Modelo falará sobre diamante que ganhou do ex-presidente da Libéria. Tribunal da ONU julga Charles Taylor por crimes de guerra em Serra Leoa. g1.globo.com | 7/26/10 1:04 PM
| Depoimento de Naomi Campbell em julgamento em Haia � adiado Modelo falará sobre diamante que ganhou do ex-presidente da Libéria. Tribunal da ONU julga Charles Taylor por crimes de guerra em Serra Leoa. g1.globo.com | 7/26/10 1:04 PM Naomi Campbell ter� de depor em Haia sobre diamantes que ganhou de Taylor A modelo Naomi Campbell foi convocada a depor no Tribunal Especial para
Serra Leoa, em Haia, para dar explicações sobre diamantes
que ganhou do ex-presidente da Libéria Charles Taylor, em 1997.
Caso se recuse a comparecer à corte, Naomi será condenada
a 7 anos de prisão. Segundo a procuradoria, o
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7/3/10 3:00 AM
Naomi Campbell vai testemunhar sobre "diamante de sangue" A modelo britânica Naomi Campbell foi chamada para prestar
depoimento sobre um "diamante de sangue" que, segundo
promotores, teria recebido do ex-presidente da Libéria, Charles
Taylor, informou o tribunal de crimes de guerra de Serra Leoa nesta
quinta-feira. Promotores no Tribunal Especial para Serra Leoa pediram em maio a presença de Campbell, que tem se negado a prestar depoimento, dizendo que ela pode fornecer provas materiais para refutar as alegações de Taylor de que ele nunca possuiu diamantes brutos. Segundo a decisão judicial, Campbell deverá comparecer ao tribunal de Haia na manhã de 29 de julho ou "mostrar boas causas" para justificar sua ausência. Promotores acusam Taylor de levar diamantes à África do Sul para comprar armas, o que ele nega. Em janeiro, eles disseram que durante uma viagem àquele país em 1997, Taylor deu a Campbell um grande diamante bruto depois de um jantar oferecido por Nelson Mandela. Taylor, que está sendo julgado em Haia, nega todas as 11 acusações de incitar assassinato, estupro, mutilação, escravidão sexual e alistamento de crianças-soldado durante guerras na Libéria e Serra Leoa, nas quais mais de 250 mil pessoas foram mortas. Além de Campbell, os promotores também convocaram a agente de modelos Carole White e a atriz Mia Farrow. Ambas devem dar depoimentos voluntários, disse a promotoria. Promotores afirmam que White ouviu Taylor dizer que iria dar alguns diamantes a Campbell e estava lá quando Campbell os recebeu. Farrow também participou da recepção e Campbell teria lhe falado sobre o presente no dia seguinte. A promotoria acusa Taylor de fornecer armas e dirigir a Frente Unida Revolucionária (RUF, na sigla em inglês) para tomar o controle das minas de diamante na vizinha Serra Leoa e desestabilizar o governo do país para aumentar sua influência regional durante a guerra civil de 1991 a 2002. www.correiodobrasil.com.br | 7/2/10 4:25 PM Tribunal pede testemunho de Naomi Campbell sobre presente de ex-presidente de Lib�ria AMSTERDÃ - A modelo britânica Naomi Campbell foi chamada para prestar depoimento sobre um "diamante de sangue" que, segundo promotores, teria recebido do ex-presidente da Libéria, Charles Taylor, informou o tribunal de crimes de guerra de Serra Leoa nesta quinta-feira ... Assine O GLOBO e receba todo o conteúdo do jornal na sua casa oglobo.globo.com | 7/1/10 6:57 PM Naomi Campbell vai depor no julgamento de ex-presidente liberiano Tribunal quer saber de diamante que modelo teria ganho de Charles Taylor. Ele responde por crimes de guerra e contra a humanidade em Serra Leoa. g1.globo.com | 7/1/10 5:56 PM Tribunal pede testemunho de Campbell sobre "diamante de sangue" A modelo britânica Naomi Campbell foi chamada para prestar
depoimento sobre um "diamante de sangue" que, segundo
promotores, teria recebido do ex presidente da Libéria, Charles
Taylor, informou o tribunal de crimes de guerra de Serra Leoa nesta
quinta feira.
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7/1/10 5:54 PM
Obama anuncia nomea��o de novo embaixador dos EUA na Venezuela O presidente americano, Barack Obama, nomeou um experiente diplomata,
Larry Palmer, como novo embaixador dos Estados Unidos na Venezuela,
país com o qual Washington mantém tensas
relações, informou a Casa Branca nesta segunda-feira.
Obama indicou Palmer, que antes foi encarregado das embaixadas de
Honduras e Equador, e atualmente dirige uma agência americana de
cooperação com a América Latina, para substituir
Patrick Duddy na sede diplomática em Caracas, acrescentou em um
comunicado. Palmer, que deve ser ratificado pelo Senado americano,
também trabalhou nas embaixadas americanas na República
Dominicana, no Uruguai e no Paraguai na região, mas também
da Coreia do Sul e de Serra Leoa. Leia mais (28/06/2010 - 20h05)
redir.folha.com.br |
6/28/10 9:50 PM
Naomi ser� chamada a depor em corte internacional Promotores de um tribunal em Haia, na Holanda, anunciaram nesta quinta-feira que querem intimar a modelo britânica Naomi Campbell a prestar depoimento no julgamento do ex-presidente da Libéria, Charles Taylor. – O testemunho de Campbell é necessário já que existe evidência de que Campbell recebeu diamantes brutos do acusado (Taylor) em setembro de 1997 – disse a promotoria por meio de um comunicado. Taylor é acusado de vender diamantes para financiar rebeldes de Serra Leoa – famosos por amputar mãos e pés de civis durante a brutal guerra civil do país (1991-2001). Em janeiro, o tribunal especial da ONU para crimes de guerra em Serra Leoa, que realiza suas sessões em Haia, ouviu alegações de que Taylor teria presenteado Naomi com um "grande diamante" após um jantar na casa do ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, há 13 anos. Mia Farrow A promotoria também quer ouvir o testemunho da atriz norte-americana Mia Farrow, outra convidada do jantar com Mandela. No mês passado, Farrow disse em entrevista à rede de TV americana ABC que Naomi lhe contou do presente na manhã seguinte. – Você não esquece quando uma amiga lhe diz que recebeu um grande diamante no meio da noite – disse ela na entrevista. Farrow disse estar pronta para testemunhar, mas Naomi vem recusando sistematicamente pedidos de depor no tribunal. – Não quero me envolver no caso deste homem. Ele fez coisas terríveis e não quero colocar minha família em risco – disse ela no começo do mês durante entrevista à apresentadora de TV norte-americana Oprah Winfrey. Taylor, em julgamento desde janeiro de 2008, rejeitou as alegações, classificando-as de "totalmente sem sentido". Ele se declarou inocente de 11 acusações de crime de guerra e crimes contra a humanidade supostamente cometidos durante a guerra civil em Serra Leoa. www.correiodobrasil.com.br | 5/22/10 11:24 PM Naomi Campbell ter� que testemunhar sobre diamantes de sangue A modelo Naomi Campbell foi chamada para testemunhar em um julgamento sobre os diamantes de sangue em Serra Leoa. O julgamento é contra os crimes de guerra cometidos pelo ex-presidente da Libéria, Charles Taylor, que teria presenteado Naomi com um diamante de sangue. – O testemunho de Campbell é necessário já que existe evidência de que Campbell recebeu diamantes brutos do acusado (Taylor) em setembro de 1997 –, disse a promotoria por meio de um comunicado. Taylor é acusado de vender diamantes para financiar rebeldes de Serra Leoa – famosos por amputar mãos e pés de civis durante a brutal guerra civil do país (1991-2001). Em janeiro, o tribunal especial da ONU para crimes de guerra em Serra Leoa, que realiza suas sessões em Haia, ouviu alegações de que Taylor teria presenteado Naomi com um "grande diamante" após um jantar na casa do ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, há 13 anos. Mia Farrow A promotoria também quer ouvir o testemunho da atriz americana Mia Farrow, outra convidada do jantar com Mandela. No mês passado, Farrow disse em entrevista à rede de TV americana ABC que Naomi lhe contou do presente na manhã seguinte. – Você não esquece quando uma amiga lhe diz que recebeu um grande diamante no meio da noite –, disse ela. Farrow disse estar pronta para testemunhar, mas Naomi vem recusando sistematicamente pedidos de depor no tribunal. – Não quero me envolver no caso deste homem. Ele fez coisas terríveis e não quero colocar minha família em risco –, disse ela no começo do mês durante entrevista à apresentadora de TV americana Oprah Winfrey. Taylor, em julgamento desde janeiro de 2008, rejeitou as alegações, classificando-as de "totalmente sem sentido". Ele se declarou inocente de 11 acusações de crime de guerra e crimes contra a humanidade supostamente cometidos durante a guerra civil em Serra Leoa. www.correiodobrasil.com.br | 5/21/10 12:28 PM Naomi Campbell � chamada a depor em julgamento de ditador A Procuradoria do Tribunal Internacional Especial para a Serra Leoa
solicitou nesta quinta feira que a modelo Naomi Campbell testemunhe
sobre o suposto recebimento de diamantes das mãos do ex
presidente da Libéria Charles Taylor, julgado por crimes de
guerra pela corte.
