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Noticias : Cayenne, French Guiana

Foguete Ariane � lan�ado com dois sat�lites de telecomunica��es

CAIENA, Guiana Francesa (Reuters) - Um foguete Ariane colocou em órbita dois satélites de telecomunicações depois de ser lançado da Guiana Francesa nesta sexta-feira, disseram autoridades ...

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oglobo.globo.com | 5/22/10 12:47 AM
Avi�o com oito pessoas cai no Suriname

Um avião da companhia aérea Blue Wings caiu neste sábado no Suriname, perto da fronteira com a Guiana Francesa, e seus oito ocupantes estão desaparecidos, informaram autoridades locais..

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www.pernambuco.com | 5/16/10 3:16 PM
Avi�o com oito pessoas cai no Suriname

Um avião da companhia aérea Blue Wings caiu neste sábado no Suriname, perto da fronteira com a Guiana Francesa, e seus oito ocupantes estão desaparecidos, informaram autoridades locais..

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www.pernambuco.com | 5/16/10 2:48 AM
Avi�o com 8 pessoas a bordo cai no Suriname
Um avião da companhia aérea Blue Wings caiu neste sábado no Suriname, perto da fronteira com a Guiana Francesa, e seus oito ocupantes estão desaparecidos, informaram autoridades locais. noticias.terra.com.br | 5/16/10 2:04 AM
Ap�s terremoto, haitianos recebem ajuda de organiza��es humanit�rias no Brasil
Os haitianos que chegaram no Brasil em março fugindo das condições econômicas e das consequências do terremoto já estão recebendo ajuda de organizações humanitárias. Eles aguardam pedido de refúgio que deverá ser analisado no próximo mês pelo Comitê Nacional para os Refugiados (Conare). Das 14 pessoas que cruzaram a fronteira de Mato Grosso do Sul, uma já está trabalhando em Campo Grande, 12 visitam parentes que moram no Amapá e na Guiana Francesa e outra foi para a Argentina. "Enquanto aguardam o pedido de refúgio eles podem transitar livremente pelo país, ter acesso a serviços de saúde e até trabalhar, mas não podem sair do Brasil", diz Renato Zerbini, coordenador-geral do Conare. Leia mais (26/04/2010 - 20h15) redir.folha.com.br | 4/26/10 10:48 PM
Kirchner espera ser eleito comandante da Unasul
O ex-presidente argentino Néstor Kirchner, atual deputado - e considerado o verdadeiro poder no governo de sua esposa, a presidente Cristina Kirchner - contaria com o respaldo da maioria dos presidentes dos países da América do Sul para transformar-se no secretário-geral da Unasul, entidade supranacional criada em 2007 com a intenção de aprofundar a integração econômica e política da região. O mais recente respaldo concedido a Kirchner provém do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.O apoio do governo brasileiro à candidatura de Kirchner - conhecido por ter pouco tato, ausência de diplomacia e por sua aversão a reuniões internacionais - foi anunciado na terça-feira à noite pelo governador da província de Buenos Aires, Daniel Scioli, homem de confiança do casal presidencial.

O plano é que Kirchner seja entronizado no comando da Unasul na reunião de cúpula que esta entidade regional realizará nos dias 4 e 5 de maio em Buenos Aires. Nesse conclave, além da candidatura de Kirchner, os presidentes discutiriam a formação de um fundo de ajuda sul-americano para o Haiti. O encontro também servirá para debater que posição a Unasul assumirá perante o governo do novo presidente de Honduras, Porfírio Lobo, ainda não reconhecido por vários países da América do Sul.

O sonho de Kirchner de ter um cargo internacional conta com o respaldo explícito do presidente boliviano Evo Morales, além do venezuelano Hugo Chávez e do equatoriano Rafael Correa. Outros países da região concordam com a essa candidatura, embora sem tom enfático.

O Uruguai foi o único empecilho declarado contra Kirchner ao longo dos últimos dois anos por causa da tensão diplomática entre o governo argentino e o presidente uruguaio Tabaré Vázquez. No entanto, o novo presidente do Uruguai, José Mujica, que tomou posse em março, segundo informações extra-oficiais, teria indicado à presidente Cristina Kirchner que não teria obstáculos contra a candidatura de seu esposo.

No entanto, oficialmente, o governo uruguaio ainda não confirmou que respaldará Kirchner. Fontes diplomáticas indicam que o governo uruguaio está esperando nesta semana a definição na corte internacional de Haia sobre o conflito que o país mantém com a Argentina por causa da fábrica de celulose da empresa finlandesa Bótnia, instalada nas margens uruguaias do rio Uruguai, na fronteira de ambos países. Caso o parecer seja favorável ao Uruguai, e na hipótese que a presidente Cristina o acate, o presidente Mujica apoiaria a candidatura de Kirchner.

Transferência temporária

A certeza da eleição de Kirchner é uma certeza no círculo do ex-presidente. Assessores do ex-presidente avaliam reciclar um edifício governamental abandonado da rua Juncal, na área central de Buenos Aires, para que Kirchner ali instale a secretaria-geral da entidade. A sede da Unasul, teoricamente, é Quito, no Equador. Mas Rafael Correa estaria de acordo na transferência temporária da sede para Buenos Aires.

Diplomatas consultados pelo Estado ressaltam que Kirchner não se enquadra no papel de um líder regional para armar consensos e desativar crises, já que não tem papas na língua e aplica a estratégia de 'bater primeiro para conversar depois'. Eles ressaltaram que o próprio Kirchner costuma afirmar que possui aversão às cúpulas: "não gosto de ir por aí de coquetel em coquetel".

Sul-americanos

A Unasul é composta pelos 12 países da América do Sul: a Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai, Venezuela, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Chile, Suriname e Guiana (a ex-Guiana Britânica). As únicas exclusões da Unasul na América do Sul são a Guiana Francesa (departamento de além-mar da França) e as Ilhas Malvinas (pertencente à Grã-Bretanha). ultimosegundo.ig.com.br | 4/18/10 8:18 PM
Novo adiamento do lan�amento de um foguete Ariane 5
Koutou, Guiana Francesa, 10 abr (Lusa) - O lançamento previsto para sexta feira à noite de um foguetão Ariane 5, transportando dois satélites de telecomunicações, foi adiado, anunciou o presidente da Arianespace, Jean-Yves Le Gall, imediatamente após a paragem da contagem decrescente. tv1.rtp.pt | 4/10/10 9:01 AM
Arianespace lan�ar� sexta-feira seu primeiro foguete em 2010
Dois satélites serão lançados às 19h48 da Guiana Francesa. Um dos equipamentos vai servir por 15 anos à Defesa alemã. g1.globo.com | 4/6/10 2:19 PM
Com rev�s em elei��es regionais, Sarkozy enfrenta pior fase
Criticado por vários membros de seu partido após os resultados considerados catastróficos no primeiro turno das eleições regionais francesas, no domingo passado, e com sua popularidade em queda livre, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, atravessa sua pior fase desde que assumiu o poder, em maio de 2007. Além dos problemas políticos, Sarkozy também enfrenta rumores de infidelidade em seu casamento com a cantora e ex-top model Carla Bruni.O UMP, partido do governo, obteve 26,3% dos votos no primeiro turno das eleições regionais, no último domingo, num dos piores desempenhos da direita francesa nessa votação na história da 5ª República, que teve início com o general Charles de Gaulle, em 1958.

Das 26 regiões francesas, o UMP tem chances de vencer neste domingo, quando ocorre o segundo turno, apenas na Alsácia, onde já governa, e talvez conquistar a Guiana Francesa, segundo previsões.

