Notícias : África Austral

Angola pode ser uma "plataforma de acesso" � �frica Austral
No terceiro dia da visita do Presidente da República a Angola, Cavaco Silva voltou a dirigir-se aos empresários portugueses e pediu para olharem para Luanda como uma "plataforma de acesso aos países da África Austral", onde está um mercado potencial de "250 milhões de consumidores". tv1.rtp.pt | 7/20/10 11:08 PM
Cavaco Silva lembra que Luanda pode ser "plataforma" empresarial para a �frica Austral
Luanda, 20 jul (Lusa) -- O Presidente da República sublinhou hoje aos empresários portugueses que Angola pode funcionar como "plataforma de acesso aos países da África Austral". tv1.rtp.pt | 7/20/10 10:08 PM
Angola deve ser vista como porta para �frica Austral
Angola pode servir como �plataforma de acesso aos países da África Austral� e deve ser vista assim pelas empresas portuguesas. O apelo é de Cavaco Silva, que, na visita a Angola, ouviu a Unita pedir-lhe a assunção, por Portugal, de responsabilidades históricas.


rss.feedsportal.com | 7/20/10 10:04 PM
SADC destaca "progressos" no Zimbabu�, Lesoto e RDCongo, mas "preocupada" com Madag�scar
Maputo, 15 jul (Lusa) -- A Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) está encorajada com os "progressos" alcançados no Zimbabué, Lesoto e na República Democrática do Congo, mas mostra-se ainda "preocupada" com a situação em Madagáscar. tv1.rtp.pt | 7/15/10 10:57 AM
Mo�ambique: SADC destaca "progressos" no Zimbabu�, Lesoto e RDCongo, mas "preocupada" com Madag�scar
Maputo, 15 jul (Lusa) -- A Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) está encorajada com os "progressos" alcançados no Zimbabué, Lesoto e na República Democrática do Congo, mas mostra-se ainda "preocupada" com a situação em Madagáscar. aeiou.expresso.pt | 7/15/10 9:55 AM
Ban Ki-moon Ban sa�da perd�o de homossexuais no Malaui
31/05/2010 - 21h05

O Secretário-Geral disse aos deputados da nação da África Austral que infelizmente alguns Estados ainda criminalizam pessoas com base na orientação sexual. Ele sublinhou que tais leis deveriam ser refomadas.

O Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, saudou a ... Leia mais

www.envolverde.com.br | 6/1/10 9:49 AM
Representa��o brasileira no Parlasul aprova acordo entre Mercosul e �frica Austral

A representação brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul) aprovou o texto do acordo de comércio preferencial entre o bloco sul-americano – que reúne o Brasil, a Argentina, o Uruguai e o Paraguai – e a União Aduaneira da África Austral, integrada pela África do Sul, por Botsuana, pelo Lesoto, pela Namíbia e pela Suazilândia..

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www.diariodepernambuco.com.br | 5/7/10 11:53 AM
Gra�a Machel considera que n�o h� motivos para recear dist�rbios na �frica do Sul
De visita a Lisboa, a antiga primeira dana de Moçambique e África do Sul esteve com o Presidente da República e o primeiro-ministro e tentou captar investimento português para a África Austral e garantiu que não há motivos para recear distúrbios no país durante o Mundial.


rss.feedsportal.com | 4/8/10 12:09 AM
Gra�a Machel considera que n�o h� motivos para recear dist�rbios na �frica do Sul
De visita a Lisboa, a antiga primeira dana de Moçambique e África do Sul esteve com o Presidente da República e o primeiro-ministro e tentou captar investimento português para a África Austral e garantiu que não há motivos para recear distúrbios no país durante o Mundial.


rss.feedsportal.com | 4/8/10 12:09 AM
Igreja africana n�o escapa dos esc�ndalos de pedofilia

A Igreja católica africana não escapa dos escândalos de pedofilia, declarou o chefe da Conferência Episcopal da África Austral, Buti Tlhagale, segundo uma homilia difundida nesta quarta-feira em Johannesburgo..