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5/20/10 8:05 PM
Marinha espanhola resgata 39 imigrantes ilegais no mar Motril (Espanha) 25 abril (EFE).- Os serviços de Salvamento
Marítimos espanhóis resgataram hoje no litoral sul da
província de Granada 39 imigrantes subsaarianos, entre os quais
cinco mulheres grávidas, que viajavam em uma lancha.Após a
localização pelas câmeras de vigilância, a
embarcação foi resgatada na madrugada de hoje a 20 milhas
ao sul do litoral na localidade de Motril. Devido ao estado avançado da gestação, as grávidas foram transferidas para um hospital de Motril para serem submetidas a uma revisão médica. Os demais imigrantes, que chegaram ao porto de Motril em uma embarcação dos Serviços Marítimos da Guarda Civil, foram atendidos por voluntários da Cruz Vermelha que prestaram o primeiro atendimento médico e ofereceram alimentos. Na grande maioria, os ocupantes da embarcação são subsaarianos, procedentes de Serra Leoa e Guiné Conacri, e ainda cidadãos asiáticos de Bangladesh. Os imigrantes resgatados foram deixados à disposição da Polícia no centro de internação temporária de Motril. EFE pfm/dm ultimosegundo.ig.com.br | 4/25/10 10:21 AM Enchente no Rio est� entre as mais fatais dos �ltimos 12 meses no mundo As enchentes desta semana no Rio de Janeiro já causaram mais
mortes do que qualquer outro incidente semelhante em 2010 em qualquer
parte do mundo. Nos últimos 12 meses, a inundação
no Rio está entre as cinco mais fatais do mundo.Segundo o Corpo
de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, 105 pessoas teriam morrido em
decorrência das chuvas. Informações da prefeitura,
no entanto, apontam que o número de mortos na capital pode ser
menor do que os 42 computados pelos bombeiros. Segundo levantamentos preliminares do Centro de Pesquisas de Epidemiologia dos Desastres (Cred, na sigla em inglês), feitos a pedido da BBC Brasil, as outras quatro enchentes que mais mataram pessoas nos últimos 12 meses aconteceram na Índia, na Arábia Saudita e em Serra Leoa. Caso sejam os confirmados os 105 mortos no Rio, a tragédia seria mais fatal do que as enchentes ocorridas em Serra Leoa em agosto, que contabilizaram 103 mortos. O Cred, sediado na Bélgica, coleta dados sobre catástrofes há 30 anos e fornece estatísticas para pesquisadores de todo o mundo. O pior incidente aconteceu na Índia, onde as chuvas de monções em julho do ano passado em diversas partes do país deixaram 992 pessoas mortos. Em setembro, outras 300 pessoas morreram, também em inundações na Índia. A lista é seguida por inundações na Arábia Saudita, em novembro, com 163 mortos. Pobreza Outra enchente no Brasil - que inclui as inundações no litoral do Rio e São Paulo, em janeiro - era até esta semana a mais fatal no mundo em 2010. Naquela ocasião, 74 pessoas morreram, segundo o instituto belga. As outras enchentes mais fatais registradas neste ano pelo Cred foram em Madeira, em Portugal (42 mortos em fevereiro), no Cazaquistão (37 mortos em março), no México (41 mortos em janeiro) e na França (45 mortos em fevereiro e março). Os dados deste ano ainda são preliminares e estão sendo revisados pelo centro. No Rio de Janeiro, a maior parte das mortes foi causada por deslizamentos em Niterói e no Rio de Janeiro. As cidades foram atingidas por algumas das chuvas mais fortes em anos no fim da tarde de segunda-feira. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um apelo para que as pessoas deixem suas casas nas regiões em que ainda há riscos de deslizamentos. O prefeito do Rio, Eduardo Paes, disse que "a situação é caótica". Para especialistas em desastres, os mais pobres são os mais vulneráveis em casos como este. O levantamento do Cred mostra que os países pobres lideram no número de mortes por inundações. Um relatório de 2009 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) afirma que apenas 11% das pessoas expostas a catástrofes naturais vivem em países pobres, mas que é em países pobres que ocorrem mais de 53% das mortes. ultimosegundo.ig.com.br | 4/7/10 3:25 PM Enchente no Rio est� entre as mais fatais nos �ltimos 12 meses no mundo As enchentes no Rio de Janeiro esta semana já causaram mais
mortes do que qualquer outro incidente semelhante em 2010 em qualquer
parte do mundo. Nos últimos 12 meses, a inundação
no Rio foi a quinta mais fatal do mundo.
As autoridades brasileiras confirmam que pelo menos 98 pessoas já morreram, mas, segundo alguns relatos, o número de mortos pode passar de cem. Segundo dados preliminares do Centro de Pesquisas de Epidemiologia dos Desastres (Cred, na sigla em inglês), a pedido da BBC Brasil, as quatro enchentes que mais mataram pessoas nos últimos 12 meses foram na Índia, Arábia Saudita e Serra Leoa. O Cred, sediado na Bélgica, coleta dados sobre catástrofes há 30 anos e fornece estatísticas para pesquisadores de todo o mundo. O pior incidente aconteceu na Índia, onde as chuvas de monções em julho do ano passado em diversas partes do país deixaram 992 pessoas mortos. Em setembro, outras 300 pessoas morreram, também em inundações na Índia. A lista é seguida por inundações na Arábia Saudita - em novembro, com 163 mortos - e Serra Leoa, em agosto, com 103 mortos. A enchente desta semana no Rio aparece na quinta posição na lista do Cred.
Pobreza Outra enchente no Brasil - que inclui as inundações no litoral do Rio e São Paulo, em janeiro - era até esta semana a mais fatal no mundo em 2010. Naquela ocasião, 74 pessoas morreram, segundo o instituto belga. As outras enchentes mais fatais registradas neste ano pelo Cred foram em Madeira, Portugal (42 mortos em fevereiro), Cazaquistão (37 mortos em março), México (41 mortos em janeiro) e França (45 mortos em fevereiro e março). Os dados deste ano ainda são preliminares e estão sendo revisados pelo centro. No Rio de Janeiro, a maior parte das mortes foi causada por deslizamentos em Niterói e no Rio de Janeiro. As cidades foram atingidas por algumas das chuvas mais fortes em anos no fim da tarde de segunda-feira. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um apelo para que as pessoas deixem suas casas nas regiões em que ainda há riscos de deslizamentos. O prefeito do Rio, Eduardo Paes, disse que "a situação é caótica". Para especialistas em desastres, os mais pobres são os mais vulneráveis em casos como este. O levantamento do Cred mostra que os países pobres lideram no número de mortes por inundações. Um relatório de 2009 do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) afirma que apenas 11% das pessoas expostas a catástrofes naturais vivem em países pobres, mas que é em países pobres que ocorrem mais de 53% das mortes. *com informações da Agência Estado, Agência Brasil e Reuters. Leia também: Leia mais sobre: chuva ultimosegundo.ig.com.br | 4/7/10 10:19 AM Ministro de Serra Leoa nega deslizamento que teria matado 200 Por Christo Johnson FREETOWN, Serra Leoa (Reuters) - O
ministro de Recursos Naturais de Serra Leoa, Alpha Kanu, negou nesta
sexta-feira que ao menos 200 pessoas morreram após o desabamento
de uma mina, contradizendo um comunicado anterior de seu próprio
ministério. O ministério afirmou que 200 mineiros haviam
morrido após o deslizamento em uma mina de ouro clandestina no
distrito de Bo, a cerca de 290 quilômetros da capital, Freetown. Kanu disse que as informações são falsas. "Nem mesmo uma galinha morreu, nem mesmo uma vaca está doente", disse ele à Reuters, dizendo ter visitado a área. "Não há nenhum desabamento de mina, tudo é rumor". Mais cedo, um porta-voz do ministério disse que as paredes de uma mina de ouro haviam desmoronado. A mineração clandestina de ouro é comum em países africanos. Geralmente, os mineradores não recebem treinamento profissional ou equipamentos e várias vezes escavam com as próprias mãos. Acidentes são comuns nos locais, que não seguem critérios de segurança adotados em minas profissionais. A polícia também confirmou o acidente. Crianças de até 13 anos que trabalhavam na mina foram soterradas, disse a polícia, informando que cerca de 20 pessoas escaparam. (Reportagem adicional de Katrina Manson) ultimosegundo.ig.com.br | 3/19/10 10:28 PM Ministro de Serra Leoa nega deslizamento que teria matado 200 FREETOWN, Serra Leoa (Reuters) - O ministro de Recursos Naturais de Serra Leoa, Alpha Kanu, negou nesta sexta-feira que ao menos 200 pessoas morreram após o desabamento de uma mina, contradizendo um comunicado anterior de seu próprio ministério ... Assine O GLOBO e receba todo o conteúdo do jornal na sua casa oglobo.globo.com | 3/19/10 10:27 PM Serra Leoa desmente acidente com 200 desaparecidos em mina O governo de Serra Leoa desmentiu na noite desta sexta-feira que um
acidente em uma mina de ouro tenha deixado 200 desaparecidos no
país. Informações não confirmadas sugeriam que até 200 pessoas estavam desaparecidas - ou mortas - em uma mina perto de Bo, cidade localizada no sul do país. O ministro de Recursos Minerais de Serra Leoa, Alpha Kanu, afirmou ter visitado o local e negou que qualquer acidente tivesse acontecido. "As pessoas na mina ficaram surpresas em me ver porque não havia nada de errado", disse Kanu à BBC. Ele classificou as informações de "rumores". "Inspecionamos a área. Não houve nenhum acidente - nem mesmo uma cabra quebrou a pata no local", disse Kanu depois de visitar a cidade de mineração de Baomahun, a cerca de 65 quilômetros ao norte de Bo. Kanu acrescentou ter percorrido a região acompanhado de militares para verificar as informações, depois de um telefonema do superintendente de polícia local sobre o suposto colapso da mina. Explicando como surgiram as informações sobre o suposto acidente, ele disse que o superintendente local de polícia deve tê-las ouvido na estação de rádio local, Kiss 104 FM, que transmitiu a história. A mina é gerenciada pela companhia britânica Cluff Gold. Funcionários da Cluff inspecionaram a mina em Baomahun depois dos relatos do acidente e confirmaram que nada aconteceu no local, disse um porta-voz da empresa na capital do país, Freetown. *Com informações da BBC Leia mais sobre Serra Leoa ultimosegundo.ig.com.br | 3/19/10 8:11 PM Desabamento em Serra Leoa deixa 200 desaparecidos www.atarde.com.br |
3/19/10 7:58 PM
Desabamento em Serra Leoa deixa 200 desaparecidos A polícia de Serra Leoa informou nesta sexta-feira que até
200 mineradores podem estar desaparecidos após o colapso de uma
mina de ouro no país, numa área remota na província
sulista de Bo. "A mina desabou e nós tememos que até
200 pessoas, que praticavam mineração ilícita no
local, estejam desaparecidas. Nós lançamos uma equipe de
buscas", disse um policial de Bo, sob anonimato. As
informações são da Dow Jones.
