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Chávez perdoa dívida e anuncia plano da Alba para Haiti
Caracas, 25 jan (EFE).- O presidente da Venezuela, Hugo Chavez, anunciou hoje durante uma reuniao extraordinaria da Alianca Bolivariana para as Americas (Alba) o perdao da divida do Haiti pela compra de combustivel venezuelano.Tambem ficou decidido no encontro que os paises da Alba terao um vasto plano para "voltar a fundar" o Haiti, atingido por um forte terremoto no ultimo dia 12. "O Haiti nao tem divida com a Venezuela; a Venezuela tem uma divida historica com essa nacao, com esse povo pelo qual nao sentimos tristeza, mas admiracao", disse Chavez ao final da reuniao, sem revelar o valor da divida perdoada. O presidente venezuelano tambem anunciou que a Alba decidiu um plano integral que inclui uma doacao imediata de US$ 20 milhoes para o setor de saude do Haiti e um fundo de pelo menos US$ 100 milhoes fornecidos pelos membros da organizacao. A Venezuela e a nacao mais forca financeiramente da Alba, formada tambem por Cuba, Bolivia, Equador, Antigua e Barbuda, Nicaragua, Dominica e Sao Vicente e Granadinas. Representantes do Haiti e de outros paises caribenhos comparecem as reunioes na qualidade de observadores. Em um discurso transmitido ao vivo pela rede estatal de emissoras de radio e televisao, Chavez corrigiu o texto sobre o plano da Alba para o Haiti definido pelos chanceleres, trocando a palavra "venda" por "fornecimento", ao esclarecer que o combustivel enviado pela estatal venezuelana Citgo chegara diretamente a populacao haitiana. De acordo com o presidente venezuelano, o combustivel chegara por meio de "estacoes moveis de servico" que operarao nas proximas semanas. O plano de ajuda da Alba ao Haiti inclui os setores agricola, de producao, importacao e distribuicao de alimentos, alem de uma anistia migratoria a haitianos residentes ilegalmente nas nacoes da organizacao que possuem acordos de integracao, acrescentou. Assim como ja havia feito quando da chegada ao Haiti de soldados dos Estados Unidos apos o terremoto, Chavez reivindicou respeito a soberania haitiana e pediu para que a ONU coordene todas as operacoes. Chavez tambem condenou a saida do Haiti de menores entregues em adocao a familias dos EUA e da Europa e alertou que entidades de defesa dos direitos da infancia defendem que "a ultima coisa que e preciso fazer e tirar criancas" do pais sem antes esgotar a busca por seus familiares. No ultimo dia 12, um terremoto de 7 graus na escala Richter atingiu o Haiti. Seu epicentro foi localizado a apenas 15 quilometros da capital do pais, Porto Principe. Pelo menos 21 brasileiros morreram na tragedia, sendo 18 militares e tres civis, entre eles a medica Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Crianca, e Luiz Carlos da Costa, o segundo civil mais importante na hierarquia da ONU no Haiti. EFE ar/bba ultimosegundo.ig.com.br | 1/26/10 12:32 AM
Países da Alba definem nova fase de ajuda para o Haiti
Caracas, 24 jan (EFE).- Representantes da Alternativa Bolivariana para as Americas (Alba) definem hoje em Caracas o conteudo de uma segunda fase de ajuda humanitaria ao Haiti, informou hoje o Governo venezuelano.Na reuniao, realizada na Chancelaria venezuelana, estao presentes o primeiro-ministro de Dominica, Roosevelt Skerrit; os chanceleres da Bolivia, David Choquehuanca; e de Cuba, Bruno Rodriguez. Tambem participam o vice-chanceler do Equador Lautaro Pozo, o nicaraguense Nelson Artola e delegados de Sao Vicente e Granadinas, alem de Antigua e Barbudas. O presidente Hugo Chavez, que se comunicou por telefone com o chanceler Nicolas Maduro, disse que se juntaria a reuniao ao finalizar seu programa de radio e televisao "Alo Presidente!" Ao referir-se ao problema do Haiti, reiterou que os Estados Unidos utilizaram como desculpa a tragedia que vive esse pais para ocupa-lo militarmente. "Nao vamos permitir que o imperio gringo se apodere do Haiti. Agora, para mascarar sua operacao, dizem que enviaram um navio-hospital com mil camas, mas me contaram que esta quase vazio", disse Chavez. Chavez disse que os medicos americanos, ao contrario dos cubanos e venezuelanos, "nao se metem nos escombros dos bairros porque tem medo". Quanto a reuniao de hoje, se limitou a assinalar que se trata de analisar propostas "para a nova etapa de atendimento e solidariedade com o Haiti". A Alba e formada por Cuba, Venezuela, Bolivia, Equador, Nicaragua, Honduras, Dominica, Antigua e Barbudas, e Sao Vicente e Granadinas. EFE rr/ma ultimosegundo.ig.com.br | 1/25/10 12:33 AM
Venezuela convoca reunião de chanceleres da Alba por situação no Haiti
Caracas, 23 jan (EFE).- O presidente venezuelano, Hugo Chavez, disse hoje que acontece neste domingo em Caracas uma reuniao de chanceleres da Alianca Bolivariana para as Americas (Alba) com o objetivo de analisar a situacao do Haiti.Chavez assegurou, apos consultar com o chanceler venezuelano, Nicolas Maduro, que esta confirmada a presenca dos ministros de Cuba, Nicaragua, Equador, Bolivia, Antigua e Barbuda, Dominica e Sao Vicente e Granadinas. O anuncio foi feito pelo governante venezuelano ao final de uma marcha de seus simpatizantes para comemorar o 52º aniversario da queda do ditador Marcos Perez Jimenez. Chavez disse que nessa reuniao se estudara a maneira de continuar ajudando o Haiti apesar da "ocupacao militar" que, segundo disse, os Estados Unidos realizaram nesse pequeno pais caribenho. EFE rr/ma ultimosegundo.ig.com.br | 1/24/10 12:29 AM
Pena de morte está em vigor em 58 países, diz Anistia
Relatorio da Anistia Internacional, organizacao de defesa dos direitos humanos, afirma que atualmente a pena de morte esta em vigor em 58 paises. Outros 95 paises aboliram a pratica para todos os tipos de crime, enquando nove paises, entre eles o Brasil (somente na Justica militar), mantem a pena de morte em circunstancias excepcionais, mas nao para crimes comuns. Novo metodo de execucao provoca debate nos Estados Unidos A organizacao afirma que 35 paises aboliram “na pratica” a pena de morte pelo fato de nao terem realizado nenhuma execucao nos ultimos dez anos, apesar de a punicao estar prevista em lei para crimes comuns. Somando essas 35 nacoes as que aboliram por lei a pena de morte, chega a 139 o numero de paises que nao executam prisioneiros, segundo a Anistia. De acordo com o relatorio da Anistia, em 2008 foram realizadas 2.390 execucoes, 93% delas em apenas cinco paises: China, Ira, Arabia Saudita, Paquistao e Estados Unidos. No mesmo periodo, houve 8.864 sentencas a morte em todo o mundo. Em 1977, apenas 16 paises aboliram essa condenacao para todos os tipos de crime. Dos 58 que ainda mantem a pena capital, 25 realizaram execucoes em 2008. Brasil No Brasil, a pena de morte e proibida, exceto para crimes militares cometidos em tempos de guerra, segundo esta previsto na Constituicao de 1988. De acordo com a Carta, o fuzilamento e o metodo de execucao. Comunicado sobre a sentenca, o presidente da Republica pode conceder um indulto ou comutar a pena do condenado. O Pais e o unico de lingua portuguesa que permite a pratica para crimes militares. Na America do Sul, Bolivia, Chile e Peru tambem mantem a pena de morte em circunstancias excepcionais. Veja o tipo de determinacao vigente em cada pais: Pena de morte abolida para todos os tipos de crime: Africa do Sul, Albania, Alemanha, Andorra, Angola, Argentina, Armenia, Australia, Austria, Azerbaijao, Belgica, Bosnia-Herzegovina, Bulgaria, Burundi, Butao, Cabo Verde, Camboja, Canada, Chipre, Colombia, Costa Rica, Cote d'Ivoire, Croacia, Dinamarca, Djibouti, Equador, Eslovaquia, Eslovenia, Espanha, Estonia, Filipinas, Finlandia, Franca, Georgia, Grecia, Guine-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Ilhas Cook, Ilhas Marshall, Ilhas Mauricio, Ilhas Salomao, Irlanda, Islandia, Italia, Listenstaine, Lituania, Luxemburgo, Macedonia, Malta, Mexico, Micronesia, Mocambique, Moldavia, Monaco, Montenegro, Namibia, Nepal, Nicaragua, Niue, Noruega, Nova Zelandia, Palau, Panama, Paraguai, Polonia, Portugal, Quiribati, Quirguistao, Reino Unido, Republica Checa, Republica Dominicana, Romenia, Ruanda, Samoa, San Marino, Sao Tome e Principe, Seichelles, Senegal, Servia (incluindo Kosovo), Suecia, Suica, Timor Leste, Togo, Turcomenistao, Turquia, Tuvalu, Ucrania, Uruguai, Usbequistao, Vanuatu, Vaticano e Venezuela. Pena de morte abolida para crimes comuns: Bolivia, Brasil, Casaquistao, Chile, El Salvador, Ilhas Fiji, Israel, Letonia e Peru. Pena de morte abolida “na pratica” para crimes comuns: Algeria, Benin, Brunei, Burkina Faso, Camaroes, Congo, Coreia do Sul, Eritreia, Gabao, Gambia, Gana, Granada, Ilhas Maldivas, Laos, Liberia, Madagascar, Malaui, Mali, Marrocos, Mauritania, Mianmar, Nauru, Niger, Papua Nova Guine, Quenia, Republica Centro-Africana, Russia, Sri Lanka, Suriname, Suazilandia, Tajiquistao, Tanzania, Tonga, Tunisia, Zambia. Pena de morte para todos os crimes: Afeganistao, Antigua e Barbuda, Arabia Saudita, Autoridade Palestina, Bahamas, Bahrein, Bangladesh, Barbados, Belize, Bielorrusia, Botswana, Catar, Chade, China, Cingapura, Comores, Coreia do Norte, Cuba, Dominica, Egito, Emirados Arabes, Estados Unidos, Etiopia, Guatemala, Guine, Guine Equatorial, Guiana, Iemen, India, Indonesia, Ira, Iraque, Jamaica, Japao, Jordania, Kuwait, Lesoto, Libano, Libia, Malasia, Mongolia, Nigeria, Oma, Paquistao, Republica Democratica do Congo, Santa Lucia, Sao Cristovao e Nevis, Sao Vicente e Granadinas, Serra Leoa, Siria, Somalia, Sudao, Tailandia, Taiwan, Trinidad e Tobago, Uganda, Vietna e Zimbabue. Leia mais sobre pena de morte ultimosegundo.ig.com.br | 1/9/10 12:37 PM
