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Notícias : Djibuti

Guin� Bissau sofre no exame da ONU

Genebra - O Grupo de Trabalho do Conselho de Direitos Humanos, reunido no Palácio das Nações da ONU, em Genebra, tratou da situação na Guiné-Bissau e apresentou 108 recomendações para o país ter boa postura em matéria de direitos humanos.

Guinée Bissau passou pelo crivo dos 47 membros do Conselho de Direitos Humanos da ONU, na revisão periódica feita, para se avaliar a situação do país em termos de respeito aos direitos humanos.

País pobre, vivendo num estado crônico de ameaça de falência, plataforma do tráfico da droga, onde as meninas ainda sofrem a infibulação nas comunidades religiosas do interior e onde os militares intervêm com frequência na direção do país, como ocorreu ainda recentemente, Guiné-Bissau está longe dos padrões fixados pela ONU.

A representante da missão diplomática do Brasil em Genebra, embaixadora Maria Nazareth Farani Azevedo, ressaltou a amizade e laços entre os dois países, que já recebeu por duas vezes, a visita do presidente Lula, mas suas recomendações mostraram as muitas deficiências existentes, inclusive na questão da infibulação ou mutilação genital das mulheres.

O ministro da Justiça de Guiné-Bissau, Mamadu Saliu Jalo Pires, que esteve presente na avaliação de seu país, reconheceu a frequência com que os militares intervêm na ordem civil, manifestou a preocupação do governo garantir a supremacia da ordem democrática sobre os militares.

Quanto a uma libertação do almirante Zamora Induta, afirmou ser da competência da procuradoria e afirmou que seu estado de saúde é bom, e que o processo relacionado com a morte do presidente Nino Vieira depende da possibilidade de ouvir testemunhas.

Trinta e dois países apresentaram declarações ou fizeram observações sobre a atual situação dos direitos humanos em Guiné Bissau, durante o exame ao qual foi submetido pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU, que periodicamente analisa as condições existentes em cada país.

Disso resultaram cento e oito recomendações, no relatório de avaliação final, preparado por três países Djibouti, Coréia do Norte Estados Unidos. Um recorde abrangendo os diversos setores da atividades humana e propondo a adesão da Guiné Bissau às diversas convenções internacionais como a convenção contra a tortura, que o país ainda não assinou.

As cinco últimas recomendações não agradaram a delegação de Guiné Bissau.
Essas recomendações se relacionam com a discriminação das mulheres, programa de educação e treinamento de soldados, discriminação de deficientes físicos e crianças, eliminação de recém-nascidos deficientes, violência dentro das famílias, discriminação no uso de transportes e acesso aos imóveis, situação das mulheres sujeitas à prática da infibulação, casamento forçado e precoce, proligamia, tráfico de mulheres, e medidas concretas contra a impunidade dos militares para que haja justiça seja qual for sua graduação.

O conselheiro-jurídico do primeiro-ministro, Carlos Pinto Pereira, contestou a forma como foram ditadas essas recomendações e negou haver infanticídio de crianças deficientes na Guiné Bissau, como citado pela Noruega na sua recomendação.

www.correiodobrasil.com.br | 5/12/10 11:26 PM
EUA alertam navios sobre poss�vel ataque da Al Qaeda no I�men
O governo dos Estados Unidos alertou embarcações que passam pela costa do Iêmen sobre o risco de ataques da Al Qaeda, similares a um atentado suicida contra o navio de guerra norte-americano Cole em 2000, que matou 17 norte-americanos.

O Escritório de Inteligência Naval dos EUA informou em seu site na Internet que os navios no Mar Vermelho, no estreito de Bab al-Mandab entre o Iêmen e o Djibuti e no Golfo de Áden ao longo da costa do Iêmen correm os maiores riscos.

"As informações sugerem que a Al Qaeda segue interessada em ataques marítimos no estreito de Bab al-Mandab, Mar Vermelho e Golfo de Áden ao longo da costa do Iêmen", informou o escritório em comunicado.

"Embora não esteja claro sobre como eles procederiam, pode ser de natureza similar a dos ataques contra o USS Cole em outubro de 2000 e contra o M/V Limburg em outubro de 2002, quando uma embarcação de pequeno ou médio porte carregada de explosivos foi detonada", acrescentou.

