Notícias : Niger

Fran�a nega aumento de amea�a ap�s execu��o de ref�m no N�ger

PARIS (Reuters) - O ministro francês das Relações Exteriores, Bernard Kouchner, disse nesta terça-feira que não vê crescimento da ameaça de ações terroristas na França após o assassinato de um refém de 78 anos sequestrado em Níger ...

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oglobo.globo.com | 7/27/10 10:39 AM
Fran�a nega aumento de amea�a ap�s morte de ref�m no N�ger
O ministro francês das Relações Exteriores, Bernard Kouchner, disse nesta terça feira que não vê crescimento da ameaça de ações terroristas na França após o assassinato de um refém de 78 anos sequestrado em Níger. noticias.terra.com.br | 7/27/10 10:01 AM
Presidente franc�s confirma execu��o de Germaneau
O Eliseu confirmou a morte de Michel Germaneau.   O francês de 78 anos feito refém no Níger foi executado pelo braço da Al-Qaeda no Magrebe Islâmico.… pt.euronews.net | 7/26/10 10:22 AM
Sarkozy confirma morte de ref�m sequestrado h� tr�s meses
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, confirmou nesta segunda feira o assassinato "bárbaro e odioso" do engenheiro francês Michel Germaneau, sequestrado há três meses no Níger pelo grupo terrorista Al Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI). noticias.terra.com.br | 7/26/10 9:54 AM
L�der da Al-Qaeda anuncia morte de ref�m franc�s
O líder do braço da rede terrorista Al-Qaeda no norte da África disse numa mensagem exibida neste domingo que a organização matou um engenheiro francês tomado como refém em abril no Níger. Na mensagem de áudio exibida na emissora Al-Jazira, o líder Abdelmalek Droukdel disse que a organização matou www.estadao.com.br | 7/25/10 9:52 PM
Sarkozy convoca reuni�o para tratar de ref�m franc�s nesta 2�
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, convocou "um conselho de defesa e segurança" para nesta segunda feira para tratar sobre a possível execução do refém francês anunciada neste domingo pela Al Qaeda, informou o Palácio do Eliseu, sede da Presidência francesa, sem fazer mais comentários. A presidência francesa disse, por sua vez, que "não tem confirmação", por enquanto, da morte de Michel Germaneau, 78 anos, sequestrado no Níger em 19 de abril. noticias.terra.com.br | 7/25/10 8:56 PM
Vazamentos de petr�leo afetam a Nig�ria h� cinco d�cadas
Vazamentos de petróleo afetam a Nigéria há cinco décadas
Fauna e flora da região do Delta do Níger estão seriamente afetadas. Causa do desastre é creditada, em parte, à regulamentação ineficiente. g1.globo.com | 7/13/10 10:10 AM
Portugu�s estudou tigres e le�es na �ndia e no Niger
João Pedro Galhano Alves passou vários anos a viver com os caçadores de arco e flecha gourmantché (Níger), os pastores  gurjar (Índia) e nas aldeias do Montesinho. Objectivo: estudar como humanos, plantas e grandes carnívoros convivem em harmonia.


rss.feedsportal.com | 7/12/10 11:00 PM
Al-Qaida do Magreb Isl�mico amea�a executar turista franc�s
Cairo, 11 jul (Lusa) -- A Al-Qaida do Magreb Islâmico deu hoje um prazo de 15 dias ao governo francês para evitar a execução de um cidadão francês sequestrado há cerca de três meses no norte do Níger. tv1.rtp.pt | 7/11/10 8:43 PM
Comiss�o Eleitoral marca presidenciais para 03 de janeiro 2011
Niamey, 04 jul (Lusa) -- A Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI) do Niger anunciou no sábado a realização a 03 de janeiro de 2011 da primeira volta das eleições presidenciais, parqa restabelecer o regime civil depois do golpe militar de 18 de fevereiro passado. tv2.rtp.pt | 7/4/10 10:50 AM
Petr�leo: devasta��o tornou se cotidiana no Delta do N�ger
A água do Delta do Níger, área de manguezais perto de Bodo, um dos diversos povoados desta região localizada no Golfo da Guiné na África ocidental, apresenta reflexos de arco íris, devido ao petróleo que vaza dos oleodutos. noticias.terra.com.br | 7/2/10 8:18 PM
Ataque perto da fronteira com Mali mata 5 soldados do N�ger
Niamey, 10 mar (EFE).- Homens armados não identificados mataram cinco soldados do Níger em um posto perto da fronteira com Mali, confirmou o Governo de transição do país, cujo presidente, Mamadou Tandja, foi derrubado por um golpe de Estado em 18 de fevereiro.Segundo a imprensa local, o ataque aconteceu na segunda-feira de manhã. O alvo foi o posto militar de Tlwa, na região oeste do Níger.

O porta-voz do Governo e ministro da Educação, Laouali Dandah, afirmou aos meios de comunicação que os soldados responderam ao ataque e mataram três dos atiradores. Os outros, porém, conseguiram fugir.

O grupo de homens armados, que teve "cúmplices" e utilizou "recursos militares e armas de guerra", queimou um veículo e levou outro, acrescentou Dandah.

O funcionário disse que uma investigação foi aberta para determinar a identidade dos autores do ataque, cometido em uma área de grande "insegurança", onde é comum o tráfico de "drogas, armas e pessoas".

