Notícias das Maldivas

‘NY Times’ elege o Panamá como destino número 1 do ano

A tradicional lista do jornal americano “The New York Times” de “lugares para ir”, feita no início de cada novo ano, teve um primeiro lugar incomum: o Panamá, na América Central, conhecido mais por ser lugar de passagem em conexões do que como destino turístico. Lugares asiáticos, como Mianmar (3º), Tóquio (6º) e Lhasa (9º), capital do Tibet, tiveram destaque. O espaço sideral ficou em 20º lugar: o jornal argumenta que já existe uma companhia dedicada a essas viagens e um aeroporto foi inaugurado no ano passado nos Estados Unidos.

A única cidade brasileira na lista foi Paraty, em 22° lugar, exaltada pela beleza natural da Costa Verde, localização estratégica - entre São Paulo e Rio de Janeiro -, casario histórico e movimentado calendário de eventos culturais. A lista, que tem 45 destinos turísticos neste ano, é elaborada com base no calendário de eventos turísticos, investimentos na área (novos hotéis, museus, etc) e também pensando nos destinos ainda pouco explorados pelos americanos. No ano passado, a capital chilena de Santiago ficou no topo, entre 41 lugares.

Confira abaixo os motivos que tornam atraentes os cinco primeiros colocados da lista.

1) Panamá. A expansão do Canal do Panamá, prevista para ser concluída em 2014, intensificou os investimentos no país, atraindo muitos estrangeiros imigrantes e, por conseguinte, alavancando o mercado imobiliário. Grandes projetos incluem o The Panamera, o primeiro luxuoso Waldorf Astoria na América Latina (com inauguração prevista para 2012); e o primeiro projeto do arquiteto Frank Gehry na América Latina, o Bio Museu (deve abrir no início de 2013). O jornal também ressalta o centro histórico, conhecido como Casco Viejo, que se transformou em um bairro estiloso, com músicos de rua, galerias de arte, restaurantes e hotéis butique.

2) Helsinque, Finlândia. Depois de Copenhague, na Dinamarca, chamar atenção por sua gastronomia; e Estocolmo, na Suécia, pela moda e o design, a capital finlandesa Helsinque tem atraído olhares por sua maestria no design. A cidade foi eleita Capital Mundial do Design de 2012 pelo Conselho Internacional de Design Industrial. Além disso, o distrito de design oficial cresceu: são 25 ruas e quase 200 estabelecimentos dedicados ao ramo.

3) Mianmar (antiga Birmânia). No topo de listas de viajantes por suas belezas naturais e tesouros culturais, Mianmar acabava não sendo visitada por conta do regime autoritário. Até que, em novembro de 2010, foram convocadas eleições democráticas e, com isso, aumentou o número de turistas no país. Isolada, a terra budista é considerada um lugar fora do turismo de massa e acolhedora.

4) Londres, Inglaterra. Grandes eventos tornam Londres um dos lugares mais visados em 2012. Além das Olimpíadas, há o jubileu de diamante - comemoração dos 60 anos de reinado da Rainha Elizabeth II -; a comemoração dos 200 anos do nascimento do escritor inglês Charles Dickens; a Warner Bros. abrirá os estúdios onde os filmes da série Harry Potter foram gravados; e o ator Robert Redford trará o festival de cinema de Sundance para Londres. Novos hotéis luxuosos e tradicionais reformados devem receber bem os turistas.

5) Oakland, Estados Unidos. Do outro lado da Baía de São Francisco, Oakland ganhou os jornais nos últimos meses por ser palco de violentos protestos no movimento Occupy. A onda de manifestações se acalmou neste ano, ressalta o jornal americano. A cidade, com vida noturna agitada, tem recebido novos restaurantes sofisticados - com chefs migrando de São Francisco para lá. O histórico Fox Theatre reabriu em 2009 com ótimo cardápio de shows, as bandas Wilco e Bon Iver já tocaram lá.

