Notícias : Lesotho

SADC destaca "progressos" no Zimbabu�, Lesoto e RDCongo, mas "preocupada" com Madag�scar
Maputo, 15 jul (Lusa) -- A Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) está encorajada com os "progressos" alcançados no Zimbabué, Lesoto e na República Democrática do Congo, mas mostra-se ainda "preocupada" com a situação em Madagáscar. tv1.rtp.pt | 7/15/10 10:57 AM
Mo�ambique: SADC destaca "progressos" no Zimbabu�, Lesoto e RDCongo, mas "preocupada" com Madag�scar
Maputo, 15 jul (Lusa) -- A Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) está encorajada com os "progressos" alcançados no Zimbabué, Lesoto e na República Democrática do Congo, mas mostra-se ainda "preocupada" com a situação em Madagáscar. aeiou.expresso.pt | 7/15/10 9:55 AM
Em Durban, Zulus t�m gingado com a bola no p�
Zulu dança, mas zulu também dribla, pedala e dá até bicicleta. Mduduzi Ndoxu tem 19 anos e faz parte do grupo The Beaty of Kwa-Zulu, que apresenta as danças e a cultura do povo a turistas na praia de Durban.

A reportagem do LANCENET! nem precisou falar em futebol para que, ao fim de um ritual na North Beach, uma das principais praias da cidade, Ndoxu começasse a tratar a bola com carinho e muita habilidade, mostrando saber o que fazia.

Ágil, o jovem embalou uma série de embaixadinhas, com os pés e com a cabeça e seguiu com pedalas na areia, à la Robinho. A Copa do Mundo e a Seleção Brasileira, presente na cidade, também inspiram o zulu.

– O Robinho é muito bom. Também gosto do Ronaldinho – destacou o ofegante e habilidoso garoto, após o show com a bola em seus pés.

– Sou dançarino e também jogador de futebol! – completou.

Apesar das palavras, Ndoxu contou que jamais tentou buscar uma oportunidade em algum dos clubes de futebol local. Humilde, o jovem ganha a vida com gorjetas de turistas que se encantam pela cultura do povo zulu na terra do Mundial.

GUERREIRO ZULU ENSINA A 'DANÇA DO GOL' PARA ROBINHO

A pausa para a conversa não durou muito tempo. Logo, um colega lançou a bola no ar para Ndoxu emendar um belo voleio. Depois disso, deu também uma bicicleta, que faria a torcida brasileira explodir com algo parecido feito por Robinho & Cia. hoje, no estádio.

Torcida essa que não contará com os gritos de incentivo de Mduduzi Ndoxu, que estará ausente no Moses Mabhida quando Brasil e Portugal estiveram duelando pela liderança do Grupo H. A poucos quilômetros, na praia, ele seguirá seu ofício, dançando e driblando. Há algum clube interessado nele?

O que é Zulu?

O povoEra um clã e depois tornou-se uma forte nação no século 19. Hoje, representa 22% da população sul-africana. O presidente do país, Jacob Zuma, nasceu em uma aldeia zulu, a Zululândia. Há mais aldeias na Suazilândia, Lesoto, Zimbábue e Moçambique.

A línguaChama IsiZulu e é um dos 11 idiomas oficiais da África do Sul – um dos mais falados do país. Em Durban, por exemplo, o inglês é pouco falado em relação à língua dos zulus. www.lancenet.com.br | 6/25/10 8:43 AM
Minist�rios e PF negam tr�fico de �gua na Amaz�nia

Vários órgãos do Executivo rebateram nesta terça-feira as notícias sobre suposto tráfico de água doce na Amazônia. O tema foi debatido em audiência pública da Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional.

De acordo com denúncia publicada na revista jurídica Consulex, navios de carga estariam enchendo ilegalmente os porões com água do rio Amazonas para posterior comercialização em regiões áridas da Europa e do Oriente Médio. Cada navio seria abastecido com cerca de 250 milhões de litros de água colhida sobretudo na foz do Amazonas.

A denúncia, no entanto, foi contestada por representantes da Marinha, da Polícia Federal e do Ministério do Meio Ambiente, que informaram que até hoje não foi feita nenhuma denúncia formal de hidropirataria na Região Amazônica.

O contra-almirante do Comando de Operações Navais do Ministério da Defesa, Antonio Fernando Monteiro Dias, acredita que as operações de lastro dos navios, regularmente autorizadas e controladas, estão sendo confundidas com hidropirataria.

Segundo informou, as operações de lastro, que consistem na colocação ou retirada de água do tanque dos navios, são destinadas exclusivamente à garantia de manobras, estabilidade e segurança da circulação das embarcações.

– Essas operações não podem ser confundidas com o furto de água.

