Notícias : Chade

Chade n�o entrega Al-Bashir ao TPI
O Chade recusa-se a deter o presidente do Sudão ao abrigo do mandado de captura do Tribunal Penal Internacional. Omar Al-Bashir chegou esta… pt.euronews.net | 7/22/10 5:19 AM
Presidente chegou ao Chade, que se recusa a prend�-lo apesar de reconhecer mandados internacionais
Omdurman, 21 jul (Lusa) - O presidente sudanês, Omar al-Bachir, com mandados de detenção do Tribunal Penal Internacional (TPI) por crimes de guerra e genocídio no Darfur, chegou hoje ao Chade, cujo governo reconhece o TPI embora se recuse a prender o chefe de Estado. tv1.rtp.pt | 7/21/10 11:22 PM
Presidente sudan�s desafia corte internacional e vai ao Chade

NDJAMENA (Reuters) - O presidente do Sudão, Omar Hassan al-Bashir, chegou nesta quarta-feira ao Chade, em sua primeira visita a um país membro do Tribunal Penal Internacional, que exige sua prisão por genocídio e crimes de guerra ...

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oglobo.globo.com | 7/21/10 10:11 PM
Presidente sudan�s desafia corte internacional e vai ao Chade
O presidente do Sudão, Omar Hassan al Bashir, chegou nesta quarta feira ao Chade, em sua primeira visita a um país membro do Tribunal Penal Internacional, que exige sua prisão por genocídio e crimes de guerra. noticias.terra.com.br | 7/21/10 9:09 PM
L�der do Sud�o desafia ordem de pris�o e visita pa�s vizinho
O presidente do Sudão, Omar Al Bashir, viajou nesta quarta feira ao vizinho Chade, desafiando dois mandados de prisão do Tribunal Penal Internacional (TPI). noticias.terra.com.br | 7/21/10 8:58 PM
Bashir viaja ao Chade apesar de mandado de pris�o, dizem fontes

CARTUM (Reuters) - O presidente do Sudão, Omar Hassan al-Bashir, viajará ao Chade na quarta-feira, disseram fontes presidenciais, sua primeira visita a uma país membro do tribunal que emitiu um mandado de prisão contra ele ...

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oglobo.globo.com | 7/20/10 11:01 PM
Bashir viaja ao Chade apesar de mandado de pris�o, dizem fontes
O presidente do Sudão, Omar Hassan al Bashir, viajará ao Chade na quarta feira, disseram fontes presidenciais, sua primeira visita a uma país membro do tribunal que emitiu um mandado de prisão contra ele. noticias.terra.com.br | 7/20/10 9:59 PM
Luanda � a cidade mais cara do mundo; S�o Paulo, a mais cara das Am�ricas
Luanda, a capital de Angola, é neste ano a cidade mais cara do mundo para expatriados, à frente de Tóquio, no Japão, e de Ndjamena, no Chade, segundo a Pesquisa Global Mercer do Custo de Vida. São Paulo, em 21º lugar na lista global, é o lugar mais caro das Américas por causa da valorização do real. Entre as 214 cidades pesquisadas, Karachi, no Paquistão, é a mais barata. Pela primeira vez, três cidades africanas estão entre as dez mais caras. Além de Luanda e Ndjamena, entrou também Libreville, no Gabão, que aparece em sétimo lugar. Leia mais (29/06/2010 - 07h45) redir.folha.com.br | 6/29/10 8:12 AM
Elano deve voltar contra a Holanda; Felipe de Melo � d�vida

Por Jamil Chade
Johannesburgo - O meio de campo virou uma dor de cabeça para Dunga, em um grupo com poucas opções ...(leia mais)

feedproxy.google.com | 6/29/10 1:39 AM
Luanda � a cidade mais cara do mundo; S�o Paulo, a das Am�ricas

LONDRES, 28 de junho (Reuters Life!) - Luanda, a capital de Angola, é neste ano a cidade mais cara do mundo para expatriados, à frente de Tóquio, no Japão, e de Ndjamena, no Chade, segundo a Pesquisa Global Mercer do Custo de Vida ...

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oglobo.globo.com | 6/28/10 11:53 PM
Funcion�rio da Oxfam � libertado no Chade
O funcionário da ONG britânica Oxfam, sequestrado em 6 de junho em Abeche, leste do Chade, foi "encontrado e libertado", afirmou nesta terça feira o ministro do Interior e da Segurança, Ahmat Mahamat Bachir. noticias.terra.com.br | 6/15/10 8:40 PM
Baixas e retiradas do Chade e RDC ensombram dia dos"capacetes azuis"
Nova Iorque, 29 mai (Lusa) - As pesadas baixas no Haiti e a retirada do Chade e República Democrática do Congo ensombram as comemorações deste ano do dia internacional dos "Capacetes Azuis", que ao serviço das Nações Unidas mantêm a segurança em cenários pós-conflito. tv1.rtp.pt | 5/29/10 11:13 AM
ONU: Baixas e retiradas do Chade e RDC ensombram dia dos"capacetes azuis"
Nova Iorque, 29 mai (Lusa) - As pesadas baixas no Haiti e a retirada do Chade e República Democrática do Congo ensombram as comemorações deste ano do dia internacional dos "Capacetes Azuis", que ao serviço das Nações Unidas mantêm a segurança em cenários pós-conflito. aeiou.expresso.pt | 5/29/10 8:41 AM
Miss�o das Na��es Unidas deixa o Chade at� ao fim do ano
O Conselho de Segurança das Nações Unidas decidiu ontem retirar, até ao fim do ano, a missão que se ... feedproxy.google.com | 5/26/10 11:19 AM
ONU vai retirar tropas de Chade e Rep�blica Centro Africana
O Conselho de Segurança acordou nesta terça feira retirar antes do fim do ano todos os membros da missão de paz da ONU no Chade e na República Centro Africana (Minurcat), como tinha sido pedido pelo Governo chadiano. noticias.terra.com.br | 5/25/10 6:55 PM
Festival de Cannes chega � metade com pouca agita��o
Multidões se formaram para assistir à passagem das estrelas pelo tapete vermelho, o champanhe rolou solto, fogos de artifício iluminaram o céu e as sessões de cinema estiveram lotadas, mas o Festival de Cinema de Cannes chegou à metade nesta segunda-feira sem um de seus ingredientes chaves: agitação.