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www.pernambuco.com | 4/7/10 6:13 PM
Dilma e outros nove ministros deixam cargo para concorrer �s elei��es

Com o fim do prazo para desincompatibilização do cargo, nesta quarta-feira, dez ministros de Estado deixaram suas pastas na manhã desta quarta-feira para disputar eleições em outubro. Além da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, foram exonerados os titulares da Agricultura, Previdência, Comunicações, Desenvolvimento Social, Minas e Energia, Igualdade Racial, Transportes, Integração Nacional e Meio Ambiente.

Em seu discurso de despedida, na solenidade realizada no final desta manhã, no Palácio do Planalto, a hoje ex-ministra Dilma Rousseff preferiu não falar de sua candidatura à sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva. Preferiu agradecer ao presidente pela confiança nela depositada ao longo dos anos em que permaneceu no governo e, ao público, disse apenas que aquela não era uma despedida.

– Não somos aqueles que estão dizendo adeus. Somos aqueles que estão dizendo até breve – disse a candidata.

Ao todo, 70% das trocas foram consolidadas com a nomeação dos secretários-executivos, segundo cargo na escala de comando dos ministérios. As exceções foram as pastas da Agricultura, a qual assumiu o presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Wagner Rossi, nas Comunicações, com posse ao chefe de gabinete de Hélio Costa, José Arthur Filardi Leite, e no Ministério do Desenvolvimento Social, com a assistente social Márcia Lopes.

– Não existe mudança política – disse o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha.

Permanece no cargo

Presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, cotado para ser vice na chapa da ex-ministra-chefe da Casa Civil Dilma Rousseff ao Palácio do Planalto, sinalizou em um jantar com a cúpula do PMDB na noite passada que tende a permanecer no comando da instituição, afirmaram integrantes do partido na madrugada desta quarta-feira. Se a percepção se confirmar, contrariaria todas as expectativas que davam como praticamente certa sua desincompatibilização para disputar, eventualmente, algum mandato na eleição de outubro.

– Acho que ele vai ficar, a não ser que tenha alguma reviravolta – disse a jornalistas o deputado Eunício Oliveira (PMDB-CE), presente ao encontro.

O jantar foi oferecido pelo presidente da Câmara e do partido, deputado Michel Temer (PMDB-SP), e contou com a participação de parlamentares. Em uma de suas intervenções durante o evento, Meirelles chegou a comentar que, se deixasse o BC, não teria chance de exercer plenamente seu mandato no Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês), espécie de Banco Central dos bancos centrais do mundo. Ele foi o primeiro presidente da autoridade monetária brasileira indicado para o Conselho Diretor e também para presidir o Conselho Consultivo das Américas do órgão.

Na véspera, Henrique Meirelles manteve mistério sobre seu futuro político, após encontrar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A reunião serviria para que ele comunicasse sua decisão, mas diante de um pedido do presidente para que permanecesse no cargo até o fim do governo, pediu 24 horas para pensar no assunto.

– Esse negócio de ele ser do conselho dos bancos centrais (BIS) pode pesar – disse um deputado do PMDB sob condição de anonimato.

Meirelles já foi cotado para disputar o governo de Goiás; uma vaga no Senado ou ser o vice na chapa de Dilma Rousseff (PT) na disputa presidencial. Sua indefinição surpreendeu o governo e o próprio partido, ao qual se filiou em setembro de 2009. Todas as apostas nos últimos meses davam conta de um retorno ao mundo político neste ano. No encontro com Lula na véspera, ele teria deixado a impressão de que adiaria o projeto.

– Eu pedi a ele (Lula) 24 horas para pensar sobre este pedido dele (para que permaneça no cargo) – afirmou.

Meirelles fez questão de repetir várias vezes, na breve conversa com jornalistas, o pedido de Lula para ficar no BC.

