Notícias : Libéria

Depoimento de Naomi Campbell em julgamento em Haia � adiado
Depoimento de Naomi Campbell em julgamento em Haia é adiado
Modelo falará sobre diamante que ganhou do ex-presidente da Libéria. Tribunal da ONU julga Charles Taylor por crimes de guerra em Serra Leoa. g1.globo.com | 7/26/10 1:04 PM
R�ssia se queixa aos EUA por pris�o na Lib�ria, diz ag�ncia
A Rússia se queixou aos Estados Unidos por causa da prisão de um cidadão russo na Libéria e sua posterior transferência para território norte americano, disseram agências de notícias russas nesta segunda feira. noticias.terra.com.br | 7/19/10 10:25 PM
R�ssia se queixa aos EUA por pris�o na Lib�ria, diz ag�ncia

MOSCOU (Reuters) - A Rússia se queixou aos Estados Unidos por causa da prisão de um cidadão russo na Libéria e sua posterior transferência para território norte-americano, disseram agências de notícias russas nesta segunda-feira ...

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oglobo.globo.com | 7/19/10 10:09 PM
Naomi Campbell vai depor em julgamento de Charles Taylor

LONDRES (Reuters) - A modelo britânica Naomi Campbell concordou nesta sexta-feira em testemunhar num julgamento na corte de Haia sobre o chamado "diamante de sangue" que, segundo os promotores, o ex-presidente da Libéria Charles Taylor deu a ela ...

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oglobo.globo.com | 7/9/10 10:26 PM
Naomi Campbell vai depor em julgamento de Charles Taylor
A modelo britânica Naomi Campbell concordou nesta sexta feira (9) em testemunhar num julgamento na corte de Haia sobre o chamado "diamante de sangue" que, segundo os promotores, o ex presidente da Libéria Charles Taylor deu a ela. diversao.terra.com.br | 7/9/10 10:20 PM
Naomi Campbell ter� de depor em Haia sobre diamantes que ganhou de Taylor
A modelo Naomi Campbell foi convocada a depor no Tribunal Especial para Serra Leoa, em Haia, para dar explicações sobre diamantes que ganhou do ex-presidente da Libéria Charles Taylor, em 1997. Caso se recuse a comparecer à corte, Naomi será condenada a 7 anos de prisão. Segundo a procuradoria, o www.estadao.com.br | 7/3/10 3:00 AM
Naomi Campbell vai testemunhar sobre "diamante de sangue"
A modelo britânica Naomi Campbell foi chamada para prestar depoimento sobre um "diamante de sangue" que, segundo promotores, teria recebido do ex-presidente da Libéria, Charles Taylor, informou o tribunal de crimes de guerra de Serra Leoa nesta quinta-feira.

Promotores no Tribunal Especial para Serra Leoa pediram em maio a presença de Campbell, que tem se negado a prestar depoimento, dizendo que ela pode fornecer provas materiais para refutar as alegações de Taylor de que ele nunca possuiu diamantes brutos.

Segundo a decisão judicial, Campbell deverá comparecer ao tribunal de Haia na manhã de 29 de julho ou "mostrar boas causas" para justificar sua ausência.

Promotores acusam Taylor de levar diamantes à África do Sul para comprar armas, o que ele nega. Em janeiro, eles disseram que durante uma viagem àquele país em 1997, Taylor deu a Campbell um grande diamante bruto depois de um jantar oferecido por Nelson Mandela.

Taylor, que está sendo julgado em Haia, nega todas as 11 acusações de incitar assassinato, estupro, mutilação, escravidão sexual e alistamento de crianças-soldado durante guerras na Libéria e Serra Leoa, nas quais mais de 250 mil pessoas foram mortas.

Além de Campbell, os promotores também convocaram a agente de modelos Carole White e a atriz Mia Farrow. Ambas devem dar depoimentos voluntários, disse a promotoria.

Promotores afirmam que White ouviu Taylor dizer que iria dar alguns diamantes a Campbell e estava lá quando Campbell os recebeu. Farrow também participou da recepção e Campbell teria lhe falado sobre o presente no dia seguinte.

A promotoria acusa Taylor de fornecer armas e dirigir a Frente Unida Revolucionária (RUF, na sigla em inglês) para tomar o controle das minas de diamante na vizinha Serra Leoa e desestabilizar o governo do país para aumentar sua influência regional durante a guerra civil de 1991 a 2002.

www.correiodobrasil.com.br | 7/2/10 4:25 PM
Naomi Campbell citada para depor no julgamento de Charles Taylor
A modelo Naomi Campbell deverá testemunhar no final de Julho em Haia no processo contra o ex-presidente da Libéria, Charles Taylor, por crimes de… pt.euronews.net | 7/2/10 5:36 AM
Naomi Campbell � intimada a depor em tribunal internacional
Um tribunal internacional intimou nesta quinta-feira, 1, a modelo britânica Naomi Campbell a testemunhar, neste mês, no julgamento do ex-presidente da Libéria, Charles Taylor, sobre um diamante bruto que ele supostamente teria dado a ela em 1997. O tribunal advertiu à modelo que ela pode ser presa www.estadao.com.br | 7/1/10 9:47 PM
Charles Taylor, o grande desestabilizador do Oeste da �frica
Charles Taylor é um ex chefe de guerra que se tornou presidente da Libéria, enfrentando as acusações de crimes contra a humanidade por ter instigado conflitos sangrentos em parte do oeste da África. noticias.terra.com.br | 7/1/10 8:05 PM
Tribunal pede testemunho de Naomi Campbell sobre presente de ex-presidente de Lib�ria

AMSTERDÃ - A modelo britânica Naomi Campbell foi chamada para prestar depoimento sobre um "diamante de sangue" que, segundo promotores, teria recebido do ex-presidente da Libéria, Charles Taylor, informou o tribunal de crimes de guerra de Serra Leoa nesta quinta-feira ...

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oglobo.globo.com | 7/1/10 6:57 PM
Tribunal pede testemunho de Campbell sobre "diamante de sangue"
A modelo britânica Naomi Campbell foi chamada para prestar depoimento sobre um "diamante de sangue" que, segundo promotores, teria recebido do ex presidente da Libéria, Charles Taylor, informou o tribunal de crimes de guerra de Serra Leoa nesta quinta feira. diversao.terra.com.br | 7/1/10 5:54 PM
FMI perdoa d�vida de US$ 4,6 bi da Lib�ria
O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial afirmaram em comunicado conjunto que apoiarão uma redução de US$ 4,6 bilhões na dívida da Libéria, incluindo US$ 1,5 bilhão de credores multilaterais. No comunicado, as diretorias do FMI e do Banco Mundial disseram que a pobre nação africana, economia.estadao.com.br | 6/29/10 8:23 PM
Scarlett Johansson e Ryan Reynolds planejam adotar crian�a
O casal Scarlett Johansson e Ryan Reynolds já planeja seu casamento. De acordo com as revistas In Touch e Star, os dois deverão renovar seus votos de matrimônio e adotar uma criança. A revista In Touch afirma que o casal busca a criança na Libéria ou Etiópia. Já a Star diz que a adoção será ou a Etiópia ou Gana. diversao.terra.com.br | 6/11/10 4:36 PM
Naomi ser� chamada a depor em corte internacional

Promotores de um tribunal em Haia, na Holanda, anunciaram nesta quinta-feira que querem intimar a modelo britânica Naomi Campbell a prestar depoimento no julgamento do ex-presidente da Libéria, Charles Taylor.

– O testemunho de Campbell é necessário já que existe evidência de que Campbell recebeu diamantes brutos do acusado (Taylor) em setembro de 1997 – disse a promotoria por meio de um comunicado.