A maior vitrine anual do cinema mundial abriu na segunda-feira 12 de maio e se encerra no dia 23, quando um dos 19 filmes da competição principal será escolhido vencedor da cobiçada Palma de Ouro.

Igualmente importantes para o festival são as centenas de filmes exibidos fora da competição e no grande mercado de cinema, onde produtores e distribuidores fecham negócios.

Faltando ainda ser exibida a maioria dos filmes da competição, o primeiro favorito para o prêmio máximo é o muito elogiado drama familiar Another Year, do diretor britânico Mike Leigh, que recebeu a Palma de Ouro em 1996 por Segredos e Mentiras.

Outros filmes bem vistos são Biutiful, do diretor mexicano Alejandro Gonzalez Iñarritu, um retrato comovente de um pai próximo da morte, representado por Javier Bardem, e o drama do Chade A Screaming Man, feito com orçamento reduzido e cuja história acontece contra o pano de fundo de conflito nesse país africano.

Mas a maioria dos filmes candidatos a prêmios vistos até agora decepcionou, e os astros e estrelas que passaram por Cannes em sua maioria não brilharam, nem na tela nem fora dela.

- Estamos com falta de pessoas que saibam atiçar a mídia e encantar as pessoas no tapete vermelho e em entrevistas -, comentou o crítico do Variety Jay Weissberg.

- No festival de Cannes, em especial, faz falta essa interação entre astros, a imprensa e o público. Ainda não tivemos isso realmente este ano.

Ainda há tempo para que isso aconteça, já que celebridades importantes, incluindo Mick Jagger e Sean Penn, são aguardadas juntamente com festeiros vindos da vizinha Mônaco, onde aconteceu o Grand Prix no domingo.

- Até agora as coisas têm sido calmas, mas depois do Grande Prêmio de Mônaco, quando todos os iates chegarem, as coisas devem esquentar -, disse um organizador do festival.

Hollywood esteve presente em Cannes na forma de Robin Hood, de Ridley Scott, estrelado por Russell Crowe e Cate Blanchett, e Woody Allen levou You Will Meet a Tall Dark Stranger para o festival promovido à beira-mar na Riviera Francesa.

www.correiodobrasil.com.br | 5/18/10 4:29 PM
Diretor de filme africano fala sobre trag�dia chadiana
Representante africano na competição, Un Homme qui Crie (em tradução direta, um homem que grita) foi exibido ontem à noite e bem recebido pelo público com aplausos. Passa se no Chade, palco de uma guerra civil, a história de um empregado de hotel, estrela da natação que agora toma conta da piscina, e seu filho. Conforme avançam os conflitos há necessidade de corte de pessoal e o "campeão", como lhe chamam os conhecidos, muda de posto e seu filho o substitui. A transferência o revolta e o velho ... cinema.terra.com.br | 5/16/10 10:18 PM
Cinema africano volta a competir em Cannes depois de 13 anos
A tragédia chadiana, o primeiro filme africano em competição nos últimos 13 anos em Cannes, foi a atração do festival neste domingo. Um homem que grita, de Mahamat Saleh Haroun, que deve seu título ao poeta martinicano Aimé Cesaire "um homem que grita não é um urso de dança" resume a essência da tragédia do Chade e sua guerra civil através de uma pequena e estranha história familiar. cinema.terra.com.br | 5/16/10 4:59 PM
Cannes traz diversidade na mostra competitiva

O festival de cinema mais importante do mundo, que só termina no dia 23 de maio, apresenta este ano uma diversidade maior na escolha dos filmes em competição. Na corrida pela Palma de Ouro, estão presentes não apenas o cinema hollywoodiano e contribuições dos países europeus que tradicionalmente mais produzem cinema, mas também filmes da Argélia, do Chade, da Coreia do Sul, Tailândia, Ucrânia e México.

Os diretores da Ásia, Oriente Médio, América Central e Coreia, cujos filmes concorrem no festival, não são, contudo, desconhecidos no meio cinematográfico. Da mostra competitiva participa, por exemplo, o conhecido Abbas Kiarostami, diretor iraniano de renome internacional, vencedor da Palma de Ouro em Cannes por seu Gosto de Cereja (1997).

O tailandês Apichatpong Weerasethakul é outro cineasta conhecido nos festivais internacionais, autor de filmes que fascinam há muito o público especializado. E entre os nomes dos veteranos deste ano no festival francês está ainda Alejandro González Innárritu, considerado um dos grandes inovadores do cinema, com seu antológico Amores Brutos e Babel, este último vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro em 2007.

A queda de qualidade da produção hollywoodiana reflete-se também nesta 63ª edição do Festival de Cannes, onde estão representados sobretudo os diretores da velha guarda do cinema norte-americano. O britânico Ridley Scott, cujos filmes são produzidos em Hollywood, abre o festival com sua versão de Robin Hood, sem encontrar muita repercussão entre o público ou a mídia.

Atenção maior pode angariar o mais novo filme de Woody Allen, You will meet a tall dark stranger, ou a saga financeira sob as lentes de Oliver Stone: Money never sleeps, ambos, contudo, fora de competição. Oficialmente Doug Liman representa os EUA na mostra competitiva com Fair game.

A França anfitriã marca tradicionalmente forte presença no festival. Além dos filmes "da casa" estão presentes duas contribuições britânicas, uma italiana, bem como filmes da Hungria, Rússia e da Ucrânia. Crítica e público deverão também se manter especialmente atentos à mostra paralela Un certain regard, com a presença de O estranho caso de Angélica, o mais novo filme do diretor português Manoel de Oliveira, hoje com 101 anos, e Film Socialisme, longa de Jean-Luc Godard com Patti Smith no elenco.

Um olhar mais acurado deixa claro, contudo, que a grande maioria dos filmes, sejam eles da mostra competitiva ou das paralelas, são grandes coproduções internacionais. Uma prova de que a indústria cinematográfica globalizada tende a funcionar cada vez mais em rede. Um dos exemplos disso na concorrência à Palma de Ouro é o You, My Joy, do diretor ucraniano originário da Bielorússia e radicado na Alemanha Sergei Loznitsa, que exibe em Cannes seu longa, uma coprodução ucraniana-alemã-holandesa.

