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Notícias : Oceano Índico

Naufrágio no Iêmen deixa 60 desaparecidos

SANÁ — Quase 60 pessoas estão desaparecidas após o naufrágio de uma embarcação perto da ilha de de Socotra, no Iêmen, anunciaram as autoridades nesta quarta-feira. A embarcação, que havia iniciado a viagem no porto de Mukalla (sudeste) com destino a Socotra, está desaparecida há cinco dias, informou o ministro da Pesca, Fahd Kavieen, que citou quase 60 pessoas a bordo.

De acordo com a agência estatal Sana, apenas duas pessoas foram resgatadas por barcos de bandeira austríaca e australiana. As autoridades afirmaram que o barco naufragou na terça-feira nas proximidades de Socotra, no Oceano Índico, a 350 km das costas do sudeste do Iêmen.

O governador da região de Hadramut, general Ahmed bin Breik, afirmou que as autoridades locais pediram às forças da coalizão árabe, que apoiam o governo no conflito iemenita, assim como às embarcações presentes na região que procurem eventuais sobreviventes.

Bin Breik disse que os passageiros são moradores de Socotra.

oglobo.globo.com | 12/7/16 8:18 AM
Sobe para 97 o número de mortos em terremoto na Indonésia

JACARTA — Ao menos 97 pessoas morreram depois que um terremoto de 6,5 graus de magnitude atingiu a província de Aceh, no norte da Indonésia, nesta quarta-feira. A informação é do chefe do Exército de Aceh, citado pela agência AP. Mais de 70 de pessoas estão gravemente feridas e há ainda vítimas sob escombros. terremoto

Edifícios foram reduzidos a escombros, postes de eletricidade caíram e pessoas estão reunidas nas ruas. O Serviço Geológico dos Estados Unidos informou que o tremor atingiu uma profundidade de 17km, na costa de Aceh. Nenhum alerta de tsunami foi emitido.

Equipes de busca e resgate usavam escavadeiras para limpar destroços e procurar pelo que autoridades acreditam ser dezenas de vítimas presas.

Sutopo Nugroho, da agência nacional de gerenciamento de desastres, disse que foi declarado estado de emergência em Aceh.

— Agora estamos focando na busca por vítimas e possíveis sobreviventes — disse Nugruho.

Após o primeiro abalo, foram registrados cinco tremores secundários, informou Eridawati, diretor local da Agência de Meteorologia, Climatologia e Geofísica.

Em junho, um terremoto de magnitude 6,5 sacudiu o oeste de Sumatra, destruindo dezenas de edifícios. Oito pessoas ficaram feridas.

A Indonésia se localiza no "cinturão de fogo do Pacífico", um alinhamento de vulcões que repousam nos limites de placas tectônicas e falhas sísmicas.

Aceh, situada no extremo norte da ilha de Sumatra, foi devastada em 2004 por um tremor que provocou tsunami. A onda gigante matou mais de 170 mil pessoas na Indonésia e dezenas de milhares em outros países banhados pelo oceano Índico. Os cinco maiores terremotos dos últimos dez anos

oglobo.globo.com | 12/7/16 2:49 AM
Terremoto de 6,4 graus atinge área devastada por tsunami na Indonésia

SYDNEY - Um terremoto de 6,4 graus de magnitude atingiu uma área costeira no Norte da ilha indonésia de Sumatra. O local afetado foi o mesmo atingido pelo desastre da tsunami em dezembro de 2004, deixando mais de 230 mil mortos, e teve profundidade de 17km.

O tremor foi registrado 10 km ao norte de Reuleuet às 5h locais. Não houve alerta imediato de tsunami na Indonésia após o abalo ser revisado de 6,8 para 6,4 graus de magnitude. O sismo ocorreu a 130 quilômetros de Banda Aceh, capital da província de Aceh, em Sumatra.

Em 26 de dezembro de 2004, um terremoto submarino de 9,1 graus desencadeou uma série de tsunamis devastadoras ao longo das costas da maioria dos continentes banhados pelo Oceano Índico, matando mais de 230 mil pessoas em 14 países diferentes. Este foi um dos mais mortais desastres naturais da História.

oglobo.globo.com | 12/6/16 10:26 PM
Mais de 17 horas voando? Conheça alguns dos voos mais longos do mundo

RIO - Se os trajetos de avião entre Brasil e a Europa parecem longos demais para você, esqueça a viagem de Dubai, nos Emirados Árabes, até Auckland, na Nova Zelândia. O voo, operado pela Emirates, percorre 14,2 mil quilômetros e tem duração de 16 horas na ida e impressionantes 17 horas e quinze minutos na volta, sendo o mais longo - sem escalas - do planeta.

