Wikipedia

Notícias : Oceano Índico

Temperaturas de 2016 batem recorde histórico, diz agência americana

RIO — As temperaturas mundiais bateram recorde pelo terceiro ano consecutivo em 2016, aproximando-se da marca que culminaria da perda total de administração de eventos extremos como ondas de calores na Índia e o derretimento de geleiras no Ártico. Os dados foram divulgados esta manhã pela Agência Oceânica e Atmosférica dos EUA (Noaa), dois dias antes da posse do presidente eleito Donald Trump, que em diversas ocasiões contestou a existência do aquecimento global.

Segundo a agência, a temperatura da superfície terrestre foi, no ano passado, 0,94 grau Celsius acima da média do século XX, de 13,9 graus Celsius, e 0,04 grau Celsius maior do que 2015, que era, até então, o ano mais quente desde o início dos registros históricos, em 1880. Os recordes de temperatura foram superados em seis meses consecutivos.

Links aquecimento global

Um dos responsáveis pela quebra do recorde histórico no ano passado foi a presença do fenômeno El Niño, que aumentou a temperatura das águas do Oceano Pacífico. O aquecimento global provocado pela ação humana, porém, também exerceu um papel fundamental para este recorde.

Esta foi a terceira vez consecutiva que houve uma quebra de recorde da temperatura global. 2014 havia sido o ano mais quente desde o início dos registros históricos, até a marca ter sido batida por 2015, e, agora, por 2016. Com o fim do El Niño, é improvável que 2017 siga a trajetória ascendente, mesmo com o aumento da emissão de gases de efeito estufa por países desenvolvidos e emergentes.

— Não esperamos que os recordes sejam batidos todos os anos, mas existe uma a tendência de aquecimento a longo prazo — alerta Gavin Schmidt, diretor do Instituto Goddard para Estudos Espaciais da Nasa, que já havia realizado uma análise semelhante.

— A não ser que tenhamos uma grande erupção vulcânica, não espero que este recorde seja quebrado nos próximos anos — assinala o climatologista Piers Forster, da Universidade de Leeds (Reino Unido).

O calor registrado em 2016 provoca frustração na comunidade internacional após a assinatura, no ano anterior, do Acordo de Paris. Na capital francesa, cerca de 200 países assumiram o compromisso de limitar o aumento da temperatura global a 2 graus Celsius, em relação à era pré-industrial. Segundo a Organização Meteorológica Mundial, os termômetros já estão 1,1 grau Celsius superior àquele período.

Entre os locais que mais sofreram com o aumento da temperatura em 2016 estão o Leste da Rússia, o Oeste do Canadá, parte do Leste dos EUA, a maior parte da América do Central, a África Ocidental e regiões do Oceano Índico e da Austrália, atingindo a Grande Barreira de Corais. O Alasca experimentou seu ano mais quente desde o início de seus registros, em 1925.

O Ártico experimentou no ano passado seus 12 meses mais quentes desde o início das medições da temperatura na região, em 1900, causando não somente um derretimento sem precedentes, como também retardando a formação do gelo no outono.

Na Antártica, a cobertura de gelo na superfície foi a segunda menor da história, com 11,1 milhões de km², e reduzida a níveis sem precedentes em novembro e dezembro.

oglobo.globo.com | 1/18/17 4:31 PM
Famílias criticam suspensão das buscas por avião da Malaysia Airlines

SIDNEY — Após quase três anos, as buscas pelo avião da Malaysia Airlines que desapareceu com 239 pessoas a bordo em março de 2014 foram suspensas sem conclusões nesta terça-feira. Os investigadores completaram uma operação em águas profundas do Oceano Índico na procura por vestígios da aeronave, mas não encontraram nada. As famílias das vítimas consideraram a desistência das autoridades um ato de irresponsabilidade, enquanto ainda pedem respostas sobre o destino dos seus parentes e amigos.

O centro de investigação responsável pelo caso declarou a suspensão da operação nesta terça-feira, depois que equipes percorreram uma área de 120 quilômetros quadrados na procura pela aeronave. Com isso, vem a perspectiva de que o maior mistério da aviação possa nunca ser solucionado.