O diretor alemão Christoph Hochhäusler participa com seu Unter dir die Stadt (Sob você, a cidade) da mostra paralela Un certain regard, uma história de amor e poder num cenário de bancos. Na Quinzena dos Realizadores está presente Picco, do jovem diretor Philip Koch.

Exibido anteriormente no festival Max-Ophüls, marcador de tendências no mercado interno do cinema alemão, Picco é um drama austero e sinistro, situado numa penitenciária e baseado numa história real. Escolhas que reforçam o clichê de uma cinematografia alemã séria e pesada, mas que não surpreendem em Cannes, já que esse viés do cinema alemão agrada tradicionalmente aos franceses.

Antes mesmo do início do festival, surgiram protestos por parte de Sandro Bondi, ministro italiano da Cultura, contra o documentário Draquila – A Itália treme. O filme vê com olhar crítico a postura do governo Berlusconi após o terremoto ocorrido no último ano em Áquila, uma pequena localidade na região dos Abruzos.

Na  cerimônia de abertura do festival, a Federação Internacional de Críticos de Cinema (Fipresci) lembrou mais uma vez o trágico destino do conhecido diretor iraniano Jafar Panahi, detido no início de março último com sua mulher e filha pela polícia iraniana. Desde então Panahi está preso, sem que qualquer tipo de acusação formal pese contra ele.

O diretor, ex-assistente de Abbas Kiarostami, ganhou a Câmera de Ouro em Cannes, no ano de 1995, por seu primeiro longa O balão branco. Sua detenção, segundo os representantes da Fipresci, são um crime contra a democracia e os direitos humanos. Não se sabe, porém, se as discussões sobre a prisão do diretor, durante o festival, poderão de alguma forma contribuir para convencer os detentores do poder em Teerã a mudar de opinião.

www.correiodobrasil.com.br | 5/12/10 7:11 PM
ONU amplia em 2 semanas miss�es de paz na �frica central
O Conselho de Segurança das Nações Unidas ampliou nesta quarta feira até o dia 26 o mandato da missão do organismo na República Centro Africana e no Chade (Minurcat, na sigla em inglês), para dar mais tempo para responder à exigência do Governo chadiano para a retirada dos oficiais da ONU do país. noticias.terra.com.br | 5/12/10 3:57 PM
Paraguai pedir� que Brasil retire status de refugiado de 3 membros do EPP
Jamil Chade, de O Estado de S. Paulo   GENEBRA- O Paraguai teme que o Brasil se transforme em um "santuário" para membros do Exército do Povo Paraguaio (EPP) e quer que a ONU declare como ilegal o status de refugiado dado por Brasília a três supostos membros do grupo.   Veja também: Paraguai aprova www.estadao.com.br | 4/25/10 8:47 PM
Escrut�nio � uma "farsa" e uma "trag�dia" para os sudaneses - Victor �ngelo
Lisboa, 09 abr (Lusa) - O antigo responsável da ONU na República Centro-Africana e Chade Victor Ângelo considerou hoje que as eleições gerais que se realizam este fim de semana no Sudão «são uma farsa» e «uma tragédia para os sudaneses». tv1.rtp.pt | 4/9/10 8:38 PM
Africanos temem o fim da press�o contra os subs�dios
Os países africanos produtores de algodão mostram preocupação em relação a um possível acordo entre Brasil e Estados Unidos para pôr fim à disputa em torno dos subsídios. Nos últimos sete anos, governos como o do Benin, Burkina Fasso, Chade, Senegal e outros nove países apostaram na disputa como www.estadao.com.br | 4/7/10 3:00 AM
Negocia��es de paz em Darfur sem participa��o feminina
31/03/2010 - 21h03

Nairóbi, abril/2010 – Enquanto a normalização das relações diplomáticas entre Chade e Sudão, a assinatura do cessar-fogo e o contexto para as negociações de paz entre o governo de Cartum e um dos grupos rebeldes, o Movimento pela Justiça e a... Leia mais

www.envolverde.com.br | 4/1/10 11:24 AM
Miss�o de paz no Chade e na Rep�blica Centro-Africana prolongada
Nova Iorque, 12 mar (Lusa) - A missão de paz da ONU no Chade e na República Centro-Africana vai prolongar-se por mais dois meses para a organização ganhar tempo para negociar com o governo chadiano a possível retirada dos capacetes azuis. tv1.rtp.pt | 3/13/10 12:06 AM
ONU: Miss�o de paz no Chade e na Rep�blica Centro-Africana prolongada
Nova Iorque, 12 mar (Lusa) - A missão de paz da ONU no Chade e na República Centro-Africana vai prolongar-se por mais dois meses para a organização ganhar tempo para negociar com o governo chadiano a possível retirada dos capacetes azuis. aeiou.expresso.pt | 3/12/10 10:35 PM
Canad� vence persegui��o por equipes da patina��o
A equipe canadense, formada por Mathieu Giroux, Lucas Makowsky e Denny Morrison, venceu a prova masculina por equipes da patinação de velocidade dos Jogos Olímpicos de Inverno de Vancouver.

Eles chegaram ao primeiro lugar do pódio com um tempo de 3min41s3, 21 centésimos à frente dos Estados Unidos - com Brian Hansen, Chade Hedrick e Jonathan Kuck.

A Holanda acabou com a medalha de bronze ao bater a Noruega na disputa pelo bronze com um tempo de 3min39s95, novo recorde olímpico. Eles tiveram Jan Blokhuijsen, Sven Kramer e Mark Tuitert.

Kramer, destaque da Holanda, levou a segunda medalha de ouro, depois da dos 5.000m. Ele foi desqualificado na prova dos 10.000m ao trocar de faixa de forma indevida. www.lancenet.com.br | 2/27/10 11:20 PM
Sud�o assina tr�gua com rebeldes de Darfur
Por Regan Doherty e Andrew Heavens DOHA/CARTUM (Reuters) - O presidente do Sudão, Omar Hassan al Bashir, assinou na terça-feira um cessar-fogo com o principal grupo rebelde de Darfur, o que pode levar a um acordo de paz mais amplo, segundo uma testemunha da Reuters presente à cerimônia. O emir do Qatar, xeque Hamad bin Khalifa al Thani, cujo país mediou o acordo, disse que o Qatar irá contribuir com 1 bilhão de dólares para um fundo destinado à reconstrução do Sudão.