O Iêmen, que está na linha de frente das preocupações de segurança do Ocidente após uma tentativa frustrada de ataque contra um avião norte-americano em dezembro, aumentou a segurança em seu litoral neste ano para evitar que militantes vindos da Somália cheguem à costa do país para reforçar o contingente da Al Qaeda.

O braço da Al Qaeda baseado no Iêmen reivindicou responsabilidade pelo ataque frustrado de dezembro. www.correiodobrasil.com.br | 3/22/10 2:17 PM
EUA alertam navios sobre poss�vel ataque da Al Qaeda no I�men
DUBAI (Reuters) - O governo dos Estados Unidos alertou embarcações que passam pela costa do Iêmen sobre o risco de ataques da Al Qaeda, similares a um atentado suicida contra o navio de guerra norte-americano Cole em 2000, que matou 17 norte-americanos. O Escritório de Inteligência Naval dos EUA informou em seu site na Internet que os navios no Mar Vermelho, no estreito de Bab al-Mandab entre o Iêmen e o Djibuti e no Golfo de Áden ao longo da costa do Iêmen correm os maiores riscos. "As informações sugerem que a Al Qaeda segue interessada em ataques marítimos no estreito de Bab al-Mandab, Mar Vermelho e Golfo de Áden ao longo da costa do Iêmen", informou o escritório em comunicado.

"Embora não esteja claro sobre como eles procederiam, pode ser de natureza similar a dos ataques contra o USS Cole em outubro de 2000 e contra o M/V Limburg em outubro de 2002, quando uma embarcação de pequeno ou médio porte carregada de explosivos foi detonada", acrescentou.

O Iêmen, que está na linha de frente das preocupações de segurança do Ocidente após uma tentativa frustrada de ataque contra um avião norte-americano em dezembro, aumentou a segurança em seu litoral neste ano para evitar que militantes vindos da Somália cheguem à costa do país para reforçar o contingente da Al Qaeda.

O braço da Al Qaeda baseado no Iêmen reivindicou responsabilidade pelo ataque frustrado de dezembro. ultimosegundo.ig.com.br | 3/22/10 11:35 AM
Esteban Lazo recebe ministra da juventude, esportes e recrea��o do Djibuti

O vice-presidente cubano Esteban Lazo recebeu na quarta-feira Hasna Barkat Daoud, ministra da juventude, esportes, recreação e turismo da República do Djibuti, que está em Cuba em uma visita oficial.

www.voltairenet.org | 1/29/10 11:35 PM
Pena de morte est� em vigor em 58 pa�ses, diz Anistia
Relatório da Anistia Internacional, organização de defesa dos direitos humanos, afirma que atualmente a pena de morte está em vigor em 58 países. Outros 95 países aboliram a prática para todos os tipos de crime, enquando nove países, entre eles o Brasil (somente na Justiça militar), mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais, mas não para crimes comuns.

 

A organização afirma que 35 países aboliram �na prática� a pena de morte pelo fato de não terem realizado nenhuma execução nos últimos dez anos, apesar de a punição estar prevista em lei para crimes comuns. Somando essas 35 nações às que aboliram por lei a pena de morte, chega a 139 o número de países que não executam prisioneiros, segundo a Anistia.

De acordo com o relatório da Anistia, em 2008 foram realizadas 2.390 execuções, 93% delas em apenas cinco países: China, Irã, Arábia Saudita, Paquistão e Estados Unidos. No mesmo período, houve 8.864 sentenças à morte em todo o mundo.

Em 1977, apenas 16 países aboliram essa condenação para todos os tipos de crime. Dos 58 que ainda mantêm a pena capital, 25 realizaram execuções em 2008.

Brasil

No Brasil, a  pena de morte é proibida, exceto para crimes militares cometidos em tempos de guerra, segundo está previsto na Constituição de 1988. De acordo com a Carta, o fuzilamento é o método de execução. Comunicado sobre a sentença, o presidente da República pode conceder um indulto ou comutar a pena do condenado.

O País é o único de língua portuguesa que permite a prática para crimes militares. Na América do Sul, Bolívia, Chile e Peru também mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais.

