Notícias : África Oriental

José Mourinho revelou lado divertido em férias no Quénia
Depois de ter estado no Algarve, o treinador do Real Madrid divertiu-se com a família nas praias da África Oriental, antes de começar a trabalhar na capital espanhola.


rss.feedsportal.com | 7/27/10 9:20 PM
Indústria farmacêutica por trás de polêmicas leis
24/05/2010 - 00h05

Kampala, 24/5/2010 – A pressão das indústrias farmacêuticas em favor de leis contra produtos falsificados na África oriental começou em 2006, quando a Organização Mundial de Aduanas (OMA) realizou na capital de Uganda seu primeiro seminário sobre direitos ... Leia mais

www.envolverde.com.br | 5/24/10 10:30 AM
Casal gay condenado a 14 anos de prisão no Malawi
Um casal de homens homossexuais foi condenado a 14 anos de prisão no Malawi, país da África Oriental. Os homens foram considerados culpados por perversidade sexual e atentado grave ao pudor.


rss.feedsportal.com | 5/20/10 6:02 PM
Cientistas identificam possível novo ancestral do homem na África do Sul
Um cientista da universidade de Witwatersrand, na África do Sul, anunciou ter descoberto fósseis de duas criaturas hominídeas com mais de dois milhões de anos, que poderiam ser o elo entre espécies mais antigas e as mais modernas, conhecidas como homo, entre as quais está a de pessoas atuais.

Lee Berger afirmou à BBC que a descoberta, nas cavernas de Malapa, perto de Joanesburgo, foi feita por acaso em 2008, quando ele e o filho de 9 anos passeavam no local, identificado como um potencial sítio arqueológico graças a uma aplicativo do Patrimônio Histórico Mundial acoplado ao programa Google Earth.

AFP

Fóssil de hominídio encontrado é exibido na África do Sul

A descoberta do Australopithecus sediba foi publicada na última edição da revista científica Science, e os cientistas que assinam o artigo dizem que os esqueletos preenchem uma brecha importante no desenvolvimento das espécies hominídeas.

"Eles estão no ponto em que acontece a transição de um primata que anda sobre duas pernas para, efetivamente, nós", disse Berger.

"Acho que provavelmente todos estão conscientes de que este período, entre 1,8 milhão a 2 milhões de anos atrás, é um dos mais mal representados em toda a história fóssil dos hominídeos. Estamos falando de um registro muito pequeno, um fragmento."

Sepultamento rápido

Muitos cientistas veem os australopitecos como ancestrais diretos do Homo, mas a localização exata do A. sediba na árvore genealógica humana vem causando polêmica. Alguns acreditam que os fósseis podem ter sido da espécie Homo.

O que se sabe é que as criaturas de Malapa viveram às vésperas do domínio da espécie Homo. Inclusive, alguns esqueletos encontrados na África Oriental que se atribuem a espécies de Homo seriam até um pouco mais antigos que as novas descobertas.

Mas o A. sediba apresenta uma mistura de detalhes e características como dentes pequenos, nariz proeminente, pélvis muito avançada e pernas longas semelhantes às que temos atualmente.

No entanto, a espécie tinha braços muito longos e um crânio pequeno que lembra o da espécie australopitecus, muito mais antiga, à qual Berger e seus colegas associaram a descoberta.

Os ossos foram encontrados a cerca de um metro uns dos outros, o que indicaria que eles morreram na mesma época ou pouco tempo depois do outro.

Os especialistas dizem que os fósseis podem até ser de mãe e filho e que é razoável presumir que pertenciam ao mesmo bando.

Não se sabe se eles moravam no complexo de cavernas em Malapa ou se acabaram presos por ali, depois que ter sido arrastados para um lago ou piscina subterrâneos, talvez durante uma tempestade.

Os ossos dos dois espécimes foram depositados perto de outros animais mortos, entre eles um tigre dente-de-sabre, um antílope, ratos e coelhos. O fato de nenhum dos corpos ter sinais de ter sido comido por outros animais indica que morreram e foram sepultados repentinamente.

"Achamos que deve ter havido algum tipo de calamidade na época que tenha reunido todos esses fósseis na caverna, onde ficaram presos e, finalmente, sepultados", afirmou o professor Paul Dirks, da universidade James Cook, na Austrália.

Todos os ossos ficaram preservados em sedimentos clásticos calcificados que se formam no fundo de poças d'água.

