Notícias : Suazilândia

Dist�ncias conspiram contra maternidade segura
22/07/2010 - 01h07

Mbabane, Suazilândia, 22/7/2010 – Na comunidade de Ndvwabangeni, na Suazilândia, Margaret Zondo, a quem todos chamam afetuosamente de “Gogo”, exerce a medicina tradicional. Além de tratar os doentes, faz partos. “Também dou medicamentos tradicionais para as gr&aacute... Leia mais

www.envolverde.com.br | 7/22/10 10:52 AM
L�ngua portuguesa re�ne democracias e ditaduras
Depois da Guiné Equatorial, querem aderir à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) mais cinco países: Austrália, Indonésia, Luxemburgo, Suazilândia e Ucrânia. A adesão constituiria uma viragem, visto que até à data a organização nunca teve como membros efectivos países em que o Português não seja a língua oficial. tv1.rtp.pt | 7/13/10 9:25 AM
Mais cinco pa�ses interessados em aderir � organiza��o lus�fona
Lisboa, 12 jul (Lusa) -- Mais cinco países, Austrália, Indonésia, Luxemburgo, Suazilândia e Ucrânia, manifestaram interesse em aderir à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), disse hoje à Lusa o secretário executivo da organização. tv1.rtp.pt | 7/12/10 10:54 PM
Em Durban, Zulus t�m gingado com a bola no p�
Zulu dança, mas zulu também dribla, pedala e dá até bicicleta. Mduduzi Ndoxu tem 19 anos e faz parte do grupo The Beaty of Kwa-Zulu, que apresenta as danças e a cultura do povo a turistas na praia de Durban.

A reportagem do LANCENET! nem precisou falar em futebol para que, ao fim de um ritual na North Beach, uma das principais praias da cidade, Ndoxu começasse a tratar a bola com carinho e muita habilidade, mostrando saber o que fazia.

Ágil, o jovem embalou uma série de embaixadinhas, com os pés e com a cabeça e seguiu com pedalas na areia, à la Robinho. A Copa do Mundo e a Seleção Brasileira, presente na cidade, também inspiram o zulu.

– O Robinho é muito bom. Também gosto do Ronaldinho – destacou o ofegante e habilidoso garoto, após o show com a bola em seus pés.

– Sou dançarino e também jogador de futebol! – completou.

Apesar das palavras, Ndoxu contou que jamais tentou buscar uma oportunidade em algum dos clubes de futebol local. Humilde, o jovem ganha a vida com gorjetas de turistas que se encantam pela cultura do povo zulu na terra do Mundial.

GUERREIRO ZULU ENSINA A 'DANÇA DO GOL' PARA ROBINHO

A pausa para a conversa não durou muito tempo. Logo, um colega lançou a bola no ar para Ndoxu emendar um belo voleio. Depois disso, deu também uma bicicleta, que faria a torcida brasileira explodir com algo parecido feito por Robinho & Cia. hoje, no estádio.

Torcida essa que não contará com os gritos de incentivo de Mduduzi Ndoxu, que estará ausente no Moses Mabhida quando Brasil e Portugal estiveram duelando pela liderança do Grupo H. A poucos quilômetros, na praia, ele seguirá seu ofício, dançando e driblando. Há algum clube interessado nele?

O que é Zulu?

O povoEra um clã e depois tornou-se uma forte nação no século 19. Hoje, representa 22% da população sul-africana. O presidente do país, Jacob Zuma, nasceu em uma aldeia zulu, a Zululândia. Há mais aldeias na Suazilândia, Lesoto, Zimbábue e Moçambique.

A línguaChama IsiZulu e é um dos 11 idiomas oficiais da África do Sul – um dos mais falados do país. Em Durban, por exemplo, o inglês é pouco falado em relação à língua dos zulus. www.lancenet.com.br | 6/25/10 8:43 AM
Av�s africanas distantes do estere�tipo
14/05/2010 - 02h05

Manzini, Suazilândia, 14/5/2010 – “A África não pode sobreviver sem nós”, diz o slogan do Movimento de Avós Africanas, criado para cobrar assistência estatal e defender seus direitos e sua contribuição na luta contra o HIV/aids. “Queremos ... Leia mais

www.envolverde.com.br | 5/14/10 11:12 AM
Representa��o brasileira no Parlasul aprova acordo entre Mercosul e �frica Austral

A representação brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul) aprovou o texto do acordo de comércio preferencial entre o bloco sul-americano – que reúne o Brasil, a Argentina, o Uruguai e o Paraguai – e a União Aduaneira da África Austral, integrada pela África do Sul, por Botsuana, pelo Lesoto, pela Namíbia e pela Suazilândia..

