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Notícias : Eritreia

L�bia liberta 205 imigrantes eritreus
A Líbia libertou os 205 imigrantes da Eritreia retidos desde 30 de junho, como informa neste sábado a imprensa italiana. noticias.terra.com.br | 7/17/10 9:57 AM
It�lia � acusada de deixar L�bia maltratar refugiados
A oposição italiana acusou nesta terça feira o governo de fazer vista grossa ao destino de 245 refugiados da Eritreia devolvidos ao mar por patrulhas italianas e agora detidos na Líbia sob "condições desumanas." noticias.terra.com.br | 7/6/10 11:28 PM
Fenda pode separar a �frica em duas

O continente africano poderá ser dividido ao meio pelo aparecimento de um novo oceano em dez milhões de anos, segundo um grupo de cientistas britânicos que vêm monitorando mudanças geológicas na região de Afar, na Etiópia.

Segundo descreveram os cientistas durante uma conferência da Royal Society, de Londres, uma fenda de 60 quilômetros de comprimento se abriu a região em 2005 e vem crescendo desde então.

Um monitoramento num período de apenas dez dias verificou a expansão da fenda em oito metros, segundo o sismólogo James Hammond, da Universidade de Bristol, um dos coordenadores do estudo.

Os pesquisadores dizem que o processo acabará dividindo a África em dois, transformando parte da Etiópia e da Somália em uma grande ilha no Oceano Índico.

Erupção

 A fenda começou a aparecer em 2005, após a erupção do vulcão Dabbahu, na região de Afar. O local, apesar de ainda não ter água, está localizado abaixo do nível do mar.

Os sismólogos dizem que estão presenciando um processo que normalmente só ocorre debaixo dos oceanos.

– Partes de Afar estão abaixo do nível do mar, e o oceano está separado por apenas uma faixa de 20 metros de terra do território da Eritréia –, afirmou Hammond.

– Então essa terra cederá eventualmente, o mar entrará e começará a criar esse novo oceano –, disse o cientista.

Segundo ele, com o tempo esse oceano crescerá até separar de vez a região do chamado “Chifre da África” do restante do continente, criando assim “uma África menor e uma ilha muito grande no Oceano Índico”.

www.correiodobrasil.com.br | 6/25/10 1:33 PM
Explos�o em um caf� deixa cinco mortos e 20 feridos no norte da Eti�pia
Reuters   MAKELLE- Uma explosão em um café ma região de Tigray, no norte da Etiópia, deixou cinco mortos e 20 feridos neste sábado, 24, de acordo com oficiais que responsabilizaram o país vizinho de Eritreia pelo ataque.   "Este é um ataque do governo eritreu para obstruir deliberadamente as www.estadao.com.br | 4/24/10 9:41 PM
Mar�lson corre em Londres por recorde pessoal
Melhor tempo do fundista brasileiro na maratona é 2h08min37s, obtido na própria prova londrina, no ano de 2007

Marílson Gomes dos Santos competirá neste domingo (25) na Maratona de Londres, visando um novo recorde pessoal para os 42 km e 195 m. A largada para a elite masculina será às 05h45 (horário de Brasília). O melhor tempo do fundista brasileiro é 2h08min37s, obtido na própria prova londrina, no ano de 2007.

"Quero melhorar minha marca pessoal, aproveitando um percurso que é rápido, totalmente plano", disse Marílson, de 32 anos, que é bicampeão da Maratona de Nova York, recordista sul-americano dos 5.000m e 10.000m. "É um percurso tão bom, tão rápido que pode ajudar, mas também atrapalhar. Terei de tomar cuidado para saber dosar muito bem a corrida", contou.

O técnico Adauto Domingues viajou com Marílson na última quarta-feira (21) - eles deveriam ter ido na terça-feira, mas o voo foi cancelado por causa das cinzas do vulcão Eyjafjallajoekull, na Islândia. "Espero que o atraso de um dia não atrapalhe a prova. Mas o Marílson fez três semanas de treinos na altitude de Campos do Jordão, está bem preparado, zerado das lesões e vem de uma boa corrida na Meia Maratona de Nova York", diz Adauto.

O técnico frisa, porém, que Marílson não vai se preocupar com o ritmo dos demais competidores da elite e focar apenas no seu objetivo de melhorar a marca pessoal na maratona. "O primeiro pelotão, formado por atletas como Wanjiru, Kebede, Tadese, entre outros, vai correr pelo recorde mundial. É um grupo muito forte, os caras querem correr para baixar a melhor marca do mundo", frisa Adauto.

Os organizadores confirmaram a presença dos três primeiros do pódio de Londres em 2009. O vencedor, o queniano Sammy Wanjiru (2h05min10), campeão olímpico em Pequim/2008, enfrentará o segundo colocado, o etíope Tsegay Kebede (2h05min20), e o terceiro, o marroquino Jaouad Gharib, prata olímpica em Pequim e duas vezes campeão do mundo (2003 e 2005).

E ainda Abel Kirui, do Quênia, que fechou 2009 em terceiro no ranking com o melhor tempo da carreira, feito na Maratona de Rotterdã (2h05min04), e o campeão no Mundial de Berlim; Zersenay Tadese, da Eritreia, ganhador de quatro títulos mundiais na Meia Maratona; e Duncan Kibet, segundo maratonista mais rápido de todos os tempos (2h04min27). O recorde mundial pertence ao etíope Haile Gebrselassie, de 2h03min59, conquistado em Berlim, em 2008.

A maratona masculina mudou de patamar nos últimos anos. Há pouco tempo, nenhum homem corria os 42 km e 195 m em menos de 2h06min e vitórias em provas de primeira linha registravam resultado na casa de 2h08min. O então recordista mundial Khalid Kannouchi, que fez 2h05min38 em Londres/2002, é apenas o 16º no ranking de todos os tempos atualmente - e os 14 melhores resultados foram feitos nos últimos dois anos.

esporte.ig.com.br | 4/23/10 10:01 PM
Meia Maratona de Lisboa � procura de nova melhor marca mundial
O atleta da Eritreia Zersenay Tadese é a esperança da organização da 20.ª Meia Maratona de Lisboa, que se corre domingo, para estabelecer um novo máximo mundial da distância: 21,097 quilómetros em menos de 58,33. minutos. 


rss.feedsportal.com | 3/19/10 8:00 PM
Meia Maratona de Lisboa � procura de nova melhor marca mundial
O atleta da Eritreia Zersenay Tadese é a esperança da organização da 20.ª Meia Maratona de Lisboa, que se corre domingo, para estabelecer um novo máximo mundial da distância: 21,097 quilómetros em menos de 58,33. minutos. 


rss.feedsportal.com | 3/19/10 8:00 PM
Cinco americanos s�o acusados no Paquist�o de ter v�nculos com terrorismo
Jovens haviam sido detidos em dezembro do ano passado. Eles têm origens paquistanesa, etíope, eritreia e egípcia. g1.globo.com | 3/17/10 1:37 PM
Ajuda � Eti�pia foi desviada para compra de armas, revela BBC
Uma investigação da BBC revelou que milhões de dólares em ajuda enviada à Etiópia para vítimas da onda de fome de 1984-85 foi usada para a compra de armas por grupos rebeldes que tentavam derrubar o governo.