Taylor é acusado de vender diamantes para financiar rebeldes de Serra Leoa – famosos por amputar mãos e pés de civis durante a brutal guerra civil do país (1991-2001). Em janeiro, o tribunal especial da ONU para crimes de guerra em Serra Leoa, que realiza suas sessões em Haia, ouviu alegações de que Taylor teria presenteado Naomi com um "grande diamante" após um jantar na casa do ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, há 13 anos.

Mia Farrow

A promotoria também quer ouvir o testemunho da atriz norte-americana Mia Farrow, outra convidada do jantar com Mandela. No mês passado, Farrow disse em entrevista à rede de TV americana ABC que Naomi lhe contou do presente na manhã seguinte.

– Você não esquece quando uma amiga lhe diz que recebeu um grande diamante no meio da noite – disse ela na entrevista.

Farrow disse estar pronta para testemunhar, mas Naomi vem recusando sistematicamente pedidos de depor no tribunal.

– Não quero me envolver no caso deste homem. Ele fez coisas terríveis e não quero colocar minha família em risco – disse ela no começo do mês durante entrevista à apresentadora de TV norte-americana Oprah Winfrey.

Taylor, em julgamento desde janeiro de 2008, rejeitou as alegações, classificando-as de "totalmente sem sentido". Ele se declarou inocente de 11 acusações de crime de guerra e crimes contra a humanidade supostamente cometidos durante a guerra civil em Serra Leoa.

www.correiodobrasil.com.br | 5/22/10 11:24 PM
Naomi Campbell ter� que testemunhar sobre diamantes de sangue

A modelo Naomi Campbell foi chamada para testemunhar em um julgamento sobre os diamantes de sangue em Serra Leoa.

O julgamento é contra os crimes de guerra cometidos pelo ex-presidente da Libéria, Charles Taylor, que teria presenteado Naomi com um diamante de sangue.

– O testemunho de Campbell é necessário já que existe evidência de que Campbell recebeu diamantes brutos do acusado (Taylor) em setembro de 1997 –, disse a promotoria por meio de um comunicado.

Taylor é acusado de vender diamantes para financiar rebeldes de Serra Leoa – famosos por amputar mãos e pés de civis durante a brutal guerra civil do país (1991-2001).

Em janeiro, o tribunal especial da ONU para crimes de guerra em Serra Leoa, que realiza suas sessões em Haia, ouviu alegações de que Taylor teria presenteado Naomi com um "grande diamante" após um jantar na casa do ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, há 13 anos.

Mia Farrow

A promotoria também quer ouvir o testemunho da atriz americana Mia Farrow, outra convidada do jantar com Mandela.

No mês passado, Farrow disse em entrevista à rede de TV americana ABC que Naomi lhe contou do presente na manhã seguinte.

– Você não esquece quando uma amiga lhe diz que recebeu um grande diamante no meio da noite –, disse ela.

Farrow disse estar pronta para testemunhar, mas Naomi vem recusando sistematicamente pedidos de depor no tribunal.

– Não quero me envolver no caso deste homem. Ele fez coisas terríveis e não quero colocar minha família em risco –, disse ela no começo do mês durante entrevista à apresentadora de TV americana Oprah Winfrey.

Taylor, em julgamento desde janeiro de 2008, rejeitou as alegações, classificando-as de "totalmente sem sentido".

Ele se declarou inocente de 11 acusações de crime de guerra e crimes contra a humanidade supostamente cometidos durante a guerra civil em Serra Leoa.

www.correiodobrasil.com.br | 5/21/10 12:28 PM
Naomi Campbell pode ser intimada em julgamento de ex-l�der africano

Promotores de um tribunal em Haia, na Holanda, anunciaram nesta quinta-feira que querem intimar a modelo britânica Naomi Campbell a prestar depoimento no julgamento do ex-presidente da Libéria, Charles Taylor ...

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oglobo.globo.com | 5/20/10 8:46 PM
Naomi Campbell � chamada a depor em julgamento de ditador
A Procuradoria do Tribunal Internacional Especial para a Serra Leoa solicitou nesta quinta feira que a modelo Naomi Campbell testemunhe sobre o suposto recebimento de diamantes das mãos do ex presidente da Libéria Charles Taylor, julgado por crimes de guerra pela corte. noticias.terra.com.br | 5/20/10 8:05 PM
Navio com bandeira de Hong Kong afunda no litoral da China
O navio Bright Century, registrado em Hong Kong e que transportava uma tripulação de 23 marinheiros de nacionalidade chinesa, afundou em frente ao litoral da província chinesa de Shandong após colidir com um cargueiro da Libéria. noticias.terra.com.br | 5/3/10 3:18 AM
Para�so africano da biodiversidade est� amea�ado
Para os especialistas, trata se de uma reserva excepcional de biodiversidade na África Ocidental. Mas o Parque Nacional de Sapo, na Libéria, país que recentemente virou a página de sua história depois de 14 anos de guerra civil, está à mercê de mineradores clandestinos, grupos armados e caçadores. noticias.terra.com.br | 4/28/10 5:36 PM
Vale negocia explora��o de min�rio na Lib�ria
A Libéria está em negociação com a Vale para uma possível concessão para exploração de minério de ferro no país, e espera fazer um anúncio em breve, disse ontem a comissão de investimentos do país. Se a negociação avançar, segundo o presidente da comissão, Richard Tolbert, será o sexto maior acordo www.estadao.com.br | 4/23/10 3:00 AM
Lula recebe presidente da Lib�ria e advoga por pa�ses pobres
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu hoje em Brasília a presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, e defendeu que os organismos internacionais devem flexibilizar suas exigências para apoiar os países mais pobres. noticias.terra.com.br | 4/7/10 6:29 PM
Banco Mundial e FMI devem abandonar 'condicionalidades nefastas', diz Lula
Presidente discursou em almoço com presidente da Libéria, no Itamaraty. Lula disse que Brasil se tornou credor do FMI esperando mudanças. g1.globo.com | 4/7/10 5:33 PM
Chinesa Wuhan compra 60% de mina de min�rio na Lib�ria por US$ 68 mi
A Wuhan Iron & Steel, terceira maior siderúrgica da China, disse nesta segunda-feira que comprou uma fatia de 60% em uma mina de minério de ferro na Libéria por US$ 68,46 milhões do Fundo de Desenvolvimento China-África, cujos recursos vêm principalmente do Banco de Desenvolvimento da China.   A economia.estadao.com.br | 3/15/10 3:23 PM
Filho de ex l�der da Lib�ria pagar� US$ 22,4 mi por tortura
Um juiz dos EUA ordenou neste sábado que Charles McArthur Emmanuel, filho do ex presidente da Libéria Charles Taylor (1997 2003), terá que pagar uma indenização de US$ 22,4 milhões a cinco liberianos que foram torturados quando ele dirigia uma unidade antiterrorismo durante o Governo de seu pai. noticias.terra.com.br | 2/6/10 9:14 AM
Filho de ex-l�der da Lib�ria pagar� US$ 22,4 mi por tortura
Um juiz dos EUA ordenou hoje que Charles McArthur Emmanuel, filho do ex-presidente da Libéria, Charles Taylor  (1997-2003), terá que pagar uma indenização de US$ 22,4 milhões a cinco liberianos que foram torturados quando ele dirigia uma unidade antiterrorismo durante o Governo de seu pai.    Os www.estadao.com.br | 2/6/10 8:02 AM
ONU confirma morte de diplomata brasileiro no Haiti
O diplomata brasileiro Luiz Carlos da Costa, vice-chefe da missão de paz da Organização das Nações Unidas no Haiti morreu no terremoto que devastou o país na terça-feira, anunciou o secretário-geral do organismo, Ban Ki-moon.