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www.diariodepernambuco.com.br | 5/7/10 11:53 AM
Portugal � "um gigante da diplomacia em �frica" - MNE suazi
Manzini, Suazilândia, 26 fev (Lusa) - O ministro suazi dos Negócios Estrangeiros, Lutfo Dlamini, classificou hoje Portugal como "um gigante da diplomacia em África" e saudou o papel do seu homólogo Luís Amado no diálogo entre a Europa e a África. tv1.rtp.pt | 2/26/10 11:52 PM
Parreira volta a mostrar preocupa��o com "europeus"
Apesar de destacar �descobertas� da última convocação, técnico da África do Sul lamenta pouco aproveitamento de jogadores mais experientes

Depois de duas vitórias em menos de uma semana - 6 a 2 contra a Suazilândia em um jogo-treino e 3 a 0 sobre o Zimbábue em um amistoso -, Carlos Alberto Parreira voltou a comentar a possibilidade de priorizar jogadores �locais� na convocação para a Copa. A decisão deixaria fora do Mundial jogadores com mais experiência, mas que estão fora de forma por não serem titulares com frequência em seus clubes na Europa.

Durante as duas semanas de concentração que teve com o elenco na cidade de Durban, Parreira trabalhou com 29 atletas, todos de clubes sul-africanos. No próximo período de treinamentos, em março, no Brasil, a intenção da comissão técnica é de que pelo menos metade desse grupo volte a ser convocada.

Além disso, Parreira já disse que a convocação final para a Copa deve ter entre 60 e 70% de jogadores da Premiership, como é conhecida a primeira divisão sul-africana. Mas a repetição de alguns erros nos primeiros jogos do ano, especialmente o excesso de passes errados, fizeram ele admitir que não pode abrir mão totalmente dos �estrangeiros�.

�Acredito que no nível da Copa do Mundo vamos precisar do máximo possível de experiência. E os jogadores que estão fora do país podem oferecer isso, a não ser que estejam fora de forma�, afirmou Parreira.

�A maioria dos 23 convocados vai ser de jogadores de times locais, mas nosso grupo na Copa é muito difícil e não vai ser fácil avançar pras oitavas-de-final. E não nos ajuda em nada ter 25 atletas no exterior que estão parados�, completou. Desses 25 jogadores observados pela comissão técnica no exterior, apenas o atacante Steven Pienaar, do Everton, é titular em sua equipe atualmente.

Com esse cenário, Parreira pode estar perto de receber uma boa notícia. O atacante Benni McCarthy, atualmente pouco aproveitado no Blackburn Rovers, pode fechar até domingo sua transferência para o West Ham, onde teria maiores chances de jogar como titular.

Ausente dos Bafana Bafana nos últimos meses em que a equipe esteve sob o comando de Joel Santana, McCarthy voltou a ser convocado assim que Parreira reassumiu o cargo. O treinador, no entanto, sempre afirmou que o atleta precisava jogar mais para se manter em forma. Por isso, o atacante estaria disposto a aceitar uma redução de mais de 20% do salário para defender o West Ham.

Revelações
Do grupo de 29 jogadores convocados para o período de concentração nas duas últimas semanas, estavam muitas caras novas. E mesmo considerando o período curto, Parreira se mostrou satisfeito com alguns dos novatos.

�Os dois jogos nos permitiram observar quase todos os jogadores. Mas não foram só os jogos. A concentração foi para conhecermos suas caras. Observá-los durante o treinamento é diferente do jogo, mas estou feliz com o comprometimento e atitude, e nós poderemos construir algo a partir disso�, disse o treinador.

Um dos destaques entre os novos jogadores foi o meia Thanduyise Khuboni, do Golden Arrows, que fez sua estréia pela seleção principal contra o Zimbábue e já foi eleito o melhor em campo.

