Notícias : República Centro-Africana
| Anunciados combates no Norte da Rep�blica Centro-Africana A principal cidade do Norte da República Centro-Africana (RCA),
Birao, está a ser desde a madrugada ... ONU vai retirar tropas de Chade e Rep�blica Centro Africana O Conselho de Segurança acordou nesta terça feira retirar
antes do fim do ano todos os membros da missão de paz da ONU no
Chade e na República Centro Africana (Minurcat), como tinha sido
pedido pelo Governo chadiano.
noticias.terra.com.br |
5/25/10 6:55 PM
ONU amplia em 2 semanas miss�es de paz na �frica central O Conselho de Segurança das Nações Unidas ampliou
nesta quarta feira até o dia 26 o mandato da missão do
organismo na República Centro Africana e no Chade (Minurcat, na
sigla em inglês), para dar mais tempo para responder à
exigência do Governo chadiano para a retirada dos oficiais da ONU
do país.
noticias.terra.com.br |
5/12/10 3:57 PM
Inseguran�a obstrui assist�ncia humanit�ria - Cruz Vermelha Bangui, 02 mai (Lusa) - O Comité Internacional da Cruz Vermelha
(CICR) lamentou uma situação "preocupante" em
várias regiões da República Centro-Africana devido
a ataques e à insegurança que obstrui a assistência
humanitária, segundo um texto divulgado sábado.
tv1.rtp.pt |
5/2/10 7:51 AM
Escrut�nio � uma "farsa" e uma "trag�dia" para os sudaneses - Victor �ngelo Lisboa, 09 abr (Lusa) - O antigo responsável da ONU na
República Centro-Africana e Chade Victor Ângelo considerou
hoje que as eleições gerais que se realizam este fim de
semana no Sudão «são uma farsa» e «uma
tragédia para os sudaneses».
tv1.rtp.pt |
4/9/10 8:38 PM
HRW denuncia massacre de 321 civis pela guerrilha na RDC em dezembro passado Johanesburgo, 28 mar (EFE).- O movimento rebelde ugandense do
Exército de Resistência do Senhor (LRA, em inglês)
matou pelo menos 321 civis em quatro dias de incursões no
nordeste da República Democrática do Congo (RDC) em
dezembro do ano passado, revela hoje a organização Human
Rights Watch (HRW) em sua página da internet.Os assassinatos
aconteceram na área de Makombo e, ao se retirarem, os rebeldes
ugandenses levaram 250 pessoas sequestradas, incluindo 80
crianças, assinala Anneke van Woudenberg, a principal
investigadora da HRW na África, em um relatório. "O massacre de Makombo é um dos piores cometidos pelo LRA em seus 23 anos de história sangrenta e mesmo assim, não se informou dela durante meses", segundo Van Woudenberg, para quem isto demonstra que o LRA continua sendo uma grave ameaça para os civis e não foi neutralizado, como afirmam as autoridades de Uganda e da RDC. Os insurgentes do LRA, obrigados pelo Exército de Uganda a abandonar o norte do país em 2006, estabeleceram novas bases no nordeste da RDC, no sul do Sudão e no leste da República Centro-Africana, onde atacam a população para se abastecerem de comida e sequestrar jovens que usam como serventes. EFE jm/ma ultimosegundo.ig.com.br | 3/28/10 9:38 AM BBC descobre evid�ncias de massacre no Congo A BBC descobriu evidências de um massacre recente de mais de 300
pessas na República Democrática do Congo. Os assassinos
seriam integrantes do grupo rebelde Lord's Resistence Army
(Exército de Resistência do Senhor em português ou
LRA na sigla em inglês), grupo paramilitar criado há mais
de 20 anos com o objetivo de transformar Uganda em uma teocracia.Hoje o
grupo opera também no Congo, Sudão e República
Centro Africana. Um reporter da BBC que esteve no nordeste congolês disse que os rebeldes atacaram vilas remotas da região durante cinco dias em dezembro. Ataques Os guerrilheiros do LRA, alguns vestidos como soldados do Congo, atacaram casas, saquearam, estruparam e sequestraram crianças, meninos para serem soldados e meninas para atuarem como escravas sexuais. Em um dos ataques, os rebeldes obrigaram os moradores locais a carregar pesados sacos com mantimentos em uma marcha por quilômetros. Os que não conseguiam acompanhar o ritmo de caminhada ou tentavam fugir eram mortos com golpes de machado ou pedaços de pau, segundo testemunhas. A ONU escutou rumores de que ocorreria um ataque por volta do natal e reforçou a segurança em cidades maiores da região mas não nas vilas remotas