Notícias : Lesotho
| SADC destaca "progressos" no Zimbabu�, Lesoto e RDCongo, mas "preocupada" com Madag�scar Maputo, 15 jul (Lusa) -- A Comunidade de Desenvolvimento da
África Austral (SADC) está encorajada com os
"progressos" alcançados no Zimbabué, Lesoto e na
República Democrática do Congo, mas mostra-se ainda
"preocupada" com a situação em Madagáscar.
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7/15/10 10:57 AM
Mo�ambique: SADC destaca "progressos" no Zimbabu�, Lesoto e RDCongo, mas "preocupada" com Madag�scar Maputo, 15 jul (Lusa) -- A Comunidade de Desenvolvimento da
África Austral (SADC) está encorajada com os
"progressos" alcançados no Zimbabué, Lesoto e na
República Democrática do Congo, mas mostra-se ainda
"preocupada" com a situação em Madagáscar.
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7/15/10 9:55 AM
Em Durban, Zulus t�m gingado com a bola no p� Zulu dança, mas zulu também dribla, pedala e dá
até bicicleta. Mduduzi Ndoxu tem 19 anos e faz parte do grupo The
Beaty of Kwa-Zulu, que apresenta as danças e a cultura do povo a
turistas na praia de Durban. A reportagem do LANCENET! nem precisou falar em futebol para que, ao fim de um ritual na North Beach, uma das principais praias da cidade, Ndoxu começasse a tratar a bola com carinho e muita habilidade, mostrando saber o que fazia. Ágil, o jovem embalou uma série de embaixadinhas, com os pés e com a cabeça e seguiu com pedalas na areia, à la Robinho. A Copa do Mundo e a Seleção Brasileira, presente na cidade, também inspiram o zulu. – O Robinho é muito bom. Também gosto do Ronaldinho – destacou o ofegante e habilidoso garoto, após o show com a bola em seus pés. – Sou dançarino e também jogador de futebol! – completou. Apesar das palavras, Ndoxu contou que jamais tentou buscar uma oportunidade em algum dos clubes de futebol local. Humilde, o jovem ganha a vida com gorjetas de turistas que se encantam pela cultura do povo zulu na terra do Mundial. GUERREIRO ZULU ENSINA A 'DANÇA DO GOL' PARA ROBINHO A pausa para a conversa não durou muito tempo. Logo, um colega lançou a bola no ar para Ndoxu emendar um belo voleio. Depois disso, deu também uma bicicleta, que faria a torcida brasileira explodir com algo parecido feito por Robinho & Cia. hoje, no estádio. Torcida essa que não contará com os gritos de incentivo de Mduduzi Ndoxu, que estará ausente no Moses Mabhida quando Brasil e Portugal estiveram duelando pela liderança do Grupo H. A poucos quilômetros, na praia, ele seguirá seu ofício, dançando e driblando. Há algum clube interessado nele? O que é Zulu? O povoEra um clã e depois tornou-se uma forte nação no século 19. Hoje, representa 22% da população sul-africana. O presidente do país, Jacob Zuma, nasceu em uma aldeia zulu, a Zululândia. Há mais aldeias na Suazilândia, Lesoto, Zimbábue e Moçambique. A línguaChama IsiZulu e é um dos 11 idiomas oficiais da África do Sul – um dos mais falados do país. Em Durban, por exemplo, o inglês é pouco falado em relação à língua dos zulus. www.lancenet.com.br | 6/25/10 8:43 AM Minist�rios e PF negam tr�fico de �gua na Amaz�nia Vários órgãos do Executivo rebateram nesta terça-feira as notícias sobre suposto tráfico de água doce na Amazônia. O tema foi debatido em audiência pública da Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional. De acordo com denúncia publicada na revista jurídica Consulex, navios de carga estariam enchendo ilegalmente os porões com água do rio Amazonas para posterior comercialização em regiões áridas da Europa e do Oriente Médio. Cada navio seria abastecido com cerca de 250 milhões de litros de água colhida sobretudo na foz do Amazonas. A denúncia, no entanto, foi contestada por representantes da Marinha, da Polícia Federal e do Ministério do Meio Ambiente, que informaram que até hoje não foi feita nenhuma denúncia formal de hidropirataria na Região Amazônica. O contra-almirante do Comando de Operações Navais do Ministério da Defesa, Antonio Fernando Monteiro Dias, acredita que as operações de lastro dos navios, regularmente