ultimosegundo.ig.com.br |
3/19/10 7:58 PM
Governo de Serra Leoa desmente acidente em mina O Governo de Serra Leoa desmentiu na noite desta sexta feira um acidente
em mina do país que, segundo a polícia, teria deixado 200 desaparecidos.
noticias.terra.com.br |
3/19/10 7:14 PM
Desmoronamento em mina mata 200 em Serra Leoa Mina clandestina ficava em caverna. Acidente ocorreu a 290 km da
capital, Freetown.
g1.globo.com |
3/19/10 5:45 PM
Pena de morte est� em vigor em 58 pa�ses, diz Anistia Relatório da Anistia Internacional, organização de
defesa dos direitos humanos, afirma que atualmente a pena de morte
está em vigor em 58 países. Outros 95 países
aboliram a prática para todos os tipos de crime, enquando nove
países, entre eles o Brasil (somente na Justiça militar),
mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais, mas
não para crimes comuns.
A organização afirma que 35 países aboliram �na prática� a pena de morte pelo fato de não terem realizado nenhuma execução nos últimos dez anos, apesar de a punição estar prevista em lei para crimes comuns. Somando essas 35 nações às que aboliram por lei a pena de morte, chega a 139 o número de países que não executam prisioneiros, segundo a Anistia. De acordo com o relatório da Anistia, em 2008 foram realizadas 2.390 execuções, 93% delas em apenas cinco países: China, Irã, Arábia Saudita, Paquistão e Estados Unidos. No mesmo período, houve 8.864 sentenças à morte em todo o mundo. Em 1977, apenas 16 países aboliram essa condenação para todos os tipos de crime. Dos 58 que ainda mantêm a pena capital, 25 realizaram execuções em 2008. Brasil No Brasil, a pena de morte é proibida, exceto para crimes militares cometidos em tempos de guerra, segundo está previsto na Constituição de 1988. De acordo com a Carta, o fuzilamento é o método de execução. Comunicado sobre a sentença, o presidente da República pode conceder um indulto ou comutar a pena do condenado. O País é o único de língua portuguesa que permite a prática para crimes militares. Na América do Sul, Bolívia, Chile e Peru também mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais. Veja o tipo de determinação vigente em cada país: Pena de morte abolida para todos os tipos de crime: África do Sul, Albânia, Alemanha, Andorra, Angola, Argentina, Armênia, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bósnia-Herzegovina, Bulgária, Burundi, Butão, Cabo Verde, Camboja, Canadá, Chipre, Colômbia, Costa Rica, Côte d'Ivoire, Croácia, Dinamarca, Djibouti, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Filipinas, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Ilhas Cook, Ilhas Marshall, Ilhas Maurício, Ilhas Salomão, Irlanda, Islândia, Itália, Listenstaine, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Malta, México, Micronésia, Moçambique, Moldávia, Mônaco, Montenegro, Namíbia, Nepal, Nicarágua, Niue, Noruega, Nova Zelândia, Palau, Panamá, Paraguai, Polônia, Portugal, Quiribati, Quirguistão, Reino Unido, República Checa, República Dominicana, Romênia, Ruanda, Samoa, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia (incluindo Kosovo), Suécia, Suíça, Timor Leste, Togo, Turcomenistão, Turquia, Tuvalu, Ucrânia, Uruguai, Usbequistão, Vanuatu, Vaticano e Venezuela. Pena de morte abolida para crimes comuns: Bolívia, Brasil, Casaquistão, Chile, El Salvador, Ilhas Fiji, Israel, Letônia e Peru. Pena de morte abolida �na prática� para crimes comuns: Algéria, Benin, Brunei, Burkina Faso, Camarões, Congo, Coreia do Sul, Eritreia, Gabão, Gâmbia, Gana, Granada, Ilhas Maldivas, Laos, Libéria, Madagascar, Malaui, Mali, Marrocos, Mauritânia, Mianmar, Nauru, Níger, Papua Nova Guiné, Quênia, República Centro-Africana, Rússia, Sri Lanka, Suriname, Suazilândia, Tajiquistão, Tanzânia, Tonga, Tunísia, Zâmbia. Pena de morte para todos os crimes: Afeganistão, Antígua e Barbuda, Arábia Saudita, Autoridade Palestina, Bahamas, Bahrein, Bangladesh, Barbados, Belize, Bielorrúsia, Botswana, Catar, Chade, China, Cingapura, Comores, Coreia do Norte, Cuba, Dominica, Egito, Emirados Árabes, Estados Unidos, Etiópia, Guatemala, Guiné, Guiné Equatorial, Guiana, Iêmen, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Jamaica, Japão, Jordânia, Kuwait, Lesoto, Líbano, Líbia, Malásia, Mongólia, Nigéria, Omã, Paquistão, República Democrática do Congo, Santa Lúcia, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Serra Leoa, Síria, Somália, Sudão, Tailândia, Taiwan, Trinidad e Tobago, Uganda, Vietnã e Zimbábue. Leia mais sobre pena de morte ultimosegundo.ig.com.br | 1/9/10 12:37 PM Corte alem� ordena repetir julgamento de policial pela morte de refugiado Berlim, 7 jan (EFE).- A Corte Suprema da Alemanha (BGH) ordenou hoje a
repetição do julgamento de um policial que havia sido
absolvido pela morte de um refugiado de Serra Leoa, que morreu queimado
no incêndio de uma cela da delegacia de Dessau, no leste do
país.Os juízes do BGH entenderam que a sentença de
2008 dada por um tribunal de Dessau-Rosslau tinha muitos erros e
ordenaram a repetição do processo, desta vez diante da
Audiência de Magdeburgo, para esclarecer completamente o ocorrido. Na sentença anterior, os juízes absolveram um policial de 47 anos da acusação de lesões graves seguida de morte ocorrida há cinco anos a Oury Jalloh, de 23 anos, um asilado político. Apesar de o jovem estar amarrado à cama da cela, os juízes da instância anterior afirmaram que o refugiado de Serra Leoa tinha sido capaz de atear fogo ao colchão, dando início ao incêndio e causando a sua morte. Aparentemente, o policial responsável pela custódia foi omisso e desativou várias vezes o alarme de incêndio e quando foi à cela do refugiado, o mesmo já tinha morrido. Os juízes da Corte Suprema declararam hoje que os fatos não podem ter ocorrido como consta na sentença anterior. Além disso, destacaram que, embora durante o anúncio verbal da primeira sentença tenha havido denúncias de falsos testemunhos por parte de agentes, essa informação não faz parte do texto final. EFE jcb/dm ultimosegundo.ig.com.br | 1/7/10 12:25 PM Policial alem�o ter� novo julgamento pela morte de refugiado A Corte Suprema da Alemanha (BGH) ordenou nesta quinta a
repetição do julgamento de um policial que havia sido
absolvido pela morte de um refugiado de Serra Leoa, que morreu queimado
no incêndio de uma cela da delegacia de Dessau, no leste do país.