onde a violência acabou acontecendo. Os governo de Uganda, Congo Sudão lançaram uma campanha em 2008 para 'dizimar' o LRA mas esta não atingiu o objetivo e em dezembro daquele ano, o grupo atacou igrejas e vilas, matando pelo menos 900 pessoas e forçando milhares a deixarem suas casas, de acordo com dados da ONU. A ong Human Rights Watch disse que este é um dos piores massacres já realizados pelo LRA. Anneke van Woundenberg, porta voz da ong, disse que o massacre fornece "provas claras" da capacidade atual do LRA. "Ao invés de ignorar os fatos, os governos da região e tropas de paz da ONU deveriam coordenar seus esforços para proteger civis e desenvolver uma estratégia competente para resolver o problema do LRA de uma vez por todas", disse ela. ultimosegundo.ig.com.br | 3/28/10 12:03 AM Miss�es da ONU em alguns pa�ses violaram regras, diz relat�rio Por Patrick Worsnip NAÇÕES UNIDAS (Reuters) -
Missões da Organização das Nações
Unidas (ONU) em vários países turbulentos negligenciaram
procedimentos de segurança e controles financeiros, expondo a
entidade a riscos desnecessários, segundo um relatório
interno divulgado nesta terça-feira. A investigação
do Escritório para os Serviços de Supervisão
Interna (Oios, na sigla em inglês), abrangendo 2009, encontrou
problemas em vários países, mas abordou especialmente as
missões da ONU no Sudão, na República
Democrática do Congo e no Iraque. O relatório "salienta deficiências nos controles internos em uma variedade de áreas, da gestão de contratos às operações aéreas, que expõem (a ONU) a riscos desnecessários", disse Inga-Britt Ahlenius, diretora do Oios, em um prefácio. "O desrespeito aos procedimentos-padrão de operação, o mau planejamento e a gestão inadequada são apenas alguns poucos tipos de deficiências identificadas", acrescentou. Na violenta região sudanesa de Darfur, o Oios concluiu que as precauções e os preparativos de segurança eram inadequados para a força conjunta da ONU e da União Africana, hoje com cerca de 20 mil soldados e policiais. Essa força, chamada Unamid, perdeu 22 integrantes desde seu início, em 2008, mas já fez melhorias depois de receber recomendações do Oios para "medidas urgentes", diz o relatório de 23 páginas. O texto, encomendado pela Assembleia Geral da ONU, também critica a Unamid por superfaturar compras de combustível em 4,7 milhões de dólares, ao ser incapaz de verificar adequadamente as faturas. CONGO E IRAQUE A respeito da missão no Congo, que se chama Monuc e tem 22 mil policiais e soldados, o relatório critica os controles físicos "frágeis" no acesso aos caixas e cofres, mas não informa se houve desvio de dinheiro. O Oios também investigou denúncias de abusos sexuais por parte de soldados da ONU, e concluiu que alguns deles aparentemente cometeram exploração sexual e abusos contra menores em vários campos de refugiados entre 2007 e 2009. O relatório não entrou em detalhes. Só no último ano, houve quase 60 denúncias de abusos sexuais contra a Monuc, segundo um site da ONU (http://cdu.unlb.org/). Outra crítica do Oios foi quanto à manutenção das pistas de pouso da Monuc no Congo, que estariam descumprindo regras da Organização Internacional da Aviação Civil. No Iraque, o departamento concluiu que a missão Unami, inteiramente civil, concedeu um contrato de 3 milhões de dólares, referente à instalação de proteção no forro das acomodações dos funcionários, depois de receber uma só proposta. Além disso, a Unami violou regras por não ter revisto e atualizado regularmente seu plano de segurança, disse o Oios. A respeito da República Centro-Africana, a investigação apontou falhas nos controles internos que estariam colocando os recursos da missão da ONU "em risco de fraude, desperdício ou má gestão", e que isso teria levado também a pagamentos errôneos de funcionários e a discrepâncias em extratos bancários. ultimosegundo.ig.com.br | 3/23/10 11:59 PM Fran�a anuncia liberta��o de volunt�rios na �frica O ministro de Assuntos Exteriores da França, Bernard Kouchner,
anunciou neste domingo a libertação de dois
voluntários franceses que tinham sido sequestrados no dia 22 de
novembro de 2009 na República Centro Africana.