autorizadas e controladas, estão sendo confundidas com hidropirataria. Segundo informou, as operações de lastro, que consistem na colocação ou retirada de água do tanque dos navios, são destinadas exclusivamente à garantia de manobras, estabilidade e segurança da circulação das embarcações. – Essas operações não podem ser confundidas com o furto de água. Ele explica que, para efetuar manobras, os navios que descarregam na Região Amazônica necessitam, por vezes, receber um pouco de água para manter a manobra e, consequentemente, garantir a segurança da navegação. – Se eles não o fizerem, nós podemos ter um acidente na Região Amazônica. Isso ocorre internacionalmente. Segundo o representante da Marinha, não há constatação da veracidade das denúncias de hidropirataria. – Estamos prontos para atender a sociedade, mas essas informações têm de ser fidedignas para que não criemos informações alarmantes, que não são verídicas. O coordenador de Articulação e Comunicação da Agência Nacional de Águas (ANA), Antonio Félix Domingues, usou argumentos econômicos para sustentar que as denúncias de hidropirataria não passam de um mito. – Não temos a menor evidência nem fundamento sobre essa denúncia por uma simples razão: economicamente, não é viável para ninguém pegar água na foz do rio Amazonas e levar, por exemplo, para os países do Oriente Médio, porque o custo do frete e do tratamento dessa água é três, quatro, cinco vezes superior ao custo da dessalinização dessa água em Israel ou na Arábia Saudita. Tem muita gente que vive dessa especulação. Isso é um hidromito. Antônio Domingues lembrou que embora ainda exista hoje comércio de água no mundo, sobretudo envolvendo Turquia e Israel, África do Sul e Lesoto, Malásia e Cingapura, mesmo "se dermos água de graça, ninguém virá buscar água no rio Amazonas, por causa dos custos envolvidos”. O representante da ANA afirmou ainda que um navio capaz de carregar 250 milhões de litros de água não teria nem condições técnicas de entrar na foz do rio Amazonas. Tanto a Marinha quanto a ANA lembraram que os navios que circulam pela Amazônia são submetidos a inspeções frequentes, inclusive para evitar que as operações de lastro salinizem ou poluam as águas do rio Amazonas. Já a autora das denúncias publicadas na revista Consulex, advogada Ilma Barcelos, questionou a fiscalização dos órgãos públicos. Ilma, que é ligada à Comissão de Meio Ambiente da OAB do Espírito Santo, disse que vai formalizar a denúncia. – Eu já tinha certeza absoluta que essas questões seriam negadas porque ninguém vai assumir que é incompetente em algum órgão. Eu continuo afirmando que existe uma grande omissão por parte das autoridades em verificar, de forma responsável, essa questão do tráfico de água doce. Eu pretendo fazer agora uma denúncia formal e quero solicitar a informação de como é feita a fiscalização. Segundo Ilma Barcelos, o abastecimento de água nos navios é feito acima do necessário para o consumo da tripulação e para o lastro. O diretor-executivo da Polícia Federal, Luiz Pontel de Souza, lembrou que a hidropirataria não está tipificada no Código Penal. – A Polícia Federal trabalha em cima de fatos concretos, e mesmo que tivesse encontrado algum caso, a punição para esse delito seria dificultada pela falta de tipificação penal. Autor do pedido para a audiência pública, o deputado Lupércio Ramos (PMDB-AM) também cobrou dos órgãos de defesa e de segurança a ampliação do sistema de fiscalização na Amazônia. – O País precisa começar a discutir o direito de uso da água. Nós devemos estar em alerta em relação à Amazônia, porque temos lá um patrimônio extraordinário. www.correiodobrasil.com.br | 6/23/10 8:28 PM Pr�ncipe Harry visita aldeia em localidade remota de Lesoto O príncipe Harry da Inglaterra visitou nesta quinta feira uma
aldeia em uma localidade remota de Lesoto, na África. Ele e o
irmão, William, estão realizando uma turnê
beneficente que começou em Botsuana. A viagem inclui uma visita
à África do Sul, para acompanhar a Copa do Mundo de futebol.
