Notícias : Namíbia

Drogas: Narcotr�fico est� a deslocar-se para pa�ses da �frica Austral como Angola e Nam�bia
Nova Iorque, 25 jun (Lusa) -- O narcotráfico está a deslocar-se da África Ocidental, onde o combate registou recentemente alguns avanços, para costas mais a sul, de países como Angola e Namíbia, afirma o diretor executivo do gabinete anti-drogas das Nações Unidas. aeiou.expresso.pt | 6/25/10 10:28 AM
Narcotr�fico est� a deslocar-se para pa�ses da �frica Austral como Angola e Nam�bia
Nova Iorque, 25 jun (Lusa) -- O narcotráfico está a deslocar-se da África Ocidental, onde o combate registou recentemente alguns avanços, para costas mais a sul, de países como Angola e Namíbia, afirma o diretor executivo do gabinete anti-drogas das Nações Unidas. tv1.rtp.pt | 6/25/10 10:00 AM
Sabores da Copa do Mundo Brasil e Costa do Marfim
A culinária africana é generosa como a alma de seu povo. Uma mistura de tradições nativas e influências de longos períodos de colonização. Cada lugar tem uma maneira própria de cozinhar. Na Costa do Marfim e na Argélia, por exemplo, se assemelha à francesa; na Etiópia, à italiana; na África do Sul, à inglesa; em Angola e Moçambique, à portuguesa; em Namíbia, Tanganica e Burundi, à alemã. Enfim, "Em África come se de tudo", segundo Manuel Teixeira Gomes (1860 1941) presidente de Portugal entre ... terramagazine.terra.com.br | 6/19/10 10:04 AM
Copa transforma antigo reduto de segrega��o racial
Centenas de alemães andam calmamente pelas ruas de Atteridgeville: caras pintadas e bandeiras nas mãos. Há dois anos, seria suicídio. Nesta segunda isso se tornou possível.

O “township”, subúrbio de Pretória, recebeu o primeiro treino da Alemanha em território sul-africano. Em 2008, o local foi palco de ataques xenofóbicos: dois estrangeiros mortos, dezenas de feridos, casas e lojas queimadas. A violência chocou a África do Sul livre do Apartheid, da segregação racial.

A Copa do Mundo já trouxe este bem ao país. Atteridgeville abriu os portões para receber os alemães. Segunda à tarde, turistas caminhavam felizes nos arredores do estádio. Não havia divisão entre brancos e negros, tampouco medo.

Muito pelo contrário. Além da satisfação em receber os visitantes, os residentes de Atteridgeville encontraram um meio de lucrar.

As casas simples viraram estacionamentos. A sul-africana Annie Montwedi tem 75 anos e mora em frente ao estádio há 49. Para deixar o carro do lado interno, os alemães pagavam 25 rands (6 reais). Na calçada, 20 rands (5 reais). Mas a convivência pacífica não tem preço.

– Estou orgulhosa em receber as pessoas aqui. É bom ver os alemães treinando nessa cidade – afirmou a senhora, mãe de cinco filhos.

A maioria dos turistas nem imagina que Atteridgeville, além dos surtos de xenofobia, também é a maior produtora de “serial killers” (assassinos em série) do mundo. Os mais famosos da África do Sul nasceram ou iniciaram carreira no subúrbio. Caso de Moses Sithole, autor de 84 crimes em 1995, entre homicídios, estupros e roubos, e condenado a 2.410 anos de prisão.

– É excelente que hoje possamos caminhar sem medo e credito isso à Copa do Mundo. O futebol é um dos grandes responsáveis por esse povo estar mais unido hoje – garantiu Jens Clausen, loiro, nascido na Namíbia, descendente de alemães e residente há anos na África do Sul.

Em vez se Sithole, Atteridgeville agora fala em Lahm, Cacau, Schweinsteiger. Graças ao futebol! www.lancenet.com.br | 6/8/10 8:41 AM
Ser� que um pouquinho de sujeira pode fazer bem?
Cerca de 42 de cada 1.000 crianças na Namíbia e 41 de cada 1.000 na Mongólia morrem antes de completar cinco anos, comparado a apenas 8 nos EUA e 4 no Japão. Mas os bebês urbanos enfrentam risco maior de outros problemas de saúde — como alergia, asma e doenças autoimunes como a diabete tipo 1, esclerose múltipla e inflamações intestinais — do que os bebês da zona rural de países em desenvolvimento. online.wsj.com | 5/21/10 4:03 AM
Novata, HRT ganha concess�es e vai explorar petr�leo na Nam�bia
A petroleira novata brasileira HRT O&G obteve três concessões para exploração de petróleo na Namíbia. Criada no ano passado a partir de uma das maiores companhias de pesquisa geológica da América do Sul, a empresa tem hoje participação em 21 concessões exploratórias na Bacia do Solimões, na www.estadao.com.br | 5/19/10 3:00 AM
O guepardo, um gato em sua s�tima vida
11/05/2010 - 02h05

Nações Unidas, 11/5/2010 – No século XX, a população mundial de guepardos (Acinonyx jubatus) caiu 90%. Os que sobreviveram agora são os animais mais ameaçados da África. Durante a década de 80, a quantidade de guepardos na Namíbia e... Leia mais

www.envolverde.com.br | 5/11/10 10:53 AM
Representa��o brasileira no Parlasul aprova acordo entre Mercosul e �frica Austral

A representação brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul) aprovou o texto do acordo de comércio preferencial entre o bloco sul-americano – que reúne o Brasil, a Argentina, o Uruguai e o Paraguai – e a União Aduaneira da África Austral, integrada pela África do Sul, por Botsuana, pelo Lesoto, pela Namíbia e pela Suazilândia..

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www.diariodepernambuco.com.br | 5/7/10 11:53 AM
Estudo revela estupro em larga escala em regi�o do Congo

Um novo relatório da ONG britânica Oxfam com quatro mil mulheres vítimas de estupro no leste da República Democrática do Congo revelou que 60% das vítimas foram violadas por grupos de homens armados.