No começo do ano, sete soldados do Níger foram assassinados em circunstâncias similares na localidade de Tlemss, também perto da fronteira com Mali.

A região em questão é conhecida por ser um dos redutos da organização terrorista Al Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI). EFE oi/sc ultimosegundo.ig.com.br | 3/10/10 11:50 AM
Ataque perto da fronteira com Mali mata 5 soldados do N�ger
Homens armados não identificados mataram cinco soldados do Níger em um posto perto da fronteira com Mali, confirmou o Governo de transição do país, cujo presidente, Mamadou Tandja, foi derrubado por um golpe de Estado em 18 de fevereiro. noticias.terra.com.br | 3/10/10 10:50 AM
Nenhum dos membros de junta militar ser� candidato no N�ger
Os membros da junta militar do Níger e o governo de transição que se estabeleceu não poderão ser candidatos nas eleições prometidas pelo grupo, afirmou nesta quarta-feira, 24, o organismo que está no poder.   Veja também: Junta militar nomeia civil como premiê no Níger   A junta, que depôs o www.estadao.com.br | 2/24/10 11:34 PM
Junta militar nomeia civil como premi� no N�ger

A junta militar que tomou o poder no Níger após um golpe de Estado nomeou, nesta terça-feira, um civil como primeiro-ministro do país ...

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oglobo.globo.com | 2/23/10 11:39 PM
Junta militar nomeia civil como premi� no N�ger
A junta militar que tomou o poder no Níger após um golpe de Estado nomeou, nesta terça-feira, um civil como primeiro-ministro do país. Segundo os militares, Mahamadou Danda deverá ajudar a organizar a transição de poder até as eleições, que ainda não foram marcadas.Danda foi ministro durante o governo de transição que sucedeu o golpe militar de 1999. O período transitório conseguiu levar o país a um pleito eleitoral, vencido pelo atual presidente deposto, Mamadou Tandja.

Tandja foi capturado pelos militares ao lado de outros membros do gabinete de governo na última quinta-feira. A junta que assumiu o poder, autodenominada Conselho Supremo para Restauração da Democracia (CRSD), suspendeu a Constituição do país e dissolveu as instituições estatais.

Mas, no domingo, após uma reunião com representantes de uma missão internacional, os militares prometeram a realização das eleições e a criação de um comitê para reformular a Constituição do país.

Desde então, a junta já nomeou o líder do grupo, o coronel Salou Djibo, como presidente interino. Ele tem poderes para indicar e demitir ministros, inclusive o recém nomeado premiê, Mahamadou Danda.

Segundo o correspondente da BBC para assuntos da África Ocidental Caspar Leighton, ainda não é possível saber quanto poder Danda realmente terá, já que Djibo tem direito de tirá-lo do cargo.

Apesar de terem prometido que levarão o país às eleições, os militares não definiram a data do pleito.

Em entrevista à BBC, Mohamed Barzoum, vice-presidente de um dos partidos políticos mais importantes do país, o PNDS Taraya, disse que espera que o novo pleito seja realizado até o final do ano.

Instabilidade
O presidente Mamadou Tandja provocou uma crise política em agosto passado quando alterou a Constituição do país, que é rico em urânio, para permitir que ficasse no poder indefinidamente.

O governo e a oposição vêm mantendo um diálogo intermitente desde dezembro para tentar resolver a crise política do país.

Tandja, ex-oficial do Exército, foi eleito pela primeira vez em 1999 e ganhou novo mandato em uma eleição em 2004.

Seu atual paradeiro é desconhecido, mas acredita-se que os soldados o estejam mantendo em uma base militar no subúrbio de Niamey.

O Níger vem vivendo longos períodos de regime militar desde que ficou independente da França, em 1960.

É um dos países mais pobres do mundo, mas os partidários de Tandja alegam que sua década no poder trouxe um grau de estabilidade econômica.

Em sua gestão, a empresa energética francesa Areva começou a trabalhar na segunda maior mina de urânio do mundo, investindo o que se estima ser US$ 1,5 bilhão no projeto.

A Corporação Nacional de Petróleo da China assinou em 2008 um contrato de exploração de petróleo de US$ 5 bilhões com o país e com duração de três anos. ultimosegundo.ig.com.br | 2/23/10 11:37 PM
Junta militar do N�ger nomeia primeiro ministro
A junta militar que governa o Níger nomeou Mahamadou Danda como primeiro ministro do governo de transição, segundo nota lida na TV estatal nesta terça feira. O anúncio ocorre quatro dias depois do golpe militar que derrubou o presidente Mamadou Tandja, desgastado nos últimos meses devido às suas tentativas de permanecer no poder após o fim do seu segundo mandato no país africano, grande produtor de urânio. noticias.terra.com.br | 2/23/10 9:47 PM
Junta militar do N�ger nomeia primeiro-ministro
NIAMEI (Reuters) - A junta militar que governa o Níger nomeou Mahamadou Danda como primeiro-ministro do governo de transição, segundo nota lida na TV estatal nesta terça-feira. O anúncio ocorre quatro dias depois do golpe militar que derrubou o presidente Mamadou Tandja, desgastado nos últimos meses devido às suas tentativas de permanecer no poder após o fim do seu segundo mandato no país africano, grande produtor de urânio. Danda foi ministro da Informação no governo transitório que foi formado após o golpe anterior, em 1999, quando o Exército depôs o presidente e logo organizou eleições. Desde então, ele trabalhava como administrador.