Diante desses resultados, houve uma explosão de críticas de vários políticos do partido do governo, que passaram a questionar a linha de ação do presidente.

Críticas
Promessas de campanha não cumpridas e a nomeação de membros da esquerda para cargos no governo são algumas das críticas feitas ao presidente por membros de seu partido.

Medidas polêmicas e também o próprio estilo pessoal do presidente, que não corresponderia ao rigor exigido pelo cargo, também foram apontados como responsáveis pela decepção dos eleitores.

"Ao não votar, uma parte do eleitorado da maioria parlamentar expressou seu descontentamento em relação a certas decisões governamentais mal vistas", afirmou Jacques Myard, deputado UMP, ao se referir sobre a forte taxa de abstenção, de 56,3%, no primeiro turno.

Globalmente, as taxas de abstenções mais elevadas ocorreram nos departamentos franceses que mais votaram em Sarkozy nas eleições presidenciais de 2007, afirma o jornal Le Monde.

"O estilo de Sarkozy está em defasagem com a opinião. O presidente criou dúvidas em relação a sua pessoa", diz o deputado Jacques Domergue, do UMP, até então considerado um "sarkozysta" incondicional.

Pesquisas
As sondagens indicam também que nenhum dos oito ministros que disputam a presidência de regiões deverá sair vitorioso nestas eleições.

Como se não bastassem os resultados favoráveis à esquerda na votação, duas pesquisas de opinião divulgadas nesta semana confirmam que o índice de popularidade de Sarkozy nunca esteve tão baixo.

Segundo uma pesquisa do Instituto BVA, realizada para a revista L'Express e a rádio France Inter, a maioria dos franceses (43%) prefere que o primeiro-ministro, François Fillon, seja o candidato do UMP nas eleições presidenciais de 2012.

Sarkozy obteve apenas 29%, e 28% dos entrevistados não se pronunciaram.

"O número importante dos que citam Fillon ressalta a desafeição sofrida por Sarkozy junto a uma parte importante de seu eleitorado", afirma Gaël Sliman, diretor-adjunto do Instituto BVA.

Em outra pesquisa, do Instituto Ifop para a revista Paris Match, o índice de aprovação de Sarkozy despencou para 36%, uma queda de 4 pontos em relação à avaliação anterior.

Pela primeira vez desde que assumiu o poder, menos da metade dos franceses (47%) estimam que Sarkozy é "capaz de reformar o país".

Presidente X premiê
Outro problema para o chefe de Estado, segundo essa pesquisa: o índice de popularidade do primeiro-ministro nunca foi tão acima do registrado por um presidente na história da 5ª República.

A vantagem de Fillon, até recentemente "apagado" da vida política francesa pelo hiperativo Sarkozy, é de 18 pontos, número que dobrou em apenas dois meses.

Sarkozy tem evitado fazer comentários sobre os resultados do primeiro turno e marcou poucos compromissos públicos nesta semana.

"A ruptura entre Sarkozy e seu eleitorado é uma simples advertência ou um divórcio mais profundo?", questiona o Le Monde, afirmando que "isso é o que mais está em jogo no segundo turno, no domingo".

Após ter cumprido mais da metade de seu mandato, se Sarkozy continuar sendo criticado por membros de seu partido, poderá ter mais dificuldades para conseguir aprovar as reformas previstas, entre elas a da aposentadoria.

E poderá ter menor peso político nas eleições presidenciais de 2012, estimam analistas. ultimosegundo.ig.com.br | 3/19/10 9:48 AM
Amaz�nia vira rota do tr�fico de seres humanos
09/03/2010 - 20h03

BRASÍLIA – As cidades de Portel, Breves, Belém, Ilha de Marajó, no Pará, Oiapoque no Amapá e países entre os quais a Guiana Francesa e o Suriname, servem de rotas de intensas para o tráfico internacional de seres humanos e a exploração sexual de cr... Leia mais

www.envolverde.com.br | 3/9/10 10:40 PM
Hosmany Ramos � extraditado e chega a SP escoltado
Depois de mais de seis meses de negociações com a Islândia, o ex-cirurgião Hosmany Ramos chegou na manhã deste sábado a São Paulo. Escoltado por policiais federais, Hosmany ficará preso à disposição da Justiça brasileira, no Presídio de Junqueirópolis, no interior paulista. Ele foi trazido em um voo comercial da TAM oriundo de Londres. A operação foi coordenada pelo Ministério da Justiça, que informou ter encerrado sua atuação, pois a partir de agora o assunto passará a ser tratado na esfera judicial.

Preso em agosto de 2009, na Islândia, Hosmany é foragido da Justiça brasileira. No Brasil, ele foi condenado a 53 anos de prisão por homicídio, sequestro, tráfico, contrabando e roubo. Mas em 2008, ele conseguiu fugir do país e, com um passaporte falso, escapou para a Islândia.

Por 12 anos, Hosmany atuou na medicina. Foi assistente do cirurgião plástico Ivo Pitanguy e atendia a pacientes das classe A e B. Mas no começo dos anos 80, o ex-cirurgião se envolveu com o tráfico internacional de drogas, roubo de carros e joias, contrabando e até assassinatos.  

Ao deixar o Brasil, Hosmany passou pela Guiana Francesa, Canadá, alguns países europeu até desembarcar na Islândia. Ele utilizou o passaporte do irmão morto.

Irônico, ao ser preso na Islândia, elogiou o sistema penitenciário do país e desprezou o brasileiro. Ele chegou a pedir asilo político ao governo islandês, mas foi negado.

Em dezembro do ano passado, a Corte Suprema da Islândia atendeu ao pedido do governo brasileiro e autorizou a extradição de Hosmany. Mas como ele recorreu, o processo se estendeu por mais tempo.

www.correiodobrasil.com.br | 3/6/10 9:53 PM
Brasileira � detida na Guiana Francesa por suspeita de incendiar companheiro
O crime seria passional e ocorrido em um garimpo clandestino. Vítima não resistiu às queimaduras e morreu no domingo. g1.globo.com | 3/2/10 7:21 PM
Brasileira � detida na Guiana Francesa por atear fogo ao companheiro
O crime seria passional e ocorrido em um garimpo clandestino. Vítima não resistiu às queimaduras e morreu no domingo. g1.globo.com | 3/2/10 6:43 PM
Sarkozy faz visita hist�rica ao Haiti e promete R$ 670 mi em ajuda
O presidente da França, Nicolas Sarkozy, visitou a capital do Haiti, Porto Príncipe, nesta quarta-feira, e prometeu uma ajuda de cerca de R$ 673 milhões para reconstruir a cidade, devastada por um terremoto em janeiro. O pacote de ajuda inclui o cancelamento de R$ 140 milhões da dívida do Haiti com a França."Eu vim para dizer aos haitianos e seus líderes que a França, que foi o primeiro país a vir ao Haiti depois da catástrofe, permanecerá firme ao lado de vocês", disse ele.

A visita de Sarkozy ao país, de quatro horas, foi a primeira de um presidente francês na antiga colônia que declarou a independência da França em 1804. Ele foi recebido na chegada pelo presidente haitiano, René Préval.

"Em outra circunstância a visita de um presidente francês seria um prazer", disse Préval.

O presidente haitiano afirmou, no entanto, que neste momento o país passa por um "momento de luto nacional" e que os haitianos estão "de luto por nossos mortos".

Logo após a chegada, Sarkozy e Préval embarcaram em um helicóptero para verem juntos a devastação causada pelo terremoto que abalou a cidade no último dia 12 de janeiro. A agenda do líder francês em Porto Príncipe incluiu ainda uma visita a um hospital.