Soldados de grupos rebeldes disseram ter atuado como comerciantes de grãos e alimentos, para enganar representantes de organizações de ajuda.

Documentos da CIA, o serviço de inteligência americano, confirmam que a ajuda "quase certamente foi desviada para fins militares".

Cerca de um milhão de pessoas morreram em decorrência da seca que destruiu as colheitas no país do leste africano. Milhões de pessoas, no entanto, foram salvas com a chegada da ajuda ocidental, mas boa parte desta ajuda teria sido desviada.

Na época, a Etiópia não apenas lutava contra a fome, mas também contra rebeliões nas províncias de Eritréia e Tigré, no norte do país. O governo não tinha controle sobre boa parte das áreas rurais, portanto, as agências internacionais trouxeram ajuda diretamente, do vizinho Sudão.

Parte desta ajuda foi entregue em alimentos, parte em dinheiro, para a compra de grãos de fazendeiros etíopes das áreas onde ainda havia comida.

Rebeldes disfarçados

A fotografia acima mostra uma dessas negociações de compra perto da fronteira, em 1984. No centro está Max Peberdy, funcionário da ONG Christian Aid, que carregava cerca de US$ 500 mil em moeda etíope.

Em seu trajeto, Peberdy foi escoltado por cerca de 50 milicianos do movimento rebelde Frente de Libertação dos Povos Tigrínios (TPLF, na sigla em inglês).

Mas Peberdy insiste que entrou no país com a organização rebelde de ajuda Sociedade de Socorro de Tigray (Rest, na sigla em inglês).

"Tinha que haver uma separação completa entre o apoio recebido pela TPLF e a logística da compra de grãos, que estava nas mãos da liderança da Rest", disse ele.

Na foto, um "comerciante" está sentado ao lado de Peberdy, contando o dinheiro, enquanto um dos líderes da Rest observa, mas o "comerciante" era, na verdade, Gebremedhin Araya, que afirma que, na época, era um alto membro da TPLF.

"Me deram roupas para que eu parecesse um comerciante muçulmano. Era um truque para as ONGs. Eles não me conheciam".

Segundo Gebremedhin, por baixo dos grãos, os sacos estavam cheios de areia. Ele diz que entregou o dinheiro recebido pela venda aos líderes da TPLF, entre eles Meles Zenawi, que em 1991 se tornou o primeiro-ministro do país.

Max Peberdy ainda acredita que a ajuda não foi desviada. "Isso aconteceu há 25 anos e nesses 25 anos é a primeira vez que alguém faz uma acusação dessas".

Ele insiste que, até onde ele sabe, a ajuda serviu para alimentar os milhões de famintos.

A versão de Gebremedhin, no entanto, é corroborada pelo ex-comandante do exército da TPLF, Aregawi Berhe. Exilado na Holanda, Aregawi afirma que os rebeldes encenaram o que ele chama de "drama" para receber o dinheiro. "As agências de ajuda foram enganadas", diz ele.

Segundo Aregawi, dos US$ 100 milhões recebidos pela TPLF em 1985, 95% foram destinados para a compra de armas ou para a construção do partido de linha dura surgido do movimento rebelde - A Liga Marxista Leninista de Tigré.

Tanto Gebremedhin como Aregawi romperam com a liderança rebelde e fugiram do país. O primeiro-ministro, Meles Zenawi, se recusou a dar uma entrevista sobre o assunto.

CIA

Mas o testemunho dos dois ex-integrantes da TPLF é corroborado pela CIA em um relatório secreto com data de abril de 1985, intitulado "Etiópia: Impacto Político e de Segurança da Seca".

"É quase certo que alguns fundos que organizações insurgentes estão levantando para operações de ajuda, como resultado da publicidade mundial, estão sendo desviados para fins militares", conclui o documento.

A suspeita é confirmada por Robert Houdek, que veio a ocupar o cargo mais alto na diplomacia americana na Etiópia em 1988.

Segundo Houdek, os rebeldes da TPLF e do movimento rebelde da Eritréia - a EPLF - disseram a ele que a ajuda foi desviada no Sudão.

"(A ajuda de alimentos) Foi vendida por dinheiro, e claro, com o dinheiro você compra armas, combustível. Isso ocorreu. Não há dúvidas quanto a isso".

Guerra Fria

É preciso lembrar que tudo isso ocorreu durante o período da Guerra Fria, quando Estados Unidos e União Soviética lutavam por influência no então chamado Terceiro Mundo.

A União Soviética destinou US$ 4 bilhões para a Etiópia e enviou oficiais soviéticos para dirigir as batalhas do governo contra os rebeldes.

Em janeiro de 1983, o presidente americano Ronald Reagan lançou a Diretiva Nacional de Segurança 75, que tinha como objetivo combater a União Soviética nos países em desenvolvimento.

"A política americana vai procurar limitar e desestabilizar as atividades dos aliados e clientes soviéticos no Terceiro Mundo", afirmava a diretiva.

Em novembro de 2009, Robert Gates - o secretário de Defesa do presidente Barack Obama - fez um discurso descrevendo como informou o presidente Ronald Reagan no período em que era o vice-diretor da CIA.

Segundo ele, a postura do presidente era "impor custos ainda mais altos para a União Soviética em sua aventura pelo Terceiro Mundo".

Gates inclui a Etiópia na lista de países como a Nicarágua e o Afeganistão nos quais os aliados soviéticos "logo enfrentaram suas próprias insurgências".

O secretário de Defesa não entrou em detalhes sobre quanto apoio os Estados Unidos prestaram aos insurgentes etíopes, mas como havia poucos grupos rebeldes, não se pode excluir a possibilidade de que a CIA não apenas sabia, mas também apoiava o desvio da ajuda para a compra de armas pela TPLF.

Leia mais sobre Etiópia

ultimosegundo.ig.com.br | 3/3/10 11:13 AM
Israel construir� muro para barrar ilegais na fronteira com Egito
O governo de Israel aprovou planos para construir uma barreira em dois pontos ao longo da fronteira do país com o Egito, em uma tentativa de impedir a entrada de imigrantes ilegais e militantes. Ao anunciar o projeto, o primeiro-ministro israelense, Biniyamin Netanyahu, disse que a construção vai bloquear as principais rotas de infiltração ao longo dos 266 km de fronteira - a cidade de Eilat, no Mar Vermelho, e as proximidades da Faixa de Gaza.

"Decidimos fechar a fronteira sul de Israel a infiltradores e terroristas. Trata-se de uma decisão estratégica para assegurar o caráter judeu e democrático de Israel", afirmou.

"Não podemos deixar de dezenas de milhares de imigrantes ilegais se infiltrem em Israel e inundem nosso país com estrangeiros ilegais", disse Netanyahu, acrescentando que, no entanto, o país vai "continuar aberto a refugiados".

Egito

Representantes das forças de segurança do Egito disseram que Israel não os informou sobre os planos, mas afirmaram que não se opõem ao projeto se a barreira for construída em solo israelense.

O projeto deve custar US$ 270 milhões e levar dois anos para ser concluído.

Nos últimos anos, milhares de imigrantes entraram em Israel através do Egito.

