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Fernando Prass será reavaliado e corre risco de ser cortado da seleção

Faltando cinco dias para a estreia do Brasil nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o goleiro Fernando Prass corre o risco de ser cortado da seleção. Após o amistoso do Brasil contra o Japão, em Goiânia, o técnico Rogério Micale disse que o jogador do Palmeiras será submetido a novos exames neste domingo e reavaliado.

Somente quando obtiver os resultados destes exames é que Micale tomará uma decisão sobre se corta o jogador de 38 anos ou o mantém no grupo para a competição.

O Brasil estreia nos Jogos na próxima quinta-feira, contra a África do Sul, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, às 16h.

oglobo.globo.com | 7/30/16 10:13 PM
Seleção olímpica ganha do Japão em amistoso com gol de Gabriel

O Brasil não teve dificuldades para derrotar o Japão por 2 a 0, neste sábado, no Serra Dourada, em Goiânia. No amistoso de preparação para a Olimpíada do Rio, o técnico Rogério Micale aproveitou para testar várias peças do elenco e variou a posição de Neymar no ataque. Os gols da partida foram marcados todos no primeiro tempo. Gabriel abriu o placar e Marquinhos deu os números finais da partida.

TABELA: Jogos do futebol masculino na Rio-2016

O próximo desafio já será na Olimpíada: dia 4, quinta-feira que vem, véspera da abertura dos Jogos do Rio, contra a África do Sul, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, às 16h.

A seleção brasileira começou a partida procurando o ataque em jogadas de velocidade e explorando as trocas de passes. Neymar iniciou o confronto incomodando pelo lado esquerdo, mas mudou de posição no primeiro tempo.

Na reta final da primeira etapa o Brasil chegou a ter 62% de posse de bola, mas a superioridade em campo só foi traduzida em gol aos 32 minutos. Gabriel fez boa jogada individual e saiu na cara do goleiro. O atacante tocou na saída de Nakamura, mas a bola ainda teve um desvio na zaga antes de ir parar no fundo da rede. Marquinhos ampliou aos 41, de cabeça, depois de vencer a zaga japonesa com facilidade na jogada aérea.

Na etapa final a equipe diminuiu bastante o ritmo, e apenas administrou a vantagem construída nos primeiros 45 minutos. A entrada de Renato Augusto mudou um pouco a cara do time. A construção das jogadas passou a ter a participação do meia — um dos três jogadores acima dos 23 anos — e a equipe experimentou novas maneiras de jogar na medida em que Rogério Micale fazia as substituições.

Neymar, assim como a seleção do técnico Rogério Micale, teve boa atuação no primeiro tempo e chutou uma bola no travessão, em cobrança de falta. Mas depois sumiu, numa atuação discreta do camisa 10, capitão da equipe.

O Brasil está no Grupo A do futebol masculino, que tem, além da África do Sul, as seleções da Dinamarca e do Iraque.

Brasil 2 x 0 Japão

Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)

Árbitro: Wilson Lamoroux (Fifa-COL), auxiliado por Humberto Prieto e John Alexander Sánchez (COL)

Cartão amarelos: Oshima (JAP)

Gols: Gabriel 32'1ºT (1-0) e Marquinhos 40'1ºT (2-0)

Brasil: Uilson, Zeca (William), Marquinhos, Rodrigo Caio (Luan Garcia) e Douglas Santos; Thiago Maia (Rodrigo Dourado), Rafinha (Renato Augusto) e Felipe Anderson (Luan); Gabigol (Walace), Gabriel Jesus e Neymar. Técnico: Rogério Micale

Japão: Nakamura (Kushibiki), Muroya, Shiotani (Iwanami), Ueda e Fujiharu (Kamekawa); Endo (Tomiyaso), Harakawa (Oshima), Yajima (Asano), Nakajima (Ogawa) e Minamino; Koroki (Ideguchi). Técnico: Makoto Teguramori

oglobo.globo.com | 7/30/16 9:26 PM
Tite marca presença em amistoso da seleção olímpica em Goiânia
O técnico Tite, da seleção brasileira principal, vai assistir ao amistoso da equipe olímpica contra o Japão, na tarde deste sábado, em Goiânia. Ele também deverá marcar presença na estreia do time treinado por Rogério Micale na Olimpíada, contra a África do Sul no próximo dia 4 de agosto, em Brasília.A presença de Tite em atividades da seleção olímpica tem sido uma constante desde que o grupo se reuniu. [Leia mais...] atarde.uol.com.br | 7/30/16 7:03 PM
Não amamentar bebês na primeira hora de vida eleva risco de morte