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1/7/10 12:18 PM
Ingresso da Venezuela no Mercosul foi um dos temas mais debatidos pela CRE Em 55 reuniões ordinárias realizadas ao longo de 2009, a
Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional
(CRE) aprovou 34 mensagens do Senado, 11 projetos da Câmara dos
Deputados, 21 projetos de Lei de iniciativa dos senadores e 122 projetos
de decreto legislativo (PDLs) envolvendo acordos, tratados e
convenções internacionais. Um dos mais discutidos foi o de
número 430/08, que aprovou a adesão da Venezuela ao Mercosul. O assunto foi tema de quatro audiências públicas das vinte que a CRE realizou durante o ano. O relator foi o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). Ele apresentou parecer contrário ao ingresso da Venezuela no Mercosul, mas teve sua opinião derrotada. Ganhou a maioria dos votos da comissão o voto em separado do senador Romero Jucá (PMDB-RR), favorável à adesão. O relatório de Jucá acabou aprovado pelo Plenário do Senado, com 35 votos contra 27. A situação política em Honduras, em razão do cerco militar à embaixada brasileira em Tegucigalpa, que abrigou o presidente deposto Manuel Zelaya, motivou a realização de duas audiências públicas. Também foram aprovados votos de censura e repúdio ao cerco e à repressão do governo de fato contra as manifestações dos partidários de Zelaya. Outro assunto que mobilizou os senadores da comissão foi o caso do condenado italiano Cesare Battisti, que recebeu refúgio do governo brasileiro. As 34 mensagens do Senado aprovadas foram de indicações de chefes de missão diplomática e autoridades. A Comissão de Relações Exteriores ratificou, por exemplo, a indicação dos embaixadores do Brasil junto aos Estados Unidos, Argentina, Croácia, Bangladesh, Líbia, Honduras, República Dominicana, Ucrânia, Nova Zelândia, Líbano, Camarões, Indonésia, Tanzânia, Serra Leoa, Finlândia, Sudão e Azerbaijão. Também foi aprovado o nome do novo diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Entre os projetos de Lei iniciados no Senado, vários que a CRE aprovou dizem respeito à segurança. O PLS 153/03, por exemplo, torna obrigatória a investigação da Polícia Federal nos crimes de repercussão interestadual ou internacional. Já o PLS 212/05 estabelece a exigência da comprovação de capacidade técnica e aptidão psicológica das autoridades públicas com direito a porte de arma. Por sua vez, o PLS 67/06 estende a posse legal de arma de fogo aos limites da propriedade rural. No total, a Comissão de Relações Exteriores aprovou 327 matérias. Além das já citadas, aprovou ainda uma emenda e um substitutivo da Câmara dos Deputados, um aviso, 20 requerimentos do Senado, 100 requerimentos dos próprios senadores integrantes da comissão, 12 emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), três emendas à Lei Orçamentária Anual (LOA) e seis emendas foram aprovadas na própria comissão. www.correiodobrasil.com.br | 12/25/09 11:37 PM Discuss�o sobre clima divide pa�ses em desenvolvimento Por algumas horas, as negociações chegaram a ser suspensas nesta quarta-feira na principal plenária da reunião das Nações Unidas sobre o clima, em Copenhague, a pedido da representação de Tuvalu – que exige um acordo legal que seja mais restritivo do que o Protocolo de Kyoto. A iniciativa do pequeno país-ilha, um dos mais ameaçados pelo aumento do nível dos mares, marca uma rara divisão no grupo G77/China, que costuma negociar em bloco pelos países em desenvolvimento. O negociador-chefe da ilha, Ian Fry, afirmou que o país não vai aceitar nada menos do que a discussão de um novo protocolo legal, apresentando formalmente há seis meses, e mais rigoroso que Kyoto. – O meu primeiro-ministro e vários outros chefes de Estado têm a intenção clara de vir a Copenhague para assinar um acordo com validade legal –, afirmou Fry. – O nosso futuro depende desse encontro. A iniciativa teve o apoio de outros integrantes da Associação dos Pequenos Países-Ilha (Aosis, na sigla em inglês), que inclui as ilhas Cook, Barbados e Fiji, além de países pobres da África, como Serra Leoa, Senegal e Cabo Verde. Vários países apoiaram a proposta de Tuvalu, que visa a limitar o aumento da temperatura a 1,5ºC, e estabilizar as concentrações de gases que provocam o efeito estufa em 350 partes por milhão (ppm), em vez de 450 ppm, como querem os países industrializados e alguns em desenvolvimento, entre eles, o Brasil. Atualmente, a concentração de gases do efeito estufa na atmosfera gira em torno de 387 ppm. Para países emergentes, como Brasil, China, Índia e África do Sul, o limite de 350 ppm não é bem aceito, porque pode se tornar uma barreira para o crescimento econômico. Segundo Martin Kaiser, diretor de políticas internacionais do Greenpeace, a suspensão, mesmo que por poucas horas, exigida por Tuvalu mostra que a questão de o acordo a sair de Copenhague ter ou não valor legal é uma das mais importantes. – Para os países mais vulneráveis do mundo, é questão de sobrevivência. Só um acordo com valor legal pode dar a estes países a confiança de que o seu futuro está garantido –, disse Kaiser. O secretário-executivo da conferência, Yvo de Boer, minimizou a suspensão. – Se houve uma suspensão, foi apenas para o almoço –, disse. Enquanto o bloco dos países em desenvolvimento parece apresentar rachaduras, a histórica desconfiança entre o grupo e os países industrializados não mostra sinais de redução. Em entrevista coletiva da União Europeia, o negociador-chefe sueco, Anders Turesson, reclamou da ação da China, com apoio do G77, que estaria vetando a discussão de metas para países desenvolvidos no grupo que negocia um acordo pós-Kyoto. Os chineses defendem que as metas dos países ricos sejam estabelecidas pelo grupo que negocia a expansão do Protocolo de Kyoto, e não em um acordo separado. O problema, para os europeus, é que os Estados Unidos não participam das discussões de Kyoto, já que nunca ratificaram o tratado. – O processo está sendo usado erroneamente. Estamos sendo impedidos de negociar –, reclamou Turesson. O sueco deixou claro que a primeira opção da Europa é a criação de um único instrumento legal que aborde todos os países. Para os europeus, a discussão sobre o formato está impedindo que as “verdadeiras questões” sejam discutidas – adaptação, mitigação e financiamento do combate às mudanças climáticas. www.correiodobrasil.com.br | 12/9/09 10:31 PM Discuss�o sobre clima divide pa�ses em desenvolvimento Por algumas horas, as negociações chegaram a ser suspensas
nesta quarta-feira na principal plenária da reunião das
Nações Unidas sobre o clima, em Copenhague, a pedido da
representação de Tuvalu - que exige um acordo legal que
seja mais restritivo do que o Protocolo de Kyoto. A iniciativa do
pequeno país-ilha, um dos mais ameaçados pelo aumento do
nível dos mares, marca uma rara divisão no grupo
G77/China, que costuma negociar como um bloco dos países em
desenvolvimento. Clique aqui para ver o infográfico Limite de 350 ppm A iniciativa teve o apoio de outros integrantes da
Associação dos Pequenos Países-Ilha (Aosis, na
sigla em inglês), que inclui as ilhas Cook, Barbados e Fiji,
além de países pobres da África, como Serra Leoa,
Senegal e Cabo Verde. Enquanto o bloco dos países em desenvolvimento parece
apresentar rachaduras, a histórica desconfiança entre o
grupo e os países industrializados não mostra sinais de redução. Leia mais sobre acordo climático ultimosegundo.ig.com.br | 12/9/09 4:47 PM Mortalidade infantil diminuiu 30% na �ltima d�cada A mortalidade infantil no país caiu de 100 para 23,3
óbitos em cada grupo de mil nascidos vivos entre 1970 e 2008. Os
dados são da pesquisa Tábua Completa de Mortalidade,
divulgada nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE) e publicada no Diário
Oficial da União. Só na última década, a queda da taxa de mortalidade infantil foi de 30%. Nesse período, o país conseguiu evitar que cerca de 205 mil menores de 1 ano de idade morressem. Se a taxa tivesse permanecido constante desde 1998, o Brasil teria registrado, em 11 anos, 1.261.570 óbitos de crianças nessa faixa etária, em vez das 1.055.816 mortes estimadas. A taxa mortalidade infantil do Brasil se distanciou da de países como o Afeganistão (157 óbitos por mil nascidos vivos), Angola (117,5 por mil), Serra Leoa (104,30 por mil). No entanto, o índice brasileiro ainda é muito superior ao da Islândia (2,90 por mil), de Cingapura (3 por mil), do Japão (3,20 por mil), da Suécia (3,10 por mil) e da Noruega (3,50 por mil). A pesquisa também mostra que, entre 1998 e 2008, morreram diariamente 68 homens jovens de 15 a 24 anos no país por causas externas (acidentes de trânsito, homicídios e suicídios), totalizando cerca de 272,5 mil óbitos. www.correiodobrasil.com.br | 12/1/09 10:04 PM V�tima da Guerra em Serra Leoa lan�a livro Mariatu soube aos 12 anos como era perder as duas mãos e a
família, ser mãe após uma violação e
olhar para o chão enquanto pedia esmola para sobreviver.
