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Notícias : Djibuti

Somália: grupo que matou Bin Laden comanda regaste de reféns

MOGADÍSCIO - Em uma operação inédita, tropas americanas entraram na base de piratas de Harardhere, na Somália para resgatar uma americana e um dinamarquês, funcionários da ONG Demining Group, capturados há três meses no país. A missão foi liderada pelo Grupo Naval de Desenvolvimento de Guerra Especial, chamado o Seal Team 6, mesmo que em maio passado matou Osama bin Laden no Paquistão. Os soldados envolvidos na operação nesta madrugada, no entanto, não foram os mesmos a irem a Abbottabad.

O resgate aconteceu durante a madrugada desta quarta-feira e contou com pelo menos seis helicópteros militares. Segundo fontes, nove piratas somalis foram mortos e outros cinco capturados. As tropas dos EUA estariam agora no Djibouti, país que abriga a única base americana no continente. A ação teria sido planejada depois que autoridades descobriram que a ativista americana estava com um problema de saúde no cativeiro somali.

- Foi um caso especial. Um dos reféns tem uma doença muito séria, e essa foi a razão para entrar e agir - explicou o ministro do Exterior dinamarquês, Villy Sovndal, ao canal 2 News.

A americana Jessica Buchanan, de 32 anos, e o dinamarquês Poul Hagen Thisted, de 60, foram capturados em outubro do ano passado, quando iam para o aeroporto de Galkayo, na Somália. Na época, trabalhavam em um programa de limpeza de minas e outros explosivos. A imprensa informa que os dois estão saudáveis e passam bem depois do resgate.

Nesta manhã, o presidente americano, Barack Obama, comentou o resgate e agradeceu aos Navy Seals que participaram da operação. “Não poderia estar mais orgulhoso das nossas tropas”, disse o democrata. Obama ainda afirmou que o resgate foi um recado para o mundo saber como os EUA agem contra aqueles que maltratam seu povo. Mas na terça-feira, antes de seu discurso do Estado da União, o presidente foi visto parabenizando o secretário de Defesa, Leon Panetta, pelo “bom trabalho”. Naquela altura, os reféns já estariam a salvo, mas a operação não estava acabada.

Operação por terra é inédita

Depois de matar os sequestradores, as tropas americanas encontraram Jessica e Thisted desarmados em um acampamento ao ar livre. Segundo a agência AP, que cita piratas que teriam falado com testemunhas do cerco, guardas somalis passaram a noite de terça-feira mascando a folha qat e estavam dormindo na hora que os soldados americanas se aproximaram do cativeiro.

É a primeira vez que tropas americanas entram em território somali para resgatar reféns. Alguns aviões não tripulados, no entanto, já realizaram ataques no país africano, e há relatos de que soldados dos EUA tenham ajudado em outras operações como a desta madrugada. Até então, resgates americanos contra piratas tinham sido feitos apenas pelo mar, com o apoio de homens franceses.

Autoridades americanas descartaram a possibilidade de os sequestradores estarem envolvidos com o grupo radical islâmico al-Shabaab. A área onde os reféns foram encontrados seria conhecida pela atividade dos piratas e não estaria sob controle de islâmicos.

As ações dos piratas somalis se tornaram mais frequentes nos últimos anos. Os criminosos costumam tomar de assalto embarcações no Oceano Índico em troca de um gordo resgate. Nos últimos meses, o sequestro de ocidentais por grupos armados aumentou no país. Eles vendem os reféns para piratas, que negociam, por sua vez, o resgate, explicam fontes somalis.