Desde maio, pelo menos 17 migrantes foram mortos pela polícia egípcia, que diz estar tentando conter o tráfico de pessoas.

Eritréia é o país de onde vem a maioria dos que tentam entrar ilegalmente em Israel, seguido de pessoas da Etiópia e do Sudão.

Israel já está construindo uma polêmica barreira dentro e em volta da Cisjordânia ocupada, alegando que precisa defender seus cidadãos de ataques por militantes.

Os palestinos, no entanto, consideram que o muro está tomando parte de suas terras.

Em 2004, a Corte Internacional de Justiça de Haia determinou que a barreira é ilegal e deve ser removida.

O Egito, por sua vez, está construindo um muro subterrâneo ao longo de sua fronteira com Gaza para tentar impedir o tráfico de armas através de túneis.

Leia mais sobre: Faixa de Gaza

ultimosegundo.ig.com.br | 1/11/10 9:00 AM
Pena de morte est� em vigor em 58 pa�ses, diz Anistia
Relatório da Anistia Internacional, organização de defesa dos direitos humanos, afirma que atualmente a pena de morte está em vigor em 58 países. Outros 95 países aboliram a prática para todos os tipos de crime, enquando nove países, entre eles o Brasil (somente na Justiça militar), mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais, mas não para crimes comuns.

 

A organização afirma que 35 países aboliram �na prática� a pena de morte pelo fato de não terem realizado nenhuma execução nos últimos dez anos, apesar de a punição estar prevista em lei para crimes comuns. Somando essas 35 nações às que aboliram por lei a pena de morte, chega a 139 o número de países que não executam prisioneiros, segundo a Anistia.

De acordo com o relatório da Anistia, em 2008 foram realizadas 2.390 execuções, 93% delas em apenas cinco países: China, Irã, Arábia Saudita, Paquistão e Estados Unidos. No mesmo período, houve 8.864 sentenças à morte em todo o mundo.

Em 1977, apenas 16 países aboliram essa condenação para todos os tipos de crime. Dos 58 que ainda mantêm a pena capital, 25 realizaram execuções em 2008.

Brasil

No Brasil, a  pena de morte é proibida, exceto para crimes militares cometidos em tempos de guerra, segundo está previsto na Constituição de 1988. De acordo com a Carta, o fuzilamento é o método de execução. Comunicado sobre a sentença, o presidente da República pode conceder um indulto ou comutar a pena do condenado.

O País é o único de língua portuguesa que permite a prática para crimes militares. Na América do Sul, Bolívia, Chile e Peru também mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais.

Veja o tipo de determinação vigente em cada país:

Pena de morte abolida para todos os tipos de crime:

África do Sul, Albânia, Alemanha, Andorra, Angola, Argentina, Armênia, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bósnia-Herzegovina, Bulgária, Burundi, Butão, Cabo Verde, Camboja, Canadá, Chipre, Colômbia, Costa Rica, Côte d'Ivoire, Croácia, Dinamarca, Djibouti, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Filipinas, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Ilhas Cook, Ilhas Marshall, Ilhas Maurício, Ilhas Salomão, Irlanda, Islândia, Itália, Listenstaine, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Malta, México, Micronésia, Moçambique, Moldávia, Mônaco, Montenegro, Namíbia, Nepal, Nicarágua, Niue, Noruega, Nova Zelândia, Palau, Panamá, Paraguai, Polônia, Portugal, Quiribati, Quirguistão, Reino Unido, República Checa, República Dominicana, Romênia, Ruanda, Samoa, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia (incluindo Kosovo), Suécia, Suíça, Timor Leste, Togo, Turcomenistão, Turquia, Tuvalu, Ucrânia, Uruguai, Usbequistão, Vanuatu, Vaticano e Venezuela.

Pena de morte abolida para crimes comuns:

Bolívia, Brasil, Casaquistão, Chile, El Salvador, Ilhas Fiji, Israel, Letônia e Peru.

Pena de morte abolida �na prática� para crimes comuns:

Algéria, Benin, Brunei, Burkina Faso, Camarões, Congo, Coreia do Sul, Eritreia, Gabão, Gâmbia, Gana, Granada, Ilhas Maldivas, Laos, Libéria, Madagascar, Malaui, Mali, Marrocos, Mauritânia, Mianmar, Nauru, Níger, Papua Nova Guiné, Quênia, República Centro-Africana, Rússia, Sri Lanka, Suriname, Suazilândia, Tajiquistão, Tanzânia, Tonga, Tunísia, Zâmbia.

Pena de morte para todos os crimes:

Afeganistão, Antígua e Barbuda, Arábia Saudita, Autoridade Palestina, Bahamas, Bahrein, Bangladesh, Barbados, Belize, Bielorrúsia, Botswana, Catar, Chade, China, Cingapura, Comores, Coreia do Norte, Cuba, Dominica, Egito, Emirados Árabes, Estados Unidos, Etiópia, Guatemala, Guiné, Guiné Equatorial, Guiana, Iêmen, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Jamaica, Japão, Jordânia, Kuwait, Lesoto, Líbano, Líbia, Malásia, Mongólia, Nigéria, Omã, Paquistão, República Democrática do Congo, Santa Lúcia, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Serra Leoa, Síria, Somália, Sudão, Tailândia, Taiwan, Trinidad e Tobago, Uganda, Vietnã e Zimbábue.

Leia mais sobre pena de morte

ultimosegundo.ig.com.br | 1/9/10 12:37 PM
ONU imp�e embargo de armas e outras san��es contra Eritreia
O Conselho de Segurança das Nações Unidas adotou nesta quarta feira uma resolução que estabelece um embargo de armas e outras sanções contra a Eritreia por fornecer armamento aos opositores ao Governo da Somália e por negar se a resolver sua disputa fronteiriça com o Djibuti. noticias.terra.com.br | 12/23/09 7:51 PM
Conselho da ONU aprova duras san��es contra a Eritreia
www.atarde.com.br | 12/23/09 5:19 PM
Aumento de verbas d� resultado contra mal�ria, diz OMS
O aumento das verbas para o combate à malária está começando a dar resultados, mas a prevenção e o tratamento ainda têm de melhorar, disse a Organização Mundial da Saúde nesta terça-feira.

O Relatório Mundial da Malária 2009 apontou um "progresso significativo" na distribuição de mosquiteiros e medicamentos, em grande parte graças ao aumento de verbas, de 300 milhões de dólares em 2003 para US$ 1,7 bilhão em 2009. Mas a OMS disse que ainda são precisos outros US$ 5 bilhões anuais.

– O tremendo aumento no financiamento para o controle da malária está resultando na rápida ampliação das ferramentas de controle de hoje –, disse a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, em nota.

– Isso, por sua vez, está tendo um profundo efeito sobre a saúde --especialmente a saúde das crianças na África Subsaariana. Em suma, a ajuda ao desenvolvimento para a saúde está funcionando.

Cerca de 40% da população mundial está sob o risco da malária, doença potencialmente letal transmitida por picadas de mosquitos. Ela mata mais de 1 milhão de pessoas por ano, e as crianças representam cerca de 90% das mortes nas áreas mais afetadas da África e Ásia.