– Ele (Lula) me fez um pedido para que eu fique no Banco Central até o final deste governo para completar o trabalho de estabilização da economia brasileira e também para assegurar que entregaremos ao próximo governo um Estado crescendo, com inflação na meta e todas as condições para que o Brasil possa manter este ritmo de crescimento nos próximos anos. A opinião dele (Lula) é que, se depender dele, eu fico no Banco Central – concluiu.

Motivos pessoais

Embora a Presidência da instituição deva permanecer inalterada, o mesmo não ocorreu na diretoria. O Banco Central informou nesta quarta-feira que o diretor Mário Mesquita deixou a pasta de Política Econômica "por motivos pessoais, para se dedicar a novos projetos profissionais". Mesquita estava no BC há 3 anos e 9 meses. De acordo com a nota divulgada pela instituição, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, atual diretor de Assuntos Internacionais, ocupará a função de Mesquita.

Para a diretoria de Assuntos Internacionais, o presidente do BC, Henrique Meirelles, encaminhou a indicação de Luiz Awazu Pereira da Silva ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que concordou com a indicação. O nome de Pereira da Silva será agora submetido ao Senado.

Segundo BC, Pereira da Silva atualmente exerce o cargo de diretor regional para o Departamento 2 da África Austral do Banco Mundial, onde é funcionário de carreira. Ele é doutor em Economia pela Université de Paris-I Sorbonne, foi diretor do Departamento de Risco-País e Análise Econômica do Japan Bank for Internacional Cooperation e pesquisador-visitante do Instituto de Política Monetária e Fiscal do Ministério das Finanças do Japão, bem como chefe da assessoria econômica do ministério do Planejamento e secretário de assuntos internacionais do ministério da Fazenda.

www.correiodobrasil.com.br | 3/31/10 10:09 PM
Sequenciado genoma do bispo Desmond Tutu
Os dois primeiros genomas completos de habitantes da África Austral foram sequenciados a partir do ... feedproxy.google.com | 2/17/10 8:28 PM
Brasil foca acordo comercial com emergentes
O chanceler Celso Amorim disse ontem que o Brasil não vai mais apenas apostar nas negociações da Rodada Doha e vê mais chances de avanço nas negociações com países emergentes. Segundo ele, o Brasil terminará 2009 com 60% de suas exportações indo para países emergentes, ante 56% em 2008.Mas Amorim não esconde sua frustração com a falta de acordo em Doha, lançada em 2001, e diz ter esperanças de que as negociações entre países do Sul sejam mais rápidas. "Não podemos colocar todos os ovos em uma cesta só", disse, admitindo que a questão dos subsídios só será resolvida na Organização Mundial do Comércio (OMC), patrocinadora da Roda Doha.

Nos últimos dias, Amorim fez vários anúncios de acordos comerciais. Ontem, foi a vez de o ministro do Comércio do Egito, Rashid Mohamed Rashid, informar que se comprometeu a concluir um acordo de livre comércio com o Mercosul até junho de 2010. "Fechamos um compromisso de que isso ocorra; é do interesse de todos", disse. O Egito importa alimentos e quer exportar têxteis. Também ontem, o Brasil, os países da África Austral e a Índia lançaram a ideia de criação do maior bloco político e comercial do Hemisfério Sul. Rob Davies, ministro do Comércio sul-africano, disse que o projeto pode levar anos.

Amanhã, Amorim espera assinar com outros 18 países do Hemisfério Sul um acordo para o corte de tarifas em 20%. Como o Grupo Estado informou ontem, o Brasil abrirá seu mercado para os produtos dos 30 países mais pobres do mundo. Os beneficiados, como Bangladesh, já calculam os lucros. "Queremos vender têxteis baratos para o Brasil. Quem vai ganhar é a população brasileira de menor renda", afirmou o ministro Mohamed Khan. O ministro de Comércio de Cuba, Rodrigo Malmierca, também pediu a Amorim maior aproximação entre os dois países na área comercial e de investimentos.