oglobo.globo.com | 1/25/12 9:05 PM
Liga da Justiça vira símbolo de campanha contra fome na África
As silhuetas de Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde, Aquaman, Flash e Ciborgue são a ilustração de We Can Be Heroes ("Podemos Ser Heróis") - campanha que a DC Entertainment lançou hoje em Nova York para arrecadar doações contra a fome na África. A Liga da Justiça não vai fazer nada; o negócio é com você: em um site, fãs são convidados a fazer doações para enfrentar a maior crise de fome nos últimos 60 anos no nordeste africano - região que inclui Somália, Etiópia, Djibuti e Eritreia. A DC compromete-se a dobrar o valor das doações e entregá-las a três ... omelete.uol.com.br | 1/23/12 6:44 PM
França e oposição cobram investigação de morte de jornalista

BEIRUTE e PARIS - O governo francês, organizações humanitárias e a oposição síria pediram uma investigação independente sobre o jornalista Gilles Jacquier, morto durante um ataque em Homs. Mais cedo, a Turquia acusou um navio russo de levar um carregamento de armas para Damasco, e um segundo observador da Liga Árabe teria ameaçado deixar a missão na Síria apenas um dia depois de um monitor argelino abandonar a comissão.

Jacquier foi morto em um ataque ainda não esclarecido na cidade de Homs na quarta-feira. De acordo com testemunhas, um grupo de jornalistas foi atingido por diversas granadas, matando outras sete pessoas e ferindo mais 25. A oposição convocou protestos pela morte do cinegrafista nesta quinta-feira.

- A morte do jornalista francês levanta um número de questões: quem fez o ataque? Qual era o propósito? Não sabemos as respostas. Então, é importante que seja iniciada uma investigação crível - disse Nadim Houry, da Human Rights Watch.

O ministro de Relações Exteriores da França, Alain Juppé, já tinha acusado na quarta-feira o governo do presidente Bashar al-Assad pelo incidente:

- Depende das autoridades sírias a segurança de jornalistas estrangeiros em seu território - disse ele.

De acordo com o jornal inglês “Guardian”, o diretor editorial da France Televisions embarcará para a Síria nesta quinta-feira para trazer de volta o corpo do jornalista morto e os sobreviventes Christophe Kenck e a mulher do fotógrafo, que estão em estado de choque. O corpo de Jacquier está no Hospital Francês de Damasco.

Ativistas sírios publicaram um vídeo reclamando de terem sido impedidos pela polícia de prestar uma homenagem ao jornalista na porta do Centro Cultural Sírio em Paris.

- Hoje nós queríamos deixar uma foto dele (Jacquier) no Centro Cultural Sírio para representar o crime do regime de Bashar al-Assad e ficamos surpresos em ver antes da gente a polícia e uma presença significativa de segurança protegendo o local e impedindo que colocássemos essa foto em homenagem a Gilles Jacquier. Gostaríamos de expressar nossa surpresa com isso e gostaríamos de uma explicação do por quê fomos impedidos de prestar um simples tributo a esse jornalista, esse herói - diz um homem que aparece no vídeo.

A Turquia afirmou que um navio russo, carregado de armas e munição, aportou na Síria nesta quinta-feira. O navio teria feito uma parada não programada no Chipre, violando o embargo europeu sobre carregamentos armamentistas para a Síria. As autoridades do Chipre disseram que liberaram a partida da embarcação após serem informadas de uma suposta mudança de destino para a Turquia.

Ex-monitor diz que mais deixaram a missão da Liga Árabe

O argelino Anwar Malek, observador que abandonou a missão da Liga Árabe na quarta-feira, afirmou, em entrevista por telefone à agência Reuters, que mais integrantes da missão já deixaram a Síria por acreditar que a delegação contribui para o aumento da violência no país. Teriam saído um egípcio, um especialista criminal do Marrocos e um integrante humanitário do Djibuti. A informação ainda não foi confirmada.

De acordo com Malek, o único motivo que impede mais desistências é que muitos monitores obedecem a ordens de seus países, colocando-as como prioridade, à frente dos objetivos da equipe árabe. Ele afirmou que observadores sudaneses enviam relatórios para seu governo antes de mandá-los para o centro de operações da missão em Damasco e que os monitores iraquianos relutam a visitar redutos da oposição síria.

Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira uma redução na equipe de sua embaixada na Síria por causa das condições de segurança no país. O Departamento de Estado ordenou que a saída de alguns funcionários seja feita o mais breve possível e lembrou que os americanos devem evitar viagens a Síria.

Nesta quinta-feira, cerca de 150 expatriados sírios partiram em comboio da Turquia em direção a Síria, para levar mantimentos, remédios e roupas para a população do país, em uma campanha organizada via Facebook. A Turquia possui uma fronteira de 900 km com a Síria. Os organizadores do comboio ainda não sabem se conseguirão entrar na Síria para entregar a ajuda.

oglobo.globo.com | 1/12/12 9:59 PM
Obama anuncia mais US$ 113 mi em ajuda ao Chifre de África
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta quinta feira que concederá 113 milhões de dólares suplementares para ajudar os países do Chifre da África a superar os efeitos da seca. "Em nome do governo dos Estados Unidos e dos americanos, anuncio uma ajuda suplementar de 113 milhões de dólares urgentes para o Chifre da África", declarou Obama em comunicado. Mais de 13 milhões de pessoas que vivem nos quatro países do Chifre da África (Etiópia, Quênia, Somália, Djibuti, afetado ... noticias.terra.com.br | 12/22/11 7:50 PM
Congo e Namíbia goleiam fora e se aproximam de vaga na 2ª fase
Congo e Namíbia, que venceram como visitantes São Tomé e Príncipe (5 a 0) e Djibuti (4 a 0), respectivamente, nos jogos de ida disputados nesta sexta feira, estão a um passo da segunda fase das Eliminatórias Africanas para a Copa do Mundo de 2014. esportes.terra.com.br | 11/11/11 11:04 PM
Scarlett Johansson visita campos de refugiados no Quênia
A atriz americana Scarlett Johansson visitou nos últimos dias campos de refugiados no Quênia para conhecer de perto os efeitos da seca que afeta cerca de 13 milhões de pessoas na região conhecida como Chifre da África, que abrange Somália, Etiópia e Djibuti, informou nesta segunda feira um comunicado da ONG Intermon Oxfam. noticias.terra.com.br | 9/26/11 6:00 PM
ONU propõe estratégia a longo prazo para combater fome na África
O secretário geral da ONU, Ban Ki Moon, pediu neste sábado que os governos do Chifre da África e os doadores internacionais planejem uma estratégia a longo prazo para atacar a raiz da crise de fome que afeta 13,3 milhões de pessoas na Somália, no Quênia, na Etiópia e no Djibuti. "Enfrentar os fatores de risco é a melhor maneira para nos assegurar que não volte a acontecer uma crise", disse Ban durante discurso em reunião à margem dos debates públicos do 66º período de sessões da Assembleia Geral ... noticias.terra.com.br | 9/24/11 10:02 PM
Chifre da África pede na ONU mais ajuda contra a fome

NOVA YORK (AFP) - (AFP) - Líderes africanos lançaram este sábado um pedido desesperado na Assembleia Geral da ONU por mais ajuda internacional para enfrentar a fome que se espalha pelo Chifre da África e que deixou dezenas de milhares de mortos na Somália.

Os líderes de Quênia, Somália, Djibuti e Etiópia uniram suas vozes para pedir maior cooperação, em um momento em que a ONU calcula que haja 750.000 pessoas com risco de morrer e que outras 13 milhões precisam de ajuda urgente.

O primeiro-ministro do Quênia, Raila Odinga, pediu à ONU que monte acampamentos para ajudar a população dentro da Somália, durante reunião dedicada à grave situação no Chifre da África, à margem da Assembleia da ONU, que a princípio descartou esta possibilidade.

Uma boa notícia veio de Washington, onde o Banco Mundial (Bird) aumentou a ajuda contra a pior seca em décadas na África para 1,9 bilhões de dólares, acima dos US$ 500 milhões oferecidos em julho passado, anunciou este sábado o secretário do Tesouro americano, Tim Geithner.