A luta contra a malária é prejudicada pela resistência à cloroquina, o medicamento mais barato e acessível. Também é cada vez mais comum a resistência a sulfadoxina-pirimetamina, uma alternativa também barata.

Por isso, a melhor opção de tratamento hoje é o coquetel chamado ATC, produzido por laboratórios como Novartis e Sanofi-Aventis, mas que é bem mais caro.

A OMS apontou uma difusão bem maior dos mosquiteiros tratados com inseticidas em comparação a anos anteriores. Em 2008, mais da metade dos lares tinha essas redes em 13 dos 35 países africanos mais afetados. 

O uso do coquetel ATC está crescendo, mas continua sendo baixo na maior parte dos países africanos. Menos de 15% das crianças doentes têm acesso a essas drogas.

Em países com maior cobertura dos programas de distribuição de mosquiteiros e tratamentos, como Eritreia, Ruanda, São Tomé e Príncipe, Zâmbia e Tanzânia, os casos de malária e as mortes pela doença caíram pela metade, segundo o estudo.

Isso sugere que as metas internacionalmente aceitas para a redução da malária são factíveis, desde que as intervenções corretas sejam suficientemente difundidas, acrescentou o relatório.

Os lugares mais bem sucedidos no combate à malária também registram forte declínio na mortalidade infantil como um todo, o que sugere que os esforços de controle da malária poderiam ajudar muitos africanos a alcançar em 2015 a meta de reduzir em dois terços sua mortalidade infantil.

www.correiodobrasil.com.br | 12/15/09 4:45 PM
Col�mbia desarticula rede internacional de tr�fico de imigrantes
BOGOTÁ (Reuters) - A Colômbia desarticulou uma organização de tráfico de imigrantes de países africanos e asiáticos que no último ano levou ilegalmente aos Estados Unidos mais de mil pessoas, informou nesta segunda-feira a Central de Inteligência. Na operação do Departamento Administrativo de Segurança (DAS), a mais recente e eficiente contra o tráfico ilegal de pessoas, quatro pessoas foram presas. "Essa estrutura mobilizava principalmente cidadãos de Somália, Eritreia, Etiópia, Bangladesh, Nepal, China, Índia e Sri Lanka, que entravam irregularmente na Colômbia desde países como Brasil, Equador e Venezuela", apontou um comunicado do DAS.

O organismo de segurança revelou que os estrangeiros eram transportados pelo território da Colômbia e logo levados para a América Central para depois chegar aos Estados Unidos, o destino final.

"De acordo com as investigações, durante o último ano esta organização teria mobilizado mais de mil pessoas da África e Ásia pelo território nacional", detalhou o DAS.

As investigações permitiram estabelecer que os estrangeiros eram instalados nos portos caribenhos de Cartagena, Barranquilla e San Andrés, desde onde eram levados em pequenas embarcações até países da América Central, como Panamá, Nicarágua, Honduras e Costa Rica.

Posteriormente, a rota continuava por via terrestre até a Guatemala e o México, por onde entravam nos Estados Unidos de maneira irregular, na região de fronteira.

Nos últimos dois anos, as autoridades de imigração colombianas deportaram e expulsaram mais de mil cidadãos estrangeiros, a maioria chinesa, que estavam ilegalmente em seu território e que pareciam querer ir aos Estados Unidos.

(Reportagem de Luis Jaime Acosta) ultimosegundo.ig.com.br | 12/15/09 12:36 AM
Cresce n�mero de jornalistas "freelancers" presos no mundo
NOVA YORK (Reuters) - O número de jornalistas "freelancers" (autônomos) presos no mundo quase dobrou nos últimos três anos, refletindo alterações na estrutura global da imprensa, disse na terça-feira o Comitê para a Proteção de Jornalistas, com sede em Nova York. De acordo com o relatório da entidade, havia em 1o. de dezembro 136 repórteres, editores e fotojornalistas atrás das grades, 11 a mais em relação a 2008. Quase metade dos presos é composta por profissionais "freelancers". A entidade considera que o número de "freelancers" presos reflete o fato de que a Internet permite que mais jornalistas atuem de forma independente, e que alguns veículos de comunicação passaram a trocar os profissionais contratados pelos autônomos para cortar custos.

"Os dias em que os jornalistas partiam para pautas perigosas sabendo que tinham por trás de si o peso institucional das suas organizações de mídia estão entrando para a história", disse o diretor-executivo do CPJ, Joel Simon.

Pelo 11o. ano consecutivo, a China é o país com mais jornalistas presos (24), seguido de Irã, Cuba, Eritreia e Mianmar.

No Irã, a maioria dos 23 jornalistas detidos foi presa durante a repressão às manifestações que se seguiram à eleição presidencial de junho, disse o CPJ.

Cuba detém 22 jornalistas, sendo que 20 estão presos desde 2003, quando o então presidente Fidel Castro promoveu uma onda de repressão à imprensa independente. A Eritreia mantém 19 jornalistas presos; o regime militar birmanês mantém nove.

Outros 21 países têm jornalistas presos, segundo o relatório, inclusive os Estados Unidos, que há mais de um ano prendeu um jornalista iraquiano "freelancer" que trabalhava para a Reuters.

O número de jornalistas de Internet detidos continuou a subir neste ano, chegando a 68. Os de veículos impressos são 51, e os restantes trabalhavam para rádio e TV ou são documentaristas.

(Reportagem de Michelle Nichols) ultimosegundo.ig.com.br | 12/8/09 10:12 PM
Embarca��o com clandestinos eritreus resgatada pr�ximo da Sic�lia
Uma embarcação com 199 imigrantes clandestinos, todos de nacionalidade eritreia, foi resgatada, esta sexta-feira, pelas autoridades italianas quando… pt.euronews.net | 11/21/09 12:04 PM
Imigrantes africanos seguem para Am�rica Latina
Escondidos em navios de carga e incertos sobre aonde a perigosa viagem os levará, um número cada vez maior de imigrantes africanos chega à América Latina à medida que os países europeus intensificam o controle de suas fronteiras.

Alguns vão para o México e a Guatemala como um primeiro passo rumo aos Estados Unidos, outros aportam na Argentina e no Brasil. Embora muitos cheguem por acaso à América Latina, uma vez na região eles encontram governos muito mais receptivos do que na Europa.

– Uma noite fui para o porto. Pensei que estivesse indo para a Europa. Depois descobri que estava na Argentina – disse o imigrante de Serra Leoa Ibrahim Abdoul Rahman, ex-menino-soldado que disse ter escapado da guerra civil de seu país esgueirando-se num navio de carga para uma viagem de 35 dias.

No Brasil, os africanos são agora o maior grupo de refugiados, representando 65% do total dos que pedem asilo, de acordo com o Comitê Nacional para Refugiados (Conare).

Há atualmente mais de 3 mil imigrantes africanos vivendo na Argentina, em comparação com apenas algumas dezenas há até oito anos. O número de pessoas que solicitam asilo a cada ano aumentou abruptamente, para cerca de mil por ano, e um terço deles é africano.

– Observamos um aumento pronunciado no número de africanos vindo ao país e pedindo asilo – disse Carolina Podesta, do escritório argentino do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur).

O montante ainda é baixo se comparado às dezenas de milhares de imigrantes que viajam para a Europa todos os anos, mas acredita-se que os africanos venham para a América Latina em números cada vez maiores.