Segundo as mais recentes estimativas do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a reconstrução do Haiti deve custar até US$ 14 bilhões (R$ 26 bi).

Mais de um, milhão de pessoas ficaram desabrigadas e agentes humanitários estão distribuindo lonas à população no período que antecede a estação das chuvas, para que estas pessoas se abriguem.

Legado colonial
O legado da colonização francesa ainda é um assunto desagradável para muitos haitianos.

O Haiti conquistou a independência em 1804, depois de uma revolta sangrenta dos escravos contra os franceses.

Apesar da independência, Paris ordenou o pagamento de 90 milhões de pedaços de ouro em reparações por perda de propriedade e o Haiti só terminou de pagar a dívida em 1947.

Desde a independência, Sarkozy é o primeiro presidente francês a visitar o país. Por essa razão, autoridades francesas e haitianas esperam que a breve visita de Sarkozy possa fundamentar relações melhores entre os dois países.

"A França cumprirá com as responsabilidades de sua história compartilhada e de sua amizade com o Haiti", disse Sarkozy.

De Porto Príncipe, Sarkozy segue para a Martinica e a Guiana Francesa, ambas ex-colônias da França. ultimosegundo.ig.com.br | 2/17/10 8:53 PM
Preso no Amap� m�dico franc�s acusado de pedofilia
A Polícia Federal (PF) do Amapá deteve um médico francês acusado de pedofilia por fotografar menores nus na cidade de Oiapoque, na fronteira com a Guiana Francesa. Segundo a PF, o homem foi detido quando atravessava a fronteira rumo à Guiana Francesa, onde mora, e depois de ter sido descoberto pelos funcionários de um hotel enquanto fotografava um menor de 15 anos nu. noticias.terra.com.br | 1/29/10 12:52 AM
Preso no Amap� m�dico franc�s acusado de pedofilia
São Paulo, 28 jan (EFE).- A Polícia do Amapá deteve um médico francês acusado de pedofilia por fotografar menores nus na cidade de Oiapoque, na fronteira com a Guiana Francesa, confirmou hoje a Polícia Federal (PF) à Agência Efe.Segundo a PF, o homem foi detido quando atravessava a fronteira rumo à Guiana Francesa, onde mora, e depois de ter sido descoberto pelos funcionários de um hotel enquanto fotografava um menor de 15 anos nu.

De acordo com o depoimento dos empregados do hotel no qual o médico se hospedava, ele deu entrada no estabelecimento na terça-feira passada acompanhado de dois menores, de 8 e 15 anos, o que despertou suspeitas.

A recepcionista chamou o menino de 8 anos enquanto outro funcionário entrou no quarto e flagrou o médico fotografando o adolescente com os genitais descobertos. Com isso, decidiram expulsá-lo do hotel e chamaram a Polícia.

O médico enfrenta agora uma acusação de "produção de atividade fotográfica usando menores em situação humilhante", com uma pena prevista de entre dois e seis anos de prisão.

O homem, que continua detido em Oiapoque, admitiu que estava fotografando o jovem, mas alegou que o rapaz tirou sua roupa por vontade própria. EFE az/bba ultimosegundo.ig.com.br | 1/28/10 11:42 PM
Martinica e Guiana Francesa rejeitam maior autonomia
Os eleitores de Martinica e da Guiana Francesa rejeitaram uma autonomia alargada no referendo deste domingo, organizado pelo governo francês. Na… pt.euronews.net | 1/11/10 9:53 AM
Pol�cia do Suriname prende outros seis suspeitos de confronto com brasileiros
A policia do Suriname deteve, nesta quarta-feira, mais seis pessoas suspeitas de participação nas agressões a brasileiros na região de Albina, segundo o embaixador do Brasil naquele país, José Luiz Machado e Costa. De acordo com o embaixador, com as detenções, subiu para 41 o número de detidos suspeitos de envolvimento nos conflitos.Entre os presos nesta quarta-feira estaria o principal assessor do prefeito de Albina.

"Tivemos notícias de que foi detido o assessor principal do prefeito de Albina, o que indica o comprometimento das autoridades em apurar a situação", disse ele à Agência Brasil.

Nesta quarta-feira, um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) partiu em direção ao Suriname para resgatar outros brasileiros que querem deixar o país depois do conflito com quilombolas.

O apoio da FAB é resultado de um pedido do Itamaraty, que planeja levar os brasileiros para a cidade de Belém, no Pará.

Estima-se que 80 brasileiros tenham sido atacados por um grupo de maroons (etnia local, descendente de escravos africanos). A onda de violência seria uma represália ao suposto assassinato de um surinamês por um brasileiro.

O governo brasileiro ainda não teve a confirmação de nenhuma vítima fatal, mas algumas testemunhas falam em quatro assassinatos e em pessoas ainda desaparecidas.

"Incomunicáveis"
Em nota divulgada nesta terça-feira, o Itamaraty diz que a grande maioria dos brasileiros que vivem na região de Albina trabalham em garimpos no interior do Suriname e da Guiana Francesa e que "costumam passar semanas na floresta, incomunicáveis".

Por esse motivo, diz o comunicado, "é necessário aguardar antes de considerar desaparecido qualquer desses cidadãos".

Segundo o Itamaraty, a chanceler do Suriname, Lygia Kraag, expressou "profunda desolação do governo do Suriname em relação ao ocorrido".

Durante uma reunião com o embaixador do Brasil no Suriname, José Luiz Machado e Costa, a chanceler teria ainda "manifestado a perplexidade do povo e do governo do país com o fato de um desentendimento individual ter gerado convulsão desse porte".

Ainda de acordo com o Ministério das Relações Exteriores, a chancelaria do Suriname "declarou que o governo tomará todas as providências necessárias para que fato similar não venha a se repetir".

O Itamaraty informou que continua "buscando informações" sobre o ocorrido na última quinta-feira.

O governo do Brasil cobrou do Suriname alerta máximo para evitar que as novas ameaças a brasileiros, que estão em áreas de garimpo no país vizinho, se concretizem.

Em entrevista à Agência Brasil, o embaixador Machado e Costa classificou os ataques aos brasileiros na véspera do Natal como "atos de selvageria e de violência extrema".

"Jamais minimizamos a gravidade de tudo o que ocorreu. Agora trabalhamos para administrar a crise e dar assistência às vítimas e suas famílias", disse ele. ultimosegundo.ig.com.br | 12/31/09 1:42 AM
Avi�o da FAB resgata mais 33 brasileiros no Suriname
Um avião da Força Aérea Brasília (FAB) resgatou nesta quarta-feira 33 brasileiros que estavam em Albina, cidade a 150 quilômetros da capital do Suriname, no último dia 24, quando um grupo de maroons (quilombolas que vivem na região) atacaram garimpeiros e brasileiros que trabalhavam na cidade.

 

O avião Hércules C-130, que partiu às 12h37 desta quarta-feira de Brasília rumo a Paramaribo (capital do Suriname), deverá chegar a Belém por volta da meia-noite, início da madrugada de quinta-feira.

Inicialmente a Embaixada estimava que 20 brasileiros se disporiam a retornar ao Brasil no voo da FAB, mas diplomatas que estão no País fizeram peregrinação pelos hotéis em que estão hospedados as vítimas do ataque em Albina na tentativa de convencê-los a voltar para o Brasil.

O voo da FAB de hoje foi o segundo a levar para o Brasil as vítimas do ataque em Albina. Na segunda-feira, um avião da FAB levou para Belém cinco garimpeiros. Com esse novo voo, 38 vítimas do ataque a garimpeiros já voltaram ao Brasil. A maioria das vítimas, porém, permanece em Paramaribo. No total, mais de 100 vítimas foram atendidas com o auxílio da embaixada brasileira.



