Notícias : Suazilândia
Reunião para resolver impasse no Zimbábue fracassa
O encontro regional entre quatro países da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC, na sigla em inglês), convocada nesta segunda-feira (27) para resolver o impasse no Zimbábue, fracassou. Na capital Harare, a reunião entre os líderes da África do Sul, Suazilândia, Angola e Moçambique não conseguiu avançar as negociações para concretizar um acordo de divisão do poder entre o ditador Robert Mugabe e o líder da oposição Morgan Tsvangirai. Em comunicado, a comunidade afirmou que a ocupação do Ministério do Interior --que controla a polícia-- foi o que travou as negociações entre o Zanu-PF (partido de Mugabe) e as duas facções do oposicionista Movimento pela Mudança Democrática (MDC, na sigla em inglês) comandado por Tsvangirai e Arthur Mutambara. Leia mais (28/10/2008 - 10h17) redir.folha.com.br | 10/28/08 12:15 PM
Líder da oposição irá a reunião para resolver impasse no Zimbábue
O principal líder da oposição no Zimbábue, Morgan Tsvangirai, disse que irá à nova reunião marcada entre chefes de Estado africanos para tentar resolver o impasse de governo com o ditador Robert Mugabe, no poder há 28 anos. O encontro, que deve acontecer na próxima segunda-feira (27), na capital Harare, substitui a reunião anteriormente marcada na Suazilândia. Nesta sexta-feira, o porta-voz de Tsvangirai, Nelson Chamisa, confirmou a presença do líder na reunião e disse que ele tem o "dever" de comparecer. Chamisa afirmou que será a oportunidade certa para resolver o impasse e promover "uma alocação justa dos ministérios".
AP/Efe
O líder oposicionista Morgan Tsvangirai e o ditador Robert Mugabe
O líder oposicionista Morgan Tsvangirai e o ditador Robert Mugabe
Leia mais (24/10/2008 - 14h36) redir.folha.com.br | 10/24/08 1:53 PM
Líder da oposição do Zimbabwe perde reunião
JOHANNESBURG – O presidente do Zimbabwe, Robert Mugabe, impediu que o líder da oposição Morgan Tsvangirai presenciasse as conversas da divisão de forças nesta segunda, na Suazilândia (estado no sudeste da África), ao se recusar a lhe dar seu passaporte, disseram oficiais da oposição em conferência com a imprensa. ultimosegundo.ig.com.br | 10/20/08 9:43 PM
Líder opositor do Zimbábue não consegue viajar a reunião sobre divisão do poder
O líder opositor do Zimbábue, Morgan Tsvangirai, não assistirá nesta segunda-feira a uma reunião na Suazilândia para desbloquear as negociações sobre um governo de coalizão com o partido do presidente Robert Mugabe, porque não estava com documentos necessários para a viagem. ultimosegundo.ig.com.br | 10/20/08 9:18 AM
Presidente sul africano discutirá crise no Zimbábue
O presidente da África do Sul, Kgalema Motlanthe, participará da reunião que será realizada amanhã na Suazilândia pelo painel de segurança da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC, na sigla em inglês), que busca uma saída para a crise política no Zimbábue. noticias.terra.com.br | 10/19/08 3:01 PM
Zimbábue: negociações continuarão segunda feira
As negociações para a formação de um Governo de união nacional no Zimbábue continuarão segunda feira, na Suazilândia, disse hoje o ex presidente da África do Sul e mediador do diálogo, Thabo Mbeki. noticias.terra.com.br | 10/18/08 12:38 PM
Negociações no Zimbábue prosseguirão, diz Mbeki
O ex presidente sul africano Thabo Mbeki, mediador das negociações para tentar salvar um acordo para a divisão do poder no Zimbábue, declarou nesta sexta feira que o diálogo não está bloqueado e que prosseguirá na segunda, na Swazilândia. noticias.terra.com.br | 10/18/08 12:27 AM
Negociações no Zimbábue prosseguirão, afirma Mbeki
O ex-presidente sul-africano Thabo Mbeki, mediador das negociações para tentar salvar um acordo para a divisão do poder no Zimbábue, declarou nesta sexta-feira que o diálogo não está bloqueado e que prosseguirá na segunda, na Swazilândia. ultimosegundo.ig.com.br | 10/17/08 11:27 PM
Com Unicef, Barcelona leva projetos a Malauí e Angola
O Barcelona anunciou nesta quarta feira que levará a Malauí e Angola seus projetos beneficentes em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), que já existem na Suazilândia. esportes.terra.com.br | 10/15/08 4:42 PM
África: Suazilândia realiza eleições legislativas
Os eleitores da Suazilândia, país que detém a última monarquia absolutista da África, foram nesta sexta às urnas para escolher 55 dos 65 membros da Assembléia Nacional (Câmara Baixa), onde partidos políticos não podem participar do pleito e todos os candidatos se apresentam como independentes. noticias.terra.com.br | 9/19/08 7:08 PM
Desigualdade cai, mas avanço social do País ainda é tímido
Mesmo com a repetição em 2007 de avanços na distribuição de renda e no emprego, a persistente desigualdade da sociedade brasileira prejudica a evolução dos indicadores sociais no País, mostrou nova edição da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Divulgada nesta quinta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a contagem mostra que ocorreu, no ano passado, a maior redução na diferença entre ricos e pobres no Brasil desde 1990 segundo o Índice de Gini, que caiu de 0,541 para 0,528. Mas também revela que havia 14,1 milhões de brasileiros analfabetos - o que coloca o País em 15 lugar em proporção de alfabetizados na América Latina e Caribe - e 4,8 milhões de crianças trabalhando. Em contraposição, a cobertura previdenciária e a ligação a rede de esgotos passaram de 50%, em melhorias concentradas no Sudeste e no Sul. "Os indicadores sociais só não avançam mais porque a distribuição de renda não se dá numa velocidade maior do que a verificada nos últimos anos", disse o presidente do IBGE, Eduardo Nunes. "De 2006 para 2007, já observamos uma redução acentuada (na concentração). Mantida esse velocidade, a partir de agora certamente os indicadores sociais poderão acompanhar mais de perto o crescimento da renda." A queda no Índice de Gini - que varia de zero a 1 e indica maior desigualdade quanto mais aumenta - foi a reafirmação de uma tendência já verificada em anos anteriores no Brasil. A PNAD mostrou que, em 2007, o Gini da distribuição de renda do trabalho (não incluindo outras rendas) passou de 0,540 em 2006 para 0,528 em 2007. Apesar da redução forte, o Brasil ainda está muito atrás de outros países nesse indicador. O Gini da Rússia, por exemplo, é 0,399; o da China, 0,469; e o da Índia, 0,368. Todos têm distribuição de riqueza menos desigual que a brasileira. "O Brasil não é um país pobre, é rico e se aproxima de países desenvolvidos em alguns indicadores, mas a distribuição de renda é como a de países que nem sabemos direito onde estão no mapa", disse Nunes. O índice brasileiro está mais próximo de nações pobres da América Central, como El Salvador (0,524) e Panamá (0,561), ou africanas como Nigéria (0,505), África do Sul (0,578), Suazilândia (0,504) e Zimbábue (0,501). Segundo a pesquisa, os aumentos no rendimento médio real dos trabalhadores nos últimos quatro anos não foram suficientes para recuperar as perdas ocorridas entre 1996 e 2003. Em 2007, a renda dos ocupados chegou a R$ 960, o maior patamar dos últimos oito anos, mas ainda foi 6% inferior à de 1996 (R$ 1.023,00), ano de pico da renda na série da PNAD, iniciada em 1992. Depois, houve perdas até 2003, estabilidade em 2004 e recuperação em 2005, 2006 e 2007. No campo econômico, os indicadores de 2007 colhidos pela PNAD são repletos de boas notícias. O índice de formalização do emprego foi recorde no ano passado, com 35,7% de trabalhadores com carteira assinada. O índice é o maior na série histórica da pesquisa, iniciada em 1992. Mas 8,1 ... jc.uol.com.br | 9/18/08 9:13 PM
Galp conclui compra da distribuição da Shell em Moçambique
A petrolífera portuguesa Galp Energia anunciou que concluiu a aquisição do negócio de distribuição de produtos petrolíferos da Shell em Moçambique, ficando com uma cota de mercado de 14%. Em um comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, reguladora do mercado luso de capitais, a empresa diz que concluiu a aquisição, anunciada em 6 de maio de 2008, "do negócio de distribuição de produtos petrolíferos da Royal Dutch Shell em Moçambique, que representa um volume de vendas de 20 mil metros cúbicos por ano e inclui sete estações de serviço". Com esta aquisição e as que estão "em curso com a Royal Dutch Shell na Suazilândia e em Gâmbia", a Galp terá "um aumento de 45% nos volumes de vendas da distribuição de produtos petrolíferos e maior diversificação geográfica na África, com cotas de mercado que entre 15 e 40%". Leia mais (12/09/2008 - 19h57) redir.folha.com.br | 9/12/08 10:22 PM
Togo cada vez mais longe da Copa de 2010
A seleção de Togo está mais longe da Copa do Mundo de 2010. Nesta quarta-feira, fora de casa, a equipe perdeu por 1 a 0 para a Zâmbia, gol de Felix Katongo, pelas Eliminatórias Africanas ao Mundial.