Venezuela amplia operações de sua estatal petroleira em Cuba
O presidente da Venezuela, Hugo Chavez, e o presidente de Cuba, Raul Castro, firmaram neste sabado, em Havana, uma serie de novos acordos economicos que ampliam as operacoes da petroleira estatal venezuelana na ilha. Entre estes acordos, em um total de US$ 3 bilhoes, estao a abertura de escritorios da Petroleos de Venezuela (PDVSA) na capital cubana, que, segundo o governo venezuelano, sera seu "centro de operacoes" no Caribe.Tambem esta prevista a participacao da PDVSA na prospeccao de petroleos nas aguas profundas do Golfo do Mexico, alem da conclusao de uma refinaria e de um conglomerado petroquimico na cidade cubana de Cienfuegos. Os acordos tambem contemplam a compra por Cuba de alimentos, sapatos, roupas, pneus, brinquedos, materias-primas e material de construcao da Venezuela. Crise O presidente cubano, Raul Castro, rompeu seu habitual silencio para declarar a imprensa que este "e um dia historico". "Estamos muito contentes", afirmou. Castro disse ainda que Cuba esta saindo da crise gracas a ajuda da Venezuela e da China. Ate hoje, os acordos entre Cuba e Venezuela ja somam quase US$ 9 bilhoes, e o comercio bilateral entre os dois paises passa dos US$ 5 bilhoes anuais. Alba Chavez chegou a Havana neste sabado para participar da Cupula da Alianca Bolivariana para as Americas (Alba), organizacao economica que inclui ainda Bolivia, Equador, Nicaragua, Dominica, Sao Vicente e Granadinas, e Antigua e Barbuda. A reuniao ocorre nesta segunda e terca-feiras, e deve se concentrar em temas como as mudancas climaticas e a seguranca alimentar. A Alba foi idealizada e fundada por Chavez e Fidel Castro ha cinco anos. Ha especulacoes de que o ex-lider cubano, que esta convalescente desde meados de 2006, possa aparecer em publico para a reuniao. O proprio Chavez alimentou a especulacao ao declarar que Fidel "esta melhor do que nunca". ultimosegundo.ig.com.br | 12/12/09 9:50 PM
Chávez recebe delegação cubana para discutir reunião da Alba
Caracas, 22 nov (EFE).- O presidente venezuelano, Hugo Chavez, teve hoje em Caracas uma reuniao privada com dirigentes cubanos, preparatoria para a Cupula da Alianca Bolivariana para as Americas (Alba), que acontece em Cuba em dezembro proximo.Segundo a Chancelaria venezuelana, Chavez recebeu no palacio de Governo a delegacao de alto nivel cubana, liderada pelo vice-presidente do Conselho de Ministros, Ricardo Cabrisas Ruiz. O presidente venezuelano, que neste domingo nao emitiu seu tradicional programa de radio e televisao "Alo, Presidente", esteve acompanhado na reuniao por varios ministros, entre eles o chanceler Nicolas Maduro. A Alba e integrada por Venezuela, Bolivia, Equador, Nicaragua, Cuba, Dominica, Sao Vicente e Granadinas, Antigua e Barbuda e Honduras. EFE gf/rr ultimosegundo.ig.com.br | 11/22/09 10:46 PM
Paнses da Alba criam a prуpria moeda e aplicam sanзхes a Honduras
A 7Є Cъpula da Alba (Alianзa Bolivariana para as Amйricas) termina neste sбbado (17), na boliviana Cochabamba, apуs a aprovaзгo na vйspera de uma moeda regional e de “sanзхes econфmicas e comerciais” a Honduras. Na sexta-feira (16), os presidentes de Bolнvia, Cuba, Equador, Venezuela, Dominica, Antigua e Barbuda e Sгo Vicente e Granadinas decidiram “aplicar sanзхes” contra o “regime golpista” de Roberto Micheletti, que derrubou em junho o legнtimo presidente hondurenho, Manuel Zelaya. port.pravda.ru | 10/19/09 3:43 PM
Países da Alba criam nova moeda para comércio no bloco
A setima reuniao de cupula da Alba (Alianca Bolivariana para as Americas) terminou neste sabado em Cochabamba, na Bolivia, com a aprovacao pelos nove paises membros da criacao de uma nova moeda para substituir o dolar no intercambio comercial entre as nacoes do bloco. A cupula aprovou o tratado que constitui o Sucre (Sistema Unico de Compensacao Regional), mecanismo que devera substituir o dolar nas transacoes comerciais entre os paises do bloco.Segundo as autoridades dos paises-membros, o Sucre entrara em vigor no comeco do ano que vem e podera no futuro ser adotado como uma moeda comum pelas nacoes do bloco. A Alba reune nove paises com governos de esquerda da America Latina e do Caribe - alem de Venezuela e Bolivia, fazem parte Antigua e Barbuda, Cuba, Dominica, Equador, Honduras (apenas o governo deposto de Manuel Zelaya e reconhecido), Nicaragua e Sao Vicente e Granadinas. No comeco, a adocao do Sucre nao sera obrigatoria para todas as exportacoes e importacoes no bloco. Apenas Bolivia, Equador, Venezuela, Cuba e Nicaragua participarao do sistema em seu inicio. Os outros quatro membros deverao adotar o Sucre gradualmente no futuro. "E um passo para a nossa soberania monetaria, para nos livrarmos da ditadura do dolar, que o imperio ianque impos ao mundo", disse Chavez, que propos a criacao do novo sistema em novembro do ano passado, durante o auge da crise economica mundial. O nome do novo mecanismo e tambem uma homenagem ao venezuelano Antonio Jose de Sucre, um dos comandantes das batalhas pelas independencias dos paises sul-americanos no seculo 19. Sancoes a Honduras Os membros da Alba tambem aprovaram sancoes economicas contra o governo de fato de Honduras. Mas eles nao conseguiram chegar a um acordo em relacao a proposta do presidente da Venezuela, Hugo Chavez, de formar uma "alianca militar defensiva". Segundo Chavez, a alianca seria necessaria para conter "as ameacas do imperio". "Por que nao? Quem pode proibir a nos, paises soberanos, de fazer uma alianca militar defensiva e trocar soldados, oficiais, treinamento, equipamento e logistica?", afirmou o venezuelano. O presidente da Bolivia, Evo Morales, que presidia a reuniao, se declarou contrario a adocao de uma "resolucao acelerada" e pediu mais estudos sobre o tema. A cupula acabou aprovando a criacao de um comite com o objetivo de "definir uma estrategia de defesa conjunta". Ironias a Obama O discurso politico durante o encontro foi contundente em reafirmar, sobretudo, a vocacao socialista do bloco e ao acusar "o imperialismo e a direita" de tramar contra a Alba por meio do golpe em Honduras e da presenca militar americana na Colombia. O presidente do Equador, Rafael Correa, pediu aos paises do bloco que fiquem "muito atentos" porque, em sua opiniao, "ha uma restauracao da direita" na regiao. Honduras foi representada na cupula por Patricia Rodas, chanceler do governo deposto. Tambem compareceram a reuniao em Cochabamba observadores de Uruguai, Paraguai e Russia. Durante a cupula, Chavez tambem foi ironico com a concessao do Premio Nobel da Paz ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, a quem pediu que faca jus a premiacao suspendendo o embargo comercial a Cuba. Em todas as vezes que citou o presidente americano, Chavez se referiu a ele, entre risos, como "Obama, Premio Nobel da Paz". O presidente venezuelano afirmou que o unico merecedor de um reconhecimento semelhante seria seu colega boliviano, Evo Morales. ultimosegundo.ig.com.br | 10/18/09 12:16 AM
Alba se propõe a criar grupo de comunicação próprio contra "cerco midiático"
