Noticias : São Vicente e Granadinas

Petroleiro e navio de carga colidem na costa de Cingapura

A autoridade portuária de Cingapura informou que um petroleiro e um navio de carga colidiram na costa do país na manhã desta terça-feira (horário local), provocando derramamento de cerca de 2 mil toneladas de petróleo. Não houve feridos. As causas do acidente ainda estão sendo investigadas.

A embarcação MT Bunga Kelana, com bandeira da Malásia, estava transportando cerca de 62 mil toneladas de petróleo quando colidiu com um navio de São Vicente e Granadinas. Autoridades informaram que uma operação de limpeza já estava em andamento.

- Não é como no Golfo do México, onde o vazamento continua - disse Victor Shum, da consultoria Purvin & Gertz, em Cingapura, afirmando que a quantidade de petróleo derramado é relativamente pequena, embora haja preocupação com o meio ambiente. - As preocupações existem. Mesmo que (o vazamento) seja contido, levará algum tempo para realizar a limpeza.

O acidente aconteceu no Estreito de Cingapura, a 13 quilômetros do extremo Sudoeste da ilha. O equivalente a 15 mil barris de petróleo pode ter vazado. A recente explosão de uma plataforma no Golfo do México provocou o derramamento do equivalente a 175 mil barris na região.

www.correiodobrasil.com.br | 5/25/10 9:24 PM
Lula re�ne chefes de Estado e de Governo da Comunidade do Caribe

Pela primeira vez, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, na manhã desta segunda-feira, dez chefes de Estado e de Governo que compõem a Comunidade do Caribe (Caricom). Ao longo de todo o dia, a Cúpula Brasil-Caricom tratou de temas ligados aos relacionamentos bilaterais e regionais, principalmente a cooperação em áreas como a saúde, a agricultura, a educação, a formação profissional, o turismo e o meio ambiente.

Foi mantido na agenda, para o final do dia, o anúncio da criação de mecanismo para consultas políticas regulares entre o Brasil e os países-membros da Caricom. Está prevista ainda a criação de projetos de cooperação  entre o Brasil e a Caricom em favor do Haiti. Criada em 1973, a comunidade é integrada por Antígua e Barbuda, pelas Bahamas, por Barbados, Belize, Dominica, Granada, pela Guiana, pelo Haiti, pela Jamaica, por Santa Lúcia, São Cristóvão e Névis, São Vicente e Granadinas, pelo Suriname e por Trinidad e Tobago. O Brasil é membro observador desde 2006.

Participarão da cúpula, também na condição de observadores, diretores da Organização dos Estados do Caribe Oriental (Oeco), do Instituto Caribenho de Pesquisa e Desenvolvimento Agrícola  (Cardi), da Associação Caribenha de Controle de Desastres (Cdema) e do Instituto Caribenho de Saúde Ambiental (Cehi). O intercâmbio comercial entre o Brasil e os países da Caricom passou de US$ 657 milhões em 2002 para cerca de US$ 5,2 bilhões, em 2008. Desse total, mais de US$ 4,4 bilhões corresponderam a exportações brasileiras. De janeiro a março de 2010, as trocas entre o Brasil e a comunidade somaram mais de US$ 1 bilhão.

Defesa de hidrelétrica

Ainda nesta manhã, durante o programa semanal de rádio Café com o Presidente, Lula saiu em defesa da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Para ele, deixar de lado o potencial hidrelétrico seria "um movimento insano".

– Se o Brasil deixar de produzir isso para começar a utilizar termoelétrica a óleo diesel será um movimento insano contra toda a luta que nós estamos fazendo no mundo pela questão climática – afirmou.

O presidente criticou novamente os grupos contrários à construção da usina, lembrando que o projeto vem sendo discutido há 30 anos.

– Nós temos aí a indústria do apagão, pessoas que não querem que a gente construa a energia necessária porque querem que tenha um apagão para poder justificar o apagão de 2001 – disse, referindo-se à crise de oferta de energia ocorrida durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, do PSDB.

Lula comparou os preços mínimos de megawatts/hora entre a energia gerada por hidrelétricas, mais barata, e a gerada por usinas eólicas e a gás, para justificar a importância da construção de Belo Monte. Também ressaltou que a área de alagamento será menor do que no projeto original, o que afetará menos áreas indígenas e comunidades ribeirinhas. Segundo Lula, o licenciamento ambiental prévio para a usina -- ocorrido após cinco anos de estudos -- foi o "melhor já ocorrido".

– A energia hídrica ainda é a mais barata, o que nós precisamos é trabalhar com muito cuidado para fazer as hidrelétricas da forma mais cuidadosa possível, causar o menor impacto ambiental possível, e é por isso que eu estou muito feliz, porque depois de 30 anos, finalmente, Belo Monte vai sair – concluiu.

www.correiodobrasil.com.br | 4/26/10 7:23 PM
Ren� Pr�val confirma presen�a na 1� c�pula Brasil-Caricom
Brasília, 23 abr (EFE).- O presidente do Haiti, René Préval, confirmou sua assistência à primeira Cúpula Brasil-Caricom, que será realizada na próxima segunda-feira em Brasília, informaram hoje fontes oficiais.Além disso, estarão presentes autoridades de Antígua, Bahamas, Barbados, Belize, Dominica, Granada, Guiana, Jamaica, Montserrat, São Cristóvão e Névis, São Vicente e Granadinas, Santa Lúcia, Suriname e Trinidad e Tobago, países que, junto com o Haiti, formam a Comunidade do Caribe (Caricom, na sigla em inglês).

A reunião, que acontecerá no Palácio do Itamaraty, será liderada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que convocou o encontro com a intenção de criar pontes entre seu país e as nações do Caribe.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, a cúpula focará na busca de ferramentas para reforçar a cooperação nas áreas de saúde, agricultura, educação, formação profissional, turismo e meio ambiente, entre outras.

Além disso, será discutida a criação de um mecanismo de consultas políticas permanentes entre o Brasil e a Caricom, além de ferramentas de cooperação conjunta para reforçar a ajuda que o Haiti necessita após o terremoto de janeiro.

A cúpula contará com a presença do secretário-geral da Caricom, Edwin Carrington, e representantes da Organização dos Estados do Caribe Ocidental (OECS, na sigla em inglês) e de outras organizações multilaterais caribenhas.