Cartum poderá oferecer cargos públicos ao mais poderoso grupo rebelde de Darfur, como parte de um futuro acordo de paz para acabar com a guerra no oeste sudanês, segundo documentos que estabelecem os termos das negociações, aos quais a Reuters teve acesso.

Esse é o primeiro sinal concreto de que o governo de Bashir está disposto a compartilhar o poder com seus inimigos de Darfur -- algo que pode frustrar atuais aliados na região e complicar os preparativos para as eleições de abril.

Os rebeldes do Movimento de Justiça e Igualdade (MJI) minimizaram a possibilidade de um tratado final de paz até 15 de março, conforme estipulado no acordo preliminar que foi assinado em Doha, capital do Qatar.

"Estamos trabalhando para cumprir o prazo de 15 de março, mas isso em si não é uma exigência", disse o negociador-chefe do MJI, Ahmed Tugud, que posteriormente esteve entre os signatários do cessar-fogo.

"Estamos tentando pelo menos avançar. Já faz muito tempo desde que tivemos um diálogo direto (com o governo). Acreditamos que é a hora certa para começar", afirmou à Reuters.

Outra fonte dos rebeldes disse que o prazo é irreal, e os rebeldes relataram novos incidentes de violência em Darfur, dois dias depois de uma versão inicial do acordo preliminar ser redigida no Chade.

O acordo inicial incluía um cessar-fogo, planos para integrar o MJI ao Exército sudanês e a promessa de obter um acordo final até 15 de março. O evento de terça-feira foi apresentado como a "assinatura oficial".

Segundo uma cópia em francês do texto, o MJI e o governo concordam com "a participação do Movimento Justiça e Igualdade em todos os níveis de governo (...), de maneira a ser definida subsequentemente entre as duas partes."

Faz um ano que o governo e o MJI se reuniram em Doha para discutir medidas de construção de confiança mútua, que abririam caminho para o acordo preliminar e para negociações completas de paz.

O processo no entanto parou depois que o MJI acusou Cartum de atacar suas posições, dias depois do cessar-fogo, e de descumprir medidas acordadas, entre as quais a libertação de presos do MJI. ultimosegundo.ig.com.br | 2/23/10 10:10 PM
Sud�o assina acordo de paz com grupo rebelde de Darfur
O governo do Sudão assinou, nesta terça-feira, no Catar, um acordo de paz com o grupo rebelde Movimento da Justiça e da Igualdade (Jem, na sigla em inglês), de Darfur.

O documento prevê um cessar-fogo imediato e inclui uma negociação de divisão de poder �em todos os níveis�. Segundo o correspondente da BBC na capital sudanesa, Cartum, James Copnall, isso poderia significar que os rebeldes terão direito a cadeiras no governo do país.

O acordo, assinado entre o presidente do Sudão, Omar al Bashir, e o líder do Jem, Khalil Ibrahim, foi mediado pelo governo do Chade e entra em vigor a partir da meia-noite, horário local (18h de Brasília).

O texto afirma ainda que as mudanças na administração da região de Darfur formarão parte do acordo final � a ser assinado no dia 15 de março � e prevê que as sentenças de morte impostas a cem rebeldes do Jem serão canceladas.

Além disso, o documento afirma que, após a assinatura final, o Jem será considerado um partido político e poderá, caso o prazo de 15 de março seja cumprido, participar das eleições gerais do país, previstas para abril.

Segundo a correspondente da BBC em Doha Stephanie Hancock, o clima durante a assinatura do acordo era jubilante, com cenas animadoras de aplausos e apertos de mão.

Apesar da trégua prevista no acordo estar sendo considerada um passo importante para as negociações de paz na região, o Jem é apenas um dos grupos rebeldes armados que atuam em Darfur e o único que concordou em negociar.

�Nova era�

No sábado, representantes do grupo rebelde e do governo sudanês já haviam assinado um rascunho do documento, com as bases do acordo firmado nesta terça-feira.

Na véspera, o presidente Bashir afirmou que o acordo de cessar-fogo �marca o começo de uma nova era� no conflito em Darfur.

Ainda no sábado, ele anunciou o perdão das penas de morte para dezenas de rebeldes do grupo que estavam presos e a libertação de 30% dos rebeldes prisioneiros como um gesto de boa vontade.

De acordo com Copnall, o acordo de paz está sendo considerado um marco para as negociações de paz na região. Segundo ele, o acordo de divisão de poder balançou a política do Sudão.

Os Estados Unidos elogiaram o acordo como uma �passo significativo� nas negociações.

�Nós incentivamos todas as partes do conflito a continuarem trabalhando por um acordo que inclua os outros movimentos armados e representantes da sociedade civil�, afirmou o porta-voz do Departamento, Philip Crowley. Milhões de pessoas foram obrigadas a deixar suas casas em Darfur

Conflito

Segundo a ONU, 300 mil pessoas morreram nos conflitos em Darfur, mas o governo sudanês estima que esta cifra pode ser de apenas 10 mil.

Informações também dão conta de que cerca de 3 milhões de pessoas foram obrigadas a deixar suas casas devido à violência na região.

O conflito na árida e empobrecida região de Darfur começou em 2003, quando grupos rebeldes atacaram alvos do governo, acusando Cartum de oprimir a população negra do país e favorecer a população árabe.

Milícias pró-governo contra-atacaram com força, em atos que foram classificados pelo governo dos Estados Unidos e grupos de defesa dos direitos humanos como genocídio.

O governo de Cartum nega ter dado apoio às milícias, mas a Corte Internacional de Haia emitiu uma ordem de prisão no início do ano contra o presidente sudanês, Omar Al-Bashir, acusando-o de crimes de guerra.