noticias.terra.com.br |
6/17/10 9:18 PM
Pr�ncipes brit�nicos visitam animais selvagens na �frica Os príncipes britânicos Harry e William visitaram nesta
terça feira a reserva natural Mokolodi, localizada nas
proximidades da cidade de Gaborone, em Botsuana. Os dois estão
realizando uma turnê beneficente pelo país e por Lesotho,
que também incluirá uma visita à África do
Sul, para acompanhar a Copa do Mundo de futebol.
noticias.terra.com.br |
6/15/10 5:49 PM
Representa��o brasileira no Parlasul aprova acordo entre Mercosul e �frica Austral A representação brasileira no Parlamento do Mercosul
(Parlasul) aprovou o texto do acordo de comércio preferencial
entre o bloco sul-americano – que reúne o Brasil, a
Argentina, o Uruguai e o Paraguai – e a União Aduaneira
da África Austral, integrada pela África do Sul, por
Botsuana, pelo Lesoto, pela Namíbia e pela Suazilândia.. Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2010, Pernambuco.com - Diários Associados, Recife-PE, Brasil www.diariodepernambuco.com.br | 5/7/10 11:53 AM Moradores decepcionados com projeto h�drico 23/04/2010 - 02h04 Gaborone, Botsuana, 23/4/2010 – O Projeto Hídrico das Terras Altas do Lesoto entrará em sua segunda fase neste ano. A iniciativa foi reconhecida como um exemplo de administração da água na África, mas gerou mal-estar nas comunidades locais. Trata-se do maior projeto de... Leia mais www.envolverde.com.br | 4/23/10 10:45 AM ONU reabre negocia��o clim�tica, mas acordo em 2010 � improv�vel Negociadores climáticos se reúnem nesta sexta-feira em
Bonn pela primeira vez desde a cúpula de Copenhague, mas com
poucas chances de fecharem um novo acordo de cumprimento
obrigatório ainda neste ano. Delegados de 170 países discutirão até domingo formas de reconstruir a confiança no processo, depois da frustração da cúpula climática de dezembro, que terminou sem acordo em torno de um novo tratado com valor jurídico vinculante, apesar dos dois anos de negociações prévias. A reunião de Bonn definirá o cronograma das reuniões em 2010 e circulará ideias sobre o Acordo de Copenhague, um documento que não é de cumprimento obrigatório, mas já foi apoiado por mais de 110 países, inclusive grandes emissores, como China, EUA, Rússia e Índia. Vários países em desenvolvimento se opõem a ele. O acordo busca limitar a menos de 2 graus Celsius o aumento da temperatura global, mas não diz como. – Precisamos reavaliar a situação depois de Copenhague –, disse Bruno Sekoli, do Lesoto, que fala em nome dos países menos desenvolvidos, que defendem cortes mais duros nas emissões de gases do efeito estufa, de modo a limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius. Muitos países cobram medidas concretas já em 2010, como a liberação da ajuda climática aos países em desenvolvimento, prometida em Copenhague, num valor de cerca de US$ 10 bilhões por ano entre 2010 e 2012, podendo chegar a US$ 100 bilhões por ano a partir de 2020. Delegados disseram que talvez sejam necessárias duas sessões extraordinárias antes da próxima reunião ministerial anual, de 29 de novembro a 10 de dezembro em Cancún, no México. Isso significaria um ritmo menos frenético do que nas discussões pré-Copenhague. O norueguês Harald Dovland, vice-presidente das negociações da ONU, disse que "tem havido uma atitude construtiva" nas negociações preparatórias