Veja o tipo de determinação vigente em cada país:

Pena de morte abolida para todos os tipos de crime:

África do Sul, Albânia, Alemanha, Andorra, Angola, Argentina, Armênia, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bósnia-Herzegovina, Bulgária, Burundi, Butão, Cabo Verde, Camboja, Canadá, Chipre, Colômbia, Costa Rica, Côte d'Ivoire, Croácia, Dinamarca, Djibouti, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Filipinas, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Ilhas Cook, Ilhas Marshall, Ilhas Maurício, Ilhas Salomão, Irlanda, Islândia, Itália, Listenstaine, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Malta, México, Micronésia, Moçambique, Moldávia, Mônaco, Montenegro, Namíbia, Nepal, Nicarágua, Niue, Noruega, Nova Zelândia, Palau, Panamá, Paraguai, Polônia, Portugal, Quiribati, Quirguistão, Reino Unido, República Checa, República Dominicana, Romênia, Ruanda, Samoa, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia (incluindo Kosovo), Suécia, Suíça, Timor Leste, Togo, Turcomenistão, Turquia, Tuvalu, Ucrânia, Uruguai, Usbequistão, Vanuatu, Vaticano e Venezuela.

Pena de morte abolida para crimes comuns:

Bolívia, Brasil, Casaquistão, Chile, El Salvador, Ilhas Fiji, Israel, Letônia e Peru.

Pena de morte abolida �na prática� para crimes comuns:

Algéria, Benin, Brunei, Burkina Faso, Camarões, Congo, Coreia do Sul, Eritreia, Gabão, Gâmbia, Gana, Granada, Ilhas Maldivas, Laos, Libéria, Madagascar, Malaui, Mali, Marrocos, Mauritânia, Mianmar, Nauru, Níger, Papua Nova Guiné, Quênia, República Centro-Africana, Rússia, Sri Lanka, Suriname, Suazilândia, Tajiquistão, Tanzânia, Tonga, Tunísia, Zâmbia.

Pena de morte para todos os crimes:

Afeganistão, Antígua e Barbuda, Arábia Saudita, Autoridade Palestina, Bahamas, Bahrein, Bangladesh, Barbados, Belize, Bielorrúsia, Botswana, Catar, Chade, China, Cingapura, Comores, Coreia do Norte, Cuba, Dominica, Egito, Emirados Árabes, Estados Unidos, Etiópia, Guatemala, Guiné, Guiné Equatorial, Guiana, Iêmen, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Jamaica, Japão, Jordânia, Kuwait, Lesoto, Líbano, Líbia, Malásia, Mongólia, Nigéria, Omã, Paquistão, República Democrática do Congo, Santa Lúcia, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Serra Leoa, Síria, Somália, Sudão, Tailândia, Taiwan, Trinidad e Tobago, Uganda, Vietnã e Zimbábue.

Leia mais sobre pena de morte

ultimosegundo.ig.com.br | 1/9/10 12:37 PM
ONU imp�e embargo de armas e outras san��es contra Eritreia
O Conselho de Segurança das Nações Unidas adotou nesta quarta feira uma resolução que estabelece um embargo de armas e outras sanções contra a Eritreia por fornecer armamento aos opositores ao Governo da Somália e por negar se a resolver sua disputa fronteiriça com o Djibuti. noticias.terra.com.br | 12/23/09 7:51 PM
Fumo passivo atinge 94,6% da popula��o mundial, diz OMS
Um novo relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), divulgado nesta quarta-feira, afirma que 94,6% da população mundial ainda não está protegida por leis contra os males causados pelo fumo passivo. No segundo grande relatório organizado pela instituição a respeito do que chama de "epidemia do fumo", a OMS diz que 5,4% da população do mundo estava protegida por leis antifumo abrangentes em 2008, um aumento de 3,1% em relação a 2007.Este número significa que 154 milhões de pessoas não estão mais expostas aos danos causados pelo tabagismo em locais de trabalho, restaurantes, bares e outros ambientes públicos fechados.

"Apesar de significar um progresso, o fato de que mais de 94% das pessoas ainda não estão protegidas por leis antifumo abrangentes mostra que é preciso trabalhar mais", disse Ala Alwan, diretor-assistente para Doenças Não Transmissíveis e Saúde Mental da OMS.

O documento diz que sete países (Colômbia, Djibuti, Guatemala, Maurício, Panamá, Turquia e Zâmbia) implementaram leis antifumo em 2008, elevando naquele ano o total de países com estas leis para 17.