O grande desfalque ficou por conta do atacante Adebayor, do Arsenal, que se recusou a viajar com a delegação.

Com o resultado, os Falcões permaneceram com três pontos, na lanterna (3ª colocação) do Grupo 9. Para se classificarem, os togoleses precisam derrotar a Suazilândia na rodada decisiva, em outubro, e torcer por uma combinação de resultados dos outros grupos. Desta forma, o Togo poderia entrar como um dos melhores segundos colocados. Os zambianos, com sete pontos, lideram o Grupo 9.

Os vencedores de cada um dos 12 grupos avançam à fase final das Eliminatórias Africanas, além dois oito melhores segundos colocados. Na reta decisiva, as 20 seleções são divididas em cinco grupos de quatro, sendo que só os vencedores de cada um deles vão ao Mundial. Vale lembrar que o torneio também distribui vagas na Copa Africana de Nações-2010, em Angola. www.lancenet.com.br | 9/10/08 4:01 PM
Mulheres protestam na Suazilândia contra extravagância da realeza
Centenas de mulheres na Suazilândia realizaram uma passeata pelas ruas da capital, Mbabane, para protestar contra os gastos com uma viagem ao exterior para compras feita por nove das 13 esposas do rei Mswati 3º. Elas alugaram um avião na semana passada para ir à Europa e ao Oriente Médio. ultimosegundo.ig.com.br | 8/22/08 4:32 AM
Mulheres protestam na Suazilândia contra extravagância da realeza

Centenas de mulheres na Suazilândia realizaram uma passeata pelas ruas da capital, Mbabane, para protestar contra os gastos com uma viagem ao exterior para compras feita por nove das 13 esposas do rei Mswati 3º...

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oglobo.globo.com | 8/22/08 12:35 AM
Mulheres protestam na Suazilândia contra extravagância da realeza
Centenas de mulheres na Suazilândia realizaram uma passeata pelas ruas da capital, Mbabane, para protestar contra os gastos com uma viagem ao exterior para compras feita por nove das 13 esposas do rei Mswati 3º. noticias.terra.com.br | 8/22/08 12:29 AM
Reino Unido estuda exigir visto de entrada para brasileiros
A Embaixada Britânica admitiu, nesta sexta-feira (15), que o governo do Reino Unido estuda exigir o visto de entrada para cidadãos brasileiros e de outros dez países que visitem a Inglaterra, a Escócia, a Irlanda do Norte e o País de Gales. Com a introdução da nova política, pessoas provenientes da Bolívia, Botsuana, Brasil, Lesoto, Malásia, Ilhas Maurício, Namíbia, África do Sul, Suazilândia, Trinidad e Tobago e Venezuela precisariam pedir um visto de seis meses antes de viajar ao Reino Unido. Em nota divulgada após o jornal O Estado de S. Paulo ter publicado que o governo britânico teria feito uma série de exigências ao governo brasileiro para não voltar a pedir o visto, a embaixada afirma que nenhuma decisão será tomada até o início de 2009. Até lá, o Reino Unido se compromete a "trabalhar em conjunto" com os governos dos países, "avaliando as medidas cabíveis para reduzir os riscos potenciais oferecidos pelos cidadãos desses países". Segundo o jornal, o governo britânico identificaria os 11 países pelo alto índice de imigrantes ilegais e a outros crimes. O Estado de S. Paulo garante ainda que, em carta entregue pelo embaixador Peter Collecot ao ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, em julho deste ano, haveria a exigência de que um policial britânico atue no setor de imigração do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP). Além disso, as agências de turismo brasileiras deverão entrevistar seus clientes a fim de identificar os que tiverem intenção de imigrar ilegalmente, não lhes vendendo passagens. A embaixada admite que entre as medidas discutidas com os governos locais está o envio de um "oficial britânico" para o país em questão. De acordo com a embaixada, atualmente esses oficiais atuam em cerca de 30 países, desempenhando um papel de consultoria, oferecendo treinamento às companhias aéreas e às autoridades nacionais de imigração. Eles não têm, no entanto, autoridade executiva. Atualmente, o Reino Unido exige vistos de entrada para cidadãos de mais de 100 países, o que representa mais de 75% da população mundial. Fonte: Agência Brasil jc.uol.com.br | 8/16/08 12:43 AM
Grã-Bretanha estuda exigir visto de turista brasileiro
O Ministério do Interior britânico anunciou nesta quinta-feira que poderá exigir visto de turistas brasileiros a partir do início do ano que vem. A medida, que poderá afetar outros dez países de fora da União Européia, faz parte da primeira Revisão Global de Vistos realizada pelo país.