– Há uma procura por novos destinos – afirmou Podesta, acrescentando que muitos foram pressionados pelas políticas de imigração e de segurança mais restritas da Europa estabelecidas após o 11 de Setembro.

– Observamos uma tendência estável e ela continua a crescer – disse.

Para muitos, a viagem começa esquivando-se dos controles portuários da África e depois sobrevivendo à base de água e bolacha durante semanas.

– Vimos casos em que eles chegam escondidos dentro do leme de um navio – disse Fernando Manzanares, diretor de imigração da Argentina.

– Imagine como é atravessar o Atlântico escondido num espaço tão pequeno, tentando evitar a tripulação – observou.

Vistos e Aulas

Milhões de europeus chegaram à América do Sul a bordo de navios no século 19 fugindo da pobreza e da guerra, enquanto os africanos vinham em navios negreiros para trabalhar como escravos nas extensas plantações de cana do Brasil.

Hoje em dia os africanos chegam em navios de carga ou aviões comerciais e depois pedem asilo ou vistos de turista prolongados. Na Argentina eles podem obter vistos de trabalho temporário pouco após a chegada e renová-los a cada três meses.

– As políticas de migração do país são muito favoráveis – afirmou Manzanares.

– É um reflexo da história. O que aconteceu com os imigrantes europeus 100 anos atrás agora está acontecendo com os imigrantes africanos – disse.

Os africanos na Argentina também podem obter serviços de saúde gratuitamente e ter aulas de espanhol em entidades assistenciais católicas.

Muitos acabam se estabelecendo, casando ou se tornam cidadãos argentinos. Alguns africanos que chegaram de forma legal conseguiram trabalhar como músicos e outros viraram jogadores de futebol profissionais nos times locais. A maioria, no entanto, ganha a vida vendendo bijuteria nas ruas de Buenos Aires.

Abdoul Rahman conheceu sua mulher argentina quando lhe vendeu um anel cinco anos atrás. Ele envia dinheiro à mãe e a sete irmãs na África e mantém-se próximo à religião muçulmana na mesquita Alberdi, em Buenos Aires.

Lá, Rahman encontra dezenas de outros africanos para as orações de sexta-feira. Embora alguns dos entrevistados tenham dito que enfrentam racismo na Argentina, eles concordam que isso é menor em comparação à xenofobia e às leis antiimigração enfrentadas pelos migrantes africanos na Europa.

A Itália baixou uma lei em julho que tornou crime ser imigrante ilegal ou ajudar algum. Durante os anos de 1990, um grande número de angolanos fugiu da guerra civil e se estabeleceu em comunidades do Rio de Janeiro.

Agora, números cada vez maiores de imigrantes provenientes da República Democrática do Congo fogem da violência e da guerra civil e buscam asilo no Brasil, que pode ser um país de fácil adaptação para os imigrantes, uma vez que possui a maior população negra fora da África.

– O processo de adaptação é realmente bom no Brasil – disse Carolina Montenegro, do escritório da Acnur no Brasil.

– Para os africanos, tende a ser mais fácil por causa desse patrimônio cultural – explicou.

Mais e mais imigrantes da Somália, Eritreia e Etiópia também estão indo para o México e a América Central em navios de carga, na esperança de algum dia chegarem aos EUA por terra.
Alguns imigrantes fazem viagens épicas por vários países para encontrar um novo lar. O motorista de caminhão somali Mohamed Ahmed Hassen, de 31 anos, vendeu sua terra para pagar a viagem. Ele passou pelo Quênia e pela Tanzânia antes de chegar a Moçambique, onde pagou US$ 1.500 para que um traficante o colocasse num navio para São Paulo.

– Não sabíamos se era dia ou noite – afirmou.

– Não tínhamos relógio para ver a data. Sabíamos apenas que estávamos ali por um longo tempo – completou.

Do Brasil ele foi para a Colômbia e depois, de barco, para o Panamá, seguiu por Costa Rica, Nicarágua até chegar à Guatemala, onde foi preso e agora busca asilo.

O imigrante da Libéria Emmanuel Danso, de 18 anos, foi para a Argentina em julho escondido em um navio de carga depois que seus pais morreram na guerra civil de seu país. Agora ele quer estudar para se tornar técnico de laboratório.

– No meu país eu sou um sem-teto; sou órfão – disse Danso, enquanto entrava na classe de espanhol de uma entidade filantrópica católica.

– Mas neste país há grandes oportunidades para mim – afirmou. www.correiodobrasil.com.br | 11/20/09 4:02 PM
ESPECIAL-Imigrantes africanos seguem para Am�rica Latina
Por Luis Andres Henao BUENOS AIRES (Reuters) - Escondidos em navios de carga e incertos sobre aonde a perigosa viagem os levará, um número cada vez maior de imigrantes africanos chega à América Latina à medida que os países europeus intensificam o controle de suas fronteiras. Alguns vão para o México e a Guatemala como um primeiro passo rumo aos Estados Unidos, outros aportam na Argentina e no Brasil. Embora muitos cheguem por acaso à América Latina, uma vez na região eles encontram governos muito mais receptivos do que na Europa.

"Uma noite fui para o porto. Pensei que estivesse indo para a Europa. Depois descobri que estava na Argentina", disse o imigrante de Serra Leoa Ibrahim Abdoul Rahman, ex-menino-soldado que disse ter escapado da guerra civil de seu país esgueirando-se num navio de carga para uma viagem de 35 dias.

No Brasil, os africanos são agora o maior grupo de refugiados, representando 65 por cento do total dos que pedem asilo, de acordo com o Comitê Nacional para Refugiados (Conare).

Há atualmente mais de 3 mil imigrantes africanos vivendo na Argentina, em comparação com apenas algumas dezenas há até oito anos. O número de pessoas que solicitam asilo a cada ano aumentou abruptamente, para cerca de mil por ano, e um terço deles é africano.

"Observamos um aumento pronunciado no número de africanos vindo ao país e pedindo asilo", disse Carolina Podesta, do escritório argentino do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur).

O montante ainda é baixo se comparado às dezenas de milhares de imigrantes que viajam para a Europa todos os anos, mas acredita-se que os africanos venham para a América Latina em números cada vez maiores.

"Há uma procura por novos destinos", afirmou Podesta, acrescentando que muitos foram pressionados pelas políticas de imigração e de segurança mais restritas da Europa estabelecidas após o 11 de Setembro.

"Observamos uma tendência estável e ela continua a crescer."

Para muitos, a viagem começa esquivando-se dos controles portuários da África e depois sobrevivendo à base de água e bolacha durante semanas.

"Vimos casos em que eles chegam escondidos dentro do leme de um navio", disse Fernando Manzanares, diretor de imigração da Argentina. "Imagine como é atravessar o Atlântico escondido num espaço tão pequeno, tentando evitar a tripulação."

VISTOS E AULAS

Milhões de europeus chegaram à América do Sul a bordo de navios no século 19 fugindo da pobreza e da guerra, enquanto os africanos vinham em navios negreiros para trabalhar como escravos nas extensas plantações de cana do Brasil.