A ONU também confirmou as mortes do chefe da missão no Haiti, o tunisiano Hédi Annabi, e do comissário de polícia da entidade no país, o canadense Doug Coates.

Luiz Carlos da Costa tinha 60 anos e havia ingressado nas Nações Unidas em 1969. Ele ocupou posições em missões de paz no Kosovo e na Libéria, além de diferentes cargos no Departamento de Operações de Paz das Nações Unidas. Costa estava destacado para o Haiti desde 2006, onde exercia a função de representantes especial adjunto.

"Luiz Carlos da Costa dedicou sua vida à causa da paz, aliando sólida experiência diplomática à sensibilidade necessária para lidar com os desafios típicos das situações de conflito", informou o Ministério de Relações Exteriores do Brasil em nota à imprensa.

Annabi foi o primeiro chefe de missão da ONU a morrer em serviço desde a morte do brasileiro Sergio Vieira de Mello no Iraque, em 2003. Mello foi morto junto com outros 14 funcionários da ONU quando um caminhão-bomba explodiu do lado de fora da sede do organismo em Bagdá.

O Brasil confirma oficialmente a morte de 16 brasileiros na tragédia ocorrida no país caribenho, além de Costa, morreram a médica fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns, e mais 14 militares. Ainda existem mais três militares desaparecidos.

Segundo o ministério, a confirmação da morte dos diplomatas, que estavam desaparecidos desde o terremoto de 7 graus que atingiu o Haiti na terça-feira, foi feita pelo secretário-geral da ONU, que telefonou para a representante do Brasil nas Nações Unidas, a embaixadora Maria Luiza Viotti.

Ban não informou detalhes sobre a como os corpos foram encontrados, mas o organismo havia informado esta semana que Annabi e seus assessores estavam sob escombros do hotel Christopher, sede da ONU em Porto Príncipe, a capital do Haiti.

Ban afirmou que Annabi, Costa e Coates "dedicaram suas vidas à paz em todos os sentidos da palavra".

Autoridades no Haiti calculam em até 200 mil o número de mortos provocado pelo abalo sísmico que destruiu três quartos da capital do país mais pobre das Américas. www.correiodobrasil.com.br | 1/17/10 10:44 PM
ONU confirma morte de brasileiro Luiz Carlos da Costa
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon, confirmou, neste sábado, que o brasileiro Luiz Carlos da Costa, o segundo na linha de comando da ONU no Haiti, está entre as vítimas do terremoto que devastou o país. O corpo do brasileiro foi encontrado nos escombros do prédio da sede da ONU no país, destruído pelo tremor que atingiu Porto Príncipe.


Além de Costa, os corpos do chefe da missão de paz da ONU no país, o tunisiano Hedi Annabi, e do comissário policial da Organização no país, Doug Coates também foram encontrado entre os escombros. "Em todo o sentido da palavra, eles deram suas vidas pela paz", afirmou Ban em um comunicado.

Segundo Ban, Luiz Carlos da Costa foi, durante muitos anos, "uma lenda nas operações de paz da ONU".

"O seu profissionalismo e dedicação extraordinárias somente eram comparados ao seu carisma e dedicação a muitos de seus amigos", afirmou o secretário-geral sobre o brasileiro.

Ban afirmou ainda que o "legado de Costa vive nos milhares que servem a bandeira azul da ONU em todo o canto do mundo".

O secretário-geral também elogiou o trabalho de Anabbi, o primeiro no comando da missão no país. Segundo Ban, ele era "um cidadão do mundo" e um "dos mais dedicados filhos das Nações Unidas".

Segundo homem
Luiz Carlos da Costa tinha o cargo de vice-representante do secretário-geral da ONU no Haiti.

Na última quarta-feira, durante uma entrevista coletiva no Itamaraty, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou que Costa era o brasileiro que ocupava o mais alto cargo nas Nações Unidas em todo mundo atualmente.

Nascido em 1949, Costa assumiu o cargo no Haiti em novembro de 2005, após ser indicado pelo então secretário-geral da ONU, Kofi Annan.

Antes disso, Costa já havia servido em missões da ONU na Libéria. Ele trabalha nas Nações Unidas desde 1969, de acordo com o site da organização.

Ainda de acordo com a ONU, ele teria duas filhas.

'Pior desastre'
Ao todo, foram confirmadas as mortes de 14 militares brasileiros, uma civil, a médica sanitarista Zilda Arns, enterrada neste domingo em Curitiba, no Paraná, e do diplomata Luiz Carlos da Costa.

A Minustah atua no Haiti desde 2004, e conta com 6,7 mil militares, 1,6 mil policiais, 548 civis estrangeiros, além de 154 voluntários.

Dentre os militares da missão das Nações Unidas, 1.266 são brasileiros.

O terremoto haitiano já é um dos eventos que causaram o maior número de mortes entre funcionários da ONU.

Um ataque às instalações da entidade na Argélia, em 2007, matou 41 pessoas, 18 delas trabalhadores da Nações Unidas.

Em 2003, um ataque suicida à ONU na capital iraquiana matou 22 pessoas, incluindo o brasileiro Sérgio Vieira de Mello.

Neste domingo, uma porta-voz da Organização das Nações Unidas (ONU) afirmou, em Genebra, que o terremoto no Haiti é o pior desastre que a ONU já enfrentou em sua história.

"Esse é um desastre histórico. Nós nunca fomos confrontados com esse tipo de desastre na memória da ONU. É como nenhum outro", disse Elisabeth Byrs, porta-voz do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários da Organização.

De acordo com ela, a dificuldade ser deve aos problemas de logística por conta do colapso do governo local e da completa destruição da infraestrutura - o aeroporto está saturado, as ruas bloqueadas, os hospitais têm poucos ou nenhum médico e poucas construções suportaram os tremores.

Byrs comparou o desastre com o tsunami que atingiu a Indonésia em 2004 e afirmou que a situação em Porto Príncipe é "tão ruim quanto ou pior"..

"O desastre é enorme e tão enorme quanto foi o tsunami, talvez pior porque todo o país foi decapitado, os prédios do governo desmoronaram e nós não temos o apoio da infraestrutura local. Na Indonésia nós tínhamos pelo menos o apoio de algumas autoridades locais", disse.

Na sexta-feira, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, lançou um apelo à comunidade internacional para arrecadar US$ 550 milhões para ajudar ao Haiti.

Ban deve chegar ao Haiti no domingo para acompanhar os esforços humanitários em Porto Príncipe.

A porta-voz do Programa Mundial de Alimentos da ONU no Haiti, Myrta Kaulard, disse que a agência espera atender cerca de 40 mil pessoas.

Apesar disso, Kaulard disse reconhecer que cerca de 1 milhão precisam de ajuda em Porto Príncipe.

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ultimosegundo.ig.com.br | 1/16/10 11:52 PM
Segundo homem da ONU no Haiti, brasileiro segue desaparecido
A Organização das Nações Unidas ainda não sabe o paradeiro do brasileiro Luiz Carlos da Costa, segunda maior autoridade da ONU no Haiti e que está desaparecido desde que um tremor de 7 graus na escala Richter atingiu o país, na última terça-feira. De acordo como o centro de informações das Nações Unidas para o Brasil,  

Costa estava na sede da Minustah (Missão da ONU para a Estabilização do Haiti, na sigla em francês), que fica em um hotel em Porto Príncipe que foi destruído pelo tremor.