Cochabamba (Bolivia), 17 out (EFE).- Os paises da Alianca Bolivariana para as Americas (Alba) encarregaram hoje seu Conselho Politico de elaborar uma proposta para criar um grupo de comunicacao do bloco que permita "romper o cerco comunicacional imposto pelo grande poder midiatico transnacional".A proposta da declaracao aprovada pelo bloco apos a cupula realizada na cidade boliviana de Cochabamba e desenvolver o projeto "Radio Sur Alba-TCP", criar uma nova agencia de noticias e estabelecer canais tematicos "compartilhados em co-producao" entre os paises do bloco. Outro dos objetivos e impulsionar "um modelo comunicacional" que permita fortalecer os processos democraticos na regiao. O bloco quer tambem criar a Escola de Televisao e Cinema da Alba assim como manter "um portal permanente com informacao sobre avancos, conquistas e propostas" do grupo. Na Declaracao de Cochabamba, a totalidade dos paises do organismo internacional aceitou o projeto binacional do Observatorio da Midia criado entre Equador e Venezuela com o proposito de amplia-lo para o resto dos membros. As nacoes da Alba entendem este observatorio como "um mecanismo de acompanhamento da imprensa, com a finalidade de enfrentar a guerra midiatica e revisar os marcos legais em materia de comunicacao e informacao em seus respectivos paises", diz a resolucao. A Alba foi criada em 2004 por iniciativa do presidente da Venezuela, Hugo Chavez, e do lider cubano Fidel Castro. Pertencem ao bloco Venezuela, Cuba, Bolivia, Equador, Nicaragua, Honduras e as ilhas caribenhas de Dominica, Sao Vicente e Granadinas e Antigua e Barbuda. EFE sam/bba ultimosegundo.ig.com.br | 10/17/09 11:04 PM
Alba reforça aliança econômica e reafirma luta contra o "império"
Cochabamba (Bolivia), 17 out (EFE).- A setima cupula da Alianca Bolivariana para os Povos de Nossa America (Alba) aprovou hoje novos passos para reforcar seu modelo de "comercio justo e complementar" e ratificou sua luta contra as "ameacas do imperio", como o bloco se refere aos Estados Unidos.As decisoes foram assumidas no encontro realizado na cidade boliviana de Cochabamba, ao qual compareceram os governantes da Bolivia, Evo Morales; da Venezuela, Hugo Chavez; do Equador, Rafael Correa; da Nicaragua, Daniel Ortega; e o vice-presidente de Cuba, Jose Ramon Machado Ventura. Tambem participaram da cupula Patricia Rodas, chanceler do presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, e os primeiros-ministros de Sao Vicente e Granadinas, Ralph Gonsalves; de Dominica, Roosevelt Skerrit; e de Antigua e Barbuda, Baldwin Spencer. O tratado do Sistema Unificado de Compensacoes Regionais (Sucre) foi a medida economica mais importante aprovada na reuniao de chefes de Estado e Governo. O objetivo do acordo e fazer com que os paises da Alba tenham "soberania monetaria e financeira" e sigam em direcao a "eliminacao da dependencia do dolar no comercio regional". Segundo fontes oficiais, este e um primeiro passo rumo a criacao de uma moeda comum que Morales sugeriu batizar de Pacha, que significa "terra" na lingua indigena quichua, utilizada em paises como Bolivia, Equador e Peru. Os presentes tambem decidiram os principios para que os nove paises da Alba desenvolvam o "Tratado de Comercio dos Povos" (TCP), iniciativa que reivindica um comercio "justo, complementar e solidario" para que as nacoes do bloco possam superar suas assimetrias. A Alba criara tambem a Albaexim, empresa de exportacoes e importacoes que servira como mecanismo de complementaridade comercial e que tera lojas nos paises do bloco. No ambito politico, sintetizou Chavez no final da reuniao, o bloco avanca no "exorcismo da doutrina imperial" para "recuperar a doutrina libertaria de Bolivar", em alusao ao libertador sul-americano Simon Bolivar. A Alba aprovou a adocao de novas sancoes comerciais e migratorias contra o Governo de fato de Honduras, presidido por Roberto Micheletti. O bloco exige a restituicao incondicional do presidente deposto hondurenho, Manuel Zelaya. Alem disso, o grupo pediu em sua declaracao final que o Governo da Colombia "reconsidere a instalacao" de bases militares dos Estados Unidos em seu territorio e reivindicou que a area ocupada pelos americanos na base militar de Guantanamo, em Cuba, seja devolvida a ilha. A Alba ratificou seu pedido para que o bloqueio economico, comercial e financeiro dos EUA contra Cuba termine "de maneira incondicional, unilateral e imediata". A declaracao da cupula de Cochabamba estabelece a formacao de um "Comite Permanente de Soberania e Defesa da Alba-TCP", exceto para as nacoes insulares, que sao parte de um "Sistema de Seguranca Regional integrado pelos paises do Caribe Oriental". Esse comite tem como objetivos principais a definicao de uma "Estrategia de Defesa Integral Popular Conjunta e a constituicao de uma Escola de Dignidade e Soberania das Forcas Armadas dos paises da Alba-TCP". Na declaracao, os paises do grupo acusam o "imperialismo e as forcas direitistas" da regiao de terem reagido contra o "avanco e o crescimento das forcas e ideias progressistas na America Latina e no Caribe com o golpe de Estado em Honduras e a instalacao de bases militares na Colombia". Durante a reuniao, Chavez insistiu na criacao de uma "alianca militar defensiva" frente as "ameacas do imperio". "Quem pode proibir paises soberanos de fazer uma alianca militar defensiva?", questionou Chavez. Na area de meio ambiente, a Alba determinou que seus paises terao uma posicao conjunta na cupula da ONU sobre a mudanca climatica, marcada para o dia 2 de dezembro em Copenhague. O bloco decidiu estudar a criacao de um Corte Internacional de Justica Climatica para que "os paises desenvolvidos paguem sua divida climatica e cumpram efetivamente a reducao de suas emissoes domesticas de gases do efeito estufa". A Alba tambem incentivara nas Nacoes Unidas a adocao de uma Declaracao Universal dos Direitos da Mae Terra para buscar a preservacao da terra contra o "esbanjamento do sistema capitalista". EFE ja-gb/bba ultimosegundo.ig.com.br | 10/17/09 9:06 PM
Países da Alba planejam criar multinacionais estatais
Lideres da Alianca Bolivariana para as Americas (Alba), bloco de nacoes latino-americanas de esquerda, anunciaram hoje que vao explorar a criacao de multinacionais estatais nas areas de alimentos e mineracao. Ao final da cupula de dois dias realizada em Cochabamba, na Bolivia, os presidentes tambem anunciaram o plano de nao mais usar o dolar nas transacoes comerciais entre os estados membros no ano que vem.A ideia e criar uma moeda alternativa, o Sucre. Segundo autoridades presentes no evento, o presidente da Venezuela, Hugo Chavez, ofereceu compartilhar o uso de seu novo satelite com os demais membros da Alba, que reune Bolivia, Cuba, Equador, Venezuela, Dominica, Antigua e Barbuda, Sao Vicente e Granadinas. O presidente cubano, Raul Castro, nao compareceu ao encontro, e o presidente do Equador, Rafael Correa, partiu ontem. ultimosegundo.ig.com.br | 10/17/09 6:48 PM
Alba aprova novas sanções contra Governo de Micheletti
Cochabamba (Bolivia), 17 out (EFE).- Os lideres da Alba aprovaram nesta sexta-feira novas medidas contra o Governo interino de Roberto Micheletti, perante a ruptura do dialogo em Honduras anunciada pela chanceler do deposto Manuel Zelaya.Os lideres se pronunciaram a favor de novas decisoes contra o regime de Micheletti na primeira sessao da VII Cupula Extraordinaria da Alianca Bolivariana para as Americas (Alba) que comecou na sexta-feira e termina hoje, sabado. A resolucao proposta por Patricia Rodas, chanceler de Zelaya, destaca a aplicacao de "sancoes economicas e comerciais contra o regime golpista" e a proibicao da entrada ou permanencia no territorio desses paises dos responsaveis pelo golpe. Antes de se aprovar a resolucao, Rodas afirmou perante o bloco bolivariano que o dialogo em seu pais "foi definitivamente quebrado" esta tarde. "A intransigencia da ditadura o fez fracassar (o dialogo) em sua parte medular e irrenunciavel para o povo hondurenho, para o presidente Zelaya e para que lhe acompanhamos nesta luta, que e a restituicao do presidente", disse a chanceler. A Alba destaca em sua resolucao que nao reconhecera nenhum processo eleitoral realizado sob o regime golpista, nem nenhum resultado do mesmo. O bloco, alem disso, convocara reunioes "extraordinarias e imediatas" de organismos como a ONU, a Organizacao dos Estados Americanos (OEA), a Uniao de Nacoes Sul-americanas (Unasul) e o Grupo do Rio, entre outros, para discutir sobre o tema. Tambem pedira as Nacoes Unidas o estabelecimento de uma "Comissao Especial de Chanceleres" que exija ao Governo interino "respeito a inviolabilidade da missao diplomatica" do Brasil em Tegucigalpa. A citada comissao devera demandar condicoes de seguranca "humanitarias e adequadas" para a permanencia de Zelaya, sua familia e seus acompanhantes na embaixada brasileira em Honduras. Tambem se encomendou a uma comissao da Alba "o estudo de acoes perante instancias de justica internacional contra dos principais responsaveis do golpe de estado em Honduras". Tambem ratificaram que as nacoes da Alba nao se darao por derrotadas "perante a intransigencia do regime usurpador frente as resolucoes da comunidade internacional, razao pela qual redobrarao seus esforcos pelo restabelecimento da ordem constitucional em Honduras", assinala a declaracao. Durante