Segundo o ministério, as autoridades britânicas avaliaram todos os países de fora da UE segundo uma série de critérios que determinam "o nível de risco" que impõem à Grã-Bretanha.

Os quesitos analisados incluem o uso de passaporte falso, imigração ilegal (número de deportados, barrados nas fronteiras e trabalhadores ilegais), índices de criminalidade, ameaça de terrorismo e a forma como os governos dos respectivos países estão lidando com essas questões.

Além do Brasil, estão na lista Bolívia, Botsuana, Lesoto, Malásia, Maurício, Namíbia, África do Sul, Suazilândia, Trinidad e Tobago e Venezuela. O Ministério do Interior não divulgou informações sobre como o Brasil se saiu na avaliação.

Riscos

Se a nova lei for introduzida, os cidadãos brasileiros que pretendem visitar a Grã-Bretanha precisarão de um visto de seis meses que deverá ser expedido antes que deixem o Brasil.

Atualmente, um acordo entre a Grã-Bretanha e o Brasil permite que brasileiros permaneçam no país europeu sem visto durante 90 dias.

As exceções são para estudantes ou pessoas que viajam a trabalho, que precisam de visto para entrar no país.

O governo britânico disse que pretende estreitar relações com esses países nos próximos seis meses para “reduzir o risco que eles representam”.

"Se esses países forem capazes de mostrar evidências de que estão atuando para evitar imigração ilegal de seus cidadãos para a Grã-Bretanha, não haverá necessidade para introduzir o regime de vistos" diz o comunicado do ministério. “Nenhuma decisão final será tomada até o início de 2009.”

Política de reciprocidade

O Ministério das Relações Exteriores informou à BBC Brasil que os governos brasileiro e britânico têm mantido encontros bilaterais desde 2007 para discutir a entrada de imigrantes brasileiros ilegais na Grã-Bretanha.

– A posição do Itamaraty é de reciprocidade – informou o Itamaraty.

– Se Grã-Bretanha tornar o visto obrigatório para visitantes brasileiros, o Brasil fará o mesmo com os turistas britânicos – afirmou.
 
Atualmente os turistas brasileiros têm livre entrada em 21 dos 27 países da União Européia, segundo o Itamaraty.

Em 2006 (os dados mais recentes), 11,3 mil brasileiros foram mandados de volta da Grã-Bretanha, uma média de 31 brasileiros por dia. Desse total, 4,9 mil foram barrados nas fronteiras e 6,3 mil, deportados (a cifra inclui um pequeno número que retornou voluntariamente).

Desde o início deste ano, os agentes de imigração britânicos barraram a entrada de 6 mil pessoas suspeitas de ilegalidade. O governo britânico não divulgou o número de brasileiros incluídos neste total. www.correiodobrasil.com.br | 7/10/08 5:25 PM
Mercosul anunciará acordo com a Índia e a África

Nos seis meses que ocupou a presidência pro-tempore do Mercosul, a Argentina não conseguiu consolidar o acordo de livre-comércio com a Índia e a União Aduaneira da África Austral (Sacu), grupo que reúne África do Sul, Botsuana, Lesoto, Namíbia e Suazilândia...

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www.pernambuco.com | 6/30/08 8:45 PM
Mercosul anunciará acordo com a Índia e países africanos
Nos seis meses que ocupou a presidência pro-tempore do Mercosul, a Argentina não conseguiu consolidar o acordo de livre-comércio com a Índia e a União Aduaneira da África Austral (Sacu), grupo que reúne África do Sul, Botsuana, Lesoto, Namíbia e Suazilândia. Mas um primeiro passo, ainda que pequeno, já foi dado. Nos últimos 15 dias o Mercosul e a Sacu concluíram as negociações para a ampliação da lista de preferências tarifárias fixada em 2004. O representante permanente da missão brasileira junto à Associação Latino-Americana de Integração (Aladi) e o Mercosul, embaixador Regis Arslanian, antecipou à Agência Brasil que o acordo com a Sacu será anunciado nesta 35 Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e dos Estados Associados. A assinatura ainda depende de trâmites internos do bloco africano e deve ficar para a próxima cúpula, em dezembro, em Salvador. Os Acordos Básicos de Preferências Tarifárias Mercosul-Índia e Mercosul-Sacu foram firmados em 2004, na cúpula de Belo Horizonte. Com os africanos, ficou acertada uma lista de 950 produtos com tarifas especiais de cada lado. Agora a lista será ampliada para dois mil produtos. "Há produtos de todos os setores. Preferências pequenas, às vezes, de 15%, 20%, e outras maiores, de 50%, algumas de 100%. Mas com isso a gente abriu as portas para o mercado sul-africano", explicou Arslanian. "Sobretudo, o acordo amplia a preferência em produtos de interesse do Uruguai e do Paraguai, como o couro, os lácteos, o trigo, a carne e a soja", ressaltou. O embaixador disse que o Mercosul tinha interesse na exportação destes produtos e pediu tarifas especiais, mas os africanos negaram pois não teriam como competir com a produção do Brasil e da Argentina. O bloco propôs, então, uma abertura parcial - apenas para os dois sócios menores. Não foi possível, porém, incluir o setor automotivo. "Vamos continuar negociando isso, para eles é um setor muito sensível", informou. Segundo Arslanian, o Mercosul também está buscando a ampliação das preferências com a Índia. A futura criação de um área de livre comércio entre o Mercosul e o Sacu é uma das estratégias do Fórum de Diálogo Índia-Brasil-África do Sul (Ibas) para dobrar as trocas comerciais entre os países da região até 2010. A meta é alcançar um intercâmbio comercial de US$ 15 bilhões. A falta de tratados de livre comércio entre o bloco regional e outros países ou blocos é uma das queixas dos sócios menores. O primeiro acordo comercial deste tipo foi fechado com Israel, na última cúpula do Mercosul, em dezembro de 2007. Neste semestre começará o diálogo com a Turquia e a Jordânia. Fonte: Agência Brasil jc.uol.com.br | 6/30/08 7:19 PM
Oposição no Zimbábue faz alerta final a Mugabe
O líder da oposição no Zimbábue, Morgan Tsvangirai, fez um alerta "final" ao presidente do país, Robert Mugabe, antes das eleições presidenciais de sexta-feira.

– As negociações estarão acabadas se Mugabe se declarar vencedor e se considerar o presidente. Como é que nós podemos negociar? – disse Tsvangirai em entrevista ao jornal britânico The Times.

Mugabe havia dito que poderia estar disposto a conversações depois do pleito que, o governo insiste, vai ser realizado, apesar da retirada do Movimento para Mudança Democrática (MDC), disse o jornal.

Fazendo uma mensagem direta a Mugabe, Tsvangirai disse: "Você se recusou a falar comigo na época, como pode falar comigo agora? Eu fiz esta oferta, eu dei esta abertura, eu lhe disse que negociaria antes das eleições e não depois, porque não é sobre eleições, é sobre transição".