Hoje em dia os africanos chegam em navios de carga ou aviões comerciais e depois pedem asilo ou vistos de turista prolongados. Na Argentina eles podem obter vistos de trabalho temporário pouco após a chegada e renová-los a cada três meses.

"As políticas de migração do país são muito favoráveis", afirmou Manzanares. "É um reflexo da história. O que aconteceu com os imigrantes europeus 100 anos atrás agora está acontecendo com os imigrantes africanos."

Os africanos na Argentina também podem obter serviços de saúde gratuitamente e ter aulas de espanhol em entidades assistenciais católicas.

Muitos acabam se estabelecendo, casando ou se tornam cidadãos argentinos. Alguns africanos que chegaram de forma legal conseguiram trabalhar como músicos e outros viraram jogadores de futebol profissionais nos times locais. A maioria, no entanto, ganha a vida vendendo bijuteria nas ruas de Buenos Aires.

Abdoul Rahman conheceu sua mulher argentina quando lhe vendeu um anel cinco anos atrás. Ele envia dinheiro à mãe e a sete irmãs na África e mantém-se próximo à religião muçulmana na mesquita Alberdi, em Buenos Aires.

Lá, Rahman encontra dezenas de outros africanos para as orações de sexta-feira. Embora alguns dos entrevistados tenham dito que enfrentam racismo na Argentina, eles concordam que isso é menor em comparação à xenofobia e às leis antiimigração enfrentadas pelos migrantes africanos na Europa.

A Itália baixou uma lei em julho que tornou crime ser imigrante ilegal ou ajudar algum.

Durante os anos de 1990, um grande número de angolanos fugiu da guerra civil e se estabeleceu em comunidades do Rio de Janeiro.

Agora, números cada vez maiores de imigrantes provenientes da República Democrática do Congo fogem da violência e da guerra civil e buscam asilo no Brasil, que pode ser um país de fácil adaptação para os imigrantes, uma vez que possui a maior população negra fora da África.

"O processo de adaptação é realmente bom no Brasil", disse Carolina Montenegro, do escritório da Acnur no Brasil. "Para os africanos, tende a ser mais fácil por causa desse patrimônio cultural."

Mais e mais imigrantes da Somália, Eritreia e Etiópia também estão indo para o México e a América Central em navios de carga, na esperança de algum dia chegarem aos EUA por terra.

Alguns imigrantes fazem viagens épicas por vários países para encontrar um novo lar. O motorista de caminhão somali Mohamed Ahmed Hassen, de 31 anos, vendeu sua terra para pagar a viagem. Ele passou pelo Quênia e pela Tanzânia antes de chegar a Moçambique, onde pagou 1.500 dólares para que um traficante o colocasse num navio para São Paulo.

"Não sabíamos se era dia ou noite", afirmou. "Não tínhamos relógio para ver a data. Sabíamos apenas que estávamos ali por um longo tempo."

Do Brasil ele foi para a Colômbia e depois, de barco, para o Panamá, seguiu por Costa Rica, Nicarágua até chegar à Guatemala, onde foi preso e agora busca asilo.

O imigrante da Libéria Emmanuel Danso, de 18 anos, foi para a Argentina em julho escondido em um navio de carga depois que seus pais morreram na guerra civil de seu país. Agora ele quer estudar para se tornar técnico de laboratório.

"No meu país eu sou um sem-teto; sou órfão", disse Danso, enquanto entrava na classe de espanhol de uma entidade filantrópica católica. "Mas neste país há grandes oportunidades para mim."

(Reportagem adicional de Mica Rosenberg no México, Sarah Grainger na Cidade da Guatemala e Stuart Grudgings no Rio de Janeiro) ultimosegundo.ig.com.br | 11/20/09 12:25 PM
H�lder Ornelas 22� na maratona de Nova Iorque
O português Hélder Ornelas (2:22.44 horas) classificou-se hoje em 22.º lugar na maratona de Nova Iorque, prova ganha pelo norte-americano nascido na Eritreia, Meb Keflizghi (2:09.15 horas). rss.feedsportal.com | 11/1/09 10:11 PM
Americano Meb Keflezighi vence maratona

O americano de origem eritreia Meb Keflezighi se impôs neste domingo na Maratona de Nova York, tornando-se o primeiro atleta local a ganhar o título desde 1982..

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www.pernambuco.com | 11/1/09 6:08 PM
Americano Meb Keflezighi vence maratona

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Relat�rio aponta Mianmar, China e Ir� como piores em liberdade religiosa
Washington, 26 out (EFE).- O Governo americano expressou hoje sua preocupação com a repressão religiosa em Mianmar (antiga Birmânia), China e Irã, e em outros países considerados menos restritivos, como Venezuela e Cuba, onde a liberdade de culto também é desprezada.A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, apresentou hoje o relatório anual sobre liberdade religiosa, que analisa as restrições, abusos e melhoras para garantir a diversidade de culto e que serve como indicador para sua política externa.

Com um espírito de "diálogo" e "cooperação", como foi transmitido pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em seu discurso ao mundo muçulmano em junho, Hillary ressaltou a necessidade de se fortalecer a tolerância e o respeito entre as diferentes comunidades, para garantir a estabilidade.

O relatório aponta novamente Mianmar, China e Irã como os países que cometem "severas violações" contra a liberdade religiosa, junto a outros como Sudão, Eritréia, Coreia do Norte, Arábia Saudita e Uzbequistão.

O documento destaca que a liberdade religiosa é "amplamente respeitada" na América Latina, com exceção de Cuba, e também faz referência aos impedimentos na Venezuela ao acesso de alguns missionários estrangeiros a regiões indígenas.

Os EUA afirmam que apesar de a Constituição cubana reconhecer o direito dos cidadãos a professar a fé que quiserem com "respeito à lei", o Governo "segue impondo" restrições, e o Ministério do Interior vigia as instituições religiosas, que devem se registrar obrigatoriamente no Ministério da Justiça.

No caso da Venezuela, reconhece que o Governo "geralmente" respeita a liberdade de culto, embora os grupos religiosos, "da mesma forma que outros que criticam o Governo", podem ser objeto de "assédio" e "intimidação", e lembra as críticas do presidente venezuelano, Hugo Chávez, aos bispos católicos e ao Núncio Apostólico.

Já como casos positivos, o relatório assinala os avanços em países como o Brasil, que inaugurou uma linha telefônica para receber denúncias sobre discriminação religiosa.

O relatório destaca ainda que os maiores abusos acontecem em países com "estritos regimes autoritários", que querem controlar as religiões como parte de um controle mais amplo da vida civil, como em Mianmar, onde ser budista continua sendo um requisito para ser promovido em cargos públicos.

No caso da China, a Constituição protege as "atividades religiosas normais" e, sob esse adjetivo, as autoridades têm uma ampla margem para decidir o que é "normal".

O Governo se opõe à lealdade aos líderes religiosos de outros países e regiões, como o papa e o Dalai Lama, e o relatório ressalta a "severa" repressão aos tibetanos e os uigures, alegando extremismo religioso e até terrorismo.

Já o Irã é uma nação islâmica na qual rege a sharia (lei islâmica). Sua Constituição assegura o respeito a outros grupos desta religião, além de cristãos e judeus, que estão "protegidos" como minorias.