NOVA YORK - Mais da metade dos recém-nascidos do mundo não são amamentados na primeira hora de vida, o que aumenta o risco de doenças e até de morte, alertou nesta sexta o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). De acordo com o órgão, a África Sub-Saariana é o lugar onde essa demora para a primeira alimentação do bebê ocorre com mais frequência.

links amamentação

Segundo a Unicef, amamentar os bebês na primeira hora de vida passa nutrientes e anticorpos cruciais, não só por meio do leite materno mas também pelo contato com a pele da mãe. Estudos mostram que quase metade das mortes de crianças abaixo de 5 anos é de recém-nascidos. Atrasar a primeira amamentação para ao longo do primeiro dia aumenta a chance de morte no primeiro mês de vida em 40%. Atrasar por mais de 24 horas aumenta esse risco em 80%, alerta o organismo da ONU.

Em campanha para incentivar a amamentação desde o começo da vida, a Unicef estima que, dos 130 milhões de bebês que nascem por ano, 77 milhões não são amamentados na primeira hora.

"O leite materno é a primeira vacina, a primeira e melhor proteção que os bebês têm contra doenças", diz France Bégin, conselheira sênior da Unicef para nutrição. Segundo ela, "fazer os bebês esperarem demais pelo primeiro e crítico contato com a mãe fora do útero diminui as chances de sobrevivência, o fluxo de leite e também as chances de que seja amamentado apenas como leite materno".

Se os bebês fossem alimentados com nada exceto leite materno nos primeiros 6 meses de vida, mais de 800 mil vidas seriam salvas anualmente, diz a Unicef.

Os locais que mais preocupam o órgão são o Oriente Médio, o Norte da África e o Sudeste Asiático, onde médicos, enfermeiras e parteiras geralmente não promovem a amamentação imediata.

Em todo o mundo, 43% dos bebês com menos de 6 meses são alimentados apenas com o leite da mãe. Os que não são amamentados de nenhum jeito tem uma chance de morte 14 vezes maior do que os primeiros, diz a Unicef.

oglobo.globo.com | 7/29/16 12:49 PM
Em meio a problemas, Brasília reforça transporte e segurança para a Olimpíada
Em meio à greve de metrô, ameaça de boicote da Polícia Civil e protestos da reta final do impeachment da presidente Dilma Rousseff, Brasília busca reforçar o número de ônibus e de agentes de segurança nos dias de jogos de futebol olímpico no Estádio Mané Garrincha. A seleção brasileira abre sua participação no evento na arena contra a África do Sul, quinta que vem, mesma data prevista para a votação do parecer sobre o impeachment na comissão do Senado. [Leia mais...] atarde.uol.com.br | 7/28/16 11:08 PM
(RJ)Xande de Pilares sábado em Vila Valqueire
Sábado, dia 30, Xande de Pilares será a atração principal da Feijoada do Pá & Bola, na Boate Gran Bell, em Vila Valqueire. Ele será acompanhado pela banda "Arca de Noé", composta por Valdenir Filho (direção musical e violão 7 cordas); Fernando Portugal (bateria); Charles da Silva (baixo); Diego de Oliveira (cavaquinho); Marco Antonio (teclado); Karla dos Santos e Paulo da Silva (vocais) e Thiago Nunis, Tiago Cruz e Edgar Silva (percussão).

Após esta apresentação, Xande de Pilares segue percorrendo o país e, em agosto, viaja para a África e Europa com seu show solo, pela primeira vez, fora do Brasil.