Durante a reunião também serão analisadas maneiras de potencializar o comércio entre Brasil e os países da Caricom, que em 2009 chegou a US$ 5,2 bilhões. EFE ed/pd ultimosegundo.ig.com.br | 4/23/10 8:19 PM
Ch�vez e Ra�l Castro se re�nem em Caracas
Caracas, 20 abr (EFE).- O presidente venezuelano, Hugo Chávez, recebeu hoje seu colega cubano, Raúl Castro, no palácio de Governo, no centro de Caracas, para um encontro oficial.A televisão oficial venezuelana informou que Chávez e Raúl farão uma reunião privada e depois outra plenária, com os ministros e demais representantes oficiais, sem terem dado maiores detalhes.

Raúl Castro chegou à Venezuela no domingo passado para participar, junto com outros presidentes da região, da comemoração do bicentenário da independência venezuelana, comemorada ontem.

No mesmo dia, Chávez anunciou queo cubano permaneceria no país e que, nesta terça-feira, realizaria uma visita oficial "para seguir alimentando e conformando a unidade" entre Caracas e Havana.

Chávez visitou Cuba na quinta-feira passada, em reunião da Aliança Bolivariana para as Américas (Alba), e se reuniu tanto com seu colega cubano como com Fidel Castro.

A Alba é integrada por Venezuela, Cuba, Bolívia, Equador, Nicarágua, São Vicente e Granadinas, Antígua e Barbuda, e Dominica, cujos presidentes assistiram ontem à festa bicentenária venezuelana, junto aos líderes de Argentina e República Dominicana.

O presidente venezuelano também realizou hoje uma reunião de trabalho com a presidente argentina, Cristina Kirchner, em que assinaram 25 novos acordos de cooperação em diversas áreas. EFE gf/dr/rr ultimosegundo.ig.com.br | 4/21/10 1:08 AM
Pa�ses da Alba querem integra��o para enfrentar "investida imperialista"
Caracas, 19 abr (EFE).- Os presidentes da Aliança Bolivariana para as Américas (Alba) falaram nesta segunda-feira sobre a necessidade de acelerar os projetos de integração do grupo e reforçar a unidade para enfrentar a suposta investida imperialista contra eles.Os dirigentes dos países-membros da Aliança, Venezuela, Cuba, Bolívia, Equador, Nicarágua, São Vicente e Granadinas, Antígua e Barbuda e Dominica, se reuniram na noite desta segunda em Caracas para realizar sua nona cúpula.

O encontro fez parte da comemoração do Bicentenário do início do processo de independência da Venezuela, por isso os líderes da Alba repetiram em seus discursos os ideais de soberania e falaram do rompimento definitivo das "cadeias" imperiais a que a boa parte da região ainda é submetida.

O governante venezuelano e anfitrião, Hugo Chávez, assegurou que a Aliança, criada em 2004 por seu Governo e o de Cuba, "é a alternativa" para conseguir a verdadeira independência.

"Por isso temos que cuidar dela (Alba), protegê-la e avançar" em seus planos e projetos, "na demora está o perigo, não podemos demorar!", expressou o líder da "revolução" bolivariana instalada na Venezuela há onze anos.

O presidente cubano, Raúl Castro, também destacou que a "única alternativa" para os povos caribenhos e latino-americanos "é se unir, lutar e vencer" as campanhas supostamente impulsionadas pelos Estados Unidos contra os Governos esquerdistas da região.

Raúl Castro e o governante da Bolívia, Evo Morales, além disso, falaram sobre a necessidade urgente de tomar medidas para frear a mudança climática, além do papel fundamental dos movimentos sociais do mundo para superar a crise ambiental.

Evo afirmou que "a melhor bandeira de luta contra o capitalismo irresponsável é a defesa da mãe Terra", ao promover a conferência mundial sobre a mudança climática que começará nesta terça em seu país.

O presidente do Equador, Rafael Correa, concordou com Castro ao dizer que "alcançar uma pátria livre, digna, equitativa, pode parecer uma utopia", e os países da região só chegarão lá se estiverem "unidos, lutando".

"A Alba é um instrumento de luta, de integração para construir uma América unida, altiva e soberana", acrescentou Correa.

Nesse mesmo sentido, falaram os primeiros-ministros de São Vicente e Granadinas, Ralph Goncalves; de Dominica, Roosevelt Skerryt; e de Antígua e Barbuda, Baldwin Spencer.

Goncalves disse que o Caribe é a zona do planeta com mais presença de colonialismo no mundo, e afirmou que "é preciso fazer algo a respeito".

Não se trata, explicou o primeiro-ministro, de "estar contra os britânicos, os franceses", mas sim fazer com que os caribenhos tenham a "oportunidade" de se desenvolverem em condições de igualdade.

Skerryt destacou que a Alba "é o movimento de integração de maior crescimento no mundo" e que sua administração "vai seguir firmemente" no grupo e "não cederá às pressões de nenhum país ou de nenhuma instituição" para que a abandone.

Ao concluir com seu discurso a reunião, o presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, disse que "esta discussão veio sendo formada a partir da pedra fundamental para a luta dos povos latino-americanos e do caribe, a Revolução cubana". EFE gf/fm ultimosegundo.ig.com.br | 4/20/10 4:44 AM
Ch�vez perdoa d�vida e anuncia plano da Alba para Haiti
Caracas, 25 jan (EFE).- O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou hoje durante uma reunião extraordinária da Aliança Bolivariana para as Américas (Alba) o perdão da dívida do Haiti pela compra de combustível venezuelano.Também ficou decidido no encontro que os países da Alba terão um vasto plano para "voltar a fundar" o Haiti, atingido por um forte terremoto no último dia 12.

"O Haiti não tem dívida com a Venezuela; a Venezuela tem uma dívida histórica com essa nação, com esse povo pelo qual não sentimos tristeza, mas admiração", disse Chávez ao final da reunião, sem revelar o valor da dívida perdoada.

O presidente venezuelano também anunciou que a Alba decidiu um plano integral que inclui uma doação imediata de US$ 20 milhões para o setor de saúde do Haiti e um fundo de pelo menos US$ 100 milhões fornecidos pelos membros da organização.

A Venezuela é a nação mais força financeiramente da Alba, formada também por Cuba, Bolívia, Equador, Antígua e Barbuda, Nicarágua, Dominica e São Vicente e Granadinas. Representantes do Haiti e de outros países caribenhos comparecem às reuniões na qualidade de observadores.