Mandela

A pressão internacional para uma saída para a crise no Zimbábue vem aumentando. Na quarta-feira, o ex-presidente sul-africano Nelson Mandela condenou nesta quarta-feira a violência política e o que chamou de "trágico fracasso de liderança" no Zimbábue.

– Nós assistimos com tristeza à prolongada tragédia em Darfur (no Sudão). Mais perto de casa, nós vimos a explosão de violência contra irmãos africanos em nosso próprio país e o trágico fracasso de liderança em nosso vizinho Zimbábue – disse Mandela em Londres, em um jantar em comemoração aos seus 90 anos.

Esta foi a primeira vez que o líder sul-africano falou sobre a crise no Zimbábue. Segundo o correspondente da BBC, James Robbins, Mandela havia mantido silêncio até agora para não prejudicar os esforços do presidente da África do Sul, Thabo Mbeki, como mediador da crise no Zimbábue. A atuação de Mbeki foi criticada por seu seu fracasso em resolver a crise.

Também na quarta-feira, em uma reunião de emergência, representantes da Suazilândia, da Tanzânia e de Angola, países que integram a Comunidade de Desenvolvimento do Sul da África (SADC, na sigla em inglês), pediram que o governo do Zimbábue adie o segundo turno das eleições presidenciais.

Crise

A crise no país africano se agravou no último domingo, quando o líder da oposição e candidato à Presidência pelo Movimento para a Mudança Democrática (MDC, na sigla em inglês), Morgan Tsvangirai, retirou sua candidatura no segundo turno e buscou refúgio na embaixada da Holanda em Harare, capital do Zimbábue.

Tsvangirai foi o mais votado no primeiro turno das eleições, em março, com cerca de 48%, enquanto o presidente Robert Mugabe obteve cerca de 43%. O número de votos, porém, não foi suficiente para que ele vencesse no primeiro turno.

O MDC afirma que 86 de seus partidários foram mortos e 200 mil pessoas expulsas de suas casas devido a uma suposta campanha de perseguição praticada por aliados do presidente Mugabe. Na quarta-feira, Tsvangirai pediu a intervenção de líderes africanos para a superar a crise política.

Na segunda-feira, o Conselho de Segurança da ONU já havia condenado por unanimidade a intimidação contra a oposição do Zimbábue e dito que a violência torna "impossível" uma votação livre e justa no segundo turno da eleição presidencial. Os Estados Unidos também afirmaram que não vão reconhecer os resultados da votação. www.correiodobrasil.com.br | 6/26/08 11:54 AM
Países africanos pedem adiamento do 2º turno no Zimbábue
Representantes de países da região sul da África, em uma reunião de emergência na Suazilândia, fizeram nesta quarta-feira uma declaração pedindo que o governo do Zimbábue adie o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para esta sexta-feira. Na reunião, os representantes de Suazilândia, Tanzânia e Angola, que pertencem à Comunidade de Desenvolvimento do Sul da África (SADC, na sigla em inglês), afirmaram que as condições atuais no país - onde a oposição acusa simpatizantes do governo de realizar uma violenta campanha de intimidação - não permitiriam a realização de eleições livres e justas. ultimosegundo.ig.com.br | 6/25/08 10:43 PM
Países africanos pedem adiamento do 2º turno no Zimbábue
Os países vizinhos do Zimbábue pediram nesta quarta-feira o adiamento da votação presidencial no país, afirmando que poderia faltar legitimidade na reeleição do ditador Robert Mugabe, dado o clima de violência política no país. O pedido, feito pelos representantes de Suazilândia, Tanzânia e Angola, que pertencem à Comunidade de Desenvolvimento do Sul da África (SADC, na sigla em inglês), coloca ainda mais pressão sobre Mugabe, que até agora desafia uma forte condenação internacional pela violência política que ocorre no país desde a realização do primeiro turno das eleições, no dia 29 de março.
Arte Folha Online
Leia mais (25/06/2008 - 19h28) redir.folha.com.br | 6/25/08 8:31 PM
África Austral pede adiamento do segundo turno no Zimbábue
A Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) pediu nesta quarta-feira o adiamento do segundo turno da eleição presidencial no Zimbábue, em um comunicado difundido ao término da reunião de sua comissão de segurança na capital da Suazilândia. ultimosegundo.ig.com.br | 6/25/08 3:13 PM
África do Sul considera intervenção militar desnecessária no Zimbábue
Uma intervenção militar não é necessária no Zimbábue, afirmou em Pretória o vice-ministro sul-africano das Relações Exteriores, Aziz Pahad, no momento em que começava em Mbabane (Suazilândia) uma reunião da comissão de segurança da África Austral. ultimosegundo.ig.com.br | 6/25/08 10:51 AM
EUA dizem que não vão reconhecer eleição no Zimbábue
Líderes africanos estão reunidos na Suazilândia para discutir crise no Zimbábue. www.bbc.co.uk | 6/25/08 10:23 AM
EUA dizem que não vão reconhecer eleição no Zimbábue
Os Estados Unidos não vão reconhecer o resultado do segundo turno das eleições do Zimbábue, marcadas para esta sexta-feira dia 27, afirmou à BBC uma autoridade do Departamento de Estado americano.

Jendayi Frazer, do Departamento de Assuntos Africanos do Departamento de Estado, disse que o presidente Robert Mugabe não poderá reivindicar uma vitória legítima diante da campanha de violência que vem promovendo contra a oposição.

– As pessoas estão apanhando e perdendo suas vidas apenas por exercer seus direitos de votar em suas lideranças – disse Frazer.

– Então não podemos, sob nenhuma condição, reconhecer o resultado (do segundo turno) caso ele ocorra – completou.

Outros países ocidentais, incluindo a Grã-Bretanha, pediram que a comunidade internacional isole Mugabe e declare sua presidência ilegítima se as eleições não forem justas e livres. Monitores eleitorais do Zimbábue disseram que não poderão atuar no segundo turno das eleições porque não receberam a permissão oficial do governo.

Envio de tropas

Em carta aberta publicada na edição desta quarta-feira do jornal britânico The Guardian, o líder da oposição, Morgan Tsvangirai, defendeu o envio de uma força internacional ao Zimbábue e a realização de novas eleições presidenciais.

“Nós precisamos de uma força para proteger o povo. Nós não queremos um conflito armado, mas as pessoas do Zimbábue precisam que as palavras de indignação dos principais líderes mundiais sejam respaldadas pela integridade de uma força militar”, disse Morgan Tsvangirai, que continua refugiado na embaixada da Holanda desde que anunciou, no domingo, que não participará do segundo turno das eleições.

“Tal força ficaria o cargo de tropas de paz e não de instigadores da violência. Eles protegeriam as pessoas de seus opressores e lançariam um escudo para proteger o processo democrático do qual o Zimbábue tanto precisa”.

Nesta quarta-feira, líderes da Comunidade de Desenvolvimento do Sul da África (SADC, na sigla em inglês) se reúnem na Suazilândia para discutir a crise no Zimbábue. O presidente da África do Sul, Thabo Mbeki, que vem tentado mediar a crise no país vizinho, não participará do encontro.