A junta, oficialmente chamada Conselho Supremo para a Restauração da Democracia, inclui vários oficiais envolvidos no golpe de 1999. Os militares dizem planejar um retorno igualmente rápido à normalidade democrática.

Esse foi o quarto golpe no Níger desde o fim do colonialismo francês, em 1960. Em geral, a população aprovou o movimento, depois de vários meses de crise.

A comunidade internacional oficialmente criticou o golpe, mas diplomatas admitem reservadamente que ele ofereceu uma saída para um impasse que a negociação estrangeira não conseguira resolver.

(Reportagem de Abdoulaye Massalatchi e David Lewis) ultimosegundo.ig.com.br | 2/23/10 9:21 PM
L�der da Junta � o novo chefe de Estado e do governo de transi��o
Niamey, 22 fev (Lusa) - O líder da Junta que tomou o poder no Níger na semana passada num golpe de Estado, Salou Djibo, é o chefe de Estado e do governo num "período de transição", segundo um comunicado lido hoje na rádio. tv1.rtp.pt | 2/23/10 12:11 AM
L�der de junta militar assume 'governo de transi��o' no N�ger

O líder da junta militar que tomou o poder no Níger foi nomeado, nesta segunda-feira, chefe de Estado do que os militares chamam de "governo de transição" ...

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oglobo.globo.com | 2/22/10 11:29 PM
L�der de junta militar assume 'governo de transi��o' no N�ger
O líder da junta militar que tomou o poder no Níger foi nomeado, nesta segunda-feira, chefe de Estado do que os militares chamam de "governo de transição". Com a decisão, o coronel Salou Djibo, que lidera a junta autodenominada Conselho Supremo para Restauração da Democracia (CRSD), passa a ser o presidente interino do país africano e terá poderes para indicar e demitir ministros, inclusive o premiê.

"(A CRSD) é a maior autoridade para desenvolver e direcionar as políticas nacionais e é liderada por um presidente que irá exercer a função de chefe de Estado e de Governo", afirmaram os militares em um decreto lido na rádio estatal.

Segundo a junta, a nova estrutura de poder terá efeito apenas durante o período de transição. Os militares não afirmaram, no entanto, a duração desse período transitório.

No domingo, após uma reunião com representantes de uma missão internacional, os militares já haviam afirmado que criariam um órgão responsável pela elaboração da nova Constituição do Níger e que realizariam eleições.

Golpe

A junta assumiu o poder em um golpe de Estado na última quinta-feira após capturar o presidente, Mamadou Tandja, e membros do gabinete do governo.

Após a captura, os militares anunciaram a suspensão da Constituição e a dissolução de todas as instituições do Estado.

De acordo com os líderes da junta, o objetivo deles é restaurar a democracia e resgatar a população "da pobreza, do engodo e da corrupção".

Desde o golpe, o Níger já foi suspenso da União Africana (UA) e da Comissão da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (ECOWAS, na sigla em inglês).

O golpe foi condenado pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon e por diversos países, como os Estados Unidos e o Brasil.

Na capital, no entanto, parte da população apoia a tomada de poder pelos militares.

No sábado, milhares de pessoas foram às ruas na capital para demonstrar apoio ao golpe militar e segundo o correspondente da BBC em Niamey Caspar Leighton, a população parece continuar com as atividades normais.

Instabilidade

O presidente Mamadou Tandja provocou uma crise política em agosto passado quando alterou a Constituição do país, que é rico em urânio, para permitir que ficasse no poder indefinidamente.

O governo e a oposição vêm mantendo um diálogo intermitente desde dezembro para tentar resolver a crise política do país.

Tandja, ex-oficial do Exército, foi eleito pela primeira vez em 1999 e ganhou novo mandato em uma eleição em 2004. Seu atual paradeiro é desconhecido, mas acredita-se que os soldados o estejam mantendo em uma base militar no subúrbio de Niamey.

O Níger vem vivendo longos períodos de regime militar desde que ficou independente da França, em 1960. É um dos países mais pobres do mundo, mas os partidários de Tandja alegam que sua década no poder trouxe um grau de estabilidade econômica.

Em sua gestão, a empresa energética francesa Areva começou a trabalhar na segunda maior mina de urânio do mundo, investindo o que se estima ser US$ 1,5 bilhão no projeto.

A Corporação Nacional de Petróleo da China assinou em 2008 um contrato de exploração de petróleo de US$ 5 bilhões com o país e com duração de três anos.

Leia mais sobre Níger

ultimosegundo.ig.com.br | 2/22/10 11:27 PM
Chefe de junta no N�ger � nomeado chefe de Estado para "per�odo de transi��o"
Niamey, 22 fev (EFE).- O comandante Salou Djibo, chefe da junta militar que tomou o poder no Níger após o golpe de Estado de quinta-feira passada, foi nomeado chefe de Estado e Governo durante um "período de transição" para criar novas instituições no país.Em comunicado lido pela rádio estatal esta noite, o autodenominado Conselho Supremo para a Restauração da Democracia (CSRD), formado pelo grupo de oficiais que liderou a tomada do Palácio Presidencial, informou que Djibo "exercerá as funções de chefe de Estado e de Governo".

Segundo a nota, essa decisão se refere à "organização de poderes e à criação de novas instituições durante o período de transição", mas não diz a duração desse período.