A falta de informações precisas é particularmente angustiante para as famílias de quem estava a bordo da aeronave. Recentemente, autoridades reconheceram que estavam procurando o avião no local errado. Durante os últimos três anos, os parentes das vítimas pressionam por conclusões da investigação.

O voo MH370 havia deixado a capital da Malásia, Kuala Lumpur, em direção a Pequim. Destroços foram encontrados em Madagascar, mas apenas sete deles tinham alta probabilidade de pertencer ao Boeing 777 desaparecido.

oglobo.globo.com | 1/17/17 11:13 AM
Buscas pelo voo desaparecido da Malaysia Airlines são suspensas após três anos
Quase três anos após o voo 370 da Malaysia Airlines ter desaparecido, os três países que realizavam buscas ao sul do oceano Índico suspenderam a pesquisa, apesar dos apelos de famílias atingidos por um dos maiores mistérios da aviação dos tempos modernos."Hoje, o último navio de buscas deixou a área de pesquisa subaquática", anunciaram os governos da Malásia, China e Austrália, em um comunicado conjunto. [Leia mais...] atarde.uol.com.br | 1/17/17 10:50 AM
Buscas pelo voo desaparecido da Malaysia Airlines são suspensas após três anos

Quase três anos após o voo 370 da Malaysia Airlines ter desaparecido, os três países que realizavam buscas ao sul do oceano Índico suspenderam a pesquisa, apesar dos apelos de famílias atingidos por um dos maiores mistérios da aviação dos tempos modernos.

"Hoje, o último navio de buscas deixou a área de pesquisa subaquática", anunciaram os governos da Malásia, China e Austrália, em um comunicado conjunto.

"O voo MH370 da Malaysia Airlines não foi localizado nos 120 mil quilômetros quadrados de área pesquisada no sul do oceano Índico. Assim, a busca subaquática do MH370 será suspensa".

O voo 370 desapareceu do radar quando viajava de Kuala Lumpur, capital da Malásia, para Pequim, capital da China, no dia 8 de março de 2014, com 239 pessoas, incluindo 152 cidadãos chineses. Desde então, as buscas foram intensificadas em uma ampla área do oceano Índico, se tornando a pesquisa mais cara em toda história da aviação - totalizando US$ 150 milhões. A busca foi impedida por tempestades e fortes correntes oceânicas. Fonte: Associated Press
www.folhadaregiao.com.br | 1/17/17 9:49 AM
Paquistão diz que testou primeiro míssil lançado por submarino
As forças armadas do Paquistão disseram ter testado com êxito um míssil lançado por um submarino pela primeira vez, dando-lhe um uma "credível capacidade de ataque".Uma declaração feita nesta segunda-feira apontou que o míssil foi disparado do Oceano Índico e atingiu o seu alvo. O míssil Babur Cruise-3 tem uma escala de 450 quilômetros e pode voar baixo para fugir de radar e defesas aéreas. [Leia mais...] atarde.uol.com.br | 1/9/17 4:38 PM
Correção: Cabral e esposa passaram 264 vezes pela PF em viagens internacionais

A matéria enviada anteriormente continha uma incorreção no primeiro parágrafo: a média das viagens internacionais de Sérgio Cabral e Adriana Ancelmo foi de 2,31 vezes por mês, considerando todas as idas e voltas dos dois, juntos ou separados, ao longo de 114 meses - e não 2,93 vezes, como constava. Segue o texto correto.

O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) e a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo passaram pelo controle de passaportes da Polícia Federal no Aeroporto Internacional do Galeão pelo menos 264 vezes entre abril de 2007 e setembro deste ano. A movimentação média foi de 2,31 vezes por mês, considerando todas as idas e voltas dos dois, juntos ou separados, ao longo de 114 meses, indo para e voltando de, principalmente, Londres, Paris e Nova York, mas também de outras cidades. Os registros de saída são 61 para Cabral e 72 para Adriana, e os de entrada, respectivamente, 54 e 70. Há ainda sete registros dos dois, sem detalhes.

O casal é investigado pela Operação Calicute da Polícia Federal e do Ministério Público Federal (MPF), um desdobramento da Lava Jato. Os deslocamentos de Cabral e Adriana foram tabulados pelo jornal O Estado de S. Paulo com base em análise de dados colhidos pela Calicute no Sistema de Tráfego Internacional da PF. O casal, além de voos comerciais, também usou jatinhos particulares.