As vítimas foram entrevistadas na Província de Kivu do Sul, região aterrorizada por conflitos entre tropas do governo e milícias rebeldes, para este estudo de quatro anos, e mais da metade disse que os ataques foram realizados em suas casas.

Só no ano passado, a ONU disse que mais de 5 mil pessoas foram estupradas na província de Kivu do Sul.

Uma das entrevistadas disse aos pesquisadores: "O meu marido e eu estávamos dormindo na nossa casa. As crianças estavam dormindo na casa ao lado. Os soldados chegaram e trouxeram a minha filha para a nossa casa, onde a estupraram na minha frente e do meu marido. Depois eles exigiram que o meu marido estuprasse a minha filha mas ele se recusou. Eles atiraram nele".

"E então eles entraram na outra casa, onde encontraram meus três filhos. Eles mataram todos os meus três meninos. Depois de matá-los, dois soldados me estupraram, um após o outro".

Tropas da Organização das Nações Unidas (ONU) no país estão apoiando esforços para derrotar rebeldes ligados ao genocídio ocorrido no país vizinho, Ruanda, em 1994.

Mas a pesquisa mostra que quando essas ofensivas apoiadas pela ONU são realizadas, as mulheres ficam ainda mais vulneráveis.

Crime impune

Estupro é usado como punição e arma de guerra tanto pelo governo congolês como por soldados rebeldes. A Oxfam observou, contudo, que houve um grande aumento no número de estupros praticados por civis.

Em 2004, apenas 1% dos estupros eram cometidos por civis, mas em 2008, eles eram responsáveis por mais de 38% desses ataques, de acordo com o relatório.

De acordo com o documento, a percepção de que este é um crime impune está aumentando.

A dimensão do problema no Congo é divulgada em um momento em que a Organização das Nações Unidas (ONU) discute a possibilidade de retirar seus 22 mil soldados do país.

A Oxfam disse que as mulheres congolesas vão ficar ainda mais vulneráveis se as tropas deixarem o país africano.

A ONG quer que os países mais ricos ajudem a melhorar a oferta de assistência médica para pessoas que sobreviveram a violência sexual no Congo. Segundo a organização, só há um hospital em Kivu do Sul que oferece apoio adequado a pessoas que sofreram estupro.

"Panzi é o único hospital desse tipo em Kivu do Sul, que abriga cerca de 5 milhões de pessoas", disse Krista Riddley, Diretora de Política Humanitária da Oxfam. "Muitas mulheres de áreas rurais não conseguem viajar até lá e, com frequência, há mortes por complicações associadas a estupros brutais (...) Todas as mulheres deveriam ter a possibilidade de receber o tratamento de que necessitam".

A República Democrática do Congo tem grandes reservas minerais e tem um longo histórico de conflito. O país enfrenta cinco anos de combates entre forças do governo apoiadas por Angola, Namíbia e Zimbábue e rebeldes, apoiados por Uganda e Ruanda.

Apesar de um acordo de paz e da formação de um governo de transição em 2003, a população do leste do país vive aterrorizada por milícias e soldados.

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ultimosegundo.ig.com.br | 4/15/10 8:26 AM
Prote�nas plantadas na areia
04/04/2010 - 23h04

Windhoek, 5/4/2010 – Obed Kamburona tentou cultivar diferentes produtos, mas o solo seco e arenoso da Namíbia sempre o impedia. “Tenho uma grande fazenda, mas não posso cultivar porque o solo não é adequado. Crio gado e cabras”, contou. A Namíbia é um dos p... Leia mais

www.envolverde.com.br | 4/5/10 9:49 AM
Europa apaga as luzes durante a "Hora do Planeta"
Os principais monumentos europeus - da Torre Eiffel, em Paris, ao londrino Big Ben e o Coliseu romano - apagaram as luzes por uma hora neste sábado, seguindo outros países que adotaram a campanha "Hora do Planeta", numa tentativa de chamar a atenção das autoridades mundiais para a necessidade de redução da emissão de gases do efeito estufa. Milhares de pessoas apagaram as luzes por uma hora, às 20h30 no horário local destes países, para que os governos do mundo firmem um pacto de redução das emissões.

 

 

Este é o quarto ano que a World Wildlife Fund (WWF) realiza a campanha. À medida que as horas passam, as luzes de arranha-céus e monumentos históricos são desligadas em várias partes do mundo, de um shopping em Manila, nas Filipinas, ao Portão de Brandenburg, em Berlim, na Alemanha.

AP
Luzes da Torre Eiffel se apagam
Na Europa, a Torre de Pisa, na Itália, e o Arco do Triunfo, na França, são alguns dos prédios que permaneceram no escuro. Em Amsterdã, na Holanda, a maior parte dos prédios da cidade tiveram suas luzes apagadas, incluindo o aeroporto de Schipol.

O Palácio de Buckingham e o Parlamento Britânico também ficaram no escuro em apoio à campanha. Outros prédios que tiveram suas luzes apagadas foram pontos históricos da Inglaterra, como a Catedral St. Paul e o teatro Royal Albert Hall, e o Castelo de Edimburgo, na Escócia.

 

"Estamos dizendo aos nossos políticos, que nós não podemos esquecer as mudanças climáticas", disse a porta-voz da WWF no Reino Unido, Debbie Chapman.

Em Roma, as luzes foram apagadas na Fonte de Trevi, um marco histórico do século 18, onde muitos turistas jogam moedas na esperança de voltar à cidade, e que foi imortalizada no filme "La Dolce Vita", de Federico Fellini.