informais realizadas em Tóquio e no México. Mas não está claro o que acontecerá com o Tratado de Copenhague. Muitos países não querem que ele substitua a Convenção Climática de 1992, pois acreditam que cabe aos países ricos liderarem o processo de lidar com a mudança climática - o que era a base do sistema hoje em vigor, ancorado no Protocolo de Kyoto, que expira em 2012. – Não acredito que o Acordo de Copenhague se tornará um novo marco jurídico –, disse na semana passada Yvo de Boer, chefe do Secretariado Climático da ONU. Ele também disse duvidar da adoção de um tratado vinculante em 2010, mas afirmou torcer para que a reunião de Cancún defina uma arquitetura básica, "para que um ano depois se possa decidir ou não transformar isso em um tratado". A reunião de 2011 será na África do Sul. www.correiodobrasil.com.br | 4/8/10 3:00 PM Pai � acusado de matar filhos ap�s film�-los despedindo-se da m�e Um pai zimbabuense que gravou um vídeo dos filhos se despedindo
da mãe antes de estrangulá-los, em outubro do ano passado,
está sendo julgado na Grã-Bretanha. Petros Williams, de 37
anos, teria decidido matar as crianças Yolanda e Theo Molemohi,
de 4 e 2 anos respectivamente, depois que seu casamento com Morongoe
Molemohi acabou."A promotoria alega que isso foi uma
reação rancorosa e egoísta ao fim de seu casamento.
Foi um ato deliberado de assassinato", disse ao júri o
promotor Andrew Thomas. No vídeo exibido durante o julgamento, as duas crianças aparecem sentadas em um sofá sendo estimuladas pelo pai a dizerem "adeus" à sua mãe. Dois dias depois, a mulher de 30 anos encontraria seus dois filhos mortos por enforcamento com cabos de computador no apartamento em que moravam com o pai, em Manchester. "Eu fui pegá-los de debaixo do cobertor. Eu pensei que eles estivessem dormindo", disse a mãe. Segundo a acusação, o uso dos cabos para o estrangulamento foi um "simbólico ato de punição", porque o réu estaria revoltado com o fato de a ex-mulher estar usando programas de relacionamento na internet para encontrar novos parceiros. Despedida No local do crime foi encontrada a fita com a gravação de despedida, em que estava escrita a mensagem "Papai, Yolly, Theo. Adeus. O Fim". Um bilhete anexado à fita dizia: "Veja o vídeo, feito para suas memórias, obrigado, Petros". "É difícil dizer por que o acusado fez o vídeo naquele momento e por que ele decidiu tomar essa ação drástica dois dias depois", disse Thomas à Corte. No apartamento também foram encontradas outras mensagens que, segundo a promotoria, seriam de despedida também. "Boas coisas chegam ao fim, tchau Mo. Petros", dizia um deles. Recados como "Eu amo vocês, Theo e Yolanda. Vocês foram uma grande companhia, encontro vocês no céu. Com amor. Papai Petros" e "Perdão, meus queridos Yolly e Theo, sinto muito que a mamãe decidiu nos deixar por um novo namorado" também foram achados no local. "Os bilhetes eram, na verdade, mensagens de suicídio, dizendo adeus para sua esposa e colegas. Se o réu tinha a intenção de se matar, ele não havia ido muito longe nesse objetivo. (Quando foi encontrado junto das crianças mortas) Ele estava bem vivo, apesar de não parecer bem", relatou o promotor. Fim do relacionamento O zimbabuense Petros Williams conheceu Morongoe Molemohi, de Lesoto, na África do Sul, em 2000, quando ambos estavam estudando