"Para ajudar a evitar que este tipo de catástrofes continue afetando a região, apoiamos a decisão dos membros da Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA) de mobilizar cerca de 1,9 bilhão de dólares em recursos", disse Geithner nas reuniões do FMI e do Bird na capital americana.

O primeiro-ministro do Quênia, em cujo país há um acampamento com mais de meio milhão de refugiados da fome, afirmou que sofrido "muita pressão" para fechar a fronteira com a Somália.

"Mas, como governo, não podemos fechar a fronteira porque isto significaria condenar à morte pessoas inocentes", explicou Odinga.

Muitas pessoas estão fugindo de áreas na Somália sob controle dos rebeldes islamitas shebab, que impedem que chegue ajuda da ONU e de outras organizações.

"Pedimos uma colaboração muito mais forte da comunidade internacional para fazer frente a isto, para que possamos criar outra área dentro da Somália onde possamos criar acampamentos", disse Odinga.

Isto permitiria "que as pessoas fossem alimentadas na Somália e não tivessem que cruzar a fronteira para o Quênia", afirmou.

A coordenadora humanitária da ONU, Valerie Amos, se opôs à possibilidade de montar acampamentos dentro da Somália por medo da violência.

"Para ajudar a evitar que este tipo de catástrofes continue afetando a região, apoiamos a decisão dos membros da Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA) de mobilizar cerca de 1,9 bilhão de dólares em recursos", disse Geithner nas reuniões do FMI e do Bird na capital americana.

O primeiro-ministro do Quênia, em cujo país há um acampamento com mais de meio milhão de refugiados da fome, afirmou que sofrido "muita pressão" para fechar a fronteira com a Somália.

"Mas, como governo, não podemos fechar a fronteira porque isto significaria condenar à morte pessoas inocentes", explicou Odinga.

Muitas pessoas estão fugindo de áreas na Somália sob controle dos rebeldes islamitas shebab, que impedem que chegue ajuda da ONU e de outras organizações.

"Pedimos uma colaboração muito mais forte da comunidade internacional para fazer frente a isto, para que possamos criar outra área dentro da Somália onde possamos criar acampamentos", disse Odinga.

Isto permitiria "que as pessoas fossem alimentadas na Somália e não tivessem que cruzar a fronteira para o Quênia", afirmou.

A coordenadora humanitária da ONU, Valerie Amos, se opôs à possibilidade de montar acampamentos dentro da Somália por medo da violência.

Da AFP Paris


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Veja o sorteio das eliminatórias da África para a Copa de 2014
Veja o sorteio das eliminatórias da África para a Copa do Mundo 2014, feito neste sábado no Rio de Janeiro: 1a rodada (12 partidas de ida e volta entre 11 e 15 de novembro; os 12 vencedores seguirão para a segunda rodada) Ilhas Seychelles x Quênia Guiné Bissau x Togo Djibouti x Namíbia Ilhas

www.estadao.com.br | 7/30/11 7:54 PM
Pior seca em 60 anos afeta países do "Chifre da África"
Os países do chamado "Chifre da África", grupo formado por Etiópia, Somália, Quênia, Uganda e Djibuti, sofrem a pior seca dos últimos 60 anos e 10 milhões de pessoas espalhadas nesses cinco países já sofrem as consequências, afirmou nesta terça feira a Organização das Nações Unidas (ONU). A região experimentou assim "a maior crise de alimentos da atualidade", acrescentou em entrevista coletiva a porta voz do Escritório de Assuntos Humanitários do organismo, Elizabeth Byrs. noticias.terra.com.br | 6/28/11 5:51 PM
Nordeste da África enfrenta pior seca em 60 anos, diz ONU

Mais de 10 milhões são afetados em países como Djibouti, Etiópia e Quênia. Situação está uma fase antes de ser catástrofe/fome generalizada. g1.globo.com | 6/28/11 12:58 PM
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