Leia mais sobre Sudão

ultimosegundo.ig.com.br | 2/23/10 9:14 PM
Presidente tudo far� para vencer elei��es - Chefe da miss�o da ONU
Lisboa, 23 fev (Lusa) - O chefe da missão da ONU na República Centro-Africana e no Chade (MINURCAT) disse hoje que o presidente do Sudão precisa vencer as eleições, devido ao mandado de captura do Tribunal Penal Internacional. tv1.rtp.pt | 2/23/10 8:52 PM
ONU envia respons�vel ao Chade para acolhimento da Minucat
Nova Iorque, 21 fev (Lusa) - Um alto responsável da ONU vai ao Chade esta semana para pedir ao presidente Idriss Deby que autorize a continuação de acolhimento no seu território dos capacetes azuis encarregados proteger os deslocados da guerra civil do Darfur. tv1.rtp.pt | 2/21/10 11:04 AM
Sud�o assina acordo com grupo rebelde de Darfur
O governo do Sudão assinou neste sábado um acordo com o grupo rebelde Movimento pela Justiça e pela Igualdade (MJI) que ajudaria a resolver o conflito na região ocidental do país, disse o presidente Omar Hassan Al Bashir. Ele não deu detalhes sobre o acordo mas representantes do MJI na capital do Chade, Ndjamena, disseram à agência de notícias Reuters que estavam prestes a assinar um "acordo preliminar" que não era um acordo de paz propriamente, mas que preparava os termos para negociações futuras. "Hoje assinamos um acordo entre o governo e o MJI em Ndjamena, e em Ndjamena paramos a guerra em Darfur", disse Bashir, em um discurso na televisão estatal. Leia mais (21/02/2010 - 08h46) redir.folha.com.br | 2/21/10 10:13 AM
Darfur: ONU envia respons�vel ao Chade para acolhimento da Minucat
Nova Iorque, 21 fev (Lusa) - Um alto responsável da ONU vai ao Chade esta semana para pedir ao presidente Idriss Deby que autorize a continuação de acolhimento no seu território dos capacetes azuis encarregados proteger os deslocados da guerra civil do Darfur.


rss.feedsportal.com | 2/21/10 9:07 AM
Sud�o assina cessar-fogo com principal grupo rebelde de Darfur
Cartum, 20 fev (EFE).- O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, anunciou hoje a assinatura de um acordo que inclui um cessar-fogo com o principal grupo rebelde da região sudanesa de Darfur, por meio da mediação de seu colega do Chade, Idriss Déby.Bashir assinou o cessar-fogo hoje na capital do Chade, N'djamena, com o Movimento da Justiça e da Igualdade (MJI). O documento será ratificado em Doha em dois dias.

O presidente sudanês fez o anúncio em um comício no leste de Cartum dentro de sua campanha para impulsionar sua candidatura à Presidência nas eleições gerais programadas para 11 de abril.

"Prometi na sexta-feira passada boas notícias para Darfur, e hoje assinamos um acordo com o MJI, e em mais dois dias nos sentaremos em Doha para assinar o pacto de maneira definitiva", destacou o chefe de Estado.

Além disso, Bashir considerou o acordo como o começo do fim da guerra em Darfur. Para honrar o assinado, o presidente do Sudão anunciou a derrogação das penas de morte contra 105 combatentes do MJI que participaram de uma ofensiva contra a capital sudanesa em maio de 2008.

"Desejamos libertá-los para que suas mães, irmãos e filhas se alegrem", declarou Bashir.

Neste sentido, se comprometeu a garantir que nenhum sudanês seja executado por motivos políticos.

Bashir agradeceu o rei saudita Abdala bin Abdul Aziz, o emir do Catar, xeque Hamad bin Khalifa Al-Thani, e os presidentes do Egito, Hosni Mubarak; da Líbia, Muammar Kadafi; do Chade, Idriss Déby; e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, por seu apoio e contribuição à paz em Darfur.

O presidente chadiano se reuniu com seu colega sudanês em 9 de fevereiro em Cartum, em uma visita que pôs fim a cinco anos de tensão entre os dois países.

O conflito de Darfur, que explodiu em 2003, deixou mais de 300 mil mortos e obrigou 2,7 milhões de pessoas a abandonar suas comunidades de origem, segundo dados da ONU. EFE az-aj/bba ultimosegundo.ig.com.br | 2/20/10 10:33 PM
Regi�o � o "barril de p�lvora" africano, alerta chefe da miss�o da ONU
Djamena, 11 fev (Lusa) - A região do Darfur é "explosiva" e há um "grande risco" para refugiados e pessoal internacional se as Nações Unidas não renovarem o seu mandato no Chade no próximo mês, alerta o chefe da missão da ONU no país, o português Vítor Ângelo. tv1.rtp.pt | 2/11/10 11:42 PM
Crise no Darfur pode ter um fim � vista
Um princípio de acordo de paz promovido pelos presidentes do Chade e do Sudão pode marcar a viragem da situação no Darfur, a província sudanesa junto… pt.euronews.net | 2/10/10 12:00 PM
ONU lamenta ter de retirar for�a de paz
Nova Iorque (Nações Unidas), 09 fev (Lusa) - A ONU lamentou hoje o pedido de retirada da sua missão de paz no Chade (Minurcat), feito pelo governo de N` Djamena, e negou que a operação seja um fiasco, como afirmou o presidente chadiano, Idriss Déby Itno. tv1.rtp.pt | 2/9/10 10:55 PM
Paris confirma liberta��o de franc�s sequestrado no Chade
Paris, 6 fev (EFE).- O chanceler da França, Bernard Kouchner, confirmou hoje a libertação do francês Laurent Maurice, colaborador do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) sequestrado no Chade em novembro."Tenho a alegria de confirmar a libertação, hoje, de Laurent Maurice", anuncia o ministro em comunicado.

Em outra nota, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, aproveitou para lembrar "todos os demais voluntários franceses sequestrados na África" e para pedir que sejam libertados "o mais rápido possível".

Laurent Maurice foi sequestrado em 9 de novembro de 2009 por um grupo de homens armados no povoado de Kawa, no leste do Chade e perto da fronteira com o Sudão. EFE pi/rr ultimosegundo.ig.com.br | 2/6/10 7:57 PM
Paris confirma liberta��o de franc�s sequestrado no Chade
O chanceler da França, Bernard Kouchner, confirmou neste sábado a libertação do francês Laurent Maurice, colaborador do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) sequestrado no Chade em novembro. "Tenho a alegria de confirmar a libertação, hoje, de Laurent Maurice", anuncia o ministro em comunicado. noticias.terra.com.br | 2/6/10 7:02 PM
Lu�s Amado chega a um pa�s onde at� a ONU � uma inc�gnita
Djamena, 04 fev (Lusa) - O ministro dos Negócios Estrangeiros cumpre hoje o segundo dia de uma visita ao Chade, um dos países mais instáveis do continente africano e que desconhece ainda o futuro da missão da ONU, cujo mandato termina daqui a um mês. tv1.rtp.pt | 2/4/10 12:23 PM
Caso de americanos detidos no Haiti se assemelha aos da Arca de Zo� no Chade
O caso dos dez americanos acusados de tentarem tirar 33 crianças do Haiti ilegalmente é semelhante ao dos 103 menores chadianos da Arca de Zoé - alardeiam altruísmo e compaixão, ignorando as regras internacionais de adoção. "Não podem aproveitar assim de nossa desgraça", lamentou domingo a ministra da Cultura e Comunicações do Haiti, Marie-Laurence Jocelyn Lassegue, um dia depois de ser conhecida a detenção de um grupo cristão que pretendia atravessar a fronteira para a República Dominicana com menores haitianos, com idades entre dois meses e 14 anos.

