Notícias : Ilhas Mauricia

Navio da Transpetro espera por reparo no Oceano �ndico
A Transpetro, empresa de transportes da Petrobras, divulgou, em nota, que no último dia 9 o navio Livramento apresentou problemas técnicos no motor principal quando atravessava o Oceano Índico, a 900 milhas das Ilhas Maurício. A companhia disse que providenciou o deslocamento de um rebocador, que economia.estadao.com.br | 7/19/10 11:04 PM
Gol su��o na Copa leva esperan�a a Cabo Verde
Ao marcar o gol da vitória da Suíça por 1 a 0 sobre a Espanha, quarta-feira, pelo Grupo H do Mundial, Gelson Fernandes espalhou esperança por Cabo Verde. Nascido no arquipélago africano, o volante é a prova de que o país pode realizar em breve o sonho de ir a uma Copa – o que, até hoje, sequer esteve perto de acontecer.

A seleção cabo-verdiana de futebol foi formada pela primeira vez em 1979, quatro anos após o país conseguir sua independência de Portugal. Desde então, reuniu-se menos de cem vezes, apenas três delas para enfrentar europeus. Ainda assim, o futebol local vem crescendo.

E MAIS: Cabo Verde tem futebol 'tipo exportação'

Nas últimas Eliminatórias, Cabo Verde caiu na segunda fase, sete pontos atrás de Camarões, em um grupo que contava ainda com Tanzânia e Ilhas Maurício. O resultado pode parecer decepcionante, mas é um avanço para um país que, apesar de apaixonado pelo futebol, possui péssimas condições de clubes e competições.

REPÚBLICA DE CABO VERDE

CapitalLíngua oficialPopulaçãoÍndice de DesenvolvimentoHumano (IDH)Ranking FifaPraiaPortuguês516.733 habitantes0,708 (121º)114º

Há menos de um mês, a seleção cabo-verdiana mostrou que pode atender o desejo de seu povo. Enfrentou Portugal de igual para igual, mesmo diante de estrelas como Cristiano Ronaldo, Nani e Liedson. O empate em 0 a 0 pode ser considerado o jogo mais importante da História do futebol do arquipélago.

– Minha seleção tem tudo para estar no Mundial em 2014. O sonho permanece vivo, sem dúvida. Nosso primeiro objetivo é participar da Copa Africana (de Nações). Depois, do Mundial do Brasil. Sei que é complicado, mas estamos nos preparando – afirmou o atacante Dady, do Osasuna (ESP), um dos principais nomes da seleção cabo-verdiana.

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E se o sonho, enfim, se tornasse real para os africanos?

– Não faríamos um mau papel, temos bons jogadores – avisou Dady.

Confira bate-bola com Lito, meia da Acadêmica e capitão da seleção:

LANCENET!: O fato de a próxima Copa ser no Brasil motiva vocês ainda mais?LITO: Claro, assim como o fato deste Mundial ser na África do Sul. Temos condições de lutar e acreditar que estaremos no Brasil. É muito difícil a classificação, há times como Gana, Camarões e Congo, mas estamos íntimos dessas seleções. Ninguém esperava que jogássemos bem contra Portugal, no último amistoso. Os outros têm grandes jogadores, mas Cabo Verde tem um objetivo.

LNET!: A carreira de um grande jogador fica incompleta sem um Mundial?Acho que ajuda muito a participação no Mundial, mas ela não é essencial. Seria lindo participar, seria bom para qualquer jogador acabar a carreira e ter jogado o Mundial. Espero conseguir esse feito, mas sei que é difícil demais.

LNET!: Você imagina a festa que seria em Cabo Verde caso vocês se classificassem para um Mundial?Seria uma coisa louca. O povo cabo-verdiano é apaixonado por futebol, mas a maioria torce pelo Benfica, e também por Brasil e Portugal. Colocar nosso país na História seria incrível. Seria um feito inédito, as pessoas ficariam paralisadas, seria uma loucura. www.lancenet.com.br | 6/18/10 9:01 AM
Conhe�a um verdadeiro para�so, esnobado at� o s�culo XVII
www.diariodepernambuco.com.br | 4/23/10 12:46 PM
FMI diz que vender� 191 toneladas de ouro nos mercados
Washington, 17 fev (EFE).- O Fundo Monetário Internacional (FMI) disse hoje que começará "em breve" a venda gradual de 191,3 toneladas de ouro nos mercados, com o objetivo de engrossar um núcleo de investimento para financiar suas operações.O organismo, que esperou até o fechamento dos mercados para fazer seu anúncio, já vendeu 212 toneladas a três bancos centrais e disse estar ainda aberto a transações similares se outras entidades desejam adquirir ouro.

"De acordo com a prioridade de evitar transtornos nos mercados de ouro, as vendas serão realizadas de forma gradual", informou o Fundo em comunicado.