Mortes
O relatório, divulgado em Istambul, na Turquia, se concentra na Convenção para Controle do Fumo, principalmente o artigo 8, que cuida da proteção contra a fumaça de cigarro. A convenção foi elaborada em 2005 e ratificada por 170 países.

O texto descreve os esforços de alguns países para implementar medidas determinadas por esta convenção.

Segundo o documento, o fumo passivo "causa cerca de 600 mil mortes prematuras por ano, incontáveis doenças e perdas econômicas da ordem de dezenas de bilhões de dólares ao ano".

"Não há um nível seguro de exposição ao fumo passivo. Então, é necessária uma ação dos governos para proteger as pessoas", afirmou Alwan.

Brasil
O relatório da OMS cita o Brasil como exemplo de país onde autoridades municipais ou estaduais estão implantando políticas contra o fumo passivo.

"Das cem maiores cidades do mundo, 22 têm leis antifumo - e mais três (Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador) se transformaram em cidades livres do fumo desde que os dados para este relatório foram coletados", afirma o documento.

O relatório também destaca a "alta prioridade e compromisso com o combate à epidemia" no Brasil.

"Em 2005, todos os Estados e mais de dois terços dos municípios tinham treinado funcionários para implementar atividades de controle do fumo, e um terço dos municípios, incluindo todas as grandes cidades do Brasil, adotaram programas específicos de controle do fumo", diz o documento da OMS.

De acordo com o relatório da OMS, o fumo continua em primeiro lugar entre as causas de morte que podem ser evitadas, com um total de cinco milhões de óbitos por ano.

A organização estima que, a não ser que sejam tomadas providências urgentes, esse número poderá chegar a 8 milhões por ano até 2030 - e a maior parte das mortes ocorreria nos países mais pobres. ultimosegundo.ig.com.br | 12/9/09 5:14 PM
Relat�rio da OMS diz que s� 5,4% vivem livre da fuma�a do cigarro
Genebra, 9 dez (EFE).- Apenas 5,4% da população mundial vivem em lugares onde há leis que preveem ambientes livres de fumaça de cigarro, de acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) publicado hoje sobre a epidemia mundial do fumo.Os dados correspondem a 2008 e, apesar de o número ser realmente baixo, representa melhora em relação ao ano anterior, quando 3,1% da população mundial estavam protegidos por leis antifumo.

Em 2007, só dez países no mundo contavam com leis de espaços livres de fumaça, número que subiu para 17 em 2008: Austrália, Butão, Canadá, Colômbia, Djibuti, Finlândia, Reino Unido, Guatemala, Guiné, Irã, Irlanda, Maurício, Nova Zelândia, Panamá, Turquia, Uruguai e Zâmbia.

"Embora isso represente um progresso, o fato de mais de 94% das pessoas permanecerem desprotegidas e sem leis que lhes garantam ambientes limpos de cigarro mostra que ainda há muito a fazer", afirmou o diretor-geral adjunto para Doenças Não Comunicáveis e Saúde Mental da OMS, Ala Alwan.

"São necessárias ações urgentes para proteger as pessoas da morte e das doenças causadas pela exposição à fumaça do tabaco. Não há um nível seguro de exposição a ele", acrescentou.

A OMS decidiu enfatizar este ano a necessidade dos ambientes livres de fumaça de tabaco por constatar que a inalação de fumaça por fumantes passivos causa 600 mil mortes e perdas econômicas de mais de US$ 10 bilhões por ano. Das mortes, 64% correspondem a mulheres e 31% do total são menores.

Segundo a OMS, um terço dos adultos e 40% dos menores no mundo estão expostos à fumaça do tabaco. De acordo com o estudo, apenas 9% dos países do mundo têm leis para erradicar a fumaça de cigarro dos bares e restaurantes, e 65 países não tiveram qualquer avanço em políticas de espaços livres de fumaça.

A OMS denuncia esta situação e lembra que a aplicação de políticas de espaços livres de fumaça reduz a exposição dos fumantes passivos ao tabaco entre 80 e 90%, e ajudam os dependentes que querem abandonar o vício.

É por isso que o artigo oitavo da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco, assinada em 2005 e ratificada por 160 países, fala sobre os ambientes livres de fumaça, embora só 17 tenham criado leis a respeito.