Na partida anterior, contra a Suazilândia, Franklin Cale, do Mamelodi Sundowns, foi o destaque entre os novatos, ao marcar dois gols e ainda dar assistência para mais um. �Cale usou muito bem a chance que teve. Ele provou sua vontade e a atitude que teve demonstrou que ele está pronto pra lutar�, elogiou Parreira.

esporte.ig.com.br | 1/29/10 11:36 PM
�frica do Sul ter� dois jogos em menos de uma semana
A seleção da África do Sul, treinada por Carlos Alberto Parreira, receberá a Suazilândia e o Zimbábue para amistosos que servirão como preparação para a Copa do Mundo de 2010.

As duas partidas serão disputadas na cidade de Durban. Neste sábado, os sul-africanos enfrentam a Suazilândia no Estádio Chatsworth, em jogo cuja entrada será gratuita.

Na quarta-feira, os comandados de Parreira enfrentam o Zimbábue no Estádio Moses Mabhida.

A África do Sul é a cabeça-de-chave do grupo A da Copa do Mundo, que também conta com França, México e Uruguai. www.lancenet.com.br | 1/22/10 12:30 PM
�frica do Sul de Parreira faz dois amistosos
A seleção da África do Sul, treinada por Carlos Alberto Parreira, recebe nesta semana a Suazilândia e o Zimbábue para amistosos que servirão como preparação para a Copa do Mundo de 2010. esportes.terra.com.br | 1/22/10 12:16 PM
�frica do Sul de Parreira faz dois amistosos nesta semana

Suazilândia e Zimbábue serão os rivais da seleção anfitriã da próxima Copa do Mundo

Johanesburgo, 22 jan (EFE).- A seleção da África do Sul, treinada por Carlos Alberto Parreira, recebe nesta semana a Suazilândia e o Zimbábue para amistosos que servirão como preparação para a Copa do Mundo de 2010.

As duas partidas serão disputadas na cidade de Durban. No sábado, os sul-africanos pegam a Suazilândia no estádio Chatsworth, em jogo cuja entrada será gratuita. Na quarta-feira, os comandados de Parreira enfrentam o Zimbábue no estádio Moses Mabhida.

A África do Sul é a cabeça-de-chave do grupo A da Copa do Mundo, que também conta com França, México e Uruguai.

esporte.ig.com.br | 1/22/10 11:12 AM
Pena de morte est� em vigor em 58 pa�ses, diz Anistia
Relatório da Anistia Internacional, organização de defesa dos direitos humanos, afirma que atualmente a pena de morte está em vigor em 58 países. Outros 95 países aboliram a prática para todos os tipos de crime, enquando nove países, entre eles o Brasil (somente na Justiça militar), mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais, mas não para crimes comuns.

 

A organização afirma que 35 países aboliram �na prática� a pena de morte pelo fato de não terem realizado nenhuma execução nos últimos dez anos, apesar de a punição estar prevista em lei para crimes comuns. Somando essas 35 nações às que aboliram por lei a pena de morte, chega a 139 o número de países que não executam prisioneiros, segundo a Anistia.

De acordo com o relatório da Anistia, em 2008 foram realizadas 2.390 execuções, 93% delas em apenas cinco países: China, Irã, Arábia Saudita, Paquistão e Estados Unidos. No mesmo período, houve 8.864 sentenças à morte em todo o mundo.

Em 1977, apenas 16 países aboliram essa condenação para todos os tipos de crime. Dos 58 que ainda mantêm a pena capital, 25 realizaram execuções em 2008.

Brasil

No Brasil, a  pena de morte é proibida, exceto para crimes militares cometidos em tempos de guerra, segundo está previsto na Constituição de 1988. De acordo com a Carta, o fuzilamento é o método de execução. Comunicado sobre a sentença, o presidente da República pode conceder um indulto ou comutar a pena do condenado.

O País é o único de língua portuguesa que permite a prática para crimes militares. Na América do Sul, Bolívia, Chile e Peru também mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais.