Em Moscou, o prédio imponente da Universidade do Estado, que fica no alto de um morro, desapareceu na escuridão da cidade, onde muitas pessoas também adotaram a campanha. Representantes russos esperam que o país bata a marca do ano passado, quando mais de seis milhões de pessoas apagaram as luzes durante uma hora em 20 cidades. Neste ano, mais de 40 cidades participaram da campanha.

Há expectativa de que aproximadamente 4 mil cidades em mais de 120 países participem do movimento, apagando voluntariamente as luzes e reduzindo o consumo de energia às 20h30, em horário local, de acordo com os organizadores. "Temos todo mundo participando, de Casablanca até os campos de safári na Namíbia e na Tanzânia", disse Greg Bourne, executivo-chefe do WWF. Em Taiwan, o palácio presidencial e pelo menos 20 arranha-céus - entre eles o segundo maior edifício do mundo - desligaram as luzes.

Cerca de 88 cidades participaram da Hora do Planeta em 2009, mesmo ano em que a China aderiu ao movimento. Em 2010, mais de 30 cidades chinesas apagarão suas luzes.

Andy Ridley, funcionário da WWF e um dos criadores da Hora do Planeta, disse esperar que neste ano o evento inspire líderes mundiais a lutar por um acordo de combate às mudanças climáticas mais consistente do que o obtido em dezembro durante a Cúpula de Copenhague. "O que ainda estamos buscando nesse ano é um acordo global que incentive todos os países a reduzirem suas emissões", disse Ridley. "A China terá um grande papel nisso, mas outras grandes economias também".

Os organizadores da Hora do Planeta disseram que não há uma maneira uniforme para medir quanta energia foi poupada em todo o mundo durante a campanha, mas ressaltaram que o simples fato de tantos lugares terem se comprometido a participar deve ser suficiente para demonstrar aos líderes mundiais que o aquecimento global é uma preocupação geral. 

ultimosegundo.ig.com.br | 3/27/10 9:54 PM
�pera de Sydney apaga luzes durante Hora do Planeta
As luzes que iluminam o teto branco da Ópera de Sydney se apagaram por uma hora na noite deste sábado (horário local). O gesto deve ser repetido em outros monumentos ao redor do mundo e por milhões de pessoas em outros países como parte da campanha Hora do Planeta, organizada pela WWF, numa tentativa de chamar a atenção das autoridades para a redução da emissão de gases do efeito estufa.Há expectativa de que aproximadamente 4 mil cidades em mais de 120 países participem do movimento, apagando voluntariamente as luzes e reduzindo o consumo de energia às 20h30, em horário local, de acordo com os organizadores. "Temos todo mundo participando, de Casablanca até os campos de safári na Namíbia e na Tanzânia", disse Greg Bourne, executivo-chefe do WWF, grupo que idealizou a campanha e a promove desde 2007. Em Taiwan, o palácio presidencial e pelo menos 20 arranha-céus desligaram as luzes.

Sydney foi a primeira e única cidade a participar do Hora do Planeta no ano de lançamento do movimento, há três anos. Em 2008, 371 cidades participaram. No ano passado, o Brasil entrou na campanha pela primeira vez. Neste ano, centenas de empresas, entre bancos, grandes redes de supermercados, shoppings, indústrias, hotéis e órgãos governamentais espalhados pelo País devem participar da manifestação.

Andy Ridley, funcionário da WWF e um dos criadores da Hora do Planeta, disse esperar que neste ano o evento inspire líderes mundiais a lutar por um acordo de combate às mudanças climáticas mais consistente do que o obtido no ano passado durante a Cúpula de Copenhague. "O que ainda estamos buscando neste ano é um acordo global que incentive todos os países a reduzirem suas emissões", disse Ridley. "A China terá um grande papel nisso, mas outras grandes economias também." A expectativa é de que em 2010 mais de 30 cidades chinesas apagarão suas luzes.

Os organizadores da Hora do Planeta disseram que não há uma maneira uniforme para medir quanta energia foi poupada em todo o mundo durante a campanha, mas ressaltaram que o simples fato de tantos lugares terem se comprometido a participar deve ser suficiente para demonstrar aos líderes mundiais que o aquecimento global é uma preocupação geral. As informações são da Associated Press. ultimosegundo.ig.com.br | 3/27/10 5:19 PM
Venda de marfim continua proibida

O órgão das Nações Unidas que trata do comércio de vida animal rejeitou pedidos da Tanzânia e da Zâmbia para vender marfim.

Uma votação esta semana no encontro na reunião da Convenção Internacional sobre o Comércio de Espécies Ameaçadas (CITES, na sigla em inglês) em Doha, no Catar, negou autorização para uma única venda de estoques governamentais.

Um relatório preparado pelo órgão encarregado de monitorar o comércio ilegal da fauna, Traffic, divulgado pouco antes da conferência manifestou preocupação de que organizações criminosas estariam se envolvendo na caça de elefantes na Tanzânia e no contrabando do marfim.

O documento também disse que quase a metade do marfim dos estoques do governo têm origem desconhecida.

Grupos de preservação dos animais disseram que a autorização excepcional do comércio garante a contínua existência de um mercado para o marfim.

A última venda autorizada - em Botsuana, Namíbia, África do Sul e Zimbábue - ocorreu em 2008.

www.correiodobrasil.com.br | 3/24/10 1:35 PM
�frica do Sul fica no empate com Nam�bia

A seleção de futebol da África do Sul, dirigida pelo técnico Carlos Alberto Parreira, não passou de um empate em 1 a 1 nesta quarta-feira contra a Namíbia, em um amistoso preparatório para a Copa do Mundo de 2010..

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www.pernambuco.com | 3/3/10 9:49 PM
�frica do Sul fica no empate com Nam�bia

A seleção de futebol da África do Sul, dirigida pelo técnico Carlos Alberto Parreira, não passou de um empate em 1 a 1 nesta quarta-feira contra a Namíbia, em um amistoso preparatório para a Copa do Mundo de 2010..

