lesoto, L&amp;iacute;bano, L&amp;iacute;bia, Mal&amp;aacute;sia, Mong&amp;oacute;lia, Nig&amp;eacute;ria, Om&amp;atilde;, Paquist&amp;atilde;o, Rep&amp;uacute;blica Democr&amp;aacute;tica do Congo, Santa L&amp;uacute;cia, S&amp;atilde;o Crist&amp;oacute;v&amp;atilde;o e Nevis, S&amp;atilde;o Vicente e Granadinas, Serra Leoa, S&amp;iacute;ria, Som&amp;aacute;lia, Sud&amp;atilde;o, Tail&amp;acirc;ndia, Taiwan, Trinidad e Tobago, Uganda, Vietn&amp;atilde; e Zimb&amp;aacute;bue.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Leia mais sobre &lt;a href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?s=us_content&amp;amp;o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;first_o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=pena%20de%20morte"&gt;pena de morte&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 09 Jan 2010 12:37:28 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2010/01/09/pena+de+morte+esta+em+vigor+em+58+paises+diz+anistia+9267177.html</guid>
      <dc:date>2010-01-09T12:37:28Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Acordo climático sobre navegação e aviação fica mais distante</title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/12/16/acordo+climatico+sobre+navegacao+e+aviacao+fica+mais+distante+9245926.html</link>
      <description>Por Pete Harrison           COPENHAGUE (Reuters) - Os negociadores reunidos em Copenhague alertaram na quarta-feira que podem perder a oportunidade de limitar as emiss&amp;otilde;es de gases-estufa da avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o mar&amp;iacute;tima, abrindo m&amp;atilde;o assim de bilh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares em taxas que poderiam ajudar os pa&amp;iacute;ses pobres a enfrentarem a mudan&amp;ccedil;a clim&amp;aacute;tica. A apenas dois dias do final da confer&amp;ecirc;ncia sobre o clima da ONU na capital dinamarquesa, negociadores disseram estar ainda muito distantes de definirem metas de emiss&amp;otilde;es para a navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, atividades que, juntas, produzem at&amp;eacute; 8 por cento das emiss&amp;otilde;es globais de gases do efeito estufa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jap&amp;atilde;o, Ar&amp;aacute;bia Saudita, China e Estados Unidos foram apontados como os respons&amp;aacute;veis por impedir avan&amp;ccedil;os nas restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es a esses dois setores, que recentemente se mostraram abertos a uma forte redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas suas emiss&amp;otilde;es. As negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es, no entanto, esbarraram em quest&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;A avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a navega&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m uma grande oportunidade de contribuir com a luta contra o aquecimento global, e a oportunidade est&amp;aacute; escapando&amp;quot;, disse Reinford Mwangonde, parte da delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Malaui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fontes ligadas ao processo dizem que ainda n&amp;atilde;o h&amp;aacute; consenso em torno de uma das quest&amp;otilde;es mais b&amp;aacute;sicas - se as metas devem ser estabelecidas j&amp;aacute; em Copenhague ou no ano que vem pela Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mar&amp;iacute;tima Internacional e pela Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Internacional da Avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o Civil (ambas ag&amp;ecirc;ncias da ONU).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tamb&amp;eacute;m h&amp;aacute; conflitos sobre como proteger as na&amp;ccedil;&amp;otilde;es insulares, que s&amp;atilde;o mais vulner&amp;aacute;veis ao aumento do custo dos transportes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O comiss&amp;aacute;rio (ministro) europeu do Meio Ambiente, Stavros Dimas, confirmou que o progresso &amp;eacute; lento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Alguns est&amp;atilde;o dizendo que as metas e defini&amp;ccedil;&amp;otilde;es deveriam ser acertadas aqui, outros est&amp;atilde;o dizendo que deveria ser feito nos dois outros organismos&amp;quot;, afirmou ele &amp;agrave; Reuters. &amp;quot;Esses dois setores n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m metas de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e est&amp;atilde;o aumentando rapidamente suas emiss&amp;otilde;es&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Uni&amp;atilde;o Europeia quer que o setor naval reduza na pr&amp;oacute;xima d&amp;eacute;cada as suas emiss&amp;otilde;es para 20 por cento abaixo dos n&amp;iacute;veis de 2005, enquanto a avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o teria de cortar 10 por cento. Al&amp;eacute;m disso, o bloco europeu defende uma taxa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre as emiss&amp;otilde;es a&amp;eacute;reas e navais, com os dividendos sendo destinados a pa&amp;iacute;ses pobres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Nossa voz coincide com a da UE&amp;quot;, disse Bruno T Sekoli, negociador-chefe do Lesoto, que representa os pa&amp;iacute;ses menos desenvolvidos em Copenhague.