noticias.terra.com.br |
3/14/10 5:35 PM
Governo centro-africano diz ter frustrado tentativa de golpe O governo da República Centro-africana anunciou, neste
sábado, ter frustrado um plano de golpe de Estado previsto para
15 de março, segundo um comunicado gravado em rádio,
obtido pela AFP. cs/pdw/mvv
ultimosegundo.ig.com.br |
3/13/10 10:41 PM
Governo centro africano diz ter frustrado tentativa de golpe O governo da República Centro africana anunciou, neste
sábado, ter frustrado um plano de golpe de Estado previsto para
15 de março, segundo um comunicado gravado em rádio.
noticias.terra.com.br |
3/13/10 10:34 PM
Governo centro-africano diz ter frustrado tentativa de golpe O governo da República Centro-Africana anunciou, neste
sábado, ter frustrado um plano de golpe de Estado previsto para
15 de março, segundo um comunicado gravado em rádio,
obtido pela AFP. O ministro da Segurança Nacional e da Ordem
Pública, Jules Bernard Ouandé, afirmou que dispunha
"desde a noite de sexta-feira" de informações
relacionadas com este complô, no qual estariam envolvidos
vários militares e personalidades políticas que ele se
negou a identificar. Leia mais (13/03/2010 - 20h20)
redir.folha.com.br |
3/13/10 9:19 PM
Miss�o de paz no Chade e na Rep�blica Centro-Africana prolongada Nova Iorque, 12 mar (Lusa) - A missão de paz da ONU no Chade e na
República Centro-Africana vai prolongar-se por mais dois meses
para a organização ganhar tempo para negociar com o
governo chadiano a possível retirada dos capacetes azuis.
tv1.rtp.pt |
3/13/10 12:06 AM
ONU: Miss�o de paz no Chade e na Rep�blica Centro-Africana prolongada Nova Iorque, 12 mar (Lusa) - A missão de paz da ONU no Chade e na
República Centro-Africana vai prolongar-se por mais dois meses
para a organização ganhar tempo para negociar com o
governo chadiano a possível retirada dos capacetes azuis.
aeiou.expresso.pt |
3/12/10 10:35 PM
BBC registra imagem de esp�cie rara de elefante na �frica Um novo documentário da BBC exibe imagens e revela detalhes sobre
a vida de um dos animais terrestres menos conhecidos do planeta: o
elefante das florestas na África Central. Poucos destes enormes
mamíferos já foram vistos, e ninguém sabe ao certo
quantos existem no planeta - a espécie Loxodonta cyclotis foi
descoberta há apenas alguns anos, até então
acreditava-se ser uma subespécie do elefante africano.Para
desvendar os mistérios desses elefantes, cientistas da
universidade de Cornell, nos Estados Unidos, passaram meses escutando os
sons que eles fazem na Área de Conservação de
Kakum, em Gana. No início de março, os cientistas publicaram os resultados dessa pesquisa acústica, que descobriu a presença de entre 294 e 350 animais na região. No documentário Forest Elephants: Rumbles in the Jungle, que vai ao ar na Grã-Bretanha nesta quinta-feira, os mesmos cientistas que participaram deste estudo se juntam à especialista em elefantes Andrea Turkalo para escutar elefantes da floresta na República Centro-Africana. Escuta de elefantes Como parte do Projeto de Escuta de Elefantes, o trabalho da equipe é abrir uma janela na vida destes animais. Os elefantes da floresta são menores do que os os elefantes africanos mais comuns (Loxodonta africana) - cerca de 50 cm mais baixos, em média, para fêmeas de 2 metros e machos de 2,4 metros. As orelhas destes elefantes também são mais arredondadas, e o marfim é mais rosado, e muito valioso. Por isso, a espécie é muito visada por caçadores. O perigo é ainda mais patente por causa do fácil acesso a armas na África Central, após décadas de conflitos armados. No entanto, o habitat em que os elefantes vivem dificulta o seu estudo científico. Além disso, eles vivem em grupos menores do que os seus primos mais altos. A especialista Andrea Turkalo estuda estes elefantes há 20 anos e conta com a ajuda de alguns pigmeus Ba'Aka para localizá-los. Mesmo assim, grande parte das observações de Turkalo foram ralizadas em Dzanga Bai, uma espécie de santuário no coração da floresta da República Centro-Africana. Neste local, podem ser vistos até 140 elefantes em um só dia. Ao longo das décadas, Turkalo já identificou 4 mil indivíduos e produziu os primeiros dados detalhados sobre a vida da espécie. Além do som dos elefantes, os cientistas capturaram sons de serras elétricas, veículos e tiros no parque em Gana. ultimosegundo.ig.com.br | 3/3/10 6:50 PM Gangues globais exploram pontos cegos para tr�fico, diz ONU Por Louis Charbonneau NAÇÕES UNIDAS (Reuters) -