Segundo seu porta-voz, a reunião contará apenas com a presença de membros da Troika, o órgão de segurança da SADC, da qual a África do Sul não faz parte. A Troika é composta por Suazilândia, Angola e Tanzânia.

Apesar dos apelos da comunidade internacional e das Nações Unidas para suspender o segundo turno, Robert Mugabe disse que as eleições serão realizadas na sexta-feira como planejado.

– Eles podem gritar tão alto quanto quiserem de Washington ou de Londres. Somente o nosso povo poderá decidir e mais ninguém – disse Mugabe durante um comício na terça-feira.

O presidente ainda afirmou que Tsvangirai abandonou a disputa pela presidência porque ficou com medo da derrota ao ver o “furacão político” vindo em sua direção. www.correiodobrasil.com.br | 6/25/08 10:08 AM
Joel Santana estréia bem na África do Sul
O técnico Joel Santana estreou com o pé direito no comando da seleção da África do Sul. Nesta quinta-feira, os Bafana Bafana derrotaram a Suazilândia por 1 a 0, em jogo preparatório para as Eliminatórias da Copa Africana de Nações 2010. O único gol do jogo foi marcado por Mashego, aos 32 minutos do segundo tempo.

No próximo dia 1º de junho, os sul-africanos estréiam nas Eliminatórias contra a Nigéria. Para o jogo, Joel pode não contar com o apoiador Pienaar, que deixou a partida desta quinta com uma lesão muscular. www.lancenet.com.br | 5/30/08 1:25 AM
Cruz Vermelha suíça arrecada mais de 500 mil euros em festa brasileira
Genebra, 25 mai (EFE).- A cantora Daniela Mercury transformou o baile de gala anual da Cruz Vermelha suíça em uma festa brasileira, durante a qual foram arrecadados mais de 545 mil euros a favor das "crises esquecidas" vividas por Bangladesh, Honduras, Togo e Suazilândia, países onde a instituição atua. ultimosegundo.ig.com.br | 5/25/08 2:14 PM
Baile da Cruz Vermelha terá Daniela Mercury
Os ritmos e cores do Brasil animarão na noite deste sábado o baile de gala anual da Cruz Vermelha suíça, destinado a recolher fundos para ajudar as vítimas das catástrofes esquecidas no mundo, principalmente em países como Bangladesh, Honduras, Togo e Suazilândia. musica.terra.com.br | 5/24/08 11:26 AM
Baile da Cruz Vermelha terá Daniela Mercury e decoração inspirada na Amazônia
Genebra, 24 mai (EFE).- Os ritmos e cores do Brasil animarão na noite de hoje o baile de gala anual da Cruz Vermelha suíça, destinado a recolher fundos para ajudar as vítimas das catástrofes esquecidas no mundo, principalmente em países como Bangladesh, Honduras, Togo e Suazilândia. ultimosegundo.ig.com.br | 5/24/08 10:49 AM
Baile da Cruz Vermelha terá Daniela Mercury
Os ritmos e cores do Brasil animarão na noite de hoje o baile de gala anual da Cruz Vermelha suíça, destinado a recolher fundos para ajudar as vítimas das catástrofes esquecidas no mundo, principalmente em países como Bangladesh, Honduras, Togo e Suazilândia. exclusivo.terra.com.br | 5/24/08 10:31 AM
EUA vão gastar US$ 41 bi para combater Aids em outros países

O governo norte-americano aprovou uma nova medida que prevê um orçamento de US$ 50 bilhões (R$171 bi) para combater a Aids, a malária e a tuberculose na África e em outras partes do mundo nos próximos cinco anos.

Segundo a relatório das Nações Unidas a proporção de pessoas vivendo com o vírus, no mundo, parece ter se estabilizado. Contudo, o número de pessoas vivendo com HIV aumentou para 33,2 milhões em 2007, comparado com 29,0 milhões em 2001.

Aprovado pela Câmara dos Representantes, o novo montante triplica os gastos do governo com as doenças na África e outras partes do mundo gravemente afetadas pelos problemas de saúde.

Quando o presidente George W. Bush lançou a iniciativa, em 2003, o orçamento aprovado foi de US$15 bilhões (R$51 bi). O novo orçamento prevê US$41 bi (R$70 bi) para o combate à AIDS, US$ 5 bilhões (R$5,8 bi) para esforços contra a malária e US$ 4 bilhões (R$6,9 bi) contra a tuberculose.

Oponentes do plano argumentam que ele é caro demais e que outros assuntos mais importantes e mais próximos da realidade norte-americana precisavam ser considerados. Apesar disso, a decisão foi aprovada com vantagem de 192 votos.

"Imperativo moral"

- Existe um imperativo moral em combater esta epidemia - disse Nancy Pelosi, presidente da Câmara.

Inicialmente direcionado para o Vietnã, Guiana, Haiti e 12 países africanos, o programa de combate às doenças do governo será expandido e irá incluir Malauí, Suazilândia, Lesoto e outras nações caribenhas, que permanece sendo a segunda região mais afetada no mundo, depois da África Subsaariana. A aids continua a ser uma das principais causas de morte no Caribe entre
pessoas na faixa de 25 a 44 anos.

De modo geral, as epidemias de HIV na América Latina permanecem estáveis.

De acordo com um porta-voz da Casa Branca, atualmente, o programa do governo norte-americano possibilita o tratamento de 1,5 milhões de pessoas infectadas.

 Quase um terço de todas as novas infecções e de todos os óbitos acontecem em oito países da região sul da África (Botsawa, Lesotho, Moçambique, Namíbia, África do Sul, Swazilândia, Zâmbia e Zimbabwe)Diferente de outras regiões, a maioria das pessoas (61%) vivendo com HIV na África Subsaariana são mulheres.

Na Conferência Anual de Ministro de Economia da África, que ocorreu esta semana na Etiópia, o diretor da UNAIDS, (um braço das Nações Unidas referente ao combate da Aids no mundo), Dr Peter Piot, salientou  importância e a urgência de se discutir e encontrar soluções práticas para erradicar a doença na região. E salientou que apesar de nos últimos anos os esforços já terem crescido, a AIDS ainda é um grande desafio ao mundo.

Moçambique

Os problemas acarretados pela Aids são diversos e em cada local é necessário um estudo prévio para conhecer as necessidades de cada região.

Em Moçambique, por exemplo, uma questão abordada recentemente pelos jornais locais, é a questão da alimentação de presos infectados pelo vírus.

