Notícias das Maldivas

Maldivas na vanguarda
17/06/2010 - 04h06

Male, 17/6/2010 – Maldivas, um arquipélago de pequenas ilhas no Oceano Índico, vive se fazendo ouvir nos debates sobre mudança climática. Pregando com o exemplo, agora lançou um plano para eliminar os contaminantes gases hidroclorofluorocarbonos (HCFC) até 2020, dez an... Leia mais

www.envolverde.com.br | 6/17/10 10:36 AM
'Corvos fumantes' surpreendem turistas nas Ilhas Maldivas

Casal de britânicos registrou "pausa para cigarro" dos animais. Corvos carregavam pacote de cigarros. g1.globo.com | 5/20/10 12:30 PM
Irã retira candidatura ao Conselho de Direitos Humanos da ONU
Nações Unidas, 23 abr (EFE).- O Irã retirou hoje sua candidatura a um assento no Conselho de Direitos Humanos (CDH) das Nações Unidas, que tinha sido duramente criticada por organizações e diversos Governos."Parece que (o Irã) teve que retirar sua candidatura diante da chuva de críticas que recebeu", confirmou à Agência Efe o responsável de assuntos globais da organização Human Rights Watch (HRW), Peggy Hicks.

Representantes iranianos divulgaram a decisão do Governo em uma reunião a portas fechadas do grupo regional que reúne os países asiáticos, na sede da ONU.

O Irã estava competindo com outros quatro países da Ásia pelas quatro cadeiras disponíveis para a região e que devem ser decididas nas eleições que a Assembleia Geral da ONU realizará no mês que vem, para renovar parte dos 47 membros que compõem o CDH.

A saída de Teerã da competição faz com que seus concorrentes (Tailândia, Maldivas, Catar e Malásia) se tornem automaticamente membros do CDH, com sede em Genebra.

A candidatura iraniana despertou a rejeição das principais organizações internacionais de direitos humanos, assim como de ativistas iranianos.

A ganhadora do prêmio Nobel da Paz de 2003, Shirin Ebadi, pediu em carta aberta enviada nesta semana aos membros da Assembleia Geral que votassem contra as aspirações do Irã, pelo país "ignorar as resoluções das Nações Unidas" em matéria de direitos humanos.

"Esperemos que a rejeição à candidatura da República Islâmica do Irã chame a atenção das autoridades iranianas sobre sua conduta equivocada", acrescentou a carta da ativista.

O Irã recebeu em fevereiro fortes críticas no CDH por parte dos países ocidentais, pela sangrenta repressão dos protestos pacíficos após a polêmica reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, no ano passado, assim como pelo elevado número de execuções e outras violações dos direitos humanos cometidas no país. EFE jju/pd ultimosegundo.ig.com.br | 4/23/10 10:59 PM
Curtis Hanson pode dirigir Sean Penn em filme sobre o astro do surfe Jay Moriarity
Sean Penn está fechando as negociações para atuar em Jay Moriarity, cinebiografia do astro do surfe que será dirigida por Curtis Hanson (8 Mile - Rua das Ilusões, Garotos Incríveis). Penn deve viver Rick "Frosty" Hesson, o mentor do jovem surfista. Moriarity tornou-se um ícone do surf aos 16 anos, quando participou do campeonato Mavericks, na Califórnia, e surfou uma onde de quase 3 metros. Para atingir tal feito na competição, ele persuadiu o veterano do surf Frosty Hesson a treiná-lo. Moriarity morreu também precocemente, aos 22 anos, em um acidente de mergulho, nas Ilhas Maldivas. O filme ainda não ... www.omelete.com.br | 4/1/10 4:16 AM
Astronauta publica no Twitter fotos da Terra feitas do espaço
Moscou, Monte Fuji e Ilhas Maldivas foram registrados por Soichi Noguchi. Engenheiro de voo mantém microblog na Estação Espacial Internacional. g1.globo.com | 2/6/10 11:00 AM
Mais longo eclipse total começa nesta sexta
CINGAPURA - O mais longo eclipse total do milênio começou nesta sexta-feira, com os astrônomos dizendo que as Maldivas seriam... ( Reuters ) info.abril.com.br | 1/15/10 2:28 PM
Eclipse anular do sol é assistido por milhares de pessoas no mundo

CINGAPURA - Um eclipse anular do sol mobilizou milhares de pessoas na África Central, nas Maldivas, no sul da Índia, no norte do Sri Lanka e na China ...

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oglobo.globo.com | 1/15/10 10:52 AM
Começou mais longo eclipse anular do sol do milénio
Começou, esta sexta-feira, o mais longo eclipse anular do sol do terceiro milénio, que vai lançar o centro e o leste de África na obscuridade, antes de seguir para o Oceano Índico. Os astrónomos dizem que o melhor local para observar este eclipse é nas ilhas Maldivas.


feeds.tsf.pt | 1/15/10 9:56 AM
Começou mais longo eclipse anular do sol do milénio
Começou, esta sexta-feira, o mais longo eclipse anular do sol do terceiro milénio, que vai lançar o centro e o leste de África na obscuridade, antes de seguir para o Oceano Índico. Os astrónomos dizem que o melhor local para observar este eclipse é nas ilhas Maldivas.


feeds.tsf.pt | 1/15/10 9:56 AM
Pena de morte está em vigor em 58 países, diz Anistia
Relatório da Anistia Internacional, organização de defesa dos direitos humanos, afirma que atualmente a pena de morte está em vigor em 58 países. Outros 95 países aboliram a prática para todos os tipos de crime, enquando nove países, entre eles o Brasil (somente na Justiça militar), mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais, mas não para crimes comuns.

 

A organização afirma que 35 países aboliram “na prática” a pena de morte pelo fato de não terem realizado nenhuma execução nos últimos dez anos, apesar de a punição estar prevista em lei para crimes comuns. Somando essas 35 nações às que aboliram por lei a pena de morte, chega a 139 o número de países que não executam prisioneiros, segundo a Anistia.

De acordo com o relatório da Anistia, em 2008 foram realizadas 2.390 execuções, 93% delas em apenas cinco países: China, Irã, Arábia Saudita, Paquistão e Estados Unidos. No mesmo período, houve 8.864 sentenças à morte em todo o mundo.

Em 1977, apenas 16 países aboliram essa condenação para todos os tipos de crime. Dos 58 que ainda mantêm a pena capital, 25 realizaram execuções em 2008.

Brasil

No Brasil, a  pena de morte é proibida, exceto para crimes militares cometidos em tempos de guerra, segundo está previsto na Constituição de 1988. De acordo com a Carta, o fuzilamento é o método de execução. Comunicado sobre a sentença, o presidente da República pode conceder um indulto ou comutar a pena do condenado.

O País é o único de língua portuguesa que permite a prática para crimes militares. Na América do Sul, Bolívia, Chile e Peru também mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais.

Veja o tipo de determinação vigente em cada país:

Pena de morte abolida para todos os tipos de crime:

África do Sul, Albânia, Alemanha, Andorra, Angola, Argentina, Armênia, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bósnia-Herzegovina, Bulgária, Burundi, Butão, Cabo Verde, Camboja, Canadá, Chipre, Colômbia, Costa Rica, Côte d'Ivoire, Croácia, Dinamarca, Djibouti, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Filipinas, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Ilhas Cook, Ilhas Marshall, Ilhas Maurício, Ilhas Salomão, Irlanda, Islândia, Itália, Listenstaine, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Malta, México, Micronésia, Moçambique, Moldávia, Mônaco, Montenegro, Namíbia, Nepal, Nicarágua, Niue, Noruega, Nova Zelândia, Palau, Panamá, Paraguai, Polônia, Portugal, Quiribati, Quirguistão, Reino Unido, República Checa, República Dominicana, Romênia, Ruanda, Samoa, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia (incluindo Kosovo), Suécia, Suíça, Timor Leste, Togo, Turcomenistão, Turquia, Tuvalu, Ucrânia, Uruguai, Usbequistão, Vanuatu, Vaticano e Venezuela.