No dia 25 de outubro de 2007, seis integrantes da associação francesa Arca de Zoé foram detidos em Abeché, principal cidade do leste do Chade, quando tentavam embarcar, em um Boeing-757, 103 crianças, presumivelmente órfãs da região sudanesa de Darfur, envolvida numa guerra civil.

Condenados dois meses mais tarde em Djamena a oito anos de trabalhos forçados, os seis foram repatriados para cumprir sua pena de prisão na França, recebendo, depois, no dia 31 de março de 2008, um indulto concedido pelo presidente chadiano Idriss Deby Itno.

Assim como os franceses que, no momento, asseguravam querer de boa fé "salvar" os órfãos de Darfur, os americanos capturados no Haiti afirmavam "querer ajudar os que não têm nenhum recurso", segundo sua porta-voz, Laura Silsby, citada domingo por um jornal de Idaho, noroeste dos Estados Unidos.

No site da associação, pode-se ler seu credo: "Salvar os órfãos abandonados nas ruas, hospitais e orfanatos em ruínas".

O grupo faz um convite a "preces para que Deus continue lhes proporcionando os favores do governo da República Dominicana permitindo que levem a maior quantidade possível de órfãos".

O grupo havia reservado 45 quartos de um hotel para utilizá-lo como abrigo provisório dos menores haitianos, segundo o site.

Os dez cidadãos americanos permaneciam detidos neste domingo em Porto Príncipe, com dois presumíveis cúmplices haitianos. São acusados de violar a lei haitiana de imigração.

bur-vmt/sd ultimosegundo.ig.com.br | 1/31/10 11:29 PM
Miss�o da ONU est� a "gerir" situa��o de rapto de 4 franceses
Lisboa, 28 Jan (Lusa) - Quatro funcionários franceses de organizações humanitárias foram sequestrados no triângulo fronteiriço entre o Chade, Darfur (Sudão) e a República Centro-Africana, disse hoje à Lusa Victor Ângelo, o português responsável pela missão da ONU na região. tv1.rtp.pt | 1/28/10 10:00 AM
Franceses fazem manifesta��es para apressar ado��es de haitianos
Centenas de famílias francesas que entraram com pedidos de adoção de crianças haitianas antes do terromoto, no dia 12, realizam, no sábado, manifestações em várias cidades do país para exigir do governo que todas as 904 crianças cujos processos já estavam em andamento sejam levadas à França rapidamente. Elas afirmam que o governo não está processando os casos rápido o suficiente.O ministro francês das Relações Exteriores, Bernard Kouchner, anunciou, na quarta-feira, que 276 crianças haitianas "serão acolhidas na França o mais rapidamente possível".

Até o momento, o governo francês, diante da pressão das famílias, decidiu acelerar os casos de algumas crianças, mas somente das que já haviam obtido uma decisão favorável da Justiça do Haiti.

Estas aguardavam apenas a finalização dos trâmites administrativos, como vistos e passaportes, para entrar na França.

Perigo
"Felicitamos o governo pela decisão de repatriar 276 crianças, mas a intransigência burocrática francesa coloca em perigo uma segunda vez a vida de todos os outros", afirma Emmanuelle Guerry, porta-voz da organização SOS Haiti Crianças Adotadas, que organiza a manifestação no sábado.

Ela afirma que todos os pais que integram o movimento já obtiveram aval das autoridades francesas para efetuar a adoção e estavam cumprindo as diferentes etapas do processo no Haiti.

O casal Claire e Christophe Hocrelle, de Toulouse, no sul, da França, já adotou em 2006, um garoto haitiano de 5 anos, e iniciou, em 2007, um processo para adotar outro menino, de um ano e meio.

Ele vive na creche "Horizonte de Esperança", em Porto Príncipe, que sofreu grandes destruições no terremoto, segundo Claire Hocrelle.

"Não entendemos porque o governo francês é tão lento para reagir. As autoridades poderiam dar um estatuto de refugiado às crianças cujo processo de adoção ainda não foi finalizado até que ele seja concluído no futuro", disse Claire Hocrelle à BBC Brasil.

O casal francês já recebeu o aval inicial de um orgão haitiano, mas ainda aguarda a decisão da Justiça do país, que deveria ser concedida nos próximos meses.

Em setembro de 2009, o casal encontrou o juiz responsável pelo processo, que faleceu no terremoto, segundo Claire. Ela e seu marido também passaram uma semana com a criança na capital haitiana, que eles consideram como filho.

Frédéric Abergel e sua esposa, Michelle, de Lyon, deveriam viajar para Porto Príncipe no último sábado para conhecer o casal de gêmeos de 3 anos de idade que eles pretendem adotar.

Em maio do ano passado, eles deram entrada no dossiê junto às autoridades do Haiti.

"As administrações haitianas foram destruídas. Gostaríamos que o governo francês nos apoiasse para que essas crianças não sejam esquecidas", afirmou Frédéric à BBC Brasil.

Cautela
A reticência do governo francês de trazer ao país todas as 904 crianças pode ser explicada pelo "risco de que ocorram adoções ilegais, ditadas pela emoção", escreve o jornal Le Monde.

Segundo o governo, há 904 processos de adoção de crianças haitianas por famílias francesas.

Um porta-voz do ministério das Relações Exteriores declarou que nos outros casos, que totalizam 628 crianças, o governo francês "irá estudar com as autoridades haitianas soluções para que os processos sejam concluídos".

"Sob o pretexto de salvar crianças, não podemos ser acusados de sequestro", declarou o chanceler francês, na quarta-feira.

O governo da França ainda não esqueceu o polêmico episódio da associação francesa Arca de Zoé, que tentou, em 2007, trazer ilegalmente à França 103 crianças do Chade, criando um grave incidente diplomático com o país.