- As cadeias moçambicanas confeccionam uma alimentação péssima para os reclusos. Diariamente os reclusos que também tem problemas de HIV/Sida alimentam-se à base de feijão -  afirma um alto representante do governo.

www.correiodobrasil.com.br | 4/3/08 10:21 AM
Enchentes no sul da África fazem ao menos 27 mortos
Centenas de pessoas que perderam suas casas nas enchentes do ano passado em Moçambique estão sendo novamente evacuadas com a cheia do rio Zambezi, que ameaça os campos onde foram reassentados. Pelo menos 27 pessoas morreram no vizinho Zimbábue onde as chuvas são as piores desde a era colonial, arrastando corpos e agravando a miséria econômica. Cinco outros países da região - Zâmbia, Malavi, Lesoto, Suazilândia e Madagáscar - podem sofrer inundações devido às recentes chuvas, segundo a Cruz Vermelha, em Genebra. A unidade de proteção civil de Moçambique mobilizou dois barcos para transportar 18 mil pessoas de duas áreas de assentamentos na província de Tete, no noroeste do país, para uma área mais segura. "O número de desabrigados está atingindo um nível crítico", disse a chefe da Unicef em Moçambique, Leila Pakkala. "Uma ação imediata é crucial para prevenir a erupção de doenças, que são a grande preocupação da crise, especialmente entre crianças". A organização e outras entidades buscam apoiar os governos com uma força de prevenção contra cólera e malária e equipamentos para tratar água. No ano passado, as chuvas torrenciais fizeram ao menos 40 mortos e mais de 120 mil desabrigados. Este ano, cinco pessoas se afogaram e duas foram devoradas por crocodilos. A estimativa atual é de 50 mil pessoas desalojadas e mais 30 mil em situação de risco. O jornal oficial Herald, do Zimbábue, disse que ao menos 10 pessoas estão retidas por cinco dias na ilha de Mavingo no sul. Elas ficaram presas quando o nível da água se elevou rapidamente na semana passada e correm o risco de morrer de fome ou afogados. O jornal disse que os esforços para resgatar os habitantes - incluindo duas crianças - têm sido impedidos pelo aumento do nível das águas e funcionários locais estão pedindo ajuda às forças armadas. A previsão para a próxima semana é de mais chuvas, que poderiam durar até abril, de acordo com a Cruz Vermelha. Inundações localizadas são comuns na região, de novembro a março. Moçambique, um dos países mais pobres do mundo investiu em operações para evitar desastres desde que inundações causaram 800 mortos em 2001. Fonte: Agência Estado jc.uol.com.br | 1/14/08 5:19 PM
Lula nomeia 11 novos embaixadores brasileiros
O elsquo;Diário Oficial da Uniãoersquo; publicou nesta sexta-feira (28) 11 nomeações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para os cargos de embaixadores do Brasil em vários países do mundo. Além disso, 45 diplomatas foram promovidos. Veja os embaixadores brasileiros nomeados: Índia (também engloba Bangladesh, Nepal e Maldivas): Marco Antonio Diniz Brandão Reino dos Países Baixos (Países Baixos, Antilhas Neerlandesas e Aruba): José Artur Denot Medeiros Jamaica: Alexandre Rubem Milito Gueiros Angola: Afonso José Sena Cardoso Hungria: Gilberto Vergne Sabóia Guiné Bissau: Jorge Geraldo Kadri Uganda: Ana Maria Sampaio Fernandes Guatemala: Luiz Antonio Fachini Gomes Suriname: José Luiz Machado e Costa Madagascar e Suazilândia: Antonio José Maria de Souza e Silva Sérvia: Dante Coelho de Lima Fonte: Diário do Grande ABC jc.uol.com.br | 12/29/07 1:02 AM
Lula nomeia 11 novos embaixadores brasileiros
O elsquo;Diário Oficial da Uniãoersquo; publicou nesta sexta-feira 11 nomeações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para os cargos de embaixadores do Brasil em vários países do mundo. Além disso, 45 diplomatas foram promovidos. Veja os embaixadores brasileiros nomeados: Índia (também engloba Bangladesh, Nepal e Maldivas): Marco Antonio Diniz Brandão Reino dos Países Baixos (Países Baixos, Antilhas Neerlandesas e Aruba): José Artur Denot Medeiros Jamaica: Alexandre Rubem Milito Gueiros Angola: Afonso José Sena Cardoso Hungria: Gilberto Vergne Sabóia Guiné Bissau: Jorge Geraldo Kadri Uganda: Ana Maria Sampaio Fernandes Guatemala: Luiz Antonio Fachini Gomes Suriname: José Luiz Machado e Costa Madagascar e Suazilândia: Antonio José Maria de Souza e Silva Sérvia: Dante Coelho de Lima Fonte: Diário do Grande ABC jc.uol.com.br | 12/28/07 6:44 PM
Fifa sorteia grupos das Eliminatórias para 2010
Com a presença de dirigentes da Fifa, representantes do Comitê Organizador da Copa de 2010, Thabo Mbeki, presidente da África do Sul, e centenas de jornalistas, foram sorteados grupos e confrontos das Eliminatórias de África, Ásia, América do Norte e Central e Europa para o Mundial sul-africano.

América do Sul e Oceania não entraram no sorteio, pois suas Eliminatórias para a Copa de 2010 já estão em andamento.

Ásia:

Grupos:

Grupo 1: Austrália, China, Iraque, Catar

Grupo 2: Japão, Bahrain, Omã, Tailândia

Grupo 3: Coréia do Sul, Coréia do Norte, Jordânia, Turkumenistão

Grupo 4: Iran, Uzbequistão, Líbano, Singapura

Grupo 5: Iran, Kwait, Emirados Árabes, Síria

* Sistema de disputa das Eliminatórias da Ásia: Quarenta e três seleções disputam cinco vagas em cinco fases. As 11 melhores da primeira avançam para a terceira fase; outras oito disputam a segunda. Destas, quatro seguem para a terceira fase, onde se juntam àquelas 11 e às cinco seleções melhor ranqueadas. Destas 20, dez avançam e se dividem em dois grupos. Os dois primeiros de cada vão para a Copa; os terceiros jogam pela respescagem contra uma seleção da Oceania.

Américas Central e do Norte (Concacaf):

1ª fase:

Grupo 1 A:

República Dominicana x Barbados

Estados Unidos x Vencedor de República Dominicana x Barbados

Grupo 1 B:

Turks e Caicos x Santa Lúcia

Guatemala x Vencedor de Turks and Caicos island x Santa Lúcia

Grupo 1 C:

Bermudas x Ilhas Cayman

Trinida & Tobago x Vencedor de Bermudas x Ilhas Cayman

Grupo 1 D:

Aruba x Antígua e Bermuda

Cuba x Vencedor de Aruba x Antígua e Barbuda

Grupo 2 A:

Belize x Saint Cristóvão & Neves

México x Vencedor de Belize x Saint Cristóvão & Nevis

Grupo 2 B:

Bahamas x Ilhas Virgens britânicas

Jamaica x Vencedor de Bahamas x Ilhas Virgens britânicas

Grupo 2 C:

República Dominicana x Porto Rico

Honduras x Vencedor de República Dominicana x Porto Rico

Grupo 2 D:

Canadá x São Vicente & Granadinas

Grupo 3 A:

Ilhas Virgens Americanas x Granada

Costa Rica x Ilhas Virgens Americanas x Granada

Grupo 3 B:

Suriname x Montserrat

Guiana x Vencedor de Suriname x Montserrat

Grupo 3 C:

El Salvador x Anguila

Panamá x Vencedor de El Salvador x Anguila

Grupo 3 D:

Nicarágua x Antilhas Holandesas

Haiti x Vencedor Nicarágua x Antilhas Holandesas

* Sistema de disputa das Eliminatórias da Concacaf: 35 seleções disputam três vagas. Uma quarta equipe enfrenta o quinto colocado da América do Sul. O torneio é formado por três grupos subdivididos em três fases. As 12 melhores ranqueadas já começam na segunda fase, onde enfrentam vencedores da primeira. Quem vencer vai para a terceira fase: subgrupos com quatro seleções, dos quais avançam seis, que jogam entre si na quarta fase.