Mas o Brasil não é o único a buscar acordos. O México anunciou que não vai mais esperar Doha para abrir seu comércio e buscar mercados. Por isso, reduzirá de 10,4% para 4,3% suas tarifas até 2012 e 65% das linhas tarifárias serão isentas. Enquanto a OMC agoniza e países buscam outras soluções, a Organização das Nações Unidas (ONU) alerta que o desemprego continuará a crescer. "Brasil, Índia e China voltaram a crescer, mas a crise ainda está impactando muitos países emergentes", disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon, em declaração lida na OMC.

Segundo ele, 2009 terminará com 59 milhões de desempregados a mais que em 2008 e o comércio cairá em 11%. "Precisamos fazer melhor para administrar o mercado mundial", disse ele. A ONU apelou para que os governos se comprometam em manter abertos seus mercados e que resistam à "cultura corrosiva do protecionismo". Pascal Lamy, diretor da OMC, acredita que o sistema multilateral está dando conta das pressões globais nas crise, ainda que admita que 2009 passará para a história como um dos mais críticos. "O sistema comercial foi posto à prova e suas regras evitaram a proliferação do protecionismo", disse. ultimosegundo.ig.com.br | 12/1/09 12:03 PM
Brasil isenta pa�ses mais pobres de tarifa de exporta��o
A um ano do fim do governo Lula e com a Organização Mundial de Comércio (OMC) em um impasse, o Itamaraty prolifera anúncios sobre novos acordos comerciais e relança iniciativas de negociações que estavam paralisadas. Poucos, porém, terão um impacto econômico importante e são, por enquanto, ações políticas.

Neste domingo, o chanceler Celso Amorim anunciou aos 30 países mais pobres do planeta que o Brasil deixaria de cobrar tarifas sobre as exportações dessas economias. Em 2010, 80% dos produtos vendidos por esses países entrariam sem pagar impostos no mercado brasileiro. Até 2014, a cobertura chegaria a 100%. Mas Amorim deixou claro que se houver uma expansão rápida das exportações têxteis de Bangladesh, por exemplo, salvaguardas serão impostas. "As devidas proteções serão estabelecidas", afirmou.

O comércio entre esses países e o Brasil é pequeno e a iniciativa tem um impacto político maior que o efeito nas exportações. A Argentina, que terá de autorizar o Brasil a rebaixar suas tarifas por fazer parte do Mercosul, sequer sabia do anúncio de Amorim. "Não estou sabendo de nada", afirmou o subsecretário de Comércio da Argentina, Alfredo Chiaradia.

Amanhã, o Brasil lança negociações para a criação do maior bloco do Hemisfério Sul e na quarta-feira fecha um tratado de preferências tarifárias com outros países emergentes. Entre os países latino-americanos, cresce a percepção de que a Rodada Doha dificilmente será concluída. A ideia do governo, portanto, é a de deixar algum acordo assinado como marca do governo Lula. Em oito anos, o Brasil praticamente não fechou nenhum acordo comercial.

Amanhã, Amorim anuncia o lançamento de uma negociação para a criação de um bloco comercial entre o Mercosul, países africanos e Índia. O ministro do Comércio da África do Sul, Rob Davies, admite que o projeto é apenas "de longo prazo". "Vamos passo à passo. Sem pressa", disse. Davies admite que existe ainda o projeto de usar o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiar projetos de integração regional na África Austral.

Os argentinos, porém, estimam que o projeto pelo menos dá uma demonstração de que o Mercosul quer estabelecer entendimentos com outras regiões. "Não vamos ficar parados. Está na hora de buscar acordos", afirmou ao Estado o negociador-chefe da delegação argentina, Nestor Stancanelli. Amorim admite que, mesmo em uma aproximação com os emergentes, todos precisam de um acordo na OMC. "Só isso vai limitar os subsídios", disse. Pedindo anonimato, um diplomata sul-americano insistiu que o acordo entre os emergentes era apenas "um lance político".