Ele explica que, para efetuar manobras, os navios que descarregam na Região Amazônica necessitam, por vezes, receber um pouco de água para manter a manobra e, consequentemente, garantir a segurança da navegação.

– Se eles não o fizerem, nós podemos ter um acidente na Região Amazônica. Isso ocorre internacionalmente.

Segundo o representante da Marinha, não há constatação da veracidade das denúncias de hidropirataria.

– Estamos prontos para atender a sociedade, mas essas informações têm de ser fidedignas para que não criemos informações alarmantes, que não são verídicas.

O coordenador de Articulação e Comunicação da Agência Nacional de Águas (ANA), Antonio Félix Domingues, usou argumentos econômicos para sustentar que as denúncias de hidropirataria não passam de um mito.

– Não temos a menor evidência nem fundamento sobre essa denúncia por uma simples razão: economicamente, não é viável para ninguém pegar água na foz do rio Amazonas e levar, por exemplo, para os países do Oriente Médio, porque o custo do frete e do tratamento dessa água é três, quatro, cinco vezes superior ao custo da dessalinização dessa água em Israel ou na Arábia Saudita. Tem muita gente que vive dessa especulação. Isso é um hidromito.

Antônio Domingues lembrou que embora ainda exista hoje comércio de água no mundo, sobretudo envolvendo Turquia e Israel, África do Sul e Lesoto, Malásia e Cingapura, mesmo "se dermos água de graça, ninguém virá buscar água no rio Amazonas, por causa dos custos envolvidos”.

O representante da ANA afirmou ainda que um navio capaz de carregar 250 milhões de litros de água não teria nem condições técnicas de entrar na foz do rio Amazonas. Tanto a Marinha quanto a ANA lembraram que os navios que circulam pela Amazônia são submetidos a inspeções frequentes, inclusive para evitar que as operações de lastro salinizem ou poluam as águas do rio Amazonas.

Já a autora das denúncias publicadas na revista Consulex, advogada Ilma Barcelos, questionou a fiscalização dos órgãos públicos. Ilma, que é ligada à Comissão de Meio Ambiente da OAB do Espírito Santo, disse que vai formalizar a denúncia.

– Eu já tinha certeza absoluta que essas questões seriam negadas porque ninguém vai assumir que é incompetente em algum órgão. Eu continuo afirmando que existe uma grande omissão por parte das autoridades em verificar, de forma responsável, essa questão do tráfico de água doce. Eu pretendo fazer agora uma denúncia formal e quero solicitar a informação de como é feita a fiscalização.

Segundo Ilma Barcelos, o abastecimento de água nos navios é feito acima do necessário para o consumo da tripulação e para o lastro.

O diretor-executivo da Polícia Federal, Luiz Pontel de Souza, lembrou que a hidropirataria não está tipificada no Código Penal.

– A Polícia Federal trabalha em cima de fatos concretos, e mesmo que tivesse encontrado algum caso, a punição para esse delito seria dificultada pela falta de tipificação penal.

Autor do pedido para a audiência pública, o deputado Lupércio Ramos (PMDB-AM) também cobrou dos órgãos de defesa e de segurança a ampliação do sistema de fiscalização na Amazônia.

– O País precisa começar a discutir o direito de uso da água. Nós devemos estar em alerta em relação à Amazônia, porque temos lá um patrimônio extraordinário.

www.correiodobrasil.com.br | 6/23/10 8:28 PM
Pr�ncipe Harry visita aldeia em localidade remota de Lesoto
O príncipe Harry da Inglaterra visitou nesta quinta feira uma aldeia em uma localidade remota de Lesoto, na África. Ele e o irmão, William, estão realizando uma turnê beneficente que começou em Botsuana. A viagem inclui uma visita à África do Sul, para acompanhar a Copa do Mundo de futebol. noticias.terra.com.br | 6/17/10 9:18 PM
Pr�ncipes brit�nicos visitam animais selvagens na �frica
Os príncipes britânicos Harry e William visitaram nesta terça feira a reserva natural Mokolodi, localizada nas proximidades da cidade de Gaborone, em Botsuana. Os dois estão realizando uma turnê beneficente pelo país e por Lesotho, que também incluirá uma visita à África do Sul, para acompanhar a Copa do Mundo de futebol. noticias.terra.com.br | 6/15/10 5:49 PM
Representa��o brasileira no Parlasul aprova acordo entre Mercosul e �frica Austral

A representação brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul) aprovou o texto do acordo de comércio preferencial entre o bloco sul-americano – que reúne o Brasil, a Argentina, o Uruguai e o Paraguai – e a União Aduaneira da África Austral, integrada pela África do Sul, por Botsuana, pelo Lesoto, pela Namíbia e pela Suazilândia..