Europa:

Grupos:

Grupo 1: Portugal, Suécia, Dinamarca, Hungria, Albânia, Malta

Grupo 2: Grécia, Israel, Suíça, Moldávia, Letônia, Luxemburgo

Grupo 3: República Tcheca, irlanda do Norte, Polônia, Eslováquia, Eslovênia, San Marino

Grupo 4: Alemanha, Rússia, Finlândia, País de Gales, Azerbaijão, Liechtenstein

Grupo 5: Espanha, Turquia, Bélgica, Bósnia, Armênia, Estônia

Grupo 6: Croácia, Inglaterra, Ucrânia, Bielorrúsia, Kazaquistão, Andorra

Grupo 7: França, Sérvia, Romênia, Lituânia, Áustria, Ilhas Faroe

Grupo 8: Itália, Bulgária, Montenegro, Chipre, Geórgia, Montenegro

Grupo 9: Holanda, Escócia, Noruega, Macedônia, Islândia

* Sistema de disputa das Eliminatórias da Europa: Um total de 53 seleções disputam 13 vagas nas Eliminatórias Européias. A primeira fase é composta por oito grupos de seis equipes e um de cinco. Os vencedores de cada grupo vão para a Copa do Mundo. Os oito melhores vice-líderes dos grupos da primeira fase se enfrentam em jogos de ida e volta. Os quatro vencedores também carimbam o passaporte para a África do Sul, país que sediará a Copa de 2010.

África:

Grupos:

Grupo 1: Camarões, Cabo Verde, Tanzânia, Mauricius,

Grupo 2: Guiné, Zimbabue, Namíbia, Kenia

Grupo 3: Angola, Benin, Uganda, Niger

Grupo 4: Nigéria, África do Sul, Guiné Equatorial, Serra Leoa

Grupo 5: Gana, Líbia, Gabão, Lesotho

Grupo 6: Senegal, Argélia, Libéria, Gâmbia

Grupo 7: Costa do Marfim, Moçambique, Botswana, Madagascar

Grupo 8: Marrocos, Etiópia, Ruanda, Mauritânia

Grupo 9: Tunísia, Burquina Farso, Burundi, Seychelles

Grupo 10: Mali, Congo, Sudão, Chade

Grupo 11: Togo, Zâmbia, Eritrea, Suazilândia

Grupo 12: Egito, República Democrática do Congo, Malawi, Djibouti

* Sistema de disputa das Eliminatórias da África: Um total de 53 seleções disputam cinco vagas – a África do Sul, sede, já está classificada. As seis piores ranqueadas disputam a primeira fase, três avançam. Na segunda fase, 48 seleções se dividem em 12 grupos. Os vencedores e oito melhores vice-líderes seguem vivos. E são divididos novamente em grupos de quatro, com jogos de ida e volta. As cinco seleções líderes vão para a Copa do Mundo. www.lancenet.com.br | 11/25/07 5:55 PM
Grupo propõe livre comércio entre Índia, africanos e Mercosul
A segunda reunião de cúpula do grupo Ibas - formado por Brasil, Índia e África do Sul - terminou nesta quarta-feira com a divulgação de um documento de 52 pontos, com propostas que incluem a possível criação de um mercado comum envolvendo o Mercosul, a Índia e a Sacu (bloco comercial do qual a África do Sul faz parte juntamente com Botsuana, Lesoto, Namíbia e Suazilândia). ultimosegundo.ig.com.br | 10/17/07 9:18 PM
Barça renovará compromisso com a Unicef
O presidente do Barcelona, Joan Laporta, viajou nesta quarta-feira a Genebra (Suíça), onde renovará seu compromisso com o Fundo das Nações Unidas para a Infânica (Unicef). O dirigente fez uma análise dos resultados obtidos após o primeiro ano de cooperação com a organização.

- O clube tem a obrigação de devolver à sociedade parte do que nos dá. A melhor forma de fazer isto é utilizando o futebol como ferramenta para levar esperança a milhões de crianças de todo o mundo - declarou Laporta.

Com isso, o clube se comprometeu a continuar exibindo o logo da Unicef em sua camiseta, além de doar 1,5 milhões (cerca de R$ 3,9 milhões) anuais durante as próximas cinco temporadas. Esta quantia serviu para financiar, em 2006, vários projetos na Suazilândia, onde uma delegação do Barça irá nos próximos meses para conferir as evoluções no terreno.

A Suazilândia, país do sul da África e nação com maior taxa de HIV no mundo, aplicou-se a um programa de prevenção e luta contra a doença, recebendo investimentos em laboratório, medicamentos antiretrovirais e preservativos.

Além disso, pôs-se em prática uma campanha de conscientização sobre a necessidade de mulheres grávidas e infectadas pela HIV se submeterem ao tratamento necessário para que o feto não contraia o vírus.

Neste sentido, Laporta recorda que 40% das mulheres grávidas na Suazilândia são portadoras do vírus HUV e só 12% recebem a assistência necessária.

Tanto o presidente do Barça, quanto o diretor geral da Unicef para a Europa, Philip O' Brien, mostraram-se muitos satisfeitos com os resultados obtidos do país africano e não descartaram desenvolver projetos humanitários em outros países.

Laporta ainda reafirmou o desejo de continuar exibindo a marca da Unicef na camisa azul e grená durante as próximos cinco temporadas, ainda que o acordo só obrigasse ao clube apenas na temporada passada.

- Como pioneiros, gostaríamos que outros clubes se unissem à Unicef - concluiu. www.lancenet.com.br | 9/26/07 3:23 PM
Multinacionais patrocinam a corrupção

Empresas e grandes conglomerados financeiros transnacionais são os principais responsáveis por altos índices de corrupção nos países pobres do mundo. Essas instituições usam o suborno e toleram lucros ilícitos para aquecer seus índices de desenvolvimento, revela o relatório da Transparência Internacional, divulgado nesta quarta-feira, na capital alemã. A organização não governamental, com sede em Berlim, culpa os países ricos tanto quanto os governos de regiões pobres da Terra pelo desperdício de recursos públicos e convoca ambos a combater o problema.

"O dinheiro de propinas normalmente vem de multinacionais sediadas nos países mais ricos do mundo. Não pode mais ser aceitável que essas companhias vejam o suborno nos mercados de exportação como uma estratégia empresarial legítima", aponta o relatório.