No entanto, na prática, a retórica e a ações do Governo do presidente, Mahmoud Ahmadinejad, constroem "uma atmosfera de ameaça" para os grupos não xiitas, em particular para os muçulmanos sufis, os cristãos evangélicos e os judeus, que são intimidados e perseguidos. EFE elv/pd ultimosegundo.ig.com.br | 10/26/09 10:42 PM
Em meio a seca, Eti�pia faz apelo por ajuda internacional
O governo da Etiópia apelou nesta quinta-feira por uma ajuda emergencial da comunidade internacional para alimentar 6,2 milhões de seus habitantes. O pedido foi feito durante uma reunião com doadores para discutir o impacto de uma seca prolongada que vem afetando partes do leste da África.Segundo o ministro da Agricultura da Etiópia, o país precisa de US$ 121 milhões.

O pedido é feito 25 anos depois de o país ganhar a atenção de todo o mundo por conta das imagens da fome que matou 1 milhão de etíopes nos anos 1980.

O Programa Mundial de Alimentação da ONU diz enfrentar uma escassez de recursos de mais de US$ 85 milhões para o envio de alimentos para a Etiópia até o fim do ano.

Políticas
Segundo o editor da BBC para a África, Martin Plaut, a origem da crise na Etiópia vai além da seca e é em parte resultado das políticas desenvolvidas com o objetivo de manter os agricultores no campo.

As terras para a agricultura na Etiópia pertencem ao Estado e não podem ser vendidas, então as terras são passadas de geração para geração, divididas e sub-divididas diversas vezes.

Muitas dessas terras são tão pequenas, e o solo tão superutilizado, que elas não conseguem produzir o suficiente para alimentar as famílias que as cultivam, mesmo quando chove o suficiente.

O governo etíope se recusa a permitir que as terras sejam vendidas para evitar um fluxo de agricultores para as cidades.

Hoje, apenas cerca de 17% dos 80 milhões de etíopes vivem em áreas urbanas.

O objetivo do governo com sua política é evitar uma grande taxa de desemprego urbano e a instabilidade social que isso poderia provocar.

Mas essa política não é o único fator. Outro fator é o fechamento da fronteira com a Eritreia, o que prejudica o fluxo normal de comércio.

Além disso, o rápido crescimento populacional também prejudicou a capacidade da Etiópia de alimentar sua população.

E conflitos em várias áreas reduziram a produção agrícola.

Em conjunto, esses fatores são ao menos tão importante quanto a falta de chuvas para explicar a situação problemática na Etiópia. ultimosegundo.ig.com.br | 10/22/09 12:18 PM
Obama coloca os EUA entre as na��es de maior liberdade de imprensa
Paris, 20 out (EFE).- A atitude menos belicosa do presidente americano, Barack Obama, com relação à imprensa na comparação com seu antecessor, George Bush, permitiu elevar os Estados Unidos para o 20º lugar na classificação de liberdade de imprensa no mundo, segundo o ranking apresentado hoje pela organização Repórteres sem Fronteiras (RSF).Em uma evolução inquietante, no entanto, estão alguns países europeus. Conforme a entidade, o Velho Continente deve "dar exemplo para poder denunciar as violações em outras partes do mundo".

Como exemplo, a organização cita os casos da França (43º), Itália (49º) e Eslováquia (44º), que anualmente descem na lista, assim como a Espanha (que caiu do 39º para 44º), onde existem jornalistas que ainda se sentem ameaçados.

Com relação à Europa, a principal ameaça diz respeito às novas legislações que questionam o trabalho dos jornalistas, e ilustra com o caso da Eslováquia, onde se introduziu um direito automático de réplica e o ministro de Cultura aumentou sua influência nas publicações.

Estes elementos permitiram que as jovens democracias como Gana na África, Uruguai, Trinidad e Tobago e Costa Rica na América Latina, estejam entre os 30 melhores.

Em todo caso, os 14 países que lideram o ranking da liberdade de imprensa são todos europeus, começando pelos escandinavos, mas também as três repúblicas bálticas (Estônia, Lituânia e Letônia), assim como a Irlanda, Holanda, Suíça, Bélgica, Malta e Áustria.

No final da fila permanece há anos o denominado pelo RSF o trio infernal: Turcomenistão, Coreia do Norte e Eritréia. Quase lá está o Irã que figura em 172º lugar, por causa do regime de seu presidente, Mahmoud Ahmadinejad.

"A reeleição do presidente colocou o país em uma autêntica crise e instaurou uma paranoia com relação aos jornalistas e blogueiros", denúncia à organização.

Engrossando o final da fila aparece Cuba, que passa do 169º para 170º, abaixo de outros tão pouco exemplares no diz respeito à liberdade de imprensa como o Laos, China, Iêmen, Vietnã, Síria, Somália e Arábia Saudita.

Israel também piorou seu desempenho no ranking e desabou 40 postos, com relação a 2008, aparecendo agora em 93º lugar.

O motivo é a camada de chumbo imposta à imprensa que acompanhou sua operação militar contra a Faixa de Gaza, e que se traduziu em censura militar a todos os meios de comunicação e a detenção de cinco jornalistas, com três encarceramentos. EFE ac/dm ultimosegundo.ig.com.br | 10/20/09 11:30 AM
L�bia celebra os quarenta anos de Kadafi no poder
Trípoli, 1 set (EFE).- A Líbia lembra hoje o 40º aniversário da revolução que levou ao poder o coronel Muammar Kadafi, com a presença de vários dirigentes internacionais convidados, entre eles o presidente da Venezuela, Hugo Chávez.Os atos começarão às 11h de Brasília com um desfile militar em uma das principais avenidas de Trípoli e no qual também participarão unidades de outros países africanos, como a Eritréia, Marrocos, Lesoto, Mali ou Guiné-Bissau, todos os membros da União Africana (UA), cuja Presidência rotativa exerce Kadafi.

Após o desfile, se realizará um jantar para os dirigentes internacionais presentes aos atos e com a qual se romperá o jejum da jornada do mês sagrado do Ramadã, realizado nestas datas no mundo todo muçulmano.

As comemorações terminam com a inauguração de um monumento comemorativo, uma concentração popular e uma parada equestre à qual também está previsto que assista Kadafi acompanhado de seus convidados internacionais.

Além de Hugo Chávez, assistem a estas comemorações, entre outros, o presidente da República Dominicana, Leonel Fernández, e a das Filipinas, Gloria Macapagal. EFE fpa/fk ultimosegundo.ig.com.br | 9/1/09 9:31 AM
57 imigrantes salvos ao largo de Lampedusa
Um navio de patrulha da polícia financeira italiana socorreu, esta terça-feira, 57 imigrantes - a maioria, da Eritreia. Os clandestinos - entre os… pt.euronews.net | 8/25/09 5:18 PM
It�lia pede a��o conjunta sobre imigra��o ilegal na Europa
RIMINI - A Itália pediu no domingo uma ação comum na União Europeia para solucionar o problema da imigração ilegal.

"Precisamos que isso seja considerado um problema europeu. A União Europeia precisa tomar uma posição, mas ainda não disse o que deve ser feito quando um grupo de migrantes atinge as fronteiras da Europa", disse em entrevista coletiva o ministro de Relações Exteriores da Itália, Franco Frattini.