Pena de morte abolida para crimes comuns:

Bolívia, Brasil, Casaquistão, Chile, El Salvador, Ilhas Fiji, Israel, Letônia e Peru.

Pena de morte abolida “na prática” para crimes comuns:

Algéria, Benin, Brunei, Burkina Faso, Camarões, Congo, Coreia do Sul, Eritreia, Gabão, Gâmbia, Gana, Granada, Ilhas Maldivas, Laos, Libéria, Madagascar, Malaui, Mali, Marrocos, Mauritânia, Mianmar, Nauru, Níger, Papua Nova Guiné, Quênia, República Centro-Africana, Rússia, Sri Lanka, Suriname, Suazilândia, Tajiquistão, Tanzânia, Tonga, Tunísia, Zâmbia.

Pena de morte para todos os crimes:

Afeganistão, Antígua e Barbuda, Arábia Saudita, Autoridade Palestina, Bahamas, Bahrein, Bangladesh, Barbados, Belize, Bielorrúsia, Botswana, Catar, Chade, China, Cingapura, Comores, Coreia do Norte, Cuba, Dominica, Egito, Emirados Árabes, Estados Unidos, Etiópia, Guatemala, Guiné, Guiné Equatorial, Guiana, Iêmen, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Jamaica, Japão, Jordânia, Kuwait, Lesoto, Líbano, Líbia, Malásia, Mongólia, Nigéria, Omã, Paquistão, República Democrática do Congo, Santa Lúcia, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Serra Leoa, Síria, Somália, Sudão, Tailândia, Taiwan, Trinidad e Tobago, Uganda, Vietnã e Zimbábue.

Leia mais sobre pena de morte

ultimosegundo.ig.com.br | 1/9/10 12:37 PM
Gerente sênior do Facebook pede gerente de marketing do Google em casamento
David Morin e Brittany Bohnet ficaram noivos nas Ilhas Maldivas. Após do pedido tradicional, casal anunciou noivado na web. g1.globo.com | 1/6/10 11:04 PM
Tailândia e Indonésia lembram mortos do tsunami de 2004
Bangcoc, 26 dez (EFE).- A Tailândia e a Indonésia lembraram hoje as cerca de 175.000 pessoas que morreram em ambos os países por causa do devastador tsunami que atingiu a região exatos cinco anos atrás.

Na localidade de Takua Pha, milhares de tailandeses e estrangeiros assistiram a um ritual budista em homenagem às 5.398 vítimas da onda gigante, que atingiu pequenos povoados e populares destinos turísticos do sudoeste do país, como Phuket, Kao Lak e as ilhas Phi Phi.

De manhã cedo, pessoas já faziam fila ao longo da principal rua de Takua Pha para entregar suas oferendas ao vários monges que comandaram a cerimônia, realizada no mesmo mosteiro em que especialistas trabalharam durante vários meses na identificação de cadáveres, suportando o calor e o mau cheiro.

A cerca de poucos quilômetros, em Ban Nam Khem, um povoado de pescadores que perdeu mais da metade de seus 5.000 habitantes também organizou um ato solene em memória das vítimas do tsunami de 2004.

A localidade, que era ocupada por centenas de cabanas de madeira, é hoje um destino turístico com ruas pavimentadas, construções de pedra e alvenaria, barracas de souvenirs e um muro com a forma de uma onda construído em frente ao mar.

Na orla, onde sinais de cor azul indicam que o lugar é exposto a tsunamis, a areia voltou a ser tomada por inúmeros turistas hospedados em um resort de uma rede internacional de hotéis, o mesmo do qual foram recolhidos os corpos de mais de 300 pessoas mortas pela onda gigante.

Pela rua infestada de casas desabitadas e construídas graças à bondade internacional, as pessoas tiram fotos ao lado da lancha da Guarda Costeira que o tsunami arrastou mais de um quilômetro terra dentro e que as autoridades decidiram transformar em uma espécie de monumento.

Já ao longo da praia de Khao Lak, onde cerca de 3.000 turistas e habitantes locais morreram, grupos hoteleiros construíram estabelecimentos ainda maiores sobre os escombros deixados pelo tsunami.

Nas ilhas Phi Phi, onde a onda gigante de cinco anos atrás destruiu tudo que tinha à sua frente, bares, lojas e hotéis fazem caixa com o dinheiro gasto pela legião de visitantes que voltou a desembarcar na localidade.

O tsunami de 26 de dezembro de 2004, provocado por um maremoto de 9,1 graus na escala Richter, atingiu as costas de 13 países banhados pelo Oceano Índico, matando cerca 226.000 pessoas.

Em Banda Aceh, no norte da ilha indonésia de Sumatra, milhares de pessoas também participaram de um ato oficial pelos mortos, realizado no porto da cidade. No local, assim como em outras partes da província, é evidente as transformações feitas com os US$ 6,8 bilhões que 800 ONGs e países doaram para a reconstrução.

Em cinco anos, segundo os dados da Agência para a Recuperação e Reconstrução de Aceh, nesta província foram construídas 140.000 casas, 1.700 escolas, mais de mil edifícios públicos e 36 portos e aeroportos.

A quantia gasta na Indonésia foi uma parte dos US$ 13 bilhões que a comunidade internacional doou às nações afetadas pelo tsunami, como Índia, Sri Lanka e Ilhas Maldivas. EFE tai/sc ultimosegundo.ig.com.br | 12/26/09 12:21 PM
Feridas do tsunami ainda estão abertas na Ásia cinco anos depois
Pelo menos 217 mil mortos, mais de um milhão de desabrigados e cerca de 30 mil órfãos: estes são os números da tragédia causada por um tsunami que, no dia 26 de dezembro de 2004, devastou as costas de inúmeros países do Oceano Índico.No começo da manhã (07h58 locais), um terremoto de 9,3 graus na escala Richter foi registrado na província indonésia de Aceh e provocou uma onda gigantesca de 15 metros de altura que atingiu com enorme intensidade o litoral do país.

O terremoto desencadeou um tsunami em todo litoral do Oceano Índico afetando, não somente a Indonésia, mas também o Sri Lanka, a Índia, a Tailândia e, inclusive, a parte oriental da África.

Somente na Indonésia morreram ou desapareceram mais de 168 mil pessoas, outras 31 mil no Sri Lanka, 16.389 na Índia e 5.395 na Tailândia, dos quais 2.248 eram cidadãos de 37 nacionalidades diferentes.

Entre os outros países asiáticos atingidos pelo tsunami, as Ilhas Maldivas registraram 82 mortos e 26 desaparecidos, a Malásia 68 mortos, Mianmar 61 e Bangladesh dois mortos.

A tragédia tocou até a África oriental, com 298 mortos na Somália, 10 na Tanzânia e um no Quênia. Outros 50 países tiveram também vítimas devido ao grande número de turistas presentes na região quando aconteceu a tragédia.

As ondas ainda deixaram mais de um milhão de pessoas desabrigadas. Na Indonésia foram cerca de 67 mil desalojados.