Traficantes e quadrilhas internacionais estão explorando grandes
lacunas geográficas na cobertura de radares, satélites e
outros equipamentos, disse nesta quarta-feira a principal autoridade da
ONU para o combate à criminalidade. Antonio Maria Costa, chefe do
Escritório da ONU sobre Drogas e Crime (Unodc, na sigla em
inglês), disse a membros do Conselho de Segurança das
Nações Unidas que os países precisam melhorar seus
sistemas de compartilhamento de informações. "Precisamos de uma mudança de atitude", disse Costa ao Conselho. "É hora de considerar o compartilhamento de informações como uma forma de fortalecer a soberania, não de entregá-la." O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, também fez um alerta ao Conselho: "Até agora, a cooperação entre governos está ficando para trás da cooperação entre as redes do crime organizado." Costa afirmou ainda que o crime organizado está explorando a instabilidade em regiões de conflito. "Isso cria um círculo vicioso (em que) a vulnerabilidade atrai o crime, o crime por sua vez aprofunda a criminalidade. Numa reação em cadeia, crises humanitárias se seguem, o desenvolvimento para, e forças de paz são mobilizadas." O italiano pediu que o Conselho de Segurança promova a ratificação da Convenção da ONU contra o Crime Organizado Transnacional, que foi estabelecida há dez anos, mas ratificada apenas por um terço dos países, com uma implementação que ele considera "incompleta". O Conselho aprovou por unanimidade uma declaração pedindo aos Estados da ONU que reforcem a cooperação regional e internacional entre si e com o Unodc para o combate ao narcotráfico. Um novo relatório divulgado pela agência, chamado "Crime e Instabilidade: estudos de caso das ameaças transnacionais" ilustra o problema das falhas na vigilância. Exemplos incluem o intenso tráfico de cocaína da América Latina através da África Ocidental, os carregamentos de heroína do Afeganistão e outros lugares para a Ásia e Europa, o contrabando de minérios na República Democrática do Congo e na República Centro-Africana, e a pirataria marítima na costa da Somália. "A tecnologia praticamente aboliu tempo e espaço, e deveríamos saber o que ocorre em torno do planeta a qualquer momento. Não sabemos", disse Costa. "Há muitos lugares esquecidos, fora do controle do governo, assustadores demais para investidores e turistas." ultimosegundo.ig.com.br | 2/24/10 9:47 PM Presidente tudo far� para vencer elei��es - Chefe da miss�o da ONU Lisboa, 23 fev (Lusa) - O chefe da missão da ONU na
República Centro-Africana e no Chade (MINURCAT) disse hoje que o
presidente do Sudão precisa vencer as eleições,
devido ao mandado de captura do Tribunal Penal Internacional.
tv1.rtp.pt |
2/23/10 8:52 PM
Ex-Presidente Andr� Kolingba morre em Paris Paris, 08 fev (Lusa) - O antigo Presidente da República Centro
Africana André Kolingba, 73 anos, morreu no domingo em Paris por
causas ainda não divulgadas, noticiaram os "media" franceses.
tv1.rtp.pt |
2/8/10 10:25 AM
Miss�o da ONU est� a "gerir" situa��o de rapto de 4 franceses Lisboa, 28 Jan (Lusa) - Quatro funcionários franceses de
organizações humanitárias foram sequestrados no
triângulo fronteiriço entre o Chade, Darfur (Sudão)
e a República Centro-Africana, disse hoje à Lusa Victor
Ângelo, o português responsável pela missão da
ONU na região.