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A falta de metas levaria a ainda mais incertezas para os investimentos nos dois setores, e tamb&amp;eacute;m desperdi&amp;ccedil;aria bilh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares para um futuro fundo clim&amp;aacute;tico, cuja forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; um dos principais entraves &amp;agrave; ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um acordo em Copenhague.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;Algumas das maiores economias do mundo em desenvolvimento est&amp;atilde;o egoisticamente bloqueando um tratado que poderia destravar o acordo geral de Copenhague&amp;quot;, disse Bill Hemmings, do grupo ambiental T&amp;amp;E.</description>
      <pubDate>Wed, 16 Dec 2009 22:41:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/12/16/acordo+climatico+sobre+navegacao+e+aviacao+fica+mais+distante+9245926.html</guid>
      <dc:date>2009-12-16T22:41:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Brasil nega 'racha' entre países em desenvolvimento em Copenhague</title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/12/09/brasil+nega+racha+entre+paises+em+desenvolvimento+em+copenhague+9229565.html</link>
      <description>O negociador-chefe do Brasil na reuni&amp;atilde;o das Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas sobre mudan&amp;ccedil;as clim&amp;aacute;ticas, em Copenhague, embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, afirmou nesta quarta-feira que &amp;quot;n&amp;atilde;o v&amp;ecirc; racha&amp;quot; no chamado G77 - grupo que representa a maior parte dos pa&amp;iacute;ses pobres e em desenvolvimento. O G77 re&amp;uacute;ne pa&amp;iacute;ses emergentes como Brasil, &amp;Aacute;frica do Sul e &amp;Iacute;ndia, mas tamb&amp;eacute;m alguns dos mais pobres do planeta, como Burundi, Bangladesh e Suazil&amp;acirc;ndia. &lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a
      href="http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/12/09/discussao+sobre+clima+divide+paises+em+desenvolvimento+9229032.html"
      title="Discuss&amp;atilde;o sobre clima divide pa&amp;iacute;ses em desenvolvimento"&gt;Discuss&amp;atilde;o sobre clima divide pa&amp;iacute;ses em desenvolvimento&lt;/a&gt; 
&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a
        href="http://ultimosegundo.ig.com.br/conferenciaclimatica/"&gt;Veja o especial sobre a c&amp;uacute;pula de Copenhague&lt;/a&gt; 
&lt;li&gt;&lt;a href="http://tck.ig.com.br/"&gt;Participe da luta pelo acordo clim&amp;aacute;tico&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;

&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="http://ultimosegundo.ig.com.br/infografico/reducaoco2/reducao_co2.jpg" /&gt; &lt;br /&gt;Clique aqui para ver o infogr&amp;aacute;fico&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;&amp;Eacute; natural que haja &amp;agrave;s vezes algumas diverg&amp;ecirc;ncias, que s&amp;atilde;o democraticamente discutidas, s&amp;atilde;o postas na mesa e se tenta chegar a um consenso. O grupo &amp;eacute; de fato bastante diverso e convivemos com isso&amp;quot;, afirmou o diplomata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, os acontecimentos desta quarta-feira surpreenderam. Tuvalu, que n&amp;atilde;o participa do G77, conseguiu tecnicamente suspender a confer&amp;ecirc;ncia sobre o clima por algumas horas, com o apoio de diversos pa&amp;iacute;ses do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alian&amp;ccedil;a interna&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, a BBC teve acesso a um documento distribu&amp;iacute;do em novembro pelos negociadores de Lesoto, outro pa&amp;iacute;s africano do G77, com propostas para outros pa&amp;iacute;ses mais pobres do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livreto Climate Change Negotiations 2009: An LDC Perspective (Negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre Mudan&amp;ccedil;as Clim&amp;aacute;ticas 2009: uma Perspectiva dos Pa&amp;iacute;ses Menos Desenvolvidos), existe a proposta textual de que os pa&amp;iacute;ses menos desenvolvidos (LDC, no jarg&amp;atilde;o) &amp;quot;se aliem aos pequenos pa&amp;iacute;ses-ilha em desenvolvimento (Sids) e possivelmente outros&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo da alian&amp;ccedil;a interna no grupos dos 77 seria &amp;quot;convencer os grandes emissores entre os pa&amp;iacute;ses em desenvolvimento a chegar a um denominador comum de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta diz respeito especificamente &amp;agrave;s negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es em torno de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es obrigat&amp;oacute;rias de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de emiss&amp;otilde;es contidas nos planos nacionais sob supervis&amp;atilde;o dos pa&amp;iacute;ses industrializados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta evidentemente toca o Brasil, que est&amp;aacute; entre os maiores poluidores do grupo. O texto, no entanto, &amp;eacute; informal, e n&amp;atilde;o foi nem ser&amp;aacute; apresentado durante as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es em Copenhague.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;'Conciliar &amp;eacute; dif&amp;iacute;cil'&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nas discuss&amp;otilde;es sobre metas de emiss&amp;atilde;o sob a conven&amp;ccedil;&amp;atilde;o do clima da ONU, o Brasil coordena o grupo dos 77 e o negociador-chefe brasileiro admite encontrar dificuldades. &amp;quot;Conciliar &amp;eacute; uma tarefa &amp;aacute;rdua e dif&amp;iacute;cil&amp;quot;, afirmou Figueiredo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta quarta-feira, Tuvalu exigiu a suspens&amp;atilde;o dos trabalhos da confer&amp;ecirc;ncia, como forma de press&amp;atilde;o para ter a sua proposta de acordo analisada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pequeno pa&amp;iacute;s-ilha quer um acordo legal que seja mais restritivo do que o Protocolo de Kyoto, mas enfrenta resist&amp;ecirc;ncias at&amp;eacute; internamente no G77.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta, que visa a limitar o aumento da temperatura a 1,5&amp;ordm;C, e estabilizar as concentra&amp;ccedil;&amp;otilde;es de gases que provocam o efeito estufa em 350 partes por milh&amp;atilde;o (ppm), agrada a v&amp;aacute;rios pa&amp;iacute;ses do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 450 ppm &amp;eacute; melhor aceita por pa&amp;iacute;ses industrializados e alguns em desenvolvimento. Para pa&amp;iacute;ses emergentes, como Brasil, China, &amp;Iacute;ndia e &amp;Aacute;frica do Sul, o limite de 350 ppm n&amp;atilde;o &amp;eacute; bem aceito, porque pode se tornar uma barreira para o crescimento econ&amp;ocirc;mico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, a concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de gases do efeito estufa na atmosfera gira em torno de 387 ppm. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Leia mais sobre &lt;a href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?o=ULTIMOSEGUNDO&amp;amp;q=Confer%EAncia+de+Copenhague"&gt;Confer&amp;ecirc;ncia de Copenhague&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 09 Dec 2009 22:47:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/12/09/brasil+nega+racha+entre+paises+em+desenvolvimento+em+copenhague+9229565.html</guid>
      <dc:date>2009-12-09T22:47:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Chanceler iraniano diz que "questões" com EUA são prioridade</title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/11/11/chanceler+iraniano+diz+que+questoes+com+eua+sao+prioridade+9069935.html</link>
      <description>Teer&amp;atilde;, 11 nov (EFE).- O ministro iraniano de Assuntos Exteriores, Manouchehr Mottaki, afirmou hoje que sua prioridade n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es com os Estados Unidos, mas as &amp;quot;quest&amp;otilde;es&amp;quot; que afetam os dois pa&amp;iacute;ses.Segundo a ag&amp;ecirc;ncia de not&amp;iacute;cias &amp;quot;Isna&amp;quot;, Mottaki fez esta declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o em entrevista coletiva realizada hoje em Teer&amp;atilde; com o ministro de Assuntos Exteriores de Lesoto, Mohlabi Kenneth Tsekoa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   &amp;quot;Existem dois assuntos neste caso: primeiro o tema das quest&amp;otilde;es que afetam Ir&amp;atilde; e EUA, e depois