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�frica do Sul fica no empate com Nam�bia

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www.pernambuco.com | 3/3/10 9:07 PM
�frica do Sul fica no empate com Nam�bia

A seleção de futebol da África do Sul, dirigida pelo técnico Carlos Alberto Parreira, não passou de um empate em 1 a 1 nesta quarta-feira contra a Namíbia, em um amistoso preparatório para a Copa do Mundo de 2010..

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www.diariodepernambuco.com.br | 3/3/10 9:07 PM
Governo portugu�s vai nomear encarregado de neg�cios em breve
Windhoek, 02 mar (Lusa) - O ministro dos Negócios Estrangeiros português informou hoje formalmente o seu homólogo da Namíbia que Portugal irá nomear em breve um encarregado de negócios para a capital namibiana, Windhoek. tv1.rtp.pt | 3/3/10 12:11 AM
Presidente da Fifa celebra data que marca cem dias para a Copa
O presidente de a Fifa, Joseph Blatter, chega neste fim de semana à África do Sul para participar dos festejos que vão acontecer em Durban, a partir de terça-feira, quando faltarão cem dias para o início da Copa do Mundo de 2010.

Para celebrar a data, o Comitê Organizador do Mundial determinou um programa especial, que conta com o amistoso entre África do Sul e Namíbia, na quarta-feira, que vai marcar a inauguração do estádio de Durban, que será utilizado na Copa e, entre outros, vai receber o jogo do Brasil contra Portugal, na última rodada da primeira fase.

Entretanto, as celebrações começam um dia antes, na terça-feira, e terão a participação do vice-presidente da África do Sul, Kgalema Motlanthe.

Grandes ex-jogadores africanos, como os sul-africanos Khumalo e Fish, os camaroneses Milla e Mboma, o egípcio Hossam Hassan e o nigeriano Jay Jay Okocha vão participar dos eventos. www.lancenet.com.br | 2/26/10 11:59 AM
Arquitetos da Copa 2014 viajam para a �frica do Sul em busca de experi�ncia
A Copa do Mundo no Brasil só acontece daqui a quatro anos, mas a movimentação em torno dos preparativos já começou para quem está à frente dos projetos de reforma e construção das arenas que vão abrigar as partidas em 2014. De 28 de fevereiro a 8 de março, o Time de Arquitetos da Copa estará na África do Sul, sede dos jogos de 2010, para conhecer estádios e outras instalações dedicadas exclusivamente ao Mundial. Ao todo, o país investiu R$ 7,97 bilhões em estruturas esportivas e infraestrutura necessárias à realização do evento.

A missão é organizada pelo Portal 2014 (www.copa2014.org.br), parceria entre o Sinaenco – Sindicato Nacional da Arquitetura e da Engenharia e a Editora Mandarim.

– A viagem é uma oportunidade para que os profissionais conheçam a experiência sul-africana na organização desse que é um dos eventos mais grandiosos e empolgantes do planeta – afirma o diretor de Marketing do Portal, Rodrigo Prada.

O Time de Arquitetos da Copa reúne profissionais brasileiros e estrangeiros responsáveis pelos estádios que irão receber o torneio em 2014. Participam da missão 20 arquitetos, representando as 12 cidades-sede escolhidas, além de Leon Myssior, vice-presidente do Sinaenco e coordenador do Time de Arquitetos da Copa, representantes dos patrocinadores e equipe do Portal 2014.

O roteiro da viagem tem passagens por cinco cidades-sede e sete modernos estádios, incluindo aqueles onde a seleção brasileira irá jogar, e visitas aos locais em que serão montadas as FIFA Fan Fests, áreas públicas para torcedores acompanharem as partidas exibidas em telões.

Maior cidade da África do Sul, Johanesburgo será a primeira parada da comitiva, que irá conhecer as arenas Soccer City (palco da abertura e da grande final) e Ellis Park. De lá, segue para Pretoria (estádio Pretoria Loftus Versfeld) e depois para Durban. Nesta localidade, os arquitetos assistem ao amistoso entre as seleções da África do Sul e Namíbia, jogo que marca a inauguração do estádio Moses Mabhida, o mesmo do esperado clássico Brasil x Portugal. Os destinos finais são Port Elizabeth (estádio Nelson Mandela Bay) e Cape Town, com visitas ao Cape Town Green Point e ao Cape Town Newlands.

Em todas as cidades, a missão será recebida pelos administradores dos estádios esportivos. Está ainda prevista reunião com o presidente do Comitê Organizador Nacional da África do Sul, Dany Jordan, representante da FIFA no país.

– Esses encontros serão de fundamental importância para que os arquitetos colham informações sobre os desafios encontrados durante as preparações para a Copa do Mundo. Assim como o Brasil, a África do Sul é um país que enfrenta dificuldades de diversas ordens, mas que com competência e criatividade está conseguindo realizar seus projetos – observa Rodrigo Prada. www.correiodobrasil.com.br | 2/24/10 10:31 PM
Cientistas desvendam genoma completo de dois homens ilustres
Dois nomes memoráveis foram acrescentados à lista de pessoas cujos genomas foram integralmente sequenciados: o arcebispo Desmond Tutu, renomado ativista sul africano dos direitos civis; e !Gubi, um caçador coletor na Namíbia. noticias.terra.com.br | 2/23/10 3:30 PM
Em 2009, Brasil foi o sexto pa�s em desastres naturais
O Brasil foi o sexto país a enfrentar o maior número de desastres naturais em 2009, segundo o Departamento para a Redução de Desastres das Nações Unidas (ONU). A estimativa, coletada em colaboração com centros de pesquisas, lista dez desastres naturais no País no ano passado, grande parte relacionada a chuvas, deslizamentos e enchentes.

 

O Brasil sofreu mais fenômenos devastadores que países tradicionalmente afetados, como México e Bangladesh. A liderança da lista é das Filipinas, com 26 casos. A China vem em segundo, com 23, seguida pelos Estados Unidos, com 16.