O novo chefe do Estado ficará encarregado de nomear os diferentes ministros e de criar um órgão encarregado de elaborar um novo Código Penal e uma nova Constituição, que será submetida a plebiscito popular, segundo o CSRD.

Os militares golpistas derrubaram o presidente nigerino, Mamadou Tandja, após tomar o Palácio Presidencial na quinta-feira passada durante um Conselho de Ministros extraordinário.

Após reter Tandja e membros de seu Governo, os golpistas decretaram o toque de recolher, suspenderam as garantias constitucionais e fecharam as fronteiras do país.

No domingo, os autores do golpe de Estado deram garantias sobre o retorno à ordem constitucional e prometeram a elaboração de uma nova lei fundamental, mas não deram uma data para tanto, segundo os membros da missão conjunta da ONU, da União Africana (UA) e da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (Cedeao) enviados para Niamey, a capital do Níger.

Embora alguns ministros capturados no dia do golpe foram já tenha sido libertados, Tandja continua retido em um quartel militar nos arredores da capital. EFE io-jg/bba ultimosegundo.ig.com.br | 2/22/10 11:06 PM
Junta do N�ger assume poderes e nomeia governo interino
O comandante Salou Djibo, chefe da junta militar que tomou o poder no Níger após o golpe de Estado de quinta feira passada, foi nomeado chefe de Estado e Governo durante um "período de transição" para criar novas instituições no país. noticias.terra.com.br | 2/22/10 10:30 PM
Junta do N�ger assume poderes e vai nomear governo interino

NIAMEY (Reuters) - A junta militar do Níger anunciou na segunda-feira que assumirá todas as atribuições dos poderes Executivo e Legislativo até que haja eleições no país africano, mas que um governo provisório será nomeado ...

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oglobo.globo.com | 2/22/10 10:09 PM
Junta do N�ger assume poderes e vai nomear governo interino
A junta militar do Níger anunciou nesta segunda-feira que assumirá todas as atribuições dos poderes Executivo e Legislativo até que sejam realizadas eleições no país africano, mas que um governo provisório será nomeado.

O autointitulado Conselho Supremo para a Restauração da Democracia (CSRD) disse também que designará um órgão para redigir uma nova Constituição, a ser adotada em referendo antes da eventual eleição. A junta não citou prazos.

"O presidente do CSRD vai nomear por decreto um primeiro-ministro e também os outros membros do governo", disse nota transmitida pela rádio estatal.

A junta que derrubou o presidente Mamadou Tandja na quinta-feira prometeu transferir o poder aos civis quando o processo estiver concluído. Tandja enfrentava protestos nos últimos meses por causa da sua tentativa de permanecer no poder após o final do seu segundo mandato.

Embora formalmente criticado pela comunidade internacional, o golpe foi visto por muitos como uma oportunidade para um recomeço, após meses de frustradas negociações com apoio externo.

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ultimosegundo.ig.com.br | 2/22/10 10:09 PM
Miss�o da ONU em Niamey para avaliar situa��o ap�s golpe de Estado
Niamey, 21 fev (Lusa) - uma missão internacional com representantes da ONU e de países africanos chegou hoje a Niamey para se informar sobre a situação no Níger após o golpe de Estado militar que derrubou o Presidente Mamadou Tandja, segundo fontes locais. tv1.rtp.pt | 2/21/10 11:03 PM
Golpistas no N�ger garantem volta a ordem constitucional e nova Carta Magna
Niamey, 21 fev (EFE).- Os autores do golpe de Estado da quinta-feira passada no Níger deram hoje garantias sobre o retorno à ordem constitucional e prometeram a elaboração de uma nova lei fundamental, embora não tenham dado uma data para tanto.Foi o que revelaram membros da missão conjunta da ONU, da União Africana (UA) e da Comunidade Econômica dos Estados de África Ocidental (Cedeao) que está desde a manhã de hoje na capital do Níger, Niamey, para conversar com os golpistas e pedir a eles que o país retome "a via democrática o mais rapidamente possível".

A equipe é formada pelo argelino Said Djinnit, representante do secretário-geral da ONU para a África Ocidental; seu compatriota Ramtane Lamamra, comissário de paz e segurança da UA; e o presidente da comissão da Cedeao, o ganês Mohammed Ibn Chambas.

"A missão veio para ter um primeiro contato com a junta e conhecer suas intenções. Expressamos nosso desejo de ver o Níger restabelecer rapidamente a democracia e eles manifestaram sua boa disposição em fazê-lo", disse Lamamra à imprensa após uma reunião com os oficiais golpistas, que se apresentam como dirigentes do Conselho Supremo para a Restauração da Democracia (CSRD).

Segundo Lamamra, os autores do golpe de Estado que derrubou o presidente Mamadou Tandja se comprometeram a criar um conselho consultivo e um Governo de união nacional para o período de transição.

"Eles nos deram as garantias necessárias sobre o retorno à ordem constitucional e sobre a elaboração de uma nova Constituição. Vamos criar as condições para acompanhar este processo, a fim de que o Níger volte rapidamente à democracia", declarou Ibn Chambas.

Chambas explicou que os três membros da missão debateram com os golpistas os meios necessários para que "o país recupere, no menor prazo possível, uma via constitucional normalizada".

Também hoje, circularam informações contraditórias sobre os ministros retidos desde o dia do golpe de Estado. Segundo os golpistas anunciaram ontem, todos tinham sido libertados.