Leia Mais...

Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias
Diversão | Esportes | Tecnologia | Quem somos

Copyright © 2010, Pernambuco.com - Diários Associados, Recife-PE, Brasil

www.diariodepernambuco.com.br | 5/7/10 11:53 AM
Moradores decepcionados com projeto h�drico
23/04/2010 - 02h04

Gaborone, Botsuana, 23/4/2010 – O Projeto Hídrico das Terras Altas do Lesoto entrará em sua segunda fase neste ano. A iniciativa foi reconhecida como um exemplo de administração da água na África, mas gerou mal-estar nas comunidades locais. Trata-se do maior projeto de... Leia mais

www.envolverde.com.br | 4/23/10 10:45 AM
ONU reabre negocia��o clim�tica, mas acordo em 2010 � improv�vel
Negociadores climáticos se reúnem nesta sexta-feira em Bonn pela primeira vez desde a cúpula de Copenhague, mas com poucas chances de fecharem um novo acordo de cumprimento obrigatório ainda neste ano.

Delegados de 170 países discutirão até domingo formas de reconstruir a confiança no processo, depois da frustração da cúpula climática de dezembro, que terminou sem acordo em torno de um novo tratado com valor jurídico vinculante, apesar dos dois anos de negociações prévias.

A reunião de Bonn definirá o cronograma das reuniões em 2010 e circulará ideias sobre o Acordo de Copenhague, um documento que não é de cumprimento obrigatório, mas já foi apoiado por mais de 110 países, inclusive grandes emissores, como China, EUA, Rússia e Índia. Vários países em desenvolvimento se opõem a ele.

O acordo busca limitar a menos de 2 graus Celsius o aumento da temperatura global, mas não diz como.

– Precisamos reavaliar a situação depois de Copenhague –, disse Bruno Sekoli, do Lesoto, que fala em nome dos países menos desenvolvidos, que defendem cortes mais duros nas emissões de gases do efeito estufa, de modo a limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius.

Muitos países cobram medidas concretas já em 2010, como a liberação da ajuda climática aos países em desenvolvimento, prometida em Copenhague, num valor de cerca de US$ 10 bilhões por ano entre 2010 e 2012, podendo chegar a US$ 100 bilhões por ano a partir de 2020.

Delegados disseram que talvez sejam necessárias duas sessões extraordinárias antes da próxima reunião ministerial anual, de 29 de novembro a 10 de dezembro em Cancún, no México. Isso significaria um ritmo menos frenético do que nas discussões pré-Copenhague.

O norueguês Harald Dovland, vice-presidente das negociações da ONU, disse que "tem havido uma atitude construtiva" nas negociações preparatórias informais realizadas em Tóquio e no México.

Mas não está claro o que acontecerá com o Tratado de Copenhague. Muitos países não querem que ele substitua a Convenção Climática de 1992, pois acreditam que cabe aos países ricos liderarem o processo de lidar com a mudança climática - o que era a base do sistema hoje em vigor, ancorado no Protocolo de Kyoto, que expira em 2012.

– Não acredito que o Acordo de Copenhague se tornará um novo marco jurídico –, disse na semana passada Yvo de Boer, chefe do Secretariado Climático da ONU.

Ele também disse duvidar da adoção de um tratado vinculante em 2010, mas afirmou torcer para que a reunião de Cancún defina uma arquitetura básica, "para que um ano depois se possa decidir ou não transformar isso em um tratado". A reunião de 2011 será na África do Sul.

www.correiodobrasil.com.br | 4/8/10 3:00 PM
Pai � acusado de matar filhos ap�s film�-los despedindo-se da m�e
Um pai zimbabuense que gravou um vídeo dos filhos se despedindo da mãe antes de estrangulá-los, em outubro do ano passado, está sendo julgado na Grã-Bretanha. Petros Williams, de 37 anos, teria decidido matar as crianças Yolanda e Theo Molemohi, de 4 e 2 anos respectivamente, depois que seu casamento com Morongoe Molemohi acabou."A promotoria alega que isso foi uma reação rancorosa e egoísta ao fim de seu casamento. Foi um ato deliberado de assassinato", disse ao júri o promotor Andrew Thomas.

No vídeo exibido durante o julgamento, as duas crianças aparecem sentadas em um sofá sendo estimuladas pelo pai a dizerem "adeus" à sua mãe.

Dois dias depois, a mulher de 30 anos encontraria seus dois filhos mortos por enforcamento com cabos de computador no apartamento em que moravam com o pai, em Manchester.

"Eu fui pegá-los de debaixo do cobertor. Eu pensei que eles estivessem dormindo", disse a mãe.