Em 2009, 181 pessoas morreram no Brasil por causa de chuvas, deslizamentos e enchentes. O primeiro desastre foi em janeiro. Em Minas Gerais e no Rio, 11 morreram. O pior desastre do ano ocorreu no Nordeste, em abril: 56 pessoas morreram. Em maio, no Piauí, chuvas romperam uma barragem e deixaram quatro vítimas. Em junho, Manaus enfrentou enchentes, sem mortes.

Quatro pessoas morreram em São Paulo e em Santa Catarina em setembro, após deslizamentos. Em novembro, chuvas no Estado do Rio e Rio Grande do Sul deixaram 11 mortos e alagamentos deram prejuízo de US$ 50 milhões. No mesmo mês, 680 mil pessoas foram afetadas por chuvas no Espírito Santo. Dezembro foi o mês mais problemático: o Rio teve 72 mortes. Em São Paulo, foram 23 e o prejuízo chegou a US$ 8,4 milhões.

O número de mortos, no entanto, não se equipara a de outros países. Na Guatemala, 18 mil pessoas morreram em 2009; na Namíbia, 16,5 mil; e nas Filipinas, 15 mil. Entre os líderes também aparece o Paraguai, com 3,4 mil mortes. O evento mais devastador de 2009 foi um terremoto em setembro, na Indonésia, matando 1,1 mil pessoas. Enchentes na Índia mataram 992 mil, ante 630 mortos em função de um ciclone em Taiwan em agosto. Na Itália, o terremoto de L�Aquila em abril matou 295 pessoas.

No mundo, os desastres naturais de 2009 mataram 10,4 mil pessoas e afetaram 112,7 milhões. Foram 327 incidentes e US$ 34,9 bilhões de prejuízo. Na década, 2 bilhões de pessoas foram afetadas, 780 mil morreram e os prejuízos com desastres atingiram quase US$ 1 trilhão. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

Leia mais sobre: desastres - chuvas

ultimosegundo.ig.com.br | 1/30/10 11:33 AM
Pena de morte est� em vigor em 58 pa�ses, diz Anistia
Relatório da Anistia Internacional, organização de defesa dos direitos humanos, afirma que atualmente a pena de morte está em vigor em 58 países. Outros 95 países aboliram a prática para todos os tipos de crime, enquando nove países, entre eles o Brasil (somente na Justiça militar), mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais, mas não para crimes comuns.

 

A organização afirma que 35 países aboliram �na prática� a pena de morte pelo fato de não terem realizado nenhuma execução nos últimos dez anos, apesar de a punição estar prevista em lei para crimes comuns. Somando essas 35 nações às que aboliram por lei a pena de morte, chega a 139 o número de países que não executam prisioneiros, segundo a Anistia.

De acordo com o relatório da Anistia, em 2008 foram realizadas 2.390 execuções, 93% delas em apenas cinco países: China, Irã, Arábia Saudita, Paquistão e Estados Unidos. No mesmo período, houve 8.864 sentenças à morte em todo o mundo.

Em 1977, apenas 16 países aboliram essa condenação para todos os tipos de crime. Dos 58 que ainda mantêm a pena capital, 25 realizaram execuções em 2008.

Brasil

No Brasil, a  pena de morte é proibida, exceto para crimes militares cometidos em tempos de guerra, segundo está previsto na Constituição de 1988. De acordo com a Carta, o fuzilamento é o método de execução. Comunicado sobre a sentença, o presidente da República pode conceder um indulto ou comutar a pena do condenado.

O País é o único de língua portuguesa que permite a prática para crimes militares. Na América do Sul, Bolívia, Chile e Peru também mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais.

Veja o tipo de determinação vigente em cada país:

Pena de morte abolida para todos os tipos de crime:

África do Sul, Albânia, Alemanha, Andorra, Angola, Argentina, Armênia, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bósnia-Herzegovina, Bulgária, Burundi, Butão, Cabo Verde, Camboja, Canadá, Chipre, Colômbia, Costa Rica, Côte d'Ivoire, Croácia, Dinamarca, Djibouti, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Filipinas, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Ilhas Cook, Ilhas Marshall, Ilhas Maurício, Ilhas Salomão, Irlanda, Islândia, Itália, Listenstaine, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Malta, México, Micronésia, Moçambique, Moldávia, Mônaco, Montenegro, Namíbia, Nepal, Nicarágua, Niue, Noruega, Nova Zelândia, Palau, Panamá, Paraguai, Polônia, Portugal, Quiribati, Quirguistão, Reino Unido, República Checa, República Dominicana, Romênia, Ruanda, Samoa, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia (incluindo Kosovo), Suécia, Suíça, Timor Leste, Togo, Turcomenistão, Turquia, Tuvalu, Ucrânia, Uruguai, Usbequistão, Vanuatu, Vaticano e Venezuela.

Pena de morte abolida para crimes comuns:

Bolívia, Brasil, Casaquistão, Chile, El Salvador, Ilhas Fiji, Israel, Letônia e Peru.

Pena de morte abolida �na prática� para crimes comuns:

Algéria, Benin, Brunei, Burkina Faso, Camarões, Congo, Coreia do Sul, Eritreia, Gabão, Gâmbia, Gana, Granada, Ilhas Maldivas, Laos, Libéria, Madagascar, Malaui, Mali, Marrocos, Mauritânia, Mianmar, Nauru, Níger, Papua Nova Guiné, Quênia, República Centro-Africana, Rússia, Sri Lanka, Suriname, Suazilândia, Tajiquistão, Tanzânia, Tonga, Tunísia, Zâmbia.