Juntamente com ele, estava o chefe da missão da ONU no país, o tunisiano Hédi Annabi, que também está desaparecido.

Na última quarta-feira, o presidente do Haiti, René Préval, chegou a afirmar que Annabi teria morrido em consequência do tremor, mas a ONU não confirma a informação.

O brasileiro e o tunisiano estão entre os mais de 200 funcionários das Nações Unidas que ainda estão desaparecidos no Haiti, de acordo com informações atribuídas a uma porta-voz da organização divulgadas pela agência de notícias Reuters nesta quinta-feira.

Segundo homem

Luiz Carlos da Costa tem o cargo de vice-representante do secretário-geral da ONU no Haiti.

Na última quarta-feira, durante uma entrevista coletiva no Itamaraty, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou que Costa era o brasileiro que ocupa o mais alto cargo nas Nações Unidas em todo mundo atualmente.

"É uma dor compartilhada. O número dois da chefia da representação civil continua desaparecido. Oficialmente, ele está desaparecido, assim como o chefe da representação, Annabi", disse Amorim.

Nascido em 1949, Costa assumiu o cargo no Haiti em novembro de 2005, após ser indicado pelo então secretário-geral da ONU, Kofi Annan.

Antes disso, Costa já havia servido em missões da ONU na Libéria. Ele trabalha nas Nações Unidas desde 1969, de acordo com o site da organização.

Ainda de acordo com a ONU, ele teria duas filhas.

Brasileiros

Segundo o Itamaraty, Costa é o único civil brasileiro desaparecido após o terremoto no Haiti. Há ainda quatro militares brasileiros cuja localização é desconhecida.

Ao todo, foram confirmadas as mortes de 14 militares brasileiros e uma civil, a médica sanitarista Zilda Arns.

A Minustah atua no Haiti desde 2004, e conta com 6,7 mil militares, 1,6 mil policiais, 548 civis estrangeiros, além de 154 voluntários. Dentre os militares da missão das Nações Unidas, 1.266 são brasileiros.

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ultimosegundo.ig.com.br | 1/14/10 4:39 PM
Pena de morte est� em vigor em 58 pa�ses, diz Anistia
Relatório da Anistia Internacional, organização de defesa dos direitos humanos, afirma que atualmente a pena de morte está em vigor em 58 países. Outros 95 países aboliram a prática para todos os tipos de crime, enquando nove países, entre eles o Brasil (somente na Justiça militar), mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais, mas não para crimes comuns.

 

A organização afirma que 35 países aboliram �na prática� a pena de morte pelo fato de não terem realizado nenhuma execução nos últimos dez anos, apesar de a punição estar prevista em lei para crimes comuns. Somando essas 35 nações às que aboliram por lei a pena de morte, chega a 139 o número de países que não executam prisioneiros, segundo a Anistia.

De acordo com o relatório da Anistia, em 2008 foram realizadas 2.390 execuções, 93% delas em apenas cinco países: China, Irã, Arábia Saudita, Paquistão e Estados Unidos. No mesmo período, houve 8.864 sentenças à morte em todo o mundo.

Em 1977, apenas 16 países aboliram essa condenação para todos os tipos de crime. Dos 58 que ainda mantêm a pena capital, 25 realizaram execuções em 2008.

Brasil

No Brasil, a  pena de morte é proibida, exceto para crimes militares cometidos em tempos de guerra, segundo está previsto na Constituição de 1988. De acordo com a Carta, o fuzilamento é o método de execução. Comunicado sobre a sentença, o presidente da República pode conceder um indulto ou comutar a pena do condenado.

O País é o único de língua portuguesa que permite a prática para crimes militares. Na América do Sul, Bolívia, Chile e Peru também mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais.

Veja o tipo de determinação vigente em cada país:

Pena de morte abolida para todos os tipos de crime:

África do Sul, Albânia, Alemanha, Andorra, Angola, Argentina, Armênia, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bósnia-Herzegovina, Bulgária, Burundi, Butão, Cabo Verde, Camboja, Canadá, Chipre, Colômbia, Costa Rica, Côte d'Ivoire, Croácia, Dinamarca, Djibouti, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Filipinas, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Ilhas Cook, Ilhas Marshall, Ilhas Maurício, Ilhas Salomão, Irlanda, Islândia, Itália, Listenstaine, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Malta, México, Micronésia, Moçambique, Moldávia, Mônaco, Montenegro, Namíbia, Nepal, Nicarágua, Niue, Noruega, Nova Zelândia, Palau, Panamá, Paraguai, Polônia, Portugal, Quiribati, Quirguistão, Reino Unido, República Checa, República Dominicana, Romênia, Ruanda, Samoa, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia (incluindo Kosovo), Suécia, Suíça, Timor Leste, Togo, Turcomenistão, Turquia, Tuvalu, Ucrânia, Uruguai, Usbequistão, Vanuatu, Vaticano e Venezuela.

Pena de morte abolida para crimes comuns:

Bolívia, Brasil, Casaquistão, Chile, El Salvador, Ilhas Fiji, Israel, Letônia e Peru.

Pena de morte abolida �na prática� para crimes comuns:

Algéria, Benin, Brunei, Burkina Faso, Camarões, Congo, Coreia do Sul, Eritreia, Gabão, Gâmbia, Gana, Granada, Ilhas Maldivas, Laos, Libéria, Madagascar, Malaui, Mali, Marrocos, Mauritânia, Mianmar, Nauru, Níger, Papua Nova Guiné, Quênia, República Centro-Africana, Rússia, Sri Lanka, Suriname, Suazilândia, Tajiquistão, Tanzânia, Tonga, Tunísia, Zâmbia.

Pena de morte para todos os crimes:

Afeganistão, Antígua e Barbuda, Arábia Saudita, Autoridade Palestina, Bahamas, Bahrein, Bangladesh, Barbados, Belize, Bielorrúsia, Botswana, Catar, Chade, China, Cingapura, Comores, Coreia do Norte, Cuba, Dominica, Egito, Emirados Árabes, Estados Unidos, Etiópia, Guatemala, Guiné, Guiné Equatorial, Guiana, Iêmen, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Jamaica, Japão, Jordânia, Kuwait, Lesoto, Líbano, Líbia, Malásia, Mongólia, Nigéria, Omã, Paquistão, República Democrática do Congo, Santa Lúcia, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Serra Leoa, Síria, Somália, Sudão, Tailândia, Taiwan, Trinidad e Tobago, Uganda, Vietnã e Zimbábue.

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ultimosegundo.ig.com.br | 1/9/10 12:37 PM
OMS vacina 12 milh�es de africanos contra a febre amarela
Na Libéria, três milhões de pessoas serão imunizadas em dez dias. Cerca de 30 mil liberianos morrem por ano em decorrência da doença. g1.globo.com | 11/23/09 8:05 PM
Imigrantes africanos seguem para Am�rica Latina
Escondidos em navios de carga e incertos sobre aonde a perigosa viagem os levará, um número cada vez maior de imigrantes africanos chega à América Latina à medida que os países europeus intensificam o controle de suas fronteiras.

Alguns vão para o México e a Guatemala como um primeiro passo rumo aos Estados Unidos, outros aportam na Argentina e no Brasil. Embora muitos cheguem por acaso à América Latina, uma vez na região eles encontram governos muito mais receptivos do que na Europa.

– Uma noite fui para o porto. Pensei que estivesse indo para a Europa. Depois descobri que estava na Argentina – disse o imigrante de Serra Leoa Ibrahim Abdoul Rahman, ex-menino-soldado que disse ter escapado da guerra civil de seu país esgueirando-se num navio de carga para uma viagem de 35 dias.