Esse metal fechou hoje a US$ 1.120 por onça no mercado de Nova York, um valor elevado a respeito de seu nível histórico.

Durante o ano passado, o FMI vendeu 200 toneladas ao banco central de Índia, que pagou US$ 6,7 bilhões, duas toneladas à Ilha Maurício por US$ 71 milhões e 10 toneladas ao Sri Lanka por US$ 375 milhões.

O organismo contava no fim de janeiro com uma reserva de 3.005 toneladas de ouro, que a preços de mercado estavam avaliadas em US$ 105 bilhões.

Apresentaram os países-membros como parte de sua contribuição ao FMI ou como pagamento de juros, principalmente.

Em 2008, o Conselho Executivo do Fundo aprovou a venda de 403,3 toneladas de ouro da reserva da entidade, como resposta aos problemas orçamentários pelos quais atravessava a instituição, que se tinha ficado sem clientes.

A crise fez chamar a sua porta de novo um grande número de países em busca de seus créditos, mas mesmo assim, o Fundo seguiu adiante com seu projeto de venda de ouro.

Usará a maioria das receitas para ampliar um fundo de investimentos que gere rendimento para custear suas operações, enquanto o resto do dinheiro será empregado para subsidiar seus empréstimos aos países pobres. EFE cma/dm ultimosegundo.ig.com.br | 2/18/10 12:36 AM
Austr�lia endurece pol�tica de imigra��o e pode afetar brasileiros
A Austrália anunciou que está mudando suas regras de concessão de residência a estrangeiros, numa medida que pode afetar o fluxo de imigrantes brasileiros ao país. Segundo o ministro da Imigração australiano, Chris Evans, a lista de profissões em falta no país - para os quais os imigrantes podem se candidatar quando pedem residência permanente - será abolida e a política de imigração será concentrada em atrair imigrantes com alta qualificação profissional.

 

"Temos dezenas de milhares de estudantes cursando culinária, contabilidade e (curso de) cabeleireiro porque isso estava na lista e permitiu que eles conseguissem a residência permanente", disse Evans a uma rádio australiana.

As novas prioridades vão incluir médicos e enfermeiras, além de engenheiros e profissionais da mineração, setor que encontra dificuldades para atender a crescente demanda por matéria-prima da China.

A mudança de política se junta a outras medidas introduzidas recentemente e marcam um endurecimento na política de imigração do país.

Desde o final do ano passado, o governo passou a fazer novas exigências para a concessão de vistos a estudantes estrangeiros.

A renda mínima que um estudante tem que comprovar através de extratos bancários do seu o países de origem subiu de R$ 19 mil para R$ 29 mil por ano - uma média de R$ 2.500 por mês.

Ao solicitar o visto nas representações consulares australianas, além de apresentar os extratos bancários, os estudantes têm de apresentar documentos como matrícula em universidade ou comprovante de trabalho fixo, para provar que tem vínculo com o país de origem e condições financeiras de se sustentar na Austrália.

O Brasil é o sexto país que mais envia estudantes anualmente para a Austrália, atrás da Índia, China, Nepal, Coreia do Sul e Tailândia, respectivamente.

Segundo dados do Departamento de Imigração, no último ano 12 mil brasileiros vieram estudar na Austrália. No mesmo período, houve um aumento de 20% no número de pedidos de visto por brasileiros rejeitados por embaixadas e consulados australianos.

De acordo com autoridades de imigração, essa rejeição se deve a um cuidado maior das autoridades, preocupadas com o alto número de pedidos fraudulentos.

Segundo Sandi Logan, porta-voz do Departamento de Imigração australiano, desde o segundo semestre de 2009 foram recrutados especialistas em verificação de fraudes para checar documentos de estudantes vindos do Brasil, Índia, Ilhas Maurício, Nepal, Zimbábue e Paquistão.

"Com a ajuda de especialistas, detectamos um alto índice de fraudes nas documentações submetidas por cidadãos desses países", disse Logan em entrevista à rádio australiana SBS.

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ultimosegundo.ig.com.br | 2/8/10 3:15 PM
Pena de morte est� em vigor em 58 pa�ses, diz Anistia
Relatório da Anistia Internacional, organização de defesa dos direitos humanos, afirma que atualmente a pena de morte está em vigor em 58 países. Outros 95 países aboliram a prática para todos os tipos de crime, enquando nove países, entre eles o Brasil (somente na Justiça militar), mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais, mas não para crimes comuns.

 

A organização afirma que 35 países aboliram �na prática� a pena de morte pelo fato de não terem realizado nenhuma execução nos últimos dez anos, apesar de a punição estar prevista em lei para crimes comuns. Somando essas 35 nações às que aboliram por lei a pena de morte, chega a 139 o número de países que não executam prisioneiros, segundo a Anistia.