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ultimosegundo.ig.com.br | 4/8/10 5:50 PM
OMS garante que gripe A está sob controle
Genebra, 6 abr (EFE).- A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta terça-feira que a pandemia de gripe A está sob controle, e, um ano após terem sido descobertos os primeiros casos na América do Norte, o vírus causou 17.483 vítimas fatais no mundo todo.

Segundo a própria OMS, a gripe sazonal mata cerca de meio milhão de pessoas no mundo todo a cada ano.

A agência sanitária da ONU destaca em seu último boletim sobre a evolução do vírus da gripe A que ele se encontra ativo, principalmente em certas zonas tropicais da Ásia, América e África, mas de maneira geral a atividade gripal segue em níveis "baixos".

Entre os dados apresentados, a OMS destaca que houve uma importante redução de casos na China, mas "nas últimas semanas entre 20 e 30% de amostras analisadas em laboratório deram positivo".

Embora o vírus tipo A siga ativo na maior parte do mundo, em alguns países do sudeste asiático, da África oriental e no norte e no leste da Europa foi detectado que predomina o vírus B da gripe sazonal.

Sobre a situação no continente americano, a OMS indica que a atividade gripal se mantém baixa, embora Brasil, Guatemala, Nicarágua, El Salvador, Panamá, Peru e Bolívia tenham confirmado pelo menos durante uma semana de março um aumento na incidência doenças respiratórias relacionadas com a gripe A.

O aumento da transmissão do vírus se associou em vários casos a surtos em escolas. Segundo a OMS, a área mais ativa da gripe na América Latina é o norte do Brasil. EFE is/fm ultimosegundo.ig.com.br | 4/6/10 9:20 AM
Irlanda liberta 3 dos 7 detidos por planos de assassinato de chargista
Londres, 13 mar (EFE).- As autoridades irlandesas colocaram em liberdade vigiada três dos sete detidos esta semana por envolvimento com um suposto plano para assassinar o chargista sueco Lars Vilks, que desenhou Maomé montado sobre um cachorro.São eles um casal de líbios e uma mulher palestina, libertados ontem após três dias de interrogatório. Outros três homens e uma mulher seguem detidos - outro cidadão da Líbia, um da Argélia, um croata e uma americana.

Esta última foi identificada como Jamie Paulin-Ramírez, de 31 anos, por sua mãe, Christine Mott.

Mott disse à imprensa irlandesa que o FBI (Polícia Federal americana) havia lhe informado da detenção.

Um grupo terrorista iraquiano vinculado à Al Qaeda ofereceu US$ 100 mil para quem matar o chargista, que fez os desenhos do profeta no jornal sueco "Nerikes Allehanda".

Em janeiro, Vilks recebeu ameaças de morte por telefone. As ligações eram procedentes da Somália, de acordo com a Polícia alemã.

As ameaças sucederam uma tentativa de ataque a Kurt Westergaard, chargista da publicação dinamarquesa "Jyllands-Posten", que também retratou Maomé em charges no ano de 2005.

Segundo a Polícia dinamarquesa, homem que tentou agredir Westergaard com um machado está em prisão preventiva, tem vínculos com o movimento islâmico somali Al Shabab e com a Al Qaeda na África Oriental.

O desenhista dinamarquês foi alvo de ameaças e ataques desde 205, quando publicou algumas charges do profeta Maomé que provocaram uma onda de protestos em vários países de religião muçulmana, deixando 150 mortos.

O Islã considera uma ofensa a representação do profeta Maomé em imagens. EFE.

fpb/dp ultimosegundo.ig.com.br | 3/13/10 11:49 AM
Feridas do tsunami ainda estão abertas na Ásia cinco anos depois
Pelo menos 217 mil mortos, mais de um milhão de desabrigados e cerca de 30 mil órfãos: estes são os números da tragédia causada por um tsunami que, no dia 26 de dezembro de 2004, devastou as costas de inúmeros países do Oceano Índico.No começo da manhã (07h58 locais), um terremoto de 9,3 graus na escala Richter foi registrado na província indonésia de Aceh e provocou uma onda gigantesca de 15 metros de altura que atingiu com enorme intensidade o litoral do país.

O terremoto desencadeou um tsunami em todo litoral do Oceano Índico afetando, não somente a Indonésia, mas também o Sri Lanka, a Índia, a Tailândia e, inclusive, a parte oriental da África.