Em um discurso transmitido ao vivo pela rede estatal de emissoras de rádio e televisão, Chávez corrigiu o texto sobre o plano da Alba para o Haiti definido pelos chanceleres, trocando a palavra "venda" por "fornecimento", ao esclarecer que o combustível enviado pela estatal venezuelana Citgo chegará diretamente à população haitiana.

De acordo com o presidente venezuelano, o combustível chegará por meio de "estações móveis de serviço" que operarão nas próximas semanas.

O plano de ajuda da Alba ao Haiti inclui os setores agrícola, de produção, importação e distribuição de alimentos, além de uma anistia migratória a haitianos residentes ilegalmente nas nações da organização que possuem acordos de integração, acrescentou.

Assim como já havia feito quando da chegada ao Haiti de soldados dos Estados Unidos após o terremoto, Chávez reivindicou respeito à soberania haitiana e pediu para que a ONU coordene todas as operações.

Chávez também condenou a saída do Haiti de menores entregues em adoção a famílias dos EUA e da Europa e alertou que entidades de defesa dos direitos da infância defendem que "a última coisa que é preciso fazer é tirar crianças" do país sem antes esgotar a busca por seus familiares.

No último dia 12, um terremoto de 7 graus na escala Richter atingiu o Haiti. Seu epicentro foi localizado a apenas 15 quilômetros da capital do país, Porto Príncipe.

Pelo menos 21 brasileiros morreram na tragédia, sendo 18 militares e três civis, entre eles a médica Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, e Luiz Carlos da Costa, o segundo civil mais importante na hierarquia da ONU no Haiti. EFE ar/bba ultimosegundo.ig.com.br | 1/26/10 12:32 AM
Pa�ses da Alba definem nova fase de ajuda para o Haiti
Caracas, 24 jan (EFE).- Representantes da Alternativa Bolivariana para as Américas (Alba) definem hoje em Caracas o conteúdo de uma segunda fase de ajuda humanitária ao Haiti, informou hoje o Governo venezuelano.Na reunião, realizada na Chancelaria venezuelana, estão presentes o primeiro-ministro de Dominica, Roosevelt Skerrit; os chanceleres da Bolívia, David Choquehuanca; e de Cuba, Bruno Rodríguez.

Também participam o vice-chanceler do Equador Lautaro Pozo, o nicaraguense Nelson Artola e delegados de São Vicente e Granadinas, além de Antígua e Barbudas.

O presidente Hugo Chávez, que se comunicou por telefone com o chanceler Nicolás Maduro, disse que se juntaria à reunião ao finalizar seu programa de rádio e televisão "Alô Presidente!" Ao referir-se ao problema do Haiti, reiterou que os Estados Unidos utilizaram como desculpa a tragédia que vive esse país para ocupá-lo militarmente.

"Não vamos permitir que o império gringo se apodere do Haiti.

Agora, para mascarar sua operação, dizem que enviaram um navio-hospital com mil camas, mas me contaram que está quase vazio", disse Chávez.

Chávez disse que os médicos americanos, ao contrário dos cubanos e venezuelanos, "não se metem nos escombros dos bairros porque têm medo".

Quanto à reunião de hoje, se limitou a assinalar que se trata de analisar propostas "para a nova etapa de atendimento e solidariedade com o Haiti".

A Alba é formada por Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador, Nicarágua, Honduras, Dominica, Antígua e Barbudas, e São Vicente e Granadinas. EFE rr/ma ultimosegundo.ig.com.br | 1/25/10 12:33 AM
Venezuela convoca reuni�o de chanceleres da Alba por situa��o no Haiti
Caracas, 23 jan (EFE).- O presidente venezuelano, Hugo Chávez, disse hoje que acontece neste domingo em Caracas uma reunião de chanceleres da Aliança Bolivariana para as Américas (Alba) com o objetivo de analisar a situação do Haiti.Chávez assegurou, após consultar com o chanceler venezuelano, Nicolás Maduro, que está confirmada a presença dos ministros de Cuba, Nicarágua, Equador, Bolívia, Antígua e Barbuda, Dominica e São Vicente e Granadinas.

O anúncio foi feito pelo governante venezuelano ao final de uma marcha de seus simpatizantes para comemorar o 52º aniversário da queda do ditador Marcos Pérez Jiménez.

Chávez disse que nessa reunião se estudará a maneira de continuar ajudando o Haiti apesar da "ocupação militar" que, segundo disse, os Estados Unidos realizaram nesse pequeno país caribenho. EFE rr/ma ultimosegundo.ig.com.br | 1/24/10 12:29 AM
Pena de morte est� em vigor em 58 pa�ses, diz Anistia
Relatório da Anistia Internacional, organização de defesa dos direitos humanos, afirma que atualmente a pena de morte está em vigor em 58 países. Outros 95 países aboliram a prática para todos os tipos de crime, enquando nove países, entre eles o Brasil (somente na Justiça militar), mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais, mas não para crimes comuns.

 

A organização afirma que 35 países aboliram �na prática� a pena de morte pelo fato de não terem realizado nenhuma execução nos últimos dez anos, apesar de a punição estar prevista em lei para crimes comuns. Somando essas 35 nações às que aboliram por lei a pena de morte, chega a 139 o número de países que não executam prisioneiros, segundo a Anistia.

De acordo com o relatório da Anistia, em 2008 foram realizadas 2.390 execuções, 93% delas em apenas cinco países: China, Irã, Arábia Saudita, Paquistão e Estados Unidos. No mesmo período, houve 8.864 sentenças à morte em todo o mundo.

Em 1977, apenas 16 países aboliram essa condenação para todos os tipos de crime. Dos 58 que ainda mantêm a pena capital, 25 realizaram execuções em 2008.

Brasil

No Brasil, a  pena de morte é proibida, exceto para crimes militares cometidos em tempos de guerra, segundo está previsto na Constituição de 1988. De acordo com a Carta, o fuzilamento é o método de execução. Comunicado sobre a sentença, o presidente da República pode conceder um indulto ou comutar a pena do condenado.

O País é o único de língua portuguesa que permite a prática para crimes militares. Na América do Sul, Bolívia, Chile e Peru também mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais.