O tsunami afetou 1,5 milhão de crianças, de acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Desta cifra, mais de 30 mil ficaram órfãos de pai ou de mãe.

A organização americana "Save the Children" destacou que mais de 150 mil crianças perderam suas casas somente na província de Aceh.

A ajuda emergencial chegou rapidamente à área afetada após a tragédia, devido à mobilização sem precedentes levada à frente pela comunidade internacional.

O tsunami também foi nefasto para o meio ambiente, com importante danos em Aceh e em 66 praias da Tailândia, que tiveram de ser limpas com a retirada de 23 mil toneladas de detritos somente na ilha de Phi Phi (sul).

Sri Lanka, Índia, Maldivas e Tailândia se esforçam no momento para convencer os turistas a voltar às suas praias consideradas paradisíacas e que há cinco anos se converteram em campos da morte.

burs-as/sd

ultimosegundo.ig.com.br | 12/25/09 11:16 PM
ANÁLISE-Acordo climático traz à tona falhas da ONU
Por Gerard Wynn COPENHAGUE (Reuters) - Um tímido acordo climático foi alcançado no sábado depois que duas semanas de negociações se recuperaram após quase caírem por terra. O resultado deixou clara a vulnerabilidade do processo da ONU, que depende de um consenso, e pode marcar a diminuição da importância do órgão. As principais negociações aconteceram entre aproximadamente 30 países, e o mais importante resultado envolveu apenas cinco deles: Estados Unidos, China, Brasil África do Sul e Índia.

O acordo final não tem força legal e deixa em aberto a adesão dos países. O resultado fica distante da convenção climática ampla da ONU.

"Não acho que seja o fim para o papel ambiental da ONU, mas é um novo modelo dentro do arcabouço," disse Jennifer Morgan, diretora do programa de energia e clima do Instituto dos Recursos Mundiais.

Ela apoiou "absolutamente" o papel dos chefes de Estado. Líderes mundiais voaram para Copenhague para participar dos últimos dias de reuniões, e o presidente Barack Obama foi importante para conseguir acabar com o impasse.

"Acho que essa é a história dessa conferência. Os chefes de Estado chegaram aqui e fizeram um acordo um pouco independente do processo da ONU. (Mas) ainda haverá muitos papéis importantes para a Convenção Climática da ONU."

O secretariado de mudanças climáticas da ONU ajudaria a monitorar as ações de países em desenvolvimento para controlar as emissões de gases causadores do efeito estufa, uma das questões mais complicadas da conferência da ONU, disse Morgan, como exemplo de papéis que a comissão poderá desempenhar.

Decisões da ONU têm de ser feitas por unanimidade entre países diferentes como os EUA e pequenas ilhas do Pacífico como Tuvalu, que tem apenas 12 mil habitantes.

Essa regra ameaçou inviabilizar a conferência de Copenhague, que aconteceu de 8 a 17 de dezembro --alguns países em desenvolvimento insistiram que qualquer texto fosse revisado numa sessão plenária com os 193 países-membros.

Fontes dizem que os anfitriões dinamarqueses estavam relutantes em fazer isso, com medo de que levaria muito tempo para o grupo criar uma versão preliminar do texto, algo que poria a perder vários dias de negociações. Na última noite, uma sessão plenária ilustrou claramente o problema que é chegar a uma opinião unânime sobre uma versão final do texto.

A intervenção direta do secretário geral da ONU, Ban Ki-moon, foi necessária para resgatar o Acordo de Copenhague. Ban mediou o acordo para que países que estavam relutantes em assiná-lo, como a Venezuela e a Bolívia, participassem.

A decisão de sábado apoiou o objetivo de se criar um fundo anual de 100 bilhões de dólares até 2020 para ajudar os países pobres a lutar contra as mudanças climáticas. Ela também aceitou a opinião científica de que é importante limitar o aquecimento global a 2 graus Celsius. Não houve metas de redução de emissão de gases causadores do efeito estufa e nenhum compromisso de que todos os países um dia vão assinar o tratado que sucederá o Protocolo de Kyoto.

PRINCIPAIS ECONOMIAS

A principal autoridade ambiental da ONU, Yvo de Boer, disse que era exatamente o trabalho das Nações Unidas criar uma solução para um problema global, que pode causar um impacto aos países menos poderosos politicamente.

"Pode-se argumentar que seria muito mais eficiente apenas abordar as mudanças climáticas nos encontros do Grupo dos 20," cujos membros são responsáveis pela maioria das emissões de carbono, disse ele.

"(Mas) não está certo do ponto de vista tanto ambiental quanto da igualdade", porque isso excluiria muitos países, "que já estão na linha de frente das mudanças ambientais".

Parte da razão de ser da ONU, disse de Boer, "é assegurar que abordemos temas globais como as mudanças climáticas de modo igualitário, levando em conta as preocupações de todos."

A contagem regressiva para um acordo na sexta-feira envolveu 28 países, dizem fontes, inclusive países desenvolvidos como os EUA, a Europa e outros países emergentes grandes, como a Índia, a China e pequenos ilhas-Estado como Granada e as Maldivas.

O agrupamento acabou por se concentrar nas maiores economias, um grupo de negociações climáticas que lembrava o Fórum das Maiores Economias, um grupo que o ex-presidente americano George W. Bush reuniu para discutir o tema paralelamente à ONU e que muitos acusam de ter impedido um acordo mais amplo antes.

O resultado incompleto de Copenhague demonstra "uma fraqueza inerente" do processo de negociação sobre o meio ambiente da ONU, disse Andrew Light, coordenador de política internacional de clima no Centro para o Progresso Americano.

"Precisamos começar a buscar outras opções, ou pelo menos começar a usar alguns fóruns alternativos," disse ele, sugerindo o G20 e o Fórum das Maiores Economias.

Mas muitos países apoiaram com veemência o papel das Nações Unidas, exatamente porque ela preservou sua voz. "Não se pode chegar a um acordo que envolva apenas um número limitado de países," disse o embaixador brasileiro responsável por mudanças climáticas, Sergio Serra.

"Talvez em algumas ocasiões isso possa ser um motor para mobilizar os outros, mas eles nunca vão fazer um acordo sozinhos, porque o acordo não terá legitimidade. Portanto, a ONU continuará no centro de tudo isso."

"O processo da ONU é seguro," disse Dessima Williams, chefe da aliança de pequenos países-ilha. "Acho que houve questões de confiança, mas não acho que o processo desandou. O que é necessário agora é remendar alguns buracos e, sim, construir um pouco de confiança em torno do resultado da conferência."

(Com reportagem de Gerard Wynn, Richard Cowan e Emma Graham-Harrison e Alister Bull em Washington) ultimosegundo.ig.com.br | 12/19/09 8:49 PM
Acompanhe as reações ao 'acordo de Copenhague'
O presidente Barack Obama fechou um acordo sobre mudanças climáticas que ele considerou "significativo" com China, Brasil, Índia e África do Sul, na sexta-feira, em Copenhague. Mas o documento não prevê metas específicas de redução das emissões de carbono e não tem valor legal, o que gerou críticas e causou polêmica durante a Conferência da ONU.Veja abaixo algumas das reações ao resultado da 15ª conferência das Nações Unidas sobre mudança climática (COP 15).