lá. O casal se mudou para a Grã-Bretanha dois anos depois. Seu casamento já vinha passando por uma crise havia algum tempo. Molemohi chegou a procurar uma organização de proteção à mulher alegando que seu marido havia tentado estrangulá-la. "Em setembro, Molemohi estava ativamente procurando por outros homens em sites de relacionamento. Ela não fazia segredo sobre isso", explicou o promotor. Por causa disso, Williams teria pedido à mulher que deixasse a casa uma semana antes de matar as crianças. Mas a mãe continuava indo ao apartamento todos os dias para levar as crianças para a escola. O julgamento prossegue. ultimosegundo.ig.com.br | 3/23/10 10:33 AM Cidades brasileiras integram lista das mais desiguais Cinco cidades brasileiras estão entre as 20 mais desiguais do
mundo. Relatório apresentado hoje, na abertura do 5º Forum
Urbano Mundial da Organização das Nações
Unidas (ONU), no Rio, revela que Goiânia (10ª), Belo
Horizonte (13ª), Fortaleza (13ª), Brasília (16ª) e
Curitiba (17ª) são as que apresentam as maiores
diferenças de renda entre ricos e pobres no País. O
documento "O Estado das Cidades do Mundo 2010/2011: Unindo o
Urbano Dividido" também informa que o Brasil é o
país com a maior distância social na América Latina. "Estatisticamente falando, existe sim um vínculo.
É muito possível que a cidade mais desigual vai gerar
muito mais fácil distúrbios e problemas sociais. As
autoridades desses países vão deslocar recursos que
deveriam ir para investimentos para conter esses movimentos sociais. O
custo social acaba se traduzindo em custo econômico",
afirmou Moreno. "A situação melhorou em dez anos, mas infelizmente
no mesmo período o aumento líquido dos pobres urbanos
é de 55 milhões", disse Anna Tibaijuka,
diretora-executiva do ONU-Habitat. Pr�ncipe Harry cai de cavalo em jogo de polo Mesmo irritado, Harry saiu de evento beneficente com ajuda para
crianças do Lesoto.
www.bbc.co.uk |
2/1/10 3:35 PM
Pr�ncipe Harry cai de p�nei em jogo de polo O príncipe Harry, da Grã-Bretanha, caiu de um pônei
durante uma partida beneficente de polo na ilha de Barbados. Harry
pareceu irritado depois da queda, mas mais tarde revelou que havia
apostado com um milionário local que não seria
derrubado.Mesmo assim, o homem doou quase US$ 50 mil para a
organização de caridade que Harry mantém para
ajudar crianças pobres do Lesoto. A visita de Harry a Barbados também serviu para ajudar a levantar dinheiro para vítimas do terremoto no Haiti. ultimosegundo.ig.com.br | 2/1/10 12:38 PM Pr�ncipe Harry cai de p�nei em jogo de polo Mesmo irritado, Harry saiu de evento beneficente com ajuda para
crianças do Lesoto.
www.bbc.co.uk |
2/1/10 11:32 AM
Pr�ncipe Harry visita hospital Antes de participar num jogo de pólo para angariar fundos para
ajudar crianças do Lesoto, o príncipe Harry visitou um
hospital em Bridgetown (Barbados). O filho mais novo de Carlos e Diana,
de 25 anos... Pena de morte est� em vigor em 58 pa�ses, diz Anistia Relatório da Anistia Internacional, organização de
defesa dos direitos humanos, afirma que atualmente a pena de morte
está em vigor em 58 países. Outros 95 países
aboliram a prática para todos os tipos de crime, enquando nove
países, entre eles o Brasil (somente na Justiça militar),
mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais, mas
não para crimes comuns.
