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Notícias : Oceano Índico

Suposto terrorrista deixa dois policiais baleados nas Ilhas Reunião

SAINT-DENIS — Um jovem suspeito de ser seguidor de um grupo radical abriu fogo nesta quinta-feira contra dois policiais nas Ilhas Reunião, um território francês no Oceano Índico. Os agentes estavam tentando levar o homem preso quando foram feridos por ele.

"O homem resistiu à detenção e atirou com um fuzil contra as forças de segurança", informou a prefeitura, informando ainda que, posteriormente, o atirador, um jovem com idade por volta de 20 anos que se converteu ao islã, foi detido.

As autoridades da ilha Reunião desmantelaram, em junho de 2015, uma rede jihadista, a primeira identificada no arquipélago. O grupo era dirigido por um suposto pregador salafista de 21 anos conhecido como "o egípcio", que foi detido e transferido para uma penitenciária de Paris.

As autoridades acreditam que uma centena de suspeitos de radicalização vivem na ilha francesa.

oglobo.globo.com | 4/27/17 9:36 AM
Irã começa exercício anual da Marinha perto do Estreito de Ormuz

A Marinha do Irã começou um exercício anual próximo ao estratégico Estreito de Ormuz, em seu primeiro grande exercício desde o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tomar posse, informou a televisão estatal.

A reportagem da TV citou o chefe da Marinha, almirante Habibollah Sayyari, dizendo que a manobra de dois dias cobrirá uma área de 2 milhões de quilômetros quadrados no Mar de Omã e no Oceano Índico perto do estreito. A reportagem mostrou imagens de navios de guerra e helicópteros iranianos participando do exercício.

Quase um terço de todo o petróleo comercializado pelo mar passa pelo estreito, que já foi palco de confrontos anteriores entre os EUA e o Irã. Mas o exercício não envolve Guarda Revolucionária do Irã, uma força paramilitar que a Marinha dos EUA costuma criticar por ameaçar seus navios.

A 5ª frota da Marinha dos Estados Unidos, com base no Bahrein, não comentou o exercício ou se tem planos de monitorá-lo.

A Marinha do Irã costuma realizar exercícios de guerra que, segundo ela, têm como objetivo melhorar a prontidão contra ameaças. A Marinha também envia seus navios de guerra para águas internacionais fora do Golfo de Áden para combater a pirataria. Fonte: Associated Press.
www.folhadaregiao.com.br | 2/26/17 9:21 PM
Irã começa exercício anual da Marinha perto do Estreito de Ormuz
A Marinha do Irã começou um exercício anual próximo ao estratégico Estreito de Ormuz, em seu primeiro grande exercício desde o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tomar posse, informou a televisão estatal.A reportagem da TV citou o chefe da Marinha, almirante Habibollah Sayyari, dizendo que a manobra de dois dias cobrirá uma área de 2 milhões de quilômetros quadrados no Mar de Omã e no Oceano Índico perto do estreito. [Leia mais...] atarde.uol.com.br | 2/26/17 7:30 PM
Continente desaparecido há 200 milhões de anos é encontrado debaixo do Oceano Índico
Sob as águas das Ilhas Maurício, no Oceano Índico, se escondem fragmentos de um continente que ... noticias.terra.com.br | 2/3/17 11:33 AM
Vigilância de fronteiras exige tecnologia e inteligência

O Brasil tem 16.866 quilômetros de fronteiras terrestres, o que representa cinco vezes e meia a extensão da divisa entre Estados Unidos e México. O dado, por si só, já mostra o desafio que é vigiar esses limites de modo a impedir a entrada de drogas e armas no país. O próprio ministro da Defesa, Raul Jungmann, reconhece o tamanho do problema: “Evidentemente que você tem uma tarefa muito ampla, que é cuidar da fronteira, a terceira maior do mundo. Ninguém consegue visualizar o que são quase 17 mil quilômetros. É pegar um avião em linha reta de São Paulo, atravessar o Atlântico Sul, o sul da África, passar pelo Oceano Índico, pela Malásia, e chegar ao Japão".

A impressão é que, por maiores que sejam os contingentes empregados pelas forças de segurança, eles estarão sempre enxugando gelo. “Não adianta botar homem na faixa de fronteira inteira. A tecnologia avança a cada dia. Tem que ter sensores, analisar o que os satélites pegam e selecionar isso para definir uma ação. Isso está sendo feito, mas depende um pouco do esforço do país na parte orçamentária", afirmou o general Fernando Azevedo e Silva, chefe do Estado-Maior do Exército.