Voo mais longo... no futuro

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A Qatar Airlines, no entanto, quer desbancar o título. A empresa anunciou que começa a operar, em 2017, o trajeto que será o mais longo, sem escalas, do mundo, entre Doha e Auckland. Distância total? Mais de 14,5 mil quilômetros, ultrapassando as 17 horas de voo.

O trajeto mais comprido

Porém, este não será nem o voo com o maior trajeto percorrido: a Air India opera o percurso de mais de 15 mil quilômetros entre Nova Delhi e São Francisco, nos Estados Unidos, que é feito em 15 horas. Segundo especialistas, o voo se aproveita das altas altitudes do Pacífico para chegar rápido ao destino americano.

Voo doméstico mais longo

Esqueça a Rússia, China ou os Estados Unidos. O voo doméstico mais longo é na França, entre Paris e a ilha La Reunión, que fica no Oceano Índico, perto de Madagascar, na África. O trajeto de mais de 9,300 quilômetros é realizado por algumas companhias aéreas nacionais, como a Air France.

oglobo.globo.com | 12/6/16 8:00 PM
90% das mortes em catástrofes ocorrem nos países mais pobres, diz ONU

NOVA YORK e PORTO PRÍNCIPE — O terrível terremoto de 2010, que matou mais de 200 mil haitianos, tinha magnitude de 7 graus na escala Ritcher. Na Nova Zelândia, um tremor semelhante com intensidade um pouco maior, de 7,2 de magnitude, poucos meses depois, não deixou vítimas fatais. De acordo com um estudo das Nações Unidas divulgado ontem, o número de mortos por desastres naturais é, em média, cinco vezes maior em países pobres do que em nações ricas. Entre 1996 e 2015, pelo menos 1,35 milhão de pessoas morreram por catástrofes do tipo — 90% delas em países pobres ou de renda média. Em seu relatório anual, também publicado ontem, Cruz Vermelha e Crescente Vermelho alertam para a capacidade de antecipar os desastres e assim reduzir seu impacto. O Haiti, que além do terremoto viveu um surto de cólera iniciado naquele mesmo ano e três anos de seca causados pelo fenômeno El Niño, foi o que registrou mais mortes nas duas últimas décadas: 229.699.

No caso do país, particularmente vulnerável em condições meteorológicas, os vínculos entre pobreza e catástrofes naturais são “muito claros”, de acordo com o representante especial das Nações Unidas para a Redução dos Riscos de Catástrofe, Robert Glasser.

— Considero realmente escandaloso e inaceitável que nós, à exceção do Haiti, tenhamos podido ver pela televisão como a tempestade se aproximava, enquanto era impossível avisar a população haitiana com alertas precoces. E quando se mandavam alertas, eles não serviam de nada pela falta de preparo da população — lamentou.

O documento da ONU, que contabiliza sete mil desastres naturais no período, mostra ainda que, além da pobreza, a falta de sistemas de alerta e prevenção agrava os casos. “Os países de renda alta registram enormes perdas econômicas, mas, nos países com baixa renda, as pessoas pagam com a vida”, alertou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em nota.

Mais desastres ligados ao clima

Entre 1991 e 2010, foram perdidos US$ 846 bilhões (R$ 2,3 trilhões) em catástrofes. E cerca dez milhões de pessoas estão expostas a riscos possíveis de serem previstos.

“As necessidades humanitárias atingiram níveis sem precedentes. Conseguir mais dinheiro não é suficiente para crises futuras. Algo tem de mudar. Investimentos de prevenção devem ser levados mais a sério”, diz o relatório da Cruz Vermelha.

Em setembro, líderes mundiais concordaram em reduzir a pobreza até 2030. Yolette Etienne, coordenadora executiva da ActionAid no Haiti, lembra que o país é o mais pobre e desigual nas Américas e um dos mais pobres do mundo.

— As zonas rurais, que foram mais afetadas já têm muito pouco acesso à saúde, educação, água e saneamento básico. O suprimento de alimentos é baixo, o que é agravado pelo impacto da seca e da persistência do cólera em várias regiões — afirma ao GLOBO. — As necessidades mais urgentes agora são alimentos, água potável e abrigo.