a reuniao, o presidente Chavez disse que e obrigacao da Alba derrotar o golpe de Estado em Honduras, porque e uma "ameaca" para o bloco e para toda America Latina. "Alguem soltou os gorilas da jaula (...) trazendo as mais nefastas lembrancas da epoca mais obscura do 'gorilismo' latino-americano. Isso nos temos que derrota-lo, o golpe em Honduras somos obrigados a derrota-lo", afirmou. Por sua parte, o vice-presidente cubano, Jose Ramon Machado Ventura, enfatizou que nao se pode permitir a consolidacao do golpe e pediu que a reuniao presidencial tome decisoes para "fazer fracassar" o golpe e fazer "o impossivel" por obstaculiza-lo. O presidente do Equador, Rafael Correa, tambem advertiu que as bases militares que os Estados Unidos pretendem usar na Colombia e as tentativas separatistas que ha em algumas nacoes da Alba sao parte de um suposto plano contra o avanco do bloco. "E preciso estar atento porque como diz Fidel (Castro) ha uma restauracao da direita", disse Correa ao citar que um exemplo dos "metodos cavernosos" dessa situacao e o "militarismo primario" que se deu em Honduras com o golpe de Estado. Ao termino da sessao inaugural, os lideres tambem aprovaram o tratado constitutivo do Sistema Unico de Compensacao Regional (Sucre) para os pagamentos comerciais entre os membros da zona Alba. Este assunto, que se perfilava como o mais importante da Cupula, passou a um segundo plano devido a crise de Honduras. Os aliados bolivarianos decidiram tambem que o Conselho Politico do bloco analise a criacao de um conselho de seguranca e criacao uma escola regional para a formacao das forcas armadas da regiao com uma nova doutrina. A Alianca Bolivariana para os Povos da America (Alba) esta formada pela Venezuela, Bolivia, Cuba, Equador, Nicaragua, Honduras, Dominica, Sao Vicente e Granadinas e Antigua e Barbuda. EFE ja-gb/fk ultimosegundo.ig.com.br | 10/17/09 4:16 AM
Lula inaugura ponte na fronteira com Guiana
Brasilia, 14 set (EFE).- O presidente Luiz Inacio Lula da Silva, ao lado do chefe de Estado da Guiana, Bharrat Jagdeo, inaugurou hoje uma ponte sobre o rio Tacucu, na fronteira entre os dois paises, e qualificaram o ato como mais um passo rumo a integracao de America do Sul e Caribe."A partir de agora somos ainda mais parceiros na indispensavel tarefa de construir uma ponte maior" entre os paises da America do Sul e do Caribe, declarou Lula durante a inauguracao da obra na cidade amazonica de Bonfim, a beira do rio Tacucu. A ponte que a partir de hoje une Brasil e Guiana representa a primeira conexao terrestre entre ambos os paises e significa, segundo Lula, "a primeira passagem de uma obra maior" que levara o norte brasileiro ate o Caribe. O presidente brasileiro disse estudar a possibilidade de convocar uma Cupula Brasil-Comunidade do Caribe (Caricom), que e formada por Antigua e Barbuda, Bahamas, Barbados, o Belize, Dominica, Granada, Guiana, Haiti, Jamaica, Montserrat, Sao Cristovao e Nevis, Santa Lucia, Sao Vicente e Granadinas, Suriname e Trinidad e Tobago. Segundo Lula, "nao havera uma verdadeira integracao na America Latina caso nao se inclua definitivamente os paises do Caribe". O presidente da Guiana coincidiu com essa opiniao e ressaltou que para os paises do Caribe a obra inaugurada hoje e de "importancia vital", pois supoe "o acesso a um dos maiores mercados do mundo, como o e o brasileiro, ao resto da regiao". Jagdeo assegurou que "ha muito espaco para expandir o comercio entre Brasil e os paises da Caricom, e tambem com o resto das nacoes da America do Sul", que atraves do Caribe tambem terao acesso "aos grandes mercados de EUA e Europa". Lula anunciou tambem que o Brasil esta disposto a financiar as obras necessarias para pavimentar as estradas entre o rio Tacucu e Georgetown e que estudara a possivel concessao de creditos publicos a empresas brasileiras, para que participem da construcao de uma hidroeletrica na Guiana. "O presidente Jagdeo tem interesse em uma hidroeletrica de cerca de 800 megawatts" e uma missao brasileira que sera liderada pelo ministro da Energia, Edson Lobao, viajara a capital guianense em outubro proximo para estudar o assunto, anunciou Lula. Durante o encontro entre os presidentes foram assinados acordos bilaterais nas areas de defesa, cooperacao agricola, educacao e comercio. Segundo Lula, tambem se acordou promover a abertura de agencias bancarias em ambos os lados da fronteira com a meta de acelerar os tramites para financiar projetos de desenvolvimento, especialmente no setor agricola. "Sao abertas excelentes oportunidades para repetir em solo guianense o sucesso da tecnologia brasileira no cultivo de soja e arroz", afirmou Lula. EFE ed/rr ultimosegundo.ig.com.br | 9/14/09 10:16 PM
República Dominicana paga dívida à Venezuela com feijão
A Republica Dominicana vai pagar uma divida de US$ 12 milhoes referente ao petroleo comprado da Venezuela usando feijoes pretos, informou nesta terca-feira o ministerio da Fazenda dominicano. Os feijoes vao comecar a ser exportados em 2010, segundo o acordo firmado entre a Bariyen (a filial da estatal de petroleo venezuelana, PDVSA) e o governo dominicano.Segundo o ministerio, os ultimos detalhes devem ser acertados "nos proximos dias". Alem da oferta dos feijoes, a Republica Dominicana teria proposto ainda oferecer servicos de turismo aos venezuelanos para pagar a divida contraida com a compra do petroleo. Petrocaribe A negociacao se enquadra no acordo Petrocaribe, iniciativa do presidente venezuelano, Hugo Chavez, de 2005, que permite aos 18 paises signatarios o financiamento de 40% do petroleo que compram em ate 25 anos com apenas 1% de juros. Os 60% restantes devem ser pagos no ato da compra. Alem do financiamento, outra vantagem que o Petrocaribe oferece aos seus signatarios e a possibilidade de utilizacao de formas alternativas de pagamento. Cuba, por exemplo, pagou boa parte de sua divida com a Venezuela fornecendo servicos prestados por medicos e outros especialistas. Estes acordos vem sendo criticados pela oposicao venezuelana, que afirma que o pais esta oferencendo seu maior bem economico em troca do aumento de sua influencia politica na regiao. Mas paises signatarios afirmam que vem sendo grande a importancia do apoio venezuelano para suas economias nesta epoca de crise economica. O acordo Petrocaribe e assinado por Antigua e Barbuda, Bahamas, Belize, Cuba, Dominica, Granada, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Jamaica, Nicaragua, Republica Dominicana, Sao Cristovao e Neves, Sao Vicente e Granadinas, Santa Lucia, Suriname, Costa Rica e Venezuela. ultimosegundo.ig.com.br | 8/18/09 11:07 PM
Bases colombianas adiam definição da Declaração de Quito
Quito, 9 ago (EFE).- O acordo militar negociado entre Colombia e Estados Unidos sobre o uso de bases militares, ao qual se opoem Equador, Venezuela e Bolivia, levou os chanceleres da Unasul a adiar a definicao da Declaracao de Quito que sera levada a cupula de presidentes do organismo.Os chanceleres sul-americanos estao reunidos em Quito para aprontar a ata final que sera aprovada na Cupula de Chefes de Estado e de Governo da Uniao de Nacoes Sul-Americanas (Unasul), na qual o Equador assumira a Presidencia pro tempore do organismo, em um cenario marcado pelas tensoes bilaterais com a Colombia. Participaram da reuniao de Quito os chanceleres da Bolivia, Peru, Argentina, Equador, Chile, Venezuela e Paraguai, assim como delegados do Brasil, Uruguai, Colombia, Suriname e Guiana. A reuniao de chanceleres se prolongou alem do previsto com um debate onde tambem figuram varios assuntos internos da Unasul, como a tentativa de desbloquear a escolha de seu secretario-geral, o que nao estava na agenda. De forma paralela, os chanceleres da Alianca Bolivariana para as Americas (Alba), integrada pela Venezuela, Cuba, Equador, Bolivia, Nicaragua, Honduras, Dominica, Barbuda e Antigua e Sao Vicente e Granadinas, se reuniram na mesma sede com fins similares aos da Unasul e tambem a portas fechadas. Outros dos assuntos internos discutidos pelos chanceleres da Unasul sao a criacao de um Conselho de Energia, outro sobre luta contra o narcotrafico e um adicional sobre politicas sociais. Por enquanto, o unico chanceler que rompeu o silencio perante os jornalistas foi o da Venezuela, Nicolas Maduro, que destacou o fato de que a reuniao de Unasul aconteca na capital equatoriana, em um momento em que este pais lembra o bicentenario do Primeiro Grito da Independencia colonial. Em 10 de agosto de 1809 os patriotas de Quito proclamaram a Independencia, mas essa sacudida, "mais que em um grito se transformou na vontade e no espirito da maioria de nossos povos para conquistar sua independencia, sua