A organização afirma que 35 países aboliram �na prática� a pena de morte pelo fato de não terem realizado nenhuma execução nos últimos dez anos, apesar de a punição estar prevista em lei para crimes comuns. Somando essas 35 nações às que aboliram por lei a pena de morte, chega a 139 o número de países que não executam prisioneiros, segundo a Anistia. De acordo com o relatório da Anistia, em 2008 foram realizadas 2.390 execuções, 93% delas em apenas cinco países: China, Irã, Arábia Saudita, Paquistão e Estados Unidos. No mesmo período, houve 8.864 sentenças à morte em todo o mundo. Em 1977, apenas 16 países aboliram essa condenação para todos os tipos de crime. Dos 58 que ainda mantêm a pena capital, 25 realizaram execuções em 2008. Brasil No Brasil, a pena de morte é proibida, exceto para crimes militares cometidos em tempos de guerra, segundo está previsto na Constituição de 1988. De acordo com a Carta, o fuzilamento é o método de execução. Comunicado sobre a sentença, o presidente da República pode conceder um indulto ou comutar a pena do condenado. O País é o único de língua portuguesa que permite a prática para crimes militares. Na América do Sul, Bolívia, Chile e Peru também mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais. Veja o tipo de determinação vigente em cada país: Pena de morte abolida para todos os tipos de crime: África do Sul, Albânia, Alemanha, Andorra, Angola, Argentina, Armênia, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bósnia-Herzegovina, Bulgária, Burundi, Butão, Cabo Verde, Camboja, Canadá, Chipre, Colômbia, Costa Rica, Côte d'Ivoire, Croácia, Dinamarca, Djibouti, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Filipinas, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Ilhas Cook, Ilhas Marshall, Ilhas Maurício, Ilhas Salomão, Irlanda, Islândia, Itália, Listenstaine, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Malta, México, Micronésia, Moçambique, Moldávia, Mônaco, Montenegro, Namíbia, Nepal, Nicarágua, Niue, Noruega, Nova Zelândia, Palau, Panamá, Paraguai, Polônia, Portugal, Quiribati, Quirguistão, Reino Unido, República Checa, República Dominicana, Romênia, Ruanda, Samoa, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia (incluindo Kosovo), Suécia, Suíça, Timor Leste, Togo, Turcomenistão, Turquia, Tuvalu, Ucrânia, Uruguai, Usbequistão, Vanuatu, Vaticano e Venezuela. Pena de morte abolida para crimes comuns: Bolívia, Brasil, Casaquistão, Chile, El Salvador, Ilhas Fiji, Israel, Letônia e Peru. Pena de morte abolida �na prática� para crimes comuns: Algéria, Benin, Brunei, Burkina Faso, Camarões, Congo, Coreia do Sul, Eritreia, Gabão, Gâmbia, Gana, Granada, Ilhas Maldivas, Laos, Libéria, Madagascar, Malaui, Mali, Marrocos, Mauritânia, Mianmar, Nauru, Níger, Papua Nova Guiné, Quênia, República Centro-Africana, Rússia, Sri Lanka, Suriname, Suazilândia, Tajiquistão, Tanzânia, Tonga, Tunísia, Zâmbia. Pena de morte para todos os crimes: Afeganistão, Antígua e Barbuda, Arábia Saudita, Autoridade Palestina, Bahamas, Bahrein, Bangladesh, Barbados, Belize, Bielorrúsia, Botswana, Catar, Chade, China, Cingapura, Comores, Coreia do Norte, Cuba, Dominica, Egito, Emirados Árabes, Estados Unidos, Etiópia, Guatemala, Guiné, Guiné Equatorial, Guiana, Iêmen, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Jamaica, Japão, Jordânia, Kuwait, Lesoto, Líbano, Líbia, Malásia, Mongólia, Nigéria, Omã, Paquistão, República Democrática do Congo, Santa Lúcia, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Serra Leoa, Síria, Somália, Sudão, Tailândia, Taiwan, Trinidad e Tobago, Uganda, Vietnã e Zimbábue. Leia mais sobre pena de morte ultimosegundo.ig.com.br | 1/9/10 12:37 PM Acordo clim�tico sobre navega��o e avia��o fica mais distante Por Pete Harrison COPENHAGUE (Reuters) - Os negociadores