Vários membros da associação foram presos no Chade acusados de sequestro.

A França, segundo a Agência Francesa de Adoções, é o país que mais recebe crianças haitianas em todo o mundo. Em 2008, 731 foram adotadas por famílias francesas.

Outros países
Outros países, no entanto, decidiram acelerar os procedimentos antes da França. A Holanda já retirou, na segunda-feira, as 109 crianças haitianas que estavam em processo de adoção.

O governo dos Estados Unidos anunciou que irá flexibilizar os procedimentos de adoção, no caso das famílias que haviam iniciado o processo antes da catástrofe, permitindo que as crianças sejam transferidas, mesmo sem todos os documentos necessários.

No dia 19, um primeiro grupo de 53 crianças haitianas embarcou para os Estados Unidos. Segundo o Departamento de Estado americano, cerca de 300 adoções estavam previstas para 2010.

A Bélgica também adotou uma decisão semelhante, que envolve 14 crianças.

O governo espanhol informou que vai facilitar a transferência das crianças haitianas cujos processos de adoção já foram concluídos. ultimosegundo.ig.com.br | 1/22/10 1:05 AM
Pena de morte est� em vigor em 58 pa�ses, diz Anistia
Relatório da Anistia Internacional, organização de defesa dos direitos humanos, afirma que atualmente a pena de morte está em vigor em 58 países. Outros 95 países aboliram a prática para todos os tipos de crime, enquando nove países, entre eles o Brasil (somente na Justiça militar), mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais, mas não para crimes comuns.

 

A organização afirma que 35 países aboliram �na prática� a pena de morte pelo fato de não terem realizado nenhuma execução nos últimos dez anos, apesar de a punição estar prevista em lei para crimes comuns. Somando essas 35 nações às que aboliram por lei a pena de morte, chega a 139 o número de países que não executam prisioneiros, segundo a Anistia.

De acordo com o relatório da Anistia, em 2008 foram realizadas 2.390 execuções, 93% delas em apenas cinco países: China, Irã, Arábia Saudita, Paquistão e Estados Unidos. No mesmo período, houve 8.864 sentenças à morte em todo o mundo.

Em 1977, apenas 16 países aboliram essa condenação para todos os tipos de crime. Dos 58 que ainda mantêm a pena capital, 25 realizaram execuções em 2008.

Brasil

No Brasil, a  pena de morte é proibida, exceto para crimes militares cometidos em tempos de guerra, segundo está previsto na Constituição de 1988. De acordo com a Carta, o fuzilamento é o método de execução. Comunicado sobre a sentença, o presidente da República pode conceder um indulto ou comutar a pena do condenado.

O País é o único de língua portuguesa que permite a prática para crimes militares. Na América do Sul, Bolívia, Chile e Peru também mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais.

Veja o tipo de determinação vigente em cada país:

Pena de morte abolida para todos os tipos de crime:

África do Sul, Albânia, Alemanha, Andorra, Angola, Argentina, Armênia, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bósnia-Herzegovina, Bulgária, Burundi, Butão, Cabo Verde, Camboja, Canadá, Chipre, Colômbia, Costa Rica, Côte d'Ivoire, Croácia, Dinamarca, Djibouti, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Filipinas, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Ilhas Cook, Ilhas Marshall, Ilhas Maurício, Ilhas Salomão, Irlanda, Islândia, Itália, Listenstaine, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Malta, México, Micronésia, Moçambique, Moldávia, Mônaco, Montenegro, Namíbia, Nepal, Nicarágua, Niue, Noruega, Nova Zelândia, Palau, Panamá, Paraguai, Polônia, Portugal, Quiribati, Quirguistão, Reino Unido, República Checa, República Dominicana, Romênia, Ruanda, Samoa, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia (incluindo Kosovo), Suécia, Suíça, Timor Leste, Togo, Turcomenistão, Turquia, Tuvalu, Ucrânia, Uruguai, Usbequistão, Vanuatu, Vaticano e Venezuela.

Pena de morte abolida para crimes comuns:

Bolívia, Brasil, Casaquistão, Chile, El Salvador, Ilhas Fiji, Israel, Letônia e Peru.

Pena de morte abolida �na prática� para crimes comuns:

Algéria, Benin, Brunei, Burkina Faso, Camarões, Congo, Coreia do Sul, Eritreia, Gabão, Gâmbia, Gana, Granada, Ilhas Maldivas, Laos, Libéria, Madagascar, Malaui, Mali, Marrocos, Mauritânia, Mianmar, Nauru, Níger, Papua Nova Guiné, Quênia, República Centro-Africana, Rússia, Sri Lanka, Suriname, Suazilândia, Tajiquistão, Tanzânia, Tonga, Tunísia, Zâmbia.

Pena de morte para todos os crimes:

Afeganistão, Antígua e Barbuda, Arábia Saudita, Autoridade Palestina, Bahamas, Bahrein, Bangladesh, Barbados, Belize, Bielorrúsia, Botswana, Catar, Chade, China, Cingapura, Comores, Coreia do Norte, Cuba, Dominica, Egito, Emirados Árabes, Estados Unidos, Etiópia, Guatemala, Guiné, Guiné Equatorial, Guiana, Iêmen, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Jamaica, Japão, Jordânia, Kuwait, Lesoto, Líbano, Líbia, Malásia, Mongólia, Nigéria, Omã, Paquistão, República Democrática do Congo, Santa Lúcia, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Serra Leoa, Síria, Somália, Sudão, Tailândia, Taiwan, Trinidad e Tobago, Uganda, Vietnã e Zimbábue.