Pena de morte para todos os crimes:

Afeganistão, Antígua e Barbuda, Arábia Saudita, Autoridade Palestina, Bahamas, Bahrein, Bangladesh, Barbados, Belize, Bielorrúsia, Botswana, Catar, Chade, China, Cingapura, Comores, Coreia do Norte, Cuba, Dominica, Egito, Emirados Árabes, Estados Unidos, Etiópia, Guatemala, Guiné, Guiné Equatorial, Guiana, Iêmen, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Jamaica, Japão, Jordânia, Kuwait, Lesoto, Líbano, Líbia, Malásia, Mongólia, Nigéria, Omã, Paquistão, República Democrática do Congo, Santa Lúcia, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Serra Leoa, Síria, Somália, Sudão, Tailândia, Taiwan, Trinidad e Tobago, Uganda, Vietnã e Zimbábue.

Leia mais sobre pena de morte

ultimosegundo.ig.com.br | 1/9/10 12:37 PM
Document�rio acompanha rotina de beb�s de quatro pontos do planeta
'Babies' mostra crianças do nascimento ao primeiro aniversário. Bebês nasceram na Namíbia, Japão, Mongólia e Estados Unidos. g1.globo.com | 1/9/10 12:23 AM
COP-15 - Desmatamento pode causar menos dano ao clima
09/12/2009 - 01h12

Windhoek, Namíbia, 09/12/2009 – Enquanto se intensifica o debate para se chegar a um acordo climático em Copenhague, um estudo holandês indica que os danos na atmosfera em razão do desmatamento e da degradação dos solos são muito menores do que se presumia. As pa... Leia mais

www.envolverde.com.br | 12/9/09 12:25 PM
SWAPO com nova maioria legislativa em 19 anos
Windhoek, 05 Dez (Lusa) - O presidente da Namíbia, Hifikepunye Pohamba, foi reeleito com mais de 75 por cento dos votos e o seu partido, a SWAPO, conserva a maioria de dois terços no Parlamento, segundo os resultados oficiais divulgados sexta-feira. tv1.rtp.pt | 12/5/09 10:33 AM
Abriram as urnas para elei��es gerais
Windhoek, 27 Nov (Lusa) - As urnas abriram hoje na Namíbia para as presidenciais e legislativas do país, que decorrerão até sábado e deverão dar a vitória ao partido no poder, a Organização dos Povos do Sudoeste Africano (SWAPO). tv1.rtp.pt | 11/27/09 12:05 PM
Col�gios eleitorais abrem para elei��es na Nam�bia
As urnas abriram hoje na Namíbia para as quartas eleições gerais realizadas pelo país desde que se tornou independente da África do Sul há 19 anos, nas quais o antigo movimento de libertação, a Organização do Povo da África do Sudoeste (SWAPO, na sigla em inglês), é clara favorita. noticias.terra.com.br | 11/27/09 9:47 AM
Elas s�o radicais
Elas são radicais Por Ciça Vallerio São Paulo, 19 (AE) - Esportes radicais deixaram de ser, faz tempo, uma exclusividade masculina. Thais Marrey Barcellos, por exemplo, tornou-se paraquedista ainda adolescente, quando viajou com uma amiga para os Estados Unidos e fez um salto duplo (com instrutor).Curtiu tanto a adrenalina de estar a 200 quilômetros por hora em queda livre, a 12 mil pés de altura, que não parou mais.

Aos 36 anos, a paulistana tem no currículo dois recordes femininos de Formação em Queda Livre. Nessa modalidade, várias paraquedistas saltam do avião e juntam-se para formar uma figura predeterminada. O primeiro recorde foi em 1998, quando esteve entre 18 paraquedistas.

No ano passado, bateu nova marca com 24 meninas que vieram de várias partes do País.

"Durante 2007, nos reuníamos em Boituva, interior de São Paulo, um fim de semana a cada dois meses", conta Thais. "Tínhamos de ficar muito afiadas para o dia do recorde, pois a queda é tão rápida que não dá para errar." No grande dia, elas foram divididas em dois grupos de 12, e cada uma subiu em um avião. Depois do salto, tinham apenas um minuto para se unirem, formando uma espécie de estrela.

Como em um balé flutuante, cada uma cumpriu com precisão suas manobras e, juntas, transformaram o evento em um marco para a história do esporte no Brasil, considerado um dos grandes centros mundiais de paraquedismo. "Além da técnica, é fundamental controlar a adrenalina para saber exatamente o que se está fazendo", avisa Thais.

Por causa do paraquedismo, a vida pessoal e profissional da recordista mudou. Em um de seus saltos, conheceu seu atual marido, também praticante do esporte. O casal tem uma filha de 2 anos, Sabrina. Fascinada pela beleza das alturas, Thais decidiu estudar fotografia. "Achava muito egoísmo guardar essas cenas só para mim." Resultado: clicou tantas pessoas saltando do avião que virou fotógrafa especializada em imagens aéreas, com direito a prêmios.

Fechou sua empresa de decoração de eventos e foi morar em Boituva, onde fica o Centro Nacional de Paraquedismo. Como explica, cada salto é diferente do outro, mesmo que, para quem esteja em terra, pareça sempre igual. "É tudo muito intenso."

ESCALADA NAS ROCHAS
Também nas alturas, outra aventureira que se tornou fera é Janine Cardoso. Aos 35 anos, conquistou o primeiro lugar no Campeonato Latino-Americano de Escalada, em 2008, e mais seis títulos no País, tornando-se hexacampeã brasileira. "Sempre amei esportes ao ar livre."

Mãe de Manuela, de 6 anos, Janine tornou-se uma atleta por seu próprio esforço e pura paixão. Sem patrocínio, conta com apoios para, ao menos, evitar gastos com roupas (fornecidas pela loja The North Face), mensalidade de academia (tem passe livre na Casa de Pedra) e passagens aéreas para participar de campeonatos (conta com a ajuda de quem aparecer, como confederações internacionais).