PAÍSES DESENVOLVIDOS
BARACK OBAMA, PRESIDENTE AMERICANO
"Nós teremos que dar continuidade ao trabalho realizado aqui em Copenhague para garantir que a ação internacional para reduzir significativamente as emissões seja sustentada e suficiente ao longo do tempo. Nós já percorremos um longo caminho, mas ainda temos de ir muito mais longe."
GORDON BROWN, PRIMEIRO-MINISTRO BRIT ICO
"Conseguimos um começo. O que devemos fazer agora rapidamente é garantir que o documento passe a ter valor legal."
JOSÉ MANUEL BARROSO, PRESIDENTE DA COMISSÃO EUROPEIA
"Não vou esconder minha decepção em relação à natureza não-vinculante deste acordo. Neste respeito, o documento fica muito abaixo de nossas expectativas."
NICOLAS SARKOZY, PRESIDENTE DA FRANÇA
"O texto que temos não é perfeito...Se não tivéssemos acordo, isso significaria que dois países tão importantes como Índia e China estariam livres de qualquer tipo de contrato... Os Estados Unidos, que não assinaram Kyoto, estariam livres de qualquer tipo de contrato. Por isso, um contrato é absolutamente vital."
NAÇÕES EM DESENVOLVIMENTO
SÉRGIO SERRA, EMBAIXADOR DO BRASIL PARA MUDANÇA CLIMÁTICA
"É muito decepcionante, eu diria, mas não é um fracasso... se concordarmos em nos encontrar novamente e lidar com os assuntos pendentes. Temos um grande trabalho pela frente para evitar a mudança climática através de metas efetivas de redução de emissões e isso não foi feito aqui."
XIE ZHENHUA, CHEFE DA DELEGAÇÃO CHINESA
"O encontro teve um resultado positivo, todos deveriam estar felizes. Após as negociações, ambos os lados conseguiram preservar seus interesses essenciais. Para nós, era nossa soberania e interesse nacional."
LUMUMBA STANISLAUS DI'APING, CHEFE DO GRUPO G-77
"(O texto preliminar) pede que a África assine um pacto suicida, um pacto de incineração de forma a manter a dominação econômica de alguns poucos países. É uma solução baseada em valores, os mesmos valores em nossa opinião que levaram 6 milhões de pessoas na Europa para fornalhas."
IAN FRY, NEGOCIADOR-CHEFE DE TUVALU
"Parece que estamos recebendo 30 peças de prata para trair nosso povo e nosso futuro."
MOHAMED NASHEED, PRESIDENTE DAS ILHAS MALDIVAS
"Com qualquer coisa acima de 1,5ºC, as Maldivas e várias outras ilhas desapareceriam. Por esta razão, tentamos seriamente durante os últimos dois dias colocar 1,5ºC no documento. Sinto muito que isso tenha sido grosseiramente obstruído pelos grandes emissores."
CLAUDIA SALERNO CALDERA, REPRESENTANTE DA VENEZUELA
"Eu pergunto se, em plena vista do secretário-geral da ONU, vocês vão apoiar este golpe de Estado contra a autoridade das Nações Unidas."
ORGANIZAÇÕES NÃO-GOVERNAMENTAIS
NNIMMO BASSEY, AMIGOS DA TERRA INTERNACIONAL
"Copenhague foi um fracasso abjeto. A justiça não foi feita. Ao adiar a ação, os países ricos condenaram milhões das pessoas mais pobres do mundo à fome, ao sofrimento e à perda da vida à medida que a mudança climática se acelera. A culpa desse resultado desastroso é honestamente das nações desenvolvidas."
JOHN SAUVEN, GREENPEACE BRIT ICO
"A cidade de Copenhague é cenário de um crime esta noite, com os culpados correndo para o aeroporto. Não há metas para cortes de carbono e não há acordo sobre um tratado com valor legal. Parece que há poucos políticos neste mundo capazes de enxergar além do horizonte de seus próprios interesses, muito menos de se importar com as milhões de pessoas que estão intimidadas pela ameaça da mudança climática."
JOHN ASHE, CHEFE DAS NEGOCIAÇÕES DO PROTOCOLO DE KYOTO
"Levando-se em conta de onde começamos e as expectativas para essa conferência, qualquer resultado que não seja um acordo de valor legal não alcança o objetivo. Por outro lado... talvez nossas expectativas tenham sido muito altas e o fato de que agora há um acordo... talvez nos dê algo em que possamos nos apoiar." ultimosegundo.ig.com.br | 12/19/09 6:44 PM
Sergio Farias vira o treinador da moda na Ásia
Título da Liga dos Campeões aumenta assédio ao treinador brasileiro do Pohang Steelers. O título da Liga dos Campeões da Ásia e a campanha no Mundial de Clubes da FIFA, quando levou o Pohang Steelers, da Coreia do Sul, à semifinal contra o Estudiantes, aumentaram o foco sobre o trabalho do treinador brasileiro Sergio Farias. O treinador, que completou sua quinta temporada no comando do time sul-coreano, chega ao Brasil na próxima semana, onde tira férias depois de um ano puxado, mas que foi coroado com a conquista do título continental.

Esta semana, ainda nos Emirados Árabes, onde esta com o Pohang na disputa do Mundial, Farias desmentiu, em entrevista coletiva, a informação de que estaria se transferindo para o Al-Ahli, líder do campeonato da Arábia Saudita. Segundo a imprensa saudita, o acordo já estaria fechado, com Farias recebendo US$ 700 mil, mais uma compensação paga pelo Al-Hilal ao Pohang no valor de US$ 400 mil. As informações foram negadas pelo treinador de maneira enfática.

- É ridículo que essas notícias sejam publicadas sem que sejam verdadeiras. Os clubes do Oriente Médio, algumas vezes, têm a tendência em dizer coisas antes que todos os fatos sejam checados. Devemos evitar esse tipo de comportamento – analisou.

Sergio Farias implantou, nesta temporada, um novo estilo de jogo ao Pohang Steelers, adotando, na reta final da K-League (onde a equipe foi eliminada, na semifinal, pelo Seongnam Ilhwa Chunma) e na LC, um esquema com três atacantes, quase sempre com Noh Byung-Joon, o macedônio Stevica Ristic e o brasileiro Denilson, que marcou sete vezes na Liga dos Campeões.

Com este estilo, arrojado para os padrões do futebol sul-coreano, o Pohang Steelers conseguiu a classificação nas quartas de final da competição continental, contra o Bunyodkor, depois de ter perdido o primeiro jogo por 3 a 1, em Tashkent. No jogo de volta, em Pohang, a vitória por 3 a 1 levou o jogo para a prorrogação, quando um gol de Ristic deu a vaga aos Steelers.

O treinador, que já teve passagens pelas seleções sub-17 e sub-20 do Brasil, como treinador e auxiliar-técnico, teve como último trabalho no Brasil a direção da União Barbarense, em 2004, quando levou o time do interior paulista à série B do Campeonato Brasileiro, conquistando o título da série C.

Enquanto o Pohang Steelers mantém Sergio Farias, o FC Seoul, que foi eliminado na primeira fase dos playoffs da K-League, apresentou seu novo treinador para a temporada 2010: o português Nelo Vingada, de 56 anos. Vingada já dirigiu as seleções da Arábia Saudita e da Jordânia, e dirigiu, em 2009, o Persepolis, do Irã; o Al-Ahly, do Egito; e o Vitória de Guimarães.

As mudanças de treinadores estão acontecendo também no futebol chinês, onde o Shanghai Shenua, quinto colocado na liga chinesa esta temporada – tendo ficado fora da zona de classificação para a Liga dos Campeões em 2010 – está perto do acerto com Miroslav Blazevic, que levou a Croácia à terceira colocação na Copa de 98. Blazevic dirigiu, também, a seleção da Bósnia, e deve ser apresentado nos próximos dias.