Veja o tipo de determinação vigente em cada país:

Pena de morte abolida para todos os tipos de crime:

África do Sul, Albânia, Alemanha, Andorra, Angola, Argentina, Armênia, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bósnia-Herzegovina, Bulgária, Burundi, Butão, Cabo Verde, Camboja, Canadá, Chipre, Colômbia, Costa Rica, Côte d'Ivoire, Croácia, Dinamarca, Djibouti, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Filipinas, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Ilhas Cook, Ilhas Marshall, Ilhas Maurício, Ilhas Salomão, Irlanda, Islândia, Itália, Listenstaine, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Malta, México, Micronésia, Moçambique, Moldávia, Mônaco, Montenegro, Namíbia, Nepal, Nicarágua, Niue, Noruega, Nova Zelândia, Palau, Panamá, Paraguai, Polônia, Portugal, Quiribati, Quirguistão, Reino Unido, República Checa, República Dominicana, Romênia, Ruanda, Samoa, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia (incluindo Kosovo), Suécia, Suíça, Timor Leste, Togo, Turcomenistão, Turquia, Tuvalu, Ucrânia, Uruguai, Usbequistão, Vanuatu, Vaticano e Venezuela.

Pena de morte abolida para crimes comuns:

Bolívia, Brasil, Casaquistão, Chile, El Salvador, Ilhas Fiji, Israel, Letônia e Peru.

Pena de morte abolida �na prática� para crimes comuns:

Algéria, Benin, Brunei, Burkina Faso, Camarões, Congo, Coreia do Sul, Eritreia, Gabão, Gâmbia, Gana, Granada, Ilhas Maldivas, Laos, Libéria, Madagascar, Malaui, Mali, Marrocos, Mauritânia, Mianmar, Nauru, Níger, Papua Nova Guiné, Quênia, República Centro-Africana, Rússia, Sri Lanka, Suriname, Suazilândia, Tajiquistão, Tanzânia, Tonga, Tunísia, Zâmbia.

Pena de morte para todos os crimes:

Afeganistão, Antígua e Barbuda, Arábia Saudita, Autoridade Palestina, Bahamas, Bahrein, Bangladesh, Barbados, Belize, Bielorrúsia, Botswana, Catar, Chade, China, Cingapura, Comores, Coreia do Norte, Cuba, Dominica, Egito, Emirados Árabes, Estados Unidos, Etiópia, Guatemala, Guiné, Guiné Equatorial, Guiana, Iêmen, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Jamaica, Japão, Jordânia, Kuwait, Lesoto, Líbano, Líbia, Malásia, Mongólia, Nigéria, Omã, Paquistão, República Democrática do Congo, Santa Lúcia, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Serra Leoa, Síria, Somália, Sudão, Tailândia, Taiwan, Trinidad e Tobago, Uganda, Vietnã e Zimbábue.

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ultimosegundo.ig.com.br | 1/9/10 12:37 PM
Exposi��o em S�o Paulo mostra a paix�o mundial pelo futebol
São Paulo, 11 dez (EFE).- A paixão pelo futebol em todos os cantos do mundo está representada em uma exposição gráfica e audiovisual que acontece no Museu do Futebol, em São Paulo, e mostra por que o esporte é considerado o mais popular do planeta.A mostra "Ora, bolas! O Futebol Pelo Mundo" é um retrato do universo do torcedor, com 51 fotos tiradas em 24 países de todos os continentes, que mostram que o esporte é um elo que liga pessoas de todas as culturas.

Na exposição, que estará aberta ao público até o dia 13 de março de 2010, é possível ver que o futebol, além do milionário espetáculo que todas as semanas movimenta os estádios de todo o mundo, é uma paixão que rompe fronteiras e chega aos lugares mais remotos do planeta.

A prática do esporte por crianças e adultos na milenar Grande Muralha China, dentro de um mosteiro budista em Mianmar, no bairro de Soweto em Johanesburgo (África do Sul), em um campo empoeirado do Camboja, nas ilhas Galápagos (Equador) ou na gelada e branca Antártida, são algumas das imagens que compõem a exposição.

"Vendo estas fotos se percebe que apesar das dificuldades, eles (os praticantes), sempre estão em procura do melhor esporte, que é o futebol", comentou à Agência Efe Caio Gimenes, um jovem estudante que visitou hoje a exposição.

"Seja com bolas quase de pedra ou de couro profissional, eles se esforçam por jogar e por isso o futebol é mundialmente conhecido.

Estes jovens são um exemplo", disse Luiz Gustavo Batista, outro visitante.

Na mostra são exibidas também onze bolas oficiais das Copas do Mundo desde 1970, incluindo a Jabulani, do Mundial de 2010 na África do Sul, que foi apresentada na semana passada.