Com o objetivo de testar a vigilância nas fronteiras, em setembro de 2015 uma equipe do GLOBO comprou, em Ciudad del Este, no Paraguai, uma réplica de fuzil M16 e viajou 1.700 quilômetros até o Rio de Janeiro, de ônibus, com o equipamento numa sacola. Durante o longo trajeto, autoridade alguma pediu para revistar a bagagem. A réplica foi entregue, no Rio, ao então secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, que não tergiversou: “Não é crítica aos órgãos, mas a entrada de armas pelas fronteiras do país é um problema sério e deve ser tratado como prioridade".

Não é à toa que o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), implantado pelo Exército em 2012, aposta no uso da tecnologia, integrando satélites, radares, sensores e outros instrumentos de monitoramento para combater o problema. Mas, até agora, o Sisfron cobre apenas 660 quilômetros de fronteiras, 4% do total. Embora o governo prometa aplicar R$ 470 milhões no sistema este ano, o fato é que os recursos têm diminuído nos últimos tempos.

A vulnerabilidade das fronteiras está por trás de boa parte dos problemas de segurança que afligem os estados brasileiros, do poderio bélico dos traficantes fluminenses à guerra de facções que resultou em massacres dentro de presídios do Norte e Nordeste.

E, se não é possível espalhar agentes pelas fronteiras, até pelas características geográficas de algumas regiões, é preciso fazer uso da tecnologia e da inteligência. Um bom exemplo foi dado durante a Rio-2016, com a integração das forças de segurança e a cooperação com os serviços de inteligência de outros países. Graças a esse trabalho, a Polícia Federal conseguiu prender suspeitos de planejar atos terroristas durante os Jogos. Ou seja, o caminho é conhecido. Basta partir para a ação.

oglobo.globo.com | 2/1/17 2:00 AM
Para ministro da Defesa, pelotões especiais não deixam fronteira brasileira totalmente desprotegida

BRASÍLIA — O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirma que a baixa cobertura do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron) não significa que o restante da fronteira esteja integralmente desguarnecido. Ele cita os pelotões especiais, que ficam nos limites terrestres mais avançados do país, com a retaguarda de batalhões e brigadas. São, segundo ele, 35 mil homens nessas bases em toda a faixa brasileira de fronteira. Fronteiras 20-01

Jungmann lembra também que há nessas áreas outros órgãos governamentais, como a Polícia Federal, a Receita Federal e o Ibama. Mas reconhece que é preciso avançar no monitoramento:

— Evidentemente que você tem uma tarefa muito ampla, que é cuidar da fronteira, que é a terceira maior do mundo. Ninguém consegue visualizar o que são quase 17 mil quilômetros. É pegar um avião em linha reta de São Paulo, atravessar o Atlântico Sul, o sul da África, passar pelo Oceano Índico, pela Malásia e chegar ao Japão.

Com os massacres registrados na primeira semana do ano em presídios do Amazonas e de Roraima, totalizando 97 mortes, governadores e secretários de estados da Região Norte passaram a pressionar o governo federal por vigilância adequada nas fronteiras da região.

A área de fronteira amazônica, por onde passam afluentes do Rio Solimões, é apontada como uma faixa de disputa entre a facção Família do Norte e o Primeiro Comando da Capital (PCC). Os dois grupos entraram em confronto no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, em Manaus.

Jungmann aposta em acordos de cooperação assinados no ano passado com países do Cone Sul para trabalhar na inteligência contra os crimes transnacionais. Além disso, defende reformulações na Operação Ágata, que é feita há cerca de nove anos na área de fronteira.

— Inteligência não é física, mas é o mais importante, porque permite saber onde está o comando do crime para atuar cirurgicamente. E neste trimestre, já começaremos a Operação Ágata, comandada pelo Exército, de outra forma. Será contínua, mas com operações curtas e de surpresa. O modelo antigo, com intervenções de longa duração, criou uma previsibilidade.

oglobo.globo.com | 1/29/17 6:30 AM
Temperaturas de 2016 batem recorde histórico, diz agência americana

RIO — As temperaturas mundiais bateram recorde pelo terceiro ano consecutivo em 2016, aproximando-se da marca que culminaria da perda total de administração de eventos extremos como ondas de calores na Índia e o derretimento de geleiras no Ártico. Os dados foram divulgados esta manhã pela Agência Oceânica e Atmosférica dos EUA (Noaa), dois dias antes da posse do presidente eleito Donald Trump, que em diversas ocasiões contestou a existência do aquecimento global.