Um membro das forças armadas e de segurança, que pediu o anonimato, declarou à Agência Efe que alguns dos 32 ministros capturados na quinta-feira ainda estão em poder dos golpistas.

"Trata-se do primeiro-ministro, Ali Badjo Gamatie; do titular de Interior, Albade Abouba; de Defesa, Djida Amadou; de Economia e Finanças, Ali Lamine Zeine; de Assuntos Exteriores, Aïchatou Mindaoudou; de Justiça, Garba Lompo; de Minas e Energia, Mohammed Abdoulahi, e de Equipamento, Lamido Moumouni Harouna", afirmou a fonte.

Por outro lado, um porta-voz do CSRD assegurou hoje que apenas três membros do Governo continuam retidos, no caso o primeiro-ministro e os titulares de Interior e Finanças, já que, acrescentou, "devemos proteger sua segurança".

O porta-voz também disse que Tandja está em um lugar pertencente à intendência da Presidência e está "em muito boas condições".

O coronel Djibrilla Hima Hamidou, do CSRD, ressaltou que qualquer ideia de um julgamento de Tandja está descartada. EFE oi-sk/bba ultimosegundo.ig.com.br | 2/21/10 10:41 PM
Golpistas no N�ger garantem volta a ordem e nova Carta Magna
Os autores do golpe de Estado da quinta feira passada no Níger deram neste domingo garantias sobre o retorno à ordem constitucional e prometeram a elaboração de uma nova lei fundamental, embora não tenham dado uma data para tanto. noticias.terra.com.br | 2/21/10 9:55 PM
Junta promete realizar elei��es no N�ger

Os líderes da junta militar que tomou o poder no Níger teriam concordado em realizar eleições e estabelecer uma nova constituição, segundo o chefe da missão internacional que chegou neste domingo ao país ...

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oglobo.globo.com | 2/21/10 7:35 PM
Junta promete realizar elei��es no N�ger
Os líderes da junta militar que tomou o poder no Níger teriam concordado em realizar eleições e estabelecer uma nova constituição, segundo o chefe da missão internacional que chegou neste domingo ao país. "Nós discutimos com os membros da junta como o país pode voltar à vida constitucional normal o mais rápido possível.Eles nos deram as garantias necessárias e tudo será feito com a participação da sociedade civil e dos partidos políticos", disse Mohamed Ibn Chambas, que também é presidente da Comissão da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (ECOWAS, na sigla em inglês).

As declarações foram feitas após uma reunião entre a delegação internacional e representantes da junta militar.

Além de Chambas, que lidera a missão, a delegação internacional é composta ainda pelo representante do secretário-geral da ONU na África Ocidental, Said Djinnit e o comissário de Paz e Segurança da União Africana (UA), Ramtane Lamamra.

Apesar do anúncio sobre a disposição dos militares em retomar a democracia no país, Chambas não afirmou quando as eleições seriam realizadas.

Um porta-voz da junta confirmou que os militares estariam dispostos a criar uma nova constituição e em retomar a ordem constitucional.

Golpe
Na última quinta-feira, os militares capturaram o presidente, Mamadou Tandja, e membros do gabinete do governo e anunciaram a suspensão da Constituição e a dissolução de todas as instituições do Estado.

Neste domingo, os golpistas afirmaram que o presidente está sendo mantido dentro do palácio presidencial e estaria em "boas condições".

De acordo com os líderes da junta, o objetivo deles é restaurar a democracia e resgatar a população "da pobreza, do engodo e da corrupção".

Pouco se sabe sobre o líder do golpe, coronel Djibo. Como comandante da "zona militar 1", encarregada de Niamey e das regiões de Dosso e Tillaberi, ele controla 40% do arsenal militar.

Um outro golpista, coronel Djibrilla Hima Hamidou, foi porta-voz da junta responsável pelo último golpe militar no país, em 1999.

O presidente do Níger foi assassinado durante aquela tomada de poder, mas a democracia foi restaurada em menos de um ano.

Um ativista da oposição, Mahamadou Karijo, cujo Partido para a Democracia e Socialismo vem fazendo uma oposição ferrenha ao regime de Tandja, elogiou os soldados por "lutar contra a tirania".

"Eles se comportam como dizem - eles não estão interessados em liderança política. Eles vão lutar para salvar o povo nigerino de qualquer tipo de tirania", afirmou à BBC.

Segundo o correspondente da BBC na capital Niamey, Caspar Leighton, a cidade permanece calma no terceiro dia após o golpe e as pessoas parecem continuar com suas atividades normais.

No sábado, milhares de pessoas foram às ruas na capital para demonstrar apoio ao golpe militar.

Artilharia pesada
Tandja provocou uma crise política em agosto passado quando alterou a Constituição do país, que é rico em urânio, para permitir que ficasse no poder indefinidamente.

A Ecowas, que suspendeu o Níger da organização depois da iniciativa de Tandja, disse ter "tolerância zero" em relação a mudanças constitucionais feitas por governos.

"Nós condenamos o golpe de Estado, assim como condenamos o golpe de Estado à Constituição dado por Tandja", disse Abdel Fatau Musa, representante da Ecowas, em entrevista à BBC.

Ele disse que o grupo já enviou uma equipe para o Níger e vai manter sanções "até que a ordem constitucional seja restaurada".

História de instabilidade
O governo e a oposição vêm mantendo um diálogo intermitente desde dezembro para tentar resolver a crise política do país.