O ex-governador e a advogada já são réus, estão detidos em Bangu, na zona oeste do Rio, e respondem por suposto envolvimento em organização criminosa que teria desviado R$ 224 milhões de obras públicas por meio de empreiteiras investigadas pela Lava Jato. Para o MPF, Cabral teria chefiado o esquema. Ele nega.

A quantidade de viagens de Cabral e Adriana para o exterior despertou a atenção de investigadores da Calicute. Procuradores e policiais federais querem saber se, em suas passagens por outros países, eles aproveitaram para esconder parte do patrimônio que, supostamente, desviaram. A suspeita se fortalece porque, com frequência, o casal viajou separado, segundo os dados analisados.

Em apenas duas das 22 "pernas" feitas em jatinhos no período, por exemplo, há registro de que eles tenham ido e voltado na mesma aeronave. Foi assim que deixaram o Brasil em 8 de fevereiro de 2011 e voltaram no dia 13, no avião Gulfstream GV-SP, prefixo PROGX, operado pela AVX Taxi Aéreo.

Localizada na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, a empresa tem como sócios Eike Batista, Thor Batista e Ivo Buschmann Júnior. Procurado, Eike, por meio de assessoria de imprensa, informou que o empréstimo do avião a Cabral não é novidade e alegou não ter negócios com o Estado. Desse modo, não haveria irregularidade.

Os dados do Sistema de Tráfego Internacional da PF de posse da Calicute confirmam também que Cabral e Adriana, mesmo depois da renúncia do ex-governador em abril de 2014, continuaram a usar passaportes diplomáticos fornecidos pelo Ministério das Relações Exteriores, conforme revelado pela reportagem no dia 5 deste mês. Há registros da expressão "diplomata" ao lado da anotação de entrada ou saída do País do ex-governador e sua mulher, em datas nas quais o peemedebista já havia deixado o cargo.

Pós-mandato

De 72 viagens de Adriana ao exterior, 28 (quase 40%) foram feitas após Cabral deixar o governo. Em boa parte dos deslocamentos, ela estava sem o marido, segundo os registros. Ela teve como destinos iniciais, apurados a partir do número de cada voo, Londres (24 vezes), Paris (9) e Nova York (13). As cidades são hubs - pontos de conexão de viagens aéreas. A advogada desembarcou também em outras 26 cidades.

Nos dados obtidos pelo jornal, não há registro de saída do País do ex-governador em 2015. Em 2016, há uma saída - foi em 22 de janeiro, uma viagem para Londres. Dos 61 destinos identificados de viagens de Cabral, Londres foi principal destino, seguida de Paris (14) e Nova York (8). Cabral viajou também para outros 21 cidades.

Não é possível, porém, distinguir viagens oficiais das particulares durante o período em que Cabral foi governador, entre janeiro de 2007 e abril de 2014. Levantamento divulgado em maio de 2012 pelo Palácio Guanabara revelou que, desde sua posse até aquela data, ele ficara 128 dias fora do País em viagens oficiais. Foram 39 cidades em 37 missões a 18 países - quase uma a cada dois meses.

Os destinos das viagens realizadas de jatinhos também não são informados. Os dados mostram que, sem a companhia da mulher, Cabral usou o avião PRAVX seis vezes; o PROGX uma vez; o PPMMF quatro vezes; e o PT JAA duas vezes. Adriana viajou sem o marido no PRAVX seis vezes e no PPVDR uma vez. Também não há informação sobre a cidade visitada pelo casal na viagem que realizaram juntos no jatinho de Eike.

Curiosidades

Além da frequência a alguns destinos, há algumas curiosidades nos dados sobre as viagens do ex-governador e da ex-primeira-dama do Rio ao exterior. Em setembro deste ano, por exemplo, dois meses antes de a Operação Calicute ser desencadeada, Adriana saiu do País no dia 6, voltou no dia 13, viajou de novo em 19 e voltou em 26. Os destinos desses deslocamentos, porém, não estão registrados.

Desde abril de 2014, mês em que Cabral renunciou, as viagens da ex-primeira-dama ocorreram ao ritmo de pelo menos uma (ou uma e meia) por mês. Doze dessas viagens foram para Londres.