Atrás de um rendimento fixo, trabalhou como subgerente de uma loja de moda até conseguir algo melhor. Formada em Jornalismo, hoje colabora para a revista "Aventura & Ação", escrevendo artigos sobre montanhismo. Atua também como guia, levando grupos de estudantes para passeios na natureza, e turistas para escalar nos principais paredões do País.

Janine cita várias escaladas emocionantes. No Brasil, elegeu a Pedra da Urca, no Rio de Janeiro, como uma das paisagens mais lindas. Mas o lugar que mais amou está em Mallorca, na Espanha, onde escalou uma rocha de 20 metros sem auxílio de corda. "Depois do cansaço, basta se jogar na água cristalina do Mediterrâneo." Mesmo com esse espírito aventureiro, ela é puro zelo. Não é à toa que sua frase preferida é: "coragem é o domínio do medo, não a ausência dele."

TREKKING E MOCHILA
Dani Monteiro, a protagonista do programa "Extremos", exibido pelo canal Multishow, casou-se em janeiro e, desde julho, vive na estrada para encarar aventuras radicais. O marido, que é funcionário público, espera aflito o retorno da mulher em sua casa no Rio de Janeiro. "A gente sofre muito", confessa Dani, que foi tricampeã brasileira de windsurfe, de 1996 a 1998. "Mas ele entende que o trabalho é essencial para a minha felicidade. E como qualquer mulher, procuro o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional."

Dani começou na TV fazendo reportagens de esportes radicais, primeiro no programa "Rolé", da SporTV, e depois num quadro do "Esporte Espetacular", da Rede Globo. E fez de tudo. Só de bungee jumping pulou tantas vezes e em vários lugares do mundo que perdeu a conta. "Tudo começou a ficar fácil, não tinha mais desafios", conta a carioca de 30 anos. Daí apareceu o convite para fazer o "Extremos", cuja proposta era justamente resgatar as emoções dessa moça destemida. E conseguiram.

Sem o costume de acampar e bem longe do perfil de mochileira, Dani partiu para caminhadas dificílimas. O primeiro desafio foi chegar ao acampamento-base do maior pico do mundo, o Everest, subindo pelo Monte Kala Patthar, localizados na cordilheira do Himalaia. Por causa da altitude, o cansaço e as dores musculares foram tão fortes que quase desistiu.

Em outra aventura, fez um trekking de cinco dias até a Cachoeira do Funil, em Mambaí, interior de Goiás, quando atravessou a caverna Tarimba em túneis subterrâneos, com aranhas e morcegos. Em alguns trechos, arrastou-se para poder passar por trechos estreitos e teve de andar dentro d�água - que, de tão gelada, emanava vapor no momento do contato com o corpo quente.

"Eu e o cinegrafista entramos em várias roubadas", diverte-se Dani, durante entrevista por telefone, quando tinha acabado de chegar de uma viagem para o deserto da Namíbia, na África. "Hoje, novidade para mim é voltar para casa e ficar assistindo a um filme deitada no sofá com o meu marido."

MAR PROFUNDO
E que tal mergulhar à noite, em meio a tubarões, ou explorar cavernas e profundezas do Oceano Atlântico? Essa é a diversão que virou trabalho, resultando num livro assinado por Maristela Colucci, de 41 anos. Adolescente, ela começou a se profissionalizar em fotografia. A partir daí, passou a fazer expedições de pesquisa, principalmente marítimas. De veleiro, já chegou aos cantos mais remotos do planeta. De navio e barco, então, nem se fala.

No Círculo Polar Ártico (Pólo Norte), Maristela esteve duas vezes. Conheceu também a Antártida (Pólo Sul), únicos lugares em que ela não mergulhou, é claro. Mas já teve o prazer de visitar todos os principais pontos de mergulho do Brasil, Caribe, entre outros.

De sua longa experiência debaixo d�água, nasceu um projeto profissional. "A costa brasileira tem uma vida submarina rica, mas como sua água não é 100% translúcida, acaba dificultando a visibilidade no fundo do mar. Encarei isso como um desafio e decidi fotografar tudo da melhor forma possível." Durante 15 anos, Maristela montou um rico acervo e lançou seu primeiro livro, Brasil Submarino, compilação das melhores imagens que fez pela costa brasileira. Depois vieram outros dois livros, sobre suas expedições no gelo.

A novidade é que agora ela acaba de lançar "SUB, Viagem ao Brasil Submarino" - publicação voltada para o público infanto-juvenil. Com esse livro, inaugurou sua editora, a Grão, e pretende ficar um tempo em terra para lançar outros títulos.

Fora do Brasil, ela mergulhou duas vezes entre tubarões: nas Bahamas e na Polinésia Francesa. Mas inesquecível para ela foi uma exploração que fez com um grupo em Abrolhos, extremo sul da Bahia, em noite de lua cheia. "A seis metros de profundidade, decidimos apagar as lanternas. O luar estava tão forte que tudo que passava por nós ficava fosforescente", conta. ultimosegundo.ig.com.br | 11/23/09 3:03 AM
Selec��o arranca com "fome de jogo"
Técnico nacional Tomaz Morais está optimista no início de um mês que incluirá três jogos--testes diante de Namíbia, Argentina B e Tonga.
rss.feedsportal.com | 11/4/09 10:21 AM
Expedi��o oceanogr�fica far� pesquisas meteorol�gicas

Uma expedição oceanográfica vai partir desta segunda-feira do Rio de Janeiro para o Continente Africano, com objetivo de coletar materiais para pesquisas meteorológicas. Levando a bordo 16 pesquisadores de dez universidades ou institutos de pesquisa, o navio da Marinha Cruzeiro do Sul só retornará ao Brasil em 22 de dezembro.

No roteiro da expedição estão previstas paradas na África do Sul e na Namíbia, para coletas de nutrientes, medição de temperatura e de salinidade, avaliação de correntes marítimas, entre outros objetivos, de acordo com o comandante da operação, o capitão de fragata Alvaristo Nagen Dair.