Veja o tipo de determinação vigente em cada país:

Pena de morte abolida para todos os tipos de crime:

África do Sul, Albânia, Alemanha, Andorra, Angola, Argentina, Armênia, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bósnia-Herzegovina, Bulgária, Burundi, Butão, Cabo Verde, Camboja, Canadá, Chipre, Colômbia, Costa Rica, Côte d'Ivoire, Croácia, Dinamarca, Djibouti, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Filipinas, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Ilhas Cook, Ilhas Marshall, Ilhas Maurício, Ilhas Salomão, Irlanda, Islândia, Itália, Listenstaine, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Malta, México, Micronésia, Moçambique, Moldávia, Mônaco, Montenegro, Namíbia, Nepal, Nicarágua, Niue, Noruega, Nova Zelândia, Palau, Panamá, Paraguai, Polônia, Portugal, Quiribati, Quirguistão, Reino Unido, República Checa, República Dominicana, Romênia, Ruanda, Samoa, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia (incluindo Kosovo), Suécia, Suíça, Timor Leste, Togo, Turcomenistão, Turquia, Tuvalu, Ucrânia, Uruguai, Usbequistão, Vanuatu, Vaticano e Venezuela.

Pena de morte abolida para crimes comuns:

Bolívia, Brasil, Casaquistão, Chile, El Salvador, Ilhas Fiji, Israel, Letônia e Peru.

Pena de morte abolida �na prática� para crimes comuns:

Algéria, Benin, Brunei, Burkina Faso, Camarões, Congo, Coreia do Sul, Eritreia, Gabão, Gâmbia, Gana, Granada, Ilhas Maldivas, Laos, Libéria, Madagascar, Malaui, Mali, Marrocos, Mauritânia, Mianmar, Nauru, Níger, Papua Nova Guiné, Quênia, República Centro-Africana, Rússia, Sri Lanka, Suriname, Suazilândia, Tajiquistão, Tanzânia, Tonga, Tunísia, Zâmbia.

Pena de morte para todos os crimes:

Afeganistão, Antígua e Barbuda, Arábia Saudita, Autoridade Palestina, Bahamas, Bahrein, Bangladesh, Barbados, Belize, Bielorrúsia, Botswana, Catar, Chade, China, Cingapura, Comores, Coreia do Norte, Cuba, Dominica, Egito, Emirados Árabes, Estados Unidos, Etiópia, Guatemala, Guiné, Guiné Equatorial, Guiana, Iêmen, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Jamaica, Japão, Jordânia, Kuwait, Lesoto, Líbano, Líbia, Malásia, Mongólia, Nigéria, Omã, Paquistão, República Democrática do Congo, Santa Lúcia, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Serra Leoa, Síria, Somália, Sudão, Tailândia, Taiwan, Trinidad e Tobago, Uganda, Vietnã e Zimbábue.

Leia mais sobre pena de morte

ultimosegundo.ig.com.br | 1/9/10 12:37 PM
Venezuela amplia opera��es de sua estatal petroleira em Cuba
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e o presidente de Cuba, Raúl Castro, firmaram neste sábado, em Havana, uma série de novos acordos econômicos que ampliam as operações da petroleira estatal venezuelana na ilha. Entre estes acordos, em um total de US$ 3 bilhões, estão a abertura de escritórios da Petróleos de Venezuela (PDVSA) na capital cubana, que, segundo o governo venezuelano, será seu "centro de operações" no Caribe.Também está prevista a participação da PDVSA na prospecção de petróleos nas águas profundas do Golfo do México, além da conclusão de uma refinaria e de um conglomerado petroquímico na cidade cubana de Cienfuegos.

Os acordos também contemplam a compra por Cuba de alimentos, sapatos, roupas, pneus, brinquedos, matérias-primas e material de construção da Venezuela.

Crise
O presidente cubano, Raúl Castro, rompeu seu habitual silêncio para declarar à imprensa que este "é um dia histórico".

"Estamos muito contentes", afirmou.

Castro disse ainda que Cuba está saindo da crise graças à ajuda da Venezuela e da China.

Até hoje, os acordos entre Cuba e Venezuela já somam quase US$ 9 bilhões, e o comércio bilateral entre os dois países passa dos US$ 5 bilhões anuais.

Alba
Chávez chegou a Havana neste sábado para participar da Cúpula da Aliança Bolivariana para as Américas (Alba), organização econômica que inclui ainda Bolívia, Equador, Nicarágua, Dominica, São Vicente e Granadinas, e Antígua e Barbuda.

A reunião ocorre nesta segunda e terça-feiras, e deve se concentrar em temas como as mudanças climáticas e a segurança alimentar.

A Alba foi idealizada e fundada por Chávez e Fidel Castro há cinco anos.

Há especulações de que o ex-líder cubano, que está convalescente desde meados de 2006, possa aparecer em público para a reunião.

O próprio Chávez alimentou a especulação ao declarar que Fidel "está melhor do que nunca". ultimosegundo.ig.com.br | 12/12/09 9:50 PM
Ch�vez recebe delega��o cubana para discutir reuni�o da Alba
Caracas, 22 nov (EFE).- O presidente venezuelano, Hugo Chávez, teve hoje em Caracas uma reunião privada com dirigentes cubanos, preparatória para a Cúpula da Aliança Bolivariana para as Américas (Alba), que acontece em Cuba em dezembro próximo.Segundo a Chancelaria venezuelana, Chávez recebeu no palácio de Governo a delegação de alto nível cubana, liderada pelo vice-presidente do Conselho de Ministros, Ricardo Cabrisas Ruiz.

O presidente venezuelano, que neste domingo não emitiu seu tradicional programa de rádio e televisão "Alô, Presidente", esteve acompanhado na reunião por vários ministros, entre eles o chanceler Nicolás Maduro.

A Alba é integrada por Venezuela, Bolívia, Equador, Nicarágua, Cuba, Dominica, São Vicente e Granadinas, Antígua e Barbuda e Honduras. EFE gf/rr ultimosegundo.ig.com.br | 11/22/09 10:46 PM
Pa?ses da Alba criam a pr?pria moeda e aplicam san??es a Honduras
A 7Є Cъpula da Alba (Alianзa Bolivariana para as Amйricas) termina neste sбbado (17), na boliviana Cochabamba, apуs a aprovaзгo na vйspera de uma moeda regional e de “sanзхes econфmicas e comerciais” a Honduras. Na sexta-feira (16), os presidentes de Bolнvia, Cuba, Equador, Venezuela, Dominica, Antigua e Barbuda e Sгo Vicente e Granadinas decidiram “aplicar sanзхes” contra o “regime golpista” de Roberto Micheletti, que derrubou em junho o legнtimo presidente hondurenho, Manuel Zelaya. port.pravda.ru | 10/19/09 3:43 PM
Pa�ses da Alba criam nova moeda para com�rcio no bloco
A sétima reunião de cúpula da Alba (Aliança Bolivariana para as Américas) terminou neste sábado em Cochabamba, na Bolívia, com a aprovação pelos nove países membros da criação de uma nova moeda para substituir o dólar no intercâmbio comercial entre as nações do bloco. A cúpula aprovou o tratado que constitui o Sucre (Sistema Único de Compensação Regional), mecanismo que deverá substituir o dólar nas transações comerciais entre os países do bloco.Segundo as autoridades dos países-membros, o Sucre entrará em vigor no começo do ano que vem e poderá no futuro ser adotado como uma moeda comum pelas nações do bloco.

