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Baixo índice de chuvas em África se deve a aquecimento do Índico
Um estudo co-financiado pela Agência Espacial Americana (NASA) definiu a existência de uma relação entre a baixa da pluviometria na África Oriental e Austral e o reaquecimento das águas do Oceano Índico.
www.nexus.ao |
8/8/08 3:47 PM
Moçambique: SADC vai enviar 400 observadores à segunda volta das presidenciais zimbabuenas
Em declarações aos jornalistas à margem de um encontro sobre integração regional, que junta a partir de hoje em Maputo representantes da SADC, União da África Oriental (EAU, na sigla em inglês) e do M...
ww1.rtp.pt |
6/13/08 5:12 PM
General americano diz que Irã e Síria podem causar corrida armamentista
Washington, 22 mai (EFE) - O general David Petraeus, chefe de operações dos Estados Unidos no Iraque, afirmou hoje perante o Senado americano que a falta de transparência do Irã e da Síria sobre seus programas nucleares poderia gerar uma "corrida armamentista desestabilizadora" na região. "A proliferação nuclear, além disso, cria temores sobre a aquisição de artefatos nucleares por parte de grupos terroristas transnacionais", advertiu Petraeus durante uma audiência que confirmou-o à frente do Comando Conjunto Central, que abrange 27 países desde o leste da África Oriental até o Afeganistão. Ao início da audiência no Comitê das Forças Armadas do Senado, Petraeus disse que as principais ameaças na região são a presença da Al Qaeda, a proliferação de armas de destruição em massa, e a "falta de transparência nos esforços de países como Irã e Síria para o desenvolvimento de programas nucleares". Assim, Petraeus considerou que os Estados Unidos devem persuadir a Síria de que uma corrida armamentista na região, o apoio a terroristas e uma desestabilização no Líbano não trazem quaisquer benefícios ao país. O Governo de Damasco negou a existência de instalações nucleares. Petraeus expressou confiança em que as negociações de paz entre Israel e Síria contribuam para reduzir as tensões na região. Por outra parte, o general disse que a falta de desenvolvimento econômico sustentável em vários países da região também têm o potencial de se convertê-los em criadou...
ultimosegundo.ig.com.br |
5/22/08 3:57 PM
Governo e oposição chegam a acordo sobre caráter de coalizão no Quênia
Anúncio de divisão de poder deve encerrar crise política no país da África Oriental.
Conflitos depois de eleição deixaram 1.500 mortos e 300 mil refugiados na nação.
g1.globo.com |
4/12/08 7:25 PM
Efeito estufa amplia risco de fome no mundo
As mudanças climáticas poderão, já nas próximas duas décadas, ter efeitos negativos profundos sobre a agricultura e o sistema de alimentação, com consequências graves especialmente para os países mais pobres. É o que aponta artigo publicado na edição da revista Science deste mês. O autor principal do estudo detalhado é David Lobell, do Instituto Woods para o Meio Ambiente, da Universidade de Stanford. No boletim eletrônico da Science, assinam o texto Molly Brown, da Agência Espacial Norte Americana (Nasa), e Christopher Funk, da Universidade da Califórnia. “O aumento das temperaturas e o declínio das precipitações nas regiões semi-áridas vão reduzir os rendimentos do milho, trigo, arroz e outras culturas primárias. As mudanças podem ter impacto substancial na segurança alimentar global”, destaca a publicação. Eventos naturais como o aquecimento do Oceano Índico e o agravamento do fenômeno El Niño deverão, segundo os autores do estudo, reduzir as temporadas de chuva nas Américas, África e Ásia, onde comunidades já têm sofrido, desde 1990, com o aumento dos preços das commodities (produtos primários negociados em bolsas de mercadorias) e o declínio da área per capita cultivada . Os cientistas garantem já ser possível projetar uma situação de insegurança alimentar consolidada. “Muitos fazendeiros consomem seus próprios produtos e vendem nos mercados locais. Expostos às variações climáticas, produzem menos, a renda diminui e aumentam os custos de manutenção do consumo básico. A fome em larga escala pode acontecer mesmo se houver comida nos mercados, importada de outros lugares”, explicam no estudo. Seca Como milhões de pessoas sobrevivem com o que produzem, o estudo sustenta que “provavelmente haverá mais fome” se as mudanças climáticas reduzirem a produção e a população aumentar. Países de pequeno orçamento que tiveram a receita nacional afetada pela seca já enfrentam mais dificuldade de comprar grãos no mercado internacional. Browm e Funk citam o exemplo da Tanzânia, onde o acesso à comida para os pobres foi reduzido em função de recentes aumentos do preço de grãos. E, ressalta a publicação, o país da África Oriental ainda teria que “competir pelo milho” com a produção de etanol e com criadores de suínos nos Estados Unidos. Combinados com a produção reduzida, o aumento dos preços do óleo, a globalização do mercado de grãos, o aumento da demanda por biocombustíveis e o aumento do consumo per capita na Índia e na China foram citados como fatores agravantes. “Estas mudanças podem elevar o custo dos alimentos em 40% ou mais em muitas áreas de insegurança alimentar”. www.correiodobrasil.com.br | 2/11/08 11:33 AM
14 milhões de quenianos vão às urnas em meio a acusações de fraudes
Cerca de 14 milhões quenianos vão às urnas nesta quinta-feira para eleger um novo presidente, em meio a longas filas nas zonas eleitorais e atrasos em algumas partes do país. Um dos candidatos favoritos, o opositor Raila Odinga, só conseguiu votar depois de solucionados problemas técnicos que estão afetando a votação.