Guiana Francesa

De acordo com os que permanecem em Paramaribo, existem ainda brasileiros escondidos em Albina e muitos desaparecidos. Pelo relato de algumas vítimas, há garimpeiros que estão na Guiana Francesa recebendo atendimento médico.

A Embaixada do Brasil no Suriname confirma que pelo menos quatro pessoas foram transferidas para Guiana. Uma dessas vítimas é Joene Arruda dos Santos, de 22 anos. Grávida de sete meses, ela contou que se jogou no rio Maroni - que separa a Guiana francesa do Suriname - para fugir do ataque dos quilombolas. Salva por índios que moram na Guiana, Joene foi atendida num hospital francês. Com ela, também foi salva e levada para a Guiana Deniclea Furtado.

Ela conta que enquanto esteve no hospital, ouviu relato da identificação de corpos de brasileiros vítimas dos ataques. Nem o governo da Guiana nem as autoridades do Suriname e a embaixada brasileira confirmam a existência de mortos.

Leia também:


Saiba mais sobre: brasileiros atacados no Suriname

ultimosegundo.ig.com.br | 12/30/09 11:29 PM
Avi�o da FAB segue para o Suriname com m�dicos
A aeronave Hércules C-130 da Força Aérea Brasileira (FAB) decola ainda nesta quarta-feira rumo a Paramaribo, capital do Suriname, para buscar cinco brasileiros feridos e pelo menos 15 interessados em deixar o país. Equipado com uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) móvel, o Hércules C-130 leva também uma equipe com médicos, enfermeiros e auxiliares, além de medicamentos.

No mesmo avião seguem uma assistente social da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e uma diplomata especializada em assuntos consulares. O objetivo é dar assistência total às vítimas do ataque – ocorrido na noite do último dia 24 em Albina (a 150 quilômetros de Paramaribo) contra 200 estrangeiros, entre eles brasileiros, chineses e javaneses – e suas famílias.

Em entrevista à Agência Brasil , o major-aviador Mauro Henrique Monsanto, comandante da aeronave, afirmou que o Hércules C-130 foi preparado para resgatar até 20 passageiros.

– Temos infraestrutura de UTI para, se necessário, realizar os primeiros socorros ainda em território surinamês – acrescentou.

No grupo de cinco feridos, há dois casos mais graves, embora sem risco de morte - um homem que pode ter o braço amputado em decorrência de ferimentos causados por cortes de facão e outro que teve a mandíbula fraturada.

A viagem de Brasília até Paramaribo deve durar cerca de cinco horas. A ordem, segundo Monsanto, é embarcar os brasileiros e imediatamente decolar para Belém (PA). O voo de volta deve demorar pouco mais de duas horas. Este será o segundo voo da FAB rumo ao Suriname – o primeiro foi enviado na última segunda-feira, dois dias depois do ataque aos brasileiros.

Na véspera de Natal, brasileiros que trabalham na exploração do garimpo de ouro na região fronteiriça com a Guiana Francesa sofreram um ataque, provocado pelos quilombolas surinameses – chamados de marrons - que promoveram uma noite de terror com agressões, estupros e depredações. Pelo menos 25 brasileiros ficaram feridos. Também há denúncias de que sete pessoas estariam desaparecidas.

Na terça-feira, o ministro interino de Relações Exteriores, Antônio Patriota, afastou a possibilidade de novos ataques contra brasileiros na região. Ele afirmou que o governo do Suriname intensificou a segurança e garantiu que o ataque na véspera de Natal foi um “ato isolado”. Porém, há um alerta no país pois os brasileiros fizeram denúncias de ameaças de novos ataques no interior. As autoridades brasileiras recomendam que sejam evitadas as áreas de risco. www.correiodobrasil.com.br | 12/30/09 3:54 PM
Avi�o da FAB vai ao Suriname resgatar brasileiros
Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) segue amanhã para Paramaribo para buscar brasileiros feridos, vítimas do ataque em Albina, no Suriname. De acordo com Itamaraty, cinco brasileiros com ferimentos mais graves e que necessitam de tratamento de urgência serão transportados para Belém.Além deles, brasileiros que não estão feridos, mas manifestaram desejo de voltar ao Brasil também serão transportados para Belém.

Segundo o Itamaraty, neste grupo estão cerca de 17 brasileiros. Médicos e funcionários da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres seguirão no voo para Paramaribo para dar assistência aos feridos e às mulheres vítimas de violência sexual.

As questões operacionais do voo foram acertadas hoje em reunião no Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) com representantes do Itamaraty, da Força Aérea Brasileira (FAB), Polícia Federal e Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

O Itamaraty divulgou uma nota sobre a situação dos brasileiros no Suriname, na qual afirma não haver confirmação de mortes entre as vítimas do ataque em Albina.

Segue a íntegra da nota do Itamaraty:

"Situação dos brasileiros no Suriname

A Embaixada do Brasil em Paramaribo vem prestando apoio às vítimas brasileiras dos ataques da madrugada de 24 de dezembro e continua a buscar informações. Até o momento, não há confirmação oficial de nenhum óbito.

Em sua grande maioria, os brasileiros que vivem na região de Albina trabalham em garimpos no interior do Suriname e da Guiana Francesa e costumam passar semanas na floresta, incomunicáveis. Por esse motivo, é necessário aguardar antes de considerar "desaparecido" qualquer desses cidadãos.

Dos 25 brasileiros feridos dos quais havia informações, 20 já receberam alta. Cinco ainda estão internados e deverão ser levados para Belém em voo da FAB nesta quarta-feira, dia 30.

Os brasileiros transferidos de Albina para Paramaribo estão instalados provisoriamente em hotéis na capital e poderão também ser transportados para o Brasil, caso expressem esse desejo.

Em reunião com o Embaixador do Brasil, a Chanceler do Suriname, Lygia Kraag, expressou, em nome do Presidente Ronald Venetiaan, a profunda desolação do Governo do Suriname em relação ao ocorrido. Manifestou a perplexidade do povo e do Governo do país com o fato de um desentendimento individual ter gerado convulsão desse porte. Declarou que o Governo tomará todas as providências necessárias para que fato similar não mais venha a se repetir. A Chanceler transmitiu a mesma mensagem, por telefone, ao Ministro interino das Relações Exteriores, Embaixador Antonio de Aguiar Patriota."
ultimosegundo.ig.com.br | 12/29/09 10:27 PM
Avi�o da FAB volta ao Suriname para buscar v�timas de confronto
Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) deverá buscar nesta quarta-feira cinco brasileiros que estão internados no Suriname, vítimas da onda de violência que ocorreu na cidade de Albina, a 150 quilômetros da capital, Paramaribo. O apoio da FAB é resultado de um pedido do Itamaraty, que planeja levar os brasileiros para a cidade de Belém, no Pará.Diplomatas brasileiros não descartam, ainda, a possibilidade de o voo ser estendido a outros 15 imigrantes, que demonstraram interesse em retornar ao país.

Essa é a segunda viagem da FAB ao país vizinho desde o ataque a brasileiros, na véspera de Natal. No último domingo, um avião da Força Aérea chegou a Belém com cinco brasileiros que escaparam do confronto.

Diplomatas brasileiros que estão no Suriname continuam percorrendo hospitais e hotéis da região, em busca de vítimas e testemunhas do confronto.

Estima-se que 80 brasileiros tenham sido atacados por um grupo de maroons (etnia local, descendente de escravos africanos). A onda de violência seria uma represália ao suposto assassinato de um surinamês por um brasileiro.