noticias.terra.com.br |
12/1/09 12:11 PM
Imigrantes africanos seguem para Am�rica Latina Escondidos em navios de carga e incertos sobre aonde a perigosa viagem
os levará, um número cada vez maior de imigrantes
africanos chega à América Latina à medida que os
países europeus intensificam o controle de suas fronteiras. Alguns vão para o México e a Guatemala como um primeiro passo rumo aos Estados Unidos, outros aportam na Argentina e no Brasil. Embora muitos cheguem por acaso à América Latina, uma vez na região eles encontram governos muito mais receptivos do que na Europa. – Uma noite fui para o porto. Pensei que estivesse indo para a Europa. Depois descobri que estava na Argentina – disse o imigrante de Serra Leoa Ibrahim Abdoul Rahman, ex-menino-soldado que disse ter escapado da guerra civil de seu país esgueirando-se num navio de carga para uma viagem de 35 dias. No Brasil, os africanos são agora o maior grupo de refugiados, representando 65% do total dos que pedem asilo, de acordo com o Comitê Nacional para Refugiados (Conare). Há atualmente mais de 3 mil imigrantes africanos vivendo na Argentina, em comparação com apenas algumas dezenas há até oito anos. O número de pessoas que solicitam asilo a cada ano aumentou abruptamente, para cerca de mil por ano, e um terço deles é africano. – Observamos um aumento pronunciado no número de africanos vindo ao país e pedindo asilo – disse Carolina Podesta, do escritório argentino do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur). O montante ainda é baixo se comparado às dezenas de milhares de imigrantes que viajam para a Europa todos os anos, mas acredita-se que os africanos venham para a América Latina em números cada vez maiores. – Há uma procura por novos destinos – afirmou Podesta, acrescentando que muitos foram pressionados pelas políticas de imigração e de segurança mais restritas da Europa estabelecidas após o 11 de Setembro. – Observamos uma tendência estável e ela continua a crescer – disse. Para muitos, a viagem começa esquivando-se dos controles portuários da África e depois sobrevivendo à base de água e bolacha durante semanas. – Vimos casos em que eles chegam escondidos dentro do leme de um navio – disse Fernando Manzanares, diretor de imigração da Argentina. – Imagine como é atravessar o Atlântico escondido num espaço tão pequeno, tentando evitar a tripulação – observou. Vistos e Aulas Milhões de europeus chegaram à América do Sul a bordo de navios no século 19 fugindo da pobreza e da guerra, enquanto os africanos vinham em navios negreiros para trabalhar como escravos nas extensas plantações de cana do Brasil. Hoje em dia os africanos chegam em navios de carga ou aviões comerciais e depois pedem asilo ou vistos de turista prolongados. Na Argentina eles podem obter vistos de trabalho temporário pouco após a chegada e renová-los a cada três meses. – As políticas de migração do país são muito favoráveis – afirmou Manzanares. – É um reflexo da história. O que aconteceu com os imigrantes europeus 100 anos atrás agora está acontecendo com os imigrantes africanos – disse. Os africanos na Argentina também podem obter serviços de saúde gratuitamente e ter aulas de espanhol em entidades assistenciais católicas. Muitos acabam se estabelecendo, casando ou se tornam cidadãos argentinos. Alguns africanos que chegaram de forma legal conseguiram trabalhar como músicos e outros viraram jogadores de futebol profissionais nos times locais. A maioria, no entanto, ganha a vida vendendo bijuteria nas ruas de Buenos Aires. Abdoul Rahman conheceu sua mulher argentina quando lhe vendeu um anel cinco anos atrás. Ele envia dinheiro à mãe e a sete irmãs na África e mantém-se próximo à religião muçulmana na mesquita Alberdi, em Buenos Aires. Lá, Rahman encontra dezenas de outros africanos para as orações de sexta-feira. Embora alguns dos entrevistados tenham dito que enfrentam racismo na Argentina, eles concordam que isso é menor em comparação à xenofobia e às leis antiimigração enfrentadas pelos migrantes africanos na Europa. A Itália baixou uma lei em julho que tornou crime ser imigrante ilegal ou ajudar algum. Durante os anos de 1990, um grande número de angolanos fugiu da guerra civil e se estabeleceu em comunidades do Rio de Janeiro. Agora, números cada vez maiores de imigrantes provenientes da República Democrática do Congo fogem da violência e da guerra civil e buscam asilo no Brasil, que pode ser um país de fácil adaptação para os imigrantes, uma vez que possui a maior população negra fora da África. – O processo de adaptação é realmente bom no Brasil – disse Carolina Montenegro, do escritório da Acnur no Brasil. – Para os africanos, tende a ser mais fácil por causa desse patrimônio cultural – explicou. Mais e mais imigrantes da Somália, Eritreia e Etiópia também estão indo para o México e a América Central em navios de carga, na esperança de algum dia chegarem aos EUA por terra. Alguns imigrantes fazem viagens épicas por vários países para encontrar um novo lar. O motorista de caminhão somali Mohamed Ahmed Hassen, de 31 anos, vendeu sua terra para pagar a viagem. Ele passou pelo Quênia e pela Tanzânia antes de chegar a Moçambique, onde pagou US$ 1.500 para que um traficante o colocasse num navio para São Paulo. – Não sabíamos se era dia ou noite – afirmou. – Não tínhamos relógio para ver a data. Sabíamos apenas que estávamos ali por um longo tempo – completou. Do Brasil ele foi para a Colômbia e depois, de barco, para o Panamá, seguiu por Costa Rica, Nicarágua até chegar à Guatemala, onde foi preso e agora busca asilo. O imigrante da Libéria Emmanuel Danso, de 18 anos, foi para a Argentina em julho escondido em um navio de carga depois que seus pais morreram na guerra civil de seu país. Agora ele quer estudar para se tornar técnico de laboratório. – No meu país eu sou um sem-teto; sou órfão – disse Danso, enquanto entrava na classe de espanhol de uma entidade filantrópica católica. – Mas neste país há grandes oportunidades para mim – afirmou. www.correiodobrasil.com.br | 11/20/09 4:02 PM ESPECIAL-Imigrantes africanos seguem para Am�rica Latina Por Luis Andres Henao BUENOS AIRES (Reuters) - Escondidos em
navios de carga e incertos sobre aonde a perigosa viagem os
levará, um número cada vez maior de imigrantes africanos
chega à América Latina à medida que os
países europeus intensificam o controle de suas fronteiras.
Alguns vão para o México e a Guatemala como um primeiro
passo rumo aos Estados Unidos, outros aportam na Argentina e no Brasil.