Segundo a acusação, o uso dos cabos para o estrangulamento foi um "simbólico ato de punição", porque o réu estaria revoltado com o fato de a ex-mulher estar usando programas de relacionamento na internet para encontrar novos parceiros.

Despedida
No local do crime foi encontrada a fita com a gravação de despedida, em que estava escrita a mensagem "Papai, Yolly, Theo. Adeus. O Fim".

Um bilhete anexado à fita dizia: "Veja o vídeo, feito para suas memórias, obrigado, Petros".

"É difícil dizer por que o acusado fez o vídeo naquele momento e por que ele decidiu tomar essa ação drástica dois dias depois", disse Thomas à Corte.

No apartamento também foram encontradas outras mensagens que, segundo a promotoria, seriam de despedida também.

"Boas coisas chegam ao fim, tchau Mo. Petros", dizia um deles. Recados como "Eu amo vocês, Theo e Yolanda. Vocês foram uma grande companhia, encontro vocês no céu. Com amor. Papai Petros" e "Perdão, meus queridos Yolly e Theo, sinto muito que a mamãe decidiu nos deixar por um novo namorado" também foram achados no local.

"Os bilhetes eram, na verdade, mensagens de suicídio, dizendo adeus para sua esposa e colegas. Se o réu tinha a intenção de se matar, ele não havia ido muito longe nesse objetivo. (Quando foi encontrado junto das crianças mortas) Ele estava bem vivo, apesar de não parecer bem", relatou o promotor.

Fim do relacionamento
O zimbabuense Petros Williams conheceu Morongoe Molemohi, de Lesoto, na África do Sul, em 2000, quando ambos estavam estudando lá. O casal se mudou para a Grã-Bretanha dois anos depois.

Seu casamento já vinha passando por uma crise havia algum tempo. Molemohi chegou a procurar uma organização de proteção à mulher alegando que seu marido havia tentado estrangulá-la.

"Em setembro, Molemohi estava ativamente procurando por outros homens em sites de relacionamento. Ela não fazia segredo sobre isso", explicou o promotor. Por causa disso, Williams teria pedido à mulher que deixasse a casa uma semana antes de matar as crianças.

Mas a mãe continuava indo ao apartamento todos os dias para levar as crianças para a escola.

O julgamento prossegue. ultimosegundo.ig.com.br | 3/23/10 10:33 AM
Cidades brasileiras integram lista das mais desiguais
Cinco cidades brasileiras estão entre as 20 mais desiguais do mundo. Relatório apresentado hoje, na abertura do 5º Forum Urbano Mundial da Organização das Nações Unidas (ONU), no Rio, revela que Goiânia (10ª), Belo Horizonte (13ª), Fortaleza (13ª), Brasília (16ª) e Curitiba (17ª) são as que apresentam as maiores diferenças de renda entre ricos e pobres no País.

O documento "O Estado das Cidades do Mundo 2010/2011: Unindo o Urbano Dividido" também informa que o Brasil é o país com a maior distância social na América Latina.

O Rio de Janeiro, na 28ª posição, e São Paulo, na 39ª, também são cidades consideradas com alto índice de desigualdade, de acordo com o relatório da ONU. Nove municípios na África do Sul lideram o ranking. As capitais da Nigéria, Etiópia, Colômbia, Quênia e Lesoto também estão entre as mais desiguais. No total, 138 cidades de 63 países em desenvolvimento foram analisadas. O relatório baseia suas conclusões no coeficiente Gini - cujos indicadores medem a concentração de renda de um país.

Na avaliação do coordenador do relatório e diretor do Centro de Estudos e Monitoramentos das Cidades do Programa da ONU para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), o mexicano Eduardo Lopez Moreno, existe vínculo direto entre desigualdade e criminalidade. Mais do que custos sociais, o abismo entre ricos e pobres também provoca prejuízos econômicos.

"Estatisticamente falando, existe sim um vínculo. É muito possível que a cidade mais desigual vai gerar muito mais fácil distúrbios e problemas sociais. As autoridades desses países vão deslocar recursos que deveriam ir para investimentos para conter esses movimentos sociais. O custo social acaba se traduzindo em custo econômico", afirmou Moreno.

Favelas

Em termos de favelização, o estudo da ONU apresenta resultados paradoxais para o Brasil. Apesar de ter sido o país que apresentou o maior número absoluto de pessoas que deixaram de viver em condições de favelização na América Latina - 10,4 milhões -, a pesquisa mostrou que o desempenho relativo ficou abaixo dos vizinhos. Enquanto as condições de moradia melhoraram para 16% da população brasileira, este índice ficou em 40,7% na Argentina, 39,7% na Colômbia, 27,6% no México e 21,9% no Peru.