tv1.rtp.pt |
1/28/10 10:00 AM
Brasil j� fez o Haiti sorrir em jogo com Ronaldo e Cia. Há pouco menos de seis anos, a Seleção Brasileira
de Ronaldo e Cia. conseguiu parar uma guerra em curso no Haiti,
entretanto, desta vez, nem os maiores astros do futebol poderiam conter
as intempéries da natureza. O terremoto de 7,3º na Escala
Richter abalou as estruturas da capital Porto Príncipe, deixando
um rastro de destruição cujas proporções
ainda não podem ser calculadas. - É difícil falar sobre tragédia, mas gostaria que pudéssemos fazer algo. Eles já não tinham quase nada. Agora, perderam tudo. É muito triste - lamentou o zagueiro Roque Jr., que esteve naquele jogo. Outros jogadores que disputaram o célebre Jogo da Paz, realizado em 2004, também relembraram momentos daquela tarde de agosto, dia em que o amor pelo futebol foi capaz de superar divergências políticas. Os problemas no Haiti se intensificaram a partir de 2001, quando o presidente Jean Baptiste Aristide foi acusado de fraude eleitoral. Entretanto, o estopim para o caos ocorreu em 2004, ano em que Aristide, pressionado pela comunidade internacional, exilou-se na República Centro-Africana. A partir daí, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) decidiu criar o programa Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti (Minustah), liderado pelo Brasil. - Jogar lá foi uma experiência única, cresci como homem. Foi impossível não ficar para baixo quando cheguei, mas sabia que eu deveria levar um pouco de felicidade para o povo haitiano, isso me fez encarar toda aquela situação com mais alegria - recordou o goleiro Fernando Henrique, do Fluminense. A vitória brasileira por 6 a 0 foi menos importante que a demonstração de força do esporte quando usado como fator de integração entre as pessoas. Os sorrisos haitianos aliados ao cenário miserável não saíram da memória de Roque: - O contraste foi realmente algo marcante. Onde passávamos, era possível notar uma pobreza muito grande. Mas, por outro lado, era visível a imensa alegria de todos. Em meio às ruínas da capital, resta ao povo do Haiti fazer valer o lema escrito em sua bandeira azul e vermelha: "A união faz a força." Colaborou Vinícius Perazzini www.lancenet.com.br | 1/14/10 12:01 PM Pena de morte est� em vigor em 58 pa�ses, diz Anistia Relatório da Anistia Internacional, organização de
defesa dos direitos humanos, afirma que atualmente a pena de morte
está em vigor em 58 países. Outros 95 países
aboliram a prática para todos os tipos de crime, enquando nove
países, entre eles o Brasil (somente na Justiça militar),
mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais, mas
não para crimes comuns.
A organização afirma que 35 países aboliram �na prática� a pena de morte pelo fato de não terem realizado nenhuma execução nos últimos dez anos, apesar de a punição estar prevista em lei para crimes comuns. Somando essas 35 nações às que aboliram por lei a pena de morte, chega a 139 o número de países que não executam prisioneiros, segundo a Anistia. De acordo com o relatório da Anistia, em 2008 foram realizadas 2.390 execuções, 93% delas em apenas cinco países: China, Irã, Arábia Saudita, Paquistão e Estados Unidos. No mesmo período, houve 8.864 sentenças à morte em todo o mundo. Em 1977, apenas 16 países aboliram essa condenação para todos os tipos de crime. Dos 58 que ainda mantêm a pena capital, 25 realizaram execuções em 2008. Brasil No Brasil, a pena de morte é proibida, exceto para crimes militares cometidos em tempos de guerra, segundo está previsto na Constituição de 1988. De acordo com a Carta, o fuzilamento é o método de execução. Comunicado sobre a sentença, o presidente da República pode conceder um indulto ou comutar a pena do condenado. O País é o único de língua portuguesa que permite a prática para crimes militares. Na América do Sul, Bolívia, Chile e Peru também mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais. Veja o tipo de determinação vigente em cada país: Pena de morte abolida para todos os tipos de crime: África do Sul, Albânia, Alemanha, Andorra, Angola, Argentina, Armênia, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bósnia-Herzegovina, Bulgária, Burundi, Butão, Cabo Verde, Camboja, Canadá, Chipre, Colômbia, Costa Rica, Côte