 

Leia mais sobre Comércio Internacional

ultimosegundo.ig.com.br | 11/29/09 6:27 PM
Zimb�bue compra destilaria usada de grupo brasileiro
Uma destilaria inteira de álcool foi desmontada em Diamantina (MG) e será enviada ao Zimbábue, país da África Austral em www.valoronline.com.br | 11/9/09 11:26 AM
SADC anuncia cimeira para impedir fracasso do Governo de unidade nacional
Harare, 31 Out (Lusa) - A Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) realizará uma cimeira para acabar com o impasse político em Harare e impedir o fracasso do governo de unidade nacional, disse sexta-feira o ministro moçambicano Negócios Estrangeiros. tv1.rtp.pt | 10/31/09 10:28 AM
Relator da ONU � detido em aeroporto no Zimb�bue
Harare, 28 out (EFE).- Agentes de imigração detiveram hoje, no aeroporto de Harare, o relator especial das Nações Unidas sobre a Tortura, Manfred Nowak, quando ele chegou ao Zimbábue com a intenção de iniciar uma visita de oito dias ao país, informaram à Agência Efe testemunhas do fato."Vários indivíduos se aproximaram a ele, tiraram seu passaporte e o retiveram", disse à Agência Efe Kumbirai Mafunda, porta-voz da organização Advogados Zimbabuanos pelos Direitos Humanos (ZLHR, na sigla em inglês), que afirmou que "o conduziram a uma sala anexa ao local de chegadas".

Nowak tinha sido convidado pelo Governo do Zimbábue para visitar o país de hoje até 4 de novembro, mas, no último minuto, quando já se encontrava em Johanesburgo em trânsito para Harare, foi solicitado para que não viajasse ao país, segundo informou a ONU hoje, em comunicado divulgado em Genebra.

As autoridades zimbabuanas argumentaram que não podiam receber o relator nas datas propostas devido ao processo de consultas entre o Governo, que sofre uma grave crise, e a Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral.

Por esse motivo, o Ministério de Assuntos Exteriores do Zimbábue, controlado pela União Nacional Africana do Zimbábue-Frente Patriótica (Zanu-PF), partido do presidente, Robert Mugabe, cancelou o convite a Novak.

Nowak disse que entendia que esse fato podia ter modificado sua agenda de reuniões com membros do Governo, mas que não era razão suficiente para suspender sua visita.

Além disso, lembrou que "ativistas políticos e defensores de direitos humanos foram detidos e intimidados nos últimos dias", o que "mostra a urgência de uma missão de investigação objetiva por um analista independente da ONU". EFE rt/pd ultimosegundo.ig.com.br | 10/28/09 11:51 PM
Observador do EISA espancado no distrito de Manica
Maputo, 28 Out (Lusa) - Um observador às eleições moçambicanas terá sido hoje espancado e expulso de uma mesa de voto, pela polícia e pelo chefe comunitário, no distrito de Sussundega, província de Manica, disse à Lusa fonte do Observatório Eleitoral da África Austral (EISA). tv1.rtp.pt | 10/28/09 11:12 PM
Mugabe recebe delega��o de alto n�vel da UE pela primeira vez em sete anos
O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, disse neste sábado que as primeiras conversações de alto nível com representantes da União Europeia (UE) em sete anos correram bem. Depois de receber uma delegação do bloco na capital do país, Harare, Mugabe voltou a pedir a suspensão das sanções internacionais impostas desde 2002.O presidente do Zimbábue disse que não é o responsável pelos problemas do país, e que eles são causados pelas sanções e pelos governos ocidentais.

Os representantes da UE também saudaram o encontro com o presidente, mas indicaram que ainda não é apropriado acabar com as sanções. A equipe europeia reclamou de violações dos direitos humanos e de lentidão na implementação de reformas e de um acordo de compartilhar o poder com a oposição, assinado há cerca de um ano.