As estimativas apresentadas na pesquisa são de que mais de 227 milhões de pessoas no mundo todo deixaram de viver em regiões faveladas desde o ano 2000. Isso representa uma evolução 2,2 vezes maior do que o estimado nas Metas de Desenvolvimento do Milênio, que haviam estabelecido objetivo de melhorar as condições de habitação de 100 milhões de pessoas até 2020.

"A situação melhorou em dez anos, mas infelizmente no mesmo período o aumento líquido dos pobres urbanos é de 55 milhões", disse Anna Tibaijuka, diretora-executiva do ONU-Habitat.

De acordo com a metodologia da pesquisa, deixar de viver em condição de favelização não significa necessariamente mudança de residência ou remoção de comunidade. Acesso a saneamento básico e água potável, o material utilizado nas moradias e a densidade das residências são os fatores para avaliar se uma região é ou não favelada.

ultimosegundo.ig.com.br | 3/19/10 10:17 PM
Pr�ncipe Harry cai de cavalo em jogo de polo
Mesmo irritado, Harry saiu de evento beneficente com ajuda para crianças do Lesoto. www.bbc.co.uk | 2/1/10 3:35 PM
Pr�ncipe Harry cai de p�nei em jogo de polo
O príncipe Harry, da Grã-Bretanha, caiu de um pônei durante uma partida beneficente de polo na ilha de Barbados. Harry pareceu irritado depois da queda, mas mais tarde revelou que havia apostado com um milionário local que não seria derrubado.Mesmo assim, o homem doou quase US$ 50 mil para a organização de caridade que Harry mantém para ajudar crianças pobres do Lesoto.

A visita de Harry a Barbados também serviu para ajudar a levantar dinheiro para vítimas do terremoto no Haiti. ultimosegundo.ig.com.br | 2/1/10 12:38 PM
Pr�ncipe Harry cai de p�nei em jogo de polo
Mesmo irritado, Harry saiu de evento beneficente com ajuda para crianças do Lesoto. www.bbc.co.uk | 2/1/10 11:32 AM
Pr�ncipe Harry visita hospital
Antes de participar num jogo de pólo para angariar fundos para ajudar crianças do Lesoto, o príncipe Harry visitou um hospital em Bridgetown (Barbados). O filho mais novo de Carlos e Diana, de 25 anos... 

rss.feedsportal.com | 1/31/10 4:33 AM
Pena de morte est� em vigor em 58 pa�ses, diz Anistia
Relatório da Anistia Internacional, organização de defesa dos direitos humanos, afirma que atualmente a pena de morte está em vigor em 58 países. Outros 95 países aboliram a prática para todos os tipos de crime, enquando nove países, entre eles o Brasil (somente na Justiça militar), mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais, mas não para crimes comuns.

 

A organização afirma que 35 países aboliram �na prática� a pena de morte pelo fato de não terem realizado nenhuma execução nos últimos dez anos, apesar de a punição estar prevista em lei para crimes comuns. Somando essas 35 nações às que aboliram por lei a pena de morte, chega a 139 o número de países que não executam prisioneiros, segundo a Anistia.

De acordo com o relatório da Anistia, em 2008 foram realizadas 2.390 execuções, 93% delas em apenas cinco países: China, Irã, Arábia Saudita, Paquistão e Estados Unidos. No mesmo período, houve 8.864 sentenças à morte em todo o mundo.

Em 1977, apenas 16 países aboliram essa condenação para todos os tipos de crime. Dos 58 que ainda mantêm a pena capital, 25 realizaram execuções em 2008.

Brasil

No Brasil, a  pena de morte é proibida, exceto para crimes militares cometidos em tempos de guerra, segundo está previsto na Constituição de 1988. De acordo com a Carta, o fuzilamento é o método de execução. Comunicado sobre a sentença, o presidente da República pode conceder um indulto ou comutar a pena do condenado.

O País é o único de língua portuguesa que permite a prática para crimes militares. Na América do Sul, Bolívia, Chile e Peru também mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais.