A Alba reúne nove países com governos de esquerda da América Latina e do Caribe - além de Venezuela e Bolívia, fazem parte Antígua e Barbuda, Cuba, Dominica, Equador, Honduras (apenas o governo deposto de Manuel Zelaya é reconhecido), Nicarágua e São Vicente e Granadinas.

No começo, a adoção do Sucre não será obrigatória para todas as exportações e importações no bloco.

Apenas Bolívia, Equador, Venezuela, Cuba e Nicarágua participarão do sistema em seu início. Os outros quatro membros deverão adotar o Sucre gradualmente no futuro.

"É um passo para a nossa soberania monetária, para nos livrarmos da ditadura do dólar, que o império ianque impôs ao mundo", disse Chávez, que propôs a criação do novo sistema em novembro do ano passado, durante o auge da crise econômica mundial.

O nome do novo mecanismo é também uma homenagem ao venezuelano Antonio José de Sucre, um dos comandantes das batalhas pelas independências dos países sul-americanos no século 19.

Sanções a Honduras
Os membros da Alba também aprovaram sanções econômicas contra o governo de fato de Honduras.

Mas eles não conseguiram chegar a um acordo em relação à proposta do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, de formar uma "aliança militar defensiva".

Segundo Chávez, a aliança seria necessária para conter "as ameaças do império".

"Por que não? Quem pode proibir a nós, países soberanos, de fazer uma aliança militar defensiva e trocar soldados, oficiais, treinamento, equipamento e logística?", afirmou o venezuelano.

O presidente da Bolívia, Evo Morales, que presidia a reunião, se declarou contrário à adoção de uma "resolução acelerada" e pediu mais estudos sobre o tema.

A cúpula acabou aprovando a criação de um comitê com o objetivo de "definir uma estratégia de defesa conjunta".

Ironias a Obama
O discurso político durante o encontro foi contundente em reafirmar, sobretudo, a vocação socialista do bloco e ao acusar "o imperialismo e a direita" de tramar contra a Alba por meio do golpe em Honduras e da presença militar americana na Colômbia.

O presidente do Equador, Rafael Correa, pediu aos países do bloco que fiquem "muito atentos" porque, em sua opinião, "há uma restauração da direita" na região.

Honduras foi representada na cúpula por Patricia Rodas, chanceler do governo deposto.

Também compareceram à reunião em Cochabamba observadores de Uruguai, Paraguai e Rússia.

Durante a cúpula, Chávez também foi irônico com a concessão do Prêmio Nobel da Paz ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, a quem pediu que faça jus à premiação suspendendo o embargo comercial a Cuba.

Em todas as vezes que citou o presidente americano, Chávez se referiu a ele, entre risos, como "Obama, Prêmio Nobel da Paz".

O presidente venezuelano afirmou que o único merecedor de um reconhecimento semelhante seria seu colega boliviano, Evo Morales. ultimosegundo.ig.com.br | 10/18/09 12:16 AM
Alba se prop�e a criar grupo de comunica��o pr�prio contra "cerco midi�tico"
Cochabamba (Bolívia), 17 out (EFE).- Os países da Aliança Bolivariana para as Américas (Alba) encarregaram hoje seu Conselho Político de elaborar uma proposta para criar um grupo de comunicação do bloco que permita "romper o cerco comunicacional imposto pelo grande poder midiático transnacional".A proposta da declaração aprovada pelo bloco após a cúpula realizada na cidade boliviana de Cochabamba é desenvolver o projeto "Radio Sur Alba-TCP", criar uma nova agência de notícias e estabelecer canais temáticos "compartilhados em co-produção" entre os países do bloco.

Outro dos objetivos é impulsionar "um modelo comunicacional" que permita fortalecer os processos democráticos na região.

O bloco quer também criar a Escola de Televisão e Cinema da Alba assim como manter "um portal permanente com informação sobre avanços, conquistas e propostas" do grupo.

Na Declaração de Cochabamba, a totalidade dos países do organismo internacional aceitou o projeto binacional do Observatório da Mídia criado entre Equador e Venezuela com o propósito de ampliá-lo para o resto dos membros.

As nações da Alba entendem este observatório como "um mecanismo de acompanhamento da imprensa, com a finalidade de enfrentar a guerra midiática e revisar os marcos legais em matéria de comunicação e informação em seus respectivos países", diz a resolução.

A Alba foi criada em 2004 por iniciativa do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e do líder cubano Fidel Castro.

Pertencem ao bloco Venezuela, Cuba, Bolívia, Equador, Nicarágua, Honduras e as ilhas caribenhas de Dominica, São Vicente e Granadinas e Antígua e Barbuda. EFE sam/bba ultimosegundo.ig.com.br | 10/17/09 11:04 PM
Alba refor�a alian�a econ�mica e reafirma luta contra o "imp�rio"
Cochabamba (Bolívia), 17 out (EFE).- A sétima cúpula da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (Alba) aprovou hoje novos passos para reforçar seu modelo de "comércio justo e complementar" e ratificou sua luta contra as "ameaças do império", como o bloco se refere aos Estados Unidos.As decisões foram assumidas no encontro realizado na cidade boliviana de Cochabamba, ao qual compareceram os governantes da Bolívia, Evo Morales; da Venezuela, Hugo Chávez; do Equador, Rafael Correa; da Nicarágua, Daniel Ortega; e o vice-presidente de Cuba, José Ramón Machado Ventura.

Também participaram da cúpula Patricia Rodas, chanceler do presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, e os primeiros-ministros de São Vicente e Granadinas, Ralph Gonsalves; de Dominica, Roosevelt Skerrit; e de Antígua e Barbuda, Baldwin Spencer.

O tratado do Sistema Unificado de Compensações Regionais (Sucre) foi a medida econômica mais importante aprovada na reunião de chefes de Estado e Governo.