A delegação da UE também vai se encontrar com o primeiro-ministro do Zimbábue, Morgan Tsvangirai, do MDC (Movimento para Mudança Democrática).

O chefe da delegação, o comissário para Desenvolvimento e Ajuda Humanitária, Karel De Gucht, disse que espera que o presidente perceba que há necessidade de "maior entendimento entre as três principais figuras no país - ele mesmo, o primeiro-ministro e o vice-primeiro-ministro".

Sanções
Depois de conturbadas eleições presidenciais no Zimbábue em 2002, a União Europeia proibiu a venda de armas ao país, congelou todo o apoio financeiro (exceto humanitário) e proibiu que Mugabe e alguns de seus aliados pisem em solo europeu. Apesar disso, o presidente do Zimbábue foi autorizado a ir a Lisboa para a Cúpula UE-África em dezembro de 2007.

Os Estados Unidos proibiram transações comerciais de empresas americanas com 250 cidadãos e 17 empresas do Zimbábue, e Canadá, Austrália e Grã-Bretanha adotaram medidas punitivas extras contra o regime de Mugabe.

Em um discurso na sexta-feira, Mugabe criticou as medidas e acusou os brancos de desejarem "enfiar o nariz deles em nossos assuntos".

"Nós permanecemos firmes. (...) Sanções ou não, o Zimbábue continua sendo nosso", disse o presidente em uma reunião com a ala jovem de seu partido, Zanu-PF.

O líder da oposição, Morgan Tsvangirai, quer que a suspensão das sanções seja condicionada ao cumprimento do acordo para um governo conjunto. Na semana passada, contudo, líderes da SADC (Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral) rejeitaram essa proposta.

O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, que criticou Mugabe no passado, contrariou as expectativas de apoiar Tsvangirai e disse que a suspensão de sanções deve ser incondicional. ultimosegundo.ig.com.br | 9/12/09 2:06 PM
Brasil, �ndia e �frica do Sul querem aumentar com�rcio em US$ 25 bi
BRASÍLIA - Brasil, Índia e África do Sul querem aumentar o comércio multilateral em US$ 25 bilhões até 2015. Essa é a meta proposta pelos ministros de Relações Exteriores dos três países, definida hoje durante a 6ª reunião de Ministros de Relações Exteriores do Fórum de Diálogo Índia, Brasil e África do Sul, em Brasília.O ministro das Relações Exteriores brasileiro, Celso Amorim, disse que o comércio entre os três países é significativo e já atinge mais de US$ 10 bilhões. "Queremos aumentar ainda mais essas trocas e há desafios comerciais. Há pouco tempo entrou em vigor o acordo entre o Mercosul e a Índia. Assinamos um acordo Mercosul-Sacu [União Aduaneira da África Austral] e temos como projeto trabalharmos por um acordo entre o Mercosul, Índia e Sacu", afirmou.

O acordo de comércio entre o Mercosul e a Índia foi aprovado pelo Congresso Nacional brasileiro em abril deste ano.

Para o ministro de Relações Exteriores da Índia, Shri S. M. Krishna, apesar de ambiciosa, a meta é possível. "Parece uma meta ambiciosa, mas tenho certeza que é possível alcançá-la", disse. Ele afirmou ainda que já estão em andamento as negociações comerciais entre o Mercosul e a Índia.

A ministra de Relações Exteriores da África do Sul, Maite Nkoana-Mashabane, disse que a África do Sul também está "comprometida em aumentar o comércio" entre os três países.

Os ministros da Índia e África do Sul fizeram críticas aos países desenvolvidos por conta da crise financeira internacional. O ministro indiano disse que os países desenvolvidos "não enxergaram a crise que estava vindo". "Apesar disso, algumas de nossas economias tiveram um crescimento de 6%" do PIB [Produto Interno Bruto] ", disse Krishna.