Embora muitos cheguem por acaso à América Latina, uma vez
na região eles encontram governos muito mais receptivos do que na Europa. "Uma noite fui para o porto. Pensei que estivesse indo para a Europa. Depois descobri que estava na Argentina", disse o imigrante de Serra Leoa Ibrahim Abdoul Rahman, ex-menino-soldado que disse ter escapado da guerra civil de seu país esgueirando-se num navio de carga para uma viagem de 35 dias. No Brasil, os africanos são agora o maior grupo de refugiados, representando 65 por cento do total dos que pedem asilo, de acordo com o Comitê Nacional para Refugiados (Conare). Há atualmente mais de 3 mil imigrantes africanos vivendo na Argentina, em comparação com apenas algumas dezenas há até oito anos. O número de pessoas que solicitam asilo a cada ano aumentou abruptamente, para cerca de mil por ano, e um terço deles é africano. "Observamos um aumento pronunciado no número de africanos vindo ao país e pedindo asilo", disse Carolina Podesta, do escritório argentino do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur). O montante ainda é baixo se comparado às dezenas de milhares de imigrantes que viajam para a Europa todos os anos, mas acredita-se que os africanos venham para a América Latina em números cada vez maiores. "Há uma procura por novos destinos", afirmou Podesta, acrescentando que muitos foram pressionados pelas políticas de imigração e de segurança mais restritas da Europa estabelecidas após o 11 de Setembro. "Observamos uma tendência estável e ela continua a crescer." Para muitos, a viagem começa esquivando-se dos controles portuários da África e depois sobrevivendo à base de água e bolacha durante semanas. "Vimos casos em que eles chegam escondidos dentro do leme de um navio", disse Fernando Manzanares, diretor de imigração da Argentina. "Imagine como é atravessar o Atlântico escondido num espaço tão pequeno, tentando evitar a tripulação." VISTOS E AULAS Milhões de europeus chegaram à América do Sul a bordo de navios no século 19 fugindo da pobreza e da guerra, enquanto os africanos vinham em navios negreiros para trabalhar como escravos nas extensas plantações de cana do Brasil. Hoje em dia os africanos chegam em navios de carga ou aviões comerciais e depois pedem asilo ou vistos de turista prolongados. Na Argentina eles podem obter vistos de trabalho temporário pouco após a chegada e renová-los a cada três meses. "As políticas de migração do país são muito favoráveis", afirmou Manzanares. "É um reflexo da história. O que aconteceu com os imigrantes europeus 100 anos atrás agora está acontecendo com os imigrantes africanos." Os africanos na Argentina também podem obter serviços de saúde gratuitamente e ter aulas de espanhol em entidades assistenciais católicas. Muitos acabam se estabelecendo, casando ou se tornam cidadãos argentinos. Alguns africanos que chegaram de forma legal conseguiram trabalhar como músicos e outros viraram jogadores de futebol profissionais nos times locais. A maioria, no entanto, ganha a vida vendendo bijuteria nas ruas de Buenos Aires. Abdoul Rahman conheceu sua mulher argentina quando lhe vendeu um anel cinco anos atrás. Ele envia dinheiro à mãe e a sete irmãs na África e mantém-se próximo à religião muçulmana na mesquita Alberdi, em Buenos Aires. Lá, Rahman encontra dezenas de outros africanos para as orações de sexta-feira. Embora alguns dos entrevistados tenham dito que enfrentam racismo na Argentina, eles concordam que isso é menor em comparação à xenofobia e às leis antiimigração enfrentadas pelos migrantes africanos na Europa. A Itália baixou uma lei em julho que tornou crime ser imigrante ilegal ou ajudar algum. Durante os anos de 1990, um grande número de angolanos fugiu da guerra civil e se estabeleceu em comunidades do Rio de Janeiro. Agora, números cada vez maiores de imigrantes provenientes da República Democrática do Congo fogem da violência e da guerra civil e buscam asilo no Brasil, que pode ser um país de fácil adaptação para os imigrantes, uma vez que possui a maior população negra fora da África. "O processo de adaptação é realmente bom no Brasil", disse Carolina Montenegro, do escritório da Acnur no Brasil. "Para os africanos, tende a ser mais fácil por causa desse patrimônio cultural." Mais e mais imigrantes da Somália, Eritreia e Etiópia também estão indo para o México e a América Central em navios de carga, na esperança de algum dia chegarem aos EUA por terra. Alguns imigrantes fazem viagens épicas por vários países para encontrar um novo lar. O motorista de caminhão somali Mohamed Ahmed Hassen, de 31 anos, vendeu sua terra para pagar a viagem. Ele passou pelo Quênia e pela Tanzânia antes de chegar a Moçambique, onde pagou 1.500 dólares para que um traficante o colocasse num navio para São Paulo. "Não sabíamos se era dia ou noite", afirmou. "Não tínhamos relógio para ver a data. Sabíamos apenas que estávamos ali por um longo tempo." Do Brasil ele foi para a Colômbia e depois, de barco, para o Panamá, seguiu por Costa Rica, Nicarágua até chegar à Guatemala, onde foi preso e agora busca asilo. O imigrante da Libéria Emmanuel Danso, de 18 anos, foi para a Argentina em julho escondido em um navio de carga depois que seus pais morreram na guerra civil de seu país. Agora ele quer estudar para se tornar técnico de laboratório. "No meu país eu sou um sem-teto; sou órfão", disse Danso, enquanto entrava na classe de espanhol de uma entidade filantrópica católica. "Mas neste país há grandes oportunidades para mim." (Reportagem adicional de Mica Rosenberg no México, Sarah Grainger na Cidade da Guatemala e Stuart Grudgings no Rio de Janeiro) ultimosegundo.ig.com.br | 11/20/09 12:25 PM Brasil mant�m posi��o em �ndice de qualidade de vida O Brasil conquistou mais pontos na nova lista do Índice de
Desenvolvimento Humano (IDH) 2009 e se manteve na categoria de
"desenvolvimento humano elevado". Com índice de 0,813,
ocupa a 75ª posição e não é mais o
lanterna desse grupo de países.Em 2008, o IDH era de 0,807. Na
América Latina, permanece atrás de Chile, Argentina,
Uruguai, Cuba, México, Venezuela e Panamá. Publicada hoje com o relatório Ultrapassar Barreiras, Mobilidade e desenvolvimento humanos, a lista deste ano traz uma nova categoria, a de países de IDH muito elevado. Ela agrega nações com índice superior a 0,900 - o IDH máximo é 1. Os três primeiros lugares no IDH são Noruega, Austrália e Islândia. A França, na 8ª posição, voltou a entrar nos 10 primeiros classificados depois de se ausentar do grupo por um ano. Também estão presentes nesse grupo Estados Unidos, Canadá, Suécia, Japão, Finlândia, Dinamarca, Espanha, Reino Unido, Israel, Coreia do Sul, Kuwait e Emirados Árabes. O IDH é calculado anualmente pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e serve de indicador para o bem-estar humano. Neste ano, foi ampliado de 179 para 182 países. No entanto, não captura os efeitos da crise econômica mundial, uma vez que os dados internacionalmente comparáveis são apenas de 2007. Cinco países subiram três ou mais posições no ranking na comparação com a lista anterior: China, Colômbia, França, Peru e Venezuela. Aumentos de renda da população e da esperança média de vida foram os principais fatores. No caso de China, Colômbia e Venezuela, progressos na educação também contribuíram para a melhor colocação. Entre os países de IDH baixo, ocupado por uma maioria de países africanos, as três piores colocações estão Níger, Afeganistão e Serra Leoa. O Pnud, instituição da Organização das Nações Unidas voltada para o desenvolvimento, calcula o IDH a partir do Produto Interno Bruto per capita, longevidade (expectativa de vida) e educação (índice de analfabetismo e taxa de matrícula dos estudantes). Esses três indicadores têm o mesmo peso no índice, que varia de zero a um. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo . ultimosegundo.ig.com.br | 10/5/09 11:14 AM Brasil permanece est�vel em �ndice de desenvolvimento humano O Brasil permaneceu estável no Índice de Desenvolvimento
Humano (IDH) do Pnud (Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento), divulgado nesta segunda-feira. O país ocupa a
75ª posição no índice. Entre 2006 e 2007, o
índice brasileiro subiu levemente de 0,808 para 0,813, valor
considerado de alto desenvolvimento humano. O relatório, que analisa dados de 2007, não reflete
ainda os efeitos da crise econômica global, que deverá
ter impactos dramáticos no desenvolvimento humano, segundo o Pnud. O Pnud ressalta ainda as barreiras que existem para a
movimentação de migrantes - principalmente os com baixas
qualificações profissionais. Essas barreiras seriam
responsáveis por manter estável em 3% nos últimos
50 anos a proporção de migrantes no mundo, apesar de
fatores que poderiam ter aumentado esse número. Leia mais sobre: Índice de Desenvolvimento Humano ultimosegundo.ig.com.br | 10/5/09 9:41 AM Ch�vez prop�e colabora��o intercontinental para explorar recursos naturais O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, encerrou a 2ª
Cúpula América do Sul-África com uma
exortação para que as nações sul-americanas
e africanas iniciem uma cooperação intercontinental para
explorar seus recursos naturais. "África e América do
Sul são terras ricas, mas suas populações
são pobres, porque eles foram explorados", disse ele, em seu
discurso na venezuela Ilha Margarita. Chávez disse que concordou
com uma joint-venture em mineração na Serra Leoa, e que
já foram enviadas cartas de intenção para os
países africanos Mauritânia, Mali, Níger e
Namíbia. O líder venezuelano disse que seu país
poderia liderar os esforços para obter os recursos
necessários à formação de uma
corporação "multi-estatal". "Nós
podemos conseguir bilhões de dólares enquanto
investimentos em mineração. E com uma parte da
produção de ouro, ferro, diamantes, nós vamos
pagando o investimento", afirmou. Leia mais (27/09/2009 - 19h51)
redir.folha.com.br |
9/27/09 10:49 PM
Ind�stria petroleira tem ano cheio de descobertas Graças a uma série de grandes descobertas, a
indústria do petróleo está tendo um ano agitado. As
novidades reacenderam a sensação de entusiasmo no setor
petroleiro, apesar da queda dos preços e da difícil
situação econômica.