O objetivo do acordo é fazer com que os países da Alba tenham "soberania monetária e financeira" e sigam em direção à "eliminação da dependência do dólar no comércio regional".

Segundo fontes oficiais, este é um primeiro passo rumo à criação de uma moeda comum que Morales sugeriu batizar de Pacha, que significa "terra" na língua indígena quíchua, utilizada em países como Bolívia, Equador e Peru.

Os presentes também decidiram os princípios para que os nove países da Alba desenvolvam o "Tratado de Comércio dos Povos" (TCP), iniciativa que reivindica um comércio "justo, complementar e solidário" para que as nações do bloco possam superar suas assimetrias.

A Alba criará também a Albaexim, empresa de exportações e importações que servirá como mecanismo de complementaridade comercial e que terá lojas nos países do bloco.

No âmbito político, sintetizou Chávez no final da reunião, o bloco avança no "exorcismo da doutrina imperial" para "recuperar a doutrina libertária de Bolívar", em alusão ao libertador sul-americano Simón Bolívar.

A Alba aprovou a adoção de novas sanções comerciais e migratórias contra o Governo de fato de Honduras, presidido por Roberto Micheletti. O bloco exige a restituição incondicional do presidente deposto hondurenho, Manuel Zelaya.

Além disso, o grupo pediu em sua declaração final que o Governo da Colômbia "reconsidere a instalação" de bases militares dos Estados Unidos em seu território e reivindicou que a área ocupada pelos americanos na base militar de Guantánamo, em Cuba, seja devolvida à ilha.

A Alba ratificou seu pedido para que o bloqueio econômico, comercial e financeiro dos EUA contra Cuba termine "de maneira incondicional, unilateral e imediata".

A declaração da cúpula de Cochabamba estabelece a formação de um "Comitê Permanente de Soberania e Defesa da Alba-TCP", exceto para as nações insulares, que são parte de um "Sistema de Segurança Regional integrado pelos países do Caribe Oriental".

Esse comitê tem como objetivos principais a definição de uma "Estratégia de Defesa Integral Popular Conjunta e a constituição de uma Escola de Dignidade e Soberania das Forças Armadas dos países da Alba-TCP".

Na declaração, os países do grupo acusam o "imperialismo e as forças direitistas" da região de terem reagido contra o "avanço e o crescimento das forças e ideias progressistas na América Latina e no Caribe com o golpe de Estado em Honduras e a instalação de bases militares na Colômbia".

Durante a reunião, Chávez insistiu na criação de uma "aliança militar defensiva" frente às "ameaças do império".

"Quem pode proibir países soberanos de fazer uma aliança militar defensiva?", questionou Chávez.

Na área de meio ambiente, a Alba determinou que seus países terão uma posição conjunta na cúpula da ONU sobre a mudança climática, marcada para o dia 2 de dezembro em Copenhague.

O bloco decidiu estudar a criação de um Corte Internacional de Justiça Climática para que "os países desenvolvidos paguem sua dívida climática e cumpram efetivamente a redução de suas emissões domésticas de gases do efeito estufa".

A Alba também incentivará nas Nações Unidas a adoção de uma Declaração Universal dos Direitos da Mãe Terra para buscar a preservação da terra contra o "esbanjamento do sistema capitalista".

EFE ja-gb/bba ultimosegundo.ig.com.br | 10/17/09 9:06 PM
Pa�ses da Alba planejam criar multinacionais estatais
Líderes da Aliança Bolivariana para as Américas (Alba), bloco de nações latino-americanas de esquerda, anunciaram hoje que vão explorar a criação de multinacionais estatais nas áreas de alimentos e mineração. Ao final da cúpula de dois dias realizada em Cochabamba, na Bolívia, os presidentes também anunciaram o plano de não mais usar o dólar nas transações comerciais entre os estados membros no ano que vem.A ideia é criar uma moeda alternativa, o Sucre.

Segundo autoridades presentes no evento, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ofereceu compartilhar o uso de seu novo satélite com os demais membros da Alba, que reúne Bolívia, Cuba, Equador, Venezuela, Dominica, Antigua e Barbuda, São Vicente e Granadinas.

O presidente cubano, Raul Castro, não compareceu ao encontro, e o presidente do Equador, Rafael Correa, partiu ontem. ultimosegundo.ig.com.br | 10/17/09 6:48 PM
Alba aprova novas san��es contra Governo de Micheletti
Cochabamba (Bolívia), 17 out (EFE).- Os líderes da Alba aprovaram nesta sexta-feira novas medidas contra o Governo interino de Roberto Micheletti, perante a ruptura do diálogo em Honduras anunciada pela chanceler do deposto Manuel Zelaya.Os líderes se pronunciaram a favor de novas decisões contra o regime de Micheletti na primeira sessão da VII Cúpula Extraordinária da Aliança Bolivariana para as Américas (Alba) que começou na sexta-feira e termina hoje, sábado.

A resolução proposta por Patricia Rodas, chanceler de Zelaya, destaca a aplicação de "sanções econômicas e comerciais contra o regime golpista" e a proibição da entrada ou permanência no território desses países dos responsáveis pelo golpe.

Antes de se aprovar a resolução, Rodas afirmou perante o bloco bolivariano que o diálogo em seu país "foi definitivamente quebrado" esta tarde.

"A intransigência da ditadura o fez fracassar (o diálogo) em sua parte medular e irrenunciável para o povo hondurenho, para o presidente Zelaya e para que lhe acompanhamos nesta luta, que é a restituição do presidente", disse a chanceler.

A Alba destaca em sua resolução que não reconhecerá nenhum processo eleitoral realizado sob o regime golpista, nem nenhum resultado do mesmo.

O bloco, além disso, convocará reuniões "extraordinárias e imediatas" de organismos como a ONU, a Organização dos Estados Americanos (OEA), a União de Nações Sul-americanas (Unasul) e o Grupo do Rio, entre outros, para discutir sobre o tema.

Também pedirá às Nações Unidas o estabelecimento de uma "Comissão Especial de Chanceleres" que exija ao Governo interino "respeito à inviolabilidade da missão diplomática" do Brasil em Tegucigalpa.

A citada comissão deverá demandar condições de segurança "humanitárias e adequadas" para a permanência de Zelaya, sua família e seus acompanhantes na embaixada brasileira em Honduras.

Também se encomendou a uma comissão da Alba "o estudo de ações perante instâncias de justiça internacional contra dos principais responsáveis do golpe de estado em Honduras".