A ministra sul-africana disse que, por mais que a crise tenha afetado os países em desenvolvimento, "nenhum dos nossos bancos fez com que os nossos cidadãos tenham perdido sua poupança", afirmou. Maite Mashabane acrescentou, ainda, que está na hora de fazer reformas nesse sentido.

Em comunicado conjunto, os três países disseram que a crise financeira internacional requer que tanto os países desenvolvidos quantos os em desenvolvimento tomem sua parte de responsabilidade e façam ações coordenadas. Com isso, eles sublinharam a importância de uma responsabilidade global em relação ao perigo imediato da crise, principalmente, para as nações em desenvolvimento.

O comunicado também reforça a necessidade de as instituições internacionais que regulam o sistema financeiro realizarem uma supervisão sistêmica e desenvolverem um sistema econômico seguro. O Fundo Monetário Internacional (FMI) foi apontado como o melhor órgão para fazê-lo. Brasil, Índia e África do Sul também mencionaram a necessidade de se realizar uma reforma das instituições multilaterais internacionais, como o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), de forma que os países em desenvolvimento tenham uma maior participação nas esferas de decisão.

(Agência Brasil) ultimosegundo.ig.com.br | 9/1/09 10:23 PM
Angola abre regi�es inexploradas aos ca�adores de dinossauros
Angola, sinônimo de petróleo e de diamantes, oferece hoje outras riquezas inexploradas aos paleontólogos, sob a forma de raras ossadas de dinossauros que uma longa guerra civil impediu de satisfazer a curiosidade dos cientistas. "Angola, é o último território desconhecido para os paleontólogos", afirma Louis Jacobs, da Universidade Metodista de Dallas, Texas (EUA), membro de uma equipe internacional de caçadores de dinossauros que tem a missão de explorar esse país da África Austral. noticias.terra.com.br | 8/24/09 6:22 PM
V�rios acordos assinados em Luanda durante visita de PR sul-africano
Luanda, 19 Ago (Lusa) - Angola e África do Sul vão assinar vários acordos de cooperação bilateral, tendo em vista o reforço das relações entre os dois países ambos pertencentes à Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC). tv1.rtp.pt | 8/19/09 10:16 PM
L�der do golpe em Madagascar autoriza que presidente deposto volte ao pa�s
Maputo, 8 ago (EFE).- O governante de fato de Madagascar, Andry Rajoelina, disse hoje que o presidente eleito do país, Marc Ravalomanana, a quem depôs em um golpe de Estado em março e que vive exilado na África do Sul, pode voltar ao país, mas deverá ser submetido a julgamento por desvio de fundos públicos.Os dois políticos, assim como os ex-chefes de Estado malgaxes Didier Ratsiraka, atualmente exilado na França, e Albert Zafy mantêm negociações desde quarta-feira em Maputo para tentar restabelecer a ordem constitucional em Madagascar.

A estatal "Rádio Moçambique" citou o ex-presidente moçambicano e mediador da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC, na sigla em inglês) na crise malgaxe, Joaquim Chissano, dizendo que Rajoelina aceitou, com condições, que Ravalomanana volte a Madagascar após nove horas de discussões.

As negociações começaram sexta-feira à noite e só terminaram nesta madrugada.

Na quinta-feira, as partes aceitaram uma anistia para Ratsiraka, que, em 2002, rejeitou as eleições que deram a vitória a Ravalomanana, o que originou uma crise política e militar que causou centenas de mortos e só terminou quando o ex-presidente deixou o país rumo ao exílio.

Segundo Chissano, os negociadores também a chegaram um consenso sobre a formação de um novo Parlamento e a constituição de um Governo de transição que organizará eleições na ilha.

Um dos pontos que ainda deve ser decidido hoje, no penúltimo dia das negociações, se refere à maneira de escolher o presidente do novo Parlamento e o chefe do Governo de unidade da transição, informou a "Rádio Moçambique". EFE rb/db ultimosegundo.ig.com.br | 8/8/09 10:58 AM