O governo brasileiro ainda não teve a confirmação de nenhuma vítima fatal, mas algumas testemunhas falam em quatro assassinatos e em pessoas ainda desaparecidas.

"Incomunicáveis"
Em nota divulgada nesta terça-feira, o Itamaraty diz que a grande maioria dos brasileiros que vivem na região de Albina trabalham em garimpos no interior do Suriname e da Guiana Francesa e que "costumam passar semanas na floresta, incomunicáveis".

Por esse motivo, diz o comunicado, "é necessário aguardar antes de considerar desaparecido qualquer desses cidadãos".

Segundo o Itamaraty, a chanceler do Suriname, Lygia Kraag, expressou "profunda desolação do governo do Suriname em relação ao ocorrido".

Durante uma reunião com o embaixador do Brasil no Suriname, José Luiz Machado e Costa, a chanceler teria ainda "manifestado a perplexidade do povo e do governo do país com o fato de um desentendimento individual ter gerado convulsão desse porte".

Ainda de acordo com o Ministério das Relações Exteriores, a chancelaria do Suriname "declarou que o governo tomará todas as providências necessárias para que fato similar não venha a se repetir".

O Itamaraty informou que continua "buscando informações" sobre o ocorrido na última quinta-feira. ultimosegundo.ig.com.br | 12/29/09 10:24 PM
Lula informa Ban Ki-moon sobre ataques contra brasileiros no Suriname
São Paulo, 28 dez (EFE).- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou hoje o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, sobre os ataques contra a comunidade brasileira no Suriname.Segundo a Agência Brasil, "durante a conversa, Ban Ki-moon foi informado de que a Polícia do Suriname identificou e deteve 22 suspeitos de participação no ataque aos brasileiros".

A conversa telefônica entre Lula e Ban ocorreu depois do relatório apresentado ao presidente pelo secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores (MRE), Antônio Patriota.

Patriota relatou o presidente que, "até o momento, não há registro de mortes" após os ataques cometidos no último dia 24 pela população civil da cidade surinamesa de Albina contra a comunidade estrangeira, que é em sua maioria brasileira.

O secretário-geral do MRE ressaltou que há um "grande diálogo" entre a missão de diplomatas brasileiros, dois deles mobilizados no domingo a partir de Brasília, e o Governo do Suriname.

Em seu relatório, Patriota comunicou a Lula que a Força Aérea Brasileira (FAB) ofereceu aos 81 brasileiros deslocados seu retorno ao Brasil no avião militar que transferiu os dois diplomatas, mas só cinco pessoas aceitaram a oferta.

Os outros 76 decidiram permanecer em Paramaribo, a capital surinamesa, onde estão hospedados em dois hotéis oferecidos pelo Governo local.

A embaixada do Brasil no Suriname emitiu um comunicado no qual informou que a missão integrada por diplomatas brasileiros e representantes do Governo surinamês se reuniu com autoridades locais e constatou que o brasileiro apontado como autor do homicídio que suscitou os ataques está foragido.

De acordo com a Polícia de Albina, o suposto assassino fugiu em direção à Guiana Francesa.

A missão, segundo o boletim, visitou também a brasileira Deniclea Furtado Teixeira, que estava grávida de três meses e perdeu seu bebê nos ataques.

Deniclea e outras oito pessoas se recuperam em um hospital de Saint-Laurent-du-Maroni, na Guiana Francesa e limítrofe com Albina.

Do total de 25 feridos, quatro permanecem internados em estado grave, mas fora de perigo.

"Não houve comprovação de mortes", diz o texto divulgado pela embaixada brasileira.

A missão diplomática permanecerá em Albina para esclarecer a situação de sete desaparecidos que foram dados como mortos por um missionário brasileiro que visitou a região no sábado.

O sacerdote José Virgílio, diretor da rádio "Katolica", disse à imprensa brasileira que pelo menos sete pessoas morreram nos ataques.

Virgílio comentou que, segundo os habitantes locais, a discussão que terminou no homicídio aconteceu por causa de uma dívida de um garimpeiro brasileiro com um dos transportadores de ouro surinameses.

Segundo o sacerdote, outros estrangeiros, como chineses, peruanos e colombianos, além de indígenas surinameses confundidos com estrangeiros, também foram vítimas dos ataques.

O religioso assinalou que um centro comercial, automóveis, postos de gasolina e as casas dos estrangeiros foram destruídos.

A 150 quilômetros de Paramaribo, Albina fica na fronteira com a Guiana Francesa e tem cerca de dez mil habitantes, a maioria dedicada à mineração. EFE wgm/bba ultimosegundo.ig.com.br | 12/29/09 12:37 AM
Situa��o no Suriname caminha para normalidade e diplomatas visitam brasileiros

BRASÍLIA - Depois das tensões dos últimos dias no Suriname, a Embaixada do Brasil em Paramaribo informou à Agência Brasil que o clima no país vizinho é de normalidade.

Uma equipe, chefiada pelo embaixador brasileiro no país vizinho, José Luiz Machado e Costa, e mais três funcionários do Itamaraty, percorre desde a manhã desta segunda-feira hospitais e hotéis onde há brasileiros.

A ideia é reunir informações e apurar os detalhes para colaborar nas investigações sobre o conflito que feriu 14 brasileiros e matou sete pessoas na região.

Por enquanto, quatro brasileiros feridos são mantidos sob observação médica e estão internados em hospitais do Suriname. Na noite de Natal, cerca de 200 garimpeiros entre brasileiros e chineses foram atacados na região da cidade de Albina, a 150 quilômetros da capital do Suriname.

As tensões entre os quilombolas ou os chamados �maroni� ou �marrons� do Suriname � na região fronteiriça com a Guiana Francesa - são permanentes.

Ontem, o Ministério de Relações Exteriores informou, por meio de nota, que �não houve comprovação de mortes de brasileiros�. Porém, há suspeitas de que entre os mortos havia brasileiros. A dificuldade é causada pelo fato de muitos dos brasileiros que vivem no país vizinhos não terem documentos.

A região de Albina é um dos principais focos de exploração de garimpo. Em todo Suriname, vivem cerca de 15 mil brasileiros � a maioria sem documentação. De acordo com diplomatas, os habitantes do Suriname reclamam que os estrangeiros, mesmo sem documentos legais e sem pagar impostos, usufruem de benefícios no país.

No entanto, há suspeitas de que o conflito tenha sido provocado por um suposto assassinato atribuído a um brasileiro que viveria na região de Albina. Oficialmente, essa versão é negada pelo governo brasileiro, mas a informação é investigada da polícia do Suriname.

Hoje, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu com o secretário-geral do Itamaraty, Antonio Patriota, e conversou com o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon. Durante a conversa, ele foi informado que a polícia do Suriname identificou e recolheu 22 suspeitos de participação no ataque aos brasileiros.

Assista ao vídeo sobre o conflito:

 

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Suriname fala holand�s e pratica hindu�smo na Am�rica do Sul
Um país sul-americano, que fala holandês e cuja religião majoritária (27,4%) é o hinduísmo. Esse é o Suriname, país vizinho que ganhou o noticiário nos últimos dias, por conta de um suposto ataque contra um grupo de brasileiros que vivia na cidade de Albina, na fronteira com a Guiana Francesa.   www.estadao.com.br | 12/28/09 9:11 PM
Cinco v�timas do ataque no Suriname retornam ao Brasil
Cinco brasileiros vítimas do ataque no Suriname já estão em território do Brasil em segurança após os conflitos no Suriname. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, eles retornaram no avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que levou dois diplomatas para acompanhar a situação em Paramaribo, capital do Suriname.