Para ajudar a implementar o estabelecido pela Convenção, foi criado um guia de diretrizes denominadas Mpower, que estabelecem seis níveis de atuação: controlar o uso e prevenir, proteger a população da inalação de fumaça, oferecer ajuda para deixar de fumar, alertar sobre os riscos, proibir publicidade e aumentar os impostos ao fumo.

No entanto, apenas 10% da população mundial vivem em países onde ao menos uma destas medidas é aplicada.

Além dos fumantes passivos, a fumaça inalada pelos fumantes ativos mata a cada ano 5 milhões de pessoas, o que transforma o tabaco na principal causa de morte evitável no mundo.

Os estudos da OMS demonstram, além disso, que, a menos que haja uma mudança radical na tendência, o fumo matará mais de 8 milhões de pessoas no mundo em 2030.

"No final deste século, o fumo poderia matar mais de 1 bilhão de pessoas se não houver ações rápidas", adverte a OMS. EFE mh/fm-an ultimosegundo.ig.com.br | 12/9/09 12:39 PM
Mais de 94% da popula��o mundial est� exposta a fumo passivo-OMS
Por Kate Kelland LONDRES (Reuters) - Mais de 94 por cento da população mundial não está legalmente protegida contra o fumo, ficando assim exposta à principal causa evitável de mortes, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS) na quarta-feira. Em seu relatório sobre a Epidemia Global do Tabaco, a OMS disse que políticas antifumo são cruciais para reduzir o dano causado pelo fumo passivo, que estaria matando prematuramente 600 mil pessoas por ano, além de causar doenças incapacitantes e prejuízos de dezenas de bilhões de dólares.

O relatório, no entanto, aponta alguns progressos. Em 2008, cerca de 154 milhões de pessoas (2,3 por cento do total mundial) foram beneficiadas por novas leis antifumo. Mas os governos ainda precisam agir com rapidez para evitar muitas outras mortes.

"O fato de mais de 94 por cento das pessoas continuarem desprotegidas por leis antifumo abrangentes mostra que é preciso muito mais trabalho", disse Ala Alwan, especialista da OMS em doenças não-transmissíveis.

Há provas científicas irrefutáveis de que a exposição à fumaça de cigarros causa morte e doenças graves. Nas últimas quatro décadas, a prevalência de fumantes caiu em países ricos, mas vem crescendo em grande parte do mundo em desenvolvimento.

A OMS disse que em 2008 sete países --Colômbia, Djibuti, Guatemala, Maurício, Panamá, Turquia e Zâmbia-- adotaram leis abrangentes contra o fumo, elevando a 17 o total de países com tal legislação.

O tabagismo mata mais de 5 milhões de pessoas por ano no mundo. Em agosto, a Fundação Mundial do Pulmão estimou que o fumo possa matar 1 bilhão de pessoas neste século.

"A não ser que uma ação urgente seja tomada para controlar a epidemia tabagista, o número anual de mortes pode subir para 8 milhões até 2030", disse o relatório da OMS. "Mais de 80 por cento dessas mortes prematuras ocorreriam em países de renda baixa e média - em outras palavras, precisamente onde é mais difícil evitar e arcar com tais perdas tremendas."

A OMS apontou uma enorme carência de verbas nos esforços contra o tabagismo - para cada 173 dólares recolhidos em impostos sobre o tabaco, só 1 dólar é gasto em medidas para tentar ajudar a população a parar de fumar.

Os avanços na proibição da propaganda e na taxação de cigarros pararam, disse o relatório, e 95 por cento das pessoas vivem em lugares onde o imposto representa menos de 75 por cento do preço de varejo do produto.

A OMS conclamou os governos a implementarem as regras da sua convenção-quadro sobre o controle do tabagismo, assinada por 170 países.

Essa convenção prevê medidas para evitar o consumo direto de cigarros e o fumo passivo, para oferecer apoio a quem quiser deixar o hábito, para proibir a publicidade e para elevar impostos sobre o tabaco.

No momento, menos de 10 por cento da população mundial está coberta por alguma dessas medidas, segundo a OMS. ultimosegundo.ig.com.br | 12/9/09 12:33 PM
Mais de 94% da popula��o mundial est� exposta a fumo passivo
Mais de 94% da população mundial não está legalmente protegida contra o fumo, ficando assim exposta à principal causa evitável de mortes, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS) na quarta-feira.