SERVIÇOS:

Feijoada do Pá & Bola
Data: 30/07 (sábado)
Horário: 13h
Local: Boate Gran Bell (Est. Intendente Magalhães, 452 - Vila Valqueire)
Telefone: 96441-0843
Valor: 1° Lote – R$ 15 (esgotado)
2° Lote – R$ 20
3° Lote – R$ 25 www.samba-choro.com.br | 7/28/16 7:03 PM
Milhares de pessoas com câncer sem tratamento
Por Amy Fallon, da IPS –  Kampala, Uganda, 28/7/2016 – Uganda, que no passado teve um enorme êxito na luta contra o HIV, está perdendo a batalha contra o câncer, o grande problema de saúde deste país da África oriental. Um em cada 500 ugandeses tem essa doença, mas somente 5% receberão algum tipo de tratamento. […] www.envolverde.com.br | 7/28/16 12:51 PM
Análise: Por que a França é o principal alvo do terror?

PARIS — Quando extremistas ligados ao Estado Islâmico (EI) querem atacar a Europa, a França é o alvo favorito. Desde janeiro de 2015, ataques inspirados pelo EI mataram pelo menos 235 pessoas no país, mais que em qualquer outra nação ocidental. Cidadãos franceses e residentes no país realizaram a maior parte dos atentados, quase sempre utilizando táticas suicidas.

Analistas concordam com a afirmação do presidente francês, François Hollande, de que o país é o principal alvo do terrorismo por sua reputação de berço da democracia moderna e dos direitos humanos. No entanto, apontam a história colonialista da França, suas tensões demográficas e políticas intervencionistas contra muçulmanos no exterior como as principais motivações por trás dos atos dos terroristas.

A França abriga a maior população muçulmana da Europa, e muitos deles cresceram falando o idioma local nos distritos mais pobres e alienados do país. A tentativa de promover a integração da população muçulmana a uma sociedade secular aumentou as tensões em diversas ocasiões, como nas proibições do uso de véus nas salas de aula, em 2004, e das burcas, em 2010.

“Aqueles que ficaram à margem da sociedade francesa são mais rancorosos que os imigrantes no Reino Unido e na Alemanha”, afirmou o sociólogo Farhad Khosrokhavar ao “New York Times”.

O Marrocos conseguiu sua independência em 1955, a Tunísia em 1956, e a Argélia em 1962. Mas assim como acontece na África Ocidental, onde o capital e as tropas francesas continuam a atuar ajudando governos amigos de Paris, a França nunca retirou completamente sua influência do Norte da África, mantendo um papel muito maior do que o desempenhado pelo Reino Unido em suas antigas colônias. E essa atuação militar nas antigas colônias africanas aumentou durante o governo de Hollande, que em 2013 ordenou uma intervenção no Mali e ainda hoje mantém soldados espalhados pelo continente. Não é surpresa, portanto, dizem os analistas, que a maior parte dos responsáveis por ataques na França tenha laços familiares com o Norte e o Oeste da África, e não com o Oriente Médio.

Os filhos desses imigrantes africanos agora buscam atender ao chamado de recrutamento do EI em níveis bastante superiores aos de outras nações europeias. Cerca de mil cidadãos franceses, a vasta maioria deles descendentes de muçulmanos africanos, viajaram à Síria, ou foram detidos em sua tentativa, desde que o país — que também passou duas décadas sob domínio francês — entrou em ebulição há cinco anos. O EI, por sua vez, intensificou sua propaganda usando jihadistas francófonos em pelo menos nove comunicados emitidos nos últimos três meses, e pedindo que “seus soldados derramem o sangue dos porcos, destruam suas almas e façam a França tremer”.

Em resposta ao ataque que deixou dezenas de mortos em Nice no Dia da Bastilha, Hollande prometeu ampliar a participação francesa na coalizão que combate o EI no Iraque e na Síria. Alguns analistas, no entanto não veem na participação militar francesa um motivo para os ataques. Segundo eles, o país abriga a maior concentração de muçulmanos marginalizados do planeta, que enxergam sua pátria como um local pecaminoso e hostil às tradições islâmicas.

— Não sei dizer se o terrorista que atacou com um caminhão em Nice estava particularmente preocupado com os bombardeios sobre Raqqa — diz o analista François Heisburg, da Fundação de Pesquisa Estratégica.

Para Heisburg, ataques à população francesa utilizando terroristas locais deram ao EI a chance de agir com “sucesso garantido” contra uma nação que representa, aos olhos de seus líderes, “um alvo de descrença, heresia e apostasia”.

oglobo.globo.com | 7/27/16 7:30 AM