Segundo a correspondente da BBC na África Oriental Karen Allen, o caos e a confusão tomaram conta do pleito na segunda maior favela da África, Kibera, na capital, Nairóbi. Observadores da União Européia pediram que as zonas eleitorais na área funcionem por mais duas horas, já que centenas de pessoas não conseguiram depositar seu voto. Allen afirma que Kibera é onde Raila Odinga, o principal adversário do atual presidente Mwai Kibaki, tem mais apoio. Os problemas técnicos paralisaram a votação por várias horas, e medidas de segurança foram tomadas no local para evitar a violência. Os quenianos acordaram cedo para participar do que está sendo considerada a maior batalha política já vista no país. Mwai Kibaki chegou ao poder em 2002, encerrando o período de governo de 24 anos de Daniel Arap Moi, prometendo acabar com a corrupção e afirmando promover o crescimento económico. Sob seu comando, o Quênia tem registrado bom desempenho na área econômica, mas quenianos mais pobres reclamam que não vêem os frutos da prosperidade. Alguns analistas dizem também que o presidente fracassou no combate à corrupção, e tem menos popularidade que seu rival, Raila Odinga. O reporter da BBC Keith Adams diz que, com as plataformas dos dois principais candidatos tão similares, o resultado pode ser influenciado pela divisão étnica do país. Enquanto o presidente Kibaki faz parte dos Kikuyu, a força dominante na política desde 1963, Odinga é da tribo Luo, aliada de outras tribos menores em um esforço de contrabalançar o poder da tribo mais forte. A campanha dos candidatos foi marcada por acusações de que o governo estaria preparando fraudes na votação. – São apenas acusações", disse à BBC o chefe da equipe de observadores da União Européia, Alexander Graf Lambsdorff. Alfred Mutua, porta-voz do governo, disse que o processo todo será transparente, aberto e rápido. – Este é um governo que convidou mais de 30 mil observadores internacionais e locais, que estão em todos os centros de votação. As acusações são uma propaganda da oposição, que quer rejeitar a escolha do povo, afirmou. www.correiodobrasil.com.br | 12/27/07 10:35 AM
Al-Qaeda recruta adolescentes, diz inteligência britânica
O chefe do serviço interno de inteligência da Grã-Bretanha, o MI5, advertiu nesta segunda-feira que a rede Al-Qaeda está recrutando adolescentes de até 15 anos para realizar atos de "terrorismo".
Jonathan Evans, que assumiu o cargo em meados deste ano, repetiu avaliações anteriores de serviços de segurança de que a Al-Qaeda está empenhada em uma campanha deliberada contra a Grã-Bretanha. Segundo o chefe do MI5, a organização de Osama Bin Laden agora planeja e inspira ataques contra a Grã-Bretanha a partir do Oriente Médio e da África Oriental, além de sua mais conhecida base, o Paquistão. Evans disse que "terroristas" agora estão recrutando jovens de forma metódica e intencional e até crianças e jovens com 15 ou 16 anos foram implicados em "atividades relacionadas com terrorismo" neste ano. De acordo o chefe do MI5, embora a maioria dos ataques dos últimos cinco anos tenha sido planejada por uma liderança da Al-Qaeda nas áreas tribais do Paquistão, os serviços de inteligência agora estão vendo processos semelhantes no Iraque e na África Oriental, particularmente na Somália. Extremistas potenciais No ano passado, o então chefe do MI5 havia declarado que eram conhecidos 1,6 mil extremistas islâmicos violentos na Grã-Bretanha. Nesta segunda-feira, Jonathan Evans disse que o número agora é 2 mil. Há pelo menos 2 mil pessoas na Grã-Bretanha que representam uma ameaça à segurança nacional por causa de seu apoio "ao terrorismo", segundo Evans. E, na opinião do chefe do MI5, o problema representado por extremistas islâmicos ainda não "atingiu o seu pico". — Nós vamos fazer o máximo para conter a ameaça física de ataques, mas isoladamente isso é apenas uma contenção —, afirmou. Evans disse ainda que é "inevitável" que, embora tenham atraído a atenção da polícia e dos serviços de segurança, indivíduos suspeitos ainda possam realizar atos de "terrorismo". — Cada decisão dos serviços de segurança para investigar alguém representa uma decisão de não investigar uma outra pessoa —, afirmou. www.correiodobrasil.com.br | 11/5/07 7:36 PM
Etiópia só entra agora no século XXI
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Homo Habilis e Homo Erectus viveram lado-a-lado
O Homo Erectus e o até agora considerado seu antepassado Homo Habilis viveram durante muito tempo lado-a-lado na África Oriental, revela um estudo da revista «Nature», pondo em causa a actual teoria da evolução humana.