soberania, seu direito de existir", assinalou Maduro. O chanceler assegurou que a Unasul dara em sua reuniao de Quito "novos passos" em direcao a sua consolidacao, mas aproveitou para atacar a decisao colombiana de ampliar o acordo militar com Washington, que inclui a possibilidade de que soldados dos EUA usem, de forma conjunta, sete bases em territorio da Colombia. "E uma grande bofetada no povo colombiano, em primeiro lugar", disse Maduro, que nao duvidou em qualificar a possibilidade do pacto de Bogota com Washington como "uma falta de respeito" aos libertadores e a comemoracao do bicentenario da Independencia. "Os povos tem direito de se defender (...), nos temos o profundo direito de garantir ao povo da Venezuela a estabilidade e a paz que gozamos" apontou o chanceler venezuelano. Tambem acusou certos grupos poderosos da America, especialmente dos EUA, de pretender "dinamitar", a nascente uniao dos sul-americanos. Hoje mesmo o presidente da Bolivia, Evo Morales, em outro ato em Quito, se referiu tambem as bases colombianas e advertiu que os EUA as querem usar contra os "processos revolucionarios" que estao nascendo na America. Precisamente, a Bolivia colocou que a Unasul aprove uma resolucao para que o organismo proiba a instalacao de bases militares estrangeiras na regiao. Por sua parte, os chanceleres da Alba discutiram hoje a situacao criada pela decisao da Colombia, sobre a restituicao da democracia em Honduras e a devolucao da Presidencia desse pais ao deposto Manuel Zelaya. "A Alba discutira uma acao muito mais efetiva para conseguir isso em que redundamos, que e a restauracao da democracia em Honduras", disse o chanceler equatoriano, Fander Falconi, apos afirmar: "para nos, o unico presidente legitimo (de Honduras) e o presidente Zelaya". Quase nesse mesmo sentido se pronunciou a Unasul ao condenar o golpe de Estado contra Zelaya, que se encontra no Equador para participar amanha da segunda posse do presidente Rafael Correa. EFE fa/ma ultimosegundo.ig.com.br | 8/10/09 5:05 AM
Morales defende Chávez e Correa de suposto vínculo com as Farc
La Paz, 2 ago (EFE).- O presidente da Bolivia, Evo Morales, defendeu hoje seus colegas da Venezuela, Hugo Chavez, e do Equador, Rafael Correa, das acusacoes que vinculam ambos as Forcas Armadas Revolucionarias da Colombia (Farc).Morales, que participou hoje de um ato no leste do pais, classificou como "montagem para desprestigiar presidentes revolucionarios" o video em que o guerrilheiro colombiano Victor Julio Suarez Rojas, conhecido como "Macaco Jojoy", da a entender que fez contribuicoes a campanha eleitoral de Correa em 2006. O chefe de Estado boliviano tambem se referiu aos tres lanca-foguetes em poder das Farc e que foram vendidos pela Suecia as Forcas Armadas venezuelanas em 1988. O caso fez Bogota cobrar explicacoes a Caracas, que respondeu congelando as relacoes bilaterais. "Na semana passada, ouvi dizer que o presidente Chavez da armas as Farc. Quem pode acreditar nisso? E uma campanha suja que vem do imperio (americano)", acrescentou. "Como inventam coisas para decapitar Governos que trabalham por seu povo, pelos setores mais desfavorecidos", afirmou Morales. O presidente boliviano tambem acusou o Comando Sul dos Estados Unidos de ser o principal responsavel pelo golpe de Estado em Honduras. Segundo Morales, o golpe militar e "uma advertencia" do "imperialismo americano" para frear o crescimento da Alianca Bolivariana para as Americas (Alba), integrada por Venezuela, Cuba, Bolivia, Equador, Nicaragua, Honduras, Dominica, Sao Vicente e Granadinas e Antigua e Barbuda. EFE gb/sc ultimosegundo.ig.com.br | 8/2/09 7:57 PM
Morales afirma que 9 países latino-americanos formam "eixo do mal"
La Paz, 26 jun (EFE).- O presidente da Bolivia, Evo Morales, afirmou hoje que atualmente nove paises da America Latina integram o "eixo do mal", apelido colocado, segundo disse, no bloco da Alianca Bolivariana para as Americas (Alba) pelo ex-presidente dos Estados Unidos George W.Bush. Em um ato de comemoracao dos 30 anos da principal organizacao sindical camponesa boliviana, Morales lembrou que o bloco "anti-imperialista" da Alba foi criado inicialmente pelos lideres de Cuba, Fidel Castro, e da Venezuela, Hugo Chavez. "O ex-presidente dos EUA nao o nomeou grupo Alba, mas 'eixo do mal'. A Bolivia se incorporou e o eixo do mal comecou a crescer. Agora somos nove paises, nove presidentes no 'eixo do mal' chamado Alba", ironizou o lider. O presidente boliviano confirmou hoje que a proxima reuniao dos nove paises sera realizada em setembro em Cochabamba, ao centro da Bolivia, apesar de ainda nao ter sido fixada uma data para o encontro. Ele tambem anunciou que os movimentos sociais e indigenas dos paises que formam o bloco realizarao uma cupula paralela a reuniao dos governantes. Venezuela e Cuba fundaram a Alba em dezembro de 2004, em oposicao a Area de Livre Comercio das Americas (Alca) promovida pelos Estados Unidos. A Bolivia aderiu ao bloco em 2006. Alem disso, fazem parte do mesmo Nicaragua, Honduras, Dominica, Sao Vicente e Granadinas, Antigua e Barbuda e Equador, que entrou esta semana no bloco durante uma cupula realizada na Venezuela. EFE gb/db ultimosegundo.ig.com.br | 6/26/09 11:21 PM
Chávez diz que CIA e Europa estão por trás de protestos no Irã
O presidente da Venezuela, Hugo Chavez, afirmou, nesta quarta-feira, acreditar que a CIA (Agencia Central de Inteligencia dos Estados Unidos) e paises europeus estejam por tras dos protestos da oposicao contra os resultados das eleicoes presidenciais no Ira. Veja quem e quem na politica iraniana Tire suas duvidas sobre o conflito eleitoral no Ira Quem e Hossein Mousavi, o lider dos protestos no Ira? Mauricio Stycer: medico que atendeu Neda esta em Londres As declaracoes foram feitas durante o encontro de chefes de Estado da Alba (Alternativa Bolivariana para as Americas) em Maracay, na Venezuela, que marcou adesao de Equador, Sao Vicente e Granadinas e Antigua e Barbuda ao bloco de orientacao esquerdista. Durante a cupula, Chavez reafirmou seu apoio ao presidente reeleito do Ira, Mahmoud Ahmadinejad, e disse que sua vitoria nas eleicoes do ultimo dia 12 de junho foi "de acordo com todas as leis". "Comecam a sair pesquisas de ultima hora e (dizem que) houve empate, depois que ganhamos (as eleicoes, dizem) que houve fraude." "As pessoas nas ruas (a oposicao no Ira) tem atiradores, e por tras deles esta a CIA e a mao imperial dos paises europeus e dos Estados Unidos", afirmou o presidente venezuelano. "Ahmadinejad ganhou de acordo com todas as leis. Estamos absolutamente seguros disso. Conhecemos a realidade iraniana", disse. Embaixadores As acusacoes de Chavez foram feitas no mesmo dia em que os governos de Estados Unidos e Venezuela confirmaram que irao restabelecer seus respectivos embaixadores em Caracas e Washington, nove meses depois da retirada dos diplomatas de seus postos por um desentendimento politico. O embaixador americano havia sido expulso da Venezuela em setembro do ano passado. Na ocasiao, Chavez afirmou que a medida era uma manifestacao de solidariedade a Bolivia, que havia acusado o governo dos EUA de envolvimento em um suposto plano contra o presidente Evo Morales. Apos a expulsao, o governo americano respondeu solicitando o afastamento do embaixador venezuelano em Washington. Analises: Caio Blinder, de NY: Bravas mulheres iranianas de jeans e lencos Nahum Sirotsky: armas dos EUA sao muralha em torno do Ira Editorial do NYT: violencia ressalta ilegitimidade do governo Leia tambem: Recontagem parcial confirma resultado da eleicao no Ira, diz TV Assessor reinterpreta declaracoes de Lula sobre eleicoes no Ira Policia do Ira reprime novo protesto com violencia Khamenei declara que regime nao vai se dobrar pela forca Conselho dos Guardioes descarta anulacao de eleicoes no Ira Ira proibe funeral aberto para jovem morta em protestos Jovem morta em protesto vira simbolo da revolta no Ira Israel quer dialogo com Brasil sobre Ira; leia entrevista Leia mais sobre Ira ultimosegundo.ig.com.br | 6/25/09 6:11 AM
Equador adere à Alba e defende "projeto socialista" do grupo
A Alternativa Bolivariana para as Americas firmou, nesta quarta feira, a adesao do Equador, cujo presidente, Rafael Correa, definiu o grupo como "um projeto socialista", assim como de Sao Vicente e Granadinas e Antigua e Barbuda, na 6ª Cupula Extraordinaria da Alba, realizada na Venezuela. Apos lembrar que o grupo e acusado de ser politico, o presidente equatoriano afirmou: "certamente que e politico" e, mais especificamente, "e um projeto socialista". noticias.terra.com.br | 6/25/09 2:57 AM
Correa expressa simpatia pela Alba e diz que ainda estuda entrada do Equador