Em 7 de maio de 2014, há o registro de chegada de Adriana no voo 8079 da Air France. O ponto de partida era Mahe, ilha em Seychelles, paraíso turístico e fiscal no Oceano Índico. Meses depois, partiu para Dubai no voo EK248, da Emirates, em 6 de outubro de 2014. Voltou pela mesma companhia, no 247, no dia 13 seguinte.

A pesquisa também registra para onde o ex-governador viajara, em janeiro de 2011, quando o Rio sofreu uma tromba dágua que matou cerca de mil pessoas na Região Serrana, no dia 13. Na época, assessores de imprensa do Palácio Guanabara disseram que Cabral estava no exterior em viagem particular, mas não sabiam onde. Os registros apontam que o casal embarcara para Londres no dia 6, no voo JJ8084, e voltou no dia 13, no JJ8085, a tempo de o então governador sobrevoar as áreas atingidas, de helicóptero, com a então presidente Dilma Rousseff. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
www.folhadaregiao.com.br | 12/24/16 8:47 AM
Naufrágio no Iêmen deixa 60 desaparecidos

SANÁ — Quase 60 pessoas estão desaparecidas após o naufrágio de uma embarcação perto da ilha de de Socotra, no Iêmen, anunciaram as autoridades nesta quarta-feira. A embarcação, que havia iniciado a viagem no porto de Mukalla (sudeste) com destino a Socotra, está desaparecida há cinco dias, informou o ministro da Pesca, Fahd Kavieen, que citou quase 60 pessoas a bordo.

De acordo com a agência estatal Sana, apenas duas pessoas foram resgatadas por barcos de bandeira austríaca e australiana. As autoridades afirmaram que o barco naufragou na terça-feira nas proximidades de Socotra, no Oceano Índico, a 350 km das costas do sudeste do Iêmen.

O governador da região de Hadramut, general Ahmed bin Breik, afirmou que as autoridades locais pediram às forças da coalizão árabe, que apoiam o governo no conflito iemenita, assim como às embarcações presentes na região que procurem eventuais sobreviventes.

Bin Breik disse que os passageiros são moradores de Socotra.

oglobo.globo.com | 12/7/16 7:18 AM
Sobe para 97 o número de mortos em terremoto na Indonésia

JACARTA — Ao menos 97 pessoas morreram depois que um terremoto de 6,5 graus de magnitude atingiu a província de Aceh, no norte da Indonésia, nesta quarta-feira. A informação é do chefe do Exército de Aceh, citado pela agência AP. Mais de 70 de pessoas estão gravemente feridas e há ainda vítimas sob escombros. terremoto

Edifícios foram reduzidos a escombros, postes de eletricidade caíram e pessoas estão reunidas nas ruas. O Serviço Geológico dos Estados Unidos informou que o tremor atingiu uma profundidade de 17km, na costa de Aceh. Nenhum alerta de tsunami foi emitido.

Equipes de busca e resgate usavam escavadeiras para limpar destroços e procurar pelo que autoridades acreditam ser dezenas de vítimas presas.

Sutopo Nugroho, da agência nacional de gerenciamento de desastres, disse que foi declarado estado de emergência em Aceh.

— Agora estamos focando na busca por vítimas e possíveis sobreviventes — disse Nugruho.

Após o primeiro abalo, foram registrados cinco tremores secundários, informou Eridawati, diretor local da Agência de Meteorologia, Climatologia e Geofísica.

Em junho, um terremoto de magnitude 6,5 sacudiu o oeste de Sumatra, destruindo dezenas de edifícios. Oito pessoas ficaram feridas.

A Indonésia se localiza no "cinturão de fogo do Pacífico", um alinhamento de vulcões que repousam nos limites de placas tectônicas e falhas sísmicas.

Aceh, situada no extremo norte da ilha de Sumatra, foi devastada em 2004 por um tremor que provocou tsunami. A onda gigante matou mais de 170 mil pessoas na Indonésia e dezenas de milhares em outros países banhados pelo oceano Índico. Os cinco maiores terremotos dos últimos dez anos

oglobo.globo.com | 12/7/16 1:49 AM