www.tsf.pt |
8/8/07 11:15 PM
Tráfico de crianças aumenta
UNICEF aletta para o problema na África Oriental e Austral
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6/16/07 9:51 PM
WWF: população de gorilas-das-montanhas em ligeira recuperação
Em Bwindi, no UgandaDepois de uma década de esforços de conservação, os gorilas-das-montanhas na África oriental mostram uma tímida recuperação, segundo um censo de 2006 aos 340 animais do Parque Nacional de Bwindi, Uganda, onde vive quase metade da população mundial desta subespécie, revela hoje a organização WWF. www.publico.clix.pt | 4/20/07 8:17 PM
Terra pode ter 'climas inéditos' em 2100
Um estudo publicado na edição desta semana da prestigiosa revista científica americana "PNAS" traça um quadro sombrio para os ambientes do planeta no final deste século. Segundo a pesquisa, vastas regiões da Terra poderão estar tomadas por dois fenômenos igualmente aterradores no ano 2100: o surgimento de climas que não se parecem com nada que conhecemos hoje e o desaparecimento de climas típicos do mundo atual.
Como os chamados envelopes climáticos (as condições de temperatura, umidade e outras variáveis típicas de cada região) são essenciais para a manutenção dos ambientes naturais, isso significa que muitos deles poderão simplesmente sumir sem deixar vestígio levando consigo boa parte da diversidade de vida existente na Terra hoje. O trabalho coordenado por John Williams, da Universidade de Wisconsin em Madison (Estados Unidos), envolve uma boa parcela de incertezas, tal como acontece com quase todas as projeções envolvendo a mudança climática global. Williams e seus colegas usaram como base o aquecimento previsto pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática), órgão da ONU considerado a autoridade máxima no tema. O IPCC usa uma série de cenários projeções para o futuro feitas com base em vários pressupostos, os principais envolvendo a quantidade de dióxido de carbono (o mais importante gás causador do aquecimento global) a ser lançada na atmosfera. Segundo o IPCC, o cenário mais otimista envolveria um aumento de cerca de 1,8 grau Celsius nas temperaturas médias globais, enquanto um dos mais pessimistas incluiria um aquecimento de 3,4 graus Celsius. No novo estudo, os pesquisadores usaram simulações para ver o que aconteceria com os climas da Terra em cada um desses cenários. O resultado: no cenário mais pessimista, entre 12% e 39% do planeta abrigaria climas totalmente 'inéditos', enquanto entre 10% e 48% da Terra teriam regimes climáticos em fase de desaparecimento. No cenário mais pessimista, a fração estimada tanto para climas 'inéditos' quanto para climas em desaparecimento fica entre 4% e 20% da superfície terrestre. Agora, a notícia realmente ruim: nas simulações, essas áreas em polvorosa correspondem justamente a regiões com altíssima biodiversidade. A Amazônia e a floresta tropical da Indonésia, por exemplo, estariam entre as regiões com climas sem nenhuma semelhança com os existentes hoje. Pior ainda, as áreas com climas em fase de desaparecimento as áreas montanhosas dos Andes e da América Central, a África Oriental, a região no extremo sul da África correspondem quase sempre aos chamados hotspots, as fatias da Terra com maior número de espécies ameaçadas por quilômetro quadrado. Toda essa riqueza poderia simplesmente sumir se ações rigorosas não forem tomadas para desacelerar o aquecimento. correiodobrasil.cidadeinternet.com.br | 3/27/07 4:12 AM
Quénia: suspeito de atentados em 2002 detido
Foi detido na África Oriental e transferido para Guantanamo
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3/27/07 12:05 AM
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