Thiago Neves brilha e Al-Hilal goleia no clássico

O Al-Hilal não tomou conhecimento do Al-Ittihad no clássico entre as duas equipes, na última quinta-feira. Com atuações pra lá de inspiradas do sueco Christian Wilhelmsson e do brasileiro Thiago Neves, que marcaram três e dois gols, respectivamente, o Al-Hilal goleou por 5 a 0 e ampliou sua vantagem na liderança do campeonato saudita, confirmando a ponta com a vitória, na terça-feira, diante do Al-Quadisiya, por 2 a 1.

Com 12 jogos disputados, o Al-Hilal, dirigido pelo belga Eric Gerets, lidera o campeonato com 32 pontos, e mantém a invencibilidade na competição. O Al-Shabab, que venceu o Najran por 1 a 0, é o segundo colocado, com 29 pontos. O Al-Ittihad tem dois jogos a menos e vem na terceira colocação, com 19 pontos.

Mahmoud Al-Shalhoub, do Al-Hilal, é o artilheiro do campeonato, com 9 gols. Thiago Neves e Wilhelmsson têm 7 gols cada. O Al-Hilal joga domingo, fora de casa, contra o Najran. O Al-Shabab também joga fora de casa, diante do Al-Wahda.

No Catar, Al-Sadd lidera

O Al-Sadd mantém a liderança na liga do Catar, depois de dez rodadas disputadas. O time dos brasileiros Felipe, Leandro e Afonso Alves empatou no último fim de semana em 1 a 1 com o atual campeão nacional, o Al-Gharrafa, e manteve a folga de três pontos na tabela de classificação (24 a 21). Leandro fez o gol do Al-Sadd e Araújo marcou para o Al-Gharrafa.

O Al-Arabi se recuperou da goleada sofrida diante do Al-Rayyan, na 9ª rodada (0-5) e venceu o Umm-Salal por 2 a 1, com dois gols do brasileiro Caboré, subindo para a terceira colocação, com 18 pontos. Já o Umm-Salal, que foi semifinalista da Liga dos Campeões, mantém sua péssima campanha na liga local, com apenas 10 pontos. O time está na décima colocação entre os 12 participantes, à frente somente de Al-Khor (9 pontos) e Al-Shamal (6 pontos).

Com os gols marcados na última rodada, Leandro e Caboré dividem a artilharia da competição, com 10 gols. O marroquino Adil Ramzi, do Al-Wakrah, tem 9 gols, um a mais que Araújo.

Para a sequência do campeonato nacional, o Al-Sadd não terá um de seus melhores jogadores até o momento na temporada, o meia Majdi Siddiq, que quebrou o pé em um treinamento e fica fora dos gramados por três meses.

Índia e Hong Kong vencem torneios regionais

Já comentei anteriormente como funciona o sistema de organização regional da AFC, a confederação asiática. Além das associações nacionais filiadas, a entidade reúne quatro federações continentais, que fazem, periodicamente, competições envolvendo somente os países das suas respectivas regiões.

A Federação de Futebol do Sul da Ásia (SAFF) promoveu, na última semana, mais uma edição da SAFF Cup, disputada na Índia, e que acontece a cada dois anos. Os donos da casa decidiram o título com a seleção das Ilhas Maldivas. Depois de empate em 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação, os indianos venceram nos pênaltis por 3 a 1.

Outra competição regional que terminou no final de semana foi a primeira edição dos Jogos da Ásia Oriental. A final foi disputada em Hong Kong, e a seleção local bateu, nos pênaltis, a seleção do Japão (representada pela equipe sub-20) por 4 a 2, depois de empate em 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação. esporte.ig.com.br | 12/18/09 12:41 PM
Clima: 27 países convidados a uma reunião noturna
Com a participação do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, vinte e sete países representativos de regiões ou grupos iniciaram agora à noite uma reunião de trabalho para preparar um projeto de declaração sobre a mudança climática.Segudo a lista de participantes, estão representados entre os países industrializados: os Estados Unidos (Hillary Clinton), o Japão, a Austrália, a Rússia e a Noruega, e pela União Europeia - a Dinamarca, a Alemanha (Angela Merkel), a Grã-Bretanha (Gordon Brown), a França (Nicolas Sarkzozy), a Suécia (Fredrik Reinfeldt), a Espanha e a Comissão Europeia (José Manuel Barroso).

Entre os grandes países emergentes, participam China, Índia, México, África do Sul, Brasil (presidente Lula) e Coréia do Sul.

Também está presente a Arábia Saudita, membro da Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP). E ainda, o Sudão, representado pelo G-77 (coalizão de países em desenvolvimento); Granada e Maldivas, pelos pequenos Estados Insulares (AOSIS); Argélia e Etiópia pela África; seguidos de Indonésia e Colômbia (que posseum, junto com o Brasil, grandes florestas) mais Bengladesh, particularmente vulnerável à mudança climática.

npk-ach/se

ultimosegundo.ig.com.br | 12/18/09 12:17 AM
Site monitora planos de combate aos efeitos do clima
11/12/2009 - 19h12

Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente lança site com propostas dos países feitas durante a Conferência de Copenhague; promessas e propostas dos 27 Estados membros da União Europeia e de mais 25 países, incluindo a China, Índia, Maldivas e África... Leia mais

www.envolverde.com.br | 12/11/09 9:41 PM
UE pede mais ação dos EUA contra desmatamento tropical

No primeiro dia da reunião das Nações Unidas sobre o clima, em Copenhague, a União Europeia fez um apelo por mais financiamentos dos Estados Unidos para projetos de combate ao desmatamento em países como o Brasil.

O investimento seria adicional aos planos já anunciados pelos Estados Unidos, de reduzir suas emissões em 17% até 2020 e acelerar os cortes dali para a frente, e seria realizado através de compra de créditos de carbono para compensar (offset) a poluição gerada no país.

– Nós estamos prontos para chegar a um acordo que atualize as propostas para REDD (redução de emissões por desmatamento e degradação) –, afirmou o ministro do Meio Ambiente da Suécia, Andreas Carlgren, representante da UE já que o país ocupa a Presidência rotativa do bloco.

Ele lembrou que os planos da Europa são cortar o desmatamento no mundo pela metade nos próximos dez anos e acabar com ele em 20 anos.

Para ações contra desmatamento, entretanto, serão necessários trilhões de dólares nas próximas décadas, e a fonte desse financiamento promete ser um dos assuntos mais polêmicos em Copenhague.

Os países ricos se movimentam no sentido de apresentar uma proposta apelidada de “Fast Start Fund”, um fundo de cerca de US$ 10 bilhões que garantiria o início imediato de ações de adaptação nos países mais pobres e atingidos pelas mudanças climáticas, como Bangladesh e as ilhas Maldivas, por exemplo.

No entanto, o negociador-chefe brasileiro, embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, afirmou que a “falta de engajamento claro dos países desenvolvidos” na questão financeira “é um dos problemas” da reunião e rejeitou categoricamente o fast start fund.

– Não é possível sairmos daqui com um financiamento de curto prazo –, afirmou.

Para o Brasil e outros países em desenvolvimento, interessa a garantia de financiamentos de longo prazo.

Obama

Uma reportagem publicada pelo jornal alemão Financial Times Deutschland afirma que a Europa estaria disposta a entrar com 1 a 3 bilhões de euros para este fundo.

A pressão para complementar o valor supostamente apresentado pelos europeus recairia naturalmente sobre os Estados Unidos.