reunidos em Copenhague alertaram na quarta-feira que podem perder a
oportunidade de limitar as emissões de gases-estufa da
aviação e navegação marítima, abrindo
mão assim de bilhões de dólares em taxas que
poderiam ajudar os países pobres a enfrentarem a mudança
climática. A apenas dois dias do final da conferência sobre
o clima da ONU na capital dinamarquesa, negociadores disseram estar
ainda muito distantes de definirem metas de emissões para a
navegação e a aviação, atividades que,
juntas, produzem até 8 por cento das emissões globais de
gases do efeito estufa. Japão, Arábia Saudita, China e Estados Unidos foram apontados como os responsáveis por impedir avanços nas restrições a esses dois setores, que recentemente se mostraram abertos a uma forte redução nas suas emissões. As negociações, no entanto, esbarraram em questões técnicas. "A aviação e a navegação têm uma grande oportunidade de contribuir com a luta contra o aquecimento global, e a oportunidade está escapando", disse Reinford Mwangonde, parte da delegação do Malaui. Fontes ligadas ao processo dizem que ainda não há consenso em torno de uma das questões mais básicas - se as metas devem ser estabelecidas já em Copenhague ou no ano que vem pela Organização Marítima Internacional e pela Organização Internacional da Aviação Civil (ambas agências da ONU). Também há conflitos sobre como proteger as nações insulares, que são mais vulneráveis ao aumento do custo dos transportes. O comissário (ministro) europeu do Meio Ambiente, Stavros Dimas, confirmou que o progresso é lento. "Alguns estão dizendo que as metas e definições deveriam ser acertadas aqui, outros estão dizendo que deveria ser feito nos dois outros organismos", afirmou ele à Reuters. "Esses dois setores não têm metas de redução e estão aumentando rapidamente suas emissões". A União Europeia quer que o setor naval reduza na próxima década as suas emissões para 20 por cento abaixo dos níveis de 2005, enquanto a aviação teria de cortar 10 por cento. Além disso, o bloco europeu defende uma taxação sobre as emissões aéreas e navais, com os dividendos sendo destinados a países pobres. "Nossa voz coincide com a da UE", disse Bruno T Sekoli, negociador-chefe do Lesoto, que representa os países menos desenvolvidos em Copenhague. A falta de metas levaria a ainda mais incertezas para os investimentos nos dois setores, e também desperdiçaria bilhões de dólares para um futuro fundo climático, cuja formação é um dos principais entraves à adoção de um acordo em Copenhague. "Algumas das maiores economias do mundo em desenvolvimento estão egoisticamente bloqueando um tratado que poderia destravar o acordo geral de Copenhague", disse Bill Hemmings, do grupo ambiental T&E. ultimosegundo.ig.com.br | 12/16/09 10:41 PM Brasil nega 'racha' entre pa�ses em desenvolvimento em Copenhague O negociador-chefe do Brasil na reunião das Nações
Unidas sobre mudanças climáticas, em Copenhague,
embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, afirmou nesta quarta-feira
que "não vê racha" no chamado G77 - grupo que
representa a maior parte dos países pobres e em desenvolvimento.
O G77 reúne países emergentes como Brasil, África
do Sul e Índia, mas também alguns dos mais pobres do
planeta, como Burundi, Bangladesh e Suazilândia.
Além disso, a BBC teve acesso a um documento
distribuído em novembro pelos negociadores de Lesoto, outro
país africano do G77, com propostas para outros países
mais pobres do grupo. Nas discussões sobre metas de emissão sob a
convenção do clima da ONU, o Brasil coordena o grupo dos
77 e o negociador-chefe brasileiro admite encontrar dificuldades.