De acordo com o relatório da Anistia, em 2008 foram realizadas 2.390 execuções, 93% delas em apenas cinco países: China, Irã, Arábia Saudita, Paquistão e Estados Unidos. No mesmo período, houve 8.864 sentenças à morte em todo o mundo.

Em 1977, apenas 16 países aboliram essa condenação para todos os tipos de crime. Dos 58 que ainda mantêm a pena capital, 25 realizaram execuções em 2008.

Brasil

No Brasil, a  pena de morte é proibida, exceto para crimes militares cometidos em tempos de guerra, segundo está previsto na Constituição de 1988. De acordo com a Carta, o fuzilamento é o método de execução. Comunicado sobre a sentença, o presidente da República pode conceder um indulto ou comutar a pena do condenado.

O País é o único de língua portuguesa que permite a prática para crimes militares. Na América do Sul, Bolívia, Chile e Peru também mantêm a pena de morte em circunstâncias excepcionais.

Veja o tipo de determinação vigente em cada país:

Pena de morte abolida para todos os tipos de crime:

África do Sul, Albânia, Alemanha, Andorra, Angola, Argentina, Armênia, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bósnia-Herzegovina, Bulgária, Burundi, Butão, Cabo Verde, Camboja, Canadá, Chipre, Colômbia, Costa Rica, Côte d'Ivoire, Croácia, Dinamarca, Djibouti, Equador, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Filipinas, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Guiné-Bissau, Haiti, Holanda, Honduras, Hungria, Ilhas Cook, Ilhas Marshall, Ilhas Maurício, Ilhas Salomão, Irlanda, Islândia, Itália, Listenstaine, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Malta, México, Micronésia, Moçambique, Moldávia, Mônaco, Montenegro, Namíbia, Nepal, Nicarágua, Niue, Noruega, Nova Zelândia, Palau, Panamá, Paraguai, Polônia, Portugal, Quiribati, Quirguistão, Reino Unido, República Checa, República Dominicana, Romênia, Ruanda, Samoa, San Marino, São Tomé e Príncipe, Seichelles, Senegal, Sérvia (incluindo Kosovo), Suécia, Suíça, Timor Leste, Togo, Turcomenistão, Turquia, Tuvalu, Ucrânia, Uruguai, Usbequistão, Vanuatu, Vaticano e Venezuela.

Pena de morte abolida para crimes comuns:

Bolívia, Brasil, Casaquistão, Chile, El Salvador, Ilhas Fiji, Israel, Letônia e Peru.

Pena de morte abolida �na prática� para crimes comuns:

Algéria, Benin, Brunei, Burkina Faso, Camarões, Congo, Coreia do Sul, Eritreia, Gabão, Gâmbia, Gana, Granada, Ilhas Maldivas, Laos, Libéria, Madagascar, Malaui, Mali, Marrocos, Mauritânia, Mianmar, Nauru, Níger, Papua Nova Guiné, Quênia, República Centro-Africana, Rússia, Sri Lanka, Suriname, Suazilândia, Tajiquistão, Tanzânia, Tonga, Tunísia, Zâmbia.

Pena de morte para todos os crimes:

Afeganistão, Antígua e Barbuda, Arábia Saudita, Autoridade Palestina, Bahamas, Bahrein, Bangladesh, Barbados, Belize, Bielorrúsia, Botswana, Catar, Chade, China, Cingapura, Comores, Coreia do Norte, Cuba, Dominica, Egito, Emirados Árabes, Estados Unidos, Etiópia, Guatemala, Guiné, Guiné Equatorial, Guiana, Iêmen, Índia, Indonésia, Irã, Iraque, Jamaica, Japão, Jordânia, Kuwait, Lesoto, Líbano, Líbia, Malásia, Mongólia, Nigéria, Omã, Paquistão, República Democrática do Congo, Santa Lúcia, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Serra Leoa, Síria, Somália, Sudão, Tailândia, Taiwan, Trinidad e Tobago, Uganda, Vietnã e Zimbábue.

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ultimosegundo.ig.com.br | 1/9/10 12:37 PM
Portugal tem emigrantes em 140 dos 190 pa�ses do mundo
Portugal tem emigrantes em 140 dos 190 países do mundo, sendo França a nação que concentra mais portugueses e Santa Lúcia ou ilhas Maurícias os Estados que registam menos emigrantes, revelam dados do Observatório da Emigração. ultimahora.publico.clix.pt | 9/3/09 4:50 PM
Bloco da �frica Oriental e Austral refor�a acordo com a Uni�o Europeia
O bloco da África Oriental e Austral (ESA) vai assinar um Acordo de Parceria Económica (APE) interino com a União Europeia (UE), a 29 deste mês, no Norte das Ilhas Maurícias, soube a PANA de fonte oficial. www.nexus.ao | 9/2/09 9:45 PM

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