Ele fez os comentários após autoridades italianas terem encontrado um barco na quinta-feira com cinco migrantes da Eritreia. De acordo com os migrantes, outros 73 morreram enquanto o barco cruzava da África para o Mediterrâneo.

"Todos somos europeus, todos os 27 países precisam ter responsabilidade sobre essas pessoas", afirmou Frattini.

Conversas com Malta sobre o policiamento das águas no território da ilha precisam continuar, talvez envolvendo outros países, disse o ministro italiano.

A Itália diz que as águas do território de Malta são muito extensas para o tamanho do país e que precisam ser monitoradas da forma adequada.

Leia mais sobre imigração

ultimosegundo.ig.com.br | 8/23/09 5:29 PM
EUA recuperam a lideran�a do quadro de medalhas no Mundial de atletismo
Os americanos somam 16 medalhas, sendo seis ouros, cinco pratas e cinco bronzes. A Jamaica é a segunda colocada, com cinco ouros, três pratas e dois bronzes

BERLIM (Alemanha) - Graças às vitórias de Allyson Felix na prova feminina dos 200 metros rasos e do velocista LaShawn Merritt nos 400 metros, os Estados Unidos tiraram a Jamaica da liderança do quadro de medalhas do Mundial de atletismo de Berlim.

Os americanos somam 16 medalhas, sendo seis ouros, cinco pratas e cinco bronzes. A Jamaica é a segunda colocada, com cinco ouros, três pratas e dois bronzes.

Até agora, nenhum esportista do Brasil subiu ao pódio na capital alemã. Hoje, Maurren Maggi e Keila Costa garantiram vaga na final do salto em distância, que será disputada no domingo.

Os americanos somam 16 medalhas, sendo seis ouros, cinco pratas e cinco bronzes. A Jamaica é a segunda colocada, com cinco ouros, três pratas e dois bronzes.

País OURO PRATA BRONZE TOTAL
 -----------------------.
.1. Estados Unidos 6 5 5 16
.2. Jamaica 5 3 2 10
.3. Rússia 4 2 5 11
.4. Alemanha 2 2 3 7
.5. Quênia 2 2 2 6
.6. Grã-Bretanha 2 -1 3
.7. Polônia 1 4 2 7
.8. Cuba 1 3 1 5
.9. Etiópia 1 2 1 4
10. Espanha 1 1 2
11. Austrália 1 - 1
=. Barein 1 - 1
=. Barbados 1 - 1
=. Croácia 1 - 1
=. Nova Zelândia 1  - 1
=. Eslovênia 1 - 1
=. África do Sul 1 - 1
18. China 1 2 3
19. Canadá 1 - 1
=. Chipre 1 - 1
=. República Tcheca 1 - 1
=. Eritréia 1 - 1
=. Irlanda 1 - 1
=. Noruega 1 - 1
=. Panamá 1 - 1
=. Portugal 1 - 1
=. Porto Rico 1 - 1
28. Trinidad e Tobago - 2 2
29. Bahamas - 1 1
=. Estônia - 1 1
=. França - 1 1
=. México - 1 1
=. Romênia - 1 1

esporte.ig.com.br | 8/21/09 9:58 PM
Mais de 70 emigrantes ilegais provavelmente mortos no Mediterr�neo
Cinco pessoas de nacionalidade eritreia foram resgatadas, esta quinta-feira, pela Guarda Costeira italiana à deriva entre Malta e a ilha transalpina… pt.euronews.net | 8/21/09 5:27 AM
EUA cogitam aumentar apoio � Som�lia no combate ao terrorismo
Washington, 6 ago (EFE).- Os Estados Unidos estão estudando aumentar o envio de armas e munições à Somália para ajudar o Governo de Transição daquele país a combater o terrorismo, em especial ao grupo radical islâmico Al Shabab.Segundo o porta-voz do Departamento de Estado americano, Robert Wood, o envio deverá ser de 40 toneladas e esta quantidade "poderia aumentar em algum momento".

"Os problemas da Somália são problemas não só para a região, mas para todo o mundo. É uma tarefa para todos explorar e ver o que mais se pode fazer", disse.

Os EUA iniciaram a cooperação em junho, numa tentativa de impedir que os grupos radicais derrubem o Governo de Transição.

"Este Governo de Transição é a maior esperança que temos agora para restabelecer a estabilidade não só na Somália, mas no Chifre da África", disse Wood.

O porta-voz também ressaltou que os EUA desejam que a "Eritréia deixe de dar apoio e armas ao Al Shabab". EFE.

elv/plc ultimosegundo.ig.com.br | 8/6/09 11:17 PM
EUA amea�am agir se Eritreia apoiar rebeldes na Som�lia

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, disse nesta quinta-feira que os Estados Unidos vão "agir" se a Eritreia não parar de dar apoio a militantes islâmicos que atuam na vizinha Somália.

Clinton fez a declaração na capital do Quênia, Nairóbi, onde se encontrou com o presidente da Somália, Sharif Ahmed.

Ahmed lidera o chamado governo transitório de união somali, que é reconhecido pela ONU, mas que não tem controle de fato do território do país - a coalizão liderada por Ahmed administra apenas uma pequena área da capital Mogadíscio. A Somália não tem um governo central com controle total do país desde 1991.

Os Estados Unidos acusam a Eritreia de apoiar o grupo Al-Shabab, que luta pelo poder na Somália - acusação que o governo da Eritreia nega.

Al-Qaeda

"Já passou da hora da Eritreia parar de apoiar o Al-Shabab e se tornar um vizinho construtivo, e não desestabilizador", disse Hillary Clinton.

"Estamos dizendo de forma bastante clara que essas ações são inaceitáveis. Temos a intenção de agir se elas não cessarem."

"Não há dúvidas de que o Al-Shabab quer controlar a Somália para usar o país como base para influenciar e mesmo se infiltrar em países vizinhos para lançar ataques contra outras nações, próximas e distantes", acrescentou.

De acordo com a secretário de Estado americana, o grupo - que é acusado de ligações com a Al-Qaeda - será "uma ameaça aos Estados Unidos" se obtiver o controle da Somália.

Os militantes do movimento radical islâmico Al-Shabab têm cada vez mais força no país, e mais de 250 mil pessoas abandonaram suas casas nos últimos três meses.

Há informações de que o Al-Shabab estaria conseguindo apoio de militantes islâmicos do mundo todo. No começo da semana, a polícia da Austrália prendeu quatro suspeitos de planejar ataques suicidas em uma base militar do país e acusou os detidos de envolvimento com o Al-Shabab.

Os Estados Unidos admitem que forneceram às forças partidárias do governo somali 40 toneladas de armas e munição em 2009 e outro carregamento de armas está previsto.

Hillary Clinton está em uma viagem de 11 dias pela África e deve passar também por África do Sul, Nigéria, Angola, Libéria, República Democrática do Congo e Cabo Verde.

Leia mais sobre Somália

ultimosegundo.ig.com.br | 8/6/09 5:19 PM
EUA amea�am agir se Eritreia apoiar rebeldes na Som�lia
Em giro pela África, secretária de Estado americana defende combate a grupo radical islâmico. www.bbc.co.uk | 8/6/09 4:16 PM

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