Carlgren disse ainda estar confiante de que o presidente Barack Obama virá a Copenhague para avançar nas propostas americanas.

– Vou ficar um pouco chocado se o Obama só repetir o plano que já foi anunciado aqui –, disse Carlgren.

No entanto, os Estados Unidos deixaram claro que os planos parecem estar pouco abertos a alterações.

O chefe da delegação americana, Jonathan Pershing – ele próprio um cientista que trabalhou na elaboração dos relatórios do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) – afirmou que o plano está de acordo com a exigências da ciência.

– É um plano que leva os Estados Unidos para uma curva descendente de gases causadores do efeito estufa a um nível que nenhum outro país jamais começou a contemplar seriamente –, disse o negociador americano.

www.correiodobrasil.com.br | 12/8/09 12:07 PM
UE pede mais ação dos EUA contra desmatamento tropical

No primeiro dia da reunião das Nações Unidas sobre o clima, em Copenhague, a União Europeia fez um apelo por mais financiamentos dos Estados Unidos para projetos de combate ao desmatamento em países como o Brasil.



Clique aqui para ver o infográfico O investimento seria adicional aos planos já anunciados pelos Estados Unidos, de reduzir suas emissões em 17% até 2020 e acelerar os cortes dali para a frente, e seria realizado através de compra de créditos de carbono para compensar (offset) a poluição gerada no país.

"Nós estamos prontos para chegar a um acordo que atualize as propostas para REDD (redução de emissões por desmatamento e degradação)", afirmou o ministro do Meio Ambiente da Suécia, Andreas Carlgren, representante da UE já que o país ocupa a Presidência rotativa do bloco.

Ele lembrou que os planos da Europa são cortar o desmatamento no mundo pela metade nos próximos dez anos e acabar com ele em 20 anos.

'Trilhões para adaptação'

Para ações contra desmatamento, entretanto, serão necessários trilhões de dólares nas próximas décadas, e a fonte desse financiamento promete ser um dos assuntos mais polêmicos em Copenhague.

Os países ricos se movimentam no sentido de apresentar uma proposta apelidada de "Fast Start Fund", um fundo de cerca de US$ 10 bilhões que garantiria o início imediato de ações de adaptação nos países mais pobres e atingidos pelas mudanças climáticas, como Bangladesh e as ilhas Maldivas, por exemplo.

No entanto, o negociador-chefe brasileiro, embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, afirmou que a "falta de engajamento claro dos países desenvolvidos" na questão financeira "é um dos problemas" da reunião e rejeitou categoricamente o "fast start fund".

"Não é possível sairmos daqui com um financiamento de curto prazo", afirmou.

Para o Brasil e outros países em desenvolvimento, interessa a garantia de financiamentos de longo prazo.

Obama

Uma reportagem publicada pelo jornal alemão Financial Times Deutschland afirma que a Europa estaria disposta a entrar com 1 a 3 bilhões de euros para este fundo.

A pressão para complementar o valor supostamente apresentado pelos europeus recairia naturalmente sobre os Estados Unidos.

Carlgren disse ainda estar confiante de que o presidente Barack Obama virá a Copenhague para avançar nas propostas americanas.

"'Vou ficar um pouco chocado se o Obama só repetir o plano que já foi anunciado aqui', disse Carlgren.

No entanto, os Estados Unidos deixaram claro que os planos parecem estar pouco abertos a alterações.

O chefe da delegação americana, Jonathan Pershing - ele próprio um cientista que trabalhou na elaboração dos relatórios do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) - afirmou que o plano está de acordo com a exigências da ciência.

"É um plano que leva os Estados Unidos para uma curva descendente de gases causadores do efeito estufa a um nível que nenhum outro país jamais começou a contemplar seriamente", disse o negociador americano.

Leia mais sobre acordo climático

ultimosegundo.ig.com.br | 12/8/09 8:40 AM
Em busca de luxo "verde"? Tente os hotéis nas Maldivas

CINGAPURA (Reuters Life!) - Você gosta de férias como gosta do meio ambiente? Agora não é mais preciso sacrificar suas credenciais verdes ...

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oglobo.globo.com | 12/4/09 5:33 PM
Dido é demitido do Bangladesh por questionada convocação
Técnico brasileiro, no cargo desde abril, anunciou lista da seleção sem diversos titulares SÃO PAULO - A seleção do Bangladesh demitiu o brasileiro Edson Dido após a decisão do técnico de convocar um questionado elenco para disputar a Copa da Federação Asiática no próximo mês.

Antes do anúncio de sua demissão nesta terça-feira, Dido divulgou a lista de convocados sem diversos titulares da seleção, o que gerou uma onda de protestos contra ele. Diante da situação, a federação do país nomeou temporariamente o ex-jogador da seleção, Shahidur Rahman.

O Bangladesh recebe o torneio que acontecerá entre os dias 4 e 13 de dezembro, que conta também com a Índia, República das Maldivas, Sri Lanka, Paquistão, Butão, Nepal e Afeganistão.

Dido comandava a seleção desde abril deste ano, e passou também pelo time nacional do Vietnã. O técnico, que também tem cidadania holandesa, jogou como meio-campista no Flamengo e no Santos na década de 1980 e atuou no futebol israelense em 1995 antes de tornar-se treinador. esporte.ig.com.br | 11/10/09 12:29 PM
País ameaçado de ser inundado critica países ricos

O presidente das Maldivas, país localizado no Oceano Índico e que teme ser inundado por causa do contínuo aumento do nível do mar, criticou os países ricos por fazerem pouco para frear as mudanças climáticas.

Mohamed Nasheed afirmou que o dinheiro que está sendo oferecido os países mais vulneráveis é como "chegar a um local em que houve um terremoto com uma pá de lixo e uma vassourinha".

As declarações críticas foram feitas durante uma reunião de dois dias entre os países que correm mais riscos devido ao aquecimento global, realizada na ilha de Bandos, nas Maldivas.

As críticas abertas aos países membros do G8 vieram do líder de um país com localização tão baixa que um aumento no nível do mar ameaça submergir a maior parte de seu território até 2100.

As Maldivas estão a apenas cerca de 2.1 metros acima do nível do mar. O governo do país afirma que as ilhas poderão enfrentar um desastre caso o nível do mar aumente.

O presidente Nasheed afirmou que os países ricos prometeram evitar que a temperatura mundial aumente em 2ºC, mas não se comprometeram com os objetivos firmados para alcançar este índice.

Derretimento

Mesmo com o aumento de apenas 2ºC na temperatura, o presidente Nasheed afirma que "perderíamos os recifes de coral... a Groenlândia derreteria, e... meu país estaria no corredor da morte".

– Não posso aceitar isto –, acrescentou.

Mohamed Nasheed afirmou no início do ano que seu país vai neutralizar as emissões de carbono dentro de dez anos com o uso de fontes de energia completamente renováveis como a solar e a eólica. As Maldivas querem que os países que participam desta reunião sigam seu exemplo.

A reunião nas Maldivas contou com a participação de cerca de dez países vulneráveis às mudanças climáticas de várias maneiras - países africanos ameaçados pela desertificação, países montanhosos cujas geleiras estão derretendo, grandes países asiáticos afetados por enchentes e tufões e outras pequenas ilhas com ameaças semelhantes às que as Maldivas enfrentam.