Também ratificaram que as nações da Alba não se darão por derrotadas "perante a intransigência do regime usurpador frente às resoluções da comunidade internacional, razão pela qual redobrarão seus esforços pelo restabelecimento da ordem constitucional em Honduras", assinala a declaração.

Durante a reunião, o presidente Chávez disse que é obrigação da Alba derrotar o golpe de Estado em Honduras, porque é uma "ameaça" para o bloco e para toda América Latina.

"Alguém soltou os gorilas da jaula (...) trazendo as mais nefastas lembranças da época mais obscura do 'gorilismo' latino-americano. Isso nós temos que derrotá-lo, o golpe em Honduras somos obrigados a derrotá-lo", afirmou.

Por sua parte, o vice-presidente cubano, José Ramón Machado Ventura, enfatizou que não se pode permitir a consolidação do golpe e pediu que a reunião presidencial tome decisões para "fazer fracassar" o golpe e fazer "o impossível" por obstaculizá-lo.

O presidente do Equador, Rafael Correa, também advertiu que as bases militares que os Estados Unidos pretendem usar na Colômbia e as tentativas separatistas que há em algumas nações da Alba são parte de um suposto plano contra o avanço do bloco.

"É preciso estar atento porque como diz Fidel (Castro) há uma restauração da direita", disse Correa ao citar que um exemplo dos "métodos cavernosos" dessa situação é o "militarismo primário" que se deu em Honduras com o golpe de Estado.

Ao término da sessão inaugural, os líderes também aprovaram o tratado constitutivo do Sistema Único de Compensação Regional (Sucre) para os pagamentos comerciais entre os membros da zona Alba.

Este assunto, que se perfilava como o mais importante da Cúpula, passou a um segundo plano devido à crise de Honduras.

Os aliados bolivarianos decidiram também que o Conselho Político do bloco analise a criação de um conselho de segurança e criação uma escola regional para a formação das forças armadas da região com uma nova doutrina.

A Aliança Bolivariana para os Povos da América (Alba) está formada pela Venezuela, Bolívia, Cuba, Equador, Nicarágua, Honduras, Dominica, São Vicente e Granadinas e Antígua e Barbuda. EFE ja-gb/fk ultimosegundo.ig.com.br | 10/17/09 4:16 AM
Lula inaugura ponte na fronteira com Guiana
Brasília, 14 set (EFE).- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado do chefe de Estado da Guiana, Bharrat Jagdeo, inaugurou hoje uma ponte sobre o rio Tacucú, na fronteira entre os dois países, e qualificaram o ato como mais um passo rumo à integração de América do Sul e Caribe."A partir de agora somos ainda mais parceiros na indispensável tarefa de construir uma ponte maior" entre os países da América do Sul e do Caribe, declarou Lula durante a inauguração da obra na cidade amazônica de Bonfim, à beira do rio Tacucú.

A ponte que a partir de hoje une Brasil e Guiana representa a primeira conexão terrestre entre ambos os países e significa, segundo Lula, "a primeira passagem de uma obra maior" que levará o norte brasileiro até o Caribe.

O presidente brasileiro disse estudar a possibilidade de convocar uma Cúpula Brasil-Comunidade do Caribe (Caricom), que é formada por Antígua e Barbuda, Bahamas, Barbados, o Belize, Dominica, Granada, Guiana, Haiti, Jamaica, Montserrat, São Cristóvão e Névis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Suriname e Trinidad e Tobago.

Segundo Lula, "não haverá uma verdadeira integração na América Latina caso não se inclua definitivamente os países do Caribe".

O presidente da Guiana coincidiu com essa opinião e ressaltou que para os países do Caribe a obra inaugurada hoje é de "importância vital", pois supõe "o acesso a um dos maiores mercados do mundo, como o é o brasileiro, ao resto da região".

Jagdeo assegurou que "há muito espaço para expandir o comércio entre Brasil e os países da Caricom, e também com o resto das nações da América do Sul", que através do Caribe também terão acesso "aos grandes mercados de EUA e Europa".

Lula anunciou também que o Brasil está disposto a financiar as obras necessárias para pavimentar as estradas entre o rio Tacucú e Georgetown e que estudará a possível concessão de créditos públicos a empresas brasileiras, para que participem da construção de uma hidroelétrica na Guiana.

"O presidente Jagdeo tem interesse em uma hidroelétrica de cerca de 800 megawatts" e uma missão brasileira que será liderada pelo ministro da Energia, Edson Lobão, viajará à capital guianense em outubro próximo para estudar o assunto, anunciou Lula.

Durante o encontro entre os presidentes foram assinados acordos bilaterais nas áreas de defesa, cooperação agrícola, educação e comércio.

Segundo Lula, também se acordou promover a abertura de agências bancárias em ambos os lados da fronteira com a meta de acelerar os trâmites para financiar projetos de desenvolvimento, especialmente no setor agrícola.

"São abertas excelentes oportunidades para repetir em solo guianense o sucesso da tecnologia brasileira no cultivo de soja e arroz", afirmou Lula. EFE ed/rr ultimosegundo.ig.com.br | 9/14/09 10:16 PM
Rep�blica Dominicana paga d�vida � Venezuela com feij�o
A República Dominicana vai pagar uma dívida de US$ 12 milhões referente ao petróleo comprado da Venezuela usando feijões pretos, informou nesta terça-feira o ministério da Fazenda dominicano. Os feijões vão começar a ser exportados em 2010, segundo o acordo firmado entre a Bariyen (a filial da estatal de petróleo venezuelana, PDVSA) e o governo dominicano.Segundo o ministério, os últimos detalhes devem ser acertados "nos próximos dias".

Além da oferta dos feijões, a República Dominicana teria proposto ainda oferecer serviços de turismo aos venezuelanos para pagar a dívida contraída com a compra do petróleo.

Petrocaribe
A negociação se enquadra no acordo Petrocaribe, iniciativa do presidente venezuelano, Hugo Chávez, de 2005, que permite aos 18 países signatários o financiamento de 40% do petróleo que compram em até 25 anos com apenas 1% de juros.

Os 60% restantes devem ser pagos no ato da compra.

Além do financiamento, outra vantagem que o Petrocaribe oferece aos seus signatários é a possibilidade de utilização de formas alternativas de pagamento.

Cuba, por exemplo, pagou boa parte de sua dívida com a Venezuela fornecendo serviços prestados por médicos e outros especialistas.