Na véspera do Natal, um grupo de brasileiros foi atacado por surinameses em Albina, no norte do país, em represália à morte de um morador local. O suspeito do assassinato é um brasileiro.

O Itamaraty ainda não soube informar o estado de saúde dos passageiros que voltaram ao Brasil. O avião saiu no início da noite deste domingo destino a Belém (PA). Os diplomatas, de acordo com o ministério, permanecerão no Suriname para fazer o levantamento das vítimas.

O embaixador brasileiro no Suriname, José Luiz Machado e Costa, ainda está em Albina para verificar a intensidade do ataque a brasileiros, que ocorreu na noite do dia 24.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, ainda não foi confirmado se a mulher grávida localizada na Guiana Francesa com um corte na mão é a mesma pessoa a que se referiu o padre José Vergílio. Em relato do padre no site de uma rádio de Paramaribo, o missionário relatou que uma mulher grávida teve a barriga cortada pelos atacantes e teria morrido.

O missionário afirmou que sete brasileiros morreram no confronto. O Itamaraty, no entanto, não confirma a informação do religioso, nem o total de vítimas. As primeiras informações davam conta de 14 feridos, mas os diplomatas brasileiros ainda avaliam a extensão do conflito. www.correiodobrasil.com.br | 12/28/09 5:53 PM
Pol�cia do Suriname prende 35 suspeitos de confronto com brasileiros
A polícia do Suriname anunciou ter prendido 35 pessoas envolvidas nos ataques contra brasileiros que teriam deixado pelo menos 16 feridos em Albina, a 150 km a leste da capital, Paramaribo, informou nesta segunda-feira o serviço surinamês da Radio Nederlands, da Holanda. De acordo com a emissora, os detidos são acusados de incêndio criminoso, roubo e estupro de mulheres brasileiras.

 

Em entrevista à Radio Nederlands, o chefe do setor de Justiça da polícia surinamesa, Krishna Mathoera, disse que alguns dos presos já teriam inclusive sido reconhecidos pelas vítimas dos estupros.

"Este é um crime que precisa ser punido e já iniciamos uma investigação", afirmou.

'Tensão'

Segundo a Radio Nederlands, a polícia e as Forças Armadas surinamesas retiraram 130 pessoas que se esconderam na selva durante os confrontos na região de Albina. Entre elas estão cerca de 80 brasileiros e 20 chineses, levados para Paramaribo.

Tarso Sarraf/Diário do Pará/AE
Cinco brasileiros que foram vítimas do ataque no Suriname desembarcam no aeroporto de Belém, no Pará, na noite de domingo (27), após viajarem em avião da FAB


Mathoera reconheceu que Albina, vilarejo de 5 mil habitantes na fronteira com a Guiana Francesa, vive sempre em clima de "tensão".

"É uma área de fronteira, com grande mobilidade de pessoas e de mercadorias. Mas a polícia nunca tinha imaginado que o conflito (entre moradores locais e imigrantes) iria escalar tanto", disse.

"Vamos ter que fazer uma nova estruturação da polícia para garantir a segurança em Albina."

No domingo, a ministra interina de Assuntos Estrangeiros do Suriname, Jane Aarland, afirmou que seu governo fará todos os esforços para garantir a segurança dos brasileiros que estão no país.

Em entrevista à BBC Brasil, uma representante da embaixada brasileira em Paramaribo disse que pelo menos 16 pessoas ficaram feridas no ataque da última quinta-feira. Três deles ainda estão hospitalizados em Paramaribo.

Segundo as autoridades surinamesas, um grupo de brasileiros foi atacado com machados e facões como represália pelo assassinato de um surinamês, supostamente esfaqueado por um brasileiro após uma briga.

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ultimosegundo.ig.com.br | 12/28/09 2:29 PM
N�o houve comprova��o de mortes de brasileiros, diz embaixada
A Embaixada do Brasil em Paramaribo, no Suriname, afirmou em nota divulgada neste domingo que não houve comprovação de brasileiros mortos no ataque ocorrido na cidade de Albina, na fronteira com a Guiana Francesa, no último dia 24. Relatos de brasileiros afirmavam que sete pessoas poderiam ter morrido. noticias.terra.com.br | 12/28/09 7:34 AM
Diplomatas viajam ao Suriname para acompanhar situa��o de brasileiros
Diplomatas das áreas consular e humanitária do Itamaraty viajaram na manhã deste domingo para Paramaribo, capital do Suriname, para verificar a situação em que se encontram os brasileiros após os incidentes ocorridos na véspera do Natal.

Os representantes da diplomacia, que devem chegar à capital do Suriname por volta das 14h, vão conversar com os brasileiros, avaliar os conflitos ocorridos e verificar as medidas a serem adotadas para atendimento e segurança aos brasileiros.

A informação foi dada há pouco pelo Ministério de Relações Exteriores que também informou que o embaixador brasileiro no Suriname, José Luiz Machado Costa, vai ainda neste domingo à cidade de Albina - onde ocorreram os incidentes com a comunidade brasileira - acompanhado de um representante do governo do Suriname para verificar a situação no local.

O secretário-geral do Itamaraty, embaixador Antônio Aguiar Patriota, conversou no sábado, por telefone, com a ministra interina dos Negócios Estrangeiros do Suriname, Jane Aarland, que garantiu que tudo será feito para dar segurança aos brasileiros que estão no país.

Um grupo de cerca de 80 brasileiros foi atacado em represália à morte de um morador local. Um brasileiro teria assassinado um quilombola surinamês, o que motivou a vingança contra a comunidade brasileira.

Com cerca de 10 mil habitantes, Albina fica no Norte do Suriname, na fronteira com a Guiana Francesa. A maioria dos brasileiros que vive no local trabalha com a exploração ilegal de garimpo, atividade proibida no país. www.correiodobrasil.com.br | 12/27/09 11:39 PM
Brasileiro que vive na Guiana diz que ficou surpreso com ataque
O brasileiro Rubens Cardoso, 62, que vive há 18 anos em Caiena, capital da Guiana Francesa, disse neste domingo por telefone à Folha Online que ficou surpreso com o ataque contra 200 brasileiros em um acampamento em Albina, no Suriname, na noite de Natal. Caiena fica a 250 quilômetros de Saint Laurent du Maroni, cidade situada em frente a Albina. Após ataque no Suriname, governo traz cinco brasileiros ao país
Imagens mostram local no Suriname onde brasileiros foram atacados
Muitos dormiram dentro d'água para escapar da morte; ouça relato
Brasileiros temem chacina no Suriname, diz embaixador
Envie seu relato sobre o ataque contra brasileiros no Suriname No violento incidente, cerca de 300 surinameses atacaram os brasileiros. O crime teria sido motivado pelo assassinato de um surinamês por um brasileiro de apelido "Pit Boi", gerando uma reação dos "marrons" -- os descendentes quilombolas no país. Ao menos 25 brasileiros se feriram na ação --sete deles gravemente, incluindo uma grávida que perdeu o bebê. Leia mais (27/12/2009 - 21h39) redir.folha.com.br | 12/27/09 11:08 PM
Brasil encontra 9 feridos em hospital na fronteira da Guiana Francesa
São Paulo, 27 dez (EFE).- O Ministério das Relações Exteriores do Brasil informou hoje que nove brasileiros, vítimas dos ataques da população civil no Suriname, foram encontrados feridos em um hospital da cidade fronteiriça de Saint-Laurent-du-Maroni, na Guiana Francesa.Segundo a "Agência Brasil", os nove feridos, entre eles a mulher que estava grávida e perdeu seu bebê nos ataques, estão em território francês e não correm risco de morte.