O fotógrafo brasileiro Caio Vilela, autor de 37 das 51 fotografias expostas, vai lançar durante a exposição o livro "Futebol Sem Fronteiras", no qual reúne imagens captadas em diferentes lugares do mundo, muitos deles sem nenhuma tradição futebolística, como Iêmen, Camboja ou Suazilândia.

A artista plástica Regina Silveira apresenta pela primeira vez no museu sua obra "O Jogador" (1981), que explora perspectivas e sombras a partir do uso de diversos materiais.

O Museu do Futebol de São Paulo foi inaugurado em 2008 e está localizado no estádio do Pacaembu. EFE wgm/fm ultimosegundo.ig.com.br | 12/11/09 10:41 PM
Brasil nega 'racha' entre pa�ses em desenvolvimento em Copenhague
O negociador-chefe do Brasil na reunião das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, em Copenhague, embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, afirmou nesta quarta-feira que "não vê racha" no chamado G77 - grupo que representa a maior parte dos países pobres e em desenvolvimento. O G77 reúne países emergentes como Brasil, África do Sul e Índia, mas também alguns dos mais pobres do planeta, como Burundi, Bangladesh e Suazilândia.


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"É natural que haja às vezes algumas divergências, que são democraticamente discutidas, são postas na mesa e se tenta chegar a um consenso. O grupo é de fato bastante diverso e convivemos com isso", afirmou o diplomata.

No entanto, os acontecimentos desta quarta-feira surpreenderam. Tuvalu, que não participa do G77, conseguiu tecnicamente suspender a conferência sobre o clima por algumas horas, com o apoio de diversos países do grupo.

Aliança interna

Além disso, a BBC teve acesso a um documento distribuído em novembro pelos negociadores de Lesoto, outro país africano do G77, com propostas para outros países mais pobres do grupo.

No livreto Climate Change Negotiations 2009: An LDC Perspective (Negociações sobre Mudanças Climáticas 2009: uma Perspectiva dos Países Menos Desenvolvidos), existe a proposta textual de que os países menos desenvolvidos (LDC, no jargão) "se aliem aos pequenos países-ilha em desenvolvimento (Sids) e possivelmente outros".

O objetivo da aliança interna no grupos dos 77 seria "convencer os grandes emissores entre os países em desenvolvimento a chegar a um denominador comum de negociação".

A proposta diz respeito especificamente às negociações em torno de ações obrigatórias de redução de emissões contidas nos planos nacionais sob supervisão dos países industrializados.

A proposta evidentemente toca o Brasil, que está entre os maiores poluidores do grupo. O texto, no entanto, é informal, e não foi nem será apresentado durante as negociações em Copenhague.

'Conciliar é difícil'

Nas discussões sobre metas de emissão sob a convenção do clima da ONU, o Brasil coordena o grupo dos 77 e o negociador-chefe brasileiro admite encontrar dificuldades. "Conciliar é uma tarefa árdua e difícil", afirmou Figueiredo.

Nesta quarta-feira, Tuvalu exigiu a suspensão dos trabalhos da conferência, como forma de pressão para ter a sua proposta de acordo analisada.

O pequeno país-ilha quer um acordo legal que seja mais restritivo do que o Protocolo de Kyoto, mas enfrenta resistências até internamente no G77.

A proposta, que visa a limitar o aumento da temperatura a 1,5ºC, e estabilizar as concentrações de gases que provocam o efeito estufa em 350 partes por milhão (ppm), agrada a vários países do grupo.

No entanto, a concentração de 450 ppm é melhor aceita por países industrializados e alguns em desenvolvimento. Para países emergentes, como Brasil, China, Índia e África do Sul, o limite de 350 ppm não é bem aceito, porque pode se tornar uma barreira para o crescimento econômico.

Atualmente, a concentração de gases do efeito estufa na atmosfera gira em torno de 387 ppm.

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ultimosegundo.ig.com.br | 12/9/09 10:47 PM
Museu do Futebol inaugura exposi��o sobre o esporte no mundo

Vídeos, textos, artigos e fotografias, alguns inéditos, estão expostos para apresentar o esporte nos cinco continentes

SÃO PAULO - O Museu do Futebol inaugurou hoje, em São Paulo, a exposição "Ora, Bolas! O Futebol pelo Mundo", com vídeos, textos, artigos e fotografias, alguns inéditos, sobre o esporte nos cinco continentes.