Veja o tipo de determinação vigente em cada país:

Pena de morte abolida para todos os tipos de crime:

África do Sul, Albânia, Alemanha, Andorra, Angola, Argentina, Armênia, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bósnia-Herzegovina, Bulgária, Burundi, Butão, Cabo Verde, Camboja, Canadá, Chipre, Colômbia, Costa Rica, Côte d'Ivoire, Croácia, Dinamarca, Djibouti, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Filipinas, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Ilhas Cook, Ilhas Marshall, Ilhas Maurício, Ilhas Salomão, Irlanda, Islândia, Itália, Listenstaine, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Malta, México, Micronésia, Moçambique, Moldávia, Mônaco, Montenegro, Namíbia, Nepal, Nicarágua, Niue, Noruega, Nova Zelândia, Palau, Panamá, Paraguai, Polônia, Portugal, Quiribati, Quirguistão, Reino Unido, República Checa, República Dominicana, Romênia, Ruanda, Samoa, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia (incluindo Kosovo), Suécia, Suíça, Timor Leste, Togo, Turcomenistão, Turquia, Tuvalu, Ucrânia, Uruguai, Usbequistão, Vanuatu, Vaticano e Venezuela.

Pena de morte abolida para crimes comuns:

Bolívia, Brasil, Casaquistão, Chile, El Salvador, Ilhas Fiji, Israel, Letônia e Peru.

Pena de morte abolida �na prática� para crimes comuns:

Algéria, Benin, Brunei, Burkina Faso, Camarões, Congo, Coreia do Sul, Eritreia, Gabão, Gâmbia, Gana, Granada, Ilhas Maldivas, Laos, Libéria, Madagascar, Malaui, Mali, Marrocos, Mauritânia, Mianmar, Nauru, Níger, Papua Nova Guiné, Quênia, República Centro-Africana, Rússia, Sri Lanka, Suriname, Suazilândia, Tajiquistão, Tanzânia, Tonga, Tunísia, Zâmbia.

Pena de morte para todos os crimes:

Afeganistão, Antígua e Barbuda, Arábia Saudita, Autoridade Palestina, Bahamas, Bahrein, Bangladesh, Barbados, Belize, Bielorrúsia, Botswana, Catar, Chade, China, Cingapura, Comores, Coreia do Norte, Cuba, Dominica, Egito, Emirados Árabes, Estados Unidos, Etiópia, Guatemala, Guiné, Guiné Equatorial, Guiana, Iêmen, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Jamaica, Japão, Jordânia, Kuwait, Lesoto, Líbano, Líbia, Malásia, Mongólia, Nigéria, Omã, Paquistão, República Democrática do Congo, Santa Lúcia, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Serra Leoa, Síria, Somália, Sudão, Tailândia, Taiwan, Trinidad e Tobago, Uganda, Vietnã e Zimbábue.

Leia mais sobre pena de morte

ultimosegundo.ig.com.br | 1/9/10 12:37 PM
Acordo clim�tico sobre navega��o e avia��o fica mais distante
Por Pete Harrison COPENHAGUE (Reuters) - Os negociadores reunidos em Copenhague alertaram na quarta-feira que podem perder a oportunidade de limitar as emissões de gases-estufa da aviação e navegação marítima, abrindo mão assim de bilhões de dólares em taxas que poderiam ajudar os países pobres a enfrentarem a mudança climática. A apenas dois dias do final da conferência sobre o clima da ONU na capital dinamarquesa, negociadores disseram estar ainda muito distantes de definirem metas de emissões para a navegação e a aviação, atividades que, juntas, produzem até 8 por cento das emissões globais de gases do efeito estufa.

Japão, Arábia Saudita, China e Estados Unidos foram apontados como os responsáveis por impedir avanços nas restrições a esses dois setores, que recentemente se mostraram abertos a uma forte redução nas suas emissões. As negociações, no entanto, esbarraram em questões técnicas.

"A aviação e a navegação têm uma grande oportunidade de contribuir com a luta contra o aquecimento global, e a oportunidade está escapando", disse Reinford Mwangonde, parte da delegação do Malaui.

Fontes ligadas ao processo dizem que ainda não há consenso em torno de uma das questões mais básicas - se as metas devem ser estabelecidas já em Copenhague ou no ano que vem pela Organização Marítima Internacional e pela Organização Internacional da Aviação Civil (ambas agências da ONU).

Também há conflitos sobre como proteger as nações insulares, que são mais vulneráveis ao aumento do custo dos transportes.

O comissário (ministro) europeu do Meio Ambiente, Stavros Dimas, confirmou que o progresso é lento.

"Alguns estão dizendo que as metas e definições deveriam ser acertadas aqui, outros estão dizendo que deveria ser feito nos dois outros organismos", afirmou ele à Reuters. "Esses dois setores não têm metas de redução e estão aumentando rapidamente suas emissões".

A União Europeia quer que o setor naval reduza na próxima década as suas emissões para 20 por cento abaixo dos níveis de 2005, enquanto a aviação teria de cortar 10 por cento. Além disso, o bloco europeu defende uma taxação sobre as emissões aéreas e navais, com os dividendos sendo destinados a países pobres.