Situação brasileira

No momento em que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrenta uma série de denúncias de corrupção, a organização Transparência Internacional (TI) divulgou um relatório que melhora a nota do país em relação ao combate ao problema. De 3,3 no ano passado – o pior nível histórico do Brasil – a nota do país subiu para 3,5 neste ano, na medição anual da ONG, que vai de zero a dez.

No ranking geral, o Brasil caiu da 70ª para 72ª posição, mas esta mudança reflete a entrada de novos países na pesquisa.

Foi a primeira vez que a nota subiu no governo Lula, embora a pesquisa tenha sido feita antes de episódios como a decisão de processar os acusados pelo mensalão e a absolvição do senador Renan Calheiros no Congresso Nacional.

Além disso, o porta-voz da Transparência Internacional no Brasil, Bruno Speck, ressaltou que a mudança é apenas um passo para o lado na percepção pública do combate à corrupção, já que se situa dentro da margem de erro da pesquisa – 0,2 ponto percentual para cima ou para baixo.

Os patamares da atual administração ficam abaixo do registrado no final do governo Fernando Henrique Cardoso, que foi melhorando do início para o fim, alcançando 4,1 em 1999 apesar das denúncias de compra de voto no Congresso Nacional para aprovação da emenda que permite a reeleição do Presidente da República (veja quadro).

— A tendência no governo FHC e Lula é inversa —, reconhece Speck. —Mas ambos passaram por altos e baixos. Não dá para dizer que o Brasil mudou significativamente para melhor ou para pior. E isso confirma a percepção de quem vive no país e vivencia fatos que apontam em direções opostas.

Sinais contraditórios

Dois recentes exemplos contraditórios, disse ele, são a decisão do Supremo Tribunal Federal de processar os acusados no caso mensalão – um sinal positivo – e a absolvição do senador Renan Calheiros no processo de cassação.

Sobre o Mensalão, Speck afirmou:

— Jamais o Judiciário tocou nos altos escalões da política de uma forma tão contundente como está fazendo agora. Embora não tenha julgado o caso, aceitou a denúncia. No entanto, duas semanas depois, há a absolvição do (senador) Renan Calheiros, que foi um sinal para o outro lado.

— Existe uma percepção de que algumas coisas estão trazendo esperança de melhora, e outras que destacam o Brasil como o país da impunidade.

Para o analista, o Brasil pode melhorar seu desempenho atacando demandas específicas em cada Poder.

— O Poder Judiciário tem de se tornar mais transparente e mais ágil A questão da transparência tem melhorado com a criação de conselhos externos. Mas não há acesso a dados básicos, como quantos processos de corrupção ativa e passiva existem no Brasil. No Poder Executivo, é preciso facilitar o acesso do cidadão ao Estado, e reduzir os intermediários na prestação de serviços públicos. Projetos como o Poupatempo, em São Paulo, e outros semelhantes, são positivos neste sentido.

Abaixo da média

No ranking geral, o Brasil caiu da 70ª para 72ª posição – são 180 países – mas essa queda se explica pela entrada de 17 novos países no ranking deste ano, em relação ao ano passado.

Para a Transparência Internacional, o divisor de águas é a nota 5, abaixo da qual estão países com problemas mais sérios de corrupção.

Na América do Sul, apenas o Chile (7,0) e o Uruguai (6,7) estão no grupo dos países com melhor desempenho.

Dinamarca, Finlândia e Nova Zelândia (nota 9,4) dividem o topo do ranking. Somália e Mianmar (1,4), Iraque (1,5) e Haiti (1,6) – que muitos qualificam como "Estado-falidos" – estão no espectro oposto.

"A corrupção (nos países com pior desempenho) continua sendo um enorme ralo de recursos tão necessários para a educação, a saúde e a infra-estrutura", disse em um comunicado de imprensa a presidente da Transparência Internacional, Huguette Labelle. "Governos de países divididos por conflitos pagam um preço alto em sua capacidade de governar."

A corrupção no mundo

O estudo, que reúne pesquisas em 180 países e territórios, faz um ranking segundo a estimativa sobre o grau de corrupção entre funcionários públicos e políticos.

Somália e Mianmar são os lanternas da lista, com nota 1,4. No outro extremo estão Dinamarca, Finlândia e Nova Zelândia, países elogiados pela eficiência de seus tribunais e a transparência de suas finanças públicas, com nota 9,4. O Brasil, com nota 3,5, aparece em 72º lugar, empatado com Marrocos, Índia, México, China, Suriname e Peru. O país latino-americano mais bem avaliado é o Chile, com nota 7.

Os centros financeiros globais são culpados por permitir que autoridades corruptas escondam e invistam dinheiro, disse a TI, citando o exemplo de Nigéria e Filipinas, onde as autoridades se apropriaram de milhões de dólares.

- As críticas dos países ricos à corrupção nos pobres têm pouca credibilidade enquanto suas instituições financeiras estiverem sentadas sobre a riqueza roubada das pessoas mais pobres do mundo - declarou Akere Muna, vice-presidente da TI. Entre os países com nota abaixo de 3 (o que indica a sensação de corrupção generalizada), 40 por cento são classificados pelo Banco Mundial como países de baixa renda, segundo a TI.

Lugares atingidos por guerras, como Afeganistão, Iraque e Sudão, também sofrem muito com a corrupção e estão na parte de baixo da tabela, disse à Reuters Huguette Labelle, presidente da entidade.

Segundo ela, esses países ficam mais vulneráveis até por causa dos programas de reconstrução da infra-estrutura. "Esta é uma área propícia à corrupção, já que todos tentam obter esses contratos lucrativos e ficam mais inclinados a tentarem colocar dinheiro embaixo da mesa", afirmou.

"A corrupção produz pobreza, semeia a violência e desestabiliza dramaticamente os países."

O relatório, porém, aponta progressos significativos em alguns países africanos, como Namíbia, Suazilândia e África do Sul, graças a reformas políticas e empenho das autoridades.

Além disso, segundo a TI, o processo de adesão à União Européia (UE) ajudou países como a Romênia a lidar com o problema.

Índices

Combate à Corrupção (0-10)

2001 – 4,0
2002 – 4,0
2003 – 3,9
2004 – 3,9
2005 – 3,7
2006 – 3,3
2007 – 3,5

Países com melhores índices (0-10)

1. Dinamarca – 9,4
1. Finlândia – 9,4
1. Nova Zelândia – 9,4
4. Cingapura – 9,3
4. Suécia – 9,3
6. Islândia – 9,2
7. Holanda – 9,0
7. Suíça – 9,0
9. Canadá – 8,7
9. Noruega– 8,7

Países com piores índices (0-10)

179. Somália – 1,4
179. Mianmar – 1,4
178. Iraque – 1,5
177. Haiti – 1,6
175. Uzbequistão – 1,7
175. Tonga – 1,7
172. Sudão – 1,8
172. Chade – 1,8
172. Afeganistão – 1,8
Fonte: Transparência Internacional

www.correiodobrasil.com.br | 9/26/07 11:02 AM
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