Leia mais sobre pena de morte

ultimosegundo.ig.com.br | 1/9/10 12:37 PM
Estados Unidos sa�dam compromisso assumido pelo Chade e Sud�o
Washington, 30 Dez (Lusa) - Os Estados Unidos saudaram terça-feira o compromisso do Sudão e do Chade para prosseguir a normalização das suas relações, sublinhando que tal progresso pode ajudar a conseguir a paz no Sudão. tv1.rtp.pt | 12/30/09 9:25 AM
Diplomacia: Estados Unidos sa�dam compromisso assumido pelo Chade e Sud�o
Washington, 30 Dez (Lusa) - Os Estados Unidos saudaram terça-feira o compromisso do Sudão e do Chade para prosseguir a normalização das suas relações, sublinhando que tal progresso pode ajudar a conseguir a paz no Sudão.


rss.feedsportal.com | 12/30/09 5:25 AM
Festival de m�sica africana faz ferver Salvador de Carlinhos Brown
Manuel Pérez Bela Salvador, 14 nov (EFE).- Salvador ferveu esta noite com o início do Festival de Músicas Mestiças que uniu artistas africanos emergentes com destacados músicos locais, que se reuniram na casa de Carlinhos Brown.O músico brasileiro foi a estrela indiscutível da primeira jornada deste festival, que acontece todos os anos na localidade francesa de Angoulême desde 1976 e que aterrissou agora na capital da Bahia por ocasião da celebração do ano da cultura francesa no Brasil.

Carlinhos tomou o palco com brios e protagonizou uma frenética exibição de bateria em companhia dos congoleses Les Tambours de Brazza, na atuação mais aplaudida na noite de Salvador, cidade considerada como o coração da cultura negra no Brasil e como a urbe com maior população negra fora da África.

"Bahia recebeu um presente: a responsabilidade de zelar os segredos da África e devolver-lhe à África e ao mundo sua essência", disse o artista a um grupo de jornalistas após sua atuação.

A primeira das três noites do festival foi aberta pelo grupo local Orkestra Rumpilezz, que ofereceu um espetáculo de jazz com raízes na música afro-brasileira e no candomblé, religião africana com forte conjunto de raízes na Bahia, em palavras do próprio líder da banda, Letieres Leite.

Saxofones, trombetas, trombonistas e clarinetes se misturaram com a bateria, a contundência dos atabaques africanos chamados rum, rumpi e les, e com o som metálico do agogô.

Depois foi a vez do trio cabo-verdiano Tcheka, que enamorou ao público com uma delicada receita de melodias alegres e a voz jovial do solista, acompanhado de apenas por um violão, um baixo e uma bateria.

Tcheka dividiu o palco com a cantora brasileira Mariene de Castro, que deslumbrou com uma voz potente e profunda e cantou os temas dos convidados no idioma crioulo cabo-verdiano.

Para fechar a noite, os congoleses Les Tambours de Brazza aumentaram as revoluções da festa mestiça, com o frenético ritmo de seus atabaques.

O redemoinho de percussão alcançou seu apogeu com a entrada de Carlinhos Brown, que irrompeu com ímpeto para levar à audiência ao delírio.

Carlinhos estabeleceu com os rapazes de Brazzaville um diálogo a base de percussão, com os atabaques como único argumento e instrumento para a réplica, para o deleite de uma multidão entregue apesar da chuva que apertou forte nesse momento do concerto.

O festival se prolongará até domingo, com a atuação de artistas como o haitiano BélO, os percussionistas brasileiros do Olodum e outros músicos do Senegal, Chade e Costa do Marfim.

As atuações acontecem no Museu do Ritmo, uma casa cultural fundada em 2007 por Carlinhos Brown em Salvador, que está tentando abrir espaço como centro de referência para os músicos locais.

O festival coincidiu com a inauguração no mesmo recinto de um centro de músicas negras, que pretende ser um museu audiovisual que percorre todas as expressões musicais que apresentaram ao mundo os povos negros, desde a África ancestral até os clubes de Nova Orleans ou os diferentes sons latino-americanos. EFE mp/fk ultimosegundo.ig.com.br | 11/14/09 7:35 AM
Brasil cai nove posi��es em ranking de igualdade entre sexos
O Brasil caiu nove posições no ranking global de desigualdade entre os sexos organizado pelo Fórum Econômico Mundial, ocupando a 82ª posição entre 136 países. De acordo com o documento divulgado nesta terça-feira, este é o pior resultado dos últimos três anos.

Em 2006 o Brasil ocupava a 67ª posição, em 2007 a 74ª e, em 2008, a 73ª.

As principais razões apontadas para a queda de posições brasileiras este ano foram a diferença de renda obtida pelo mesmo tipo de trabalho de acordo com o gênero (passando da 100ª para a 114ª colocação) e a queda da renda estimada anual, passando da 54ª para a 69ª posição.

Desta forma, em termos de igualdade, o Brasil se posiciona atrás de outros latino-americanos como Equador (23ª), Argentina (24ª) Costa Rica (27ª), Peru (44ª), Nicarágua (49ª), El Salvador (55ª), Paraguai (66ª), Chile (64ª) e a República Dominicana (67ª).

Outros países

No topo da lista, os países nórdicos continuam apresentando a menor desigualdade entre homens e mulheres.

A Islândia é considerada a nação mais equalitária, seguida de Finlândia, Noruega e Suécia.

Entre países que mostraram grandes avanços, estão a África do Sul, 22ª colocada em 2008 e 6ª este ano, e Lesoto, que subiu da 16ª para a 10ª posição.

Nestas nações africanas, as mulheres aumentaram substancialmente sua participação no mercado de trabalho e no governo.

Na parte de baixo da tabela, Paquistão (134ª posição), Chade (135ª) e Iêmen (136ª) foram considerados os países com a maior desigualdade entre homens e mulheres.

Leia mais sobre desigualdade

ultimosegundo.ig.com.br | 10/27/09 9:41 PM
Franc�s colaborador da Cruz Vermelha � sequestrado em Darfur
Um colaborador francês do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) foi sequestrado nesta quinta feira perto de Al Geneina, na região de Darfur, no oeste do Sudão, informou a organização em comunicado. Segundo a nota divulgada pela internet, homens armados sequestraram Gauthier Lefevre por volta das 12h locais quando o francês quando voltava para Al Geneina, capital da província de Darfur Oeste, perto da fronteira com o Chade, junto com outros colaboradores do CICV. noticias.terra.com.br | 10/22/09 6:59 PM
ONU alerta que Lago Chade pode desaparecer dentro de 20 anos e causar cat�strofe humanit�ria
O Lago Chade, no centro de África, já foi um dos maiores do planeta. Mas por causa das alterações climáticas e pressão humana poderá desaparecer dentro de 20 anos, causando uma verdadeira catástrofe humanitária para 30 milhões de pessoas no Chade, Camarões, Níger e Nigéria a quem fornecia água, alerta a ONU. ecosfera.publico.clix.pt | 10/16/09 4:00 PM

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