"Nossa voz coincide com a da UE", disse Bruno T Sekoli, negociador-chefe do Lesoto, que representa os países menos desenvolvidos em Copenhague.

A falta de metas levaria a ainda mais incertezas para os investimentos nos dois setores, e também desperdiçaria bilhões de dólares para um futuro fundo climático, cuja formação é um dos principais entraves à adoção de um acordo em Copenhague.

"Algumas das maiores economias do mundo em desenvolvimento estão egoisticamente bloqueando um tratado que poderia destravar o acordo geral de Copenhague", disse Bill Hemmings, do grupo ambiental T&E. ultimosegundo.ig.com.br | 12/16/09 10:41 PM
Brasil nega 'racha' entre pa�ses em desenvolvimento em Copenhague
O negociador-chefe do Brasil na reunião das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, em Copenhague, embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, afirmou nesta quarta-feira que "não vê racha" no chamado G77 - grupo que representa a maior parte dos países pobres e em desenvolvimento. O G77 reúne países emergentes como Brasil, África do Sul e Índia, mas também alguns dos mais pobres do planeta, como Burundi, Bangladesh e Suazilândia.


Clique aqui para ver o infográfico


"É natural que haja às vezes algumas divergências, que são democraticamente discutidas, são postas na mesa e se tenta chegar a um consenso. O grupo é de fato bastante diverso e convivemos com isso", afirmou o diplomata.

No entanto, os acontecimentos desta quarta-feira surpreenderam. Tuvalu, que não participa do G77, conseguiu tecnicamente suspender a conferência sobre o clima por algumas horas, com o apoio de diversos países do grupo.

Aliança interna

Além disso, a BBC teve acesso a um documento distribuído em novembro pelos negociadores de Lesoto, outro país africano do G77, com propostas para outros países mais pobres do grupo.

No livreto Climate Change Negotiations 2009: An LDC Perspective (Negociações sobre Mudanças Climáticas 2009: uma Perspectiva dos Países Menos Desenvolvidos), existe a proposta textual de que os países menos desenvolvidos (LDC, no jargão) "se aliem aos pequenos países-ilha em desenvolvimento (Sids) e possivelmente outros".

O objetivo da aliança interna no grupos dos 77 seria "convencer os grandes emissores entre os países em desenvolvimento a chegar a um denominador comum de negociação".

A proposta diz respeito especificamente às negociações em torno de ações obrigatórias de redução de emissões contidas nos planos nacionais sob supervisão dos países industrializados.

A proposta evidentemente toca o Brasil, que está entre os maiores poluidores do grupo. O texto, no entanto, é informal, e não foi nem será apresentado durante as negociações em Copenhague.

'Conciliar é difícil'

Nas discussões sobre metas de emissão sob a convenção do clima da ONU, o Brasil coordena o grupo dos 77 e o negociador-chefe brasileiro admite encontrar dificuldades. "Conciliar é uma tarefa árdua e difícil", afirmou Figueiredo.

Nesta quarta-feira, Tuvalu exigiu a suspensão dos trabalhos da conferência, como forma de pressão para ter a sua proposta de acordo analisada.

O pequeno país-ilha quer um acordo legal que seja mais restritivo do que o Protocolo de Kyoto, mas enfrenta resistências até internamente no G77.

A proposta, que visa a limitar o aumento da temperatura a 1,5ºC, e estabilizar as concentrações de gases que provocam o efeito estufa em 350 partes por milhão (ppm), agrada a vários países do grupo.

No entanto, a concentração de 450 ppm é melhor aceita por países industrializados e alguns em desenvolvimento. Para países emergentes, como Brasil, China, Índia e África do Sul, o limite de 350 ppm não é bem aceito, porque pode se tornar uma barreira para o crescimento econômico.

Atualmente, a concentração de gases do efeito estufa na atmosfera gira em torno de 387 ppm.

Leia mais sobre Conferência de Copenhague

ultimosegundo.ig.com.br | 12/9/09 10:47 PM
Chanceler iraniano diz que "quest�es" com EUA s�o prioridade
Teerã, 11 nov (EFE).- O ministro iraniano de Assuntos Exteriores, Manouchehr Mottaki, afirmou hoje que sua prioridade não são as relações com os Estados Unidos, mas as "questões" que afetam os dois países.Segundo a agência de notícias "Isna", Mottaki fez esta declaração em entrevista coletiva realizada hoje em Teerã com o ministro de Assuntos Exteriores de Lesoto, Mohlabi Kenneth Tsekoa.

"Existem dois assuntos neste caso: primeiro o tema das questões que afetam Irã e EUA, e depois as relações entre os dois países", apontou.