Tandja, ex-oficial do Exército, foi eleito pela primeira vez em 1999 e ganhou novo mandato em uma eleição em 2004.

Seu atual paradeiro é desconhecido, mas acredita-se que os soldados o estejam mantendo em uma base militar no subúrbio de Niamey.

O Níger vem vivendo longos períodos de regime militar desde que ficou independente da França, em 1960.

É um dos países mais pobres do mundo, mas os partidários de Tandja alegam que sua década no poder trouxe um grau de estabilidade econômica.

Em sua gestão, a empresa energética francesa Areva começou a trabalhar na segunda maior mina de urânio do mundo, investindo o que se estima ser US$ 1,5 bilhão no projeto.

A Corporação Nacional de Petróleo da China assinou em 2008 um contrato de exploração de petróleo de US$ 5 bilhões com o país e com duração de três anos. ultimosegundo.ig.com.br | 2/21/10 7:32 PM
N�ger: ONU no terreno para avaliar situa��o
Uma missão internacional com representantes da Organização das Nações Unidas e de vários países africanos chegou hoje a Níger para se informar sobre os últimos acontecimentos. tvnet.sapo.pt | 2/21/10 2:03 PM
Libertados membros do Governo de N�ger detidos por golpistas
Os membros do Governo do Níger detidos pelos autores do golpe de Estado ocorrido na quinta-feira passada foram libertados hoje, confirmou à Agência Efe uma fonte próxima à oposição.

"Os ministros que tinham sido detidos por oficiais do Conselho Supremo para a Restauração da Democracia (CSRD) recuperaram a liberdade e se reuniram com suas famílias", disse a fonte, segundo a qual a decisão foi adotada nesta manhã e aplicada horas depois.

Os membros do gabinete foram detidos pelos golpistas durante o assalto ao palácio presidencial nigerino na quinta-feira passada, quando participavam de um conselho de Governo presidido pelo chefe de Estado deposto, Mamadou Tandja.

Após o sucesso de sua ação e a captura do presidente, os golpistas distribuíram os ministros por diferentes quartéis da capital nigerina.

Tandja foi levado para um campo militar na região de Dosso, no oeste do país e a cerca de 140 quilômetros de Niamey. Ainda não se sabe a sua atual situação.

Os dirigentes do CSRD anunciaram a dissolução do Governo, a suspensão da Constituição, a instauração do toque de recolher e o fechamento das fronteiras do Níger.

Leia mais sobre golpe no Níger.

ultimosegundo.ig.com.br | 2/20/10 10:05 PM
Golpistas no N�ger libertam membros do governo que estavam detidos
Os membros do governo do Níger detidos pelos autores do golpe de Estado ocorrido na quinta-feira passada foram libertados hoje, confirmou uma fonte próxima à oposição. "Os ministros que tinham sido detidos por oficiais do CSRD [Conselho Supremo para a Restauração da Democracia] recuperaram a liberdade e se reuniram com suas famílias", disse a fonte à agência de notícias Efe, segundo a qual a decisão foi adotada nesta manhã e aplicada horas depois. Os membros do gabinete foram detidos pelos golpistas durante o assalto ao palácio presidencial nigerino na quinta-feira passada, quando participavam de um conselho de governo presidido pelo chefe de Estado deposto, Mamadou Tandja. Leia mais (20/02/2010 - 20h09) redir.folha.com.br | 2/20/10 8:55 PM
O povo est� com os militares do N�ger
No Níger, os militares receberam o apoio maciço da população. E a oposição apelou à realização de eleições livres e transparentes. O capitão… pt.euronews.net | 2/20/10 6:57 PM
Brasil repudia golpe no N�ger e pede ordem constitucional
O Governo brasileiro manifestou seu "repúdio" ao golpe militar que na quinta feira passada derrubou o presidente do Níger, Mamadou Tandja, e pediu serenidade e o restabelecimento da ordem constitucional e democrática. noticias.terra.com.br | 2/20/10 4:13 PM
Dez mil manifestam apoio ao golpe de Estado no N�ger
Um total de 10 mil nigerinos se reuniram neste sábado em Niamey em uma manifestação de apoio aos militares que derrubaram na quinta feira o presidente Mamadou Tandja. noticias.terra.com.br | 2/20/10 12:24 PM
Manifesta��o em Nyaney para apoiar golpe de Estado
Nyamey, 20 fev (Lusa) - Cerca de dez mil nigerianos estiveram concentrados hoje de manhã em Niamey numa manifestação de apoio aos militares que na quinta-feira derrubaram do poder o presidente Mamadou Tandja, segundo fontes locais. tv1.rtp.pt | 2/20/10 12:17 PM
N�ger: Manifesta��o em Nyaney para apoiar golpe de Estado
Nyamey, 20 fev (Lusa) - Cerca de dez mil nigerianos estiveram concentrados hoje de manhã em Niamey numa manifestação de apoio aos militares que na quinta-feira derrubaram do poder o presidente Mamadou Tandja, segundo fontes locais. aeiou.expresso.pt | 2/20/10 10:52 AM
Ban Ki-moon condenou golpe de Estado
Nova Iorque, 20 fev (Lusa) - O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, condenou o golpe de Estado no Níger e apelou ao respeito pelo estado de direito e pelos direitos do homem, declarou sexta feira o seu serviço de imprensa em comunicado. tv1.rtp.pt | 2/20/10 9:17 AM
Regresso da calma ao Niger
Um dia depois do golpe de estado, o Niger parece viver em tranquilidade. Os partidos da oposição estão a convocar manifestações de apoio à junta… pt.euronews.net | 2/20/10 8:36 AM
Chefe da ONU condena golpe militar em N�ger

NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, condenou nesta sexta-feira um golpe em Níger e pediu às novas autoridades do país que cumpram as promessas de restaurar a ordem constitucional ...