Os vídeos, textos, artigos e 51 fotografias inspirados na prática do esporte mais popular do planeta reúnem imagens registradas em 24 países, que vão desde partidas na Grande Muralha da China até jogos dentro de um mosteiro budista em Mianmar (antiga Birmânia).

O fotógrafo Caio Vilela apresenta 37 imagens na mostra, muitas delas tiradas em países sem tradição futebolística como Iêmen, Camboja ou Suazilândia.

"Não é difícil entender por que o futebol é um fenômeno mundial.

Jogar ou assistir, insultar ou aplaudir, brilhar ou enganar. Há várias formas de participar", comentou Vilela, no primeiro dia em que a mostra esta aberta ao público. A exposição vai até o dia 13 de março.

Vilela lançará durante a exposição o livro "Futebol sem Fronteiras: Retratos da Bola ao Redor do Mundo", que escreveu durante suas viagens como jornalista de turismo a diversos países.

Na mostra, serão exibidos também os modelos das 11 bolas oficiais dos mundiais utilizadas entre 1970 - na Copa do México - e 2010 - na que acontecerá na África do Sul.

A artista plástica Regina Silveira apresentará pela primeira vez no museu sua obra "O Jogador", que explora perspectivas e sombras a partir do uso de diversos materiais.

A curadoria da exposição está a cargo do jornalista esportivo Marcelo Duarte, apresentador do canal "ESPN Brasil", e do desenhista gráfico Augusto Lins Soares. EFE wgm/pd

esporte.ig.com.br | 12/5/09 11:39 PM
Chanceler de Suazil�ndia agradece a Cuba apoio na sa�de

Lutfo Ephraim Shiyinsimbi Dlamini, ministro dos Assuntos Exteriores e Cooperação Internacional do Reino de Suazilândia, agradeceu nesta capital o apoio de Cuba a seu país no campo da saúde.

www.voltairenet.org | 11/26/09 12:17 AM
Aids: 25 milh�es de mortos, mas cont�gio caiu 17% em oito anos
Um total de 25 milhões de pessoas morreu vítimas da Aids desde o surgimento da doença e 60 milhões foram infectadas, mas o número de novos contágios caiu 17% nos últimos oito anos, informa um relatório divulgado nesta terça-feira pela UNAIDS."Desde o início da epidemia, quase 60 milhões de pessoas foram infectadas pelo HIV e 25 milhões de pessoas morreram por razões vinculadas ao HIV", afirma o relatório anual do organismo da ONU, elaborado em colaboração com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

"A tendência em oito anos indica uma redução de 17% das novas infecções desde 2001. A maioria dos progressos é observada na África subsaariana", completa o documento.

"A boa notícia é que temos provas de que as reduções que observamos se devem, ao menos parcialmente, à prevenção", comemora o diretor executivo da UNAIDS, Michel Sidibé.

"A doença entrou em uma fase mais endêmica, mais estável", afirmou à imprensa em Genebra Paul de Lay, diretor executivo adjunto.

A África subsaariana continua sendo a região do mundo mais afetada, com 67% do conjunto de pessoas que vivem com o HIV e 72% das mortes vinculadas à Aids em 2008, segundo os dados da UNAIDS.

A Suazilândia permaneceu em 2007 o país mais infectado do planeta, com um índice de prevalência (proporção de pessoas que sofrem a doença em relação ao total da população em estudo) do HIV, com 26% da população adulta.

No entanto, desde 2001 o número de novas infecções na África subsaariana caiu 15%, o que representou quase 400.000 infecções a menos em 2008.

"Graças à eficácia das terapias antirretrovirais, as pessoas infectadas vivem mais tempo e há mais pessoas que nunca infectadas pelo HIV - 33,4 milhões de portadores do HIV no mundo", destaca o estudo.

Assim, o número de mortes provocadas pela Aids caiu mais de 10% nos últimos cinco anos. Segundo as estatísticas da UNAIDS e da OMS, quase três milhões de vidas foram salvas desde que um tratamento eficaz ficou disponível em 1996.