d'Ivoire, Croácia, Dinamarca, Djibouti, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Filipinas, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Ilhas Cook, Ilhas Marshall, Ilhas Maurício, Ilhas Salomão, Irlanda, Islândia, Itália, Listenstaine, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Malta, México, Micronésia, Moçambique, Moldávia, Mônaco, Montenegro, Namíbia, Nepal, Nicarágua, Niue, Noruega, Nova Zelândia, Palau, Panamá, Paraguai, Polônia, Portugal, Quiribati, Quirguistão, Reino Unido, República Checa, República Dominicana, Romênia, Ruanda, Samoa, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia (incluindo Kosovo), Suécia, Suíça, Timor Leste, Togo, Turcomenistão, Turquia, Tuvalu, Ucrânia, Uruguai, Usbequistão, Vanuatu, Vaticano e Venezuela. Pena de morte abolida para crimes comuns: Bolívia, Brasil, Casaquistão, Chile, El Salvador, Ilhas Fiji, Israel, Letônia e Peru. Pena de morte abolida �na prática� para crimes comuns: Algéria, Benin, Brunei, Burkina Faso, Camarões, Congo, Coreia do Sul, Eritreia, Gabão, Gâmbia, Gana, Granada, Ilhas Maldivas, Laos, Libéria, Madagascar, Malaui, Mali, Marrocos, Mauritânia, Mianmar, Nauru, Níger, Papua Nova Guiné, Quênia, República Centro-Africana, Rússia, Sri Lanka, Suriname, Suazilândia, Tajiquistão, Tanzânia, Tonga, Tunísia, Zâmbia. Pena de morte para todos os crimes: Afeganistão, Antígua e Barbuda, Arábia Saudita, Autoridade Palestina, Bahamas, Bahrein, Bangladesh, Barbados, Belize, Bielorrúsia, Botswana, Catar, Chade, China, Cingapura, Comores, Coreia do Norte, Cuba, Dominica, Egito, Emirados Árabes, Estados Unidos, Etiópia, Guatemala, Guiné, Guiné Equatorial, Guiana, Iêmen, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Jamaica, Japão, Jordânia, Kuwait, Lesoto, Líbano, Líbia, Malásia, Mongólia, Nigéria, Omã, Paquistão, República Democrática do Congo, Santa Lúcia, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Serra Leoa, Síria, Somália, Sudão, Tailândia, Taiwan, Trinidad e Tobago, Uganda, Vietnã e Zimbábue. Leia mais sobre pena de morte ultimosegundo.ig.com.br | 1/9/10 12:37 PM Ex�rcito afirma ter morto comandante da guerrilha do LRA Lisboa, 03 Jan (Lusa) - O exército ugandês anunciou no
sábado ter morto um importante comandante do Exército de
Resistência do Senhor (LRA, na sigla em inglês), na
República Centro Africana, segundo noticiou a BBC no seu "site".
tv1.rtp.pt |
1/3/10 11:37 AM
TPI anula liberdade condicional de rebelde congol�s Bemba Haia, 2 dez (EFE).- A Câmara de Apelação do Tribunal
Penal Internacional (TPI) decidiu hoje anular a liberdade condicional
que concedeu meses atrás em primeira instância ao
ex-líder rebelde e ex-vice-presidente da República
Democrática do Congo, Jean-Pierre Bemba, pendente de julgamento
por crimes de guerra.Os juízes consideraram que a decisão
da câmara não tinha avaliado suficientemente o risco de
fuga do acusado, segundo informou hoje o TPI em comunicado. Além disso, estimaram que o país ao que o suposto criminoso de guerra seria enviado após sua libertação - Bélgica, França e Portugal - "deveria ser definido antes da decisão" de conceder a liberdade provisória, e não depois. Em agosto, a câmara do TPI decidiu que Bemba podia ser colocado em liberdade à espera do início do julgamento, entre outras coisas, por causa de sua situação familiar - está casado e tem cinco filhos - e por ter cooperado até agora com o tribunal. O ex-vice-presidente congolês, líder do Movimento de Libertação do Congo (MLC), é acusado de crimes de guerra e contra a humanidade, supostamente, cometidos na República centro-Africana entre outubro de 2002 e março de 2003. Bemba enfrenta cinco acusações de assassinato, violação e roubo, ocorridos quando ele era chefe militar. O acusado foi detido em maio do ano passado pelas autoridades belgas, e foi transferido em julho ao TPI, que ainda não fixou a data de início do julgamento. EFE mr/dm ultimosegundo.ig.com.br | 12/2/09 12:27 PM Emergentes precisam acelerar crescimento de banda larga Países emergentes podem acabar perdendo a chance de se beneficiar
das tecnologias de informação devido à falta de
estrutura para banda larga, afirmou uma agência das