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oglobo.globo.com | 2/20/10 12:33 AM
ONU condena golpe de Estado no N�ger
Nações Unidas, 19 fev (EFE).- O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, condenou hoje o golpe de Estado de ontem no Níger e expressou a disposição do organismo internacional para ajudar a resolver a crise de forma pacífica e duradoura.Ban "condena o golpe de Estado no Níger e reitera sua desaprovação de toda mudança anticonstitucional de Governo, assim como toda tentativa de permanecer no poder por meios não-constitucionais", afirmou seu porta-voz, Martin Nesirky, por meio de um comunicado.

Um grupo de militares ocupou ontem à força o palácio presidencial de Niamey (capital) e deteve o presidente, Mamadou Tandja, e vários ministros. Após assumir o poder, decretou a suspensão da Constituição e a dissolução de todas as instituições do Estado.

Posteriormente, o grupo decretou toque de recolher e fechou as fronteiras.

O responsável da ONU "leva em conta a declaração do grupo de que sua intenção é restabelecer a ordem constitucional no Níger", afirmou o porta-voz. Ban também pede ao grupo para "trabalhar para conseguir em prol desse objetivo de maneira pactuada e inclusiva, com o conjunto da sociedade nigerina".

Além disso, o comunicado pede "calma e respeito do estado de direito no Níger, da mesma forma que dos direitos humanos".

Ban reiterou, além disso, a disponibilidade das Nações Unidas para apoiar "as iniciativas que busquem resolver a crise política e constitucional de Níger de maneira pacífica e duradoura".

A ONU, mediante o representante especial do secretário-geral para a África Ocidental, já trabalha em estreita colaboração com a União Africana e a Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (Cedeao) para resolver a crise. EFE emm/sa ultimosegundo.ig.com.br | 2/20/10 12:29 AM
Chefe da ONU condena golpe militar em N�ger
NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, condenou nesta sexta-feira um golpe em Níger e pediu às novas autoridades do país que cumpram as promessas de restaurar a ordem constitucional. Em comunicado cuidadosamente equilibrado, divulgado pelo seu escritório de imprensa, Ban também criticou o presidente deposto Mamadou Tandja por tentar seguir no poder após seu segundo mandato. Ban "condena o golpe de Estado que aconteceu em Níger", afirma o comunicado, que acrescenta que o secretário-geral também "reitera sua desaprovação a mudanças inconstitucionais no governo, assim como tentativas de seguir no poder por meios inconstitucionais".

O golpe de quinta-feira na nação da África Ocidental, produtora de urânio, provocou condenação internacional. Ele aconteceu após meses de grandes tensões por conta das reformas constitucionais realizadas por Tandja em 2009, que incluíam a ampliação de sua permanência no poder para além de seu segundo mandato, que se encerra em dezembro.

(Reportagem de Basil Katz) ultimosegundo.ig.com.br | 2/20/10 12:29 AM
ONU condena golpe de Estado no N�ger
O secretário geral da ONU, Ban Ki moon, condenou nesta sexta feira o golpe de Estado no Níger e expressou a disposição do organismo internacional para ajudar a resolver a crise de forma pacífica e duradoura. noticias.terra.com.br | 2/20/10 12:15 AM
N�ger � suspenso da Uni�o Africana ap�s golpe de Estado

A União Africana (UA) suspendeu o Níger da organização nesta sexta-feira como uma forma de condenação ao golpe de Estado ocorrido no país na última quinta-feira ...

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oglobo.globo.com | 2/19/10 11:55 PM
Manifesta��es de apoio ao golpe, Estados Unidos apelam ao regresso da democracia
Niamey, 19 fev (Lusa) - Os Estados Unidos apelaram hoje a um "rápido regresso" da democracia ao Níger através de eleições transparentes, depois do golpe de Estado de quinta feira, enquanto que no país centenas de pessoas apoiaram a deposição do presidente Mamadou Tandja. tv1.rtp.pt | 2/19/10 11:40 PM
Fim do recolher obrigat�rio, fronteiras terrestres e a�reas abertas - Conselho militar
Niamey, 19 fev (Lusa) - O conselho militar, que na quinta feira derrubou o poder no Níger, vai levantar o recolher obrigatório e abrir as fronteiras terrestres e aéreas do país, anunciou hoje um porta-voz. tv1.rtp.pt | 2/19/10 10:25 PM
Ex-paquito que vive no N�ger teme por futuro do pa�s ap�s golpe
Alexandre Canhoni, que foi o paquito Xand, vive há oito anos no Níger. Último lugar em desenvolvimento humano, país sofreu golpe militar. g1.globo.com | 2/19/10 9:54 PM
Militares promovem golpe de Estado no N�ger
Um grupo de militares do Níger depôs o presidente Mamadou Tandja e dissolveu o Governo do país. A rádio e a televisão do Estado africano foram controladas pelo Conselho Supremo para a Restauração da Democracia, que também suspendeu a Constituição e demais instituições do Estado. As fronteiras foram encerradas. França, CEDEAO e União Africana condenaram o golpe de Estado. tv1.rtp.pt | 2/19/10 8:55 PM
N�ger � suspenso da Uni�o Africana ap�s golpe de Estado
A União Africana (UA) suspendeu o Níger da organização nesta sexta-feira como uma forma de condenação ao golpe de Estado ocorrido no país na última quinta-feira. "O Níger está suspenso de todas as atividades da UA.Enquanto isso, continuaremos com o processo de ajudá-los a retornar à ordem constitucional", disse Mull Sebujja Katende, chefe do Conselho de Paz e Segurança da União Africana.