Além disso, a terapia teve um "impacto considerável na prevenção de novas infecções nas crianças", impedindo 200.000 infecções de mãe para filho desde 2001.

Mas os modos de transmissão da enfermidade evoluíram em algumas regiões do mundo, sem uma adaptação das campanhas prevenção, lamenta a UNAIDS, que ressalta que poucas campanhas são direcionadas a pessoas com mais de 25 anos e aos casados ou envolvidos em relações estáveis.

"Por exemplo, a epidemia na Europa oriental e na Ásia central, que se caracterizava antes pelo consumo de drogas injetáveis, se propaga agora aos casais com pessoas que injetam drogas", explica a agência da ONU.

"Em algumas partes da Ásia, a epidemia - que antes era alimentada por uma transmissão do vírus pela prostituição e o consumo de drogas injetáveis - afeta cada vez mais os casais heterossexuais", afirma o organismo.

at/fp

ultimosegundo.ig.com.br | 11/24/09 12:25 PM
Brasil melhora cinco posi��es em ranking de corrup��o

O Brasil subiu cinco posições no ranking anual de corrupção compilado pela organização Transparência Internacional (TI), divulgado em Berlim, Alemanha, nesta terça-feira.

O país recebeu este ano 3,7 pontos, numa escala de 0 a 10, passando da 80ª colocação em 2008, para o 75º lugar entre 180 nações analisadas, posição compartilhada com Colômbia, Peru e Suriname.

Apesar da melhora, o Brasil continua entre os países com índice alto de percepção de corrupção. O Brasil está apenas quatro posições à frente de Burkina Faso, China, Suazilândia e Trinidad e Tobago.

O índice é calculado com base em pesquisas feitas por instituições de renome, que ouviram especialistas e empresários, convidados a dar sua opinião sobre a percepção que têm da corrupção existente entre funcionários públicos e políticos de seus países.

A situação do Brasil é comparável à da América Latina como um todo: 21 dos 31 países da região incluídos no levantamento receberam pontuação abaixo de 5, indicando problemas sérios de corrupção. Nove deles não passaram dos 3 pontos, marco indicativo de corrupção desenfreada.

�Economias líderes na região, que deveriam se tornar bastiões anticorrupção, foram sacudidas por escândalos envolvendo impunidade, subornos, corrupção política e abuso da máquina pública�, diz o documento.

Com exceção da Guatemala, nenhum país da região registrou melhora significativa em sua pontuação.
O documento diz que instituições frágeis, práticas governamentais indevidas e influência excessiva de interesses privados continuam a minar esforços para promover desenvolvimento igualitário e sustentável na América Latina.

Além disso, acrescenta o relatório, jornalistas da região enfrentam um ambiente de restrições crescentes, com muitos países aprovando legislações destinadas a silenciar a cobertura crítica, o que limita a liberdade de imprensa e as possibilidades de divulgar as práticas de corrupção e seus impactos.

Ainda de acordo com a Transparência, a crise financeira expôs a importância de boa governança nos setores público e privado e das relações entre os dois setores, levando em conta os pacotes de estímulos que estão injetando grandes quantias de dinheiro nas economias afetadas.

O ranking mundial teve poucas alterações significativas. Nova Zelândia (terceiro lugar no ano passado) lidera o ranking atual, seguida da Dinamarca (líder em 2008). Cingapura passou do quarto para o terceiro lugar, dividindo a posição com a Suécia, que caiu da segunda colocação no ano passado.

Entre os países no final da lista estão nações marcadas por instabilidade política ou guerras, como Somália, Afeganistão e Mianmar.

O resultado nesses países, segundo a ONG, demonstra que nações tidas como as mais corruptas são também as que mais sofrem com conflitos longos, que destróem sua infraestrututa govermanental.

Leia mais sobre corrupção

ultimosegundo.ig.com.br | 11/17/09 12:03 PM
SADC analisa crise pol�tica
Os Presidentes de Moçambique, Armando Guebuza e da Zâmbia, Rupiah Banda, e o rei Mswati III, da Swazilândia, reúnem-se hoje, em Maputo, no âmbito dos esforços da SADC para a solução da crise política que afecta o Governo de União Nacional do Zimbabwe, anunciaram, ontem, fontes oficiais, citadas pela France Press (AFP). www.nexus.ao | 11/6/09 9:22 AM

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