as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre os dois pa&amp;iacute;ses&amp;quot;, apontou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   &amp;quot;A prefer&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; dedicar-se &amp;agrave;s quest&amp;otilde;es de Ir&amp;atilde; e EUA&amp;quot;, afirmou Mottaki, que insistiu na &amp;quot;necessidade de fazer uma mudan&amp;ccedil;a e revisar as pol&amp;iacute;ticas (como prometido pelo presidente Barack Obama ano passado)&amp;quot;, disse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   &amp;quot;Isto pode criar um novo ambiente, em que talvez possamos decifrar os problemas&amp;quot;, completou. EFE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
	   msh/dp</description>
      <pubDate>Wed, 11 Nov 2009 21:45:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/11/11/chanceler+iraniano+diz+que+questoes+com+eua+sao+prioridade+9069935.html</guid>
      <dc:date>2009-11-11T21:45:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Brasil cai nove posições em ranking de igualdade entre sexos</title>
      <link>http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/10/27/brasil+cai+nove+posicoes+em+ranking+de+igualdade+entre+sexos+8953926.html</link>
      <description>O Brasil caiu nove posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es no ranking global de desigualdade entre os sexos organizado pelo F&amp;oacute;rum Econ&amp;ocirc;mico Mundial, ocupando a 82&amp;ordf; posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre 136 pa&amp;iacute;ses. De acordo com o documento divulgado nesta ter&amp;ccedil;a-feira, este &amp;eacute; o pior resultado dos &amp;uacute;ltimos tr&amp;ecirc;s anos. &lt;p&gt;Em 2006 o Brasil ocupava a 67&amp;ordf; posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em 2007 a 74&amp;ordf; e, em 2008, a 73&amp;ordf;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais raz&amp;otilde;es apontadas para a queda de posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras este ano foram a diferen&amp;ccedil;a de renda obtida pelo mesmo tipo de trabalho de acordo com o g&amp;ecirc;nero (passando da 100&amp;ordf; para a 114&amp;ordf; coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o) e a queda da renda estimada anual, passando da 54&amp;ordf; para a 69&amp;ordf; posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, em termos de igualdade, o Brasil se posiciona atr&amp;aacute;s de outros latino-americanos como Equador (23&amp;ordf;), Argentina (24&amp;ordf;) Costa Rica (27&amp;ordf;), Peru (44&amp;ordf;), Nicar&amp;aacute;gua (49&amp;ordf;), El Salvador (55&amp;ordf;), Paraguai (66&amp;ordf;), Chile (64&amp;ordf;) e a Rep&amp;uacute;blica Dominicana (67&amp;ordf;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Outros pa&amp;iacute;ses &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;No topo da lista, os pa&amp;iacute;ses n&amp;oacute;rdicos continuam apresentando a menor desigualdade entre homens e mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Isl&amp;acirc;ndia &amp;eacute; considerada a na&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais equalit&amp;aacute;ria, seguida de Finl&amp;acirc;ndia, Noruega e Su&amp;eacute;cia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre pa&amp;iacute;ses que mostraram grandes avan&amp;ccedil;os, est&amp;atilde;o a &amp;Aacute;frica do Sul, 22&amp;ordf; colocada em 2008 e 6&amp;ordf; este ano, e Lesoto, que subiu da 16&amp;ordf; para a 10&amp;ordf; posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestas na&amp;ccedil;&amp;otilde;es africanas, as mulheres aumentaram substancialmente sua participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no mercado de trabalho e no governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na parte de baixo da tabela, Paquist&amp;atilde;o (134&amp;ordf; posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o), Chade (135&amp;ordf;) e I&amp;ecirc;men (136&amp;ordf;) foram considerados os pa&amp;iacute;ses com a maior desigualdade entre homens e mulheres. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leia mais sobre&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://busca.igbusca.com.br/app/search?s=ig_content&amp;amp;o=IG&amp;amp;first_o=IG&amp;amp;q=desigualdade"&gt;desigualdade&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 27 Oct 2009 21:41:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/10/27/brasil+cai+nove+posicoes+em+ranking+de+igualdade+entre+sexos+8953926.html</guid>
      <dc:date>2009-10-27T21:41:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
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