Essas descobertas, nos cinco continentes, são resultados de vários investimentos iniciados no começo da década, quando houve o aumento do preço do produto, e de novas tecnologias que permitiram aos exploradores perfurar até profundidades superiores e quebrar rochas mais duras. �Essa é uma das vantagens dos sinais de preço no livre comércio � colocar pessoas em uma posição melhor para assumir explorações mais arriscadas�, disse James T. Hackett, presidente e chefe-executivo da Anadarko Petroleum. Até agora, mais de 200 descobertas foram relatadas neste ano, em dúzias de países, incluindo a região curda no norte do Iraque, Austrália, Israel, Irã, Brasil, Noruega, Gana e Rússia. Elas foram realizadas por gigantes internacionais, Exxon Móbil, mas também por pequenos do setor, como a Tullow Oil. Só nesse mês, a British Petroleum (conhecida por BP) disse ter encontrado uma gigante reserva em águas profundas que pode se tornar a maior descoberta de petróleo no Golfo do México. Enquanto isso, a Anadarko anunciou uma grande descoberta em uma região com de Serra Leoa com �um futuro promissor�. É normal que companhias descubram bilhões de barris de novo petróleo todo ano, mas o ritmo deste ano está excepcionalmente agitado. Novas descobertas totalizaram em 10 bilhões de barris na primeira metade do ano, de acordo com a IHS Cambridge Energy Research Associates. Se as descobertas continuarem nessa velocidade até o fim do ano, elas atingirão o maior nível desde 2000. Previsões Apesar das especulações, nos últimos anos, de que haveria um pico e, em seguida, um declínio na produção de petróleo, as pessoas da indústria dizem que ainda há muito petróleo no subsolo, especialmente abaixo do solo oceânico, mas ainda mesmo que seja encontrado e extraído ele está cada vez mais escasso. Eles dizem que os preços e o ritmo do desenvolvimento tecnológico continuam a ser um dos principais fatores que governam a capacidade de produção de petróleo. Enquanto a indústria comemora as descobertas recentes, muitos executivos estão ansiosos com o futuro imediato, temendo que a queda dos preços coloque em risco a direção das explorações. A economia mundial está fraca, os preços do petróleo caíram em relação aos registros do ano passado, os lucros das corporações encolheram e a demanda global por combustível permanece baixa. Após cair para US$ 34 em dezembro, os preços dobraram, estabilizando na faixa dos US$70 por barril. Mas se a economia mundial não reanimar, alguns analistas acreditam que o preço pode cair novamente. As companhias de petróleo afirmam que não podem sustentar essa perspectiva. Apesar dos lucros recordes obtidos nos últimos anos, muitos executivos advertem que precisam de preços acima de US$ 60 por barril para desenvolver reservas mundiais mais complicadas. De fato, algumas atividades de exploração já diminuíram neste ano, conforme os produtores procuram melhores contratos com companhias de serviço e empreiteiras. Não é apenas o petróleo que está sendo beneficiado pelo aumento de explorações. A Repsol, maior companhia de petróleo da Espanha, disse nesse mês que descobriu o que pode ser a maior reserva de gás natural da Venezuela. Nos últimos anos, companhias encontraram importantes reservas de gás natural, nos EUA, em pedras de argilosa xistosa, que antes acreditavam ser impossíveis de se perfurar. �A primeira pergunta que a equipe de exploração tem no momento é �aonde vamos em seguida?��, disse Robert Fryklund, que dirigiu operações na ConocoPhillips na Líbia e no Brasil, e é vice-presidente da Cambridge Energy Research Associates, em Houston. Gastos Os custos da exploração aumentaram nos últimos anos, em parte para compensar uma duplicação de custos em toda a indústria � desde o preço do aço até o custo do aluguel de unidades de perfuração em águas profundas. A grande questão que confronta a indústria atualmente é saber como baixar os gastos e, ao mesmo tempo, manter um alto nível de exploração. Na média, os custos caíram de 15% a 20% em relação ao seu pico, de acordo com executivos do petróleo. Apesar de importantes, as novas descobertas se comparam as grandes reservas encontradas nos anos 1970, como a Prudhoe Bay no Alasca, a Ekofisk no mar nórdico, ou a Cantarell no México. Elas também são menores do que a última descoberta, a reserva de Kashagan no Mar Cáspio, descoberta em 2000 e cujas estimativas mostravam mais de 20 bilhões de petróleo. �Não vimos nada igual a Kashagan, mas ainda assim essas
descobertas detêm muito material�, disse Alan Murray, gerente de
serviço de exploração na Wood Mackenzie, empresa
de consultoria em Edinburgh. Bolsas de NY fecham no maior n�vel em quase um ano Os principais índices do mercado de ações dos EUA
fecharam em alta, nos maiores níveis em quase um ano, puxados
pelo avanço de papéis dos setores financeiro e de energia
e por dados que mostraram um aumento maior que o previsto na
produção industrial norte-americana durante o mês de
agosto. Segundo dados do Federal Reserve, a produção
industrial dos EUA aumentou 0,8% em agosto, ante previsão de alta
de 0,6%.Além disso, o Departamento de Trabalho norte-americano
divulgou que o índice de preços ao consumidor (CPI, em
inglês) subiu 0,4% em agosto, mesma taxa esperada por economistas.
O núcleo do índice, que exclui os preços de
alimentos e energia, avançou 0,1%. O Dow Jones subiu 108,30 pontos, ou 1,12%, para 9.791,71 pontos, puxado pelo avanço de componentes como American Express (+3,4%), General Electric (+6,3%) e JPMorgan Chase (+3,4%). O índice registrou alta em oito das últimas nove sessões e fechou no maior nível desde 6 de outubro de 2008. Do início do mês até agora, o Dow Jones acumula ganho de 3,11%. O S&P 500 subiu 16,13 pontos, ou 1,53%, para 1.068,76 - maior fechamento desde 3 de outubro de 2008 -, diante de um avanço de 3,4% entre os componentes do setor financeiro e de 2,3% entre os papéis do setor de energia. O Nasdaq ganhou 30,51 pontos, ou 1,45%, para 2.133,15 pontos - maior fechamento desde 26 de setembro do ano passado. Os operadores entraram no mercado em setembro temendo uma correção para baixo nos índices, que subiram mais de 40% desde as mínimas registradas em março deste ano. No entanto, o que pôde ser observado até agora foi um aumento no apetite por ativos relativamente arriscados. "Em agosto, muitas pessoas estavam comprando proteções contra um mês de setembro potencialmente difícil", disse John Brady, vice-presidente da MF Global. "Agora as pessoas estão sendo forçadas a sufocar estas apostas, gerando mais compras em todos os mercados." No setor de energia, a Anadarko Petroleum subiu 9,6% e a Tullow Oil ganhou 12%. As companhias anunciaram uma descoberta de petróleo na costa de Serra Leoa. A Verizon Communications caiu 1,9% após ter a recomendação de suas ações reduzida para "neutra", de "comprar", pelo UBS. A Amazon.com fechou em alta de 8,6% depois de o Bank of America-Merrill Lynch elevar a recomendação das ações da companhia para "comprar", de "neutro", estimando que as vendas na Internet devem voltar a registrar um crescimento de dois dígitos em 2010. As informações são da Dow Jones. ultimosegundo.ig.com.br | 9/16/09 9:42 PM Bolsas de NY fecham no maior n�vel em quase um ano Os principais índices do mercado de ações dos EUA
fecharam em alta, nos maiores níveis em quase um ano, puxados
pelo avanço de papéis dos setores financeiro e de energia
e por dados que mostraram um aumento maior que o previsto na
produção industrial norte-americana durante o mês de
agosto. Segundo dados do Federal Reserve, a produção industrial dos EUA aumentou 0,8% em agosto, ante previsão de alta de 0,6%. Além disso, o Departamento de Trabalho norte-americano divulgou que o índice de preços ao consumidor (CPI, em inglês) subiu 0,4% em agosto, mesma taxa esperada por economistas. O núcleo do índice, que exclui os preços de alimentos e energia, avançou 0,1%. O Dow Jones subiu 108,30 pontos, ou 1,12%, para 9.791,71 pontos, puxado pelo avanço de componentes como American Express (+3,4%), General Electric (+6,3%) e JPMorgan Chase (+3,4%). O índice registrou alta em oito das últimas nove sessões e fechou no maior nível desde 6 de outubro de 2008. Do início do mês até agora, o Dow Jones acumula ganho de 3,11%. O S&P 500 subiu 16,13 pontos, ou 1,53%, para 1.068,76 - maior fechamento desde 3 de outubro de 2008 -, diante de um avanço de 3,4% entre os componentes do setor financeiro e de 2,3% entre os papéis do setor de energia. O Nasdaq ganhou 30,51 pontos, ou 1,45%, para 2.133,15 pontos - maior fechamento desde 26 de setembro do ano passado. Os operadores entraram no mercado em setembro temendo uma correção para baixo nos índices, que subiram mais de 40% desde as mínimas registradas em março deste ano. No entanto, o que pôde ser observado até agora foi um aumento no apetite por ativos relativamente arriscados. "Em agosto, muitas pessoas estavam comprando proteções contra um mês de setembro potencialmente difícil", disse John Brady, vice-presidente da MF Global. "Agora as pessoas estão sendo forçadas a sufocar estas apostas, gerando mais compras em todos os mercados." No setor de energia, a Anadarko Petroleum subiu 9,6% e a Tullow Oil ganhou 12%. As companhias anunciaram uma descoberta de petróleo na costa de Serra Leoa. A Verizon Communications caiu 1,9% após ter a recomendação de suas ações reduzida para "neutra", de "comprar", pelo UBS. A Amazon.com fechou em alta de 8,6% depois de o Bank of America-Merrill Lynch elevar a recomendação das ações da companhia para "comprar", de "neutro", estimando que as vendas na Internet devem voltar a registrar um crescimento de dois dígitos em 2010. As informações são da Dow Jones. portalexame.abril.com.br | 9/16/09 9:40 PM Bolsas europeias fecham em alta com otimismo Os índices do mercado de ações da Europa fecharam
em alta, puxados pelo avanço nos papéis de mineradoras e
montadoras e diante da expectativa de uma recuperação
sustentada da economia após a divulgação de dados
que revelaram um aumento maior que o previsto na produção
industrial dos Estados Unidos durante agosto. Alguns operadores
apontaram também que o movimento de alta dos mercados está
atraindo alguns investidores que receiam perder um avanço
potencialmente prolongado das bolsas. "Estamos dizendo para algumas
pessoas que talvez ainda estejam investindo pouco que elas deveriam
entrar", afirmou Kully Samra, diretor da corretora Charles Schwab
U.K. "Há muitos aspectos positivos que não estão recebendo atenção suficiente. As moradias nos EUA vão atingir um piso e os mercados de crédito estão melhorando, por exemplo", acrescentou. O índice pan-europeu Dow Jones Stoxx 600 subiu 1,43% e fechou a 244,82 pontos - maior nível desde 6 de outubro. Nos mercados regionais, o índice FTSE-100 da Bolsa de Londres avançou 1,63%, para 5.124,13 pontos. Em Frankfurt, o índice Xetra-DAX subiu 1,27%, para 5.700,26 pontos. Na Bolsa de Paris, o CAC-40 teve alta de 1,64%, para 3.813,79 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 ganhou 1,32%, para 11.746,90 pontos. As empresas pertencentes a setores que possivelmente serão beneficiados por uma retomada no crescimento econômico foram as que tiveram os melhores desempenhos da sessão. Entre as mineradoras, a Xstrata subiu 3,43%, a Anglo American ganhou 2,68% e a Rio Tinto fechou em alta de 2,85%. A siderúrgica ArcelorMittal avançou 1,39% após divulgar que pretende aumentar gradualmente seus investimentos de capital. No segmento petrolífero, a Repsol subiu 1,92% e a Tullow Oil ganhou 9,2% após a Anadarko divulgar a descoberta de petróleo na costa de Serra Leoa. A Repsol e a Tullow Oil possuem participação no campo onde foi feita a descoberta. Entre as montadoras - que dependem bastante das tendências de demanda -, a Renault subiu 5,44% e a Daimler avançou 2,90%. As ações da Adidas ganharam 6,82% e as da Puma tiveram alta de 4,09% após o Morgan Stanley recomendar a compra de papéis das duas companhias. "Acreditamos que estas marcas esportivas estão em uma posição forte para conseguir um desempenho acima da média das concorrentes". A Lafarge subiu 4,24% após o Goldman Sachs elevar sua perspectiva para o setor de construção europeu, refletindo a revisão nas previsões para o Produto Interno Bruto (PIB) tanto da Europa quanto dos EUA em 2010. As informações são da Dow Jones. portalexame.abril.com.br | 9/16/09 5:58 PM Bolsas de NY abrem em alta ajudadas por Bernanke Os principais índices das Bolsas de Nova York abriram em alta
hoje, com o mercado concentrado na economia após
declarações positivas do presidente do Federal Reserve
(Fed, banco central norte-americano), Ben Bernanke, ontem, e de
notícias sobre o plano de compra da Omniture pela Adobe Systems.