Os feridos foram encontrados pela cônsul geral do Brasil na Guiana Francesa, Ana Lélia Beltrame, que se deslocou para Saint-Laurent-du-Maroni, cidade separada da surinamesa Albina pelo rio Maroni.

O Governo do Brasil não confirmou o número oficial de feridos e se existem vítimas fatais, como relatou o sacerdote José Vergilio, missionário brasileiro, quem se deslocou até Albina e assegurou a meios de imprensa locais que pelo menos sete pessoas morreram nos ataques da multidão.

O conflito aconteceu por causa do homicídio na sexta-feira passada de um morador local, aparentemente cometido por um brasileiro.

Vergilio disse que outros estrangeiros, como chineses, peruanos e colombianos, e indígenas surinameses confundidos com estrangeiros, também foram vítimas dos ataques.

O religioso assinalou que um centro comercial, lojas, automóveis, postos de gasolina e as casas dos estrangeiros foram destruídos, enquanto cerca de 20 mulheres sofreram abusos sexuais cometidos pelos quase mil surinameses enfurecidos.

O Brasil enviou hoje de Brasília uma missão diplomática para verificar os fatos e constatar que tipo de ajuda os 81 brasileiros que foram escoltados pelas autoridades surinamesas até a capital Paramaribo precisam. EFE wgm/ma ultimosegundo.ig.com.br | 12/27/09 10:09 PM
Cinco v�timas de ataque no Suriname retornam ao Brasil em avi�o da FAB
BRASÍLIA - Cinco brasileiros vítimas do ataque no Suriname voltarão ainda neste domingo ao Brasil. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, eles retornarão no avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que levou dois diplomatas para acompanhar a situação em Paramaribo, capital do Suriname.

Na véspera do Natal, um grupo de brasileiros foi atacado por surinameses em Albina, no norte do país, em represália à morte de um morador local. O suspeito do assassinato é um brasileiro.

O Itamaraty não soube informar o estado de saúde dos passageiros que voltarão ao Brasil. O avião deve pousar às 21h no aeroporto de Belém (PA) sem os diplomatas, que permanecerão no Suriname para fazer o levantamento das vítimas.

O embaixador brasileiro no Suriname, José Luiz Machado e Costa, ainda está em Albina para verificar a intensidade do ataque a brasileiros, que ocorreu na noite do dia 24. A expectativa é que ele retorne a Paramaribo ainda neste domingo.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, ainda não foi confirmado se a mulher grávida localizada na Guiana Francesa com um corte na mão é a mesma pessoa a que se referiu o padre José Vergílio. Segundo o missionário, uma mulher grávida teve a barriga cortada pelos atacantes e morreu no sábado.

O missionário afirmou ainda que sete brasileiros morreram no confronto. O Itamaraty, no entanto, não confirma a informação do religioso, nem o total de vítimas.


Ver  Albina - Suriname em um mapa maior 


Com Agência Brasil

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ultimosegundo.ig.com.br | 12/27/09 10:08 PM
Brasileiros na Guiana ser�o levados de �nibus para o Amap�
A consulesa do Brasil em Caiena, na Guiana Francesa, Ana Lélia Beltrame, afirmou que os brasileiros que fugiram para o município de Saint Laurent du Maroni, após os ataques sofridos no Suriname, serão levados de ônibus para a cidade de Oiapoque, no Amapá. Segundo ela, não há registro de brasileiros mortos no lado francês da fronteira em conseqüência dos conflitos da última quinta feira. Dos nove feridos que estavam hospitalizados neste país, apenas um ainda não recebeu alta. noticias.terra.com.br | 12/27/09 9:16 PM
Suriname promete esfor�os para garantir seguran�a de brasileiros
A ministra interina dos Negócios Estrangeiros do Suriname, Jane Aarland, garantiu que seu governo fará todos os esforços para garantir a segurança dos brasileiros que estão no país, após um ataque que teria deixado mortos em Albina, a cerca de 150 km da capital surinamesa, Paramaribo.

Segundo informações da Agência Brasil, a ministra expressou o seu empenho em uma conversa por telefone com o secretário-geral do Itamaraty, embaixador Antônio Patriota, no sábado.

Uma missão do Itamaraty chegou neste domingo ao Suriname para ajudar o embaixador brasileiro no país, José Luiz Machado e Costa, a avaliar o ocorrido e prestar assistência aos brasileiros em situação de risco.

Segundo uma porta-voz do Itamaraty no Suriname, 81 brasileiros foram levados de Albina para Paramaribo após o conflito, e os poucos restantes deverão ser levados ainda neste domingo.

O embaixador fez uma visita ao vilarejo, que faz fronteira com a Guiana Francesa, mas ainda não divulgou suas informações para os jornalistas.

A Agência Brasil afirma que a equipe do Ministério das Relações Exteriores encontrou mais nove brasileiros feridos em Saint-Laurent-du-Maroni, no território francês, do outro lado do rio Marino.

Entre as pessoas localizadas está uma mulher grávida que perdeu o bebê após a confusão. De acordo com o Itamaraty, nenhum dos feridos que cruzaram a fronteira está em estado grave.

As autoridades ainda não confirmaram o número de vítimas, mas a rádio Katólica, de Paramaribo, publicou em seu site o relato de um padre brasileiro José Vergílio, que visitou o local e fala em sete mortos.

Violência

Segundo as autoridades surinamesas, um grupo de brasileiros foi atacado com machados e facões como represália pelo assassinato de um surinamês, supostamente esfaqueado por um brasileiro após uma briga.

Ao menos 20 mulheres foram estupradas e mais de 120 pessoas tiveram que ser retiradas às pressas da cidade após os ataques contra trabalhadores estrangeiros, que também vitimou imigrantes de origem chinesa.

Segundo o ministro para a Polícia Chandrikapersad Santokhi, os moradores começaram a atacar brasileiros cerca de uma hora após o esfaqueamento de um cidadão surinamês e a violência acabou também se voltando a lojas pertencentes a chineses.

Vários pontos comerciais foram saqueados e queimados.

Membros do Exército e da Polícia foram mobilizados para conter os ataques e saques, pacificando a região.

Santokhi afirmou que "não há justificativa para o que aconteceu".

Albina tem cerca de cinco mil habitantes e é o principal ponto de travessia entre o Suriname e a Guiana Francesa.

Segundo o embaixador do Brasil no Suriname, Machado e Costa, a maioria dos cerca de 2 mil brasileiros em Albina se dedicaria ao garimpo.