O presidente afirmou ainda que este bloco de países em desenvolvimento poderá mudar o resultado da próxima Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15) em Copenhague, na Dinamarca, tornando moralmente difícil para que os países ricos não tomem providências.

www.correiodobrasil.com.br | 11/9/09 9:28 PM
Ameaçadas de serem inundadas, Maldivas criticam países ricos
O presidente das Maldivas, país localizado no Oceano Índico e que teme ser inundado por causa do contínuo aumento do nível do mar, criticou os países ricos por fazerem pouco para frear as mudanças climáticas. Mohamed Nasheed afirmou que o dinheiro que está sendo oferecido os países mais vulneráveis é como "chegar a um local em que houve um terremoto com uma pá de lixo e uma vassourinha". noticias.terra.com.br | 11/9/09 3:21 PM
País ameaçado de inundação por causa do aquecimento critica países ricos
Presidente das Maldivas diz que países do G-8 deveriam fazer mais contra efeito estufa. g1.globo.com | 11/9/09 3:15 PM
País ameaçado de ser inundado critica países ricos
O presidente das Maldivas, país localizado no Oceano Índico e que teme ser inundado por causa do contínuo aumento do nível do mar, criticou os países ricos por fazerem pouco para frear as mudanças climáticas. Mohamed Nasheed afirmou que o dinheiro que está sendo oferecido os países mais vulneráveis é como "chegar a um local em que houve um terremoto com uma pá de lixo e uma vassourinha".As declarações críticas foram feitas durante uma reunião de dois dias entre os países que correm mais riscos devido ao aquecimento global, realizada na ilha de Bandos, nas Maldivas.

As críticas abertas aos países membros do G8 vieram do líder de um país com localização tão baixa que um aumento no nível do mar ameaça submergir a maior parte de seu território até 2100.

As Maldivas estão a apenas cerca de 2.1 metros acima do nível do mar. O governo do país afirma que as ilhas poderão enfrentar um desastre caso o nível do mar aumente.

O presidente Nasheed afirmou que os países ricos prometeram evitar que a temperatura mundial aumente em 2ºC, mas não se comprometeram com os objetivos firmados para alcançar este índice.

Derretimento
Mesmo com o aumento de apenas 2ºC na temperatura, o presidente Nasheed afirma que "perderíamos os recifes de coral... a Groenlândia derreteria, e... meu país estaria no corredor da morte".

"Não posso aceitar isto", acrescentou.

Mohamed Nasheed afirmou no início do ano que seu país vai neutralizar as emissões de carbono dentro de dez anos com o uso de fontes de energia completamente renováveis como a solar e a eólica. As Maldivas querem que os países que participam desta reunião sigam seu exemplo.

A reunião nas Maldivas contou com a participação de cerca de dez países vulneráveis às mudanças climáticas de várias maneiras - países africanos ameaçados pela desertificação, países montanhosos cujas geleiras estão derretendo, grandes países asiáticos afetados por enchentes e tufões e outras pequenas ilhas com ameaças semelhantes às que as Maldivas enfrentam.

O presidente afirmou ainda que este bloco de países em desenvolvimento poderá mudar o resultado da próxima Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15) em Copenhague, na Dinamarca, tornando moralmente difícil para que os países ricos não tomem providências. ultimosegundo.ig.com.br | 11/9/09 3:11 PM
País ameaçado de ser inundado critica países ricos

O presidente das Maldivas, país localizado no Oceano Índico e que teme ser inundado por causa do contínuo aumento do nível do mar, criticou os países ricos por fazerem pouco para frear as mudanças climáticas ...

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oglobo.globo.com | 11/9/09 2:13 PM
País ameaçado de ser inundado critica países ricos
Presidente das Maldivas diz que países do G-8 deveriam fazer mais contra aquecimento. www.bbc.co.uk | 11/9/09 12:22 PM
Aquecimento ameaça recifes de coral do mundo inteiro; veja
O Dia Internacional da Ação Climática, comemorado neste dia 24 de outubro, ocorre junto às ações mundiais para tentar conscientizar as pessoas sobre os perigos do aquecimento global. Seguindo o exemplo do governo das Maldivas que na semana passada realizou uma reunião ministeral no fundo do mar, com o objetivo de mostrar que o país pode ser engolido pelas águas se o nível dos oceanos continuar subindo o site de notícias The Huffington Post também entrou nesta corrente. noticias.terra.com.br | 10/24/09 5:16 PM
Governo das Maldivas realiza reunião no fundo do mar
O governo das Maldivas realizou, neste sábado, uma reunião ministeral no fundo do mar para alertar contra os perigos do aquecimento global. O país localizado no oceano Índico fica a poucos mais de 2 m acima do nível do mar e teme ser engolido pelas águas se o nível dos oceanos continuar subindo por causa do aquecimento global. noticias.terra.com.br | 10/17/09 5:10 PM
Governo das Maldivas faz reunião subaquática; assista

O governo das Maldivas realizou, neste sábado, uma reunião ministeral no fundo do mar para alertar contra os perigos do aquecimento global ...

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oglobo.globo.com | 10/17/09 4:33 PM
Governo das Maldivas faz reunião subaquática; assista

O governo das Maldivas realizou, neste sábado, uma reunião ministeral no fundo do mar para alertar contra os perigos do aquecimento global.

 

O país localizado no Oceano Índico fica a poucos mais de dois metros acima do nível do mar e teme ser engolido pelas águas se o nível dos oceanos continuar subindo por causa do aquecimento global.

Durante o encontro subaquático, que teve participação do presidente Mohamed Nasheed, os doze ministros assinaram um documento pedindo cortes nas emissões globais de carbono.


Documento foi assinado embaixo d'água / AP

Eles passaram meia hora a cinco metros de profundidade, cada um acompanhado de um mergulhador profissional. Para se comunicar, usaram quadros brancos e sinais.

O documento será levado para a Conferência de Mudanças Climáticas da ONU em dezembro, em Copenhague.

Depois da reunião, o presidente Nasheed disse que se a reunião de Copenhague não conseguir chegar a um acordo para substituir o Protocolo de Kyoto, que expira em 2012, o povo das Maldivas "vai morrer".

"Estamos agora tentando enviar nossa mensagem para que o mundo saiba o que está acontecendo e o que vai acontecer com as Maldivas se as mudanças climáticas não forem interrompidas", disse o presidente.


Ministros querem chamar a atenção para as mudanças climáticas / AP

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ultimosegundo.ig.com.br | 10/17/09 4:31 PM
Governo das Maldivas faz reunião subaquática; assista
Ministros assinaram documento pedindo corte de emissões; país teme ser engolido pelas águas se nível do mar continuar subindo. www.bbc.co.uk | 10/17/09 3:42 PM
Governo das Maldivas faz reunião subaquática
Ministros assinaram documento pedindo corte de emissões; país teme ser engolido pelas águas se nível do mar continuar subindo. www.bbc.co.uk | 10/17/09 3:31 PM
Governo das Maldivas debaixo de água para alertar contra as alterações climáticas
Um conselho de ministros subaquático. Podia até ser brincadeira, se a reunião não fosse nas Maldivas, um dos países mais ameaçados pela subida do nível do mar e uma das vozes mais activas na campanha para uma acção global no combate às alterações climáticas. ultimahora.publico.clix.pt | 10/17/09 12:50 PM
Governo das Maldivas fazem reunião debaixo de água contra o aquecimento global
Por um dia, os membros do governo das Maldivas deixaram de lado o fato e gravata e vestiram os fatos de mergulho. A seis metros de profundidade, o… pt.euronews.net | 10/17/09 12:08 PM
Maldivas realizam reunião embaixo d'água
Objetivo é chamar atenção para o aquecimento global. Membros do governo se sentaram em mesa e se comunicaram por códigos. g1.globo.com | 10/17/09 11:01 AM
Governo das Maldivas prepara reunião ministerial subaquática
Ministros do governo das Maldivas realizaram testes embaixo d'água nesta sexta feira como preparação para uma reunião ministerial que acontecerá a seis metros de profundidade no mar para destacar a ameaça do aquecimento global. noticias.terra.com.br | 10/17/09 1:42 AM
Governo das Maldivas prepara reunião ministerial subaquática

Ministros do governo das Maldivas realizaram testes embaixo d'água nesta sexta-feira como preparação para uma reunião ministerial que acontecerá a seis metros de profundidade no mar para destacar a ameaça do aquecimento global ...