As pesquisas serão feitas na superfície e também no mar, com a ajuda de um aparelho específico, entre 30 metros e 5 mil metros de profundidade.

– Vamos fazer coletas em uma área da Bacia do Atlântico Sul com um vazio de dados e de informações muito grande, mas que podem ser usadas para melhorar os processos de previsão meteorológica na nossa costa –, destacou o comandante.

Essa é a primeira vez em que o navio oceanográfico da Marinha Cruzeiro do Sul cruzará o Oceano Atlântico. A expedição é uma parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia

www.correiodobrasil.com.br | 10/19/09 1:52 PM
ENSA prev� criar pacote �seguro de fronteira�
O presidente do Conselho da Administração da (ENSA), Manuel Gonçalves, anunciou sexta-feira, em Ondjiva, província do Cunene, a criação, brevemente, de um seguro de fronteira entre Angola/Namíbia, com vista a segurar os angolanos residentes naquele país. www.nexus.ao | 10/13/09 10:53 PM
Ch�vez prop�e colabora��o intercontinental para explorar recursos naturais
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, encerrou a 2ª Cúpula América do Sul-África com uma exortação para que as nações sul-americanas e africanas iniciem uma cooperação intercontinental para explorar seus recursos naturais. "África e América do Sul são terras ricas, mas suas populações são pobres, porque eles foram explorados", disse ele, em seu discurso na venezuela Ilha Margarita. Chávez disse que concordou com uma joint-venture em mineração na Serra Leoa, e que já foram enviadas cartas de intenção para os países africanos Mauritânia, Mali, Níger e Namíbia. O líder venezuelano disse que seu país poderia liderar os esforços para obter os recursos necessários à formação de uma corporação "multi-estatal". "Nós podemos conseguir bilhões de dólares enquanto investimentos em mineração. E com uma parte da produção de ouro, ferro, diamantes, nós vamos pagando o investimento", afirmou. Leia mais (27/09/2009 - 19h51) redir.folha.com.br | 9/27/09 10:49 PM
China usa ajuda externa para cortejar pa�ses em desenvolvimento
WINDHOEK - Quando o presidente Hu Jintao da China chegou aqui em fevereiro de 2007 com uma delegação de 130 pessoas claramente não se tratava apenas de uma visita de cortesia.
NYT

Tekla Lameck, direita, comissária de serviço público da Namíbia,
na corte da capital, Windhoek, em agosto de 2009

Na verdade, a o governo chinês logo concedeu à Namíbia um empréstimo de juros baixos, que o país usou para comprar scanners de carga feitos na China no valor de US$ 55,3 milhões para intimidar contrabandistas. Era uma ilustração perfeita, os oficiais chineses disseram, de como fazer o bem na Namíbia poderia fazer bem para a China também.

Ou pelo menos é o que parecia até que a Namíbia acusou a companhia estatal escolhida pela China para prover os scanners (que até recentemente era comandada pelo filho de Hu) de facilitar a transação com milhões de dólares em propinas ilegais.

E até que a China colocou barreiras quando investigadores da Namíbia pedirem ajuda sobre o assunto.

Agora os scanners parecem ilustrar outra coisa: a aura promocional e sigilosa que cobre o uso de milhões de dólares em ajuda externa pela China para cortejar o mundo em desenvolvimento.

Do Paquistão a Angola e Quirguistão, a China está usando sua enorme reserva de moeda corrente estrangeira para cimentar alianças diplomáticas, garantir acesso seguro a recursos naturais e impulsionar o comércio de suas companhias.

A ajuda externa - tipicamente empréstimos de juros baixos, muitas vezes liberados junto com linhas de crédito mais comerciais - é central neste esforço.

Líderes de países em desenvolvimento têm abraçado o discurso chinês de crédito fácil sem exigências do estilo ocidental de reforma política ou econômica.

NYT

Sede do Banco Exim do governo chinês em Pequim

Os resultados podem ser vistos claramente em novas estradas, usinas de energia e redes de telecomunicações em todo o continente africano - mais de 200 projetos desde 2001, muitos financiados com empréstimos preferenciais do Banco Exim do governo chinês.

Cada vez mais, no entanto, peritos argumentam que a ajuda chinesa vem com uma cláusula importante: ela precisa ser usada para comprar bens ou serviços de companhias que os próprios oficiais chineses selecionam, muitas dela estatais.

A licitação competitiva realizada pela nação que recebe o empréstimo é desencorajada e a China esconde dados vitais como os custos dos projetos, as condições dos empréstimos e do seu pagamento.

Até mesmo a quantia de dólares oferecidos como ajuda externa é tratada como um segredo de Estado.

"A China está usando estes financiamentos para comprar a lealdade da elite política", disse Harry Roque, professor de Direito da Universidade das Filipinas que está desafiando a legalidade de projetos financiados pelos chineses no seu país.

"É uma ferramenta muito eficiente de diplomacia. Mas é ruim para os cidadãos que têm que pagar por estes empréstimos envoltos em contratos obscuros".


Leia mais sobre China

ultimosegundo.ig.com.br | 9/22/09 6:45 PM
Estatuto de santa para Angelina Jolie
As crianças da Namíbia consideram Angelina Jolie uma santa. A actriz norte-americana foi elogiada por ter doado o dinheiro relativo à venda da primeira fotografia da filha Shiloh, nascida em 2006. tvnet.sapo.pt | 8/23/09 8:22 AM
Angola refor�a medidas no Cunene ap�s tr�s casos na vizinha Nam�bia
Luanda, 03 Ago (Lusa) - Angola vai criar salas especiais para eventuais casos de gripe A H1N1 na província do Cunene, após a notificação de três casos na vizinha Namíbia, revelaram as autoridades sanitárias angolanas, que garantem ter medicamentos suficientes caso a pandemia chegue ao país. tv1.rtp.pt | 8/3/09 11:30 PM

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