A lista ainda inclui: 6º, Tóquio; 7º, Tanzânia; 8º, Patagônia chilena; 9º, Lhasa, Tibet; 10º, Havana, Cuba; 11º, Moscou; 12º, Glasgow, Escócia; 13º, Puebla, México; 14º, San Diego, Estados Unidos; 15º, Baía de Halong, Vietnã; 16º, Florença, Itália; 17º, St. Vincent; 18º, Moganshan, China; 19º, Birmingham, Inglaterra; 20º, espaço; 21º, Kerala, Índia; 22º, Paraty, Brasil; 23º, Koh Rong, Camboja; 24º, Viena, Áustria; 25º, Chattanooga, Estados Unidos; 26º, Dakhla, Marrocos; 27º, Ilhas Maldivas; 28º, Malacca, Malásia; 29º, Algarve, Portugal; 30º, Tahoe, Estados Unidos; 31º, País de Gales; 32º, Antártida; 33º, Uganda; 34º, Ucrânia; 35º, Península de Sanamá, República Dominicana; 36º, Dubrovinik, Croácia; 37º, Ilha Chiloé, Chile; 38º, Jordânia; 39º, Crans-Montana, Suíça; 40º, Montpellier, França; 41º, Nosara, Costa Rica; 42º, Coreia do Sul; 43º, Lodz, Polônia; 44º, Dalarna, Suécia; 45º, Portovenere, Itália.

O que achou da lista? Estamos no Twitter (@BoaViagemOGlobo), aguardando o seu comentário.

oglobo.globo.com | 1/11/12 10:22 PM
Ronaldo nada com golfinhos nas Maldivas
Cristiano Ronaldo colocou, esta terça-feira, no Facebook, uma foto com um golfinho, tirada nas Maldivas.


rss.feedsportal.com | 12/27/11 7:20 PM
Relatório internacional denuncia ameaças aos oceanos

RIO - À margem das negociações climáticas e fora dos maiores debates internacionais, está um ecossistema que cobre 71% do planeta e serve de lar para 80% dos seres vivos. Os oceanos são o tema de um relatório, idealizado por seis instituições e divulgado ontem na internet. Enraizadas em mais de 20 países, elas tentam levar sua causa, a proteção aos mares, para os fóruns de Durban.

Trata-se, no entanto, de uma bandeira difícil de hastear. Diretor do Instituto Scripps de Oceanografia, da Universidade da Califórnia em San Diego, Tony Haymet é lacônico: nenhum político é eleito para representar o oceano. Os estresses a que eles são submetidos, portanto, estão longe de serem tratados como prioridades. São três os maiores perigos para o oceano, todos já em franco andamento: sua acidificação, aquecimento e a perda de oxigênio. E todos têm origem nos gases-estufa.

Em dois séculos, desde a Revolução Industrial, cerca de 30% do CO2 emitido pelo homem foi absorvido no mar. Com isso, seu pH, hoje, é o menor dos últimos 60 milhões de anos. O oceano nunca foi tão ácido.

Maior ONG do mundo dedicada ao mar, a Oceana fez uma análise de que países serão mais impactados pela acidificação daquele ecossistema.

— São os que mais perderão acesso a frutos do mar, que terão maior prejuízo em atividades turísticas que ali acontecem — explica Jacqueline Savitz, diretora de campanhas e cientista-sênior da organização. — No topo da lista há países desenvolvidos, como os Estados Unidos, Japão e Reino Unido. Estes são alguns dos maiores emissores de CO2. Mas há, também, pequenas nações insulares entre as maiores prejudicadas.

Estados polinésios também enfrentam outro problema vindo do mar: o aumento de seu nível, provocado pelo derretimento das geleiras. A origem dessa mazela é, como a anterior, as emissões de CO2.

— Vejo muitas nações, que estão abaixo do nível do mar ou são de baixa elevação, forçadas a tomar medidas — destaca Haymet. — O presidente das Maldivas já está preocupado com isso. E o embaixador de Granada também. Mas há também regiões em risco em países que, teoricamente, estariam seguros. A Flórida, por exemplo, no caso dos EUA.

As geleiras derretem porque o mundo está mais quente — consequência que, claro, também se reflete nos oceanos. Nos últimos cem anos, a superfície dos mares já aqueceu, em média, 0,7 graus Celsius. E a previsão é que este índice aumente cerca de 3 graus em algumas regiões até o fim do século.

Num oceano mais aquecido, haverá menos mistura entre águas profundas, ricas em nutrientes, com as da superfície, pobres nestas substâncias. A falta do cruzamento afetará particularmente as zonas tropicais, e terá consequências negativas na produtividade do mar.

— As indústrias de combustíveis fósseis, dependentes de carvão, petróleo e gás e emissoras de CO2, impedem os países de priorizar os oceanos — acusa Jacqueline. — Por causa delas, atividades econômicas baseadas no mar, como pesca, aquicultura e turismo e similares serão prejudicadas. A não ser, claro, que eles passem a liberar menos carbono na atmosfera.