Quito, 23 mai (EFE).- O presidente equatoriano, Rafael Correa, expressou neste sabado sua simpatia pela Alternativa Bolivariana para as Americas (Alba), embora tenha assegurado que ainda estuda a entrada plena de seu pais a esse espaco de integracao, liderado pela Venezuela."A iniciativa da Alba nos atrai muito, sobretudo porque e integrada por paises com uma vocacao integracionista", disse Correa, em entrevista coletiva conjunta com seu colega venezuelano, Hugo Chavez, que visita Quito. "Vemos com muito interesse poder entrar para a Alba, mas ainda estamos estudando", disse Correa, embora o Equador participe ativamente nesse forum como pais observador. A Alba e integrada por Venezuela, Bolivia, Cuba, Nicaragua, Dominica e Honduras, com Equador, Paraguai e Sao Vicente e Granadinas como observadores. EFE fa/ma ultimosegundo.ig.com.br | 5/24/09 4:10 AM
Primeiro-ministro em visita "emocional" a Portugal para atrair investimento e reforçar relações
Lisboa, 24 Abr (Lusa) - O primeiro-ministro de Sao Vicente e Granadinas, Ralph Gonsalves, foi hoje recebido pelo Presidente da Assembleia Republica, Jaime Gama, no ambito da sua visita a Portugal, terra dos seus antepassados, para atrair investimentos e reforcar as relacoes diplomaticas. tv1.rtp.pt | 4/24/09 11:11 PM
Simpatia de Obama é recebida com sorrisos em cúpula das Américas
Por Patrick Markey PORT OF SPAIN (Reuters) - Se o presidente dos Estados Unidos Barack Obama precisasse de um lembrete de que os tempos mudaram na America, seus colegas presidentes proporcionaram um a ele quando o Air Force One pousou em Trinidad e Tobago para a cupula regional. Quatro anos atras, quando seu antecessor George W. Bush foi para a Argentina para a ultima cupula das Americas, ele foi recebido por manifestantes com pedras e por uma cupula alternativa liderada pelo presidente da Venezuela, Hugo Chavez, que bradava contra o "imperio do mal." Dessa vez, o presidente dos Estados Unidos encontrou sorrisos, batuques calorosos e chefes de governo em busca de seu autografo. Ate Chavez disse a ele, duas vezes, que quer "ser seu amigo." "Essa e a cupula do Obama", disse um diplomata brasileiro. Um balao de observacao sobrevoava o centro de conferencias em Port of Spain, onde um navio de cruzeiro abrigava jornalistas e policiais vestidos de branco que patrulhavam o lugar onde Obama e outros lideres discutiram temas sobre economia, energia e seguranca. Obama teve que ouvir pedidos para levantar o embargo dos Estados Unidos contra Cuba, e teve uma aula de historia sobre o imperialismo norte-americano do presidente da Nicaragua, Daniel Ortega. Mas era dificil ignorar a energia positiva que rodeava o jovem lider dos Estados Unidos. O presidente colombiano Alvaro Uribe era um dos varios lideres que conseguiram o desejado autografo de Obama. Ele mostrou uma mensagem rabiscada por Obama: "Para o presidente Uribe, com admiracao." "Barack Obama assinou essa pequena carta para mim... Eu vou pedir para enquadra-la", brincava com reporteres do lado de fora do salao de conferencias. Em uma foto oficial, Obama conversava tranquilamente com esquerdistas como Chavez, que fez das criticas aos Estados Unidos, o coracao de sua personalidade politica. Mesmo a cupula "alternativa" era amistosa. Antes, na Argentina, Chavez havia reunido milhares de manifestantes para protestar contra Bush e o livre comercio. Mas em Trinidad, um pequeno grupo de manifestantes realizou uma "cupula dos batuques," com bandeiras cubanas, instrumentos de percussao e imagens de Chavez e de Obama. Chavez foi recebido, como sempre, por uma multidao de reporteres. Uma confusao envolvendo jornalistas que tentavam chegar ao presidente da Venezuela provocou a restricao da cobertura em alguns eventos da cupula no sabado. Mas a abordagem de "ouvir e aprender" de Obama ganhou muitas das figuras mais poderosas do hemisferio. Chavez presenteou Obama com o livro "As Veias Abertas da America Latina," que atingiu o segundo lugar na lista de vendas da Amazon.com neste domingo. "Ele e um cara legal", disse o primeiro-ministro de St. Vincent e Granadinas, Ralph Gonsalves, antes de encerrar a cerimonia. "Ele e intelectual... e quer ter um bom comeco." (Reportagem adicional de Pascal Fletcher, Guido Nejamkis e Damian Wroclavsky, em Port of Spain) REUTERS DL ultimosegundo.ig.com.br | 4/19/09 8:55 PM
Lula pede para países manterem promessas energéticas e ambientais
Port of Spain, 18 abr (EFE).- O presidente Luiz Inacio Lula da Silva convidou hoje os participantes da 5ª Cupula das Americas a manter os compromissos contraidos em materia energetica e ambiental, apesar dos prejuizos causados pela crise mundial."A crise nao deve servir de desculpa para retroceder nos compromissos com tecnologias ambientalmente sustentaveis ou para abrir mao das fontes renovaveis de energia", disse Lula na segunda sessao plenaria da cupula, dirigida a seguranca energetica. O presidente afirmou que em um mundo que precisa de combustiveis "renovaveis, limpos e baratos", a America Latina tem muito a oferecer, pois e uma regiao que possui as condicoes meteorologicas e de terreno para produzir energia sem colocar em perigo a seguranca alimentar. "Seriamos os primeiros a condenar os biocombustiveis se ameacassem a oferta de alimentos ou a preservacao de nossas florestas", reiterou Lula. Ele destacou que os biocombustiveis, menos poluentes que os fosseis, tambem sao um "arma eficaz" na luta contra o aquecimento global, e ressaltou que o Brasil tem condicoes de compartilhar com outros paises a tecnologia que desenvolveu ha mais de 30 anos para produzir etanol. No discurso, o presidente falou sobre os efeitos economicos da crise mundial, sobre a qual afirmou que, na America Latina e no Caribe, causaram "uma queda das exportacoes, escassez do credito internacional, diminuicao dos investimentos e contracao do turismo e das remessas". Nesse sentido, afirmou que a regiao esta se esforcando para combater a crise atraves da integracao em infraestrutura e da cooperacao em politicas sociais. O presidente reiterou o apelo para que nao sejam fechadas as fronteiras ao comercio internacional, do qual disse que deve ser "um poderoso indutor do desenvolvimento" que pode funcionar como medida anticiclica contra a atual crise. Lula tambem participou hoje da reuniao dos presidentes da Uniao de Nacoes Sul-Americanas (Unasul) com o lider americano, Barack Obama, e, posteriormente, manteve um encontro bilateral com o primeiro-ministro de Sao Vicente e Granadinas, Ralph Gonsalves. EFE joc/db ultimosegundo.ig.com.br | 4/18/09 9:55 PM
Chávez vota contra na Cúpula das Américas
O presidente venezuelano, Hugo Chavez, chegou no inicio da noite a Trinidad e Tobago, sede da 5ª Cupula das Americas, disposto a votar contra a carta final do encontro. Ele leva para conhecimento dos demais presidentes latino-americanos o documento extraido a partir da Cupula da Alternativa Bolivariana para as Americas (Alba), encerrada tambem nesta sexta-feira, na Venezuela. Os paises signatarios consideram "inaceitavel" a minuta da declaracao final da 5ª Cupula das Americas, por nao dar respostas a crise financeira e excluir "injustificadamente Cuba". Por isso, pede um "debate a fundo" do encontro, segundo o documento. Os paises-membros da Alba "consideram que nao ha consenso para adotar este projeto de declaracao", afirma o documento, sobre a reuniao em Trinidad e Tobago. O texto explica que esse documento "nao da resposta ao tema da crise economica global, apesar de que esta e o maior desafio ao qual a humanidade enfrentou em decadas e a mais seria ameaca da epoca atual para o bem-estar de nosso povo". Como segunda razao, afirma que "exclui injustificadamente Cuba, sem fazer mencao ao consenso geral que existe na regiao para condenar o bloqueio e as tentativas de isolamento dos quais seu povo e Governo foram incessantemente objeto de maneira criminosa". A cupula da Alba, realizada na cidade venezuelana de Cumana, reuniu Chavez com os presidentes da Bolivia, Evo Morales; de Cuba, Raul Castro; da Nicaragua, Daniel Ortega; de Honduras, Manuel Zelaya, e o primeiro-ministro de Dominica, Roosevelt Skerrit, os membros plenos da Alba. Tambem estiveram presentes o presidente do Paraguai, Fernando Lugo; o chanceler do Equador, Fander Falconi, em representacao ao presidente Rafael Correa; e o primeiro-ministro de Sao Vicente e Granadinas, Ralph Gonsalves, paises observadores da Alba. www.correiodobrasil.com.br | 4/17/09 11:26 PM
Alba diz que declaração de Cúpula das Américas é "inaceitável"