Segundo a agência, a temperatura da superfície terrestre foi, no ano passado, 0,94 grau Celsius acima da média do século XX, de 13,9 graus Celsius, e 0,04 grau Celsius maior do que 2015, que era, até então, o ano mais quente desde o início dos registros históricos, em 1880. Os recordes de temperatura foram superados em seis meses consecutivos.

Links aquecimento global

Um dos responsáveis pela quebra do recorde histórico no ano passado foi a presença do fenômeno El Niño, que aumentou a temperatura das águas do Oceano Pacífico. O aquecimento global provocado pela ação humana, porém, também exerceu um papel fundamental para este recorde.

Esta foi a terceira vez consecutiva que houve uma quebra de recorde da temperatura global. 2014 havia sido o ano mais quente desde o início dos registros históricos, até a marca ter sido batida por 2015, e, agora, por 2016. Com o fim do El Niño, é improvável que 2017 siga a trajetória ascendente, mesmo com o aumento da emissão de gases de efeito estufa por países desenvolvidos e emergentes.

— Não esperamos que os recordes sejam batidos todos os anos, mas existe uma a tendência de aquecimento a longo prazo — alerta Gavin Schmidt, diretor do Instituto Goddard para Estudos Espaciais da Nasa, que já havia realizado uma análise semelhante.

— A não ser que tenhamos uma grande erupção vulcânica, não espero que este recorde seja quebrado nos próximos anos — assinala o climatologista Piers Forster, da Universidade de Leeds (Reino Unido).

O calor registrado em 2016 provoca frustração na comunidade internacional após a assinatura, no ano anterior, do Acordo de Paris. Na capital francesa, cerca de 200 países assumiram o compromisso de limitar o aumento da temperatura global a 2 graus Celsius, em relação à era pré-industrial. Segundo a Organização Meteorológica Mundial, os termômetros já estão 1,1 grau Celsius superior àquele período.

Entre os locais que mais sofreram com o aumento da temperatura em 2016 estão o Leste da Rússia, o Oeste do Canadá, parte do Leste dos EUA, a maior parte da América do Central, a África Ocidental e regiões do Oceano Índico e da Austrália, atingindo a Grande Barreira de Corais. O Alasca experimentou seu ano mais quente desde o início de seus registros, em 1925.

O Ártico experimentou no ano passado seus 12 meses mais quentes desde o início das medições da temperatura na região, em 1900, causando não somente um derretimento sem precedentes, como também retardando a formação do gelo no outono.

Na Antártica, a cobertura de gelo na superfície foi a segunda menor da história, com 11,1 milhões de km², e reduzida a níveis sem precedentes em novembro e dezembro.

oglobo.globo.com | 1/18/17 4:31 PM
Famílias criticam suspensão das buscas por avião da Malaysia Airlines

SIDNEY — Após quase três anos, as buscas pelo avião da Malaysia Airlines que desapareceu com 239 pessoas a bordo em março de 2014 foram suspensas sem conclusões nesta terça-feira. Os investigadores completaram uma operação em águas profundas do Oceano Índico na procura por vestígios da aeronave, mas não encontraram nada. As famílias das vítimas consideraram a desistência das autoridades um ato de irresponsabilidade, enquanto ainda pedem respostas sobre o destino dos seus parentes e amigos.

O centro de investigação responsável pelo caso declarou a suspensão da operação nesta terça-feira, depois que equipes percorreram uma área de 120 quilômetros quadrados na procura pela aeronave. Com isso, vem a perspectiva de que o maior mistério da aviação possa nunca ser solucionado.

A falta de informações precisas é particularmente angustiante para as famílias de quem estava a bordo da aeronave. Recentemente, autoridades reconheceram que estavam procurando o avião no local errado. Durante os últimos três anos, os parentes das vítimas pressionam por conclusões da investigação.

O voo MH370 havia deixado a capital da Malásia, Kuala Lumpur, em direção a Pequim. Destroços foram encontrados em Madagascar, mas apenas sete deles tinham alta probabilidade de pertencer ao Boeing 777 desaparecido.

oglobo.globo.com | 1/17/17 11:13 AM