Nações Unidas (ONU). A falta de acesso rápido à Internet priva esses países da possibilidade de desenvolver uma indústria de serviços terceirizados, afirmou a agência de comércio e desenvolvimento da ONU, Unctad. A carência também priva a população desses países de aproveitarem todos os benefícios do uso de celulares. – Diminuir a desigualdade digital continua sendo um grande desafio para a promoção do desenvolvimento –, disse o vice-secretário geral da Unctad, Petko Draganov. A desigualdade na banda larga "está se tornando uma grande desvantagem para empresas em muitos países mais pobres", afirmou ele durante apresentação de lançamento do Relatório de Informação Econômica da Unctad. Empresas e consumidores têm 200 vezes mais chance de ter acesso à banda larga em países desenvolvidos que nos mais pobres dos países menos desenvolvidos do mundo, segundo o relatório. E no custo da banda larga também há uma enorme diferença --mais de US$ 1.300 em Burkina Faso, República Centro-Africana, ante um preço de menos de US$ 13 no Egito e na Tunísia. A banda larga é essencial para a indústria de serviços terceirizados como centrais de atendimento, setor que muitos países africanos, caribenhos e asiáticos pretendem se desenvolver e expandir. A expansão de empresas do tipo é bastante provável, mesmo com a crise econômica, pois permite o corte de custos em companhias com sede de países ricos, observou a Unctad. Com Internet rápida, consumidores também podem desfrutar mais de seus celulares --que vêm rapidamente superando os computadores como principal ferramenta de tecnologia de informação e comunicação em países emergentes. Pessoas em países mais pobres estão usando cada vez mais seus celulares para fazer transações bancárias, para checar os movimentos do mercado e para ficar de olho na previsão do tempo --o que reduz a necessidade de se deslocar e, portanto, impulsiona a produtividade, observou a Unctad. www.correiodobrasil.com.br | 10/26/09 4:19 PM Guin� recupera calma ap�s trag�dia de segunda-feira Dacar, 30 set (EFE).- A Guiné viveu hoje um dia ainda de
tensão, mas de relativa calma, após o Governo militar ter
declarado 48 horas de luto pela morte de cerca de 160 pessoas na
repressão policial a um protesto da oposição, na
segunda-feira passada.Em breve discurso esta madrugada pela TV
pública da Guiné, que pode ser captada em Dacar, o
capitão Moussa Dadis Camara, chefe da junta militar, anunciou
também a proibição de "toda
concentração de cunho subversivo" e exigiu ao
país que evite atos que perturbem a ordem pública. O chefe da junta militar guineana pediu a líderes muçulmanos e cristãos, dirigentes políticos e responsáveis da sociedade civil que evitem "qualquer declaração e atos que possam provocar desordens e instabilidade". Camara, que em entrevista à rádio privada senegalesa "RFM" responsabilizou ontem a oposição pelas mortes causadas pelas forças de segurança, mostrou hoje seu "pesar" pela violenta repressão de uma concentração da oposição em um estádio de Conacri, a capital guineana. O militar anunciou uma investigação, como exige a oposição, que acusou as forças de segurança, especialmente a Guarda Republicana (corpo policial que depende diretamente da Presidência) de violações dos direitos humanos, incluindo agressões sexuais a mulheres. Antes do discurso na televisão, Camara visitou ontem à noite alguns dos feridos e, segundo a imprensa oficial local, tinha previsto se reunir com membros da oposição. Segundo a Organização Guineana de Defesa dos Direitos Humanos, a repressão da manifestação deixou mais de 1.250 feridos. A ONG denunciou também casos de abusos de mulheres e outros "atos bárbaros" cometidos pelos soldados, que segundo pediu o ex-primeiro-ministro guineano François Louceny Fall, "devem comparecer perante o Tribunal Penal Internacional" (TPI). "As atrocidades cometidas pelas forças de segurança são comparáveis aos crimes contra a humanidade perpetrados entre 2002 e 2003 na República Centro-Africana pelos rebeldes do Movimento de Libertação do Congo liderado por Jean-Pierre Bemba", disse Fall. Segundo Fall, "tal como Bemba, que está sendo julgado pelo TPI por violações dos direitos humanos, os responsáveis do massacre em Conacri merecem o mesmo tratamento". Várias organizações regionais e de defesa dos direitos humanos expressaram opiniões similares à do líder opositor guineano. O Encontro Africano para a Defesa dos Direitos Humanos (Raddho) exigiu uma comissão de investigação internacional para esclarecer o que qualificou de "graves violações