"A preferência é dedicar-se às questões de Irã e EUA", afirmou Mottaki, que insistiu na "necessidade de fazer uma mudança e revisar as políticas (como prometido pelo presidente Barack Obama ano passado)", disse.

"Isto pode criar um novo ambiente, em que talvez possamos decifrar os problemas", completou. EFE.

msh/dp ultimosegundo.ig.com.br | 11/11/09 9:45 PM
Brasil cai nove posi��es em ranking de igualdade entre sexos
O Brasil caiu nove posições no ranking global de desigualdade entre os sexos organizado pelo Fórum Econômico Mundial, ocupando a 82ª posição entre 136 países. De acordo com o documento divulgado nesta terça-feira, este é o pior resultado dos últimos três anos.

Em 2006 o Brasil ocupava a 67ª posição, em 2007 a 74ª e, em 2008, a 73ª.

As principais razões apontadas para a queda de posições brasileiras este ano foram a diferença de renda obtida pelo mesmo tipo de trabalho de acordo com o gênero (passando da 100ª para a 114ª colocação) e a queda da renda estimada anual, passando da 54ª para a 69ª posição.

Desta forma, em termos de igualdade, o Brasil se posiciona atrás de outros latino-americanos como Equador (23ª), Argentina (24ª) Costa Rica (27ª), Peru (44ª), Nicarágua (49ª), El Salvador (55ª), Paraguai (66ª), Chile (64ª) e a República Dominicana (67ª).

Outros países

No topo da lista, os países nórdicos continuam apresentando a menor desigualdade entre homens e mulheres.

A Islândia é considerada a nação mais equalitária, seguida de Finlândia, Noruega e Suécia.

Entre países que mostraram grandes avanços, estão a África do Sul, 22ª colocada em 2008 e 6ª este ano, e Lesoto, que subiu da 16ª para a 10ª posição.

Nestas nações africanas, as mulheres aumentaram substancialmente sua participação no mercado de trabalho e no governo.

Na parte de baixo da tabela, Paquistão (134ª posição), Chade (135ª) e Iêmen (136ª) foram considerados os países com a maior desigualdade entre homens e mulheres.

Leia mais sobre desigualdade

ultimosegundo.ig.com.br | 10/27/09 9:41 PM
L�bia celebra os quarenta anos de Kadafi no poder
Trípoli, 1 set (EFE).- A Líbia lembra hoje o 40º aniversário da revolução que levou ao poder o coronel Muammar Kadafi, com a presença de vários dirigentes internacionais convidados, entre eles o presidente da Venezuela, Hugo Chávez.Os atos começarão às 11h de Brasília com um desfile militar em uma das principais avenidas de Trípoli e no qual também participarão unidades de outros países africanos, como a Eritréia, Marrocos, Lesoto, Mali ou Guiné-Bissau, todos os membros da União Africana (UA), cuja Presidência rotativa exerce Kadafi.

Após o desfile, se realizará um jantar para os dirigentes internacionais presentes aos atos e com a qual se romperá o jejum da jornada do mês sagrado do Ramadã, realizado nestas datas no mundo todo muçulmano.

As comemorações terminam com a inauguração de um monumento comemorativo, uma concentração popular e uma parada equestre à qual também está previsto que assista Kadafi acompanhado de seus convidados internacionais.

Além de Hugo Chávez, assistem a estas comemorações, entre outros, o presidente da República Dominicana, Leonel Fernández, e a das Filipinas, Gloria Macapagal. EFE fpa/fk ultimosegundo.ig.com.br | 9/1/09 9:31 AM
Quatro mo�ambicanos mortos em tentativa de golpe no Lesoto em Abril
Maputo, 11 Ter (Lusa) - As autoridades de Maputo informaram hoje que quatro moçambicanos foram mortos e cinco detidos durante uma alegada participação numa tentativa de golpe de Estado no Lesoto em Abril último. tv1.rtp.pt | 8/11/09 11:20 AM
Mo�ambique: Quatro mo�ambicanos mortos em tentativa de golpe no Lesoto em Abril
Maputo, 11 Ter (Lusa) - As autoridades de Maputo informaram hoje que quatro moçambicanos foram mortos e cinco detidos durante uma alegada participação numa tentativa de golpe de Estado no Lesoto em Abril último. aeiou.expresso.pt | 8/11/09 10:34 AM
Mo�ambique: Quatro mo�ambicanos mortos em tentativa de golpe no Lesoto em Abril
Maputo, 11 Ter (Lusa) - As autoridades de Maputo informaram hoje que quatro moçambicanos foram mortos e cinco detidos durante uma alegada participação numa tentativa de golpe de Estado no Lesoto em Abril último.


feeds.jn.pt | 8/11/09 10:16 AM

Google Maps