Segundo ele, a organização estaria impondo sanções contra o Níger e teria ordenado o retorno à ordem constitucional.

Mais cedo, outra organização africana, a Comunidade Econômica das Nações do Oeste da África (Ecowas, em inglês), que reúne 16 países, "condenou totalmente" a derrubada do presidente, Mamadou Tandja, e enviou uma missão para conversar com os autores do golpe.

Um ativista da oposição, no entanto, disse à BBC que os soldados eram "patriotas honestos" que estavam lutando contra a tirania.

'Situação estável'
Nesta sexta-feira, um porta-voz da junta militar que tomou o poder, Goukoye Abdoulkarim, disse à BBC que a situação no país está "sob controle". Segundo ele, as fronteiras teriam sido abertas e o toque de recolher foi suspenso.

"Nesse momento, a situação é calma, estável e todas as nossas tropas que estão nas ruas são capazes de controlar a situação", disse.

A declaração foi feita um dia após o tumulto causado pelo golpe na capital, Niamey.

Em um pronunciamento transmitido pela TV na noite de quinta-feira, um porta-voz dos golpistas anunciou que a Constituição foi suspensa e todas as instituições do Estado foram dissolvidas.

Os golpistas disseram que o objetivo deles é restaurar a democracia e resgatar a população "da pobreza, do engodo e da corrupção".

Segundo os relatos locais, os tiroteios no entorno do palácio presidencial deixaram vários mortos na quinta-feira.

Militares capturaram o presidente Tandja enquanto ele participava de sua reunião ministerial semanal, afirmou à BBC uma fonte do governo.

Pouco se sabe sobre o líder do golpe, coronel Djibo. Como comandante da "zona militar 1", encarregada de Niamey e das regiões de Dosso e Tillaberi, ele controla 40% do arsenal militar.

Um outro golpista, coronel Djibrilla Hima Hamidou, foi porta-voz da junta responsável pelo último golpe militar no país, em 1999.

O presidente do Níger foi assassinado durante aquela tomada de poder, mas a democracia foi restaurada em menos de um ano.

Um ativista da oposição, Mahamadou Karijo, cujo Partido para a Democracia e Socialismo vem fazendo uma oposição ferrenha ao regime de Tandja, elogiou os soldados por "lutar contra a tirania".

"Eles se comportam como dizem - eles não estão interessados em liderança política. Eles vão lutar para salvar o povo nigerino de qualquer tipo de tirania", afirmou à BBC.

Artilharia pesada
Tandja provocou uma crise política em agosto passado quando alterou a Constituição do país, que é rico em urânio, para permitir que ficasse no poder indefinidamente.

A Ecowas, que suspendeu o Níger da organização depois da iniciativa de Tandja, disse ter "tolerância zero" em relação a mudanças constitucionais feitas por governos.

"Nós condenamos o golpe de Estado, assim como condenamos o golpe de Estado à Constituição dado por Tandja", disse Abdel Fatau Musa, representante da Ecowas, em entrevista à BBC.

Ele disse que o grupo já enviou uma equipe para o Níger e vai manter sanções "até que a ordem constitucional seja restaurada".

O correspondente da BBC na capital do Níger, Idy Baraou, disse na manhã desta sexta-feira que as pessoas parecem estar agindo de maneira normal na cidade, indo a mesquitas e a lojas.

Segundo Baraou, não há uma presença militar óbvia nas ruas, mas foi instalada artilharia pesada em volta do palácio presidencial.

A rádio estatal vem transmitindo marchas militares pela madrugada, e a emissora de TV estatal Tele Sahel continua a exibir ao vivo um campeonato tradicional de luta livre.

História de instabilidade
O governo e a oposição vêm mantendo um diálogo intermitente desde dezembro para tentar resolver a crise política do país.

Tandja, ex-oficial do Exército, foi eleito pela primeira vez em 1999 e ganhou novo mandato em uma eleição em 2004.

Seu atual paradeiro é desconhecido, mas acredita-se que os soldados o estejam mantendo em uma base militar no subúrbio de Niamey.

O Níger vem vivendo longos períodos de regime militar desde que ficou independente da França, em 1960.

É um dos países mais pobres do mundo, mas os partidários de Tandja alegam que sua década no poder trouxe um grau de estabilidade econômica.

Em sua gestão, a empresa energética francesa Areva começou a trabalhar na segunda maior mina de urânio do mundo, investindo o que se estima ser US$ 1,5 bilhão no projeto.

A Corporação Nacional de Petróleo da China assinou em 2008 um contrato de exploração de petróleo de US$ 5 bilhões com o país e com duração de três anos. ultimosegundo.ig.com.br | 2/19/10 8:41 PM

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