Os presidentes da Alba (Alternativa Bolivariana para as Americas) afirmaram nesta sexta-feira que "nao ha consenso" entre os paises da regiao para aprovar a declaracao final da 5 Cupula das Americas, porque ela "exclui injustificadamente" o debate sobre o fim do bloqueio americano a Cuba e por "nao dar respostas" a crise economica internacional. O encontro da Alba, entidade que reune Venezuela, Bolivia, Paraguai, Nicaragua, Honduras, Dominica e Sao Vicente e Granadinas, aconteceu na Venezuela na ultima quinta-feira.Em um documento dirigido a cupula que comeca nesta sexta-feira, em Trinidad e Tobago, os presidentes da Alba propoem realizar um "debate profundo" por considerarem que a declaracao final do encontro e "insuficiente" e "inaceitavel". Como ja era esperado, os presidentes da Alba pedem ao governo dos Estados Unidos que cumpra com a disposicao da Assembleia Geral das Nacoes Unidas, que por 17 vezes consecutivas "determinou o fim ao bloqueio economico, comercial e financeiro que mantem contra Cuba", diz o documento, que foi lido pelo presidente da Venezuela, Hugo Chavez, pouco antes de ele embarcar para Trinidad e Tobago, nesta sexta-feira. Isolamento O documento da Alba tambem pede a reincorporacao de Cuba ao sistema interamericano. "Consideramos que fracassaram as tentativas de impor o isolamento a Cuba, que hoje e parte integrante dos mecanismos regionais de cooperacao (...) portanto, nao existe razao nenhuma que justifique sua exclusao do mecanismo da Cupula das Americas", acrescenta. Os presidentes da Alba afirmaram que "rechacam da forma mais energica" e pediram o fim da aplicacao da lei Helms-Burton, que estabelece represalias a qualquer companhia norte-americana que mantenha relacoes comerciais com a ilha. No primeiro encontro do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, com a regiao, a tentativa da Casa Branca e a de nao permitir que o assunto cubano centralize o debate na Cupula das Americas. "Crise capitalista" Os presidentes da Alba tambem afirmam no documento que a declaracao da Cupula das Americas "nao da resposta" a crise financeira internacional, "apesar de ela constituir o maior desafio que a humanidade enfrenta em decadas". "A crise economica global, as mudancas climaticas e as crises alimentar e energetica sao produto da decadencia do capitalismo que ameaca acabar com a propria existencia da vida e do planeta", diz o documento. "E necessario desenvolver um modelo alternativo ao sistema capitalista", acrescenta a declaracao. Alem da Venezuela, assinaram o documento os presidentes da Bolivia, Evo Morales; de Cuba, Raul Castro; do Paraguai, Fernando Lugo; da Nicaragua, Daniel Ortega; de Honduras, Manuel Zelaya, e os premies de Dominica, Roosevelt Skerrit, e de Sao Vicente e Granadinas, Ralph Gonsalves, alem do chanceler do Equador, representando o presidente Rafael Correa. ultimosegundo.ig.com.br | 4/17/09 10:36 PM
Presidentes da Alba lançam 'moeda' regional para enfrentar crise
Os presidentes da Alba (Alternativa Bolivariana para as Americas) firmaram um acordo nesta quinta-feira para a criacao de uma moeda de compensacao regional para o comercio, que pretende driblar as transacoes financeiras feitas em dolar e estimular as exportacoes entre os paises. O Sucre (Sistema Unico de Compensacao Regional) pretende ser uma alternativa regional a crise economica internacional.Durante a Cupula Extraordinaria da Alba, realizada em Cumana, Estado de Sucre, norte da Venezuela, o presidente venezuelano, Hugo Chavez, disse que a America Latina nao pode esperar uma "formula magica do Norte (Estados Unidos)" para solucionar a crise. O Sucre "nos permitira sair da ditadura do dolar que nos impuseram", disse Chavez, durante a reuniao do bloco.O sistema, que podera ser expandido aos demais paises latino-americanos, sera inicialmente um mecanismo virtual de comercio, podendo ser convertido em uma moeda fisica no futuro, segundo Chavez. Alem da Venezuela, firmaram o acordo os presidentes da Bolivia, Evo Morales; de Cuba, Raul Castro; do Paraguai, Fernando Lugo; da Nicaragua, Daniel Ortega; de Honduras, Manuel Zelaya, e os premies de Dominica, Roosevelt Skerrit, e de Sao Vicente e Granadinas, Ralph Gonsalves.Apesar de nao pertencer a Alba, o Equador tambem participara do sistema regional. Comercio A implantacao do Sucre funcionara com uma Camara de Compensacao de Pagamentos, uma unidade de conta comum e um Conselho Monetario, que estara encarregado de designar uma quantidade de "sucres", ainda indeterminada, aos paises-membros. Chavez anunciou que o sistema tambem contara com um Fundo de Reserva, que sera destinado ao financiamento de projetos de producao para estimular as exportacoes entre os paises. O valor inicial que sera injetado no Fundo de Reserva ainda esta sendo negociado, informou a BBC Brasil um negociador venezuelano."Nao nos faz falta o dinheiro gringo, nos temos como solucionar nossos problemas e sabemos como faze-lo", afirmou o presidente venezuelano. O sistema da moeda regional comecara a ser implementado em "fase experimental" a partir do terceiro trimestre deste ano, e devera entrar em vigor em janeiro de 2010."Ninguem escapa da crise" Nesta quinta-feira, Chavez voltou a criticar a decisao do G20 de destinar US$1 trilhao ao Fundo Monetario Internacional como medida para conter a crise financeira internacional. "Dar ao FMI a importancia que se esta dando agora, depois da Cupula do G20, ao injetar milhoes e milhoes de dolares, e como pedir a um incendiario que apague um incendio", afirmou.O presidente cubano, Raul Castro, tambem criticou o G20, ao considerar que a solucao adotada pelo grupo nao resolve "a insustentabilidade do sistema capitalista". "Essa e uma crise da qual ninguem escapa (...) nao temos outra opcao a nao ser nos unirmos para enfrenta-la", afirmou Raul Castro. A ideia de criacao da moeda regional surgiu em novembro do ano passado, quando os presidentes da Alba se reuniram em Caracas para analisar o impacto da crise financeira na regiao. O Sucre leva o nome da antiga moeda do Equador, que foi substituida pelo dolar em 2002, e do procer da independencia da America do Sul hispanica, Antonio Jose de Sucre. "Fim do bloqueio" A Cupula da Alba aconteceu um dia antes do inicio da 5 Cupula das Americas, que comeca nesta sexta-feira, em Trinidad e Tobago. No primeiro encontro do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, com lideres da America Latina, os presidentes da Alba defenderao a inclusao de Cuba no sistema interamericano e o fim do bloqueio norte-americano a ilha. "Se o Obama quer o apoio de todo mundo, tera que levantar o bloqueio a Cuba", afirmou Evo Morales.Chavez, por sua vez, antecipou que vetara a declaracao final da Cupula das Americas. "O documento que pretendem que se aprove e uma retorica e uma falta de respeito ao momento que estamos vivendo", afirmou. Leia tambem na BBC Brasil: Chavez diz que vetara declaracao final da Cupula das Americas ultimosegundo.ig.com.br | 4/17/09 5:05 AM
Apoio a Cuba e rechaço a OEA e EUA marcam Cúpula da Alba
Os paises da Alternativa Bolivariana para as Americas (Alba), junto a Paraguai e Equador, defenderam Cuba, na vespera da 5ª Cupula das Americas, e aprovaram um sistema monetario unico de compensacao regional (Sucre). Ao longo do dia, ocorreram discursos em apoio a Cuba na Cupula da Alba em Cumana, no leste venezuelano, que contou com a presenca de lideres de, alem da ilha caribenha, Bolivia, Cuba, Dominica, Equador, Honduras, Nicaragua, Paraguai, Sao Vicente e Granadinas e Venezuela. noticias.terra.com.br | 4/17/09 3:26 AM
Chávez diz que vetará declaração final da Cúpula das Américas