Às 10h35 (de Brasília), o Dow Jones ganhava 0,35%, o
Nasdaq subia 0,37% e o S&P 500 avançava 0,44%. Ontem, todos os três grandes índices acionários norte-americanos fecharam nas novas máximas deste ano. Os mercados ganharam ânimo após Bernanke afirmar que, do ponto de vista técnico, "a recessão está muito provavelmente encerrada neste momento". "Até que o otimismo se torne excessivo, o mercado vai continuar subindo", afirmou Bruce Bittles, estrategista-chefe para investimento da Robert W. Baird. Indicadores divulgados nos EUA pela manhã mexeram pouco com o mercado. O índice de preços ao consumidor subiu 0,4% em base mensal em agosto, segundo o Departamento do Trabalho, em linha com a previsão dos economistas. Também em agosto, a produção industrial do país cresceu 0,8%, acima da previsão de expansão de 0,6%. O déficit em conta corrente dos EUA ficou em US$ 98,8 bilhões no segundo trimestre deste ano, ante o déficit revisado de US$ 104,5 bilhões do primeiro trimestre. No campo corporativo, a Adobe Systems pode ficar no centro das atenções depois de ter informado na noite de ontem que planeja comprar a empresa de serviços de internet Omniture por US$ 1,8 bilhão, em um acordo que marcaria sua maior aquisição desde a compra da Macromedia, há mais de quatro anos. A notícia veio no mesmo dia em que a Adobe anunciou queda no lucro e na receita de seu terceiro trimestre fiscal deste ano. O setor de petróleo também devem manter-se em foco por causa de notícias de uma nova descoberta. A Anadarko Petroleum afirmou que fez uma nova descoberta em águas profundas no poço de exploração Venus, em Serra Leoa. Os contratos futuros de petróleo eram negociados em alta de 0,13%, a US$ 71,02, em Nova York. As informações são da Dow Jones. portalexame.abril.com.br | 9/16/09 1:39 PM Naufr�gio em Serra Leoa: 10 mortos e 231 desaparecidos Pelo menos 10 pessoas morreram e 231 estão desaparecidas,
entre elas várias crianças, no naufrágio de um
barco ocorrido na noite de terça-feira no litoral de Serra Leoa.. Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2009, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil www.pernambuco.com | 9/10/09 6:11 PM Naufr�gio deixa 221 desaparecidos em Serra Leoa www.atarde.com.br |
9/10/09 1:45 PM
Pelo menos 200 desaparecidos em naufr�gio de barco na Serra Leoa Pelo menos 200 pessoas, das quais muitas crianças, desapareceram
na Serra Leoa, depois do naufrágio de um barco que oficialmente
transportava 241 passageiros. Pelo menos 200 desaparecidos em naufr�gio de barco na Serra Leoa Pelo menos 200 pessoas, das quais muitas crianças, desapareceram
na Serra Leoa, depois do naufrágio de um barco que oficialmente
transportava 241 passageiros. Duas centenas de desaparecidos em naufr�gio na Serra Leoa Cerca de duas centenas de pessoas, incluindo um grande número de
crianças, encontram-se desaparecidas devido ao naufrágio
de uma embarcação de transporte fluvial, na Serra Leoa,
anunciou hoje o Governo de Freetown.
ultimahora.publico.clix.pt |
9/10/09 10:55 AM
200 desaparecidos em naufr�gio na Serra Leoa Barco que naufragou, quarta-feira à noite, transportava
oficialmente 241 passageiros mas estariam a bordo mais de 300,
entre os quais várias crianças. Naufr�gio em Serra Leoa deixa 200 desaparecidos Pelo menos 200 pessoas, entre elas um grande número de
crianças, continuam desaparecidas nesta quinta-feira em Serra
Leoa, dois dias depois do naufrágio de um barco em que viajavam
oficialmente 241 passageiros."Segundo a lista oficial, 241
passageiros estavam a bordo, mas estes são apenas os que levavam
malas. O número exclui os estudantes que também
embarcaram", declarou o ministro adjunto dos Transportes, Osmond Hanciles. "É possível que mais de 300 pessoas estivessem a bordo", completou. Segundo as autoridades, foram encontrados apenas oito corpos. O barco naufragou na terça-feira depois de uma tempestade quando navegava pelo rio Serra Leoa, perto da cidade de Tombo, 80 km ao leste de Freetown. rmj/fp ultimosegundo.ig.com.br | 9/10/09 9:36 AM Barco afunda em Serra Leoa com mais de 150 passageiros FREETOWN (AFP) - Um barco que transportava ao menos 150 pessoas,
incluindo dezenas de crianças, naufragou nesta
terça-feira em um rio durante uma tempestade na região
de Tombo, 80 km a leste de Freetown, em Serra Leoa, informaram nesta
quarta-feira fontes oficiais.. Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Últimas Notícias Copyright © 2009, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil www.pernambuco.com | 9/10/09 12:45 AM Afundou-se barco com 150 passageiros, salvam-se 37 Um barco com pelo menos 150 passageiros, incluindo crianças,
naufragou na terça-feira devido a uma tempestade num rio na Serra
Leoa, ao largo da cidade de Tombo, tendo-se salvo 37 pessoas. Afundou-se barco com 150 passageiros, salvam-se 37 Um barco com pelo menos 150 passageiros, incluindo crianças,
naufragou na terça-feira devido a uma tempestade num rio na Serra
Leoa, ao largo da cidade de Tombo, tendo-se salvo 37 pessoas. Naufr�gio mata pelo menos 80 pessoas em Serra Leoa Um barco que transportava crianças na volta das férias escolares em Serra Leoa naufragou durante uma forte tempestade perto da capital Freetown, matando pelo menos 80 dos 150 passageiros, informou a polícia nesta quarta-feira. Os serviços de emergência resgataram 36 pessoas, e o trabalho de busca aos sobreviventes do naufrágio continuava, disse a repórteres o porta-voz da polícia federal, Ibrahim Samuro. –O restante ainda está desaparecido. A embarcação não pôde ser rastreada –, disse. – A maioria dos mortos é de crianças entre oito e 16 anos –, afirmou o oficial sênior da polícia, Sam Bangura. Ele acrescentou que o barco naufragou depois que os motores falharam no meio de uma forte tempestade. A falta de manutenção e a superlotação dos meios de transporte são os responsáveis por acidentes frequentes na costa oeste da África. Tempestades sazonais e as fortes chuvas que atingem a região já mataram mais de 160 pessoas e deixaram milhares desabrigadas. www.correiodobrasil.com.br | 9/9/09 10:46 PM |