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oglobo.globo.com | 10/17/09 1:17 AM
Governo das Maldivas prepara reunião ministerial subaquática
Ministros do governo das Maldivas realizaram testes embaixo d'água nesta sexta-feira como preparação para uma reunião ministerial que acontecerá a seis metros de profundidade no mar para destacar a ameaça do aquecimento global. Durante a reunião, os ministros devem assinar um documento que será levado para a Conferência de Mudanças Climáticas da ONU em dezembro, em Copenhague, pedindo um corte global nas emissões de carbono.Onze dos 14 ministros participarão da atividade, além do presidente, Mohammed Nasheed.

Eles estão treinando há semanas para mergulhar e a comunicação durante a reunião será feita com quadros brancos e sinais. Cada ministro será acompanhado por um mergulhador qualificado.

Segundo as autoridades, o mergulho é "um pouco de diversão" com a intenção de enviar uma mensagem séria sobre o ambiente.

As Maldivas estão localizadas aproximadamente 2,1 metros acima do nível do mar e o governo afirma que o arquipélago enfrenta a ameaça de desaparecer se o nível dos oceanos continuar a subir.

Depois da reunião, o presidente Nasheed, que é um mergulhador qualificado, também irá realizar uma coletiva de imprensa embaixo d'água.

Na reunião da ONU sobre o clima, na Dinamarca, será discutido um novo tratado internacional para substituir o Protocolo de Kyoto, que estabelece limites às emissões de gases do efeito estufa e que expira em 2012. ultimosegundo.ig.com.br | 10/17/09 1:15 AM
Governo das Maldivas prepara reunião ministerial subaquática
Intenção do governo é chamar atenção para a ameaça do aquecimento global. www.bbc.co.uk | 10/17/09 1:14 AM
Governo de Maldivas prepara reunião ministerial ... debaixo d'água
Os membros do governo de Maldivas, com roupas de mergulho, prepararam nesta sexta-feira uma reunião ministerial debaixo d'água, com o objetivo de chamar a atenção para o aquecimento global, que afeta o arquipélago do Oceano Índico.Os ministros treinaram mergulho a seis metros de profundidade perto da ilha de Girifushi, a 25 minutos de barco da capital do arquipélago, Male, explicou a coordenadora do evento, Aminath Shauna.

"Está tudo pronto e estamos preparados para a reunião ministerial de sábado", declarou por telefone à AFP.

Para a reunião subaquática, o governo instalou uma mesa em forma de ferradura no fundo do mar. Os ministros poderão trocar opiniões por meio de quadros brancos e com a linguagem dos sinais.

Dos 14 membros do Executivo, apenas três ministros não participarão do evento submarino, dois deles por razões médicas. O terceiro está na Europa.

Segundo fontes do governo, a ideia partiu do presidente do país, Mohamed Nasheed.

Uma elevação do nível do mar de apenas um metro inundaria quase totalmente o recife de corais integrado por 1.192 ilhas deste luxuoso destino turístico.

aj/fp

ultimosegundo.ig.com.br | 10/16/09 9:52 AM
Clima: Conselho de Ministros das Maldivas vai reunir-se debaixo de água
O Governo das Maldivas decidiu reunir o seu Conselho de Ministros de 17 de Outubro debaixo de água. Quase todos os ministros já tiveram formação de mergulho e estão preparados para, desta forma, chamar a atenção para a subida do nível médio dos oceanos e para a necessidade de redução das emissões de gases com efeito de estufa. ecosfera.publico.clix.pt | 10/6/09 2:51 PM
Reunião de gabinete do governo de Maldivas será realizada debaixo d‘água

olíticos raramente confessam que estão afundando, mas para o governo de Maldivas é uma questão de honra admitir isso em um momento de grande preocupação com o aquecimentro global..

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www.pernambuco.com | 9/27/09 12:42 AM
Reunião de gabinete do governo de Maldivas será realizada debaixo d‘água

Políticos raramente confessam que estão afundando, mas para o governo de Maldivas é uma questão de honra admitir isso em um momento de grande preocupação com o aquecimentro global..

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www.pernambuco.com | 9/26/09 3:30 PM
Maldivas não vão a Copenhage para 'economizar dinheiro'
Um dos países mais ameaçados pelas mudanças climáticas, as Ilhas Maldivas, afirmou, nesta segunda feira, que o governo não comparecerá à conferência internacional sobre o assunto em dezembro, na Dinamarca, para economizar dinheiro. noticias.terra.com.br | 9/7/09 11:55 PM
Maldivas não vão a Copenhage para 'economizar dinheiro'

Um dos países mais ameaçados pelas mudanças climáticas, as Ilhas Maldivas, afirmou, nesta segunda-feira, que o governo não comparecerá à conferência internacional sobre o assunto em dezembro, na Dinamarca, para economizar dinheiro ...

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oglobo.globo.com | 9/7/09 11:21 PM
Maldivas não vão a Copenhage para 'economizar dinheiro'
Um dos países mais ameaçados pelas mudanças climáticas, as Ilhas Maldivas, afirmou, nesta segunda-feira, que o governo não comparecerá à conferência internacional sobre o assunto em dezembro, na Dinamarca, para economizar dinheiro. "Não vamos a Copenhage porque não temos dinheiro", disse o www.estadao.com.br | 9/7/09 11:18 PM
Maldivas não vão a Copenhage para 'economizar dinheiro'
Um dos países mais ameaçados pelas mudanças climáticas, as Ilhas Maldivas, afirmou, nesta segunda-feira, que o governo não comparecerá à conferência internacional sobre o assunto em dezembro, na Dinamarca, para economizar dinheiro. "Não vamos a Copenhage porque não temos dinheiro", disse o presidente Moahmmed Nassheed.Na reunião da ONU sobre o tema, na Dinamarca, será discutido um novo tratado internacional para substituir o Protocolo de Kyoto, que estabelece limites às emissões de gases do efeito estufa e que expira em 2012.

Nassheed afirmou que a medida é uma forma de dar um bom exemplo de economia ao resto de seu governo.

Crise econômica
Quase 85% das Maldivas - arquipélago formado por ilhas de corais ao sul da Índia - se encontram menos de um metro acima do nível do mar.

Em 2007, o IPCC (Painel Intergovernamental da ONU sobre Mudanças Climáticas) havia dito que se ocorrer um aumento no nível dos mares de 18 cm a 59 cm, as Maldivas se tornariam inabitáveis.

Nasheed havia sugerido anteriormente que seu governo iria economizar dinheiro para comprar novas terras para a população.

O país, que depende do turismo, enfrenta graves problemas financeiros com a redução de visitantes por causa da crise econômica mundial.

O governo afirmou que pretende cortar 15 mil dos 39 mil funcionários públicos e aumentar a receita ao cobrar uma taxa extra de US$ 3 por dia aos turistas que visitam o arquipélago.

. ultimosegundo.ig.com.br | 9/7/09 11:18 PM

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