Em seu relatório sobre a Epidemia Global do Tabaco, a OMS disse que políticas antifumo são cruciais para reduzir o dano causado pelo fumo passivo, que estaria matando prematuramente 600 mil pessoas por ano, além de causar doenças incapacitantes e prejuízos de dezenas de bilhões de dólares.

O relatório, no entanto, aponta alguns progressos. Em 2008, cerca de 154 milhões de pessoas (2,3% do total mundial) foram beneficiadas por novas leis antifumo. Mas os governos ainda precisam agir com rapidez para evitar muitas outras mortes.

– O fato de mais de 94% das pessoas continuarem desprotegidas por leis antifumo abrangentes mostra que é preciso muito mais trabalho – disse Ala Alwan, especialista da OMS em doenças não-transmissíveis.

Há provas científicas irrefutáveis de que a exposição à fumaça de cigarros causa morte e doenças graves. Nas últimas quatro décadas, a prevalência de fumantes caiu em países ricos, mas vem crescendo em grande parte do mundo em desenvolvimento.

A OMS disse que em 2008 sete países --Colômbia, Djibuti, Guatemala, Maurício, Panamá, Turquia e Zâmbia-- adotaram leis abrangentes contra o fumo, elevando a 17 o total de países com tal legislação.

O tabagismo mata mais de 5 milhões de pessoas por ano no mundo. Em agosto, a Fundação Mundial do Pulmão estimou que o fumo possa matar 1 bilhão de pessoas neste século.

"A não ser que uma ação urgente seja tomada para controlar a epidemia tabagista, o número anual de mortes pode subir para 8 milhões até 2030", disse o relatório da OMS. "Mais de 80 por cento dessas mortes prematuras ocorreriam em países de renda baixa e média - em outras palavras, precisamente onde é mais difícil evitar e arcar com tais perdas tremendas."

A OMS apontou uma enorme carência de verbas nos esforços contra o tabagismo - para cada US$ 173 recolhidos em impostos sobre o tabaco, só US$ 1 é gasto em medidas para tentar ajudar a população a parar de fumar.

Os avanços na proibição da propaganda e na taxação de cigarros pararam, disse o relatório, e 95% das pessoas vivem em lugares onde o imposto representa menos de 75% do preço de varejo do produto.

A OMS conclamou os governos a implementarem as regras da sua convenção-quadro sobre o controle do tabagismo, assinada por 170 países.

Essa convenção prevê medidas para evitar o consumo direto de cigarros e o fumo passivo, para oferecer apoio a quem quiser deixar o hábito, para proibir a publicidade e para elevar impostos sobre o tabaco.

No momento, menos de 10% da população mundial está coberta por alguma dessas medidas, segundo a OMS. www.correiodobrasil.com.br | 12/9/09 12:03 PM
�frica sonha com grande muralha verde para frear avan�o do Saara

 

Uma "grande muralha verde", que se estenderia do Senegal até o Djibuti para frear o avanço do Saara, é o grande sonho da África, que deseja impusionar o projeto - parado há quatro anos - durante a conferência mundial do clima em dezembro, em Copenhague..

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www.pernambuco.com | 11/12/09 5:11 PM
�frica sonha com "muralha verde" para frear avan�o do Saara
Uma "grande muralha verde", que se estenderia do Senegal até Djibuti para frear o avanço do Saara, é o grande sonho da África, que deseja impusionar o projeto parado há quatro anos durante a conferência mundial do clima em dezembro, em Copenhague. noticias.terra.com.br | 11/12/09 3:39 PM
Conselho de Direitos Humanos debater� relat�rio sobre ofensiva em Gaza
Genebra, 13 out (EFE).- O Conselho de Direitos Humanos (CDH) da ONU debaterá na próxima quinta-feira, em uma sessão especial, o relatório Goldstone, que estabeleceu que Israel e Hamas cometeram crimes de guerra, e o primeiro possivelmente contra a humanidade, durante a ofensiva na Faixa de Gaza entre dezembro do ano passado e janeiro.Segundo a ONU informou hoje, 18 países dos 47 que integram o CDH, apoiaram a convocação desta sessão solicitada pelos palestinos.

Ao concluir a última sessão ordinária deste órgão, em 2 de outubro, tinha sido adiada qualquer decisão sobre este relatório - elaborado por uma missão de investigação da ONU - até março de 2010, um adiamento que foi amparado com satisfação por Israel, a parte do conflito mais atingida pelas denúncias dos investigadores.