Muitos países conduzem esforços locais para trocar suas fontes de energia — sai de campo o petróleo e entram alternativas limpas, como hidroelétricas e a indústria eólica. Para Jacqueline, na Europa, Reino Unido e Dinamarca estão à frente dos Estados dispostos a reduzir sua dependência do carbono. Perceberam um filão que, para os ambientalistas, ainda não é apreciado como deveria por empresas e autoridades.

— A energia limpa é a solução que nos livrará dos combustíveis fósseis — ressalta. — Quem a adotar primeiro será beneficiado economicamente, visto que poderá exportar essa tecnologia para o resto do mundo.

As temperaturas mais elevadas — e a menor mistura de nutrientes — deixariam o oceano mais estratificado. O suprimento de oxigênio para baixo da superfície seria afetado. Com a menor concentração dessa substância, muitas espécies teriam sua existência ameaçada. E outros organismos, mais tolerantes à carência desse gás (micróbios, particularmente), se multiplicariam com maior facilidade, alterando o equilíbrio da cadeia alimentar.

Estima-se que, no próximo século, o estoque global de oxigênio nos mares será reduzido de 1 a 7%. Mas, segundo o relatório divulgado ontem, há “incertezas consideráveis” em relação à escala e as localidades que serão mais acometidas pela carência de oxigênio, assim como o impacto no meio ambiente.

oglobo.globo.com | 11/29/11 11:13 AM
Índia e Paquistão a caminho da paz
A Índia e o Paquistão deram mais um passo em direção da paz e do entendimento esta quinta-feira.   Os líderes encontraram-se nas Maldivas e… pt.euronews.net | 11/10/11 1:43 PM
Índia e Paquistão querem iniciar novo capítulo na relação bilateral
Os primeiros ministros da Índia, Manmohan Singh, e do Paquistão, Yousuf Raza Gillani, se reuniram nesta quinta feira nas ilhas Maldivas para tentar normalizar a sempre complicada relação entre as duas potências nucleares do sul da Ásia. "Perdemos muito tempo em debates ásperos no passado. Chegou o momento de escrever um novo capítulo em nossas relações", disse Singh em declarações recolhidas pela agência indiana Ians. "Revisamos o diálogo com a expectativa que todos os assuntos que infestaram de ... noticias.terra.com.br | 11/10/11 8:15 AM
Primeiros ministros de Índia e Paquistão se encontrarão nas Maldivas
Os primeiros ministros da Índia e do Paquistão, Manmohan Singh e Yousuf Raza Gillani, se reunirão na quinta feira nas Maldivas em uma atmosfera "muito positiva", segundo afirmou nesta quarta feira o ministro de Relações Exteriores indiano, S.M. Krishna. Singh e Guilani irão ao pequeno arquipélago do Oceano Índico para participar da 17ª cúpula da Associação para a Cooperação no Sul da Ásia e se reunirão em um dos intervalos da conferência. noticias.terra.com.br | 11/9/11 7:39 AM
Maldivas reclamam de 'notícia' de que seriam omitidas do mapa mundi

Ilhas, ameaçadas por elevação no nível dos mares, se assustaram com blog satírico que dizia que país seria eliminado do atlas. g1.globo.com | 9/23/11 2:54 PM
Maldivas reclamam de 'notícia' de que seriam omitidas do mapa mundi
Ilhas, ameaçadas por elevação no nível dos mares, se assustaram com blog satírico que dizia que país seria eliminado do atlas. www.bbc.co.uk | 9/23/11 1:27 PM
Tubarões-baleia e raias gigantes migram para as Maldivas
Tubarões-baleia de seis metros e raias gigantes fizerem sua migração anual para a baía de Hanifaru, nas Ilhas Maldivas. Durante julho e agosto, os gigantes vão para a região para se alimentarem de plânctons. A baía de Hanifaru será fechada para turistas a partir de 2012 para proteger os animais e esta é a última temporada que os mergulhadores podem nadar com os animais. Leia mais (12/08/2011 - 06h46) redir.folha.com.br | 8/12/11 7:40 AM
Justiça prende quatro por ligação com talibã e Hezbollah

A justiça federal americana anunciou nesta terça-feira a detenção de quatro pessoas supostamente vinculadas ao Talibã e ao Hezbollah, acusadas de "narcoterrorismo" e tentativa de compra de mísseis antiaéreos.