Estes acordos vêm sendo criticados pela oposição venezuelana, que afirma que o país está oferencendo seu maior bem econômico em troca do aumento de sua influência política na região.

Mas países signatários afirmam que vem sendo grande a importância do apoio venezuelano para suas economias nesta época de crise econômica.

O acordo Petrocaribe é assinado por Antigua e Barbuda, Bahamas, Belize, Cuba, Dominica, Granada, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Jamaica, Nicarágua, República Dominicana, São Cristóvão e Neves, São Vicente e Granadinas, Santa Lucia, Suriname, Costa Rica e Venezuela. ultimosegundo.ig.com.br | 8/18/09 11:07 PM
Bases colombianas adiam defini��o da Declara��o de Quito
Quito, 9 ago (EFE).- O acordo militar negociado entre Colômbia e Estados Unidos sobre o uso de bases militares, ao qual se opõem Equador, Venezuela e Bolívia, levou os chanceleres da Unasul a adiar a definição da Declaração de Quito que será levada à cúpula de presidentes do organismo.Os chanceleres sul-americanos estão reunidos em Quito para aprontar a ata final que será aprovada na Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), na qual o Equador assumirá a Presidência pro tempore do organismo, em um cenário marcado pelas tensões bilaterais com a Colômbia.

Participaram da reunião de Quito os chanceleres da Bolívia, Peru, Argentina, Equador, Chile, Venezuela e Paraguai, assim como delegados do Brasil, Uruguai, Colômbia, Suriname e Guiana.

A reunião de chanceleres se prolongou além do previsto com um debate onde também figuram vários assuntos internos da Unasul, como a tentativa de desbloquear a escolha de seu secretário-geral, o que não estava na agenda.

De forma paralela, os chanceleres da Aliança Bolivariana para as Américas (Alba), integrada pela Venezuela, Cuba, Equador, Bolívia, Nicarágua, Honduras, Dominica, Barbuda e Antígua e São Vicente e Granadinas, se reuniram na mesma sede com fins similares aos da Unasul e também a portas fechadas.

Outros dos assuntos internos discutidos pelos chanceleres da Unasul são a criação de um Conselho de Energia, outro sobre luta contra o narcotráfico e um adicional sobre políticas sociais.

Por enquanto, o único chanceler que rompeu o silêncio perante os jornalistas foi o da Venezuela, Nicolás Maduro, que destacou o fato de que a reunião de Unasul aconteça na capital equatoriana, em um momento em que este país lembra o bicentenário do Primeiro Grito da Independência colonial.

Em 10 de agosto de 1809 os patriotas de Quito proclamaram a Independência, mas essa sacudida, "mais que em um grito se transformou na vontade e no espírito da maioria de nossos povos para conquistar sua independência, sua soberania, seu direito de existir", assinalou Maduro.

O chanceler assegurou que a Unasul dará em sua reunião de Quito "novos passos" em direção a sua consolidação, mas aproveitou para atacar a decisão colombiana de ampliar o acordo militar com Washington, que inclui a possibilidade de que soldados dos EUA usem, de forma conjunta, sete bases em território da Colômbia.

"É uma grande bofetada no povo colombiano, em primeiro lugar", disse Maduro, que não duvidou em qualificar a possibilidade do pacto de Bogotá com Washington como "uma falta de respeito" aos libertadores e à comemoração do bicentenário da Independência.

"Os povos têm direito de se defender (...), nós temos o profundo direito de garantir ao povo da Venezuela a estabilidade e a paz que gozamos" apontou o chanceler venezuelano.

Também acusou certos grupos poderosos da América, especialmente dos EUA, de pretender "dinamitar", a nascente união dos sul-americanos.

Hoje mesmo o presidente da Bolívia, Evo Morales, em outro ato em Quito, se referiu também às bases colombianas e advertiu que os EUA as querem usar contra os "processos revolucionários" que estão nascendo na América.

Precisamente, a Bolívia colocou que a Unasul aprove uma resolução para que o organismo proíba a instalação de bases militares estrangeiras na região.

Por sua parte, os chanceleres da Alba discutiram hoje a situação criada pela decisão da Colômbia, sobre a restituição da democracia em Honduras e a devolução da Presidência desse país ao deposto Manuel Zelaya.

"A Alba discutirá uma ação muito mais efetiva para conseguir isso em que redundamos, que é a restauração da democracia em Honduras", disse o chanceler equatoriano, Fander Falconi, após afirmar: "para nós, o único presidente legítimo (de Honduras) é o presidente Zelaya".

Quase nesse mesmo sentido se pronunciou a Unasul ao condenar o golpe de Estado contra Zelaya, que se encontra no Equador para participar amanhã da segunda posse do presidente Rafael Correa. EFE fa/ma ultimosegundo.ig.com.br | 8/10/09 5:05 AM
Morales defende Ch�vez e Correa de suposto v�nculo com as Farc
La Paz, 2 ago (EFE).- O presidente da Bolívia, Evo Morales, defendeu hoje seus colegas da Venezuela, Hugo Chávez, e do Equador, Rafael Correa, das acusações que vinculam ambos às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).Morales, que participou hoje de um ato no leste do país, classificou como "montagem para desprestigiar presidentes revolucionários" o vídeo em que o guerrilheiro colombiano Víctor Julio Suárez Rojas, conhecido como "Macaco Jojoy", dá a entender que fez contribuições à campanha eleitoral de Correa em 2006.

O chefe de Estado boliviano também se referiu aos três lança-foguetes em poder das Farc e que foram vendidos pela Suécia às Forças Armadas venezuelanas em 1988. O caso fez Bogotá cobrar explicações a Caracas, que respondeu congelando as relações bilaterais.

"Na semana passada, ouvi dizer que o presidente Chávez dá armas às Farc. Quem pode acreditar nisso? É uma campanha suja que vem do império (americano)", acrescentou.

"Como inventam coisas para decapitar Governos que trabalham por seu povo, pelos setores mais desfavorecidos", afirmou Morales.

O presidente boliviano também acusou o Comando Sul dos Estados Unidos de ser o principal responsável pelo golpe de Estado em Honduras.

Segundo Morales, o golpe militar é "uma advertência" do "imperialismo americano" para frear o crescimento da Aliança Bolivariana para as Américas (Alba), integrada por Venezuela, Cuba, Bolívia, Equador, Nicarágua, Honduras, Dominica, São Vicente e Granadinas e Antígua e Barbuda. EFE gb/sc ultimosegundo.ig.com.br | 8/2/09 7:57 PM

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