Entre as recomendações do relatório Goldstone - chamado assim devido ao nome de seu presidente, o jurista sul-africano Richard Goldstone -, está que o Conselho de Segurança da ONU leve ao Tribunal Penal Internacional o caso da ofensiva em Gaza, que causou a morte de 1,4 mil palestinos e dez israelenses, se Israel e Hamas não realizarem investigações sobre os fatos.

O adiamento no CDH de uma votação sobre o relatório foi conseguido então graças às pressões dos Estados Unidos, o principal aliado de Israel, que desautorizaram as conclusões dos investigadores, qualificando-as de parciais.

O pedido da sessão especial não foi apoiada por nenhum país europeu ou do grupo ocidental, e foi adiante com os votos da Arábia Saudita, Barein, Bangladesh, Bolívia, China, Cuba, Djibuti, Egito, Gabão, Indonésia, Jordânia, Maurício, Nicarágua, Nigéria, Paquistão, Filipinas, Catar e Senegal. EFE vh/an ultimosegundo.ig.com.br | 10/13/09 8:04 PM
Chefe da Al Qaeda � morto em ataque dos EUA na Som�lia
MOGADÍSCIO (Reuters) - Forças especiais dos EUA em helicópteros atacaram um automóvel no sul da Somália nesta segunda-feira e mataram um dos mais procurados militantes da Al Qaeda no leste da África, disseram fontes norte-americanas e somalis. Saleh Ali Saleh Nabhan, de 28 anos e de origem queniana, era procurado pela explosão do caminhão-bomba que matou 15 pessoas em um hotel do Quênia em 2002, assim como pelo envolvimento em um ataque frustrado a míssil contra um avião comercial israelense que decolava do aeroporto de Mombasa. Uma importante fonte do governo somali disse à Reuters que o fugitivo estava no carro com outros insurgentes estrangeiros do grupo rebelde Al Shabaab quando foram atacados perto do vilarejo Roobow, no distrito de Barawe, cerca de 250km ao sul da capital Mogadíscio.

Washington disse que o Al Shabaab é o representante da Al Qaeda na Somália.

Um alto funcionário dos EUA em Washington, falando sob condição de anonimato, disse que as forças de operações especiais norte-americanas a bordo de dois helicópteros que partiram de um navio da Marinha dos EUA abriram fogo contra o veículo que acreditavam levar Nabhan.

O corpo está sob custódia das tropas, disse o funcionário, acrescentando estarem confiantes de que se trata de Nabhan. Ele afirmou que quatro somalis foram mortos, enquanto a fonte do governo da Somália diz que Nabhan e quatro outros morreram.

"Esses jovens combatentes não têm as mesmas habilidades que seus colegas no Afeganistão ou de outros locais no que diz respeito a ataques aéreos estrangeiros", acrescentou a fonte do governo. "Eles estão confusos agora. Espero que o mundo aja."

Bryan Whitman, porta-voz do Pentágono, se recusou a comentar "sobre qualquer suposta operação na Somália."

Acredita-se que Nabhan, há tempos na lista dos mais procurados pelo FBI, fugiu da Somália após o ataque de 2002.

SUSPEITOS DA AL QAEDA

Os EUA dizem acreditar que outro suspeito proeminente da Al Qaeda, o especialista sudanês em explosivos Abu Talha al-Sudani, orquestrou os dois ataques.

Diversos moradores de Barawe afirmaram acreditar que forças especiais da França estiveram envolvidas na operação de segunda-feira em Barawe, mas um porta-voz do ministro da Defesa francês em Paris negou qualquer envolvimento.

No passado, as forças francesas também realizaram ataques na Somália para resgatar cidadãos franceses mantidos por rebeldes e piratas. Paris tem uma grande base militar no vizinho Djibouti.

A violência matou mais de 18 mil somalis desde o início de 2007 e forçou mais 1,5 milhão a abandonar suas casas.

Isso deflagrou uma das piores emergências humanitárias do mundo. O número de pessoas que precisam de ajuda saltou 17,5 por cento em um ano, para 3,76 milhões.

(Reportagem de jornalistas da Reuters na Somália, com colaboração de Adam Entous e Andrew Gray em Washington e de Sophie Hardach em Paris). ultimosegundo.ig.com.br | 9/14/09 11:00 PM

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