No Brasil, os africanos são agora o maior grupo de refugiados, representando 65% do total dos que pedem asilo, de acordo com o Comitê Nacional para Refugiados (Conare).

Há atualmente mais de 3 mil imigrantes africanos vivendo na Argentina, em comparação com apenas algumas dezenas há até oito anos. O número de pessoas que solicitam asilo a cada ano aumentou abruptamente, para cerca de mil por ano, e um terço deles é africano.

– Observamos um aumento pronunciado no número de africanos vindo ao país e pedindo asilo – disse Carolina Podesta, do escritório argentino do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur).

O montante ainda é baixo se comparado às dezenas de milhares de imigrantes que viajam para a Europa todos os anos, mas acredita-se que os africanos venham para a América Latina em números cada vez maiores.

– Há uma procura por novos destinos – afirmou Podesta, acrescentando que muitos foram pressionados pelas políticas de imigração e de segurança mais restritas da Europa estabelecidas após o 11 de Setembro.

– Observamos uma tendência estável e ela continua a crescer – disse.

Para muitos, a viagem começa esquivando-se dos controles portuários da África e depois sobrevivendo à base de água e bolacha durante semanas.

– Vimos casos em que eles chegam escondidos dentro do leme de um navio – disse Fernando Manzanares, diretor de imigração da Argentina.

– Imagine como é atravessar o Atlântico escondido num espaço tão pequeno, tentando evitar a tripulação – observou.

Vistos e Aulas

Milhões de europeus chegaram à América do Sul a bordo de navios no século 19 fugindo da pobreza e da guerra, enquanto os africanos vinham em navios negreiros para trabalhar como escravos nas extensas plantações de cana do Brasil.

Hoje em dia os africanos chegam em navios de carga ou aviões comerciais e depois pedem asilo ou vistos de turista prolongados. Na Argentina eles podem obter vistos de trabalho temporário pouco após a chegada e renová-los a cada três meses.

– As políticas de migração do país são muito favoráveis – afirmou Manzanares.

– É um reflexo da história. O que aconteceu com os imigrantes europeus 100 anos atrás agora está acontecendo com os imigrantes africanos – disse.

Os africanos na Argentina também podem obter serviços de saúde gratuitamente e ter aulas de espanhol em entidades assistenciais católicas.

Muitos acabam se estabelecendo, casando ou se tornam cidadãos argentinos. Alguns africanos que chegaram de forma legal conseguiram trabalhar como músicos e outros viraram jogadores de futebol profissionais nos times locais. A maioria, no entanto, ganha a vida vendendo bijuteria nas ruas de Buenos Aires.

Abdoul Rahman conheceu sua mulher argentina quando lhe vendeu um anel cinco anos atrás. Ele envia dinheiro à mãe e a sete irmãs na África e mantém-se próximo à religião muçulmana na mesquita Alberdi, em Buenos Aires.

Lá, Rahman encontra dezenas de outros africanos para as orações de sexta-feira. Embora alguns dos entrevistados tenham dito que enfrentam racismo na Argentina, eles concordam que isso é menor em comparação à xenofobia e às leis antiimigração enfrentadas pelos migrantes africanos na Europa.

A Itália baixou uma lei em julho que tornou crime ser imigrante ilegal ou ajudar algum. Durante os anos de 1990, um grande número de angolanos fugiu da guerra civil e se estabeleceu em comunidades do Rio de Janeiro.

Agora, números cada vez maiores de imigrantes provenientes da República Democrática do Congo fogem da violência e da guerra civil e buscam asilo no Brasil, que pode ser um país de fácil adaptação para os imigrantes, uma vez que possui a maior população negra fora da África.

– O processo de adaptação é realmente bom no Brasil – disse Carolina Montenegro, do escritório da Acnur no Brasil.

– Para os africanos, tende a ser mais fácil por causa desse patrimônio cultural – explicou.

Mais e mais imigrantes da Somália, Eritreia e Etiópia também estão indo para o México e a América Central em navios de carga, na esperança de algum dia chegarem aos EUA por terra.
Alguns imigrantes fazem viagens épicas por vários países para encontrar um novo lar. O motorista de caminhão somali Mohamed Ahmed Hassen, de 31 anos, vendeu sua terra para pagar a viagem. Ele passou pelo Quênia e pela Tanzânia antes de chegar a Moçambique, onde pagou US$ 1.500 para que um traficante o colocasse num navio para São Paulo.

– Não sabíamos se era dia ou noite – afirmou.

– Não tínhamos relógio para ver a data. Sabíamos apenas que estávamos ali por um longo tempo – completou.

Do Brasil ele foi para a Colômbia e depois, de barco, para o Panamá, seguiu por Costa Rica, Nicarágua até chegar à Guatemala, onde foi preso e agora busca asilo.

O imigrante da Libéria Emmanuel Danso, de 18 anos, foi para a Argentina em julho escondido em um navio de carga depois que seus pais morreram na guerra civil de seu país. Agora ele quer estudar para se tornar técnico de laboratório.

– No meu país eu sou um sem-teto; sou órfão – disse Danso, enquanto entrava na classe de espanhol de uma entidade filantrópica católica.

– Mas neste país há grandes oportunidades para mim – afirmou. www.correiodobrasil.com.br | 11/20/09 4:02 PM
ESPECIAL-Imigrantes africanos seguem para Am�rica Latina
Por Luis Andres Henao BUENOS AIRES (Reuters) - Escondidos em navios de carga e incertos sobre aonde a perigosa viagem os levará, um número cada vez maior de imigrantes africanos chega à América Latina à medida que os países europeus intensificam o controle de suas fronteiras. Alguns vão para o México e a Guatemala como um primeiro passo rumo aos Estados Unidos, outros aportam na Argentina e no Brasil. Embora muitos cheguem por acaso à América Latina, uma vez na região eles encontram governos muito mais receptivos do que na Europa.

"Uma noite fui para o porto. Pensei que estivesse indo para a Europa. Depois descobri que estava na Argentina", disse o imigrante de Serra Leoa Ibrahim Abdoul Rahman, ex-menino-soldado que disse ter escapado da guerra civil de seu país esgueirando-se num navio de carga para uma viagem de 35 dias.

No Brasil, os africanos são agora o maior grupo de refugiados, representando 65 por cento do total dos que pedem asilo, de acordo com o Comitê Nacional para Refugiados (Conare).

Há atualmente mais de 3 mil imigrantes africanos vivendo na Argentina, em comparação com apenas algumas dezenas há até oito anos. O número de pessoas que solicitam asilo a cada ano aumentou abruptamente, para cerca de mil por ano, e um terço deles é africano.

"Observamos um aumento pronunciado no número de africanos vindo ao país e pedindo asilo", disse Carolina Podesta, do escritório argentino do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur).

O montante ainda é baixo se comparado às dezenas de milhares de imigrantes que viajam para a Europa todos os anos, mas acredita-se que os africanos venham para a América Latina em números cada vez maiores.

"Há uma procura por novos destinos", afirmou Podesta, acrescentando que muitos foram pressionados pelas políticas de imigração e de segurança mais restritas da Europa estabelecidas após o 11 de Setembro.

"Observamos uma tendência estável e ela continua a crescer."

Para muitos, a viagem começa esquivando-se dos controles portuários da África e depois sobrevivendo à base de água e bolacha durante semanas.

"Vimos casos em que eles chegam escondidos dentro do leme de um navio", disse Fernando Manzanares, diretor de imigração da Argentina. "Imagine como é atravessar o Atlântico escondido num espaço tão pequeno, tentando evitar a tripulação."