O relatório mostra ainda que, se terremotos e tsunamis são os “maiores homicidas”, eles são seguidos de perto por desastres ligados ao clima. A mudança climática, aliás, desempenhou um papel importante em 2015, o ano mais quente já registrado: quase o mesmo número de pessoas que morreram no terremoto no Nepal — cerca de cinco mil — foram vítimas de ondas de calor no ano passado no mundo. Os desastres relacionados com o clima mais que dobraram ao longo dos últimos 40 anos, passando de três mil a 6.392.

“Um tipo diferente de megadesastre vem aumentando, quase em segredo, graças à mudança climática. Terremotos ainda podem dominar as manchetes e as estatísticas, mas os desastres relacionados ao clima são mais difíceis de calcular, devido a baixa notificação em países mais pobres, especialmente sobre a mortalidade por ondas de calor”, indica a ONU.

Depois do Haiti, os países com maior número de mortes ligadas a catástrofes naturais são Indonésia, afetada pelo tsunami de dezembro de 2004 no Oceano Índico, e Mianmar, varrido pelo ciclone Nargis em maio de 2008. Na sequência, aparecem China, Índia, Paquistão, Rússia, Sri Lanka, Irã e Venezuela. Dentre os 20 países mais afetados também aparecem nações ricas como França, Itália, Espanha e Japão.

(Colaborou Marina Gonçalves)

oglobo.globo.com | 10/14/16 7:30 AM
Eclipse solar desenha 'anel de fogo' no céu e encanta observadores

DAR ES SALAAM, Tanzânia - Um eclipse solar encantou milhares de pessoas em diversas partes do continente africano e em ilhas do Oceano Índico, nesta quinta-feira. Os observadores pararam tudo para assistir à Lua passar diante do Sol, desenhando um belo e raro anel de fogo no céu.

Links Eclipse

O fenômeno pôde ser observado em sua plenitude na Tanzânia, onde o evento durou cerca de três minutos, mas também em países como Gabão, República Democratica do Congo, Madagascar e nas Ilhas Reunião, território governado pela França no Oceano Índico.

Cerca de 3 mil pessoas se reuniram na região Sudoeste das Ilhas Reunião para ver o "eclipse solar anular", que é o momento em que a Lua bloqueia a maior parte do Sol, mas sem cobri-lo completamente, criando o que parece um anel brilhante em seu contorno.

Multidões podiam ser vistas também em Dar Es Salaam, capital da Tanzânia, na Costa Leste da África. Na falta de óculos protetores, sempre recomendados para não ferir a vista, muita gente assistiu ao fenômeno graças ao seu reflexo em poças de água no chão.

A Lua não se movimenta num círculo perfeito ao redor da Terra. Sua órbita é elíptica, o que faz a distância entre o planeta e seu único satélite variar de 360 mil quilômetros até mais de 400 mil quilômetros. Quando a Lua está em seu ponto mais distante da Terra, seu tamanho parece menor e, neste caso, o satélite não bloqueia todo o Sol quando há um eclipse. Foi justamente o que aconteceu nesta quinta-feira.

Usando óculos protetores, residentes e turistas nas Ilhas Reunião observaram e fotografaram o fenômeno astronômico por diversas horas. "Nunca vi um eclipse anular solar antes, é incrível", disse o turista austríaco Beate Sosz, segundo a agência de notícias Reuters.

O próximo eclipse deve acontecer em fevereiro de 2017 e poderá ser visto de partes da América do Sul e da África.

oglobo.globo.com | 9/1/16 8:15 PM
Buscas pelo avião da Malaysia Airlines serão suspensas, talvez para sempre
As buscas pelos restos do avião da Malaysia Airlines que caiu no Oceano Índico serão suspensas, uma vez que todo o Oceano foi vasculhado, afirmaram hoje ministros dos três países que conduzem a operação. O comunicado possivelmente encerra, para sempre, as chances de resolver aquele que se tornou o maior mistério da aviação. [Leia mais...] atarde.uol.com.br | 7/22/16 4:21 PM
Homem fica 28 horas no mar após cair de barco

O empresário sul-africano Brett Archibald ficou 28 horas em alto-mar após cair de um barco. Ele viajava com amigos para as remotas ilhas Mentawai, perto da costa da Indonésia, no Oceano Índico, quando começou a passar mal por conta do mar revolto e foi para o convés. Após vomitar várias vezes, ele acabou desmaiando e caindo do barco. Era noite e os amigos também estavam passando mal por conta da tempestade. [Leia mais...] atarde.uol.com.br | 6/7/16 2:19 PM