Os presos foram detidos através de duas operações secretas da Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA), que atua no Afeganistão, Romênia, Chipre, Malásia e Líbano.

Segundo a justiça, uma das operações da DEA resultou na detenção de Siavosh Henareh, Bachar Wehbe e Cetin Asku, que entraram em contato com agentes encobertos para vender heroína e comprar armamento, incluindo mísseis antiaéreos, por um valor de 9,5 milhões de dólares.

Henareh e Aksu foram detidos na Romênia e Wehbe nas Ilhas Maldivas (Oceano Índico) e os três foram extraditados aos Estados Unidos.

Henareh foi acusado de "conspiração para importar heroína", e Aksu e Wehbe receberam três e duas acusações respectivamente, sendo uma delas de "conspiração para adquirir, transferir e possuir mísseis antiaaéreos", um crime punido com prisão perpétua nos Estados Unidos.

Na outra operação foi preso Taza Gul Alizai, um afegão que "vendeu rifles e heroína" a um agente encoberto da DEA que se fez passar por um associado dos talibãs entre 2008 e 2010, segundo a ata de acusação do promotor Preet Bharara.

Gul Alizai foi detido também nas Maldivas e extraditado aos Estados Unidos, onde foi acusado de quatro crimes, entre eles "conspiração narcoterrorista" e "narcoterrorismo".

Da AFP Paris


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www.pernambuco.com | 7/26/11 8:04 PM
Mundial 2014: Carlos Queiroz entra a ganhar
Irão venceu Maldivas por confortáveis 4-0 na primeira mão da segunda fase de qualificação na zona asiática feedproxy.google.com | 7/24/11 9:36 AM
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Duas novas espécies de peixes são descobertas no Oceano Índico

Pesquisadores encontraram exemplares nas ilhas Maldivas e Maurícia. Os peixes vivem em recifes de corais e comem zooplâncton. g1.globo.com | 7/4/11 1:19 PM
Austrália pode ser destino da lua de mel do príncipe William
o destino da lua de mel do príncipe William com a plebeia Kate Middleton cuja cerimônia está prevista para abril parece incerto, enquando especulações dos tabloides sugerem diferentes roteiros: Quênia, o lugar onde ele a propôs em casamento, em Wales, as Ilhas Maldivas e até mesmo Escócia. diversao.terra.com.br | 3/20/11 8:46 PM
Principais tsunamis no mundo nos últimos anos

Estes são os principais tsunamis registrados desde o maremoto que aconteceu em dezembro de 2004 na Ásia, considerada uma das piores catástrofes naturais.

- 26 de dezembro de 2004: SUDESTE ASIÁTICO - Um tremor submarino de magnitude 9,3 - o mais poderoso do últimos 40 anos - frente à ilha indonésia de Sumatra provoca um tsunami que chega às costas de uma dezena de paises do Sudeste Asiático, causando a morte de 220.000 pessoas.

Na província indonésia de Aceh, onde o nível da água chegou a crescer mais de 30 metros, morreram 168.000 pessoas. O maremoto se propaga a centenas de quilômetros, até as Maldivas e Somália.

- 17 de julho de 2006: INDONÉSIA - Um tremor submarino de magnitude 7,7 provoca um tsunami na costa sul da ilha de Java (654 mortos).

- 2 de abril de 2007: ILHAS SALOMÃO - 52 pessoas morrem em um tsunami que afeta o oeste das Ilhas Salomão (sul do Pacífico). O maremoto, causado por um tremor de magnitude 8, destroi 13 povoados costeiros.

- 29 de setembro de 2009: SAMOA - Mais e 190 pessoas morrem nas ilhas Samoa e Tonga, assim como nas Samoa americanas, depois de terremoto de magnitude 8 que origina um tsunami.

- 27 de fevereiro de 2010: CHILE - Um tremor e um tsunami consecutivo afetam o centro-sul do Chile, deixando 555 mortos e desaparecidos, a maioria deles na região de Maule.

- 25 de outubro de 2010: INDONÉSIA - Mais de 400 pessoas morrem em um tsunami provocado por um tremor de magnitude 7,7 no arquipélago de Mentawai, frente à Sumatra.

- 11 de março de 2011: JAPÃO - Um tsunami de 10 metros de altura arrasa as costas de Sendai, nordeste do Japão, depois de um violento tremor de 8,9 de magnitude registrado frente às costas do arquipélago. São emitidos alertas praticamente em todas as costas do Pacífico, incluindo Austrália, América Central e do Sul.

Da AFP Paris


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