VISTOS E AULAS

Milhões de europeus chegaram à América do Sul a bordo de navios no século 19 fugindo da pobreza e da guerra, enquanto os africanos vinham em navios negreiros para trabalhar como escravos nas extensas plantações de cana do Brasil.

Hoje em dia os africanos chegam em navios de carga ou aviões comerciais e depois pedem asilo ou vistos de turista prolongados. Na Argentina eles podem obter vistos de trabalho temporário pouco após a chegada e renová-los a cada três meses.

"As políticas de migração do país são muito favoráveis", afirmou Manzanares. "É um reflexo da história. O que aconteceu com os imigrantes europeus 100 anos atrás agora está acontecendo com os imigrantes africanos."

Os africanos na Argentina também podem obter serviços de saúde gratuitamente e ter aulas de espanhol em entidades assistenciais católicas.

Muitos acabam se estabelecendo, casando ou se tornam cidadãos argentinos. Alguns africanos que chegaram de forma legal conseguiram trabalhar como músicos e outros viraram jogadores de futebol profissionais nos times locais. A maioria, no entanto, ganha a vida vendendo bijuteria nas ruas de Buenos Aires.

Abdoul Rahman conheceu sua mulher argentina quando lhe vendeu um anel cinco anos atrás. Ele envia dinheiro à mãe e a sete irmãs na África e mantém-se próximo à religião muçulmana na mesquita Alberdi, em Buenos Aires.

Lá, Rahman encontra dezenas de outros africanos para as orações de sexta-feira. Embora alguns dos entrevistados tenham dito que enfrentam racismo na Argentina, eles concordam que isso é menor em comparação à xenofobia e às leis antiimigração enfrentadas pelos migrantes africanos na Europa.

A Itália baixou uma lei em julho que tornou crime ser imigrante ilegal ou ajudar algum.

Durante os anos de 1990, um grande número de angolanos fugiu da guerra civil e se estabeleceu em comunidades do Rio de Janeiro.

Agora, números cada vez maiores de imigrantes provenientes da República Democrática do Congo fogem da violência e da guerra civil e buscam asilo no Brasil, que pode ser um país de fácil adaptação para os imigrantes, uma vez que possui a maior população negra fora da África.

"O processo de adaptação é realmente bom no Brasil", disse Carolina Montenegro, do escritório da Acnur no Brasil. "Para os africanos, tende a ser mais fácil por causa desse patrimônio cultural."

Mais e mais imigrantes da Somália, Eritreia e Etiópia também estão indo para o México e a América Central em navios de carga, na esperança de algum dia chegarem aos EUA por terra.

Alguns imigrantes fazem viagens épicas por vários países para encontrar um novo lar. O motorista de caminhão somali Mohamed Ahmed Hassen, de 31 anos, vendeu sua terra para pagar a viagem. Ele passou pelo Quênia e pela Tanzânia antes de chegar a Moçambique, onde pagou 1.500 dólares para que um traficante o colocasse num navio para São Paulo.

"Não sabíamos se era dia ou noite", afirmou. "Não tínhamos relógio para ver a data. Sabíamos apenas que estávamos ali por um longo tempo."

Do Brasil ele foi para a Colômbia e depois, de barco, para o Panamá, seguiu por Costa Rica, Nicarágua até chegar à Guatemala, onde foi preso e agora busca asilo.

O imigrante da Libéria Emmanuel Danso, de 18 anos, foi para a Argentina em julho escondido em um navio de carga depois que seus pais morreram na guerra civil de seu país. Agora ele quer estudar para se tornar técnico de laboratório.

"No meu país eu sou um sem-teto; sou órfão", disse Danso, enquanto entrava na classe de espanhol de uma entidade filantrópica católica. "Mas neste país há grandes oportunidades para mim."

(Reportagem adicional de Mica Rosenberg no México, Sarah Grainger na Cidade da Guatemala e Stuart Grudgings no Rio de Janeiro) ultimosegundo.ig.com.br | 11/20/09 12:25 PM
Queixa em Fran�a contra um dos maiores comerciantes internacionais de madeira, por financiar a guerra
Paris, 18 Nov (Lusa) - Várias organizações não-governamentais e um militante liberiano anunciaram hoje ter apresentado queixa contra a filial francesa do grupo dinamarquês DLH, um dos maiores comerciantes de madeira no mundo, por alegado financiamento à última guerra civil na Libéria. tv1.rtp.pt | 11/18/09 9:46 PM
Pr�mio internacional � 'homenagem ao povo brasileiro', diz Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, ao receber um prêmio internacional nesta quinta-feira em Londres como "o estadista que fez mais pelas relações internacionais no último ano", que a premiação "é uma homenagem ao povo brasileiro" e não apenas uma "distinção pessoal". "Foi esse povo o principal protagonista da grande transformação pela qual o Brasil está passando nos últimos anos.Transformação que deu a meu país a visibilidade internacional de que hoje desfrutamos", afirmou Lula após um jantar de gala na cerimônia de premiação.

O prêmio anual foi concedido pela prestigiosa instituição Chatham House (Instituto Real de Assuntos Internacionais), para a qual o presidente brasileiro é "um dos principais facilitadores da estabilidade e da integração na América Latina".

Lula concorreu ao prêmio ao lado do ministro saudita de Relações Exteriores, príncipe Saud Al-Faisal bin Abdulaziz al-Saud, e da presidente da Libéria, Elle Johsnson-Sirleaf.

Integração
Nos anos anteriores, o prêmio foi concedido ao presidente de Gana, John Kufuor, em 2008, a Sheikha Mozah, uma das três primeiras-damas do Catar, em 2007, e ao ex-presidente moçambicano Joaquim Chissano, em 2006.

No discurso após a premiação, Lula disse querer contribuir para a construção de "um mundo mais justo e mais solidário" e afirmou que o Brasil deve associar seu desenvolvimento ao da América do Sul.

"É ilusão imaginar que podemos ser uma ilha de bem-estar em meio a um mar de expectativas frustradas", justificou.

Segundo Lula, o Brasil está realizando "um processo de integração solidária do continente, sem pretensões hegemônicas, sem busca de liderança, perseguindo, sobretudo, a redução das assimetrias que ainda separam os países da região".

Novos mecanismos
A cerimônia da entrega do prêmio Chatham House 2009 a Lula foi o último compromisso dos dois dias de visita do presidente brasileiro a Londres.

Pela manhã, ele participou, ao lado dos ministros Guido Mantega, da Fazenda, e Dilma Rousseff, da Casa Civil, e dos presidentes do Banco Central, Henrique Meirelles, e do BNDES, Luciano Coutinho, do seminário "Investindo no Brasil", organizado pelo jornal Financial Times, para falar sobre oportunidades de investimento no país.

No discurso após a entrega do prêmio, ele voltou a defender, como havia feito pela manhã no seminário, uma reforma ampla dos organismos multilaterais para aumentar a participação dos países em desenvolvimento.

"As instituições multilaterais surgidas no final da Segunda Guerra Mundial envelheceram. Não estão mais adequadas à nova geografia econômica e política mundial deste princípio deste século", afirmou Lula.

Segundo ele, organismos como o FMI e o Banco Mundial, enquanto exerciam um rigor nas recomendações aos países em desenvolvimento, foram complacentes com os países ricos, mesmo diante da "tragédia anunciada" da crise econômica global.

"O G20 possivelmente impediu que o pior ocorresse, mas há muito o que fazer. Os pequenos sinais de melhoria da economia podem impedir a realização de reformas de fundo, sem as quais a humanidade poderá reincindir - de forma mais grave - na crise", disse Lula.