"Conciliar é uma tarefa árdua e
difícil", afirmou Figueiredo. Leia mais sobre Conferência de Copenhague ultimosegundo.ig.com.br | 12/9/09 10:47 PM Chanceler iraniano diz que "quest�es" com EUA s�o prioridade Teerã, 11 nov (EFE).- O ministro iraniano de Assuntos Exteriores,
Manouchehr Mottaki, afirmou hoje que sua prioridade não
são as relações com os Estados Unidos, mas as
"questões" que afetam os dois países.Segundo a
agência de notícias "Isna", Mottaki fez esta
declaração em entrevista coletiva realizada hoje em
Teerã com o ministro de Assuntos Exteriores de Lesoto, Mohlabi
Kenneth Tsekoa. "Existem dois assuntos neste caso: primeiro o tema das questões que afetam Irã e EUA, e depois as relações entre os dois países", apontou. "A preferência é dedicar-se às questões de Irã e EUA", afirmou Mottaki, que insistiu na "necessidade de fazer uma mudança e revisar as políticas (como prometido pelo presidente Barack Obama ano passado)", disse. "Isto pode criar um novo ambiente, em que talvez possamos decifrar os problemas", completou. EFE. msh/dp ultimosegundo.ig.com.br | 11/11/09 9:45 PM Brasil cai nove posi��es em ranking de igualdade entre sexos O Brasil caiu nove posições no ranking global de
desigualdade entre os sexos organizado pelo Fórum Econômico
Mundial, ocupando a 82ª posição entre 136
países. De acordo com o documento divulgado nesta
terça-feira, este é o pior resultado dos últimos
três anos. Em 2006 o Brasil ocupava a 67ª
posição, em 2007 a 74ª e, em 2008, a 73ª. Leia mais sobre desigualdade ultimosegundo.ig.com.br | 10/27/09 9:41 PM L�bia celebra os quarenta anos de Kadafi no poder Trípoli, 1 set (EFE).- A Líbia lembra hoje o 40º
aniversário da revolução que levou ao poder o
coronel Muammar Kadafi, com a presença de vários
dirigentes internacionais convidados, entre eles o presidente da
Venezuela, Hugo Chávez.Os atos começarão às
11h de Brasília com um desfile militar em uma das principais
avenidas de Trípoli e no qual também participarão
unidades de outros países africanos, como a Eritréia,
Marrocos, Lesoto, Mali ou Guiné-Bissau, todos os membros da
União Africana (UA), cuja Presidência rotativa exerce Kadafi. Após o desfile, se realizará um jantar para os dirigentes internacionais presentes aos atos e com a qual se romperá o jejum da jornada do mês sagrado do Ramadã, realizado nestas datas no mundo todo muçulmano. As comemorações terminam com a inauguração de um monumento comemorativo, uma concentração popular e uma parada equestre à qual também está previsto que assista Kadafi acompanhado de seus convidados internacionais. Além de Hugo Chávez, assistem a estas comemorações, entre outros, o presidente da República Dominicana, Leonel Fernández, e a das Filipinas, Gloria Macapagal. EFE fpa/fk ultimosegundo.ig.com.br | 9/1/09 9:31 AM Quatro mo�ambicanos mortos em tentativa de golpe no Lesoto em Abril Maputo, 11 Ter (Lusa) - As autoridades de Maputo informaram hoje que
quatro moçambicanos foram mortos e cinco detidos durante uma
alegada participação numa tentativa de golpe de Estado no
Lesoto em Abril último.
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8/11/09 11:20 AM
Mo�ambique: Quatro mo�ambicanos mortos em tentativa de golpe no Lesoto em Abril Maputo, 11 Ter (Lusa) - As autoridades de Maputo informaram hoje que
quatro moçambicanos foram mortos e cinco detidos durante uma
alegada participação numa tentativa de golpe de Estado no
Lesoto em Abril último.
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8/11/09 10:34 AM
Mo�ambique: Quatro mo�ambicanos mortos em tentativa de golpe no Lesoto em Abril Maputo, 11 Ter (Lusa) - As autoridades de Maputo informaram hoje que
quatro moçambicanos foram mortos e cinco detidos durante uma
alegada participação numa tentativa de golpe de Estado no
Lesoto em Abril último. |