O presidente venezuelano Hugo Chavez disse nesta quinta-feira que "vetara" a declaracao final da 5 Cupula das Americas que comeca na sexta-feira em Trinidad e Tobago ao qualifica-la de "deslocada". "E uma declaracao que e dificil de assimilar, esta totalmente deslocada no tempo e espaco, sao declaracoes muito parecidas (com as feitas no) ano 2001 (. ..) essa declaracao Venezuela veta agora mesmo", afirmou Chavez nesta quinta-feira, em Cumana, norte da Venezuela. O presidente venezuelano se referiu ao encontro de Quebec, no Canada, em 2001, que defendeu a criacao da Area de Livre-Comercio das Americas (Alca), defendida pelos Estados Unidos. Como e de costume nas Cupulas, as delegacoes representantes dos paises que participam da reuniao preparam um rascunho da declaracao final do encontro que deve ser aprovada ou modificada pelos presidentes. A primeira versao do documento ja foi apresentada aos chefes de Estado e esta disponivel na pagina oficial da Cupula. Vestido de militar, Chavez disse que vai "afinar a artilharia" com os presidentes do bloco da Alba, aliados com quem o presidente venezuelano pretende se unir para trazer ao centro da discussao na Cupula das Americas a exclusao de Cuba no sistema interamericano e discutir o bloqueio americano a ilha que ja dura 48 anos. "Porque Cuba nao esta? Essa sera a primeira pergunta que vamos fazer", afirmou. "OEA deve desaparecer" O encontro que ocorre nesta quinta-feira na cidade venezuelana de Cumuna inclue, alem de Chavez, os presidente da Bolivia, Evo Morales; de Cuba, Raul Castro, do Paraguai, Fernando Lugo; da Nicaragua, Daniel Ortega; de Honduras, Manuel Zelaya, e os premies de Dominica, Roosevelt Skerrit, e de Sao Vicente e Granadinas, Ralph Gonsalves, alem de um representante do presidente do Equador, Rafael Correa. Falando depois de Chavez, Raul Castro, disse nao estar interessado em reintegrar seu pais a OEA (Organizacao dos Estados Americanos), afirmando que a OEA deveria "desaparecer". "Antes de integrar (Cuba) a OEA, primeiro se unira o mar do Norte com o mar do sul e nascera uma serpente em um ovo de aguia", afirmou Raul. "Com americanos ou sem americanos, a OEA tem que desaparecer", acrescentou. Apesar de Cuba ser tecnicamente um integrante da OEA, o pais nao tem direito a voto nem a participar de suas reunioes. Cuba foi suspensa pela OEA em 1962, por pressao americana, durante a Guerra Fria. O Brasil defende a normalizacao das relacoes entre a entidade e Cuba. Na segunda-feira, o ministro das Relacoes Exteriores do Brasil, Celso Amorim, disse que a ausencia de Cuba na OEA "e uma anomalia que precisa ser corrigida". Ofensa Mas no dia seguinte, o ex-presidente cubano Fidel Castro disse que seu pais nao deseja reintegrar-se a OEA, ao afirmar que "ofendia" a suposicao de que Cuba pretendia voltar ao organismo. Fidel, disse que OEA "tem uma historia que coleciona todo o lixo de 60 anos de traicao aos povos da America Latina", acusando a organizacao de estar envolvida em "acoes agressivas" que resultaram na morte de milhares de pessoas na regiao. As criticas do ex-presidente cubano foram resposta ao secretario-geral da OEA, Jose Miguel Insulza, que afirmou que Cuba devera ser "aceita" pelo organismo. "Ele sabe que nos nao queremos nem sequer escutar o nome dessa vil instituicao", disse Fidel. Leia mais sobre Chavez ultimosegundo.ig.com.br | 4/16/09 8:19 PM
Piratas somalis sequestram navio grego
Piratas somalis capturaram nesta terca-feira um navio grego com bandeira de Sao Vicente e Granadinas, anunciou o Programa de Assistencia aos Marinheiros do Leste da Africa, organismo com sede no Quenia.. Leia Mais... Pernambuco.com | Diario de Pernambuco | Ultimas Noticias Diversao | Esportes | Tecnologia | Quem somos Copyright © 2009, Pernambuco.com - Grupo Associados, Recife-PE, Brasil www.pernambuco.com | 4/14/09 6:18 PM
Piratas da Somália sequestram quatro navios em 48 horas
Um navio cargueiro libanes e a quarta embarcacao a ser sequestrada por piratas somalis em um periodo de 48 horas. O MV Sea Horse, de 5 mil toneladas e bandeira de Togo, foi tomado por homens armados que estavam a bordo de quatro barcos pequenos, informaram oficiais da Alianca Militar Ocidental, a Otan. Regis Bonvicino: Quem sao os verdadeiros piratas Caio Blinder, de NY: A forma correta de abordar a pirataria Gerald Thomas: So faltou Johnny Depp e os piratas do Caribe Um pouco antes, o navio grego MV Irene foi sequestrado no Golfo de Aden. Na segunda-feira, piratas sequestraram dois navios pesqueiros egipcios. Segundo analistas, as gangues claramente nao se intimidaram com os resgates recentes de refens americanos e franceses, que deixaram varios piratas mortos. Na segunda-feira, os lideres dos piratas - que de maneira geral tendem a tratar bem os refens, na esperanca de ganhar polpudos resgates - juraram se vingar pelas mortes. Mais ataques Segundo a Otan, outro navio, o Safmarine Asia, com bandeira da Liberia, escapou de um sequestro na terca-feira, apos ser alvo de tiros de piratas a bordo de varios barcos pequenos. Apos uma pausa no inicio do ano, as gangues intensificaram seus ataques nas aguas costeiras da Somalia. Segundo relatos, a tripulacao filipina do MV Irene, que navegava do Oriente Medio para o sul da Asia, estaria bem. Um helicoptero da Otan teria decolado de um navio de guerra canadense para investigar o que esta acontecendo com a embarcacao, que tem bandeira de Sao Vicente e Granadinas. O ataque teria acontecido durante a noite e teria sido muito rapido. Horas mais tarde, oficiais da Otan a bordo de um navio de guerra portugues anunciaram que o MV Sea Horse tambem havia sido tomado. Leia tambem: Apos resgate, piratas pedem vinganca contra americanos Obama promete enfrentar os piratas somalis e responsabiliza-los por seus crimes Leia mais sobre piratas ultimosegundo.ig.com.br | 4/14/09 4:46 PM
Piratas somalis seqüestram navio grego no Golfo de Áden
Piratas somalis sequestraram um navio grego com bandeira de Sao Vicente e Granadinas, no Golfo de Aden, na noite passada. A informacao foi divulgada pelo Programa de Assistencia aos Marinheiros da Africa do Leste, organismo com sede no Quenia. noticias.terra.com.br | 4/14/09 11:23 AM
Piratas somalis sequestram navio grego
Piratas somalis capturaram nesta terca-feira um navio grego com bandeira de Sao Vicente e Granadinas, anunciou o Programa de Assistencia aos Marinheiros da Africa do Leste, organismo com sede no Quenia. Piratas somalis juram vinganca contra os EUA por resgate a capitao O navio mercante "Irene" e o nono sequestrado em abril na area do golfo de Aden e no Oceano Indico. As atividades de pirataria se intensificaram na regiao na ultima semana, apesar doe envio de forcas navais estrangeiras para o litoral da Somalia, pais que em guerra civil desde 1991. Leia mais sobre: piratas ultimosegundo.ig.com.br | 4/14/09 9:29 AM
Anistia Internacional afirma que China lidera a lista de execuções no mundo todo
LONDRES - A organizacao de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional (AI) denunciou em seu relatorio anual, divulgado nesta segunda-feira, que um total de 2.390 pessoas foram executadas no mundo todo, 72% delas na China, em 2008. No relatorio, "Penas de morte e execucoes em 2008", que oferece uma perspectiva geral da pena de morte, a AI afirma que o numero de execucoes corresponde a 25 paises e acrescenta que pelo menos 8.864 pessoas foram condenadas a morte em 52 nacoes. A China realizou pelo menos 1.718 execucoes, 72% das praticadas no mundo todo, mas a AI afirma que o numero pode ser maior, ja que os dados sobre as penas de morte e as execucoes sao segredo de Estado. Segundo a ONG, com sede em Londres, so um Estado europeu, Belarus, ainda adota a pena de morte. "As decapitacoes, eletrocussoes, enforcamentos, administracoes de injecoes letais, fuzilamentos e apedrejamentos nao tem lugar no seculo 21", afirmou a secretaria-geral da AI, Irene Khan. A organizacao faz referencia tambem a paises nos quais penas de morte foram impostas em processos injustos, como Afeganistao, Arabia Saudita, Ira, Iraque, Nigeria, Sudao e Iemen. Alem disso, o risco de executar inocentes persiste, como mostram os casos de quatro condenados a morte que foram libertados nos Estados Unidos apos ficar comprovada sua inocencia. Muitos condenados a morte sofrem duras condicoes de reclusao e suportam penas psicologicas, como e o caso do Japao, onde e habitual que o enforcamento so seja comunicado na manha da execucao, e as familias so sao informadas apos a morte do detento, acrescenta a AI. O texto ressalta que grande parte do mundo esta avancando em direcao a abolicao da pena de morte, pois so em 25 dos 59 paises que adotam a sentenca foram registradas execucoes em 2008. Os avancos foram salpicados em 2008 por paises como Sao Cristovao e Nevis, onde ocorreu a primeira execucao realizada na America fora dos EUA desde 2003, e pela Liberia, onde a condenacao foi reinserida para os crimes de assalto, terrorismo e sequestro de veiculos. A maioria das execucoes realizadas em 2008 ocorreu na Asia, onde 11 paises continuam utilizando a pena de morte: Afeganistao, Bangladesh, China, Coreia do Norte, Indonesia, Japao, Malasia, Mongolia, Paquistao, Cingapura e Vietna. A segunda regiao onde mais execucoes foram registradas foi o Oriente Medio e o norte da Africa, com 508. Na America, so os EUA adotam execucoes de maneira constante, sendo 37 em 2008 e uma em Sao Cristovao e Nevis. Pelo menos 125 pessoas foram condenadas a morte em seis paises: nos EUA foram pelo menos 111, em Trinidad e Tobago, 10, nas Bahamas, em Sao Cristovao e Nevis, em Sao Vicente e Granadinas houve pelo menos uma, e na Jamaica, uma pessoa. Enquanto isso, so duas execucoes foram oficialmente registradas na Africa Subsaariana em 2008, mas 362 pessoas foram condenadas a morte. Leia mais sobre pena de morte ultimosegundo.ig.com.br | 3/23/09 10:11 PM

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