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Suriname: governo local nega mortes de brasileiros
O embaixador brasileiro no Suriname, José Luiz Machado e Costa, visitou na tarde deste domingo a cidade de Albina, na fronteira com a Guiana Francesa, e não encontrou confirmação de brasileiros mortos nos conflitos da última quinta feira à noite, quando a comunidade brasileira foi vítima de um ataque motivado pelo assassinato de um morador local. Até o momento, há 23 brasileiros feridos oficialmente. Relatos de vítimas dos ataques e testemunhas afirmam que há mais de 14 brasileiros mortos. noticias.terra.com.br | 12/27/09 7:21 PM
Consulesa encontra 9 brasileiros feridos na fronteira da Guiana
A consulesa do Brasil em Caiena, na Guiana Francesa, viajou até o município de Saint Laurent du Maroni, na fronteira com o Suriname, e encontrou nove brasileiros feridos em um hospital, após os ataques sofridos na cidade surinamesa de Albina na última quinta feira. noticias.terra.com.br | 12/27/09 6:25 PM
Suriname: h� v�rios cad�veres de brasileiros, diz deputado
O deputado estadual do Amapá, Paulo José (PR), que nesta segunda feira se juntará à missão diplomática brasileira no Suriname, afirmou que existem muitos cadáveres de brasileiros no rio que divide o país com a Guiana Francesa e que a região onde ocorreram os ataques contra os brasileiros ainda está em conflito. O político, contudo, não soube precisar quantas pessoas teriam morrido. noticias.terra.com.br | 12/27/09 6:08 PM
Ao menos 7 morreram em ataque a brasileiros no Suriname, diz padre
Ao menos sete brasileiros morreram em consequência de um ataque de moradores locais em Albina, no norte do Suriname, na véspera do Natal, segundo o relato do padre brasileiro José Vergílio, que visitou o local. De acordo com o relato do missionário, publicado no site da rádio Katólica, de Paramaribo, capital do Suriname, um grupo de brasileiros foi atacado com machados e facões como represália pelo assassinato de um surinamês, supostamente esfaqueado por um brasileiro após uma briga.Segundo o padre, a briga começou durante uma festa na qual havia mais de mil pessoas reunidas.

Os relatos iniciais informaram que um total de 81 brasileiros foram transportados de Albina para Paramaribo, incluindo 14 feridos nos ataques, 7 deles em estado grave.

De acordo com informações do governo surinamês, ao menos 20 mulheres foram estupradas e mais de 120 pessoas tiveram que ser retiradas às pressas da cidade após os ataques contra trabalhadores estrangeiros, que também vitimou imigrantes de origem chinesa.

Segundo o ministro para a Polícia Chandrikapersad Santokhi, os moradores começaram a atacar brasileiros cerca de uma hora após o esfaqueamento de um cidadão surinamês e a violência acabou também se voltando a lojas pertencentes a chineses.

Vários pontos comerciais foram saqueados e queimados.

Investigação
As autoridades do Suriname abriram uma investigação para apurar as circunstâncias do ataque no norte do país.

Segundo Santokhi, vários suspeitos pelo ataque já foram presos. Ele afirmou que "não há justificativa para o que aconteceu".

Membros do Exército e da Polícia foram mobilizados para conter os ataques e saques, pacificando a região.

Albina tem cerca de cinco mil habitantes e é o principal ponto de travessia entre o Suriname e a Guiana Francesa.

Segundo o embaixador do Brasil no Suriname, José Luiz Machado e Costa, a maioria dos cerca de 2 mil brasileiros em Albina se dedicaria ao garimpo.

De acordo com o embaixador, o Itamaraty analisava no sábado o envio de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para enviar suprimentos e para resgatar brasileiros feridos. ultimosegundo.ig.com.br | 12/27/09 12:34 PM
Foi um inferno, diz brasileira v�tima de ataque no Suriname
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O embaixador do Brasil no Suriname, José Luiz Machado e Costa, viajará na manhã de domingo para a cidade de Albina, na fronteira com a Guiana Francesa, onde uma comunidade brasileira foi atacada. Costa esteve neste sábado no hospital de Paramaribo, onde 14 brasileiros estão internados com ferimentos. noticias.terra.com.br | 12/26/09 10:51 PM
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TV mostra combate a inc�ndios ap�s ataque a brasileiros
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Comunidade brasileira sofre ataque na cidade de Albina, no Suriname

A comunidade brasileira na cidade de Albina, no norte do Suriname, foi atacada na véspera de Natal em represália à morte de um morador local, informou neste sábado o Ministério das Relações Exteriores. Ainda não há informações exatas sobre o número de mortes, mas cerca de 14 brasileiros ficaram feridos e 80 brasileiros em condição de risco foram levados para a capital Paramaribo.

O embaixador brasileiro no Suriname, José Luiz Machado e Costa, disse ao jornal Hoje, da Rede Globo, que o ataque foi uma retaliação ple amorte de um morador supostamente assassinado por um brasileiro, que estaria foragido. A cidade de Albina, na fronteira com a Guiana Francesa, abriga minas de ouro, que emprega brasileiros ilegais. Machado e Costa disse ainda que uma mulher foi removida para o lado francês do país e que perdeu o bebê devido aos ataques.

Segundo a agência inglesa de notícias Reuters a polícia e tropas controlaram no dia de Natal um tumulto em Albina, cidade do Suriname na fronteira com a Guiana Francesa, que deixou 13 pessoas feridas.

De acordo com o ministro da Justiça e da Polícia, Chandrikapersad Santokhi, entre 100 e 500 pessoas saquearam um shopping center e outras lojas. Eles também tomaram o cofre de um vendedor de ouro. Ao menos 80 moradores buscaram refúgio em um quartel do Exército. Albina, uma cidade com cerca de 5 mil moradores, é o principal ponto de cruzamento para a Guiana Francesa.

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Governo analisa envio de ajuda a v�timas de ataque no Suriname
O governo brasileiro analisa o envio de suprimentos para os brasileiros vítimas de um ataque que deixou 14 feridos no Suriname , na véspera de Natal. A revelação foi feita neste sábado pelo embaixador do Brasil no Suriname, José Luiz Machado e Costa.


Segundo ele, um total de 81 brasileiros foram transportados da região de Albina, cidade onde ocorreu o ataque, para Paramaribo, a capital do Suriname. Desse total, 14 estão feridos, sete deles em estado grave.

As autoridades do Suriname abriram uma investigação para apurar as circunstâncias do ataque no norte do país.

De acordo com o Itamaraty, o ataque, na véspera do Natal, teria sido uma vingança pelo suposto assassinato de um morador local, que seria surinamês, por um brasileiro.

Facões
Segundo o embaixador brasileiro no Suriname, a maioria dos cerca de dois mil brasileiros em Albina se dedica ao garimpo.

A agência de notícias Caribbean Media Corporation informou que a comunidade local usou machados e facões para atacar brasileiros e também chineses.

Em uma coletiva, ministro da Polícia e Justiça do Suriname, Chandrikapersad Santokhi, disse que "não há justificativa para o que aconteceu".

O ministro acrescentou que vários suspeitos pelo ataque já foram presos.

Estupros
Autoridades de segurança informaram que há relatos de que pelo menos 20 mulheres brasileiras, incluindo uma mulher grávida, teriam sido estupradas durante o incidente.

Também há informações de que vários prédios, entre eles um shopping center, um supermercado e um posto de combustível, foram queimados ou saqueados.

Membros do Exército e da Polícia foram mobilizados para conter os ataques e saques, pacificando a região.

Albina tem cerca de cinco mil habitantes e é o principal ponto de travessia entre o Suriname e a Guiana Francesa.

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O Exército surinamês disse que quase cem brasileiros e chineses foram levados a uma base local das Forças Armadas para protegê-los e, na sexta-feira, foram transportados à capital do país, Paramaribo.

Estupros
Em uma coletiva, ministro da Polícia e Justiça do Suriname, Chandrikapersad Santokhi, confirmou que 13 pessoas ficaram feridas.

"Não há justificativa para o que aconteceu", disse o ministro, acrescentando que vários suspeitos pelo ataque já foram presos.

Autoridades de segurança informaram que há relatos de que pelo menos 20 mulheres brasileiras, incluindo uma mulher grávida, teriam sido estupradas durante o incidente.

Também há informações de que vários prédios, entre eles um shopping center, um supermercado e um posto de combustível, foram queimados ou saqueados.

Membros do Exército e da Polícia foram mobilizados para conter os ataques e saques, pacificando a região.

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