dos direitos humanos que não podem ficar impunes". A União Africana (UA), que suspendeu a Guiné depois do golpe de Estado de 23 de dezembro passado que levou Camara ao poder, condenou os fatos e anunciou que considerará uma imposição de sanções ao país. Já a Comunidade Econômica dos Estados de África Ocidental (Cedeao) condenou a violência policial, exigiu a libertação dos detidos e reivindicou uma investigação internacional juntamente com a UA e a alta delegação das Nações Unidas para os direitos humanos. Contra o prometido após o golpe de estado que o levou ao poder, Camara pretende agora se apresentar às próximas eleições à Presidência, enquanto a oposição assegura que não aceitará "de nenhuma maneira" candidaturas de membros da Junta militar. Os partidos, as organizações de direitos humanos e a sociedade civil guineana condenaram a repressão do regime golpista, da mesma forma que a comunidade internacional, que pediu um retorno pacífico à democracia e sem candidatos militares. Enquanto isso, parentes dos mortos na repressão exigem que a junta militar entregue os corpos, que foram retirados do estádio pelas tropas. Já os dirigentes religiosos anunciaram a realização de dias de oração a partir de hoje e até a sexta-feira em todas as mesquitas e igrejas do país. EFE st/rr ultimosegundo.ig.com.br | 9/30/09 10:26 PM TPI libertar� rebelde congol�s acusado de crimes de guerra Bruxelas, 14 ago (EFE).- O Tribunal Penal Internacional (TPI) anunciou
hoje a concessão de liberdade condicional ao ex-líder
rebelde e ex-vice-presidente da República Democrática do
Congo Jean-Pierre Bemba, que aguarda julgamento por crimes de guerra.A
sala judicial encarregada de avaliar o pedido do acusado deve ainda
decidir em que país ele será libertado - Bemba
propôs Bélgica, França e Portugal - e, para isso,
fará várias audiências com representantes
governamentais em setembro próximo. Os juízes chegaram à conclusão de que não seria necessário manter Bemba detido e levaram em conta, entre outras coisas, seus fortes vínculos familiares - é casado e tem cinco filhos - e a cooperação prestada até agora perante a Justiça. O rebelde congolês ofereceu uma série de garantias para obter sua libertação, entre as que se destaca a entrega de seu passaporte, o compromisso de se apresentar diariamente à Polícia e a aceitação de medidas de vigilância. Bemba também se comprometeu a assumir os custos de sua casa, a limitar seus deslocamentos ao perímetro estabelecido pela Justiça e a ir a Haia quando for solicitado. O ex-vice-presidente congolês, líder do Movimento de Libertação do Congo (MLC), é acusado de crimes de guerra e contra a humanidade, que teriam sido cometidos na República Centro-Africana entre outubro de 2002 e março de 2003. Bemba enfrenta cinco acusações de assassinato, abusos e pilhagem, cometidos quando na qualidade de chefe militar. O acusado foi detido em maio do ano passado pelas autoridades belgas, e transferido em julho ao TPI, que ainda não fixou uma data para o início do julgamento. EFE epn/rr ultimosegundo.ig.com.br | 8/14/09 10:22 AM Hillary lamenta que EUA n�o estejam no Tribunal Penal de Haia A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, disse nesta
quinta-feira que é "uma grande lástima" que os
Estados Unidos ainda não sejam signatários do Tribunal
Penal Internacional (TPI) de Haia. Os EUA firmaram o tratado de criação do TPI quando o marido dela, Bill Clinton, era presidente. O tratado não chegou a ser ratificado no Congresso, e o sucessor de Clinton, George W. Bush, posteriormente cancelou a assinatura do tratado, alegando que o tribunal poderia propiciar perseguições políticas a tropas norte-americanas no exterior. – É uma grande lástima que não sejamos signatários – disse ela em uma conversa com cidadãos em Nairóbi, no Quênia. – Acho que poderíamos ter resolvido alguns desafios que surgiram a respeito de nossa adesão, mas isso ainda não chegou a ocorrer – disse. O TPI é a primeira corte permanente para julgar crimes de guerra e crimes contra a humanidade. Ele já abriu investigações sobre conflitos em Uganda, República Democrática do Congo, República Centro-Africana e Darfur. Também indiciou o líder rebelde de Uganda, Joseph Kony, e o presidente do Sudão, Omar Hassan Al Bashir, entre outros. www.correiodobrasil.com.br | 8/6/09 1:11 PM |