Somente na Indonésia morreram ou desapareceram mais de 168 mil pessoas, outras 31 mil no Sri Lanka, 16.389 na Índia e 5.395 na Tailândia, dos quais 2.248 eram cidadãos de 37 nacionalidades diferentes.

Entre os outros países asiáticos atingidos pelo tsunami, as Ilhas Maldivas registraram 82 mortos e 26 desaparecidos, a Malásia 68 mortos, Mianmar 61 e Bangladesh dois mortos.

A tragédia tocou até a África oriental, com 298 mortos na Somália, 10 na Tanzânia e um no Quênia. Outros 50 países tiveram também vítimas devido ao grande número de turistas presentes na região quando aconteceu a tragédia.

As ondas ainda deixaram mais de um milhão de pessoas desabrigadas. Na Indonésia foram cerca de 67 mil desalojados.

O tsunami afetou 1,5 milhão de crianças, de acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Desta cifra, mais de 30 mil ficaram órfãos de pai ou de mãe.

A organização americana "Save the Children" destacou que mais de 150 mil crianças perderam suas casas somente na província de Aceh.

A ajuda emergencial chegou rapidamente à área afetada após a tragédia, devido à mobilização sem precedentes levada à frente pela comunidade internacional.

O tsunami também foi nefasto para o meio ambiente, com importante danos em Aceh e em 66 praias da Tailândia, que tiveram de ser limpas com a retirada de 23 mil toneladas de detritos somente na ilha de Phi Phi (sul).

Sri Lanka, Índia, Maldivas e Tailândia se esforçam no momento para convencer os turistas a voltar às suas praias consideradas paradisíacas e que há cinco anos se converteram em campos da morte.

burs-as/sd

ultimosegundo.ig.com.br | 12/25/09 11:16 PM
Piratas atacam navio norte-americano na costa da Somália
NAIRÓBI - A força antipirataria da União Europeia informou nesta quarta-feira que piratas da Somália atacaram novamente o navio de bandeira norte-americana Maersk Alabama, que já havia sido atacado em abril deste ano.

 

A Força Naval da União Europeia afirmou que os piratas dispararam tiros com armas automáticas contra o navio, mas os guardas a bordo da cargueiro reagiram e conseguiram repelir o ataque.

O navio Maersk Alabama já havia sido atacado em abril deste ano, quando os piratas tomaram o capitão do navio, o americano Richard Phillips, como refém. Phillips ficou sequestrado por cinco dias em um bote salva-vidas, até que atiradores de elite dos EUA mataram três piratas e conseguiram resgatar o capitão.

O comandante John Harbour, porta-voz da Força Naval da UE, afirmou que o Maersk Alabama foi atacado por coincidência e que a tentativa de sequestro não tem relação com o ataque anterior. Harbour afirmou que todos os navios que navegam pela costa da África Oriental comrrem o risco de ataques piratas.


Foto de arquivo mostra o navio atacado / AP

Resgates

Os ataques de piratas aumentaram rapidamente nos últimos anos. Mais de 130 foram registrados em 2008, incluindo mais de 50 sequestros.

Os piratas normalmente liberam os navios e suas tripulações depois do pagamento de altos resgates pelas empresas de transportes marítimos.Calcula-se que, apenas no ano passado, foram pagos mais de US$ 80 milhões em resgates.

O aumento da frequência dos ataques levou a um maior patrulhamento das águas sem lei do Golfo de Áden. Somália e Iêmen, países que margeiam o golfo, não tem condições de impedir a atuação dos criminosos.

O Golfo de Áden é uma das rotas marítimas mais usadas no mundo para o escoamento de mercadorias entre Europa e Ásia pelo Mar Vermelho.

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ultimosegundo.ig.com.br | 11/18/09 11:57 AM
Preços dos alimentos seguem em alta nos países pobres
10/11/2009 - 17h11

Estudo da FAO revela que a boa produção mundial de cereais em 2009 não foi suficiente para baixar os preços dos produtos nas nações mais carentes; situação é particularmente preocupante na África Oriental.

Os preços dos produtos ... Leia mais

www.envolverde.com.br | 11/10/09 8:57 PM
Elefantes órfãos recebem cuidados em parque no Quênia
Bebês elefantes são alimentados em parque nacional de Nairóbi. Eles foram abandonados numa das piores secas na África oriental. g1.globo.com | 10/14/09 1:51 PM