Segundo ele, "são necessários efetivos mecanismos de regulação, fim dos paraísos fiscais e o combate implacável ao protecionismo".

O presidente aproveitou ainda seu discurso para reafirmar a postulação brasileira a uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU. ultimosegundo.ig.com.br | 11/5/09 11:28 PM
Ap�s encontro com rainha, Lula recebe pr�mio
Depois de participar de encontro com a rainha Elizabeth II, no Palácio de Buckingham, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o Prêmio Chatham House 2009 por sua atuação na América Latina. Na avaliação da instituição de relações internacionais britânica, Lula é condutor da estabilidade e integração da região, com contribuição na solução de crises, como no Haiti, e incentivo à constituição da União de Nações Sul-Americanas (Unasul).O líder brasileiro estava concorrendo com o ministro de Relações Exteriores da Arábia Saudita, o príncipe Saud Al-Faisal Bin Abdulaziz, e a presidente da Libéria, Ellen Johnson-Sirleaf. No ano passado, o vencedor foi o presidente de Gana, John Kufuor. A Chatham House elege anualmente o político que deu maior contribuição às relações exteriores.

A entrega do prêmio foi feita durante jantar de gala na Banqueting House, edifício do governo britânico na região de Westminster, pelo duque de Kent. Também esteve presente o secretário de Negócios do Reino Unido, Peter Mandelson. O ex-comissário europeu lembrou dos tempos que negociava com o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, que costumava mover a cabeça com sinal de negação durante as tratativas. "Eu ficava imaginando o que ele estaria pensando e acho que era algo como 'você não conhece meu chefe, o presidente Lula'."

Durante seu discurso, Lula disse que a política externa é um elemento fundamental do desenvolvimento brasileiro. "Decidimos associar nosso desenvolvimento ao da América do Sul, nosso entorno imediato", afirmou. "Estamos realizando um processo de integração solidária do continente, sem pretensões hegemônicas, sem busca de liderança."

Ele também mencionou o movimento do Brasil em direção à África, na condição de segunda maior nação de população afrodescendente.

O presidente falou ainda da busca pelo diálogo e negociação nas relações internacionais. "Não esperem armas do Brasil", disse. "Não hesitem, no entanto, em demandar nosso apoio político, nosso esforço negociador."

Ele voltou a defender a reforma do Conselho de Segurança da ONU, de forma a refletir a nova correlação de forças no mundo. "(O Brasil) reivindica, junto com outros países, uma presença permanente neste organismo", disse no discurso.

Lula encerra hoje sua visita oficial de dois dias a Londres. ultimosegundo.ig.com.br | 11/5/09 11:10 PM
Kalashnikov condena uso "criminoso" de seu fuzil
Às vésperas de completar 90 anos, o inventor do fuzil Kalashnikov tem um grande arrependimento: que sua arma, criada em 1947, tenha se tornado a preferida de militantes e rebeldes da Libéria ao Afeganistão e de traficantes e drogas. noticias.terra.com.br | 10/26/09 7:33 PM
Kalashnikov condena uso 'criminoso' de seu fuzil
Às vésperas de completar 90 anos, o inventor do fuzil Kalashnikov tem um grande arrependimento: que sua arma, criada em 1947, tenha se tornado a preferida de militantes e rebeldes da Libéria ao Afeganistão e de traficantes e drogas. "Para mim é doloroso ver elementos criminosos de todos os tipos www.estadao.com.br | 10/26/09 7:22 PM
Arquidiocese do Rio ter� im�vel para abrigar refugiados
A Secretária de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Benedita da Silva, e o Arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta, assinam, nesta quarta-feira, na sede da Arquidiocese do Rio, um comodato entre o Governo do Estado e a Arquidiocese do Rio para uso do imóvel da Rua São Francisco Xavier, 483, onde é feita a assistência a refugiados pela Cáritas Arquidiocesana do Rio.

A assinatura do comodato terá a presença de membros do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e refugiados de vários países, entre os quais Angola, República Democrática do Congo e Libéria.

A Arquidiocese do Rio de Janeiro iniciou, em abril de 1976, um trabalho de atendimento a refugiados, inicialmente dirigido a argentinos, uruguaios e chilenos, que fugiam das ditaduras nos seus países.

O objetivo primeiro do trabalho da Cáritas é garantir aos solicitantes de refugio o direito de aplicar pelos meios legais o pedido para serem reconhecidos como refugiados e concedida a condição poder ficar no Brasil, isto é, não serem devolvidos aos seus países de origem. O trabalho da Cáritas só é possível pela parceria entre o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados –ACNUR - o Governo em todos os seus níveis e a sociedade civil.

No Brasil vivem mais de 4 mil refugiados reconhecidos oficialmente – mais que o dobro do total contabilizado na década passada. São pessoas que vieram de 72 diferentes países, sendo que a grande maioria (em torno de 60%) fugiu de conflitos em países africanos, com destaque para Angola, República Democrática do Congo e Libéria. www.correiodobrasil.com.br | 10/7/09 3:28 PM
Liberiana � presa com coca�na em SP
Uma mulher que seria repórter na Libéria foi presa na tarde desta sexta feira com dois pacotes de cocaína escondidos no fundo da bolsa, na região central de São Paulo. Segundo a polícia, a liberiana, de 38 anos, estava com seu passaporte quando foi detida e estaria de saída do País. noticias.terra.com.br | 9/4/09 9:56 PM
Hillary aproveita sua fama e a de Obama na �frica
Ele não estava lá, mas Hillary Clinton aproveitou fortemente a ascendência africana do presidente Barack Obama em sua viagem por sete países do continente, que termina nesta sexta-feira em Cabo Verde.

– O presidente se considera um filho da África – disse a secretária de Estado norte-americana no Parlamento liberiano, repetindo uma declaração que fez em quase todas as escalas do seu périplo de 11 dias.

No Quênia, onde nasceu o pai de Obama, Hillary usou esse fato para salientar a mensagem de combate à corrupção e de estímulo ao bom governo, que têm sido os pilares da relação do governo norte-americano com a África.

– É (uma mensagem dura), mas é também apresentada com carinho. O presidente Obama quer muito que o Quênia seja o líder de um movimento de reformas – disse ela num encontro com alunos da Universidade de Nairóbi.

Adversária de Obama na disputa interna do Partido Democrata pela candidatura presidencial, no ano passado, a secretária de Estado citou sua adesão ao novo governo como exemplo para estimular a reconciliação na Libéria e na República Democrática do Congo.

– Gastei dois anos e muito dinheiro concorrendo contra o presidente Obama, e ele venceu. E aí fui trabalhar para elegê-lo. E aí, para meu grande deslumbramento, ele me convidou para ser sua secretária de Estado – disse ela a políticos liberianos, que a aplaudiram de pé.

O status de celebridade da própria Hillary, de fato, foi notável. Centenas de pessoa se aglomeravam para vê-la em todas as escalas. Na Libéria, primeiro país africano a eleger uma mulher como presidente, grupos de mulheres acompanhavam Hillary a cada passo, levando um cartaz que a chamava de "nossa dama de ferro."

Em Angola, o chanceler disse que o encontro com ela foi "sublime". Na Nigéria, o ministro de Relações Exteriores afirmou ter tido com ela "um momento lindo".

Houve os tradicionais momentos para fotos -- como no encontro com dançarinos tradicionais e na visita a um projeto habitacional da Cidade do Cabo onde ela plantou flores.

Mas as câmeras agiram contra Hillary na República Democrática do Congo, onde foi flagrada num momento de ira contra um estudante que perguntou sobre as opiniões de seu marido, o ex-presidente Bill Clinton, a respeito da política externa.

– Meu marido não é o secretário de Estado. Eu sou – respondeu ela secamente, numa frase que chegou ao YouTube e deu o que falar nos blogs.

Além dos habituais encontros com autoridades, Hillary também lotou sua agenda com conversas com estudantes e ativistas comunitários, o que fez com que se atrasasse constantemente.
Na Nigéria, parecia desnorteada ao ouvir 17 líderes religiosos fazendo longos comentários.

– Estou constipado de ideias – comentou um deles a certa altura, gerando sorrisos na sala.

E, num dos momentos mais cômicos da viagem, um vereador queniano ofereceu 40 cabras e 20 vacas para poder se casar com a filha do casal Clinton, Chelsea. Hillary preferiu desconversar.

– Vou comunicar essa gentilíssima oferta – respondeu. www.correiodobrasil.com.br | 8/14/09 11:27 AM
Hillary destaca respeito � democracia na Lib�ria
A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, em visita à Libéria, se disse "feliz ao falar diante de uma legislatura escolhida democraticamente" e desafiou os deputados e senadores liberianos a prepararem leis que "afetem positivamente as vidas de seus compatriotas". noticias.terra.com.br | 8/13/09 7:56 PM
Em visita � Lib�ria, Hillary demonstra apoio ao governo
A secretária de Estado norte-americana Hillary Rodham Clinton ofereceu apoio à presidente da Libéria, Ellen Johnson-Sirleaf, que está sob investigação por seu papel nos anos de turbulência no país. Após se reunir com Sirleaf na capital de Monrovia, Hillary demonstrou satisfação com sua viagem por www.estadao.com.br | 8/13/09 7:12 PM
Hillary Clinton visita Lib�ria
A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, visita esta quinta-feira a Libéria, na fase final de um périplo por sete países africanos que terminará amanhã em Cabo Verde.


feeds.tsf.pt | 8/13/09 6:57 AM
Hillary Clinton visita Lib�ria
A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, visita esta quinta-feira a Libéria, na fase final de um périplo por sete países africanos que terminará amanhã em Cabo Verde.


feeds.tsf.pt | 8/13/09 6:57 AM
Hillary come�a em Luanda 3� etapa de viagem africana
Luanda, 9 ago (EFE).- A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, é esperada hoje em Luanda, na terceira etapa de uma viagem de 11 dias por sete países de África Subsaariana, que já a levou ao Quênia e à África do Sul.Hillary será recebida no aeroporto internacional 4 de Fevereiro desta capital pelo ministro das Relações Exteriores angolano, Assunção dos Anjos.

A funcionária americana se reunirá depois com o presidente angolano, José Eduardo dos Santos, e está prevista também uma reunião com o presidente da Assembleia Nacional, Fernando Dias dos Santos.

Durante sua estadia em Luanda, a chefe da diplomacia americana deve abordar, entre outros assuntos, questões relacionadas à diversificação econômica e aos direitos humanos em Angola com as autoridades locais.

Os Estados Unidos tentam convencer Angola de que, além do petróleo, sua principal fonte de receita, deve desenvolver outros setores de sua economia, especialmente a agricultura, a fim de conseguir maior autonomia e segurança alimentar.

No entanto, o tópico principal da visita de Hillary será o fortalecimento das oportunidades de negócio para as multinacionais petrolíferas americanas em Angola, país que superou o primeiro produtor de petróleo da África Subsaariana, Nigéria, na extração de petróleo.

As americanas Chevron e Exxon Mobil têm uma trajetória de longa data na exploração petrolífera em Angola, onde investiram na última década bilhões de dólares para aumentar a produção.

Os Estados Unidos importam cerca de 10% da produção petrolífera de Angola, à qual fornece, principalmente, maquinaria e veículos automotores.

Os EUA também cooperam com Angola em vários programas de desenvolvimento, especialmente na área da saúde e com ênfase na luta contra a malária, doença que continua sendo o principal fator de mortalidade do continente africano.

Após sua visita a Angola, Hillary Clinton irá à República Democrática do Congo e depois à Nigéria, Libéria e Cabo Verde, de onde voltará a Washington. EFE ms/an ultimosegundo.ig.com.br | 8/9/09 11:01 AM
EUA e �frica do Sul querem refor�ar la�os ap�s desaven�as
O presidente sul-africano Jacob Zuma e a secretária de Estado norte-americana Hillary Clinton, em viagem pela África, se comprometeram neste sábado a reforçar suas relações, marcadas no passado por desavenças.Nos Estados Unidos e na África do Sul, "há dois (novos) governos que colocam estas relações em um nível superior", declarou Zuma após se reunir durante 45 minutos com Hillary na cidade portuária sul-africana de Durban (leste).

Zuma foi eleito presidente em maio, enquanto que o governo do presidente norte-americano Barack Obama assumiu suas funções em janeiro.

"Trabalhamos mais estreitamente (...). Temos os mesmos objetivos por um continente em paz, progressista e próspero", declarou Hillary, em consonância com as palavras do chefe de Estado sul-africano.

"A ministra (sul-africana) das Relações Exteriores (Maite Nkoana-Mashabane) e eu mesma fomos encarregadas por nossos respectivos presidentes de reforçar (nossas relações)", acrescentou.

Nos últimos anos, as divergências entre os Estados Unidos e a África do Sul estiveram relacionadas ao Zimbábue, pois o ex-presidente sul-africano Thabo Mbeki (1999-2008) era tido por Washington como muito conivente com as ações do chefe de Estado zimbabuano Robert Mugabe.

Outras desavenças ocorreram durante a invasão norte-americana ao Iraque e em relação à luta contra a Aids, quando Mbeki questionou a ligação entre o HIV e a Aids durante o seu governo. A África do Sul é o país mais afetado pela doença.

Na sexta-feira, no segundo dia de sua visita à África do Sul, Hillary já tinha dado o tom da mudança, afirmando que "o presidente Obama tinha uma vontade grande de trabalhar estreitamente com o presidente Zuma". Ela também havia assegurado que os dois países atuariam, a partir de agora, "juntos por um Zimbábue livre".

Após o seu encontro com o presidente sul-africano neste sábado, Hillary irá para a capital parlamentar sul-africana do Cabo (sul), onde se reunirá em particular com o último chefe de Estado sul-africano do regime segregacionista e prêmio Nobel da Paz Frederick de Klerk (1989-1994).

A secretária de Estado dos Estados Unidos deverá deixar a África do Sul no domingo de manhã rumo à vizinha Angola, grande produtora de petróleo e terceira etapa de seu giro africano que deve levá-la no total a sete países (Quênia, África do Sul, Angola, República Democrática do Congo, Nigéria, Libéria e Cabo Verde).

sct-jg/dm

ultimosegundo.ig.com.br | 8/8/09 9:03 PM
Embaixada liberiana inteira-se de estado de menina alegadamente violada por quatro rapazes
Phoenix, 06 Ago (Lusa) - O encarregado de negócios da Embaixada da Libéria nos EUA inteirou-se hoje do estado da menina de 8 anos que alegadamente foi violada por quatro menores liberianos, dos quais um, de 10 anos, se encontra preso preventivamente. tv1.rtp.pt | 8/7/09 8:23 AM
EUA: Embaixada liberiana inteira-se de estado de menina alegadamente violada por quatro rapazes
Phoenix, 06 Ago (Lusa) - O encarregado de negócios da Embaixada da Libéria nos EUA inteirou-se hoje do estado da menina de 8 anos que alegadamente foi violada por quatro menores liberianos, dos quais um, de 10 anos, se encontra preso preventivamente. aeiou.expresso.pt | 8/6/09 10:26 PM

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